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Jul 16, 2009 23:35
Willy Fog Forista Assíduo
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Fundos de Índices (ETF - Exchange Traded Funds)
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Senhores,

Abri esse tópico para discutirmos sobre Fundos ETFs (PIBB11/BOVA11/SMAL11/MILA11/BRAX11/CSMO11/MOBI11).


O que é um Fundo de Índice (ETF)?


Exchange Traded Fund (ETF) é um fundo de investimento em índice, com cotas negociáveis em Bolsa. O ETF busca obter desempenho semelhante à performance de um determinado índice de mercado e, para tanto, sua carteira replica a composição desse índice. Isso significa que ao investir em um ETF você está investindo, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações de diferentes companhias (Fonte: BOVESPA).


BOVA11: Ibovespa Fundo de Índice ...............................................................t.a.: 0.54 %

MILA11: BM&FBOVESPA MidLarge Cap Fundo de Índice........................t.a.: 0.54 %

SMAL11: BM&FBOVESPA Small Cap Fundo de Índice..............................t.a.: 0.69 %

PIBB11: Papéis de Índice Brasil Bovespa (IBrX-50)...................................t.a.: 0.059 %

BRAX11: IBrX-Índice Brasil (IBrX-100) Fundo de Índice............................t.a.: 0.54 %

CSMO11: Índice BM&FBOVESPA de Consumo Fundo de Índice................t.a.: 0.69 %

MOBI11: Índice BM&FBOVESPA Imobiliário Fundo de Índice...................t.a.: 0.69 %
Editado pela última vez por Willy Fog em Mar 11, 2010 12:49, em um total de 14 vezes.

Jul 16, 2009 23:38
Willy Fog Forista Assíduo
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Fundos de índice: opção viável para quem quer sair de Petrobras e Vale?

Por: Giulia Santos Camillo
19/12/08 - 20h16
InfoMoney


http://web.infomoney.com.br/templates/n ... stimentos/

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Novo fundo de índices chega ao Brasil

Podcast do dia 16/07/2009 da Mara Luquet na CBN

http://cbn.globoradio.globo.com/comenta ... BRASIL.htm
Editado pela última vez por Willy Fog em Mar 11, 2010 11:05, em um total de 3 vezes.

Jul 30, 2009 17:48
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ETFs potencializam diversificação e acesso ao mercado, diz gestor

Por: Equipe InfoMoney
30/07/09 - 15h24
InfoMoney



SÃO PAULO - Há algum tempo eles são um sucesso em bolsas de todo o mundo, mas somente há poucos meses começaram a ser descobertos pelos investidores brasileiros.

Conhecidos como ETFs (Exchange-Traded Funds), esses fundos têm suas cotas negociadas em bolsa como se fossem ações e permitem o investimento em uma cesta de ativos com apenas uma aplicação.

Em entrevista à InfoMoney TV, o gestor da Daycoval Asset, Guilherme Pereira, diz que as grandes vantagem dos ETFs são a diversificação e o fácil acesso. Ele acredita que, ao longo do tempo, eles serão mais discutidos no Brasil.

http://web.infomoney.com.br//templates/ ... stimentos/

Jul 31, 2009 10:56
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Frajolla escreveu:Willy Fog,

Se quiser ler, aqui tem uma discussão interessantes sobre ETFs no Brasil, foco em PIBB11 e BOVA11:
http://exame2.com.br/forum/viewtopic.php?t=5931

Abç


Grande Frajolla, gostei da dica, ajudou bastante, valeu mesmo!

Abraco.
Editado pela última vez por Willy Fog em Ago 09, 2009 14:53, em um total de 1 vez.

Ago 09, 2009 14:58
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Rentabilidade dos Fundos de Índice da BM&FBOVESPA chega a até 60% em sete meses

05 de Agosto de 2009

A rentabilidade dos Fundos de Índice da BM&FBOVESPA, conhecidos pelo nome de ETFs (Exchange Traded Funds na sigla em inglês, ou iShares no mercado internacional), variou entre 40% e 60% durante os primeiros sete meses do ano. Entre os quatro fundos de índice disponíveis para negociação na BM&FBOVESPA, o Small Cap (SMAL11), que reúne as empresas de menor capitalização da Bolsa, foi o que apresentou resultados mais positivos, acumulando rentabilidade de 67,22%, de janeiro a julho de 2009.

Na sequência, os destaques do período ficaram com o Ibovespa (BOVA11), que rendeu 44,79% em sete meses; o PIBB Fundo de Índice Brasil (PIBB11), que reflete a carteira teórica de ações do IBrX-50, com alta de 40,63% e o MidLarge Cap (MILA11), que reúne as empresas de maior capitalização da Bolsa, com rentabilidade acumulada de 40,34%.

Conheça agora mesmo esta forma de investimento!

Ao investir em um ETF você está investindo, ao mesmo tempo, em uma carteira de ações. Ou seja, ao comprar um ETF, você “leva para casa” uma cesta com papéis de diferentes companhias que, juntas, reproduzem um determinado índice, diminuindo, desta forma, a probabilidade e o risco de perda quando optamos por negociar um título em especial.

