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Jul 13, 2012 19:34
Forever Forista Assíduo
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Iniciantes em FII
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Obrigado pela criação do tópico. Será de grande ajuda para o nosso aprendizado.

Para começar, gostaria de uma opinião dos mais experientes: quais os pontos positivos e negativos mais importantes de XPGA11 e FEXC11B?

Desde já, agradeço a quem puder responder.

Abraço,
Forever.

Jul 14, 2012 0:36
Sultan of Swing Forista Assíduo
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Jul 15, 2012 13:41
Rei Peão Estreante
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Pessoal,

Li o texto, vi o vídeo e achei interessante. Pesquisando, encontrei em http://www.bmfbovespa.com.br/renda-vari ... ioma=pt-br uma lista dos FIIs negociados na Bovespa e mais outras informações.

Jul 15, 2012 16:36
Adam_Smith Forista Assíduo
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Pessoal, segue abaixo um site da bovespa que é muito interessante a leitura sobre FII. Não entendo muito sobre o assunto mas vale compartilhar os conhecimentos sobre o assunto.

http://www.bmfbovespa.com.br/renda-vari ... ioma=pt-br

Jul 15, 2012 23:38
Digger Forista Assíduo
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Acho q o mais difícil é conhecer os fundos, costumo conseguir estudar dois por semana , os outros vou sabendo por cima até q me chame a atenção por algum motivo especial.
Seguem alguns links muito úteis:

http://www.bmfbovespa.com.br/renda-vari ... ioma=pt-br

http://www.bmfbovespa.com.br/Agencia/buscar.asp

http://cvmweb.cvm.gov.br/SWB/defaultCPublica.asp

http://www.bfre.com.br/brazilianmortgag ... sos-fundos


O da bovespa é muito completo!!!

Jul 16, 2012 2:05
MMC29 Forista Assíduo
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porque investir em FII?
MMC29
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Fundos de Investimento Imobiliário (FII)

São fundos de investimento como os de ações ou renda fixa. A diferença é que os recursos (mínimo de 75%) serão aplicados em imóveis e ativos financeiros imobiliários. É uma excelente opção para quem gostaria de investir no mercado imobiliário, mas não possui o capital necessário e nem o know how para negociar imóveis diretamente.

Esses fundos obtêm sua rentabilidade através da locação, arrendamento, venda do imóvel e outras atividades ligadas ao ramo imobiliário. A atividade mais comum dos FIIs é a compra de imóveis com o intuito de lucrar através dos aluguéis e da valorização dos mesmos. Objetivo bem similar ao do investidor pessoa física que compra imóveis como investimento.

Com a convergência de queda da SELIC, os investidores buscam por opções de investimento mais rentáveis. Dado isso, a tendência é aumentar a liquidez dos FIIs. Essa forma de investimento já é bem conhecida e utilizada nos EUA, através dos REITs, e vem crescendo no Brasil.

A remuneração dos FIIs é obtida através dos rendimentos distribuídos e da valorização das cotas. Os fundos são obrigados a pagar, em até seis meses, 95% dos seus rendimentos para os cotistas, que são isentos de IR para pessoas físicas que possuem menos de 10% das cotas de fundos com mais de 50 cotistas e cujas cotas sejam negociadas exclusivamente na Bolsa ou mercado de balcão organizado.

No entanto, o ganho de capital auferido pela venda das cotas não é isento de IR, sendo taxado à alíquota de 15%.

Por que investir através dos FIIs e não diretamente em imóveis? Dentre as principais vantagens podemos citar:
•Praticidade;
•Fracionamento;
•Liquidez;
•Custos;
•Rentabilidade;
•Risco;
•Diversificação.

