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Fev 19, 2012 13:41
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Eu achei bacana sim Fraja!

O bom que não tem minimo.

Só aconselho ficar abaixo dos 70K.

Acrecenta no titulo do topico Letra financeira - LF. (vai crescer bastante nos proximos anos).

abs

Fev 19, 2012 21:33
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Frajola,

esses 91% do cdi são livres de IR. Dessa forma, são "coisa boa", sim!

abc
Fraj;la escreveu:resposta da sofisa sobre o lci que eles oferecem...e ae, q tal???
parece coisa boa hein... :roll:

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: <direto@sofisadireto.com.br>
Data: 13 de fevereiro de 2012 11:23
Assunto: Sofisa Direto - LCI.
Para: ....


Bom dia ....


LCI (Letra de Crédito Imobiliário) - É um título de renda fixa emitido por instituições financeiras, lastreado em créditos imobiliários.
A principal vantagem da LCI é o fato dela ser isenta de Imposto de Renda, por isso a taxa ofertada já é líquida.

Temos 4 taxas e prazos para LCI (sem liquidez) que são:

3 meses - 91% do CDI
6 meses - 93% do CDI

9 meses - 93% do CDI
1 ano - 94% do CDI

O valor para investimento, é de R$ 1,00 até R$ 1.000.000,00.

Qualquer esclarecimento adicional estamos à disposição.

Grato

Fernando Schülter

Banco Sofisa Direto
www.sofisadireto.com.br
Fone: 0800-7235500
O primeiro banco online pensado
para fazer o seu dinheiro render mais.

Fev 22, 2012 9:34
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O maior problema que vejo em produtos atrelados ao CDI, pelo menos no CP, é a tendencia de queda na taxa de juros, o que faz a rentabilidade tb diminuir.

Fev 22, 2012 12:22
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Fraj;la escreveu:
Cadu_28 escreveu:O maior problema que vejo em produtos atrelados ao CDI, pelo menos no CP, é a tendencia de queda na taxa de juros, o que faz a rentabilidade tb diminuir.
sim cadu, no cp este é um risco, mas já falam em volta dos juros subir ano que vem,,, inflação subindo mais forte devido ao consumo que voltará forte com juros menores.. como não conseguem reduzir o custo brasil , o governo não faz corte de gastos fortes, sem prejudicar o país, não diminui a corrupção, o BC só tem esta faca de 2 legumes para controlar a inflação/consumo, corte/subir a selic :lol:


É verdade. Ao mesmo tempo fica claro que no LP estes juros altos são inviáveis. Acho que teremos como tendencias:

CP - leve baixa da selic
MP - alta moderada da selic
LP - forte baixa da selic

Fev 22, 2012 19:15
Jigsaw Forista VIP
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LH - Letra Hipotecária
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LH - Letra Hipotecária será incluída em qual Tópico?

Tenho visto CRI, LCI e LH sendo abordados no mesmo Tópico, mas como aqui houve a separação de CRI E LCI, fiquei com essa dúvida.

E a propósito, esta LF descrita aqui tem alguma similaridade com a LFT - (Tópico Tesouro Direto)?

Fev 22, 2012 21:06
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Cadu_28 escreveu:
Fraj;la escreveu:
Cadu_28 escreveu:O maior problema que vejo em produtos atrelados ao CDI, pelo menos no CP, é a tendencia de queda na taxa de juros, o que faz a rentabilidade tb diminuir.
sim cadu, no cp este é um risco, mas já falam em volta dos juros subir ano que vem,,, inflação subindo mais forte devido ao consumo que voltará forte com juros menores.. como não conseguem reduzir o custo brasil , o governo não faz corte de gastos fortes, sem prejudicar o país, não diminui a corrupção, o BC só tem esta faca de 2 legumes para controlar a inflação/consumo, corte/subir a selic :lol:


É verdade. Ao mesmo tempo fica claro que no LP estes juros altos são inviáveis. Acho que teremos como tendencias:

CP - leve baixa da selic
MP - alta moderada da selic
LP - forte baixa da selic


Concordo no CP e MP.

No LP não acho que teremos uma forte baixa.

Mas na minha humilde opinião, é bem provavel ficar abaixo dos 10%.

Fev 22, 2012 21:07
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Re: LH - Letra Hipotecária
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Jigsaw escreveu:LH - Letra Hipotecária será incluída em qual Tópico?

Tenho visto CRI, LCI e LH sendo abordados no mesmo Tópico, mas como aqui houve a separação de CRI E LCI, fiquei com essa dúvida.

E a propósito, esta LF descrita aqui tem alguma similaridade com a LFT - (Tópico Tesouro Direto)?


Colega,

A LH não é mais usada, foi substituida pela LCI .

Pelo menos é o que ouço falar.


A LF não tem haver com a LFT (emetida pelo tesouro)

LF é letra financeira, emitida pelas instituições bancarias.
As instituições não precisam recolher o mesmo % compulsorio igual acontece no cdb e por isso pagam uma taxa melhor.

BB, bradesco pagam entre 106% - 108% do cdi.
Carencia minima 2 anos.
Por enquanto é de 300K pra cima, por se um produto novo, começou em 2009 se nao me engano.

Quem esta comprando muito? os fundos de pensão.

abs

Fev 23, 2012 12:00
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CRI, LCI e LH são opções para investidor pessoa física
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Investimentos | 30/11/2011 07:30
3 aplicações financeiras ligadas a imóveis
CRI, LCI e LH são opções para investidor pessoa física
Lilian Sobral, de EXAME.com

CRI, LCI e LH são opções para aplicar no mercado imobiliário

São Paulo – Além da compra direta de imóveis, da aplicação em papéis de construtoras e do investimento em fundos de investimento imobiliários, o investidor brasileiro tem também outras três opções principais para aplicar no setor imobiliário. As emissões dos títulos imobiliários estão aumentando e trazem mais uma alternativa de investimento.