Além disso, o custo da operação é menor quando comparado à mesma carteira de ações montada por conta própria. Outra vantagem é que o investidor pode comprar ou vender seus ETFs no mercado, da mesma forma que faz com suas ações.


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Ago 09, 2009 15:02
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Cotas do fundo de índice BOVA11 ficam disponíveis para negociação no Simulador Folhainvest

Conhecido como ETF o novo ativo permite comprar todas as ações do Ibovespa em um único negócio e a um valor acessível

07 de Agosto de 2009

Os participantes do Simulador Folhainvest já podem contar com mais um ativo para ser negociado virtualmente. Tratam-se das cotas do iShares Ibovespa Fundo de Índice, código BOVA11, um tipo de investimento também conhecido como ETF (sigla em inglês para Exchange Traded Funds).

Quem adquire uma cota do BOVA11 está comprando um ativo que representa, proporcionalmente, uma cesta com todas as ações que compõem o Índice Bovespa. Assim, o investidor que busca capturar a rentabilidade desse indicador, não precisa comprar e gerenciar uma carteira com as ações do índice. Basta adquirir cotas do ETF, que são negociadas na BM&FBOVESPA como ações, inclusive no Home Broker.

O ETF tem muitas vantagens. Os investidores sabem o preço das cotas no momento da negociação, em vez de ter como preço de referência o do fechamento no final do próximo dia. E oferece a liquidez necessária para que o investidor possa vender suas cotas a qualquer momento. Ou seja, sempre haverá negócios para quem quer comprar ou vender sua cota no pregão da Bolsa.

Entenda como funciona o investimento em ETFs.

Quando as ações que compõem o índice tiverem direito aos dividendos, o gestor automaticamente reinvestirá o dinheiro no fundo, ajustando o preço da cota de maneira que ela sempre reflita as alterações sofridas pelo índice. Isso vale para juros sobre capital próprio, bonificações, entre outros eventos corporativos promovidos pelas companhias emissoras das ações.

Ao adquirir cotas de ETF o investidor reduz, ainda, o risco apresentado individualmente por uma ação. E é possível obter uma remuneração extra com o aluguel das cotas, assim como é realizado com as ações normais. Além do BOVA11, a BM&FBOVESPA oferece à negociação as cotas dos ETFs, Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB11), iShares Small Cap Fundo de Índice (SMAL11) e iShares MidLarge Cap Fundo de Índice (MILA11).

Ago 09, 2009 15:18
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Quinta, 21/05/2009

Em 5 anos, PIBB acumula rentabilidade de 175%


http://cbn.globoradio.globo.com/comenta ... DE-175.htm

Ago 09, 2009 15:29
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Número de ETFs no Mundo


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Ago 12, 2009 17:17
Willy Fog Forista Assíduo
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Fundos de Indice - Informacoes Gerais


O que são os Fundos de Índice iShares?

Os iShares são uma família de Fundos de Índice (Fundos de Investimento em Índice de Mercado), conhecidos em outros países como ETFs (Exchange Traded Funds). Cada Fundo de Índice iShares busca retornos de investimentos que correspondam, de forma geral, ao desempenho de um determinado índice de referência. Assim como as ações, as cotas de Fundos de Índice iShares são fáceis de serem adquiridas, oferecem liquidez diária e são negociáveis em Bolsa. Assim como os fundos indexados, os Fundos de Índice oferecem as vantagens da diversificação, acompanhamento de mercado e taxas de administração competitivas. Os Fundos de Índice iShares podem proporcionar a exposição que o investidor precisa, no momento em que dela necessitar. Os gestores de Fundos de Índice podem replicar o índice de acordo com a ponderação estabelecida no índice de referência ou podem otimizar a carteira, ou seja, construir uma carteira que busque acompanhar o desempenho do índice o mais proximamente possível, sem, no entanto, necessariamente replicar a composição do índice e a ponderação dos ativos nele compreendidos a todo o tempo.


As cotas de Fundos de Índice iShares são negociadas como ações

As cotas dos Fundos de Índice iShares permitem a mesma flexibilidade de negociação das ações, e podem ser negociadas a qualquer momento durante o horário normal de um dia de pregão por intermédio de uma corretora, seja diretamente ou via plataforma eletrônica de negociação (home broker), na bolsa de valores. Todas as estratégias de negociação associadas a ações, como ordens a mercado, ordens limitadas, ordens stop, etc. são permitidas.


A respeito dos índices

Os índices que servem como referência dos Fundos de Índice iShares são calculados por instituições independentes e de reconhecida reputação no mercado. Para os Fundos de Índice iShares brasileiros, elegemos a BM&FBovespa como instituição que calcula os índices utilizados como referência.


Há diferença entre Fundos de Índice, ETFs e iShares?

Os Fundos de Índice são conhecidos no exterior como Exchange Traded Funds (ETFs). Os fundos iShares são os Fundos de Índice/ETFs geridos pelo Barclays, que é o maior gestor global de ETFs. No Brasil, os Fundos de Índice iShares são geridos pelo Banco Barclays S.A.


Quem são o gestor e a administradora dos Fundos de Índice iShares no Brasil?

O gestor dos Fundos de Índice iShares é o Banco Barclays S.A. e a administradora dos Fundos de Índice iShares é a Citibank Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.

