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Jun 19, 2012 19:45
ZUZA Forista Assíduo
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Fundos de Índices (ETF - Exchange Traded Funds)
ZUZA
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Crush escreveu:Pode vender a qualquer momento. Mas se no futuro você resolver comprar novamente, já não terá a "garantia" da opção de venda do BNDES.
Entendí... o papel já consta de nossas carteiras..... será que aceita stop então?..... vou tentar ....
valeu Crush

Jun 20, 2012 21:11
MARCELO ANDRADE Forista Assíduo
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MARCELO ANDRADE
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Crush escreveu:Pode vender a qualquer momento. Mas se no futuro você resolver comprar novamente, já não terá a "garantia" da opção de venda do BNDES.
Como podemos exercer essa garantia? Deveria aparecer uma PUTS na custodia?

Jun 20, 2012 21:31
-Argos- Forista Assíduo
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MARCELO ANDRADE escreveu:
Crush escreveu:Pode vender a qualquer momento. Mas se no futuro você resolver comprar novamente, já não terá a "garantia" da opção de venda do BNDES.
Como podemos exercer essa garantia? Deveria aparecer uma PUTS na custodia?


Periódo de bloqueio de 1 ano a partir da liquidação. Só depois elas aparecerão, acredito eu.

Jun 21, 2012 15:45
Mata# Forista VIP
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Galera, só fiquem espertos porque a garantia se extingue em várias hipóteses, inclusive se vc transferir a custódia do ETF de um lugar para outro. Antes de fazer "testes", inclusive com relação a stop, seria bom olhar o prospecto final (postei na pg anterior) para ver se não tem problema.

Eu não vou nem olhar esse ECOO11 até o ano que vem.. exceto se atingir uns 50% de alta, aí serei obrigado a encerrar.

Jun 21, 2012 18:01
MMC29 Forista Assíduo
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MMC29
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ronaldom escreveu:Periódo de bloqueio de 1 ano a partir da liquidação. Só depois elas aparecerão, acredito eu.

Para quem participou numa das modalidades com opção de venda, pelo que eu entendi, esse ETF fica numa carteira especial (Carteira BNDES), que não permite negociação, nem retorno a essa carteira e, com isso, funciona como o controle de quem terá direito a PUT.

Como esse ETF não fica na carteira livre é muito provavel que o HB não reconheça que vc possua o papel e tenha problema quando o Stop disparar. Pode colocar o Stop pela mesa que não deve ter esse problema, mas pelo HB provavelmente terá.

Ago 02, 2012 11:59
Walkercbm Forista Assíduo
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Fraj;la escreveu:Há 8 horas e 32 minutos Postado por: André Rocha Seção: Dicas de Investimento

Conheça carteira fácil de investir que (quase) sempre bate o Ibovespa

Recentemente a BM&FBovespa lançou o índice de dividendos – IDIV. Ele tem superado consistentemente o Ibovespa. O ETF (Exchange Traded Fund) DIVO11 que replica o IDIV é uma excelente opção. Veja as vantagens do IDIV em relação ao Ibovespa.

Alguns investidores na hora da escolha das ações observam apenas o retorno por dividendos (“dividend yield”). Por isso, acabam formando uma carteira concentrada em ações do setor elétrico. Mas se esquecem de que o retorno das ações compreende, além dos dividendos, o ganho ou a perda de capital (a diferença entre o preço de venda e o preço de aquisição). E, por sua vez, o preço da ação é influenciado não somente pelos dividendos distribuídos, mas também pelo crescimento do lucro por ação.

Assim é importante procurar além das ações clássicas de dividendos como as do setor elétrico, papéis de companhias que devem apresentar crescimento dos seus resultados nos próximos exercícios.

O IDIV faz bem essa mescla. Da composição atual de 42 ações, o setor elétrico e o de saneamento representam apenas 19,6% do total. O índice é composto por 11 segmentos econômicos dos mais diversos: telecomunicações, consumo, bancário etc.