Comparação entre Compra direta de imóveis e FIIs:
1. Praticidade
Compra direta de imóvel: Demanda muito tempo e burocracia
Investimento em FIIs: Compra e vende cotas através do Home Broker, simples como comprar e vender ações
2. Fracionamento
Compra direta de imóvel: Imóveis são caros e de difícil divisão
Investimento em FIIs: As cotas possuem um valor muito menor e você pode escolher o percentual que deseja comprar ou vender
3. Liquidez
Compra direta de imóvel: Muito baixa
Investimento em FIIs: Média, mas vem aumentando com o crescimento desse mercado
4. Custos
Compra direta de imóvel: Além das taxas, como o ITBI, tem a comissão do corretor, que gira em torno de 5%
Investimento em FIIs: Taxa de administração dos fundos e taxas de corretagem do Home Broker
5. Rentabilidade
Compra direta de imóvel: Depende de vários fatores e os aluguéis possuem incidência de IR
Investimento em FIIs: Os fundos são obrigados a distribuir 95% dos rendimentos e eles podem ser isentos de IR para pessoas físicas
6. Risco
Compra direta de imóvel: Alto de vacância e inadimplência
Investimento em FIIs: Médio-baixo, pois está diversificado em vários imóveis e inquilinos de primeira linha, como grandes empresas
7. Diversificação
Compra direta de imóvel: Baixa, com um ou poucos imóveis e inquilinos
Investimento em FIIs: Alta, com diversos imóveis e inquilinos
http://investimentosnapratica.com/fundo ... iario-fii/

Jul 16, 2012 2:08
MMC29 Forista Assíduo
Mensagens: 331
Por que Investir ?
MMC29
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Jan 13, 2012 20:01
 
 
Teria várias maneiras de argumentar o porquê alguém deva investir em Fundos Imobiliários, mas, o modo que entendo mais didático é comparar o investimento em FII com o investimento direto em imóveis. Vou basear os exemplos levando em consideração a comparação com fundos imobiliários voltados para recebimento de aluguel mensal. Vale lembrar que existem outros tipos de FIIs (veja na página: O que é FII?)


Mas antes, devo lembrar-lhes que Fundos Imobiliários, assim como imóveis, devem ser encarados como investimentos de longo prazo. Fundos imobiliários são excelentes para quem deseja ter renda mensal como meio de subsistência ou como complementação de renda de aposentadoria ou salário. Portanto, cabe aqui a comparação com investimento em imóveis que chamarei de “tijolo”, isto é, imóveis palpáveis, aquele que está próximo a você e que está escriturado em seu nome. Não que o investimento em FII não seja de fato em imóveis reais, naturalmente eles o são, mas, na verdade, neste caso, você é possuidor de uma cota de um fundo e não dos imóveis que lastreiam este fundo (veja mais na página: O que é FII? )


Para facilitar o entendimento, vamos separar o ato de investir em três momentos – a COMPRA, a MANUTENÇÃO e a VENDA.


A COMPRA


Imóvel "Tijolo"
Comprar um imóvel real, que seja só seu, escriturado em seu nome, que fique próximo da sua região, enfim, comprar "tijolo", na verdade dá um trabalho daqueles. Primeiro você precisa decidir que tipo de imóvel deseja e quanto pretende obter de renda com ele, depois você precisa ir a caça do imóvel, procurando em anúncios de jornal ou contatando imobiliárias. Você precisará dedicar muito tempo e paciência, ao visitar diversas opções de imóveis. Depois de selecionado o imóvel vem a negociação de valores com o proprietário, e, ao final, quando enfim tiver decidido e fechado a compra, vem, talvez, a parte mais chata, que é a transferência do bem para o seu nome. A escrituração de um imóvel é um processo desgastante e que gera muita ansiedade. É preciso tirar uma série de certidões, como, para se certificar que o imóvel não é objeto de penhora, que o vendedor não está envolvido em nenhuma pendência judicial, que os tributos, federais e municipais estão em dia, que não existem pendências com o condomínio e etc,etc, etc. Este processo todo leva muito tempo, por vezes meses e, por mais bem assessorado que você esteja, sempre passará por uma série de situações desconfortáveis e estressantes.

Outro aspecto relevante na compra de um imóvel de “tijolo” que preciso ressaltar é o alto valor do investimento em um único bem. Quem investe em imóveis para renda, mesmo que seja uma salinha comercial de 30 m², sempre precisa desembolsar um valor bastante considerável de uma única vez.
Também é necessário levar em conta o custo da operação. Entre tributos, taxas e comissões, normalmente a aquisição de “tijolo, leva cerca de 6 a 8% do valor investido.


