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30/05/14 - 13h06 - Uqbar
O barateamento diferenciado entre os diferentes segmentos de fundos imobiliários
A Razão entre Valor de Mercado e Valor Patrimonial dos Fundos Imobiliários caiu de 1,075 para 0,822
* Publicado originalmente no Portal TLON

Entre abril de 2013 e abril de 2014 a razão entre o Valor de Mercado (VM) e o Valor Patrimonial (VP), em base consolidada, das cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) negociadas na BM&FBOVESPA se reduziu de 1,075 para 0,822. Perante tal evolução do indicador (VM/VP), de um ágio (+7,5%) para um substancial desconto (-17,8%), seria razoável esperar de um investidor atento um interesse pelas eventuais oportunidades geradas por este movimento de suposto barateamento no mercado de FII. Mas como primeira etapa deste processo de avaliação, faz-se imprescindível um entendimento claro do desempenho diferenciado deste indicador entre diferentes segmentos de FII.

No universo de 75 FII em análise¹, existem fundos focados em diversas modalidades de investimento, sendo que atualmente os três maiores segmentos são, na ordem, aqueles compostos por fundos que investem preponderantemente em Escritórios (29); Títulos de Renda fixa (13) e Shopping Centers (9). Os fundos de cada um desses três segmentos contam com formas diferentes de geração de receitas e de valorização de suas carteiras.

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Em geral, os fundos que investem em escritórios são locadores de lajes e salas de uso comercial para empresas ou profissionais liberais, de diversos segmentos da economia, gerando rendimentos para os investidores a partir de aluguéis pagos. Os imóveis que compõem suas carteiras se valorizam, ou se desvalorizam, como ativos físicos imobiliários. No caso dos fundos que aplicam seus recursos em shopping centers, estes auferem rendimentos da mesma natureza, porém a maioria dos locatários são lojistas, empresas envolvidas no comércio varejista, localizados em grande número em aglutinações, o que provavelmente implica, quando comparado ao segmento de FII de escritórios, em um perfil de devedores menos heterogêneo, do ponto de vista de risco de crédito. Os imóveis que compõem suas carteiras, guardadas as diferenças em relação aos imóveis de escritório, também se valorizam, ou se desvalorizam, como ativos físicos imobiliários.

Por fim, os fundos investidores em títulos de renda fixa, principalmente em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e de forma complementar em Letras de Crédito Imobiliário (LCI), têm suas fontes de rendimentos em pagamentos de títulos estruturados de crédito, estes últimos lastreados em diferentes tipos de carteiras de crédito imobiliário. Diferentemente dos FII de escritórios e de shopping centers, FII de renda fixa não possuem imóveis em suas carteiras, e sim ativos financeiros, o que implica em eventuais valorizações, ou desvalorizações, de natureza diversa às dos dois exemplos anteriores.

A composição da rentabilidade efetiva² (total) de um FII de renda fixa diverge de maneira fundamental daquela dos FII de imóveis em relação a dois aspectos. Primeiro, os títulos que compõem as carteiras de um FII de renda fixa tendem a ter sua remuneração atrelada a um indexador que incide em base mensal. Desta forma, diferentemente dos fluxos de aluguéis que compõem a receita dos FII de imóveis, os quais tendem a contar com reajustes monetários em base anual, os fluxos de pagamentos dos CRI, reajustados mensalmente, tendem a gerar um crescimento nominal contínuo na distribuição de rendimentos dos FII de renda fixa. Segundo, em se tratando de títulos de crédito, o reajuste monetário incidente nos fluxos de pagamento se aplica não aos “juros” deste título e sim ao principal. Desta forma, os rendimentos dos FII de renda fixa tendem a ser “turbinados” por este segundo componente. A contrapartida para tal efeito é que o valor nominal dos títulos de crédito em carteira nos FII de renda fixa, desconsiderando amortizações de “principal”, se mantém constante. Já nos FII de imóveis, os ativos em carteira tendem a se valorizar nominalmente, por motivo inflacionário geral ou imobiliário, ou por outras razões específicas de cada imóvel.

Assim, os componentes da rentabilidade efetiva dos diferentes tipos de FII apresentam desempenhos distintos. Os preços das cotas dos FII de imóveis serão mais voláteis, ao passo que a distribuição de rendimentos dos FII de renda-fixa, salvo outros tipos de impacto, tenderão a ser relativamente maiores. Vale destacar aqui que nenhuma consideração foi feita em relação à marcação de valores de CRI. Estes títulos estruturados, que são os ativos das carteiras dos FII de renda fixa, têm o seu Preço Unitário (P.U.) divulgado pelas Securitizadoras Imobiliárias que os emitem, sem que haja um vínculo direto e quantitativamente preciso entre este P.U. e o desempenho da carteira lastro deste título e/ou o nível de reforço de crédito disponível para o mesmo.

