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Jan 20, 2014 19:47
CFP-POA Forista Assíduo
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Debêntures
CFP-POA
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AGV, cuide bastante com os papéis privados. Muitas vezes comprando no mercado secundário você perde uma boa parte do spread, e acaba ficando com uma taxa parecida com a do tesouro direto. Nesse caso que tu mencionou, o titulo está pagando 0,3% a menos por ano do que a ntn-b equivalente. A única coisa boa é a isenção fiscal. Mas um papel privado que possue 10 anos de prazo não pode dar tão pouco em troca de tanto tempo... estou para entrar nas debêntures da VALE agora, que tem um rating super bom, tem isenção fiscal e mesmo assim só vou entrar se pagar no MÍNIMO o equivalente da ntn-b (tem gente falando que pode pagar spread negativo, em função da alta demanda). Se pagar menos, não vou entrar, fico no TD que tenho mais garantias e liquidez. Para entrar nessas debentures de longo prazo, tem que ter um atrativo maior, que não apenas a isenção fiscal em troca de 10 anos ou mais sem liquidez.

Jan 20, 2014 22:32
agv Estreante
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Re: Debêntures
agv
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CFP-POA escreveu:AGV, cuide bastante com os papéis privados. Muitas vezes comprando no mercado secundário você perde uma boa parte do spread, e acaba ficando com uma taxa parecida com a do tesouro direto. Nesse caso que tu mencionou, o titulo está pagando 0,3% a menos por ano do que a ntn-b equivalente. A única coisa boa é a isenção fiscal. Mas um papel privado que possue 10 anos de prazo não pode dar tão pouco em troca de tanto tempo... estou para entrar nas debêntures da VALE agora, que tem um rating super bom, tem isenção fiscal e mesmo assim só vou entrar se pagar no MÍNIMO o equivalente da ntn-b (tem gente falando que pode pagar spread negativo, em função da alta demanda). Se pagar menos, não vou entrar, fico no TD que tenho mais garantias e liquidez. Para entrar nessas debentures de longo prazo, tem que ter um atrativo maior, que não apenas a isenção fiscal em troca de 10 anos ou mais sem liquidez.


Faz sentido, obrigado CFP-POA. Ainda bem que podemos contar com outros colegas de grande conhecimento em nosso fórum pra nos ajudar a enxergar determinadas situações de um outro ponto de vista.
Quanto à Vale, acho interessante e acredito que deva ficar no 0% de spread ou seja o mesmo valor da NTN-B referência. O que com a recente alta dos prêmios do tesouro não é nada mal. A última que peguei foi da Autoban que fechou dessa forma.

Fev 09, 2014 17:27
Woodpecker Forista Assíduo
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Re: Debêntures de Infra da Vale
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Olá a todos,

Alguém poderia me informar como ficou a remuneração das debêntures mais curtas da Vale ou então quando será a sua divulgação?

obrigado

Fev 09, 2014 21:42
CFP-POA Forista Assíduo
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Re: Debêntures
CFP-POA
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Boa noite Woodpecker. Fui informado que as mais curtas (2020) ficaram IPCA + 6,41%. As seguintes (2023) ficaram IPCA + 6,6%. Espero ter sanado sua dúvida.

Jul 16, 2014 12:08
bochan Forista Assíduo
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Manja debêntures?
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Um artigo interessante do Valor - Pelo menos para mim que não conhecia nada do assunto. Repasso para possíveis interessados ignorantes como eu.

15/07/2014 às 05h00
Manja debêntures?
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Elas ainda estão em número pouco expressivo. Nem todas são de empresas conhecidas do grande público. E é preciso ser criterioso para entender se o risco compensa o retorno. Mas é fato que, mesmo que em ritmo lento, as debêntures incentivadas, destinadas a financiar projetos de infraestrutura, vieram para ficar. Pelo menos até 2020, nova data limite de vigência da isenção fiscal para investidores pessoa física brasileiros e estrangeiros.

Levantamento do Valor em parceria com o consultor financeiro Marcelo d'Agosto com as maiores emissões direcionadas para investidores pessoa física mostra que todas saíram com prêmio em relação ao título público de "duration" (prazo médio da papel) equivalente. As margens, contudo, variam, com prêmio - já considerando o desconto do imposto de renda do título público de referência - de no máximo 4,40 pontos percentuais e mínimo de 1,29 ponto, no caso da debênture da Autoban, que ficou levemente vantajosa apenas por conta do benefício fiscal.