FII
Comprar um Fundo Imobiliário é um procedimento muito simples. Basta ter uma conta em uma corretora ou banco, com acesso a um Home Broker, escolher o fundo e inserir a ordem de compra. Obviamente que o investidor deverá estar minimamente familiarizado com o uso de um home-broker, mas, este é um procedimento extremamente simples e que você executa de onde estiver, bastando ter acesso a internet. Você toma a decisão de casa, no conforto do seu lar, sozinho, sem precisar de intermediários diretos. Sem stress. Claro, que ninguém vai sair por aí comprando qualquer coisa sem saber do que se trata. O processo de escolha de um FII também exige conhecimento deste mercado, afinal, assim como nos imóveis de “tijolo”, entre os FII’s também encontramos coisas boas, razoáveis e micos. Quando falo de simplicidade refiro-me ao procedimento de compra em si, e não da decisão do que comprar. Não existe burocracia, papelada, certidões, enfim, basta ter o dinheiro na conta e em poucos minutos você pode se tornar dono de parte de um shopping center ou de um prédio de escritórios.
Outro aspecto importante é que você pode investir em FII o valor que quiser. Existem fundos, cuja cota vale menos de R$10,00. Ou seja, com o valor que você alocaria em um único imóvel de "tijolo" você pode comprar cotas de vários fundos, diluindo assim seus riscos. Além disto, sua alocação pode ser melhor planejada e feita aos poucos - um pouquinho todo mês, por exemplo.
Quanto aos custos, estes são extremamente mais baixos que os despendidos em imóveis de tijolo. Normalmente você terá o custo de emissão da ordem de compra que na maioria das corretoras é fixo – varia de 10,00 a 20,00, mais alguns impostos e taxas. Mas, no total suas despesas não chegarão a 0,2 % do valor investido.


A ADMINISTRAÇÃO


Aqui precisamos avaliar vários aspectos do dia-a-dia da administração de um imóvel e de um fundo imobiliário, tais como, o procedimento de locação, o recebimento dos aluguéis, o controle do recolhimento dos impostos e taxas, a eventual vacância no imóvel, a manutenção física do imóvel, a rentabilidade e o aspecto tributário.


A LOCAÇÃO


Imóvel "Tijolo"
Administrar um imóvel de "tijolo" também é muito trabalhoso. Primeiramente você terá que encontrar um inquilino. Pode fazer isto por conta própria ou delegar para alguma imobiliária. Esta é uma tarefa que pode levar algum tempo. Será necessário fazer uma avaliação do interessado e solicitar avais e fianças. Você terá também que elaborar um contrato, colher assinaturas do futuro inquilino e dos avalistas. Registrar o contrato em cartório, dar ciência ao condomínio, liberar o acesso ao imóvel, enfim, uma série de tarefas, que podem ser delegadas a uma administradora, é verdade, mas que tomará bastante do seu tempo.


FII
Ao comprar uma cota, normalmente, você estará entrando em um empreendimento já consolidado e totalmente ocupado. E o melhor, seus inquilinos poderão ser grandes empresas nacionais e até internacionais. A maioria de nós, apenas através de fundos imobiliários, poderá ter inquilinos de um porte de uma Petrobrás, ou Banco do Brasil ou AMBEV. Isto trás muita tranqüilidade para quem investe.


CONTROLANDO O PAGAMENTO DE ALUGUÉIS, TAXAS E IMPOSTOS


Imóvel "Tijolo"
Alugado o imóvel você deverá controlar os pagamentos mensais dos aluguéis, bem como, verificar periodicamente a quitação do condomínio, IPTU e conta de energia. Isto pode ser particularmente estressante, principalmente se você não possuir um administrador ou, se este administrador não for eficaz. É chato ficar ligando para saber do pagamento e cobrando multa do inquilino, ou, ligar para a imobiliária para saber por que o aluguel do mês ainda não foi depositado.


FII
Via de regra, os rendimentos mensais entram em sua conta na corretora ou no banco religiosamente e, no mesmo dia do mês. Você não tem que se preocupar com atrasos ou pagamentos de impostos. Tem uma administração profissional cuidando disto prá você.


VACÂNCIAS


Imóvel "Tijolo"
Quando seu contrato de aluguel não é renovado e seu imóvel fica vago, nem sempre é fácil encontrar um novo inquilino. Durante este período você terá que arcar com os custos do condomínio e IPTU. Além disto, seu imóvel de “tijolo” normalmente é desocupado por inteiro, ou seja, você não fica com parte alugado e parte desocupado. De um dia para o outro você fica sem sua renda e ainda tendo que arcar com despesas do imóvel.


FII
Vacâncias são um risco que existem também nos FIIs. Existem FIIs que possuem apenas um único inquilino. Neste caso, normalmente, é uma grande empresa que para desocupar o imóvel teria um enorme custo e transtorno operacional. Mas, muitos FIIs têm sua carteira composta por vários imóveis e inquilinos, assim, quando um deles entrega o imóvel, apenas uma pequena parte do rendimento é afetada.


