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Jun 25, 2010 17:43
Tibulace Estreante
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Previdência Social e Previdência Privada
Tibulace
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Esqueci de colocar, com as regras ATUAIS da Previdência, Fator Previdenciário (arrrrrg! ) inclusive!

Jun 25, 2010 17:56
Tibulace Estreante
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Comparação INSS versus Prev. Privada, como Investimento.
Tibulace
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Assumam, no cálculo, que o contribuinte iniciou o pagamento do INSS aos 18 anos, tem, portanto 53 anos de idade ( para calcular QUANTO vai ser glosado pelo Fator Previdenciário).

Ago 23, 2010 15:18
Dick Trade Forista VIP
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VGBL pode ser opção para herança
Fazer um plano de previdência aos 80 anos parece absurdo? Mas não é

AE | 23/08/2010 13:10

Fazer um plano de previdência aos 80 anos parece absurdo? Mas não é. Entre as inúmeras opções de produtos desse tipo nas prateleiras dos bancos, há o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre), em que é possível incluir nomes de beneficiários, visando à garantia de renda aos herdeiros. "O VGBL é uma das opções para o planejamento sucessório", diz o consultor Caio Torralvo, especializado em finanças pessoais. Silvio Paixão, professor de finanças da Fundação Instituto de Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi) conta que a principal vantagem de ter um VGBL objetivando à herança é o fato de o patrimônio do plano não entrar no inventário. "Por isso, torna-se uma ação muito adequada para a sucessão", afirma. O processo de inventário costuma ser caro e demorado, principalmente por causa da burocracia. "Como o plano não entra nesse procedimento, no dia seguinte à morte do titular, os beneficiários já podem usufruir do dinheiro", detalha o economista Marcos Crivelaro, professor da Fiap. O dinheiro depositado pelo titular do plano durante a vida pode ser utilizado pelos beneficiário de duas formas - a depender da maneira como o contrato do plano foi determinado. A primeira opção é o saque de todo o valor depositado. A outra, segundo Crivelaro, é o saque mensal de um valor, que também é predeterminado no contrato, até que se esgote a reserva. Taxas. Caio Torralvo salienta, no entanto, que, antes de tomar a decisão sobre o que fazer com o patrimônio que ficará para os herdeiros, é preciso pesquisar. "Há muitas opções no mercado. Para cada caso, há um indicação específica", diz. Ele lembra que, nos planos de previdência, há uma série de custos cobrados pela instituição financeira para a administração dos recursos. "Há taxa de carregamento, de administração e, às vezes, outros custos", comenta. "Por isso, mesmo se você decidir qual investimento fará, é importante também comparar o que cada instituição oferece, já que as características podem variar bastante", sugere. Paixão, da Fipecafi, também chama atenção para a importância de pesquisar as alternativas. "O mercado financeiro tem cada vez mais opções de investimentos. Por isso, para decidir o que fazer, é preciso estudar as modalidades para que não haja arrependimento."

Fonte: http://economia.ig.com.br/financas/apos ... 03471.html

Ago 26, 2010 23:22
Willy Fog Forista Assíduo
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Por que vale a pena contribuir com a Previdência Social

Deixar de pagar o INSS embute a perda de diversos benefícios que não serão concedidos por planos privados de previdência; sabia como funciona cada um deles

Julia Wiltgen, de EXAME.com 19/08/2010 | 15:22

http://portalexame.abril.com.br/financa ... 89223.html

Ago 31, 2010 23:52
Willy Fog Forista Assíduo
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Alguém aí entende de previdência privada?

Se você quiser usufruir desse tipo de aplicação, talvez seja necessário. Nos bancos está difícil encontrar alguém capacitado

http://www.gazetadopovo.com.br/colunist ... ia-privada

Out 18, 2010 20:07
Dick Trade Forista VIP
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Como funciona a previdência pública ao redor do mundo?

http://web.infomoney.com.br/templates/n ... sfinancas/

Nov 06, 2010 17:45
Walter J.Schloss Forista Assíduo
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Walter J.Schloss
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OLÁ A TODOS!
Sinceramente, não consigo entender VGBL como uma forma de investimento ou previdencia. Pagar taxa de carregamento e adm para quê meu deus!