Ainda que jovem, o mercado de debêntures de infraestrutura passou por diferentes fases em termos de prêmio, afirma Reinaldo Lacerda, diretor da Votorantim Asset Management (VAM). Os primeiros papéis, diz, tinham um diferencial de cerca de 1,5 ponto percentual em relação às NTN-Bs de referência, antes do desconto do IR, em um período em que o título público com vencimento em dez anos era comprado com taxa por volta de 4%. Ele exemplifica com a operação da Concessionária Auto Raposo Tavares (Cart), que saiu em dezembro de 2012 com uma taxa de 5,80% ao ano acrescida de inflação.

Alguns desses primeiros títulos emitidos sofreram desvalorização desde que o Banco Central engatou um novo ciclo de alta dos juros, no começo de 2013. O papel da Cart foi um deles. Há uma semana, ele era negociado no mercado secundário a uma taxa real de 6,90%, portanto com preço inferior ao da data de emissão.

Lacerda assinala que, quando as NTN-Bs dispararam e assumiram taxas reais superiores a 6,5%, surgiram emissões com carregamento bastante atraente, que pagavam acima de 8% além da inflação. O período de instabilidade do mercado reforçou os "spreads", fazendo com que alguns papéis saíssem com prêmio superior a 2 pontos percentuais. Foi o caso das debêntures da Termelétrica Pernambuco, emitidas em novembro de 2013 com taxa de 9,11% mais variação da inflação.

Para o diretor da VAM, entretanto, o investidor deve esperar prêmios mais próximos aos das primeiras emissões, por volta de 1,5 ponto percentual, que já considera um bom "spread" de crédito para um papel de baixo risco.

Já um importante gestor de recursos que prefere não ser identificado avalia que, para que um papel seja atrativo, o investidor deve ganhar ao menos 2 pontos percentuais acima do título público de referência, nesse caso já descontado o imposto de renda. Em uma debênture de risco mais elevado e prazo mais extenso, esse prêmio deveria chegar a 3 ou 4 pontos percentuais. Além do risco superior ao papel público, diz, é importante considerar que em geral as debêntures têm menos liquidez.

Conforme os dados mais recentes da Cetip, em abril, o estoque de debêntures de infraestrutura registrado era de R$ 12,65 bilhões, mais que o dobro dos cerca de R$ 6 bilhões de um ano antes. Até o momento foram emitidas 46 debêntures incentivadas, de 26 empresas. O número é pequeno quando se analisa os mais de cem projetos que conseguiram aprovação para captar recursos com as debêntures incentivadas desde 2011, data da regulamentação do instrumento.

O objetivo, contudo, é destravar esse mercado. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou em junho medidas para alavancar as emissões, com destaque para a prorrogação da validade da isenção fiscal, que terminaria ao fim de 2015.

Na visão de Fausto Silva Filho, gestor de renda fixa da XP Gestão de Recursos, as medidas do governo ajudam o mercado, ainda que não sejam transformacionais. "Elas dão mais tempo para que os projetos sejam definidos, para que as empresas se organizem no consórcio. E a inserção de setores também amplia o leque para que nós investidores possamos alocar os recursos", diz.

Há hoje uma concentração nos títulos vinculados aos setores de concessões rodoviárias, energia, mineração e ferrovia, e a abertura do produto para mais segmentos tende a estimular a maior diversificação da carteira, aponta o gestor.

O ritmo ainda lento de emissões é minimizado pelo diretor da XP Gestão de Recursos, Patrick O'Grady, para quem o cenário macroeconômico, com a retomada da alta de juros no ano passado, também pesou sobre as emissões. E o investidor ainda precisa entender melhor o produto.

"O investimento tradicional em renda fixa é diferente do investimento em crédito privado de longo prazo. O que destacamos como positivo é a questão da liquidez crescente", afirma O'Grady, que vê na isenção fiscal o principal fator de atratividade do produto para a pessoa física, a exemplo do que foi visto com fundos imobiliários e produtos como LCIs e LCAs.

O diretor da XP Gestão lembra que as emissões de debêntures incentivadas têm como foco o longo prazo, o que já implica maior volatilidade e exige do investidor um amadurecimento para enfrentar as oscilações, como foi visto com fundos de inflação. E para comprar diretamente os papéis é preciso levar em consideração o que pesa sobre eles, como o risco do emissor, dos projetos a serem financiados com os recursos e o próprio rendimento oferecido.