Ago 12, 2009 17:21
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Fundos de Indice - Benefícios


Diversificação

Ao comprar uma cota de um Fundo de Índice iShares no mercado secundário, o investidor terá imediatamente o benefício de diversificação relacionado à composição do índice. Apesar de estar comprando uma cota como se fosse uma ação, ele não estará exposto ao risco de somente uma companhia, mas estará diversificando o seu risco em um grupo representativo com dezenas de companhias. Entretanto, há o risco de haver a concentração do índice em companhias de determinados setores ou segmentos, fazendo com que o fundo seja adversamente afetado pela performance de tais ações. Por exemplo, consideremos um fundo de ações de empresas de baixa capitalização ("small cap"): em vez de analisar individualmente todas as ações deste segmento e escolher algumas para a carteira, pode-se facilmente tomar uma posição mediante a compra de cotas de um Fundo de Índice small cap. Uma descrição detalhada dos riscos de cada fundo pode ser encontrada na seção "Fatores de Risco" de cada fundo: iShares BM&FBovespa MidLarge Cap Fundo de Índice, iShares BM&FBovespa Small Cap Fundo de Índice e iShares Ibovespa Fundo de Índice.


Custos competitivos*

Os custos de um investimento em Fundos de Índice iShares são geralmente inferiores aos custos de um investimento em fundos de investimento com gestão ativa e, em alguns casos, podem ser inferiores aos custos de um investimento em fundos de investimentos de gestão passiva.


Gerenciamento de risco

Os investidores buscam rendimento, mas também precisam balancear o rendimento com fatores de risco. Ao comprar cotas de Fundos de Índice, o investidor diversifica suas posições de risco nos vários ativos que compõem a carteira, evitando assim o risco específico de investir em apenas uma ação. Isto pode lhe proporcionar o benefício de retornos menos voláteis, em média, quando comparados a investimentos em ações individuais. Investidores que necessitem de proteção ("hedge") para posições de sua carteira eventualmente podem obtê-la ao alugarem as cotas de Fundos de Índice iShares e as venderem no mercado. Este tipo de operação também envolve riscos ao investidor. Uma descrição detalhada dos riscos de cada fundo pode ser encontrada em sua respectiva página nesta seção.


Comprar Fundos de Índice iShares ou comprar o conjunto de ações que o compõem?

Ao comprar cotas do Fundo de Índice iShares, o investidor faz uma única negociação e obtém uma exposição diversificada. Caso ele optasse por comprar todas as ações que compõem o fundo, tal investidor teria o mesmo benefício de diversificação, porém com um número superior de operações, adicionando complexidade operacional e custos.


Empréstimo de ações e de cotas

Existem duas situações de empréstimo de ativos na operação de Fundos de Índice iShares. A primeira é o empréstimo das ações que compõem o índice, sendo realizada pela administradora. Nesta situação, o fundo se beneficia integralmente desta receita. A segunda situação é a do empréstimo de cotas dos Fundos de Índice iShares pelo investidor. Caso haja demanda, os investidores poderão alugar suas cotas através de sua corretora, obtendo assim uma receita adicional. Para maiores informações, consulte a sua corretora.

*Artigo "Quem tem medo da taxa de administração dos fundos" publicado pela Agência Estado em 28 de abril de 2008, tendo como fonte a Anbid, menciona taxas médias de administração de fundos de ações: varejo 3,16%, atacado 2,08% e exclusivo 0,34% (http://aeinvestimentos.limao.com.br/esp ... p7576.shtm). Adicionalmente, o artigo "Taxa média de fundos é maior desde 2000" publicado no jornal Folha de São Paulo de 24 de setembro de 2007 menciona que a taxa de administração média de fundos de ações em 2006 foi 3,52% e, em 2005, 3,432% (http://www.fazenda.gov.br/resenhaeletro ... cod=407231). Em ambos casos, fundos iShares apresentam custos competitivos com a média de mercado.


Agilidade e transparência

Os Fundos de Índice iShares são fáceis de se operar. Podem ser comprados e vendidos na BM&FBovespa com a mesma facilidade com que se compra e vende ações. E, como estão preponderantemente baseados em índices, seus componentes são conhecidos. Existem modalidades diferentes à disposição dos investidores para ajudar na composição de sua carteira de investimentos.


A liquidez implícita dos iShares

A liquidez é um fator essencial durante o processo de seleção dos ativos financeiros e do planejamento das estratégias de investimento. A liquidez é uma das qualidades dos Fundos de Índice iShares, porém sua interpretação dá margem a equívocos.

No caso de ações, o volume médio de operações diárias e a capitalização do mercado refletem a atividade de compradores e vendedores que negociam em uma bolsa. O volume de operações proporciona um indicador da facilidade para entrar ou sair de uma posição, assim como o possível impacto de mercado de uma transação. Uma vez que as cotas de Fundos de Índice iShares operam como uma ação no mercado secundário, poderia se considerar que o volume de operações do mercado secundário seria usado como um indicador da liquidez das cotas de um Fundo de Índice iShares. Entretanto, uma análise detalhada da liquidez intrínseca das cotas de um Fundo de Índice iShares revela o contrário: há outro nível de liquidez composto pelos valores subjacentes que compõem cada Fundo de Índice.