Nos últimos doze meses, os fatores apontados acima contribuíram fortemente para uma diferenciação no valuation do mercado, tal qual subentendido pelo desempenho do indicador de VM/VP, para as cotas dos FII de renda fixa vis-à-vis aquelas dos FII de imóveis. O maior nível relativo de distribuição de rendimentos dos FII de renda fixa, somado à menor volatilidade dos preços das cotas destes fundos em um período de tendência de queda geral de preços de cotas de FII, resultaram em uma rentabilidade efetiva substancialmente superior para este tipo de fundo. Para aqueles que buscam barganhas no mercado, é imprescindível, primeiro, a leitura do comportamento futuro do mercado como um todo, muito em função da direção da curva de juros na economia. Isto porque, dentro do universo do mercado de FII, os desempenhos relativos dos diferentes segmentos descritos acima tenderão a se inverter na medida em que a curva de juros se estabilize ou se mova para baixo.

Para se constatar o movimento do indicador médio de VM/VP e a rentabilidade efetiva para os segmentos de FII de escritórios, de shopping centers e de renda fixa, no período entre abril de 2013 e abril de 2014, é apresentada a Tabela 1 abaixo:

Tabela 1 – VM/VP e Rentabilidade Efetiva dos três maiores grupos de FII

Uqbar 1 - 29-05

As cotas de FII de escritórios e as cotas de FII de shopping centers apresentavam um desconto superior a 20% dos seus valores de mercado em comparação aos seus valores patrimoniais em abril de 2014. No caso dos FII de escritórios este desconto se compara com um ágio de 7,8% doze meses antes. Já as cotas dos FII de renda fixa apresentavam um desconto de apenas 1,7% em abril de 2014, tendo estas sido avaliadas com um ágio de 5,4% doze meses antes. Em relação à rentabilidade efetiva média, os primeiros dois segmentos de FII não superaram os 15% negativos no período enquanto o segmento de FII de renda fixa alcançou 3% positivos no último ano corrido.

¹ São considerados nessa análise os FII cujas cotas foram negociadas nos meses de abril de 2013 e 2014 e atendam os valores mínimos de liquidez segundo a Uqbar (Montante negociado mensal de pelo menos R$ 100.000,00 e ao menos 10 negócios).

² Calcula a taxa de retorno do fundo, ou seja, o valor percentual que o investidor ganhou aplicando seus recursos num título durante um intervalo de tempo. O cálculo desse indicador leva em consideração a variação do preço da cota, as distribuições de rendimentos e as amortizações de cotas realizadas pelo fundo.

http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3376486/barateamento-diferenciado-entre-diferentes-segmentos-fundos-imobiliarios

Out 14, 2015 8:05
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02/06/14 - 10h15 - Arthur Ordones
Fundos Imobiliários são o investimento mais rentável de maio
O índice dos fundos imobiliários, IFIX, liderou o ranking de investimentos, com valorização de 1,41%

SÃO PAULO – Os fundos imobiliários ganharam como o melhor investimento do mês em maio, visto que seu benchmark, o IFIX, valorizou-se 1,41% no mês, após subir 1,05% em abril.

Logo atrás do mercado de FIIs ficou o investimento em dólar, que valorizou 0,88% perante o real, seguido dos investimentos em renda fixa CDB, CDI e Poupança, que tiveram alta de 0,86%, 0,73% e 0,58%, respectivamente.

Do outro lado da ponta, ficaram os investimentos em ações e em ouro, os piores investimentos do mês. O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores paulista, caiu 0,75%, enquanto o ouro desvalorizou 1,58%.

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Veja a rentabilidade dos investimentos em maio:

Investimento Março Real*
*Deduzida a variação do IGP-M, que teve queda de 0,13% em maio
**CDB líquido (acima de R$ 100 mil)
***Taxa Efetiva Anbima
Ifix +1,41% +1,54%
Dólar +0,88% +1,01%
CDB Pré - Bancos Primeira Linha** +0,86% +0,99%
CDI*** +0,73% +0,86%
Poupança +0,58% +0,71%
Ibovespa -0,75% -0,62%
Ouro -1,58% -1,45%

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http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3380137/fundos-imobiliarios-sao-investimento-mais-rentavel-maio

Out 14, 2015 8:07
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Re: Iniciantes em FII
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05/06/14 - 10h15 - Arthur Ordones
Como iniciar seu 'Império Imobiliário' com pouco dinheiro
Richard Rytenband, economista e especialista em investimentos e métodos quantitativos pela FGV, explica o porquê descarta a possibilidade de bolha e ensina os investidores a entrar no mundo dos imóveis

SÃO PAULO – Em meio a rumores de que uma bolha imobiliária está se formando no Brasil, Richard Rytenband, economista e especialista em investimentos e métodos quantitativos pela FGV, explicou o porquê descarta essa possibilidade e ensinou como se monta um ‘Império Imobiliário’ com pouco dinheiro, quebrando paradigmas de que é necessário ser rico para investir em imóveis.

Acompanhe a cotação de todos os fundos imobiliários negociados na BM&FBovespa

Segundo ele, muitas pessoas que afirmam que há bolha não estão preparadas para o debate. “As discussões sobre isso são cada vez mais irracionais”, disse. “Para fazer uma afirmação como essa, a pessoa tem que apresentar dados, séries históricas, estudos da história do nosso mercado imobiliário e da experiência mundial também”, completou.