Imagem

Metodologia de cálculo do índice é simples. Apura-se o “dividend yield” (valor distribuído / último preço “com”) nos últimos 24 meses. As ações são relacionadas em ordem decrescente de retorno no período. Ações que estiverem dentro dos 25% iniciais da amostra irão participar da carteira. Ações integrantes da carteira anterior permanecerão se estiverem entre as primeiras 33% da amostra.

Esse método de utilizar os 24 meses anteriores é importante, pois:

(i) elimina ações que pagaram dividendos atrativos em apenas um exercício;

(ii) suprime aquelas que apresentaram forte valorização no período e, com isso, tiverem seus “dividend yields” reduzidos;

(iii) captura companhias que apresentam crescimento dos lucros e, com isso, retorno de dividendos atrativos de forma consistente;

(iv) incorpora ações cujas cotações caíram de forma exagerada em relação ao desempenho operacional apresentado;

(v) e promove uma reciclagem saudável da carteira.

Na composição da carteira atual, chamam a atenção ações de companhias com excelente liquidez cujas cotações caíram além do que seria razoável tendo em vista a performance operacional apresentada como Banco do Brasil (BBAS3) e Vale (VALE3 / VALE5).

O desempenho do IDIV vem superando o Ibovespa desde 2006 com exceção de 2007. O principal defeito do Ibovespa é que ele leva em conta apenas a liquidez das ações e não o desempenho operacional.

Imagem

Uma forma eficiente de investir no índice é comprar cotas do ETF DIVO11 (IT Now IDIV Fundo de índice) que replicam o IDIV. É um recibo negociado como ação na BM&FBovespa, gerido pelo Itaú Unibanco, e que possui taxa de administração de 0,5% ao ano.

http://www.valor.com.br/valor-investe/o ... z20HiXYMnX


Interessante, mas tenho dúvidas em relação a forma como é cobrada essa taxa de adm e se adquirindo cotas do DIVO11 receberei ou não esses dividendos e com que regularidade ou somente ganharei com a oscilação do preço da cota?
Agradeço muito se alguém puder me ajudar, pois procurei no google mais informações, porém encontrei muito poucas.

Ago 02, 2012 12:31
Walkercbm Forista Assíduo
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Walkercbm escreveu:
Fraj;la escreveu:Há 8 horas e 32 minutos Postado por: André Rocha Seção: Dicas de Investimento

Conheça carteira fácil de investir que (quase) sempre bate o Ibovespa

Recentemente a BM&FBovespa lançou o índice de dividendos – IDIV. Ele tem superado consistentemente o Ibovespa. O ETF (Exchange Traded Fund) DIVO11 que replica o IDIV é uma excelente opção. Veja as vantagens do IDIV em relação ao Ibovespa.

Alguns investidores na hora da escolha das ações observam apenas o retorno por dividendos (“dividend yield”). Por isso, acabam formando uma carteira concentrada em ações do setor elétrico. Mas se esquecem de que o retorno das ações compreende, além dos dividendos, o ganho ou a perda de capital (a diferença entre o preço de venda e o preço de aquisição). E, por sua vez, o preço da ação é influenciado não somente pelos dividendos distribuídos, mas também pelo crescimento do lucro por ação.

Assim é importante procurar além das ações clássicas de dividendos como as do setor elétrico, papéis de companhias que devem apresentar crescimento dos seus resultados nos próximos exercícios.

O IDIV faz bem essa mescla. Da composição atual de 42 ações, o setor elétrico e o de saneamento representam apenas 19,6% do total. O índice é composto por 11 segmentos econômicos dos mais diversos: telecomunicações, consumo, bancário etc.

Imagem

Metodologia de cálculo do índice é simples. Apura-se o “dividend yield” (valor distribuído / último preço “com”) nos últimos 24 meses. As ações são relacionadas em ordem decrescente de retorno no período. Ações que estiverem dentro dos 25% iniciais da amostra irão participar da carteira. Ações integrantes da carteira anterior permanecerão se estiverem entre as primeiras 33% da amostra.