Os iShares oferecem, como outros Fundos de Índice, duas fontes de liquidez diferentes: (i) a liquidez tradicional, medida pelo volume de operações no mercado secundário; e (ii) a liquidez proporcionada pelo processo de integralização e resgate, o qual reflete a liquidez das posições dos ativos subjacentes que compõem o Fundo de Índice iShares. É por isso que a liquidez real dos Fundos de Índice iShares pode exceder em muito seu volume ou a capitalização de mercado.

Ago 12, 2009 17:37
Willy Fog Forista Assíduo
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PIBB - Perguntas mais Frequentes


1. O que é um clube de investimento?

O Clube de Investimento (CI) é uma comunhão de recursos, constituído por pessoas físicas, com o objetivo comum de investir em títulos e valores mobiliários. Cada investidor de um CI detém fração ideal do patrimônio do CI.

No caso específico da segunda distribuição pública de PIBBs, há CIs que foram constituídos com a única finalidade de adquirir PIBBs. Para maiores informações, vide o Comunicado ao Mercado da segunda oferta pública de PIBBs, disponível neste site.

2. Onde posso aplicar em PIBB via CI?

Nas corretoras de títulos e valores mobiliários cadastradas para participar na oferta, conforme indicado no Comunicado ao Mercado e no prospecto da segunda oferta pública de PIBBs.

3. No CI também é cobrada taxa de administração? De quanto?

Os investidores de CI também pagam ao administrador do CI uma taxa de administração, com o objetivo de remunerar os serviços de administração do Clube, que varia de instituição para instituição. Deve-se consultar a instituição para saber qual é a taxa do CI oferecido. Os CIs que foram constituídos para participar da segunda oferta pública de PIBBs não podem cobrar taxa de administração superior a 1,5%.ao ano.

4. Qual será a rentabilidade do PIBB?

Para maiores informações sobre a rentabilidade do Fundo e dos PIBBs, visite outras seções desse site que trazem essas informações. É importante lembrar, entretanto, que rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura, e não se pode prometer um rendimento predeterminado aos cotistas do PIBB.

5. Posso utilizar meus recursos do FGTS para comprar PIBB, como feito com Vale e Petrobrás?

Não.

6. O PIBB é um investimento sem risco?

Não, o PIBB é uma cota de fundo de investimento que tem por objetivo adquirir Ações IBrX-50. Assim, investimento no PIBB envolve riscos relativos ao mercado de ações. No mercado de ações pode-se obter rentabilidade, mas há risco.

7. O que é o regulamento do Fundo? É preciso ler? E o prospecto?

O Regulamento do Fundo é o documento que contém as informações referentes ao funcionamento e às operações do Fundo e pode orientá-lo, juntamente com o prospecto do Fundo, quanto ao tipo de investimento que você está fazendo. Antes de qualquer decisão de investimento, você deve ler o Regulamento e o prospecto do Fundo.

O prospecto do Fundo é o documento que apresenta as condições da segunda distribuição pública de PIBBs, os fatores de risco referentes à oferta e outras condições de funcionamento e operacionalização do Fundo. O prospecto deve estar disponível em todas as instituições autorizadas para a oferta pública, bem como nos sites do BNDES e do Fundo. Leia o prospecto do Fundo antes de realizar qualquer investimento no Fundo.

8. Qual a diferença entre esse PIBB e aquele lançado ano passado?

Nenhuma. O objeto dessa oferta é exatamente o mesmo da anterior: PIBBs de emissão do Fundo. No ano passado foi realizada a primeira oferta pública de PIBBs e a desse ano é a segunda oferta pública de PIBBs.

9. A BNDESPAR também vai garantir até R$ 25 mil nessa nova oferta?

Não, dessa vez ela garante aos investidores que tenham interesse em alienar os PIBBs durante o período compreendido entre o 366° dia seguinte à liquidação da oferta e 29 de dezembro de 2006, que tais investidores poderão vender seus PIBBs até o limite máximo R$50 mil por investidor.

10. A opção de venda vale por quanto tempo?

O investidor poderá exercer a opção de venda desde o 366º dia após a liquidação da operação até o dia 29 de dezembro de 2006. Nesse intervalo de tempo, ela pode ser exercida em QUALQUER dia, com pagamento ao investidor dentro de 3 dias úteis.

11. O que é o Fundo?

O PIBB Fundo de Índice Brasil-50 - Brasil Tracker é um fundo de investimento constituído sob a forma de condomínio aberto, cujas quotas são negociáveis no mercado secundário (na Bovespa).

O Fundo tem suas quotas admitidas à negociação na BOVESPA, como qualquer outro valor mobiliário ali negociado, e visa refletir, na medida do possível, as variações e rentabilidade do IBrX-50.

12. O que são PIBBs?

PIBBs são quotas de emissão do Fundo. Cada PIBB representa uma fração ideal da carteira do Fundo da qual fazem parte todas as ações que compõem a carteira teórica do IBrX-50.