Para pessoas físicas, as opções são o CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários), a LH (Letra Hipotecária), e a LCI (Letra de Crédito Imobiliário). Outro ativo menos popular para pessoas físicas (embora não seja restrito), é a CCI (Cédula de Crédito Imobiliário). Somando os quatro ativos, o estoque registrado na Cetip somava 106 bilhões de reais em outubro, um aumento de 43% ante o volume registrado no final de 2010, de 74 bilhões de reais. “As emissões estão muito associadas ao desempenho do mercado imobiliário, que gira em torno da economia. Ou seja, quando a economia vai bem, o mercado responde e as emissões aumentam”, explica Fabio Zenaro, gerente executivo de desenvolvimento de negócios da Cetip.

Os títulos estão caindo cada vez mais nas graças do investidor pessoa física, que pode aplicar diretamente (o que exige investimentos mínimos parrudos), ou por meio de fundos de investimento que dediquem parte de sua estratégia aos títulos. Como algumas operações não exigem identificação do comprador final, não é possível precisar o percentual exato de investidores que aplicam nos ativos. Porém, fazendo uma extensão das operações identificadas, Zenaro estima que 50 bilhões de reais do estoque total está nas mãos dos investidores pessoa física, ou 47,16% do total.

Assim como nos fundos imobiliários, a principal vantagem para o investidor pessoa física é que ele fica isento do pagamento de imposto de renda. A desvantagem, porém, é que mesmo nos produtos mais simplificados, a aplicação mínima para investir nos títulos imobiliários é mais alta que as cotas mais baratas de fundos imobiliários. Conheça os títulos e suas principais diferenças:

CRI - Certificados de Recebíveis Imobiliários

Quando há uma concessão de crédito imobiliário, as companhias securitizadoras autorizadas transformam o crédito em um título, que pode ser lastreados em diferentes tipos de operação. “Um título pode ser de um imóvel já locado ou não. Dependendo da origem, também pode ser indexado ao IGP-M ou à Taxa Referencial), explica Romeu Pasquantonio, diretor de distribuição da Brazilian Finance & Real Estate (BFRE).

A grande variedade de lastro e indexadores é uma vantagem, pois deixa mais de uma opção à disposição do investidor. A opção, porém, não é acessível a um público muito grande. Sem o intermédio de um fundo de investimento, a aplicação mínima é de 300 mil reais.

Também é importante que o investidor entenda que esse título carrega o risco de crédito. Pasquantonio explica que as emissões têm avaliação de agências de rating e é importante que o investidor entenda essa análise antes de aplicar. De um estoque de 27 bilhões de reais em CRIs na Cetip, a estimativa é que 4 bilhões estejam nas mãos de investidores pessoa física.

LH – Letra Hipotecária

O título é lastreado em hipotecas. O prazo pode variar entre 180 dias e 60 meses e pode ser indexado ao IGP-M, IGP-DI, INPC e Taxa Referencial. Ainda há um estoque de cerca de 2 bilhões de reais em LH registrados na Cetip, basicamente nas mãos de investidores pessoa física. As aplicações mínimas também são de 300 mil reais.

O investimento na letra, porém, está caindo em desuso. Apesar de ainda disponível no mercado, as novas emissões estão diminuindo. Isso porque o lastro em hipoteca também é permitido pela regra que criou a LCI e, por isso, as emissões estão migrando de um ativo para outro.

LCI - Letra de Crédito Imobiliário

O ativo é o mais comum nas mãos de pessoa física. O estoque registrado na Cetip é de 44 bilhões de reais. O título é lastreado em crédito imobiliário, garantido por hipoteca ou por alienação fiduciária do imóvel. “O investimento é parecido com a aplicação em um CDB por ser emitido por instituições financeiras. O lastro no crédito imobiliário é a principal diferença”, explica Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages. A empresa tem seus títulos vendidos em 16 instituições financeiras, com aplicações mínimas de 20 mil reais. No mercado, é possível encontrar opções a partir de 10 mil reais.

A remuneração também é parecida com a de um CDB e depende muito do prazo de vencimento do título. Em geral, a aplicação rende entre 85% e 95% do CDI. Em um CDB, respeitando algumas condições, é possível alcançar 100% do CDI. A diferença é que o investimento no título dos bancos não é isento de imposto de renda como é a LCI. Por isso, dependendo do título escolhido, a remuneração líquida pode superar o CDB.

:arrow: 3 aplicações financeiras ligadas a imóveis: CRI, LCI e LH são opções para investidor pessoa física

Fev 23, 2012 19:14
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Conheça os CDBs isentos de IR
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Renda fixa | 08/12/2011 14:30
Conheça os CDBs isentos de IR
LCA e LCI permitem alcançar um retorno superior ao da poupança, CDB ou Tesouro Direto com baixo risco; maior dificuldade do investidor é encontrar os papéis
João Sandrini, de EXAME.com

Caixa: banco oferece LCI aos clientes com aplicação mínima de 50.000 reais

São Paulo – A queda dos juros combinada a uma inflação persistentemente alta no Brasil tornou mais difícil a vida de quem investe em renda fixa. Nos casos da caderneta de poupança, fundos DI com taxa de administração elevada e CDBs de bancos grandes, o rendimento líquido neste ano provavelmente será quase nada superior à inflação medida pelo IPCA ou até mesmo inferior. Isso quer dizer que o investidor mal conseguiu proteger seu poder de compra com essas aplicações. Nesse cenário, duas alternativas interessantes para turbinar a rentabilidade da carteira são as LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e as LCI (Letra de Crédito Imobiliário).

Por trás da sopa de letrinhas, estão dois títulos emitidos e garantidos por bancos e instituições financeiras. Não é à toa que a LCA é conhecida como CDB agrícola enquanto a LCI virou uma espécie de CDB imobiliário. A chance de o investidor não receber o dinheiro investido corrigido pelos juros acordados é o de quebra do banco – ou seja, o mesmo risco do CDB, de uma caderneta de poupança ou de uma conta corrente. A grande vantagem é que o investidor não paga Imposto de Renda sobre os ganhos obtidos com LCI e LCA, ao contrário do que acontece com todas as aplicações citadas acima.