MANUTENÇÃO NOS IMÓVEIS


Imóvel "Tijolo"
Eventualmente, você também terá que lidar com problemas físicos e de manutenção do imóvel, tais como, problemas hidráulicos, elétricos e estruturais. Isto pode ser especialmente, desgastante. Imagine ser acionado num sábado pela manhã porque um cano furou e está inundando sua sala. Quem tem imóveis de “tijolo” com certeza já passou por algo parecido. Você também terá, ou pelo menos deveria, participar das reuniões de condomínio com suas inevitáveis “taxas extras”.


FII
No caso dos FIIs este é um problema que não existe. Um administardor está tomando conta disto prá você. O cotista nem fica sabendo dos problemas do dia-a-dia. E, se em último caso, por algum motivo, você não estiver satisfeito com o administrador de seu fundo, venda suas cotas e migre para outro.


RENTABILIDADE E ASPECTO TRIBUTÁRIO


Imóvel "Tijolo"
A rentabilidade de um imóvel “tijolo” comercial, normalmente, é um pouco menor que a conseguida em um FII. Isto ocorre porque os imóveis de um FII, na maioria das vezes, são de alto padrão, os inquilinos são grandes empresas e o poder de negociação é maior do que na negociação individual entre proprietário particular e inquilino. Quanto à tributação, o aluguel de imóvel de tijolo é tributado quando da declaração de ajuste anual e pode chegar a 27,5%. Quanto à rentabilidade advinda da valorização do imóvel, isto varia muito de caso a caso. Depende da localização, da idade do imóvel, do estado de conservação, e de muitos outros aspectos.


FII
A rentabilidade dos FIIs, atualmente, tem variado de 0,6 a 0,9 % ao mês. Eles são isentos de imposto de renda desde que tenham mais de 50 cotistas e que o cotista não possua individualmente mais do que 10% das cotas do fundo. Ou seja, na prática, pode-se afirmar que FIIs são isentos de imposto de renda. Quanto à valorização das cotas, normalmente, elas oscilam de acordo com os reajustes anuais dos aluguéis, mas, nunca é demais lembrar que fundo imobiliário é investimento de renda variável, logo, o valor da cota varia para cima ou para baixo de acordo com o mercado.


A VENDA


Imóvel "Tijolo"
A venda de um imóvel “tijolo” não é um procedimento simples. Também é preciso recorrer a anúncios de jornal ou entregar a tarefa a uma imobiliária. Imóveis normalmente não têm uma boa liquidez e você pode levar meses para vender o seu. Sem falar nas propostas e no chororô natural que vai ter que ouvir dos postulantes a compradores. Te oferecerão veículos e outros imóveis como parte do pagamento. Muitas vezes, haverá um financiamento bancário envolvido ou propostas de pagamento parcelado. E, depois de efetuada a venda vem todo o processo burocrático, escrituração, certidões, etc, etc,etc. Vale lembrar que na venda de imóveis incide imposto sobre o ganho de capital.


FII
Você realiza a venda da mesma maneira que fez a compra. Na frente de seu computador e com apenas alguns cliques. Os fundos imobiliários no Brasil estão longe de possuir uma boa liquidez, ou seja, você poderá demorar algum tempo para conseguir vender suas cotas ao preço que acha justo, mas, com certeza é um procedimento infinitamente mais fácil do que vender um imóvel de “tijolo”. Outra enorme vantagem, é que você pode vender a quantidade de cotas que quiser. Assim, se você possui um imóvel de “tijolo” e, eventualmente, passa por uma necessidade de caixa, terá que vender todo o imóvel para resolver seu problema, ao passo que, no caso dos fundos imobiliários, você poderá se desfazer apenas da quantidade de cotas que for suficiente para resolver seu problema. Por exemplo, se você possui 200 mil investidos, mas, por uma emergência, precisa de 50 mil, não poderá vender parte do imóvel de “tijolo”, coisa perfeitamente possível em um FII. No caso de venda de cotas de FII também há incidência de ganho de capital à alíquota de 20%.
http://fii-facil.blogspot.com.br/p/porque-investir.html

Jul 16, 2012 2:12
MMC29 Forista Assíduo
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Saiba tudo sobre os Fundos Imobiliários
MMC29
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Jan 13, 2012 20:01
 
 
Não vi que o Frajola já tinha postado.