Caso mais discutido, a debênture da Vale (1ª série) saiu com taxa de 6,46%, um prêmio líquido de 1,94 ponto basicamente apenas por conta da vantagem tributária, conforme mostra tabela acima. Há uma semana, o mesmo papel tinha taxa de 5,45% mais IPCA no mercado secundário, ou seja, o investidor que entrou na oferta na época da emissão teria um ganho de capital se vendesse a debênture.

Contrastando com o prêmio da Vale, Rodrigo Marcatti, superintendente do private banking do Banco Fator, aponta emissões mais recentes com taxas atrativas, caso da Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos no valor de R$ 75 milhões, com taxa de 7,86% acrescida da variação da inflação. "Para quem é viúvo de (retorno) 1% ao mês, comprar um título do governo que rende 6% de juros real é interessante. E comprar uma debênture que rende mais de 6% e livre de imposto de renda é muito interessante", destaca.

Marcatti chama atenção para a impossibilidade de postergação da emissão no início do ano, dada a necessidade dos recursos pela concessionária do aeroporto, o que tornou o prêmio mais alto. A operação foi feita por meio da Instrução CVM 476, portanto foi distribuída com esforços restritos e destinada apenas a investidores qualificados. O Banco Fator, que entrou na oferta com R$ 25 milhões, ofereceu aos clientes os papéis via mercado secundário, com uma taxa de 7% mais IPCA e aplicação mínima de R$ 50 mil.

O superintendente do Banco Fator destaca que a empresa recorreu à oferta restrita por ser mais barata e rápida. Mas a maior parte das emissões é feita via oferta pública, o que tende a pressionar os prêmios, dada a maior demanda da pessoa física - no caso da debênture da Vale, feita em quatro séries, 90% do volume foi comprado pelo público de varejo.

Na visão de Marcatti, a tendência é que o ritmo de emissões de debêntures, até então lento, se intensifique. Assim como O'Grady, da XP, ele atribui ao quadro macroeconômico e às incertezas com relação aos próximos dois anos parte da desaceleração das operações, com a questão eleitoral como entrave para o curto prazo. O mercado de forma geral, assinala, está num momento de espera, para que os emissores tenham maior previsibilidade do cenário e possam adequar os prêmios ofertados. Mas o investidor, em sua avaliação, tem se sentido cada vez mais confortável em investir em títulos de longo prazo e começado a entender o mercado secundário.

Para Ignacio Lorenzo, superintendente-executivo de mercados de crédito do Santander, o mercado passou a ficar mais interessante para a pessoa física ao longo deste último ano. "Embora o intuito do governo seja o interesse do estrangeiro, a demanda não se concretizou na medida esperada", diz.

Para ele, o grande desafio dos bancos é tentar capturar a demanda do público de varejo abaixo do segmento de alta renda. "É descer um pouco mais de escala e atingir o mundo do varejo de forma mais ampla", afirma, ressaltando ainda que é preciso fazer com que o investidor tenha maior grau de compreensão do produto. "Vamos ter que mobilizar equipe de venda, fazer treinamento na rede, capacitar a equipe para vender da melhor forma possível. Estamos discutindo como vamos encarar essa nova fase", ressalta o executivo.

As debêntures de infra ainda disputam espaço com outros produtos incentivados, como LCIs e LCAs, mas Lorenzo cita como vantagem a maior liquidez no secundário, ainda que ela siga restrita em relação aos títulos públicos.

Para Livia Vilela, analista de crédito da gestora Rio Bravo, o investidor compra mais o papel pelo incentivo tributário que pelo conhecimento do projeto a ser financiado. "O que preocupa é a comparação do risco, que de fato não é tão simples de se mensurar, por mais que o papel saia a um preço barato e tenha boas garantias."

Jul 16, 2014 12:10
bochan Forista Assíduo
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Manja Debêntures?
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Continuação do artigo do valor 15/7/14:

Imagem

Jul 16, 2014 12:12
bochan Forista Assíduo
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Manja debêntures?
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Jul 28, 2009 3:26
 