Esse método de utilizar os 24 meses anteriores é importante, pois:

(i) elimina ações que pagaram dividendos atrativos em apenas um exercício;

(ii) suprime aquelas que apresentaram forte valorização no período e, com isso, tiverem seus “dividend yields” reduzidos;

(iii) captura companhias que apresentam crescimento dos lucros e, com isso, retorno de dividendos atrativos de forma consistente;

(iv) incorpora ações cujas cotações caíram de forma exagerada em relação ao desempenho operacional apresentado;

(v) e promove uma reciclagem saudável da carteira.

Na composição da carteira atual, chamam a atenção ações de companhias com excelente liquidez cujas cotações caíram além do que seria razoável tendo em vista a performance operacional apresentada como Banco do Brasil (BBAS3) e Vale (VALE3 / VALE5).

O desempenho do IDIV vem superando o Ibovespa desde 2006 com exceção de 2007. O principal defeito do Ibovespa é que ele leva em conta apenas a liquidez das ações e não o desempenho operacional.

Imagem

Uma forma eficiente de investir no índice é comprar cotas do ETF DIVO11 (IT Now IDIV Fundo de índice) que replicam o IDIV. É um recibo negociado como ação na BM&FBovespa, gerido pelo Itaú Unibanco, e que possui taxa de administração de 0,5% ao ano.

http://www.valor.com.br/valor-investe/o ... z20HiXYMnX


Interessante, mas tenho dúvidas em relação a forma como é cobrada essa taxa de adm e se adquirindo cotas do DIVO11 receberei ou não esses dividendos e com que regularidade ou somente ganharei com a oscilação do preço da cota?
Agradeço muito se alguém puder me ajudar, pois procurei no google mais informações, porém encontrei muito poucas.


Consegui sanar minhas dúvidas pelo regulamento do fundo. Quem se interessar segue o link: http://www.bmfbovespa.com.br/etf/downlo ... toIDIV.pdf.
A taxa de adm é no sistema "come" cotas e os proventos não são distribuídos, mas sim reinvestidos pelo fundo.

Set 10, 2012 12:45
MMC29 Forista Assíduo
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Receita muda tributação de rendimentos sobre alguns fundos
MMC29
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Receita muda tributação de rendimentos sobre alguns fundos
Mudança altera regras de tributação sobre rendimentos no mercado financeiro e de capitais, incluindo fundos de índice (ETFs) e de carteiras de debêntures

Dinheiro: a instrução publicada não deixa claro o impacto das modificações nas regras
São Paulo - A Secretaria da Receita Federal publicou no Diário Oficial da União desta segunda-feira instrução normativa que altera regras de tributação sobre rendimentos no mercado financeiro e de capitais, incluindo fundos de índice (ETFs) e de carteiras de debêntures.
O texto da instrução número 1.290, de 6 de setembro, modifica regras da instrução 1.022, de 5 de abril de 2010, incluindo Fundo de Investimento em Participação na Produção Econômica Intensiva em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação; Fundo de Investimento com Carteira em Debêntures e Fundos de Investimento em Índice de Mercado - Fundos de Índice de Ações.
A instrução publicada não deixa claro o impacto das modificações nas regras. Representantes da Receita em Brasília não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
Veja no link abaixo o texto integral publicado no Diário Oficial da União:
http://www.in.gov.br/visualiza/index.js ... quivos=136

Fonte: Exame.com

Set 10, 2012 12:48
MMC29 Forista Assíduo
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08:03 DO: RECEITA ALTERA IR SOBRE GANHOS LÍQUIDOS NOS MERCAD
MMC29
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08:03 DO: RECEITA ALTERA IR SOBRE GANHOS LÍQUIDOS NOS MERCADOS FINANCEIRO E DE CAPITAIS

Brasília, 10/09/2012 - A Secretaria da Receita Federal publicou hoje no Diário Oficial da União instrução normativa que altera instrução anterior, de maio de 2010, sobre imposto de renda incidente nos rendimentos e ganhos líquidos auferidos nos mercados financeiro e de capitais. Foram excluídos dessa determinação os fundos de investimento e participação na produção econômica intensiva em pesquisa e inovação; de investimento com carteira em debêntures e de investimento de índice de ações. Veja a íntegra da nova instrução:

SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 1.290, DE 6 DE SETEMBRO DE 2012

Altera a Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010, que dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos e ganhos líquidos auferidos nos mercados financeiro e de capitais.