Esses dois papéis costumam pagar cerca de 90% do CDI na maioria das instituições financeiras pesquisadas por EXAME.com. É possível conseguir taxas superiores quando o investidor aplicar um volume alto de dinheiro ou quando estiver disposto a aceitar um prazo de carência mais longo em que não poderá resgatar os recursos. Em situações como essa, será possível encontrar LCA e LCI que paguem 95% ou quase 100% do CDI (hoje 10,9% ao ano). Pode não parecer muito, principalmente para os grandes investidores, que não têm dificuldade em encontrar opções que paguem 100% do CDI nos grandes bancos (veja aqui).

A comparação, entretanto, é bastante enganosa. A Brazilian Mortgages, uma empresa de crédito imobiliário que emite LCI, calculou o impacto positivo da isenção de IR sobre um investimento nesses papéis. A tabela abaixo comprova que o rendimento líquido dificilmente seria encontrado em aplicações de risco equivalente:

Prazo Rendimento líquido da LCI ou LCA Rendimento bruto de uma aplicação que paga IR para que seja garantido um retorno líquido igual ao da LCI ou LCA

Até 6 meses (IR de 22,5%) 90% do CDI 116% do CDI
De 7 a 12 meses (IR de 20%) 90% do CDI 112,5% do CDI
Acima de 24 meses (IR de 15%) 90% do CDI 106% do CDI

Fonte: Brazilian Mortgages


“Por serem isentas de IR, LCI e LCA estão entre os melhores produtos de renda fixa porque oferecem uma rentabilidade líquida superior ao CDI”, diz Christiano Ehlers, superintendente de private banking do Santander.

Empecilhos

Se são tão bons assim, por que a LCI e a LCA não estão entre os investimentos de renda fixa mais populares? Por incrível que pareça, a maior dificuldade dos investidores é encontrar esses papéis na prateleira dos grandes bancos. No Santander, por exemplo, o produto só está disponível para os clientes do private banking, que tem ao menos 3 milhões de reais em aplicações financeiras depositadas na instituição. A aplicação mínima em LCI ou LCA também é elevada: 250.000 reais.

Mesmo que você não tenha todo esse dinheiro, não é preciso desanimar. Já começam a surgir algumas opções para que o cliente possa investir em LCI e LCA com aplicações iniciais mais baixas. A opção mais acessível à classe média encontrada por EXAME.com foi na Brazilian Mortgages. Nesse caso, a aplicação inicial mínima em LCI é de somente 10.000 reais. A Caixa Econômica Federal também adota uma política pouco restritiva para LCI e permite investimentos a partir de 50.000 reais. Em ambos os casos, é necessário fazer um cadastro ou abrir conta na instituição financeira para investir.

É importante lembrar que o pequeno investidor não precisa se preocupar com o risco de crédito da instituição financeira sempre que desejar investir menos de 70.000 reais. Assim como a poupança ou uma conta corrente, a LCI também conta com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para aplicações até esse valor. Isso quer dizer que o capital do investidor estará protegido mesmo que o banco quebre. A rega vale apenas para a LCI e exclui a LCA.

Outra diferença importante é que a LCA oferece isenção de IOF para aplicações de menos de 30 dias. Isso torna esse ativo muito interessante para quem deseja fazer aplicações de curtíssimo prazo, uma vez que o rendimento obtido com outras aplicações seria bastante corroído pelos impostos. No caso da LCI, essa vantagem não existe, uma vez que o investidor só encontrará o papel disponível para aplicações de ao menos dois meses.

A carência para resgate, inclusive, é algo que deve ser analisado com bastante cuidado pelo investidor. Ao contrário de muitos CDBs, que garantem liquidez diária, o investimento em LCI e LCA pode exigir um tempo mínimo de aplicação mais longo. O investidor não deve investir o dinheiro de sua reserva de emergência ou que será usado em breve para algum tipo de consumo em aplicações que não possibilitam o resgate a qualquer tempo porque, dessa forma, evita multas ou a necessidade de tomar um empréstimo com juros superiores ao da aplicação.

Características

A LCI é um título garantido por hipotecas ou financiamentos imobiliários. Na prática, o banco concede esse tipo de crédito aos clientes e depois o repassa a investidores – garantindo um spread. O título foi criado para aumentar as fontes de financiamento dos bancos para a concessão de crédito imobiliário. Hoje a principal fonte de recursos é a caderneta de poupança, já que 65% desses depósitos precisam ser direcionados para empréstimos relacionados a imóveis ou então são recolhidos junto ao Banco Central sem remuneração.

Sempre que uma instituição financeira concede mais crédito que o obrigatório ao setor imobiliário, pode usar esses empréstimos como lastro para a emissão de LCI. Como o banco consegue captar recursos e a uma taxa de cerca de 90% do CDI, o negócio acaba sendo bem interessante tanto para a instituição financeira (que paga juros menores que os de mercado) quanto para o investidor (que consegue uma rentabilidade líquida superior devido à isenção de IR). Apenas registrados na Cetip há mais de 44 bilhões de reais em LCI. O principal emissor é a Caixa Econômica Federal, banco líder em crédito imobiliário.

Assim como outros papéis de renda fixa, a LCI pode pagar um percentual do CDI, uma taxa prefixada ou a inflação mais juros prefixados. Para o investidor, o menor risco está em papéis indexados ao CDI – ainda que esses títulos se tornem menos rentáveis sempre que o Banco Central iniciar um ciclo de queda dos juros.

As LCA possuem praticamente as mesmas características das LCI, só que são lastreadas por créditos agrícolas. Os bancos precisam usar parte do dinheiro depositado em conta corrente para financiar o agronegócio. Bancos públicos como o Banco do Brasil também precisam direcionar parte do dinheiro da poupança a esse setor. O que o banco empresta a mais ao agronegócio pode servir de lastro para a emissão de LCA. Na Cetip, há mais de 17 bilhões de reais em LCA registradas. Líder no crédito ao agronegócio, o Banco do Brasil é o maior emissor.