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Rytenband, por meio da resposta de cinco dúvidas comuns entre os investidores, esclareceu que muitas coisas que são dadas como certas, na verdade são mitos. “Essa desinformação atrapalha na hora de investir e faz com que o investidor saia prejudicado, ganhando bem menos do que poderia”, disse.

Quer saber mais sobre os termos usados no mercado financeiro? Acesse o glossário InfoMoney

Os 5 mitos
O primeiro mito que ele esclarece é que um imóvel é um investimento seguro e dificilmente cai de preço. De acordo com o especialista, não é assim que funciona, afinal, um imóvel é um investimento como qualquer outro, ou seja, tem ciclos, altas, baixas, e isso não é motivo para drama, mas sim para entender o processo e tentar se posicionar bem no ciclo.

“As pessoas acreditam que o preço do imóvel só vai subir para sempre, mas não, ele sobe e cai, como qualquer outro ativo cíclico”, afirmou. “Se a pessoa não aceita isso, ela não pode investir em imóveis. Tem momentos bons e ruins para comprar, mas depende da estratégia, porque às vezes não importa se está caindo ou subindo, porque você está ganhando renda e pode aplicá-la em outras coisas”, completou.

O segundo mito que ele aponta é que tem como prever altas e baixas nos imóveis. O ciclo é composto de quatro etapas: boom, contração, recessão e recuperação.

O boom é marcado pelo elevado fluxo de capital, atividade de construção em alta, elevada taxa de ocupação, imóveis com preços elevados e normas de crédito relaxadas. Já nos períodos de contração, é possível observar uma redução na taxa de ocupação, desaceleração na atividade de construção e queda no preço dos imóveis. Depois deste período, vem a recessão, com fluxo de capital negativo, preços em declínio, restrições de crédito, queda na atividade da construção e elevada taxa de desocupação. E, por fim, no período de ocupação, a taxa de desocupação começa a cair e a atividade de construção começa a aumentar, levando o ciclo a um novo boom.

Segundo o economista, tanto fatores macroeconômicos quanto microeconômicos influenciam nos preços dos imóveis. No primeiro caso, os principais são: maior disponibilidade de crédito, aumento da renda e emprego, queda nas taxas de juros com inflação moderada, queda no estoque de terrenos nas áreas mais centrais, aumento do custo da construção e crescimento populacional. Já em relação aos fatores micro, os investidores tem que considerar o que valoriza os bairros (shopping centers, praças e áreas arborizadas, comércio e formação de centros empresariais, boa rede de transportes, grande quantidade de ruas em curva e fácil acesso a avenidas) e o desvaloriza os bairros (ocupações irregulares, comercio ambulante, feira livre, imóveis ou terrenos abandonados, criminalidade e casas noturnas que causam barulho e trânsito).

O terceiro mito é que comprar um imóvel para alugar pode render menos do que a poupança. Isso é totalmente irreal, afinal, não pode-se confundir rendimento nominal com rendimento real.

Uma pessoa compra um imóvel por R$ 300 mil, por exemplo, e o aluga por R$ 1.200 (0,4% ao mês ou 4,9% ao ano) já livre de impostos. Com isso, ele pensa: ‘a poupança, atualmente, rende 6,17% ao ano, enquanto que, com o imóvel, vou ganhar apenas 4,9%. Ou seja, a poupança é melhor’. Concorda? Não. Isso está errado.

Rytenband explicou que o investidor nunca pode confundir rendimento nominal com real. Os 4,9% de rendimento com o aluguel é ajustado pela inflação ano a ano, ou seja, é um rendimento real. Já o rendimento da poupança é nominal. Então, se levarmos em conta que a inflação em 12 meses está em 6,15% e a poupança rende 6,17% ao ano, o rendimento real da poupança é de 0,02% ao ano, que é muito menor que os 4,9% do imóvel.

O quarto mito é em relação a formação de uma bolha imobiliária. Como já comentado anteriormente, falta estudo das séries históricas antes de debater sobre esse assunto.

Segundo estudos do especialista, o que causa uma bolha é o excesso de confiança e alavancagem exagerada. “As pessoas que estão debatendo o mercado imobiliário brasileiro tem que apresentar séries históricas mais antigas do Brasil e do mundo. Como foi o mercado nos anos 50, 60, 70, 80...? E o norte-americano que tem 300 anos de estatística? Esses gráficos irão mostrar os ciclos e provar que tivemos vários momentos piores que esse e que não tiveram bolha nenhuma”, explicou. “Para formar bolha tem que ter uma alavancagem muito grande e em excesso, que é fruto da ganância. Se não tiver isso, não tem bolha e, mesmo sem ela, os preços vão cair”, concluiu.