O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL,
no uso da atribuição que lhe confere o inciso III do art. 280 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal do Brasil, aprovado pela Portaria MF nº 203, de 14 de maio de 2012, resolve: Art. 1º Os arts. 2º, 18, 52, 53, 54, 66, 69 e 74 da Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010, passam a vigorar com a seguinte redação:
"Art. 2º ....................................................................................
...................................................................................................
VI - Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura e Fundo de Investimento em Participação na Produção Econômica Intensiva em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação;
...................................................................................................
VIII - Fundo de Investimento com Carteira em Debêntures;
IX - Fundos de Investimento em Índice de Mercado - Fundos de Índice de Ações." (NR)
"Art. 18. ...................................................................................
...................................................................................................
Parágrafo 3º ..........................................................................................
...................................................................................................
II - ............................................................................................
a) os American Depositary Receipts (ADR);
b) os Global Depositary Receipts (GDR); e
c) as cotas dos fundos de índice de ações negociadas em
bolsas de valores ou mercado de balcão organizado.
........................................................................................" (NR)
"Art. 52. As operações referidas nos arts. 22-D, 47 e 49 a 51 sujeitam-se à incidência do imposto sobre a renda na fonte, à alíquota de 0,005% (cinco milésimos por cento) sobre os seguintes valores:
........................................................................................" (NR)
"Art. 53. Para fins de apuração e pagamento do imposto mensal sobre os ganhos líquidos, as perdas incorridas nas operações de que tratam os arts. 22-D, 47 e 49 a 51 poderão ser compensadas com os ganhos líquidos auferidos, no próprio mês ou nos meses subsequentes, inclusive nos anos-calendário seguintes, em outras operações realizadas em qualquer das modalidades operacionais previstas naqueles artigos, exceto no caso de perdas em operações de day-trade, que somente serão compensadas com ganhos auferidos em operações da mesma espécie.
........................................................................................" (NR)
"Art. 54. ...................................................................................
...................................................................................................
Parágrafo 6º Quando houver a liquidação física mediante movimentação de títulos ou valores mobiliários em custódia as operações não serão tributadas como de day-trade.
........................................................................................" (NR)
"Art. 66. ...................................................................................
...................................................................................................
Parágrafo 3º A responsabilidade de que trata o parágrafo 2º aplica-se somente no caso do imposto referente aos ganhos líquidos de que tratam o inciso II do caput e o inciso I do parágrafo 1º, extinguindo-se a partir da data:
I - da transferência dos recursos ou ativos para conta da mesma titularidade do investidor em outra instituição, no caso de aplicações ealizadas de acordo com as normas e condições estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional quando aqueles permanecerem no País; ou
II - do retorno dos recursos para o exterior, no caso de liquidação das operações realizadas pelo investidor do mercado financeiro e de capitais.
........................................................................................" (NR)
"Art. 69. ...................................................................................
Parágrafo 1º ..........................................................................................
I - nas operações realizadas em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, inclusive quando se tratar de alienação de cotas de fundos de índice a que se refere o art. 22-D, com exceção das operações conjugadas de que trata o inciso I do caput do art. 38;
........................................................................................" (NR)
"Art. 74. ...................................................................................
...................................................................................................
Parágrafo 5º No caso das operações de que trata o parágrafo 4º do art. 73, é responsável pelo cumprimento das obrigações tributárias do investidor estrangeiro a bolsa de mercadorias e de futuros encarregada do registro do investimento externo no País.
........................................................................................" (NR)
Art. 2º A Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 2010, passa a vigorar acrescida dos arts. 22-A, 22-B, 22-C e 22-D, inclusive do título que os antecede:

"Fundo de Investimento em Índice de Mercado - Fundos de Índice de Ações

Art. 22-A. Os Fundos de Investimento em Índice de Mercado - Fundos de Índice de Ações com cotas negociadas em bolsa ou mercado de balcão organizado, constituídos na forma regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários, serão tributados de acordo com o disposto nos arts. 22-B, 22-C e 22-D. Art. 22-B. Na integralização de cotas por meio da entrega de ações, o imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital deverá ser apurado e recolhido pelo investidor até o último dia útil do mês subsequente ao do evento, à alíquota de 15% (quinze por cento).