PGBL é válido, entendo, só para quem declara IR completo e tem pouca despesa dedutível (meu caso). Minhas restituições dos últimos 5 anos se devem basicamente ao PGBL.

Para quem está noutro modelo, o melhor é focar em tesouro direto, fundos imobiliários e ações (fundos de índice para quem quer uma estratégia passiva).

INSS é - como foi dito - um seguro relativamente barato se considerado os benefícios adjacentes. Só não acredito que daqui a 20 anos a previdencia consiga absorver toda a massa de benefíciários. Então é interessante de se ter, mas nunca acreditar que se pode depender só dele.

FGTS: é possível para alguém, estando empregado, sacar o FGTS de empregos anteriores? Tenho uma grana razoável presa. Não quero usar na compra de imóvel (seria uma saída convencional). Ficará preso indefinidamente?

Nov 24, 2010 14:10
Willy Fog Forista Assíduo
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Aposentadoria: previdência fechada é vantajosa na maior parte das vezes

Recomendar!Por: Tabata Pitol Peres
23/11/10 - 18h37
InfoMoney



SÃO PAULO – Os planos de previdência complementar fechados – sejam eles oferecidos pelo empregador, sejam pelo sindicato ou associações de classe – são, na maioria das vezes, mais vantajosos para quem está planejando a aposentadoria do que os planos abertos.

“A grande diferença é que os planos fechados não têm fins lucrativos. Dessa forma, toda a estrutura de custos de administração e gestão financeira acabam sendo menores, o que se traduz em uma rentabilidade maior do que de uma previdência aberta, principalmente para pessoas físicas, que pagam altas taxas pelos seus PGBLs (Plano Gerador de Benefício Livre), por exemplo”, explica o consultor sênior de previdência complementar da Mercer, Evandro Oliveira.

Embora afirme que os planos fechados são mais vantajosos, o executivo explica que há algumas exceções. “Se o plano fechado não tiver muitos participantes, os gastos com a administração e gestão financeira podem ser maiores que dos planos abertos. Mas, em um plano fechado, com ao menos mil pessoas e com um volume de contribuições que faça com que o volume gerido cresça rápido, os custos ficam diluídos e isso traz boa boa rentabilidade aos participantes” .

Na hora de escolher
Oliveira ressalta ainda que as taxas cobradas nos planos abertos são as grandes vilãs da rentabilidade dessa modalidade de previdência complementar.

“Normalmente, em um PGBL, o cliente nem sabe quanto paga de taxa de administração de recursos. É comum a instituição falar da taxa de carregamento, que é uma taxa que incide sobre os aportes mensais reduzindo a contribuição feita no mês. Porém, sobre todo o valor acumulado incide a taxa de administração, que diminui muito os rendimentos”, afirma o consultor, que completa: “essas taxas em um PGBL podem chegar a 4% sobre o valor investido, enquanto em um plano fechado essas taxas ficam na casa de 0,5%. Para se ter uma ideia, 1 ponto percentual dessa taxa, para uma pessoa que acumula desde os 30 anos, siginifica mais de 20% do total acumulado até aos 60 anos. Ou seja, é muito dinheiro perdido”.

Além disso, segundo Oliveira, os fundos fechados oferecem formas de pagamento do benefício mais flexíveis aos seus clientes.

“O PGBL é feito de uma maneira para que o cliente reverta em renda vitalícia o valor acumulado. O problema é que os fatores usados para converter o valor acumulado em renda mensal são bastante rigorosos, tornando-se desvantajosos para os segurados. Claro que você pode resgatar tudo de uma vez, mas esse não é o modelo padrão do PGBL. Já no plano fechado, está previsto que a pessoa receberá todo aquele recurso por um tempo certo (20 anos, por exemplo) e, por isso, não há perdas. Nos fechados também é possível optar por um modelo que acho interessante: a pessoa decide um percentual do saldo acumulado para receber mensalmente, tipo 5%, mais a rentabilidade dos últimos 30 dias. Dessa forma, ela consegue administrar melhor o dinheiro e ter uma renda compatível com sua necessidade de consumo mensal”, finaliza.