Por fim, Richard afirmou que não é preciso ser rico para investir no mercado imobiliário. O investidor tem apenas que estudar, entender sobre o mercado e saber aproveitar as boas oportunidades, e não sair comprando qualquer coisa que indicam. Além disso, os fundos imobiliários, que já existem há muito tempo nos mercados externos, chegaram no Brasil “recentemente” também para facilitar ainda mais este acesso a investidores menos qualificados. “Ou seja, a resposta é informação. Sem estudo e leitura não tem como saber dessas coisas”, finalizou.

http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3286391/como-iniciar-seu-imperio-imobiliario-com-pouco-dinheiro

Out 14, 2015 8:09
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09/06/14 - 20h26 - Arthur Ordones
5 fundos imobiliários para comprar em junho
A Inva Capital divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de junho sem alteração

SÃO PAULO - A Inva Capital divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de junho sem alterações.

Os fundos que permaneceram na carteira com o mesmo peso foram: Brasil Shopping (HGBS11), BTG Corporate Office (BRCR11), RB Capital Renda II (RBRD11), Brasil Plural Absoluto (BPFF11) e TRX Logística (TRXL11).

No mês de maio, a carteira apresentou alta de 3,90%, ante valorização de 1,40% do Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBovespa), sendo que o destaque de alta foi o fundo Brasil Plural Absoluto, que registrou rendimento positivo de 10,03%.

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Fundos Imobiliários são o investimento mais rentável de maio

Confira a carteira recomendada abaixo:

Carteira Inva Capital
Fundo Código Peso
Brasil Shopping HGBS11 32%
TRX Logística TRXL11 18%
BTG Corporate Office BRCR11 13%
RB Capital Renda II RBRD11 15%
Brasil Plural Absoluto BPFF11 22%
Inva Capital

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http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3388298/fundos-imobiliarios-para-comprar-junho

Out 14, 2015 8:10
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09/06/14 - 16h30 - Uqbar
Montante negociado de cotas de fundos imobiliários em maio registra nova alta
A alta registrada no mês foi de 4,6% em relação a abril
* Publicado originalmente no Portal TLON

Após queda significativa do volume de negócios mensal de cotas de Fundos de Investimento Imobiliário (FII) no âmbito da BM&FBovespa entre os meses de fevereiro e março de 2014, o mercado secundário desses títulos encerrou o mês de maio movimentando um montante consolidado de R$ 404,7 milhões, valor 4,6% superior ao registrado em abril desse ano. Em termos de número de negócios, foram 75.138 no último mês, contra 68.366 em abril, um aumento de 9,9%. Cabe lembrar que o mês de maio teve vinte e um pregões, um a mais em relação a abril.

Conforme ilustrado na Figura 1, é possível notar um certo grau de sensibilidade dos negócios com cotas de FII frente às variações da taxa básica de juros (Selic) ao observar a evolução do montante mensal negociado. Entre os meses de abril de 2013 e janeiro de 2014, foram seis elevações de 50 pontos base da meta da Selic, aumentando a taxa de 7,5% para 10,5%. Nesse período, as negociações perderam fôlego, saindo do patamar de R$ 800,0 milhões para R$ 582,4 milhões. Posteriormente, a meta da taxa foi elevada em mais duas ocasiões, uma no final de fevereiro e outra no início de abril, contudo em ambos os casos a taxa cresceu em apenas 25 pontos base, encerrando maio na marca dos 11,0%. Uma vez que tem-se denotado uma estabilização da taxa de juros, nos últimos três meses o montante negociado mensal permaneceu próximo a faixa dos R$ 400,0 milhões.

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Figura 1- Evolução do montante e do número de negócios mensais de cotas de FII

Uqbar 1 - 09-06

Analisando o volume diário de negócios, no último mês esse montante se situou ligeiramente abaixo da cifra de R$ 20,0 milhões, após ter alcançado o nível de R$ 45,0 milhões durante junho de 2013. Desde então, por duas vezes este indicador chegou a repicar para o nível de R$ 30,0 milhões, mas em ambas ocasiões voltou a perder força e se reduzir novamente para o patamar de R$ 20,0 milhões. A Figura 2 traz a evolução, ao longo dos doze últimos meses, da média móvel de 22 pregões do montante negociado diário do mercado secundário de cotas de FII na BM&FBOVESPA.

Figura 2 - Evolução da média móvel de 22 pregões do montante negociado diário de cotas de FII

Uqbar 2 - 09-06

Assim como nos meses de março e abril desse ano, o FII BTG Pactual Corporate Office Fund (BRCR11) obteve o maior montante negociado no último mês, alcançando R$ 69,4 milhões, enquanto o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), com um montante de R$ 36,6 milhões, ultrapassou o BB Progressivo II (BBPOII), obtendo, assim, o segundo maior montante negociado. Agora na terceira posição, o BBPO11 alcançou um montante negociado de R$ 29,9 milhões. No mês de abril os três fundos haviam apresentado montantes de R$ 56,7 milhões, R$ 29,5 milhões e R$ 42,3 milhões, respectivamente. Pelo critério de número de negócios, o BRCR11 continua na liderança com um número bem acima dos demais, com 33.375 negócios no último mês, mais de dez vezes o número referente ao segundo colocado, o BBPO11, que teve 3.355 negócios.

A Tabela 1 traz os doze FII que alcançaram maior montante negociado em maio de 2014, juntamente com estes valores de montante negociado, os respectivos números de negócios e a frequência em pregões ao longo do mês.