Parágrafo 1º O ganho de capital será a diferença positiva entre o preço de fechamento de mercado das referidas ações utilizadas para integralização das cotas e seus respectivos custos de aquisição apurados na forma do art. 47, aplicando-se o limite de isenção previsto no inciso I do art. 22 da Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995.
Parágrafo 2º Aplica-se à integralização de cotas de Fundos de Índice de Ações, realizadas por meio da entrega de ações, a retenção do imposto sobre a renda na fonte, à alíquota de 0,005% (cinco milésimos por cento), prevista na alínea "a" do inciso I do parágrafo 3º do art.52.

Art. 22-C. No resgate de cotas em ações, o imposto sobre a renda incidente sobre a diferença positiva entre o valor patrimonial da cota no fechamento do dia do resgate e o valor de integralização ou de aquisição da cota no mercado secundário, conforme o caso, deverá ser retido e recolhido pelo administrador do Fundo na forma da legislação vigente.

Parágrafo 1º Na hipótese de aquisição de cotas no mercado secundário, o administrador do fundo exigirá do beneficiário a apresentação da nota de aquisição da cota ou declaração do custo médio de aquisição.

Parágrafo 2º Na falta da apresentação da documentação prevista no parágrafo 1º, o custo de aquisição será igual a zero conforme previsto no inciso III do Parágrafo 7º do art. 47.

Parágrafo 3º No resgate de cotas em moeda, o imposto de renda incidirá na forma do art. 18.

Art. 22-D. Na alienação de cotas, o ganho constituído pela diferença positiva entre o valor de alienação da cota e o valor de integralização ou de aquisição da cota no mercado secundário, será tributado:

I - de acordo com as disposições previstas no art. 45, em operações realizadas em bolsa;

II - de acordo com as regras aplicáveis aos ganhos de capital na alienação de bens ou direitos de qualquer natureza, em operações realizadas fora de bolsa."

Art. 3º Esta Instrução Normativa entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 4º Fica revogado o parágrafo 7º do art. 26-A da Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010.

Set 11, 2012 10:26
Chicão Forista Assíduo
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Desculpem-me a redundância com o texto abaixo, mas pra mim ainda não ficou totalmente claro essa questão do IR sobre ETF's.

Receita esclarece regras para tributação dos ETFs
No momento de formação do fundo - quando o investidor aliena suas ações para compô-lo -, as movimentações até R$ 20 mil são isentas de tributação, pois essa é a regra para o mercado de ações

Por Agência Brasil, 10-09-2012

SÃO PAULO - A Receita Federal publicou hoje (10) instrução normativa detalhando as regras para tributação dos fundos de ações com cotas vendidas na Bolsa, conhecidos como Exchange Traded Funds (ETFs). De acordo com a Receita, pelo fato de esses fundos terem característica mista - de ações e de fundos de ação, ao mesmo tempo - vinham surgindo dúvidas entre os contribuintes sobre a forma de cobrança do Imposto de Renda nas negociações com eles.

Segundo a Receita Federal, atualmente existem cerca de dez ETFs no país, que somam patrimônio de R$ 1 bilhão. No total, a indústria de fundos no Brasil tem patrimônio de R$ 1 trilhão. A instrução normativa da Receita explicita os momentos em que os ETFs serão tributados como fundos, e aqueles em que serão tratados como ações.

No momento de formação do fundo - quando o investidor aliena suas ações para compô-lo -, as movimentações até R$ 20 mil são isentas de tributação, pois essa é a regra para o mercado de ações. O mesmo aplica-se quando o investidor opta por resgatar sua cota do ETF em ações, e não em dinheiro. Quando há resgate em dinheiro, não é concedida qualquer isenção. Em todos os casos, a alíquota que incide sobre as operações é de 15% sobre o ganho de capital.