Jan 27, 2011 16:47
Willy Fog Forista Assíduo
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De quanto você precisa para se aposentar?

de Fábio Portela

Com 35 anos de contribuição, se você for homem, e 30 anos de contribuição, se mulher; ou com 65 anos de idade (homem) e 60 anos de idade, caso mulher, você pode se aposentar pelo INSS. Mas isso é suficiente para garantir o padrão de vida que você deseja, após dezenas de anos trabalhando? A maior aposentadoria paga pelo sistema de previdência pública, hoje, gira em torno de R$ 3.500,00 – isto, se você contribuir pelo teto, pagando o correspondente à maior contribuição previdenciária possível. É o suficiente para manter seu padrão de vida?

Antes de responder a esta pergunta, lembre-se de que o nosso sistema previdenciário não tem condições de se sustentar por muito tempo, com o aumento do número de aposentados e a diminuição da população economicamente ativa. Nosso país está envelhecendo, e isto significa que haverá mais gente recebendo benefícios, e menos gente contribuindo para financiar o sistema. Como resolver isso? Provavelmente, por muito tempo o governo alterará as regras do sistema, aumentando a idade de aposentadoria, o tempo de contribuição ou aumentando a alíquota da contribuição previdenciária.

“Fábio, eu tenho DIREITO ADQUIRIDO a me aposentar com base nas regras do jogo! Até parece que você não estudou direito, homem!”

Tem certeza? Só tem direito adquirido se você já satisfez as regras para a concessão de aposentadoria. Se você já tem, hoje, mais de 65 anos de idade (homem) ou 60 anos (mulher), com pelo menos 180 contribuições, ou 35 anos (homem) ou 30 anos (mulher de contribuição), você tem direito adquirido mesmo. Já pode se aposentar quando quiser, e dar uma banana pro governo, se ele resolver mudar o sistema. Mas, se você ainda não satisfez os requisitos de aposentadoria, qualquer mudança das regras pode afetar sua situação.

Você não pode contar com a previdência social se quiser ter uma vida razoável na velhice. Mesmo que você considere R$ 3.500,00 hoje (talvez adicionados a mais R$ 3.500,00 de seu cônjuge) um bom dinheiro, suficiente para manter sua família, lembre-se de que o governo pode mudar as regras do jogo a qualquer instante, inclusive reajustando o benefício a taxas tão pequenas que a inflação comerá o seu valor ao longo dos anos. Daqui a 30 anos, R$ 3.500,00 valerá muito, muito menos do que hoje.

Para não depender do INSS a fim de manter um bom padrão de vida, você precisa saber de quanto precisará ter para garanti-lo. E terá que levar em consideração que a inflação poderá comer boa parte de seus rendimentos no longo prazo. Portanto, o ideal é estabelecer uma meta de renda que, em termos de hoje, reflita o valor suficiente para manter o estilo de vida que você deseja.

Além disso, o montante tem que ser suficiente para manter seu padrão de vida por vários anos a fio. Já pensou se o dinheiro acabar quando você estiver com 85 anos, ainda vivo?? Para evitar que isso aconteça, o montante acumulado deve ser suficiente para garantir a renda suficiente para garantir o padrão de vida desejado apenas com os rendimentos do capital economizado. Ou seja, você jamais poderia tirar um único centavo do capital acumulado; poderia apenas retirar o valor desejado dos rendimentos do capital e, de preferência, ainda deveria sobrar o suficiente para capitalizar ainda mais juros, garantindo um patrimônio sustentável.

Mas quanto seria necessário para obter esse objetivo? Vamos fazer um exercício matemático: suponhamos que você precisaria de R$ 10.000,00, hoje, para garantir o estilo de vida que você quer ter quando se aposentar, para não precisar dos favores do filho bacana que você tem (ou pretende ter). Digamos que você tem 25 anos e pretende se aposentar aos 60 – portanto, tem 35 anos para alcançar seu objetivo.

Quanto você precisaria economizar para chegar lá? Tudo depende de uma série de fatores, que apenas podemos supor. Por exemplo, somente podemos estimar a inflação do período. Qualquer número que eu disser é uma hipótese, um chute mais ou menos bem calibrado. Também temos que contar que, aos poucos, você vai conseguir aumentos salariais e que, portanto, se você for disciplinado, poderá economizar um pouco mais. Além disso, a rentabilidade obtida ao longo dos anos também somente pode ser estimada. Mas… apesar das incertezas, é melhor tentar projetar cenários e alterar as variáveis do que contar apenas com a sorte.