Desta forma, ao investir em PIBBs, o investidor estará também investindo, indiretamente, nas mesmas ações que compõem a carteira teórica do o IBrX 50, quase que na mesma proporção em que estas compõem a carteira teórica do IBrX-50.

13. O que significa PIBB?

PIBB quer dizer Papéis Índice Brasil BOVESPA.

14. O que é um fundo de índice?

É um fundo regulamentado pela instrução nº 359/02 da CVM, que busca replicar o desempenho de um determinado índice de mercado. No caso do Fundo, este índice é o IBrX-50.

15. Quais as ações com maior participação relativa no IBrX-50?

As ações da Petrobrás, Vale do Rio Doce, Ambev, Itaú e Bradesco.

16. Como o Fundo irá refletir as mudanças na carteira do IBrX-50?

A partir da data do anúncio pela BOVESPA da primeira prévia da composição do IBrX-50 reajustado, até um mês após a data oficial da mudança da composição do IBrX-50, o Administrador ajustará a composição da carteira do Fundo de forma a refletir a nova composição do IBrX-50.

17. E os dividendos (distribuição dos lucros) pagos pelas empresas que compõem o Fundo?

Os dividendos não são pagos em dinheiro ao quotista do Fundo. O administrador reinvestirá os dividendos nas ações componentes do índice, mantendo inalterados os percentuais de composição da carteira do Fundo.

18. O Fundo pode alugar ações?

Sim. O Fundo poderá obter receita através do aluguel ao mercado de parte das ações que compõem a carteira do Fundo, na forma prevista em seu regulamento. A receita com aluguel reverte para o Fundo, permitindo pagar suas despesas operacionais, aumentando a aderência à carteira teórica do IBrX-50.

19. Quais serão as despesas do Fundo?

O Fundo somente poderá ter como despesas aquelas previstas em seu regulamento, tais como a taxa de administração fixada em 0.059% do patrimônio líquido do Fundo, a contribuição anual da BOVESPA, a taxa de fiscalização da CVM, emolumentos e comissões relativas às operações do Fundo, despesas com custódia e liquidação de operações do Fundo com títulos e valores mobiliários, honorários e despesas com auditores independentes, etc. As despesas do Fundo estão indicadas em seu regulamento.

20. É possível resgatar PIBBs e receber dinheiro em pagamento?

Não, o resgate de PIBBs em dinheiro não é permitido. No entanto os PIBBs podem ser vendidos na BOVESPA, como qualquer ação listada para negociação na BOVESPA.

O resgate de PIBBs somente é permitido EM AÇÕES e somente em casos de resgates de múltiplos de 200.000 PIBBs. Esse resgate em ações deve ser solicitado diretamente ao seu agente de custódia.

21. Posso juntar as ações que compõem o PIBB e integralizar novas cotas? Quais as taxas que eu terei que pagar caso decida integralizar novos PIBBs? E para resgatar PIBBs por ações no futuro?

Sim, pode, desde que representem a formação de 200.000 PIBBs no mínimo.

O investidor que solicitar a integralização (emissão ou montagem) de novos PIBBs em troca de ações deverá pagar ao Administrador uma taxa no montante de 0,05% do valor do investimento.

O quotista que solicitar o resgate de PIBBs para receber ações deverá pagar ao Administrador uma taxa no montante de 0,05% do valor do resgate.

22. O Fundo poderá investir em outros ativos que não sejam ações IBrX-50?

Sim, mas com restrições, conforme estabelecido em seu regulamento. O Fundo poderá investir no máximo 5% de seu patrimônio nos chamados Investimentos Permitidos, que são:

(i) títulos públicos de emissão do Tesouro Nacional ou do Banco Central;
(ii) títulos de renda fixa de emissão de instituições financeiras;
(iii) quotas de fundo de investimento;
(iv) operações compromissadas, realizadas de acordo com a regulamentação do Conselho Monetário Nacional; e
(v) operações com derivativos realizadas em bolsas de valores, em bolsas de mercadorias e futuros ou em mercados de balcão organizados.

23. O preço de negociação dos PIBBs será igual ao seu valor patrimonial?

Não necessariamente. O valor patrimonial dos PIBBs (obtido através da divisão do valor do patrimônio líquido do Fundo pelo número total de PIBBs existentes) poderá diferir do preço de negociação dos PIBBs na BOVESPA.

Enquanto o VPL do Fundo refletir o valor de mercado da carteira do Fundo, os preços de negociação dos PIBBs na BOVESPA poderão ser inferiores ou superiores ao VPL por PIBB. Espera-se que o preço de negociação dos PIBBs flutue baseado principalmente no VPL por PIBB e também baseado na oferta e na procura de PIBBs.

Além disso, os mecanismos de emissão e resgate de PIBBs destinam-se também a auxiliar a manutenção do preço de negociação dos PIBBs semelhante ao VPL dos PIBBs, pois devem incentivar investidores a solicitar a emissão e o resgate de PIBBs sempre que o preço de negociação dos PIBBs desviar significativamente do VPL dos PIBBs. Não há garantias de que investidores irão de fato solicitar a emissão e o resgate de PIBBs quando tais desvios ocorrerem.