"Temos percebido que os ETFs estão aumentando de importância no mercado. Recebemos uma série de perguntas pontuais dos contribuintes, e decidimos esclarecer por meio da instrução normativa", disse o subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal, Sandro Serpa.
Os ETFs são espelhados em índices que refletem o movimento das ações da Bolsa de Valores - o Ibovespa, por exemplo. Popular no exterior, esse tipo de fundo ainda é incipiente no Brasil.

Alguém poderia esclarecer os trechos em VERMELHO, VERDE e AZUL?

Grato desde já,
Chicão.

Set 11, 2012 16:43
MMC29 Forista Assíduo
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Chicão escreveu:No momento de formação do fundo - quando o investidor aliena suas ações para compô-lo -, as movimentações até R$ 20 mil são isentas de tributação, pois essa é a regra para o mercado de ações. O mesmo aplica-se quando o investidor opta por resgatar sua cota do ETF em ações, e não em dinheiro. Quando há resgate em dinheiro, não é concedida qualquer isenção. Em todos os casos, a alíquota que incide sobre as operações é de 15% sobre o ganho de capital.

"Temos percebido que os ETFs estão aumentando de importância no mercado. Recebemos uma série de perguntas pontuais dos contribuintes, e decidimos esclarecer por meio da instrução normativa", disse o subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal, Sandro Serpa.
Os ETFs são espelhados em índices que refletem o movimento das ações da Bolsa de Valores - o Ibovespa, por exemplo. Popular no exterior, esse tipo de fundo ainda é incipiente no Brasil.
Alguém poderia esclarecer os trechos em VERMELHO, VERDE e AZUL?
O q eu entendo do trecho: Se o investidor vender cotas do ETF não tem isenção dos R$ 20K e a aliquota é de 15%, se o investidor preferir resgatar as ações do ETF, ou seja, receber em ações o resgate das cotas do ETF, por exemplo no BOVA11 receber as ações que fazem parte da carteira do índice bovespa nas quandidades da sua participação, depois vender as ações resgatadas no mercado o cliente tem a isenção dos R$ 20K por ser venda de ações e a aliquota tb é de 15%.

Set 11, 2012 18:02
Chicão Forista Assíduo
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MMC29 escreveu:
Chicão escreveu:No momento de formação do fundo - quando o investidor aliena suas ações para compô-lo -, as movimentações até R$ 20 mil são isentas de tributação, pois essa é a regra para o mercado de ações. O mesmo aplica-se quando o investidor opta por resgatar sua cota do ETF em ações, e não em dinheiro. Quando há resgate em dinheiro, não é concedida qualquer isenção. Em todos os casos, a alíquota que incide sobre as operações é de 15% sobre o ganho de capital.

"Temos percebido que os ETFs estão aumentando de importância no mercado. Recebemos uma série de perguntas pontuais dos contribuintes, e decidimos esclarecer por meio da instrução normativa", disse o subsecretário de Tributação e Contencioso da Receita Federal, Sandro Serpa.
Os ETFs são espelhados em índices que refletem o movimento das ações da Bolsa de Valores - o Ibovespa, por exemplo. Popular no exterior, esse tipo de fundo ainda é incipiente no Brasil.
Alguém poderia esclarecer os trechos em VERMELHO, VERDE e AZUL?
O q eu entendo do trecho: Se o investidor vender cotas do ETF não tem isenção dos R$ 20K e a aliquota é de 15%, se o investidor preferir resgatar as ações do ETF, ou seja, receber em ações o resgate das cotas do ETF, por exemplo no BOVA11 receber as ações que fazem parte da carteira do índice bovespa nas quandidades da sua participação, depois vender as ações resgatadas no mercado o cliente tem a isenção dos R$ 20K por ser venda de ações e a aliquota tb é de 15%.

MMC29,
Obrigado pelo retorno.

Havia entendido isso também, mas fiquei inculcado com o fato de poder receber em ações as cotas de um ETF. Não sabia dessa possibilidade!