Jul 18, 2012 23:59
MMC29 Forista Assíduo
Mensagens: 331
MMC29
Registrado em:
Jan 13, 2012 20:01
 
 
Forever escreveu:Obrigado pela criação do tópico. Será de grande ajuda para o nosso aprendizado.
Para começar, gostaria de uma opinião dos mais experientes: quais os pontos positivos e negativos mais importantes de XPGA11 e FEXC11B?
Desde já, agradeço a quem puder responder.
Abraço,
Forever.
Na minha opinião, pontos positivos: ao comprar esses FIIs vc compra uma carteira diversificada de CRIs (o que dilui o impacto de uma possivel inadimplência), pessoas que normalmente não teriam acesso aos principais CRIs pelo alto valor podem investir através desses FIIs, rendimentos altos.
Pontos negativos: taxa de administração, taxa de performance e poucas informações sobre os CRIs em carteira (normalmente).
Outra caracteristica (q não considero positiva ou negativa, só precisa entendê-las): o valor patrimonial das cotas de um FII de CRIs não tende a crescer, o que entra de remuneração dos CRIs é distribuido como rendimento, portanto, isentos pra pf.
Editado pela última vez por MMC29 em Jul 19, 2012 17:40, em um total de 1 vez.

Jul 19, 2012 13:33
Forever Forista Assíduo
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Mai 20, 2011 16:51
 
 
MMC29 escreveu:
Forever escreveu:Obrigado pela criação do tópico. Será de grande ajuda para o nosso aprendizado.
Para começar, gostaria de uma opinião dos mais experientes: quais os pontos positivos e negativos mais importantes de XPGA11 e FEXC11B?
Desde já, agradeço a quem puder responder.
Abraço,
Forever.
Na minha opinião, pontos positivos: ao comprar esses FIIs vc compra uma carteira diversificada de CRIs (o que dilui o impacto de uma possivel inadimplência), pessoas que normalmente não teriam acesso aos principais CRIs pelo alto valor podem investir através desses FIIs, rendimentos altos.
Pontos negativos: taxa de administração, taxa de performance e poucas informações sobre os CRIs em carteira (normalmente).
Outra caracteristica (q não considero positiva ou negativa, só precisa entendê-las): o valor patrimonial das cotas de um FII de CRIs não tende a crescer, o que entra de remuneração dos CRIs é distribuido como rendimento, portanto, isentos] pra pf.

Muito obrigado pela resposta.

Abraço,
Forever.

Jul 24, 2012 17:47
pholio Forista Assíduo
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Jan 06, 2011 21:34
 
 
Eu vejo uma grande vantagem em o pequeno investidor poder adquirir uma carteira de CRIs, produto ao qual nunca teria acesso.

Por outro lado, já vi que algumas pessoas evitam esses FIIs por medo de uma deterioração da carteira de CRIs (uma alta inesperada na inadimplência, por exemplo). Como não parece haver muita informação sobre esse tipo de ativo, podemos considerar que esses riscos são ponto negativo.


MMC29 escreveu:
Forever escreveu:Obrigado pela criação do tópico. Será de grande ajuda para o nosso aprendizado.
Para começar, gostaria de uma opinião dos mais experientes: quais os pontos positivos e negativos mais importantes de XPGA11 e FEXC11B?
Desde já, agradeço a quem puder responder.
Abraço,
Forever.
Na minha opinião, pontos positivos: ao comprar esses FIIs vc compra uma carteira diversificada de CRIs (o que dilui o impacto de uma possivel inadimplência), pessoas que normalmente não teriam acesso aos principais CRIs pelo alto valor podem investir através desses FIIs, rendimentos altos.
Pontos negativos: taxa de administração, taxa de performance e poucas informações sobre os CRIs em carteira (normalmente).
Outra caracteristica (q não considero positiva ou negativa, só precisa entendê-las): o valor patrimonial das cotas de um FII de CRIs não tende a crescer, o que entra de remuneração dos CRIs é distribuido como rendimento, portanto, isentos pra pf.

Jul 25, 2012 11:16
Forever Forista Assíduo
Mensagens: 192
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Mai 20, 2011 16:51
 
 
pholio escreveu:Eu vejo uma grande vantagem em o pequeno investidor poder adquirir uma carteira de CRIs, produto ao qual nunca teria acesso.