Tabela 1 - Os 12 FII de maior montante negociado em maio de 2014

Uqbar 3 - 09-06

http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3394101/montante-negociado-cotas-fundos-imobiliarios-maio-registra-nova-alta

Out 14, 2015 8:12
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10/06/14 - 16h20 - Arthur Ordones
10 fundos imobiliários para comprar em junho
A Pax divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de junho com uma alteração

SÃO PAULO - A Pax divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de junho com apenas uma alteração. No lugar do FII Anhanguera Educacional (FAED11B) entrou o FII VBI FL 4440 (FVBI11B).

No mês de maio, a carteira apresentou alta de 4,48%, ante valorização de 1,41% do Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBovespa), sendo que o destaque de alta foi o fundo Presidente Vargas (PRSV11), que registrou rendimento positivo de 10,59%.

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Confira a carteira recomendada abaixo:

Carteira Inva Capital
Fundo Código Peso
FII BM Edifício Galeria EDGA11B 10%
FII Industrial do Brasil FIIB11 10%
FII Rio Negro RNGO11 10%
FII RB Cap Renda I FIIP11B 10%
FII RB Capital Renda II RBRD11 10%
FII Presidente Vargas PRSV11 10%
FII Maxi Ren CI ER MXRF11 10%
FII CSHG Recebíveis Imobiliários BC HGCR11 10%
FII VBI FL 4440 FVBI11B 10%
FII TRX Edifícios Corporativos XTED11 10%
Pax

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http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3388470/fundos-imobiliarios-para-comprar-junho

Out 14, 2015 8:14
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11/06/14 - 17h01 - Arthur Ordones
5 fundos imobiliários para comprar em junho, segundo a Guide
O BC Fund é um dos FIIs recomendados pela Guide Investimentos

SÃO PAULO – A Guide Investimentos recomendou cinco fundos imobiliários para investir em junho.

Fazem parte da carteira os fundos BTG Corporate Office Fund (BRCR11), CSGH Logística (HGLG11), CSHG Brasil Shopping (HGBS11), Kinea Renda Imobiliária (KNRI11) e TRX Realty Logística (TRXL11).

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Confira abaixo a carteira recomendada:

Carteira Guide Imobiliária
Fundo Código Peso
CSHG Brasil Shopping HGBS11 25%
BTG Corporate Office Fund BRCR11 25%
CSHG Logística HGLG11 25%
TRX Realty Logística TRXL11 10%
Kinea Renda Imobiliária KNRI11 15%
Guide Investimentos

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http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3393677/fundos-imobiliarios-para-comprar-junho-segundo-guide

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13/06/14 - 10h00 - Diego Lazzaris Borges
Fundos imobiliários se recuperam e índice quase zera perdas
No fechamento da última quarta-feira (11), o índice terminou em 1.372 pontos, o que indica uma queda acumulada de 0,15% em 2014

SÃO PAULO – O Ifix, índice que mede o desempenho dos fundos imobiliários negociados na Bolsa de Valores, quase zerou as perdas no ano. No fechamento da última quarta-feira (11), o índice terminou em 1.372 pontos, o que indica uma queda acumulada de 0,15% em 2014. No dia 10 de fevereiro, quando registrou o menor nível do ano, o índice chegou a atingir 1.231 pontos – nesta data, a queda acumulada era de 10,41%.

O Ifix começou a apresentar reação à medida que o Banco Central indicou que a taxa de juro deveria parar subir. Desde que o BC iniciou o ciclo de aperto monetário, com o aumento da Selic (taxa básica de juro) no ano passado, as cotas dos fundos haviam sofrido um forte ajuste para baixo. Segundo especialistas, isso aconteceu porque os investidores tendem a precificar os FIIs para que o rendimento pago fique próximo da taxa básica de juro. Por isso, quando a Selic sobe, a tendência é que o yield (rendimento) do fundo também aumente – o que acontece por meio da redução do preço da cota.

A corretora XP Investimentos aponta que entre os meses de março e abril houve uma queda no número de investidores de fundos imobiliários para 95 mil CPFs. “O mercado conseguiu conciliar esta troca na base de investidores com um desempenho positivo. Entre março e abril a valorização do IFIX foi de, aproximadamente, 1%, coincidentemente mesmo valor da queda de CPFs”, disse a corretora, em relatório.

Para a XP, a partir do momento que esta troca de base chegar ao fim, e o número de investidores de fundos imobiliários se estabilizar, haverá uma uma recuperação de preços com força ainda maior.

“O último turning point do mercado foi confirmado no final do mês de maio. Ao anunciar a manutenção da taxa Selic em 11% a.a. o BC garantiu uma maior tranquilidade e previsibilidade para que o mercado de FIIs continue com o processo de troca da base [em relação ao perfil e clientes] de maneira sustentável”, disse a equipe da XP.