 
fechamento do tema no valor 15/7
As debêntures de infraestrutura foram regulamentadas pela Lei nº 12.431, em 2011. O grande atrativo do título, cujo emissão tem por objetivo financiar investimentos em áreas de infraestrutura consideradas prioritárias pelo governo, é a isenção de imposto de renda (IR) sobre rendimentos auferidos por investidores pessoa física locais e estrangeiros. A desoneração vale para quem compra diretamente a debênture, mas também para quem investe em um fundo recheado desses papéis, desde que pelo menos 67% do patrimônio esteja alocado neles, subindo para 85% depois de dois anos. Enquanto nos títulos públicos o risco assumido pelo aplicador é o soberano, ou seja, do Tesouro Nacional, nas debêntures incentivadas, o investidor está exposto ao risco de crédito de cada empresa e do respectivo projeto a ser financiado pelos recursos. Na semana passada, ao publicar medida provisória oficializando a extensão do prazo de isenção fiscal para investidores pessoas físicas desses papéis, o secretário-executivo adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo Oliveira, disse que já foram captados aproximadamente R$ 11,4 bilhões por meio do produto em cerca de dois anos. Desse montante, R$ 4,4 bilhões partiram do setor de petróleo e gás; R$ 3,2 bilhões foram destinados para a construção de rodovias; R$ 1,2 bilhão foi captado pelo segmento de ferrovias; e R$ 600 milhões, pelo setor de aeroportos. A ampliação do benefício para outros segmentos ainda precisa ser regulamentada por decreto.

Jul 17, 2014 11:40
Forever Forista Assíduo
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Re: Debêntures
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Bochan, obrigado por compartilhar.

Abraço,
Forever.

Set 12, 2014 17:00
pedro_blinklp Estreante
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Re: Debêntures
pedro_blinklp
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aonde compro debentures? so por hb?

Abr 07, 2015 15:49
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Re: Debêntures
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A liquidez no mercado secundário de debêntures só irá melhorar quando for possível negociá-las no home broker.

Atualmente é muito difícil comprar por uma boa taxa no secundário e o spread é muito alto.

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Abr 10, 2015 17:34
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Re: Debêntures
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FRAJ0L@ escreveu:
Internacional escreveu:A liquidez no mercado secundário de debêntures só irá melhorar quando for possível negociá-las no home broker.

Atualmente é muito difícil comprar por uma boa taxa no secundário e o spread é muito alto.

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Quando a CETIP virará HB ???
http://www.cetip.com.br/comunicados-doc ... debentures



Sei lá.

O Brasil é muito atrasado nesse aspecto do mercado de capitais.

É só fazer o software e negociar os títulos através dele.

Tudo é embaçado nesse país.

Sabe quantas bolsas de valores existem na Índia? 23!

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Mai 19, 2015 11:34
Internacional Forista Assíduo
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Re: Debêntures
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FRAJ0L@ escreveu:Aprovação da Emissão de Debêntures




Rio de Janeiro, 15 de maio de 2015 – Petróleo Brasileiro S.A. – Petrobras informa que seu Conselho de Administração, em reunião realizada hoje, aprovou a realização da 5ª Emissão de Debêntures Simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, para distribuição pública, nos termos da Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003, conforme alterada.

A referida aprovação viabiliza a Companhia a emitir até 300.000 (trezentas mil) debêntures, com valor nominal unitário de R$10.000,00 (dez mil reais), o que corresponderá a até R$3.000.000.000,00 (três bilhões de reais).

A quantidade total de debêntures acima referida poderá ainda ser acrescida de um lote adicional de debêntures equivalente a até 20% (vinte por cento) do total de debêntures inicialmente ofertado e/ou de um lote suplementar de debêntures equivalente a até 15% (quinze por cento) do total de debêntures inicialmente ofertado, nos termos da regulamentação aplicável.

A Companhia irá avaliar as condições de mercado e sua necessidade de captação ao longo de 2015 para a tomada de decisão final a respeito da realização da emissão. Caso opte pela execução da operação, serão divulgadas todas as informações relevantes, aprovações societárias e demais documentos da emissão, conforme requerimento legal.



Empresto dinheiro pra financeiras, mas não pra Petrobras.

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Jun 08, 2015 10:24
Internacional Forista Assíduo
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Re: Debêntures
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Dúvida se eu compro debênture da Petrobras ou títulos do governo grego.

:)

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Ago 25, 2015 2:18
hmelo Estreante
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Re: Debêntures
hmelo
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Jun 23, 2013 18:55
 
 
Pessoal,

Tenho 2 ofertas publicas em andamento em minhas corretoras... Vale SA e Energias do Brasil

em relação a Vale:
Standard & Poor's: "brAAA", Moody's "Aaa.br" e Fitch Ratings: "AAA(bra)"
são 2 séries, ambas atualizadas pelo IPCA
Juros: NTNB 2020 e NTNB 2022

não tenho nenhuma debenture ainda..
esta debenture da vale é incentivada (isenta de IR), vocês veem outra vantagem na compra desta em relação ao titulo publico ?
pretender investir nela ?