24. Eu posso resgatar as minhas ações a qualquer hora?

Somente caso o quotista tenha PIBBs em lotes que sejam múltiplos inteiros de 200.000 PIBBs. Não sendo este o caso, os quotistas somente poderão resgatar seu investimento através da venda de seus PIBBs no mercado secundário, ou seja, diretamente no pregão da BOVESPA.

25. Quais serão os procedimentos para emissão de novos PIBBs?

Para solicitar a emissão de PIBBs, o investidor como regra geral terá de entregar ao Fundo, por intermédio de um Agente Autorizado,

(i) uma ou mais Carteiras Mínimas de Emissão (conforme definido no regulamento do Fundo) e
(ii) a respectiva Quantia de Ajuste de Emissão (conforme definido no regulamento do Fundo).


26. Quais serão os procedimentos para resgate de quotas do Fundo?

Qualquer quotista poderá vender PIBBs em qualquer dia de pregão da BOVESPA, sendo que os PIBBs somente poderão ser resgatados em lotes de 200.000 ou múltiplos inteiros deste valor.

Os PIBBs são resgatáveis por meio da entrega, pelo Fundo, ao quotista que tiver solicitado o resgate, de:

(i) uma carteira de Ações IBrX-50 e, conforme o caso,
(ii) uma quantia de ajuste em dinheiro em relação a cada Carteira de Resgate (conforme definido no regulamento do Fundo).


27. Qual será a política do Fundo em relação aos dividendos e proventos distribuídos pelas ações componentes do IBrX-50?

A metodologia de cálculo do IBrX-50 assume que quaisquer cupons, recibos de subscrição, certificados de desdobramento, dividendos, juros sobre capital próprio, bonificações, ou outros direitos relativos às ações parte da carteira teórica do IBrX-50 declarados, sejam imediatamente reinvestidas em ações que fazem parte da carteira teórica do IBrX-50 adicionais na mesma proporção da composição da carteira teórica do IBrX-50. Por conseguinte, os pagamentos de Distribuições não serão efetuados pelo Fundo aos seus quotistas.

28. Os quotistas do Fundo poderão votar nas assembléias das empresas cujas ações compõem o IBrX-50?

Sim, os quotistas poderão tomar emprestadas ações parte da carteira teórica do IBrX-50 detidas pelo Fundo para o fim de exercício do direito de voto inerente a tais ações nas assembléias gerais das respectivas companhias. No entanto, o número de ações detidas pelo Fundo a que o quotista terá direito de tomar emprestado será proporcional ao número de PIBBs detidos pelo quotista em questão ao final do dia em que a solicitação de empréstimo de ações for realizada.

29. Qual a instituição que administra o Fundo?

O Banco Itaú S.A. é o administrador do Fundo.

30. Por ser o Itaú o administrador do Fundo, isso significa que só posso comprar PIBB nas agências do Itaú?

Não. No âmbito da segunda oferta pública de PIBBs você pode comprar PIBB nas agências de todos os bancos e corretoras cadastrados para participar da oferta. Veja a relação de tais instituições no prospecto do Fundo.

31. Qual será o preço dos PIBBs na segunda oferta pública de PIBBs para os Investidores de Varejo? É pelo valor patrimonial?

O preço de venda dos PIBBs no âmbito da segunda oferta pública de PIBBs será definido por meio de processo de bookbuilding (formação de livro), devendo-se situar muito próximo ao valor de mercado.

32. Investidores de varejo pagarão um preço diferente por PIBB que o preço a ser pago pelos investidores institucionais (bancos, fundos de pensão e seguradoras)?

Não, o preço a ser pago por investidores de varejo será exatamente o mesmo determinado para os investidores institucionais.

33. A opção de venda é transferível? Ela pode ser negociada?

Não.

34. Qual o valor máximo que eu posso investir com o direito ao exercício da opção de venda no período entre o 366° dia seguinte à liquidação da oferta e 29 de dezembro?

O investimento máximo que garante a opção de venda é de R$50.000,00, por investidor de varejo a que for atribuído tal direito: pessoas físicas, pessoas jurídicas não financeiras, fundos de investimento PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs) e clubes de investimento PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs).

35. Como tomo conhecimento das regras de aplicação na segunda oferta pública de PIBBs?

Leia o Comunicado ao Mercado disponível neste site, que traz todas as condições detalhadas e limites de investimento que deverão ser observadas por aqueles interessados em participar da segunda oferta pública de PIBBs. Antes de tomar uma decisão de investimento nos PIBBs, leia o prospecto da oferta e o regulamento do Fundo.

36. Qual o investimento máximo que eu, como Investidor de Varejo, poderei investir na Oferta de Varejo?

O investimento total que um Investidor de Varejo poderá fazer na Oferta de Varejo será de R$500.000,00.

37. E se eu, como Investidor de Varejo, quiser investir um valor superior a R$500.000,00 no âmbito da Distribuição Pública?

Neste caso, você deverá informar tal interesse aos Coordenadores e poderá ser alocado como um investidor institucional na Oferta Institucional, sem os benefícios de um Investidor de Varejo.

38. Para quem é válida a opção de venda?

A opção é válida para pessoas físicas, jurídicas não financeiras, fundos de investimento-PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs) e clubes de investimento-PIBB com opção de venda (constituídos para participar da segunda oferta de PIBBs).