Por outro lado, já vi que algumas pessoas evitam esses FIIs por medo de uma deterioração da carteira de CRIs (uma alta inesperada na inadimplência, por exemplo). Como não parece haver muita informação sobre esse tipo de ativo, podemos considerar que esses riscos são ponto negativo.


MMC29 escreveu:
Forever escreveu:Obrigado pela criação do tópico. Será de grande ajuda para o nosso aprendizado.
Para começar, gostaria de uma opinião dos mais experientes: quais os pontos positivos e negativos mais importantes de XPGA11 e FEXC11B?
Desde já, agradeço a quem puder responder.
Abraço,
Forever.
Na minha opinião, pontos positivos: ao comprar esses FIIs vc compra uma carteira diversificada de CRIs (o que dilui o impacto de uma possivel inadimplência), pessoas que normalmente não teriam acesso aos principais CRIs pelo alto valor podem investir através desses FIIs, rendimentos altos.
Pontos negativos: taxa de administração, taxa de performance e poucas informações sobre os CRIs em carteira (normalmente).
Outra caracteristica (q não considero positiva ou negativa, só precisa entendê-las): o valor patrimonial das cotas de um FII de CRIs não tende a crescer, o que entra de remuneração dos CRIs é distribuido como rendimento, portanto, isentos pra pf.


Obrigado pela resposta.

Abraço,
Forever.

Jul 27, 2012 19:19
CORUJA2034 Estreante
Mensagens: 2
exercício do direito de preferência: como comprar as cotas??
CORUJA2034
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Jul 25, 2012 23:36
 
 
Inicialmente, agradeço as informações já repassadas pelas pessoas que já aplicam em FII.

Recentemente, houve uma discussão quanto ao aumento de algumas cotas, em face da emissão de novas cotas de alguns fundos (ex: FFCI11).

Como possuo algumas cotas deste fundo, tenho uma dúvida: como faço para adquirir as cotas do direito de preferência??

Obrigado

Jul 28, 2012 1:12
cpf216 Forista VIP
Mensagens: 2037
Re: exercício do direito de preferência: como comprar as cot
cpf216
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Jan 01, 2010 20:37
 
 
CORUJA2034 escreveu:Inicialmente, agradeço as informações já repassadas pelas pessoas que já aplicam em FII.

Recentemente, houve uma discussão quanto ao aumento de algumas cotas, em face da emissão de novas cotas de alguns fundos (ex: FFCI11).

Como possuo algumas cotas deste fundo, tenho uma dúvida: como faço para adquirir as cotas do direito de preferência??

Quando sair o prospecto definitivo, quando sair o aviso de emissão, serão depositados os direitos de preferência na sua conta, com algum código diferente de FFCI11 (provavelmente será FFCI12). Basta abrir o home broker com o código e negociar, como se cota (na verdade, uma opção) fosse.

Jul 28, 2012 16:54
CORUJA2034 Estreante
Mensagens: 2
Re: exercício do direito de preferência: como comprar as cot
CORUJA2034
Registrado em:
Jul 25, 2012 23:36
 
 
cpf216 escreveu:
CORUJA2034 escreveu:Inicialmente, agradeço as informações já repassadas pelas pessoas que já aplicam em FII.

Recentemente, houve uma discussão quanto ao aumento de algumas cotas, em face da emissão de novas cotas de alguns fundos (ex: FFCI11).

Como possuo algumas cotas deste fundo, tenho uma dúvida: como faço para adquirir as cotas do direito de preferência??

Quando sair o prospecto definitivo, quando sair o aviso de emissão, serão depositados os direitos de preferência na sua conta, com algum código diferente de FFCI11 (provavelmente será FFCI12). Basta abrir o home broker com o código e negociar, como se cota (na verdade, uma opção) fosse.


CPF, obrigado. Então, é só aguardar eventual aprovação (R$1,88, no exercício de prefência, to dentro).

Jul 28, 2012 20:07
cpf216 Forista VIP
Mensagens: 2037
Re: exercício do direito de preferência: como comprar as cot
cpf216
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Jan 01, 2010 20:37
 
 
CORUJA2034 escreveu:CPF, obrigado. Então, é só aguardar eventual aprovação (R$1,88, no exercício de prefência, to dentro).
Só aguardar. Mas tem de ficar de olho no saldo da corretora porque pode ser jogo rápido (não li o prospecto para ver o prazo). Ainda mais porque algumas corretoras/bancos exigem D+3 depois da negociação para fazer a subscrição das cotas, então olho vivo. Por segurança, comprar até D-4 do fim de negociação dos direitos, preferencialmente nos primeiros três dias. Novamente, ver no prospecto o detalhe das datas.