Valeu!

Set 11, 2012 19:13
MMC29 Forista Assíduo
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MMC29
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Chicão escreveu:Havia entendido isso também, mas fiquei inculcado com o fato de poder receber em ações as cotas de um ETF. Não sabia dessa possibilidade!

Valeu!
É possivel sim resgatar em qualquer dia de negociação basta pra isso ter o lote mínimo de resgate, q não é pequeno, ou multiplos dele.

Dez 27, 2012 22:34
Mojo Man Forista Assíduo
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Mata# escreveu:Galera, para quem (como eu) gostaria de ter em mãos o prospecto definitivo, já com o preço das cotas (49,00) e outros detalhes, segue o link

http://www.bndes.gov.br/SiteBNDES/expor ... nitivo.pdf

Não esqueçam de deixar o $$ na conta dia 19, hein? :wink:


E quem entrou no "almoço grátis" não se arrependeu, hehe ! :D

Fechou hoje a R$ 56,05, superou bem o Ibov no semestre, quem colocou as 25 pilas embolsou um belo lucro, considerando a conjuntura atual e "risco zero" do trade !

Jan 19, 2013 2:14
pauloeccosta Estreante
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pauloeccosta
Registrado em:
Jan 15, 2013 22:07
 
 
Opa... Fica em alerta!! Excelente informação!!

FR4J0L4 escreveu:Criação de ETF de fundos imobiliários está no "radar", diz bolsa
Nesta segunda-feira (3), a bolsa lançou o primeiro índice de fundos imobiliários, o IFIX

Por Diego Lazzaris Borges |14h45 | 03-09-2012

http://www.infomoney.com.br/onde-invest ... -diz-bolsa

Mar 22, 2013 23:51
saldaterranatalrn Forista Assíduo
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Proventos/dividendos
saldaterranatalrn
Registrado em:
Jul 19, 2007 8:31
 
 
Willy Fog escreveu:Cotas do fundo de índice BOVA11 ficam disponíveis para negociação no Simulador Folhainvest

Conhecido como ETF o novo ativo permite comprar todas as ações do Ibovespa em um único negócio e a um valor acessível

07 de Agosto de 2009

Os participantes do Simulador Folhainvest já podem contar com mais um ativo para ser negociado virtualmente. Tratam-se das cotas do iShares Ibovespa Fundo de Índice, código BOVA11, um tipo de investimento também conhecido como ETF (sigla em inglês para Exchange Traded Funds).

Quem adquire uma cota do BOVA11 está comprando um ativo que representa, proporcionalmente, uma cesta com todas as ações que compõem o Índice Bovespa. Assim, o investidor que busca capturar a rentabilidade desse indicador, não precisa comprar e gerenciar uma carteira com as ações do índice. Basta adquirir cotas do ETF, que são negociadas na BM&FBOVESPA como ações, inclusive no Home Broker.

O ETF tem muitas vantagens. Os investidores sabem o preço das cotas no momento da negociação, em vez de ter como preço de referência o do fechamento no final do próximo dia. E oferece a liquidez necessária para que o investidor possa vender suas cotas a qualquer momento. Ou seja, sempre haverá negócios para quem quer comprar ou vender sua cota no pregão da Bolsa.

Entenda como funciona os ETFs.
e
Quando as ações que compõem o índice tiverem direito aos dividendos, o gestor automaticamente reinvestirá o dinheiro no fundo, ajustando o preço da cota de maneira que ela sempre reflita as alterações sofridas pelo índice. Isso vale para juros sobre capital próprio, bonificações, entre outros eventos corporativos promovidos pelas companhias emissoras das ações.

Ao adquirir cotas de ETF o investidor reduz, ainda, o risco apresentado individualmente por uma ação. E é possível obter uma remuneração extra com o aluguel das cotas, assim como é realizado com as ações normais. Além do BOVA11, a BM&FBOVESPA oferece à negociação as cotas dos ETFs, Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB11), iShares Small Cap Fundo de Índice (SMAL11) e iShares MidLarge Cap Fundo de Índice (MILA11).