Out 11, 2015 21:15
PHODEO Forista VIP
Mensagens: 19755
Re: Debêntures
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Out 07, 2013 12:22
 
 
.
DENUNCIEM LINKS PROIBIDOS CONTRA AS REGRAS DO INFOMONEY.
OS BLOGS ABAIXO CONTÉM VÍRUS E CAVALOS-DE-TRÓIA, SÃO TODOS FEITOS PELA MESMA PESSOA SÓ COM A INTENÇÃO DE TE FAZER CLICAR EM ALGUM LINK:


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SE LIGA NO HISTÓRICO DA CRIANÇA: http://verdadeirofrajolla.blogspot.com. ... ibrol.html

IMPORTANTE: NUNCA PASSE SEU EMAIL PARA ESTE CARA, JÁ APLICOU GOLPES EM USUÁRIOS NOVOS EM FÓRUNS.

Out 14, 2015 23:41
FFA Forista Assíduo
Mensagens: 442
Re: Novas alternativas de investimento
FFA
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Out 06, 2010 19:48
 
 
FRAJ0L@ escreveu:14/10/2015
Novas alternativas de investimento
Começam a ser negociadas hoje debêntures da EDP e CRAs da Eco Sec Agro



http://www.bmfbovespa.com.br/pt-br/noticias/2015/Debentures-da-Energias-BR-e-CRAs-da-Eco-Sec-Agro-comecam-a-ser-negociadas-em-1410-2015-10-14.aspx?tipoNoticia=1&idioma=pt-br

Eu entrei na EDP excelente rentabilidade

Out 14, 2015 23:51
FFA Forista Assíduo
Mensagens: 442
Re: Debêntures
FFA
Registrado em:
Out 06, 2010 19:48
 
 
FRAJ0L@ escreveu: 11h02 : Estácio Participações emite debêntures

A empresa está realizando sua terceira emissão de debêntures, com as seguintes características: (i) serão emitidas 18.700 debêntures, com valor nominal unitário de R$ 10.000,00, no valor de R$ 187 milhões para distribuição pública no âmbito da oferta restrita e (ii) as debêntures farão jus ao pagamento de juros remuneratórios correspondentes a 112,0% da variação acumulada das taxas médias diárias DI - Depósitos Interfinanceiros, calculada e divulgada diariamente pela CETIP S.A., calculados de forma exponencial e cumulativa, pro rata temporis, por dias úteis corridos, incidentes sobre o Valor Nominal Unitário desde a data de integralização ou a data do pagamento dos Juros Remuneratórios imediatamente anterior, o que tiver ocorrido por ultimo, e paga ao final de cada período de capitalização, até a data de vencimento, qual seja, 25 de setembro de 2017, na forma prevista no "Instrumento Particular de Escritura" da 3a emissão pública de debêntures simples, não conversíveis em ações, em série única, da espécie quirografária, para distribuição com esforços restritos, da Estácio Participações S.A.


http://defendaseudinheiro.com.br/


Não achei saio ?

Ago 02, 2016 15:45
BASTERZAO Estreante
Mensagens: 72
Re: Debêntures
BASTERZAO
Registrado em:
Ago 02, 2016 12:11
 
 
O que você nunca deve dizer para a presidente do BNDES


http://exame.abril.com.br/carreira/noti ... e-do-bndes

Out 21, 2016 18:10
Ryu Estreante
Mensagens: 8
Re: Debêntures
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Registrado em:
Set 28, 2016 17:47
 
 
Debênture: CMDT23 - Cemig (10% + IPCA), porem não é incentivada, ou seja, tem IR. Tem vencimento para 15/02/2021, Rating atual A2 e juros anuais a partir de 2017 e amortização a partir de 2019.

Alguém tem ela? O que podem dizer sobre ela? Acham que compensa (no ramo de renda fixa, ou seja, comparando a TD e titulos privados)?

Nov 14, 2016 14:54
Botti Forista Assíduo
Mensagens: 324
Re: Debêntures
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Out 30, 2012 14:31
 
 
Ryu escreveu:Debênture: CMDT23 - Cemig (10% + IPCA), porem não é incentivada, ou seja, tem IR. Tem vencimento para 15/02/2021, Rating atual A2 e juros anuais a partir de 2017 e amortização a partir de 2019.

Alguém tem ela? O que podem dizer sobre ela? Acham que compensa (no ramo de renda fixa, ou seja, comparando a TD e titulos privados)?

achei interessante tambem!

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