Jul 30, 2012 13:22
CTetzner Estreante
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Vídeo Básico sobre Investimento em FIIs
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Jul 27, 2012 12:06
 
 
Um vídeo básico com conceitos e informações sobre os Fundos de Investimento Imobiliário – FIIs

http://youtu.be/H-yfscbgfx0

:D

Ago 01, 2012 16:50
CTetzner Estreante
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Prévia do Ranking dos FIIs – Ago12 – Express.pdf (Novo)
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Jul 27, 2012 12:06
 
 
Prévia do Ranking dos FIIs – Ago12 – Express.pdf (Novo)

http://tetzner.wordpress.com/2012/08/01/previa-do-ranking-dos-fiis-ago12-express-pdf-novo/

Imagem

Ago 04, 2012 14:18
Jigsaw Forista VIP
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Set 30, 2011 11:48
 
 
HISTÓRICO DOS FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO

No Brasil, os fundos imobiliários surgiram em junho de 1993, com a Lei nº 8.668/1993 e foram regulamentados, pela CVM, em janeiro do ano seguinte, através das Instruções CVM 205 e 206, ambas de 14 de janeiro de 1994. A Instrução CVM 205 foi revogada pela Instrução CVM 472, que por sua vez foi alterada recentemente pela Instrução CVM 478.

A partir de 2005, a atividade dos investimentos em fundos imobiliários para pessoas físicas aumentou devido à promulgação da Lei n.º 11.033, de 21 de dezembro de 2004, que as isentou de tributação a título de imposto de renda sobre os rendimentos distribuídos pelos fundos imobiliários.

Como reflexo da evolução do marco regulatório na indústria e da criação de um ambiente de investimento atrativo à pessoa física, o mercado de fundos imobiliários listados, aos poucos, ganhou a forma que possui hoje.

Tudo isso contribuiu para a crescente demanda por classes de ativos imobiliários e para o desenvolvimento do mercado de fundos de investimento imobiliário (―FII‖) no Brasil. De acordo com dados da Uqbar, apenas no ano de 2010 foram registrados R$ 9,8 bilhões de cotas de FII, sendo que no exercício de 2009 o volume de registros foi de R$ 3,44 bilhões. No ano de 2011, até julho, foram registrados R$2,6 bilhões de cotas de FII.

Os Fundos de Investimento Imobiliário são veículos de investimento coletivo, que agrupam investidores com o objetivo de aplicar recursos em ativos de cunho imobiliário de maneira solidária, a partir da captação de recursos por meio do sistema de distribuição de valores mobiliários, nos termos da Lei nº 8.668/93, da Lei nº 9.779/99, da Instrução CVM nº 472/08 e demais regras aplicáveis.

Os recursos de um FII podem ser aplicados no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários, a construção de imóveis, na aquisição de imóveis prontos, no investimento em projetos que viabilizem o acesso à habitação e serviços, para posterior alienação, locação ou arrendamento; ou ainda em outros investimentos de lastro imobiliário, como CRI, LH, LCI e cotas de outros Fundos Imobiliários, ou seja, em ativos de cunho imobiliário, visando gerar retorno pela valorização, locação, arredamento, venda ou demais atividades relacionadas ao ativo.

O Artigo 45 da Instrução CVM 472 estabelece o rol taxativo de ativos que podem ser investidos por um fundo imobiliário:

"Artigo 45 (...)

I – quaisquer direitos reais sobre bens imóveis;

II – desde que a emissão ou negociação tenha sido objeto de registro ou de autorização pela CVM, ações, debêntures, bônus de subscrição, seus cupons, direitos, recibos de subscrição e certificados de desdobramentos, certificados de depósito de valores mobiliários, cédulas de debêntures, cotas de fundos de investimento, notas promissórias, e quaisquer outros valores mobiliários, desde que se trate de emissores cujas atividades preponderantes sejam permitidas aos FII;

III – ações ou cotas de sociedades cujo único propósito se enquadre entre as atividades permitidas aos FII;

IV – cotas de fundos de investimento em participações (FIP) que tenham como política de investimento, exclusivamente, atividades permitidas aos FII ou de fundos de investimento em ações que sejam setoriais e que invistam exclusivamente em construção civil ou no mercado imobiliário;

V – certificados de potencial adicional de construção emitidos com base na Instrução CVM nº 401, de 29 de dezembro de 2003;

VI – cotas de outros FII;

VII – certificados de recebíveis imobiliários e cotas de fundos de investimento em direitos creditórios (FIDC) que tenham como política de investimento, exclusivamente, atividades permitidas aos FII e desde que sua emissão ou negociação tenha sido registrada na CVM;

VIII – letras hipotecárias; e

IX – letras de crédito imobiliário."