Para alcançar os R$ 10.000,00 mensais (em valor real) na aposentadoria sem depender de ninguém, o que você precisaria fazer? Vamos supor algumas condições razoáveis. A inflação média do modelo assumido é de 5% – é claro que em alguns anos a inflação será maior ou menor, mas 5% parece razoável. Suponho, além disso, que você conseguiria uma rentabilidade média de 10% ao ano – algo plausível para um investidor diversificado, que também adquira ativos mais rentáveis para o longo prazo. Por fim, vamos supor que, em média, a sua capacidade de economizar aumente, nominalmente, 2% ao ano. Parecem premissas razoáveis?

Pois, para alcançar o resultado pretendido, seria necessário que o investidor economizasse R$ 1.850,00 por mês (e incrementasse 2% a este valor ao longo de sua carreira). Vamos ver os resultados do modelo:

Imagem

Como você pode observar, ao final dos 35 anos, nosso diligente investidor teria um patrimônio nominal de quase R$ 8 milhões, que teriam um valor real de R$ 2.600.000 hoje, e poderia contar com uma renda mensal próxima a R$ 70.000,00, que equivaleriam ao poder de compra de R$ 10.341,44 hoje. Mas, para que o patrimônio continuasse a evoluir, seria necessário retirar menos do que os R$ 10.000,00 para garantir o real poder de compra do patrimônio. Afinal, a inflação continuaria à espreita mesmo depois da aposentadoria. Para ter a possibilidade de usufruir de R$ 10.000,00 com segurança, seria necessário economizar um pouco mais.

Para não depender da previdência, só com algum sacrifício, não é mesmo?

E você, sabe de quanto precisa para alcançar seus objetivos? Calcule com a planilha que elaborei especialmente para nossos leitores e que você pode baixar clicando aqui!

http://opequenoinvestidor.com.br/2011/0 ... mment-2156

Jan 31, 2011 16:33
Leandro Figueiredo Estreante
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Leandro Figueiredo
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Uma boa opção que serve como uma aposentadoria complementar que esta começando a ser largamente utilizada por executivos e empresarios aqui no Brasil são planos de "poupança" offshore de longo prazo, onde no final do plano você tem disponível uma quantia grande de capital e pode decidir o que fazer com o mesmo, como por exemplo investir em títulos de renda fixa e ter o rendimento deste principal como um complemento de aposentadoria.
Algumas vantagens de um plano offshore: ambiente livre de impostos, alto grau de segurança, perspectiva global de investimento e possibilidade de criar um portfolio de acordo com o seu perfil de investidor.

Eu particularmente tenho um no Reino Unido e acho ótimo a liberdade que se tem em escolher aonde investir e ausência da burocracia brasileira na hora de se alterar os fundos do meu portfolio.

Jan 31, 2011 17:41
Crush Forista Assíduo
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Leandro Figueiredo escreveu:Uma boa opção que serve como uma aposentadoria complementar que esta começando a ser largamente utilizada por executivos e empresarios aqui no Brasil são planos de "poupança" offshore de longo prazo, onde no final do plano você tem disponível uma quantia grande de capital e pode decidir o que fazer com o mesmo, como por exemplo investir em títulos de renda fixa e ter o rendimento deste principal como um complemento de aposentadoria.
Algumas vantagens de um plano offshore: ambiente livre de impostos, alto grau de segurança, perspectiva global de investimento e possibilidade de criar um portfolio de acordo com o seu perfil de investidor.

Eu particularmente tenho um no Reino Unido e acho ótimo a liberdade que se tem em escolher aonde investir e ausência da burocracia brasileira na hora de se alterar os fundos do meu portfolio.

Leandro, excelente lembrança. Já tentaram me vender esses planos algumas vezes. Lembro que um deles era da Hansard, no Reino Unido (Ilha de Man).

Algum advogado no fórum poderia comentar sobre a legalidade destes planos para um contribuinte brasileiro?