:arrow: LCA e LCI permitem alcançar um retorno superior ao da poupança, CDB ou Tesouro Direto com baixo risco; maior dificuldade do investidor é encontrar os papéis

Fev 23, 2012 19:30
Jigsaw Forista VIP
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“CDB isento de IR” finalmente ficou acessível
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Renda fixa | 30/01/2012 13:06
“CDB isento de IR” finalmente ficou acessível
A LCI, que antes só era vendida nos bancos a clientes que estivessem dispostos a aplicar ao menos 50.000 reais, agora está acessível a quem quer investir qualquer quantia
João Sandrini, de EXAME.com

Leão do IR: título bancário isento do imposto finalmente chegou ao pequeno investidor

São Paulo – Quem gosta de investir em renda fixa ganhou uma boa noticio no início deste ano. A LCI, uma espécie de “CDB imobiliário” cuja rentabilidade líquida é praticamente imbatível entre investimentos de risco muito baixo, começou a ser oferecida nos bancos a pequenos investidores. A iniciativa mais ousada foi do banco Sofisa, que começou hoje a oferecer a aplicação sem nenhuma exigência mínima de capital no site Sofisa Direto.

Há duas semanas, o Santander já havia tomado a decisão de lançar o produto para os clientes de renda média, mas com aplicação inicial de 30.000 reais. Antes disso, as LCI estavam acessíveis para clientes da Caixa Econômica Federal para aplicações mínimas de 50.000 reais e na Brazilian Mortgages, com investimentos iniciais de ao menos 10.000 reais. De forma geral, entretanto, só havia nos grandes bancos um esforço de vendas para clientes de “private banking”, que tem ao menos 1 milhão de reais em aplicações financeiras.


A aplicação do Sofisa é interessante tanto em termos de aplicação inicial quanto de rentabilidade. A LCI é um título lastreado em operações de crédito imobiliário que conta com isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas. Isso quer dizer que o ganho do investidor com a aplicação não é tributado. As LCI do Sofisa remuneram o investidor de acordo com o prazo da aplicação, conforme a tabela abaixo:

Prazo da aplicação em LCI Rentabilidade A quanto isso equivale considerando um CDB sobre o qual incide o IR

3 meses 91% do CDI 117% do CDI
6 meses 93% do CDI 116% do CDI
9 meses 93% do CDI 116% do CDI
12 meses 94% do CDI 114% do CDI


É importante notar que é a isenção de IR que torna o produto atrativo. O próprio Sofisa permite aplicações em CDB que pagam no mínimo 100% do CDI (a taxa de juro usada de referência para empréstimos entre bancos, hoje em 10,33% ao ano). Se não fosse a isenção de IR, portanto, um papel que paga de 91% a 94% do CDI não seria atrativo. Mas sem a mordida do Leão, que come entre 15% e 22,5% do ganhos em aplicações de renda fixa, a rentabilidade oferecida equivale a um CDB que paga 114% a 117% do CDI. Esse retorno dificilmente será obtido uma por pessoa física com CDB, caderneta de poupança, fundos DI, fundos de renda fixa ou Tesouro Direto.

A LCI do Sofisa, no entanto, tem três desvantagens em relação a outas aplicações de renda fixa. A primeira é que não há liquidez diária. O investidor que aplica no produto terá de deixar o dinheiro parado por no mínimo três meses. É necessário se planejar direito, portanto, porque o investidor que for surpreendido por algum imprevisto, tiver de arcar com alguma conta e não tiver dinheiro em conta vai pagar juros bem maiores se tomar um empréstimo.

O segundo ponto a ser considerado é que com a LCI o investidor corre o risco de crédito do banco. Como qualquer banco médio, o Sofisa oferece ao investido um risco bem maior que um título público ou um CDB de uma grande instituição financeira. Os bancos médios geralmente são bem alavancados, não possuem depósitos e precisam captar no mercado o dinheiro utilizado nas operações de crédito. Sempre que o ambiente econômico é ruim, o crédito costuma secar. É por isso que os bancos Santos, Morada e PanAmericano estão entre os que enfrentaram problemas de liquidez nos últimos sete anos.

Caso um banco realmente quebre como aconteceu com o Santos, o investidor só tem seu capital garantido até o limite de 70.000 reais. Acima desse valor, o investidor se tornará um credor da massa falida do banco de terá de esperar para receber apenas uma parte do capital que investiu na instituição. É por isso que especialistas em finanças recomendam aos investidores aplicar menos de 70.000 reais em papéis de bancos médios. Quem tem mais dinheiro fica mais seguro se colocar o dinheiro em LCI da Caixa ou do Santander – ainda que a rentabilidade seja um pouco inferior.

A terceira desvantagem é que a aplicação estará disponível para o investidor. Bazili Swioklo, diretor do Sofisa Direto, explica que a LCI só pode ser emitida por bancos que oferecem empréstimos imobiliários ou possuem imóveis como garantia de outros créditos. O banco Sofisa, portanto, tem um limite não muito alto de recursos que podem ser captados com LCI.

Inicialmente estarão disponíveis aos investidores 100 milhões de reais em LCI. Quando esse estoque acabar, ele não sabe dizer se e quando haverá novas emissões. “A LCI é mais rentável que o CDB pós-fixado que oferecemos no site. Um produto não canibaliza o outro, no entanto, porque nem sempre os investidores terão as duas opções.”

Para o banco, o uso de LCI como instrumento de captação de recursos também é bastante interessante. Ao invés de pagar até 110% do CDI ao aplicador, o custo de levantar o dinheiro será de no máximo 94% do CDI. “É um dinheiro que vem com um custo interessante para o banco e que, devido à isenção de IR, também é vantajoso para o investidor”, diz Swioklo.

:arrow: “CDB isento de IR” finalmente ficou acessível

Fev 23, 2012 19:36
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Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
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Investimentos | 23/01/2012 17:35
Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
LCIs para clientes de alta renda poderão render até 88% do CDI
Lilian Sobral, de EXAME.com

São Paulo – O banco Santander começou a oferecer para os clientes de alta renda a opção de investir em LCI (Letras de Crédito Imobiliário). Os clientes do segmento Van Gogh terão disponível um produto com investimento mínimo de 30.000 reais e prazos de 181 ou 361 dias. Dependendo do ativo, a rentabilidade pode chegar a 88% do CDI, sem desconto do Imposto de Renda.

O risco da LCI é a quebra do banco. Apenas nesse caso o investidor não receberia o valor combinado ao investir, o que torna o investimento muito parecido com a aplicação em CDBs e poupança. A principal vantagem é que o investidor não paga Imposto de Renda sobre o ganho com LCI.