Ago 04, 2012 14:28
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Set 30, 2011 11:48
 
 
No entanto, a Instrução CVM 472 estabeleceu que caso um fundo imobiliário invista volume superior a 50% (cinquenta por cento) do seu patrimônio em títulos e valores mobiliários, deverá respeitar os limites de aplicação por emissor e por modalidade de ativos financeiros estabelecidos na Instrução CVM nº 409.

O veículo Fundo Imobiliário é isento de impostos tais como PIS, COFINS e IR. O Imposto de Renda incide somente sobre as receitas financeiras decorrente das aplicações do caixa do Fundo.

Para possuir tal benefício tributário, o Fundo deve:

 Distribuir, pelo menos a cada seis meses, 95% de seu resultado de caixa aos quotistas;

 O Fundo não pode investir em empreendimento imobiliário que tenha como incorporador, construtor ou sócio de imóvel pertencente ao Fundo, quotista que possua, isoladamente ou em conjunto com pessoa a ele ligada, mais de 25% das cotas do Fundo.

Ainda, o investidor pessoa física recebe rendimentos sem pagar Imposto de Renda, uma vez que os rendimentos distribuídos pelo Fundo são isentos de IR, desde que: a) o cotista seja pessoa física titular de menos de 10% de cotas do Fundo; b) as suas respectivas cotas gerem rendimentos não superiores a 10% do rendimento total distribuído pelo Fundo; c) as cotas do Fundo sejam negociadas em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado; d) o Fundo tenha no mínimo 50 cotistas (Lei 11.033/04).

Os FII são fundos fechados, ou seja, não permitem resgate das cotas, de modo que o retorno do capital investido se dá através da distribuição de resultados, da venda das cotas ou, quando for o caso, na dissolução do fundo com a venda dos seus ativos e distribuição proporcional do patrimônio aos cotistas.

Como o investimento em bens imóveis normalmente envolve alto valor de aplicação, poucos são os investidores que possuem recursos suficientes para aplicar diretamente em empreendimentos dessa natureza. Esse foi um dos principais fatores que estimulou o surgimento no mercado do conceito de fundo imobiliário, regulamentado pela legislação brasileira a partir da década de 90, por meio da Lei 8668/93 e da Instrução CVM 205/94, esta revogada pela Instrução CVM 472, que por sua vez foi alterada pela Instrução CVM nº 478.

Essa nova forma de investimento veio, portanto, viabilizar o acesso de pequenos e médios investidores aos investimentos imobiliários. Os fundos passaram a juntar os recursos captados e investir em um ou mais empreendimentos imobiliários, que compõem sua carteira. Portanto, o investimento em FII configura-se como uma alternativa de investimento no setor imobiliário, com vantagens em comparação à compra direta de um imóvel, conforme se observa a seguir:

Diagnóstico do Setor no Brasil

Atualmente o país vive uma nova realidade de mercado, tendo em vista as moderadas taxas de inflação, os novos conceitos que permeiam os meios empresariais – de qualidade, competitividade e produtividade – e o encaminhamento de reformas estruturais que conduzem de forma gradativa à estabilização da economia. Neste contexto, o mercado imobiliário figura como um dos mais aquecidos do país.

Recentemente, o crédito imobiliário se ampliou largamente, os prazos de financiamento se alongaram e houve o desenvolvimento do financiamento via mercado de capitais, com relevante participação de capital estrangeiro.

Apesar de terem sido criados há mais de 10 anos, o volume de oferta de novos fundos não tem apresentado um ritmo consistente. Mesmo assim, nota-se um crescimento em sua importância e popularidade.

Em julho de 2011, a indústria de FII no Brasil totalizava mais de 115 (cento e quinze) fundos registrados na CVM, com um patrimônio total de aproximadamente R$ 10 bilhões. (Fonte: Comissão de Valores Mobiliários - CVM)

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