Fev 16, 2011 22:04
Leandro Figueiredo Estreante
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Leandro Figueiredo
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Crush escreveu:
Leandro Figueiredo escreveu:Uma boa opção que serve como uma aposentadoria complementar que esta começando a ser largamente utilizada por executivos e empresarios aqui no Brasil são planos de "poupança" offshore de longo prazo, onde no final do plano você tem disponível uma quantia grande de capital e pode decidir o que fazer com o mesmo, como por exemplo investir em títulos de renda fixa e ter o rendimento deste principal como um complemento de aposentadoria.
Algumas vantagens de um plano offshore: ambiente livre de impostos, alto grau de segurança, perspectiva global de investimento e possibilidade de criar um portfolio de acordo com o seu perfil de investidor.

Eu particularmente tenho um no Reino Unido e acho ótimo a liberdade que se tem em escolher aonde investir e ausência da burocracia brasileira na hora de se alterar os fundos do meu portfolio.

Leandro, excelente lembrança. Já tentaram me vender esses planos algumas vezes. Lembro que um deles era da Hansard, no Reino Unido (Ilha de Man).

Algum advogado no fórum poderia comentar sobre a legalidade destes planos para um contribuinte brasileiro?



É totalmente legal para qualquer cidadão brasileiro possuir investimentos no exterior, inclusive existe uma portaria do banco central que endereça este assunto e na declaração do IR existe um campo expecífico onde o individuo deve declarar o quanto enviou para o exterior durante o ano.

Outro ponto importante é que não é necessário declarar os rendimentos das suas aplicações uma vez que estas instituições offshore oferecem total privacidade ao investidor e o ganho de capital esta sendo ralizado ficando assim o investidor livre do pagto de IR sobre esse investimento.

O centro offshore mais seguro e tradicional do mundo são as ilhas Virgens Britanicas (Channel Islands) formadas por 03 ilhas: Guernsey, Jersey e Ilha de Man. Todas elas possuem rating AAA pela Standard & Poors que é o nível maximo de segurança.

As instituições que costumam trabalhar aqui no Brasil, sempre através de consultores financeiros independentes são: Generali, Friends Provident, Skandia e Hansard, sendo as 3 primeiras instituições mais tradicionais e sólidas.

Espero ter ajudado um pouco a elucidar este tema que ao meu ver ainda não é muito utilizada como uma ferramenta para diversificação de investimento aqui no Brasil por pura falta de informação.... Uma vez que não é do interesse dos grandes bancos brasileiros que esta informação seja divulgada de maneira ampla.

Se alguem tiver alguma questao especifica sobre o assunto MP para mim!

Abraços

Fev 17, 2011 10:52
Crush Forista Assíduo
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Leandro Figueiredo escreveu:
Crush escreveu:
Leandro Figueiredo escreveu:Uma boa opção que serve como uma aposentadoria complementar que esta começando a ser largamente utilizada por executivos e empresarios aqui no Brasil são planos de "poupança" offshore de longo prazo, onde no final do plano você tem disponível uma quantia grande de capital e pode decidir o que fazer com o mesmo, como por exemplo investir em títulos de renda fixa e ter o rendimento deste principal como um complemento de aposentadoria.
Algumas vantagens de um plano offshore: ambiente livre de impostos, alto grau de segurança, perspectiva global de investimento e possibilidade de criar um portfolio de acordo com o seu perfil de investidor.

Eu particularmente tenho um no Reino Unido e acho ótimo a liberdade que se tem em escolher aonde investir e ausência da burocracia brasileira na hora de se alterar os fundos do meu portfolio.

Leandro, excelente lembrança. Já tentaram me vender esses planos algumas vezes. Lembro que um deles era da Hansard, no Reino Unido (Ilha de Man).

Algum advogado no fórum poderia comentar sobre a legalidade destes planos para um contribuinte brasileiro?



É totalmente legal para qualquer cidadão brasileiro possuir investimentos no exterior, inclusive existe uma portaria do banco central que endereça este assunto e na declaração do IR existe um campo expecífico onde o individuo deve declarar o quanto enviou para o exterior durante o ano.

Outro ponto importante é que não é necessário declarar os rendimentos das suas aplicações uma vez que estas instituições offshore oferecem total privacidade ao investidor e o ganho de capital esta sendo ralizado ficando assim o investidor livre do pagto de IR sobre esse investimento.