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Re: Iniciantes em FII
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13/06/14 - 04h50 - Uqbar
Sete Fundos Imobiliários superam rentabilidade efetiva de 10%
76 fundos foram analisados para fazer a compilação
* Publicado originalmente no Portal TLON

Em 2014 até maio, sete dos 76 Fundos de Investimento Imobiliário (FII) que compõem o ranking de rentabilidade efetiva¹ apresentaram este indicador superior a 10,0%, muito acima da média geral no período, de -0,3%. A presença de quatro fundos que investem, preponderantemente, em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) é justificada pelas maiores distribuições de rendimentos e valorizações dos preços das cotas destes fundos, em virtude da diminuição na inclinação da curva de juros da economia no período.

O FII WM RB Capital (WMRB11B) obteve, em 2014, a maior rentabilidade efetiva acumulada, de 45,7%. Cabe ressaltar que, conforme mencionado no último artigo da série, o fundo vem realizando amortizações de cotas nos últimos meses, porém, a variação percentual de seu valor contábil ocorrida em função destas amortizações é maior que a variação de seu valor de mercado no mesmo período. Além disto, vale destacar que este título historicamente apresenta menor liquidez relativa no mercado secundário.

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A Tabela 1 traz o grupo dos fundos com rentabilidade efetiva superior a 10,0% no ano, exibidas em ordem decrescente pelo critério deste indicador.

Tabela 1 – FII com rentabilidade efetiva acima de 10,0% em 2014

Uqbar 1 - 13-06

Mudando a análise para os últimos doze meses encerrados em maio, os 77 fundos cujos títulos foram transacionados, tanto em maio de 2013 quanto em maio de 2014, apresentaram rentabilidade efetiva média de -6,5%. Conforme explicado no último artigo dessa série, a origem desses valores negativos de rentabilidade se explica, em grande parte, pela reação do mercado secundário às sucessivas elevações da taxa básica de juros na economia, processo iniciado em abril de 2013 e que, aparentemente, se estabilizou a partir de abril desse ano, quando ocorreu a última elevação.

Dezenove fundos desse grupo alcançaram rentabilidade efetiva positiva, sendo que oito deles obtiveram um valor do indicador superior a 10,0%. Destaque para o FII RB Capital Desenvolvimento Residencial II (RBDS11) que obteve 46,4% de rentabilidade efetiva anual. Mais uma vez no primeiro lugar no quesito rentabilidade efetiva de 12 meses, este fundo foca seus investimentos no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários residenciais e o preço de sua cota apresentou variação positiva no período de 12,3%. Cabe ressaltar que este também se trata de um fundo cujas cotas apresentam baixa liquidez relativa no mercado secundário. A Tabela 2 apresenta os fundos com rentabilidade efetiva superior a 10,0% nos últimos doze meses.

Tabela 2 – FII com rentabilidade efetiva acima de 10,0% nos últimos doze meses

Uqbar 2 - 13-06

A Tabela 3 abaixo apresenta as cotas que registraram rentabilidade efetiva inferior a -25,0% nos últimos 12 meses. Menção para os dois fundos cujos títulos alcançaram valor do indicador inferior a -30,0%: o FII BB Votorantim JHSF Cidade Jardim Continental Tower (BBVJ11), que chegou ao fim do período de vigência de seu mecanismo de Renda Mínima Garantida em fevereiro de 2014, sem que tenha gerado um nível de receita própria de aluguel de seu imóvel comparável, e o FII BB Progressivo (BBFI11B), cujas cotas sofreram forte desvalorização em seu preço após o anúncio de não renovação do contrato do locação do Banco do Brasil, locatário de dois dos imóveis do fundo, a vencer em dezembro deste ano.

Tabela 3 – FII com rentabilidade efetiva abaixo de -25,0% nos últimos 12 meses

Uqbar 3 - 13-06

¹ A rentabilidade efetiva, ou rentabilidade total, resulta dos componentes de rentabilidade oriundos na distribuição de rendimentos, na amortização, e na variação de preço das cotas ocorridos no período. Do ranking são excluídos os fundos cujas cotas registraram na BM&FBOVESPA um montante negociado menor que R$ 100.000,00 ou número de negócios menos que dez, nos primeiro e último meses do período comtemplado.

http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3403931/sete-fundos-imobiliarios-superam-rentabilidade-efetiva

Out 14, 2015 8:18
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Re: Iniciantes em FII
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20/06/14 - 17h05 - Uqbar
Fundos Imobiliários residenciais lideram rankings de Dividend Yield
O Dividend Yield médio dos fundos imobiliários no mês de maio ficou em 0,90%
* Publicado originalmente no Portal TLON

Os Fundos de Investimento Imobiliário (FII) cujas cotas foram negociadas no âmbito da BM&FBOVESPA registraram no último mês um Dividend Yield (DY)¹ médio mensal de 0,90%, acima do 0,85% apresentado no mês de abril. Um fundo em especial influenciou fortemente no valor de maio de 2014: o FII JHSF Rio Bravo Fazenda Boa Vista Capital Protegido (RBBV11). Este fundo investe, indiretamente, no desenvolvimento de lotes do empreendimento residencial Fazenda Boa Vista. Em maio, o DY do RBBV11 foi de 4,2%, justificado pelo aumento do valor distribuído aos cotistas a título de rendimentos. No último mês a distribuição foi de R$ 3,39 por cota, o que se compara com a média mensal dos quatro primeiros meses do ano de R$ 0,76 por cota, equivalente a uma elevação de 348,6%.