Oferecer o produto é uma alternativa buscada pelo banco para diversificar as fontes de captação e ampliar a estrutura de funding para crédito imobiliário. A possibilidade dos recursos da poupança não serem uma alternativa suficiente já preocupa outras empresas no país.

:arrow: Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR

Fev 23, 2012 20:20
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Re: Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
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Fraj;la escreveu:
Jigsaw escreveu:Investimentos | 23/01/2012 17:35
Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
LCIs para clientes de alta renda poderão render até 88% do CDI
Lilian Sobral, de EXAME.com

São Paulo – O banco Santander começou a oferecer para os clientes de alta renda a opção de investir em LCI (Letras de Crédito Imobiliário). Os clientes do segmento Van Gogh terão disponível um produto com investimento mínimo de 30.000 reais e prazos de 181 ou 361 dias. Dependendo do ativo, a rentabilidade pode chegar a 88% do CDI, sem desconto do Imposto de Renda.

O risco da LCI é a quebra do banco. Apenas nesse caso o investidor não receberia o valor combinado ao investir, o que torna o investimento muito parecido com a aplicação em CDBs e poupança. A principal vantagem é que o investidor não paga Imposto de Renda sobre o ganho com LCI.

Oferecer o produto é uma alternativa buscada pelo banco para diversificar as fontes de captação e ampliar a estrutura de funding para crédito imobiliário. A possibilidade dos recursos da poupança não serem uma alternativa suficiente já preocupa outras empresas no país.

:arrow: Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
fraquinho.... o sofisa direto tá pagando 91% do CDI para 3 meses de aplicação de R$ 1,00 acho que até 1 "minhão" :lol: kkkk, qto mais aumenta o prazo, mais aumenta o rendimento.... e o risco é este mesmo, o banco quebrar e ter que acionar o FGC até R$ 70 k ...

Olha santander eu até considero uma taxa boa.
87% - 88% é bacana.

... é caixa com 81%.

Fev 23, 2012 21:05
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LCI: conheça mais sobre o investimento em Letras de Crédito Imobiliário
Comentários: ( 8 )
01 de janeiro de 0001 • 00h00
Por: Equipe InfoMoney

SÃO PAULO - O movimento de queda das taxas de juros no Brasil e as expectativas de que tal trajetória siga em curso têm levado muitos investidores à busca de alternativas mais atrativas de renda fixa. Em paralelo, este cenário é favorável também para o mercado de crédito imobiliário, já que torna o financiamento mais abrangente e favorece a negociação de títulos de longo prazo.

Neste contexto, novos produtos financeiros têm sido oferecidos, ampliando o leque de alternativas para o investidor e, simultaneamente, contribuindo para o crescimento do mercado de crédito imobiliário.

Vale a pena conhecer um pouco sobre os produtos disponíveis que podem ganhar popularidade nos próximos anos. Embora relativamente recentes no mercado, operações estruturadas e difereciadas, como securitizações, por exemplo, certamente devem ganhar cada vez mais importância.

Letras de Crédito Imobiliário

Entre as opções estão as LCIs, Letras de Crédito Imobiliário, que são papéis de renda fixa lastreados em créditos imobiliários garantidos por hipotecas ou por alienação fiduciária de um bem imóvel e que dão aos seus tomadores direito de crédito pelo valor nominal, juros e atualização monetária, se for o caso.

Os bancos comerciais, múltiplos, a Caixa Econômica Federal e demais intuições que têm autorização do Banco Central para realizar operações de crédito imobiliário poderão emitir LCIs, cuja contratação deve ser, obrigatoriamente, registrada na Cetip.

Ou seja, estas instituições financeiras utilizam parte de suas carteiras de créditos imobiliários como lastro para uma aplicação financeira que pode ser oferecida a seus clientes. Os recursos aplicados, desta forma, são direcionados para financiamentos habitacionais.

As LCIs podem ser garantidas por um ou vários créditos imobiliários, mas a soma do principal das letras emitidas não pode exceder o valor total dos créditos imobiliários detidos pela instituição que a emitiu.

Prazos

O prazo de vencimento destes papéis é limitado pelo prazo das obrigações imobiliárias que serviram de base para o seu lançamento. Vale lembrar que os créditos dados em caução de determinada LCI podem ser substituídos por outros da mesma natureza, o que poderia acontecer, por exemplo, no caso de vencimento antecipado ou liquidação antes do prazo das operações imobiliária dada em garantia.

No caso da Caixa Econômica Federal, atualmente a instituição mais ativa em crédito imobiliário no Brasil, o prazo mínimo dessa aplicação é de dois meses e o máximo de 25 meses.

Tributação

Do ponto de vista de tributação, o produto é atrativo. Desde 2004 a remuneração é isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas e condomínios de edifícios residenciais ou comerciais. Já para pessoas jurídicas a tributação vai em linha com a de renda fixa, começando com alíquotas de 22,5% para aplicações de até 180 dias, até 15% para prazos superiores a 720 dias.

Vale lembrar que algumas LCIs são oferecidas ao investidor em uma operação vinculada com um contrato de swap indexado a um percentual do CDI. Ou seja, ao invés de receber seu retorno indexado à TR (como ocorre na grande maioria das aplicações relacionadas a financiamento imobiliário, como a poupança, por exemplo) o investidor tem uma aplicação que paga um percentual do CDI.

Neste caso, considerando pessoas físicas e condomínios, haverá incidência de Imposto de Renda sobre o resultado positivo entre a remuneração de LCI (TR + Juros) e a variação do CDI.

Somente para grandes investidores

Uma das principais desvantagens do produto é o valor mínimo de investimento. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, que é conhecida por oferecer fundos de investimentos com valores mínimos inferiores a outras instituições, somente disponibiliza as LCIs para investidores com aplicação mínima de R$ 50 mil.