39. Se eu investir em PIBBs por meio de fundos-PIBB ou clubes-PIBB, como exercerei a minha Opção de Venda?

Neste caso, a decisão de exercer a opção de venda dos PIBBs contra a BNDESPAR será exclusivamente do administrador de cada fundo ou clube de investimento.

40. Se eu reservar R$ 50 mil em PIBBs, posso efetivamente receber um valor em PIBBs menor que o solicitado?

Sim, se a demanda for excessiva, os investidores serão atendidos de acordo com regra de rateio descrito no item 5.3. do Comunicado ao Mercado, que está disponível nesse site (www.pibb.com.br).

Ago 12, 2009 17:46
Willy Fog Forista Assíduo
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Fundos ishares Brasil


iShares BM&FBovespa MidLarge Cap Fundo de Índice (MILA11)


O iShares BM&FBovespa MidLarge Cap Fundo de Índice busca retornos de investimentos que correspondam, de forma geral, à performance, antes de taxas e despesas, do índice BM&FBovespa MidLarge Cap. O BM&FBovespa MidLarge Cap é um índice de mercado que mede o retorno de um investimento em uma carteira teórica calculada pela BM&FBovespa, composta pelas ações emitidas pelas companhias com os maiores Valores de Capitalização listadas na BM&FBovespa, cujo valor total represente, conjuntamente, 85% (oitenta e cinco por cento) da soma dos Valores de Capitalização de todas as companhias listadas na BM&FBovespa.


iShares BM&FBovespa Small Cap Fundo de Índice (SMAL11)


O iShares BM&FBovespa Small Cap Fundo de Índice busca obter retornos de investimentos que correspondam, de forma geral, à performance, antes de taxas e despesas, do índice BM&FBovespa Small Cap. O BM&FBovespa Small Cap é um índice de mercado que mede o retorno de um investimento em uma carteira teórica composta pelas ações emitidas pelas companhias com os menores Valores de Capitalização listadas na BM&FBovespa, cujo valor total represente, conjuntamente, 15% (quinze por cento) da soma dos Valores de Capitalização de todas as companhias listadas na BM&FBovespa.


iShares Ibovespa Fundo de Índice (BOVA11)


O iShares Ibovespa Fundo de Índice busca obter retornos de investimentos que correspondam, de forma geral, à performance, antes de taxas e despesas, do Índice Bovespa. O Índice Bovespa é um índice de mercado que mede o retorno de um investimento em uma carteira teórica calculada pela BM&FBovespa, composta pelas ações emitidas por companhias que respondam por mais de 80% (oitenta por cento) do número de negócios e do volume financeiro verificados no mercado à vista (lote-padrão) da BM&FBovespa.

Ago 12, 2009 21:58
Willy Fog Forista Assíduo
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Ações individuais ou fundos de ações de índices?


A aplicação em ações para o longo prazo traz uma questão importante: como garantir que a empresa que estou comprando hoje se mantenha sólida por todo o tempo que pretendo manter meu investimento.

Esta dúvida me leva de volta a uma das vantagens de fundos de ações com base em índices. A vantagem desses fundos é a moldagem da carteira em função dos papeis que estão sendo negociados no momento atual. Se um papel começa a perder importância no índice, uma vez que está sendo menos negociado pelos agentes do mercado, o gestor obrigatoriamente ajusta a quantidade de ações que estão na carteira, para obter o mesmo resultado que o índice irá apresentar.

Além disso, existe uma boa discussão sobre o investimento em fundos de índices. Estudos apontam que, de uma maneira geral, fundos de gestão passiva, têm resultado melhor do que aqueles de gestão ativa.

Outra vantagem dessa opção para o longo prazo é que ele é diversificado. Além disso, tendem a ser mais baratos do que os de gestão ativa, uma vez que o gestor desses últimos tende a acreditar que é o guru das finanças e que merece ganhar a mais pela experiência que faz com o dinheiro alheio. Se ele for realmente muito bom, então, precisa demonstrar para você pelo menos uns 5 anos em que tenha “batido” de forma consistente o mercado, isto é, que tenha ganho do Ibovespa não de forma acumulada, mas, pelo menos, anos após ano.

Quando o gestor coloca de forma acumulada, pode acontecer de que no último ano, por obra apenas do acaso, tenha obtido um resultado fenomenal. Como a rentabilidade passada não garante o resultado no futuro, não vale você se confiar apenas nesse último ano, mas na comparação “ano a ano” ou, se possível, “mês a mês” em um prazo não inferior a cinco anos.

Outro problema do fundo de gestão ativa também é a possibilidade de saída do gestor. Você pode estar fazendo um contrato com um fundo que apresentou retorno consistente, mas como o time era muito bom, foram todos contratados pela concorrência e eis que assume um time “menos genial”. Nesse caso, você ficará a ver navios com relação à rentabilidade.