O centro offshore mais seguro e tradicional do mundo são as ilhas Virgens Britanicas (Channel Islands) formadas por 03 ilhas: Guernsey, Jersey e Ilha de Man. Todas elas possuem rating AAA pela Standard & Poors que é o nível maximo de segurança.

As instituições que costumam trabalhar aqui no Brasil, sempre através de consultores financeiros independentes são: Generali, Friends Provident, Skandia e Hansard, sendo as 3 primeiras instituições mais tradicionais e sólidas.

Espero ter ajudado um pouco a elucidar este tema que ao meu ver ainda não é muito utilizada como uma ferramenta para diversificação de investimento aqui no Brasil por pura falta de informação.... Uma vez que não é do interesse dos grandes bancos brasileiros que esta informação seja divulgada de maneira ampla.

Se alguem tiver alguma questao especifica sobre o assunto MP para mim!

Abraços

Leandro, obrigado, muito esclarecedor.

Cheguei a considerar com muito cuidado essa possibilidade. O que me deixou com a pulga atrás da orelha, na época, foi a forma de pagamento dos aportes mensais: através de cartão de crédito. Quando perguntei como seria feito o pagamento dos benefícios quando chegasse a hora (ou seja, envio da grana do exterior para o Brasil), não conseguiram me dar uma resposta convincente.

Ou seja: muito fácil de mandar o dinheiro de cá para lá (cartão de crédito), mas falta de clareza sobre como e custos de mandar de lá para cá.

Fev 18, 2011 9:49
Leandro Figueiredo Estreante
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Você esta certo, normalmente a maneira mais indicada o envio de pequenas quantias para o exterior é através de um Cartao de Credito internacional. Isto por que a única taxa cobrada neste tipo de operação é o IOF que hoje está em 2.38%.
Também existe a possibilidade de se enviar o dinheiro para fora através do chamado standing order que nada mais é do que uma transferência entre contas, que normalmente é utilizado para o envio de maiores quantias.

Quanto a parte de se trazer o dinheiro de volta para o Brazil não existe muitas dificuldades e as opções são:

- Transferência dos fundos para uma c/c brasileira (é cobrado um Imposto de 15% apenas sobre o ganho de capital)

- Estabelecimento de uma empresa de investimento offshore que estaria enviando o $ ao Brasil a titulo de investimento (s/ pagto de nenhum imposto). Neste caso o dinheiro precisa ser investido (açoes, fundos, titulos, imoveis e etc)

- E no caso de se utilizar o $ como um complemento de aposentadoria, o investidor brasileiro pode abrir uma conta corrente offshore e utilizar um cartao de debito bandeira VISA que permite saques de 1000 por dia na rede banco 24hs e é aceito em qualquer estabelecimento comercial que tenha a bandeira VISA. Também existe a possibilidade do uso de cartao de credito para compras maiores.( A grande vantagem é a comodidade e a possibilidade de se usar o $ no Brasil sem se pagar imposto sobre o ganho de capital)

Espero ter esclarecido este ponto tão importante.

Abs

Fev 18, 2011 11:44
Crush Forista Assíduo
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Leandro Figueiredo escreveu:Você esta certo, normalmente a maneira mais indicada o envio de pequenas quantias para o exterior é através de um Cartao de Credito internacional. Isto por que a única taxa cobrada neste tipo de operação é o IOF que hoje está em 2.38%.
Também existe a possibilidade de se enviar o dinheiro para fora através do chamado standing order que nada mais é do que uma transferência entre contas, que normalmente é utilizado para o envio de maiores quantias.

Quanto a parte de se trazer o dinheiro de volta para o Brazil não existe muitas dificuldades e as opções são:

- Transferência dos fundos para uma c/c brasileira (é cobrado um Imposto de 15% apenas sobre o ganho de capital)

- Estabelecimento de uma empresa de investimento offshore que estaria enviando o $ ao Brasil a titulo de investimento (s/ pagto de nenhum imposto). Neste caso o dinheiro precisa ser investido (açoes, fundos, titulos, imoveis e etc)

- E no caso de se utilizar o $ como um complemento de aposentadoria, o investidor brasileiro pode abrir uma conta corrente offshore e utilizar um cartao de debito bandeira VISA que permite saques de 1000 por dia na rede banco 24hs e é aceito em qualquer estabelecimento comercial que tenha a bandeira VISA. Também existe a possibilidade do uso de cartao de credito para compras maiores.( A grande vantagem é a comodidade e a possibilidade de se usar o $ no Brasil sem se pagar imposto sobre o ganho de capital)

Espero ter esclarecido este ponto tão importante.