Assim, apesar de ser um produto de baixo risco, indicado para investidores mais conservadores - em linha com o perfil atual da caderneta de poupança - as LCIs atualmente estão disponíveis apenas para investidores com grandes montantes para aplicar.

http://www.infomoney.com.br/fundos-rend ... cia/635110

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LCI: isenta de IR, aplicação atrai investidores em busca de maior rentabilidade
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26 de setembro de 2008 • 19h30
Por: Patricia Alves

SÃO PAULO - Aliar segurança com maior rentabilidade. Esse é o objetivo dos investidores que buscam alternativas mais atrativas de aplicações de renda fixa.

As LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) têm atraído os investidores, por conta de seu caráter conservador e de baixo risco, mas com uma rentabilidade maior do que muitas alternativas mais tradicionais, principalmente por conta da isenção do Imposto de Renda, na fonte e na declaração, para os investidores pessoa física.

Entenda o investimento

Diferentemente das Letras Hipotecárias, lastreadas em hipotecas, as LCIs podem ser lastreadas em créditos imobiliários garantidos por hipoteca ou por alienação fiduciária de bem imóvel.

O que isso significa? De maneira mais simples, significa que as instituições financeiras autorizadas a emitirem LCIs usam parte de suas carteiras de créditos imobiliários como garantia para uma aplicação que pode ser oferecida a seus clientes. Os recursos aplicados, por sua vez, são direcionados para financiamentos habitacionais.

Assim, as Letras de Crédito Imobiliário são vistas em todo o mundo como um investimento de baixo risco, pois têm garantia real, que é o imóvel financiado com seus recursos.

O perfil do investidor

De acordo com Vitor Bidetti, diretor da Brazilian Mortgages, primeira companhia hipotecária independente no mercado, qualquer pessoa física ou jurídica pode optar por este tipo de aplicação, desde que tenha o valor mínimo disponível exigido pelas instituições.

"Hoje, a partir de R$ 20 mil ou R$ 30 mil é possível entrar neste mercado", afirmou Bidetti. Segundo ele, a média da instituição é de aplicações em torno de R$ 200 mil ou R$ 300 mil.

Segura, a aplicação tem atraído, segundo o especialista, o típico investidor brasileiro. "As LCIs são procuradas por aqueles com perfil mais conservador, que buscam diversificar o portifólio, visando um retorno interessante, aliado ao baixo risco", definiu Bidetti.

Quanto ao prazo, segundo Vitor, o montante deve ficar aplicado por, no mínimo, dois meses. "Não existe um prazo máximo, pois depende do lastro da instituição, mas a maioria dos investimentos gira em torno de 2 a 12 meses". Segundo ele, é até possível oferecer um prazo maior, "mas não é comum o investidor querer um papel tão longo e é essa liquidez que também chama a atenção dos investidores".

Vantagens e riscos da aplicação

As LCIs conferem aos seus tomadores direito de crédito pelo valor nominal, juros e, se for o caso, atualização monetária.

Frente a alternativas, como fundos de renda fixa e CDB, a isenção de imposto de renda é o que torna o investimento em LCIs mais atrativo. "Uma LCI, num prazo de 180 dias, que promete rendimento de 90% do CDI, garante esses 90%. Para um CDB com a mesma rentabilidade líquida, seria necessário um rendimento bruto de 116,13%, ou seja, praticamente impossível de encontrar", exemplificou, de acordo com a tabela abaixo:

Prazo CDI líquido IR (alíquota) Taxa bruta equivalente

Até 180 dias 90% 22,5% 116,13%
De 181 a 360 dias 90% 20% 112,50%
De 361 a 720 dias 90% 17,50% 109,09%
Acima de 720 dias 90% 15% 105,88%

Fonte: Banco Ourinvest


Além disso, a liquidez e o baixo risco são outros diferenciais.

"O único risco da aplicação, por conta de ser um título privado, é o de a própria empresa ter problemas", explicou Bidetti. "No entanto, a instituição só pode emitir letras com base em lastros de créditos já desembolsados, ou seja, um limite que dá segurança ao investidor", completou.

http://www.infomoney.com.br/fundos-rend ... ia/1268999

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Fundos, LCI e CRI: conheça mais sobre os investimentos imobiliários
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25 de outubro de 2011 • 18h25
Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – A forte valorização dos imóveis nos últimos anos fez com que os investidores se interessassem mais por este tipo de bem. E eles estão descobrindo que também é possível aplicar por meio de fundos e outros produtos de investimentos ligados ao setor, como o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e a LCI (Letra de Crédito Imobiliário).

O interesse e as dúvidas sobre esse tipo de aplicação são grandes: de acordo com enquete do portal InfoMoney, 14% dos leitores se interessam ou possuem dúvidas sobre fundos e outros produtos imobiliários.
Para o sócio da Credit Suisse Hedging-Griffo e responsável pela área de fundos imobiliários da gestora, Alexandre Machado, o investimento em imóveis está bastante ligado à cultura financeira dos brasileiros.
“O brasileiro tem por hábito o investimento em imóveis, quer seja pela origem latina como também pelo período inflacionário que passamos no passado, quando os imóveis eram usados como um bom hedge (proteção) contra a inflação”, afirma Machado.

Fundos imobiliários

Segundo ele, entre as principais vantagens dos fundos imobiliários em relação à compra de um imóvel estão os valores – bem mais baixos quando se compra cotas de fundos – e a diversificação do portfólio imobiliário.

Além disso, ele também destaca os benefícios tributários deste tipo de aplicação. Enquanto sobre os rendimentos provenientes de aluguéis há a incidência de Imposto de Renda, por meio dos fundos imobiliários é possível, segundo a lei 11.196/05, isentar de IR os investidores pessoa física.

Outra vantagem de investir em fundos é a ausência do risco de vacância (desocupação do imóvel) e de deterioração imobiliária em uma certa região, segundo o especialista.

Baixa liquidez e informação ao mercado

Mas quem pretende investir em fundos imobiliários também precisa ficar atento às desvantagens em relação a outros investimentos. Uma delas é a falta de liquidez do mercado secundário. Isto quer dizer que, se você precisar do dinheiro com urgência, pode ter dificuldade de vender suas cotas. O mesmo pode acontecer com quem pretende comprar cotas depois do lançamento do fundo.

De acordo com Machado, outro ponto que ainda precisa ser aperfeiçoado nos fundos imobiliários é a informação aos cotistas. “Acho que este é o desafio da indústria. Encontrar um padrão para que possamos nos comunicar não só com os clientes de cada instituição, mas com o mercado como um todo”, afirma.