Esta história de reinvestir os valores dos proventos/dividendos na própria cota do fundo é o que há de mais absurdo nos ETF'S, senão vejamos. Como as cotas são negociadas em bolsa, com as oscilações que são inerentes a este mercado, como o investidor se beneficia dos recebimentos destes proventos? Caso a cota de um ETF que vale hoje R$ 99 e aí aparece um dividendo de R$ 1, onde foi parar esse dinheiro caso a cota amanhã esteja valendo R$ 97, não consegui entender. Alguém saberia me explicar?

Mar 24, 2013 17:36
gabiac82 Forista Assíduo
Mensagens: 120
Conteúdo de educação financeira e análise para investimento
gabiac82
Registrado em:
Nov 26, 2012 10:20
 
 
Olá investidor, o site www.mercadoreal.net disponibiliza conteúdos de educação financeira e análise para investimento no mercado de ações e outros segmentos do mercado financeiro. O MercadoReal oferece uma visão realista do mercado de capitais, embasada por informações de qualidade, para investidores conscientes e racionais.

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Mar 25, 2013 0:26
Jotalhão Forista Assíduo
Mensagens: 149
Jotalhão
Registrado em:
Mai 13, 2011 23:04
 
 
Alguém podia expulsar o cidadão aqui de cima né? 8)

Quanto à questão, é uma diferença entre o valor patrimonial e o valor de mercado. Todo fundo possui um patrimônio, e o valor das cotas é o preço que se paga por ele, que como qualquer preço, no longo prazo tende a refletir o patrimônio mas pode variar no curto.

Pelos valores envolvidos, seria praticamente impossível distribuir dividendos de ETF's de índices, já que os valores seriam dispersos e pequenos. O ETF é uma forma de diversificar e teoricamente se você quer dinheiro liquido pode simplesmente vender algumas cotas (que ao longo do tempo se beneficiaram dos dividendos retidos).

Espero que tenha sido útil...

Mar 27, 2013 15:39
Jotalhão Forista Assíduo
Mensagens: 149
Jotalhão
Registrado em:
Mai 13, 2011 23:04
 
 
Oi Fr4jola, eu pessoalmente não compro ETF por não combinar com minha estratégia atual, mas já recomendei bastante. Um índice mais amplo pega empresas menores, é uma questão de quanto você quer arriscar e como quer diversificar. Na bloomberg há duas informações importantes: O prêmio sobre os ativos e os pesos dos principais papéis, acho que se você der uma olhada nesses itens já clareia em qual você fica mais confortável investindo. Colei abaixo o link p/ o Pibb1, para outros é só preencher o ticker.

http://www.bloomberg.com/quote/pibb11%3aBZ

Abraço.

Mar 28, 2013 22:53
saldaterranatalrn Forista Assíduo
Mensagens: 382
Distribuição de dividendos - ETF
saldaterranatalrn
Registrado em:
Jul 19, 2007 8:31
 
 
Chegou a resposta da Bovespa, porém, pelo jeito os valores vão parar nas mãos do administrador/gestor, não acho correto, mas infelizmente é assim que funciona.

Veja abaixo a resposta da pergunta frequentes a respeito de ETFs quanto a distribuição de proventos:

Qual é a política do fundo em relação aos dividendos e proventos distribuídos pelas ações componentes do Índice Subjacente?

A metodologia de cálculo do Índice Subjacente assume que quaisquer cupons, recibos de subscrição, certificados de desdobramento, dividendos, juros sobre capital próprio, bonificações ou outros direitos relativos às ações da carteira teórica do Índice Subjacente declaradas sejam imediatamente reinvestidas em ações parte da carteira teórica do Índice Subjacente adicionais na mesma proporção da composição da carteira teórica do Índice Subjacente, mesmo que tais Distribuições não sejam imediatamente pagas ou distribuídas. O administrador do fundo, na medida do possível, usará a mesma metodologia no tocante ao reinvestimento de Distribuições pagas com relação a estas ações que compõem a carteira do fundo.

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