Abs

Obrigado novamente Leandro!

Gostei da alternativa do cartão VISA.

Fev 24, 2011 12:38
Lanzudo Forista VIP
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Olá! Alguém aí tem uma tabela das taxas de carregamento e de administração de PGBL e VGBL das diversas instituições financeiras que oferecem esses produtos?

Estou pagando 1,5% de carregamento e 3% de administração no Bradesco e estou achando caríssimo em face da rentabilidade que esses fundos apresentam atualmente!

É possível migrar de uma instituição financeira para outra levando junto o saldo acumulado?

Valeu!

Crush escreveu:
Leandro Figueiredo escreveu:

Fraj;la escreveu:

Fev 24, 2011 13:08
Crush Forista Assíduo
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Lanzudo escreveu:Olá! Alguém aí tem uma tabela das taxas de carregamento e de administração de PGBL e VGBL das diversas instituições financeiras que oferecem esses produtos?

Estou pagando 1,5% de carregamento e 3% de administração no Bradesco e estou achando caríssimo em face da rentabilidade que esses fundos apresentam atualmente!

É possível migrar de uma instituição financeira para outra levando junto o saldo acumulado?

Valeu!

Crush escreveu:
Leandro Figueiredo escreveu:

Fraj;la escreveu:

Lanzudo, pago 0% de carregamento e 2% de administração em PGBL no Safra. E sim, é possível transferir o saldo de uma instituição para outra, isso é chamado de portabilidade.

Fev 24, 2011 14:49
Lanzudo Forista VIP
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Crush escreveu:
Lanzudo escreveu:Olá! Alguém aí tem uma tabela das taxas de carregamento e de administração de PGBL e VGBL das diversas instituições financeiras que oferecem esses produtos?

Estou pagando 1,5% de carregamento e 3% de administração no Bradesco e estou achando caríssimo em face da rentabilidade que esses fundos apresentam atualmente!

É possível migrar de uma instituição financeira para outra levando junto o saldo acumulado?

Valeu!

Crush escreveu:
Leandro Figueiredo escreveu:

Fraj;la escreveu:

Lanzudo, pago 0% de carregamento e 2% de administração em PGBL no Safra. E sim, é possível transferir o saldo de uma instituição para outra, isso é chamado de portabilidade.


Valeu Crush!

Vou tentar negociar no Bradesco e, caso contrário, vou providenciar a migração! De qualquer forma, posto o resultado aqui para ajudar outros foristas!

Abraço!

Fev 28, 2011 12:11
Leandro Figueiredo Estreante
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Leandro Figueiredo
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Na minha PP offshore paguei 0% de carregamento e tx adm de 1.2%...

Mesmo se falando em padrao Brasil a sua PP do Bradesco esta apresentando o que chamamos de custo de investimento muito alto, o que afeta diretamente o seu retorno, que já é muito baixo nestes planos ainda mais se levarmos em consideração a inflação brasileira.

Fev 28, 2011 19:03
Claudio66 Forista VIP
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Eu pago no VGBL da MAPFRE, distribuido pelo CSHG, 1,5% de taxa de administração e 0 de carregamento. Se retirar antes de 3 anos paga uma taxa de saída (entre 1% e 3%). Este fundo aplica 40% num fundo de ações adminstrapelo CSHG que rende, em média, mais que o IBOVESPA. A aplicação inicial é de 30k.

O Citi distribui fundos de previdência da MetLife, que é uma das maiores do mundo neste setor. Se você tiver 500k para aplicar, paga 0,5% de taxa de administração e não tem taxa de carregamento. (Não etnho certeza se as condições ainda são essas, mas certamente, mesmo para valores menores, é um negócio melhor do que o Bradesco.)

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