“Existe a iniciativa de algumas casas de tentar aprimorar este processo, mas, de fato, discute-se muito um padrão até para que os fundos sejam mais comparáveis”, completa o executivo.

CRI e LCI

Além dos fundos, o investidor também consegue investir em imóveis por meio de outros produtos financeiros, como o CRI (Certificados de Recebíveis Imobiliários) e a LCI (Letra de Crédito Imobiliário).
Os CRIs são títulos lastreados em créditos imobiliários, garantidos por imóveis e que apresentam promessa de pagamento em dinheiro, com a venda de imóveis residenciais, comerciais ou de lotes urbanos e aluguéis de shopping centers e prédios comerciais.

Ao adquirir um CRI, o investidor está comprando, na verdade, o fluxo de recebimento de crédito concedido para a efetivação do empreendimento imobiliário. Quando você adquire um CRI, o rendimento vai se basear no fluxo de recebíveis que, neste caso, são os créditos decorrentes de operação de venda e compra a prazo, ou financiamento e locação de imóveis, sejam estes residenciais, comerciais ou industriais.

Assim como os fundos imobiliários, os CRIs também podem ser adquiridos por pequenos investidores. No primeiro semestre deste deste ano, por exemplo, a Caixa Econômica Federal ofereceu certificados com aplicação mínima de R$ 10 mil, com um retorno de 10% ao ano mais TR (taxa referencial).

Entre as vantagens desse investimento também se destacam a ausência de tributação sobre os rendimentos e o baixo risco, por conta do rating concedido pelas agências internacionais.

Já as LCIs são papéis de renda fixa lastreados em créditos imobiliários garantidos por hipotecas ou por alienação fiduciária do imóvel. Assim como nos fundos e nos CRIs, o investimento em LCI também é isento de Imposto de Renda, uma das principais vantagens para o investidor de varejo.

Uma das principais desvantagens do produto é o valor mínimo de investimento. A Caixa Econômica Federal, por exemplo, que é conhecida por oferecer fundos de investimentos com valores mínimos inferiores a outras instituições, só disponibiliza as LCIs para investidores com aplicação mínima de R$ 50 mil.

http://www.infomoney.com.br/financas/noticia/2238822

Fev 23, 2012 21:20
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LCI: redução do valor mínimo da aplicação atrairia mais investidores à modalidade
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07 de novembro de 2011 • 17h14
Por: Patricia Alves

SÃO PAULO – Importante instrumento para a geração de recursos para o financiamento imobiliário, sendo, inclusive, uma alternativa à caderneta de poupança neste sentido, as LCIs (Letras de Crédito Imobiliários) são também uma opção para a diversificação de investimentos.

O valor mínimo de aplicação da modalidade – em torno de R$ 20 mil -, no entanto, pode ser um dos entraves à popularização deste investimento.

De acordo com o superintendente de Negócios da Brazilian Mortgages, Flavio Fortes, a redução do valor mínimo e uma maior divulgação poderiam atrair mais investidores às LCIs, que são importantes alternativas de diversificação de investimentos. “A popularização é muito importante, pois trata-se de um investimento que apresenta excelente relação risco/retorno”, afirma.

Retorno e benefício fiscal

Segundo Fortes, a modalidade é voltada para o investidor com perfil mais conservador, que busca uma rentabilidade superior à dos fundos de renda fixa.

Esse é o caso do médico Ricardo Antenor de Souza e Souza, de 34 anos, que há três anos investe em LCI. “Sempre fui conservador nos meus investimentos”, revela. “Em comparação aos meus outros investimentos em renda fixa, observo [na LCI] um ganho líquido maior”, completa, referindo-se ao benefício fiscal da aplicação, que isenta o investidor pessoa física do pagamento de imposto de renda na fonte e na declaração.

Carla Borges, de 44 anos, também foi atraída pelo retorno da aplicação. “O rendimento acima do CDB comum e com custo menor foi o que me chamou a atenção”, afirma a publicitária, que investe em LCI desde julho deste ano.

A tabela abaixo mostra, em números, como a isenção de IR faz toda a diferença no retorno da aplicação:

Qual é a taxa de um investimento em CDI que se iguala à aplicação em LCI?

Prazo LCI CDI

6 meses de aplicação (IR de 22,5%) 90% 116%
1 ano de aplicação (IR de 20%) 90% 112,50%
Acima de 720 dias (IR de 15%) 90% 106%

Fonte: Brazilian Mortgages


Sem sazonalidade

Além do ganho líquido maior, o médico Ricardo Antenor de Souza e Souza citou a segurança da modalidade, “principalmente quando comparada ao mercado de ações, que nos últimos tempos parece uma montanha-russa”.

De acordo com Flavio Fortes, da Brazilian Mortgages, no entanto, eventos pontuais, como crises, corte nas taxas de juros etc, não fazem com que o investidor procure mais ou menos as LCIs. “Não se percebe a sazonalidade nas aplicações, visto que a maior parte dos investidores é cativa e mantém parte de seus recursos investidos em LCI com o objetivo de garantir uma rentabilidade interessante, num investimento conservador”, explica.

Entenda a LCI

Diferentemente das Letras Hipotecárias, lastreadas em hipotecas, as LCIs podem ser lastreadas em créditos imobiliários garantidos por hipoteca ou por alienação fiduciária de bem imóvel.

O que isso significa? De maneira mais simples, significa que as instituições financeiras autorizadas a emitirem LCIs usam parte de suas carteiras de créditos imobiliários como garantia para uma aplicação que pode ser oferecida a seus clientes. Os recursos aplicados, por sua vez, são direcionados para financiamentos habitacionais.

Assim, as Letras de Crédito Imobiliário são vistas em todo o mundo como um investimento de baixo risco, pois têm garantia real, que é o imóvel financiado com seus recursos.

http://www.infomoney.com.br/imoveis/not ... modalidade

Fev 23, 2012 21:25
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Após nova queda da Selic, confira quais são as melhores opções de investimentos
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19 de janeiro de 2012 • 19h14
Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – O Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central decidiu, na última quarta-feira ( 18 ), reduzir a Selic (taxa básica de juro) em 0,5 ponto percentual, para 10,5% ao ano. O corte ficou em linha com as expectativas da maior parte dos analistas de mercado e marcou a quarta redução consecutiva da taxa, que desde agosto do ano passado segue em trajetória declinante.