Apesar do aumento da média do DY no último mês, a Taxa de Depósito Interbancário (Taxa DI), líquida da tributação mínima de 15%², gerou retorno de 0,77% no último mês, oito pontos base acima do valor de abril, de 0,69%. Consequentemente, o spread existente entre o DY médio dos fundos imobiliários e a Taxa DI líquida decresceu em maio. A Figura 1 apresenta a evolução destes dois indicadores entre junho de 2013 e maio de 2014.

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Figura 1 - DY mensal médio e retorno mensal da Taxa DI líquida

Uqbar 1 - 18-06

Nos últimos doze meses o DY médio foi de 8,5%, enquanto a Taxa DI líquida gerou retorno de 8,0% no mesmo período. Do conjunto de 76 fundos que compõem o ranking de DY de 12 meses, 44 apresentaram um DY superior à Taxa DI líquida. As Tabelas 1 e 2 mostram os FII com os dez maiores valores e os dez menores valores, respectivamente, de DY realizado dos últimos doze meses.

Tabela 1 – FII com os dez maiores DY de 12 meses

Uqbar 2 - 18-06

Tabela 2 – FII com os dez menores DY de 12 meses

Uqbar 3 - 18-06

Vale notar que dentre os dez FII de maior DY nos últimos doze meses, sete investem preponderantemente em ativos como Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI). Historicamente, os FII cuja carteira é composta principalmente por CRI e LCI apresentaram DY acima da média devido às características de seus ativos e da natureza dos rendimentos se distinguirem dos demais fundos. FII de CRI/LCI auferem receitas a partir dos pagamentos dos títulos que adquiriu e do ganho de capital sobre a venda desses, enquanto os demais fundos geralmente geram receita a partir da venda ou aluguel dos imóveis em carteira.

Assim como no ranking de DY mensal, a liderança ficou com um fundo de imóveis para fins residenciais: o FII RB Capital Desenvolvimento Residencial II (RBDS11), que investe direta ou indiretamente no desenvolvimento de empreendimentos residenciais.

Os outros dois FII que figuraram entre os dez maiores DY de 12 meses são da categoria de Escritórios. Neste segmento não há uma tendência em relação ao DY desses FII, ou seja, não há uma preponderância desses fundos acima ou abaixo da média do mercado. Ambos os FII, o SP Downtown (SPTW11) e o Vila Olímpia Corporate (VLOL11), possuem o mecanismo de renda mínima garantida e suas cotas têm registrado, historicamente, valor de mercado inferior ao valor patrimonial.

Outra categoria expressiva de fundos imobiliários, a dos FII que adquirem de forma direta ou indireta participação em shopping centers, registrou uma boa parcela de fundos com DY abaixo da média geral. Entre os dez FII com menor DY nos últimos doze meses, três são desta categoria. Tratam-se dos FII Floripa Shopping (FLRP11B), Shopping Pátio Higienópolis (SHPH11) e West Plaza (WPLZ11B).

¹ O Dividend Yield é calculado a partir da razão entre o montante de rendimentos distribuídos por cota no período em análise e o preço médio das cotas dos fundos no primeiro mês do período. Para evitar distorções, os fundos cujas cotas sofreram amortização durante o período não são considerados. Isto porque as amortizações impactam o preço e o fluxo de rendimentos das cotas, gerando inconsistência na comparação do indicador de DY entre fundos que amortizaram e aqueles que não amortizaram. Também são excluídos os fundos cujas cotas movimentaram um montante negociado inferior a R$ 100.000,00 ou uma quantidade de negócios abaixo de dez no primeiro mês no período analisado.

² Tributação aplicada para investimentos com prazo de vencimento maior do que 24 meses.

http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3411670/fundos-imobiliarios-residenciais-lideram-rankings-dividend-yield

Out 14, 2015 8:20
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Re: Iniciantes em FII
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26/06/14 - 14h50 - IBCPF
O que é melhor para gerar renda passiva: imóvel ou fundo imobiliário?
Tiago Nordi Carrielo, CFP, planejador financeiro certificado pelo IBCPF, responde a pergunta de leitor do InfoMoney
Pergunta:

Tenho 58 anos e recebi uma herança de R$ 300 mil. Quero comprar um apartamento para alugar e gerar renda passiva, mas meus filhos acham que os fundos imobiliários são melhores. Afinal, qual o melhor investimento para gerar renda passiva?

Leitor: Marco

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Resposta de Tiago Nordi Carrielo, CFP, planejador financeiro certificado pelo IBCPF:

Marco,

Obrigado pela pergunta é muito bom saber quando uma pessoa procura ajuda para tomar a decisão mais assertiva possível. Pelo entendimento do seu questionamento você quer um investimento que mais possa incrementar sua renda mensal a curto prazo, ou seja, você pretende usufruir do rendimento periodicamente. Saber claramente o que você quer, prazo e como pretende usar o dinheiro é de fundamental importância para sua decisão do tipo da aplicação.