Sei que aplicar em um fundo de investimentos em ações é uma atitude meio “deixa para lá” no que se refere ao estudo e a análise de papéis, mas pode ser mais eficiente, principalmente quando a sua vocação é outra.


http://www.betoveiga.com/log/index.php/ ... e-indices/

Ago 13, 2009 8:53
Tullio Forista Assíduo
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Willy
Acho esses ETFs muito interessantes para diversificar investimento em bolsa com visao de LP - entretanto, nao me sinto muito a vontade de investir no SMAL11 ou no MILA11 por causa da (excessivamente) baixa liquidez dos mesmos.
Gostaria de saber sua opiniao a respeito disto (excessivamente baixa liquidez)
Abs

Ago 13, 2009 17:48
Willy Fog Forista Assíduo
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Tullio escreveu:Willy
Acho esses ETFs muito interessantes para diversificar investimento em bolsa com visao de LP - entretanto, nao me sinto muito a vontade de investir no SMAL11 ou no MILA11 por causa da (excessivamente) baixa liquidez dos mesmos.
Gostaria de saber sua opiniao a respeito disto (excessivamente baixa liquidez)
Abs


Caro Tullio,

creio que a maior desvantagem mesmo do SMAL11 e MILA11 seja a baixa liquidez, concordo com você. Mas ainda acho que vale a pena, é aquele tal negócio: quanto maior o risco, maior a possibilidade de ganho.

Abraco e bons investimentos!

Ago 13, 2009 17:50
Willy Fog Forista Assíduo
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Ações a 45 reais

Fundos negociados diretamente na bolsa são mais simples e baratos

Por DENISE RAMIRO



Ficou mais fácil para o pequeno investidor aplicar em ações. A partir de 45 reais é possível adquirir cotas dos chamados Exchange Traded Funds (ETFs), fundos que acompanham índices acionários e são negociados diretamente na bolsa. Isso significa, na prática, que pelo preço de uma ação você poderá ser sócio não de uma, mas de várias empresas. O Ibovespa, por exemplo, principal índice da bolsa, é composto pelas 65 ações mais negociadas do mercado. Ao comprar uma cota do ETF BOVA11, que segue a variação do Ibovespa, você estará arrematando, em uma única transação, esses 65 papéis.

Os maiores atrativos dos ETFs são a simplicidade e o custo da operação. Para investir, basta abrir uma conta numa corretora, que cobra entre 0,15% e 0,5% para realizar o serviço de compra e venda. Como não há interferência do gestor na escolha das ações que irão compor a carteira dos fundos, a taxa de administração sai mais em conta. Varia de 0,059% a 0,69% ao ano — bem abaixo do valor desembolsado em fundos de ações bancários, que cobram pelo menos 1% de taxa de administração.

VANTAGENS OPERACIONAIS

“O ETF é um instrumento que dá ao investidor acesso a uma cesta diversificada de ações, pagando menos do que se ele aplicasse em um fundo passivo [que segue um determinado índice] do mercado”, diz Rogério Bastos, sócio-diretor da consultoria FinPlan. “E este é um bom momento para começar, já que os preços dos papéis estão depreciados e tendem a se valorizar”, afirma. São negociados na BM&FBovespa, atualmente, além do BOVA11, os fundos SMAL11, MILA11 e PIBB11, que acompanham, respectivamente, os índices Small Cap (formado por empresas com menor valor de mercado), MidLarge Cap (que representa 85% do valor de mercado das empresas listadas) e IBr-X (composto pelas 50 ações mais negociadas).

O próprio investidor acompanha o rendimento da aplicação no decorrer do pregão, já que os fundos são espelhos de indicadores acionários da BM&FBovespa. Os ETFs também permitem resgates em tempo real. Por isso, o investidor pode sacar no melhor momento do pregão, sem ter de esperar pelo encerramento da sessão, como ocorre num fundo tradicional de ações, em que é levado em consideração o fechamento do dia. Para aqueles que já se entusiasmaram com a ideia de especular com o índice, atenção: como a taxa de corretagem incide sobre cada movimentação, ela pode acabar minando os ganhos extras, obtidos com a compra e venda em intervalos curtos. Vale lembrar, ainda, que o fato de o ETF ser um fundo passivo tende a limitar seus ganhos em relação a um fundo de ações ativo, no qual o gestor tem flexibilidade para compor a carteira com papéis de empresas que ele acredite ter maiores expectativas de valorização. Mas a capacidade de gerar retornos excedentes também tem seu preço — é a taxa de performance, normalmente de 20%.

O volume de negócios com ETFs está em 30 milhões de reais diários, ou 0,71% do total. Em outras bolsas do mundo, ele chega a 30%.

Quanto custa investir nos fundos ETFs

Taxa de administração varia de fundo para fundo:

PIBB11 0,059%
BOVA11 e MILA11 0,54%
SMAL11 0,69%


Taxa de corretagem varia de 0,15% a 0,5% sobre o volume aplicado, cobrado na hora da compra ou venda do produto.
Editado pela última vez por Willy Fog em Ago 13, 2009 17:55, em um total de 1 vez.

Ago 13, 2009 17:54
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O jeito americano de investir em ações

Sucesso absoluto nos EUA, os fundos de índice começam a ganhar espaço também na Bovespa

Por Francine De Lorenzo | 05.05.2009 | 08h54



http://portalexame.abril.com.br/financa ... 68076.html

Ago 16, 2009 9:53
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