Neste contexto, fica a pergunta de muitos investidores: qual a melhor aplicação financeira para o momento? Segundo o gestor de investimentos da Lecca, Georges Catalão, a renda fixa ainda continua atrativa para o investidor – mesmo com a queda da Selic, a taxa de juros real no Brasil ainda é a mais alta do mundo.

De acordo com ele, para quem investe diretamente em títulos do governo, por meio do programa Tesouro Direto, a melhor alternativa para este ano são as LTFs (Letras Financeiras do Tesouro) - títulos pós-fixados indexados à taxa Selic. Isto porque ele acredita que o BC interrompa a redução da Selic, quando a taxa atingir o patamar de 10% ao ano, por conta das preocupações com a inflação.

"Isso já está precificado nas curvas futuras de juros. Assim, as NTN-B e os títulos prefixados ficam menos atrativos e dão espaço para as LFTs”, afirma o gestor.

Já o diretor da Valore Investimentos Personalizados, Sérgio Quintella, aponta que as NTN-B (Nota do Tesouro Nacional – Série B), que performaram muito bem em 2011, devem continuar com bom rendimento este ano. “Dada uma expectativa de alta inflação, acreditamos que os títulos públicos atrelados ao IPCA sejam uma excelente alternativa”, diz.

Renda variável

Ao mesmo tempo que a Selic começou o ano em trajetória de queda, a Bolsa de Valores iniciou o ano em ascensão. Desde o dia 2 de janeiro, o Ibovespa (principal referencial da bolsa paulista) já acumula alta de 9,11% (até o fechamento desta quinta-feira, dia 19), em um movimento de ajuste em relação às perdas verificadas em 2011 (18,1%).

Para o diretor da Valore, as ações já aparecem como uma boa alternativa desde meados do ano passado. “Venho sugerindo há algum tempo que os investidores se posicionem em ações com calma e tranquilidade”, diz. Segundo ele, em 2012, o Ibovespa deve ter um desempenho melhor do que no ano passado. “Pensamos que este ano é de alta, sim, mas com bastante volatilidade”, pontua.

Para Georges Catalão, da Lecca, o investidor deve seguir cauteloso com o investimento em renda variável, por conta das incertezas que ainda pairam sobre as economias europeias. “Estamos com uma carteira relativamente protegida, bem exposta às ações pagadoras de dividendos, que protegem da volatilidade do mercado e garantem rentabilidade, mesmo que o papel não valorize”, afirma.

Outros investimentos

Mas nem só de títulos públicos e ações vivem os investidores. De acordo com Quintella, da Valore, é importante diversificar as aplicações financeiras. “Há diversos investimentos que podem complementar e deixar a carteira de investimentos mais saudável”, diz.

Segundo ele, é importante que o investidor procure outras alternativas e, principalmente, analise se vale a pena ficar na tradicional caderneta de poupança ou buscar novas aplicações. “Existem, por exemplo, os fundos de investimentos imobiliários, onde o investidor se posiciona em imóveis, mas com baixo capital – a partir de R$ 100, é possível comprar uma cota do fundo”, ressalta.

Ele aponta ainda outros investimentos atrelados ao mercado imobiliário. “Tem o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários), que é isento de IR e normalmente é atreladoàa inflação", diz. Outra alternativa são as LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio). A partir de R$ 1 mil, você consegue uma excelente alternativa ao CDB, pois elas são isentas de IR”, conclui.

http://www.infomoney.com.br/investiment ... estimentos

Fev 24, 2012 9:30
Wilson Junior Forista VIP
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Re: Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
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Fraj;la escreveu:
INVESTIMENTOS escreveu:
Fraj;la escreveu:
Jigsaw escreveu:Investimentos | 23/01/2012 17:35
Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
LCIs para clientes de alta renda poderão render até 88% do CDI
Lilian Sobral, de EXAME.com

São Paulo – O banco Santander começou a oferecer para os clientes de alta renda a opção de investir em LCI (Letras de Crédito Imobiliário). Os clientes do segmento Van Gogh terão disponível um produto com investimento mínimo de 30.000 reais e prazos de 181 ou 361 dias. Dependendo do ativo, a rentabilidade pode chegar a 88% do CDI, sem desconto do Imposto de Renda.

O risco da LCI é a quebra do banco. Apenas nesse caso o investidor não receberia o valor combinado ao investir, o que torna o investimento muito parecido com a aplicação em CDBs e poupança. A principal vantagem é que o investidor não paga Imposto de Renda sobre o ganho com LCI.

Oferecer o produto é uma alternativa buscada pelo banco para diversificar as fontes de captação e ampliar a estrutura de funding para crédito imobiliário. A possibilidade dos recursos da poupança não serem uma alternativa suficiente já preocupa outras empresas no país.

:arrow: Santander oferece LCI, espécie de CDB isento de IR
fraquinho.... o sofisa direto tá pagando 91% do CDI para 3 meses de aplicação de R$ 1,00 acho que até 1 "minhão" :lol: kkkk, qto mais aumenta o prazo, mais aumenta o rendimento.... e o risco é este mesmo, o banco quebrar e ter que acionar o FGC até R$ 70 k ...

Olha santander eu até considero uma taxa boa.
87% - 88% é bacana.

... é caixa com 81%.
A CEF chutou mesmo o balde, e ainda tem que começar com R$ 50 k :lol: :oops:


Até 70k dá pra aplicar no Sofisa, acima disso o negócio é ir atrás de outra coisa mesmo. :roll: Como ainda estou longe de 70k tá tranquilo :lol:

Fev 24, 2012 13:28
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Ago 28, 2009 22:38
 
 
Falei com o santander.

Precisa ser cliente Van gogh.

Porem a aplicação inicial é de R$ 30 mil.

Entre os brancos grandes é a melhor taxa.

Pra quem quer fugir da mordida no CDB acho bem interessante.

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