Não sei em qual região do país você reside, porém, de uma forma geral, os imóveis encontram-se bem valorizados e para sua necessidade de renda mensal pode não ser muito bom, neste momento. A relação de percentual do aluguel com o preço do imóvel possivelmente não será favorável, se comparado a outros investimentos. Poderá ser complicado alugar, por exemplo, um imóvel de R$ 300.000,00 por 0,8% do seu valor (R$ 2.400,00).

Além disso, temos outras implicações, como a necessidade de pagamento de imposto de renda sobre os aluguéis; incertezas de locatários e de seus pagamentos; manutenção; tributos; liquidez do dinheiro prejudicada entre outros. Como estamos em um cenário de juros altos com inflação pressionada, sua renda do aluguel após pagamento do imposto mensal poderá ficar abaixo da inflação. Estou trazendo esses dados para sua análise, pois seu objetivo principal na compra do imóvel não é simplesmente a valorização do mesmo no longo prazo, mas, através dele, a curto prazo, obter uma melhoria em sua renda mensal. Portanto são informações que você precisará estudar para tomar a decisão.

As cotas dos fundos imobiliários, de uma forma geral, sofreram quedas fortes no último ano, decorrentes do ciclo de alta de juros que tivemos, e isso pode, sim, ser uma boa oportunidade para você neste momento, mas você precisa ter cuidado, pois também é um investimento de risco, bem como do imóvel. Uma das vantagens, neste momento, é que, como as cotas caíram, os rendimentos pagos em relação ao preço da cota estão com um percentual interessante, e ainda são isentos de imposto de renda. Você pode encontrar bons fundos, diversificados e com liquidez, que estejam pagando 0,80% líquido mensal, rentabilidade interessante.

Por isso, como planejador financeiro, analisando o atual cenário e a perspectiva futura, acredito, sim, que os fundos imobiliários podem trazer a você um incremento maior e melhor de sua renda mensal, com uma boa relação de risco x retorno e com maiores possibilidades de valorização/recuperação das cotas ao longo do tempo, do que o investimento direto na compra de um imóvel. Entretanto, peço sua total atenção para algumas observações: Preocupe-se bastante em estudar bem os fundos, suas demonstrações financeiras, yield, quais seus imóveis e outras características. Além disso, sugiro que você tenha uma diversificação do seu portfólio e também invista em outros tipos de investimento, para diluir o seu risco e manter seu rendimento. Você pode investir em LCA (Letra de Crédito do Agronegócio), que paga um percentual do CDI, isento de IR, com liquidez; fundos de renda fixa entre outros. É como aquela frase tão conhecida: não coloque todos seus ovos em uma única cesta.

Espero ter ajudado.

Tiago Nordi Carrielo é planejador financeiro pessoal e possui a certificação CFP® (Certified Financial Planner), concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

As respostas refletem as opiniões do autor. O IBCPF e o Infomoney não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações. Perguntas devem ser encaminhadas para onde_investir@infomoney.com.br

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Out 14, 2015 8:22
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27/06/14 - 15h23 - IBCPF
Onde investir R$ 400 mil: imóvel ou aplicação financeira?
Alexandre Novaes, CFP, planejador financeiro certificado pelo IBCPF, responde a pergunta de leitor do InfoMoney
Pergunta:

Qual investimento é mais rentável para um valor de aproximadamente R$ 400 mil: aquisição de imóvel ou aplicação financeira? Considerando mais a rentabilidade mensal do que a liquidez.

Leitor: Juliano

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Resposta de Alexandre Novaes, CFP, planejador financeiro certificado pelo IBCPF:

A aquisição de um imóvel pode ser mais rentável mas envolve maior risco. Depende de variáveis de oferta e demanda, da localização do imóvel, se é pronto ou incorporação, etc.

Uma opção boa para o momento são os Fundos Imobiliários que, hoje oferecem boas taxas de rentabilidade mensal, são líquidos de Imposto de Renda e possuem liquidez no mercado secundário.

Alexandre Novaes é planejador financeiro pessoal e possui a certificação CFP® (Certified Financial Planner), concedida pelo Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros (IBCPF).

As respostas refletem as opiniões do autor. O IBCPF e o Infomoney não se responsabilizam pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso destas informações. Perguntas devem ser encaminhadas para onde_investir@infomoney.com.br

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Out 14, 2015 8:23
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30/06/14 - 11h36 - Diego Lazzaris Borges
Entenda os fundos de logística e saiba o que analisar antes de investir
Existem sete fundos negociados na BM&FBovespa que compram primordialmente galpões destinados à estocagem de produtos, além dos fundos mistos

SÃO PAULO – Investir em galpões de logística para ganhar com as receitas do aluguel não é exclusividade de quem tem muito dinheiro, como a Global Logistic Properties (GLP) - empresa de Singapura que comprou em março 34 galpões industriais da BR Properties por R$ 3,2 bilhões. Ao preço de mercado de uma cota, o pequeno investidor pode aplicar em fundos imobiliários (FIIs) que detêm estes imóveis.

Segundo levantamento da consultoria Uqbar, existem sete fundos negociados na BM&FBovespa que compram primordialmente galpões industriais e destinados à estocagem de produtos. Também há os fundos mistos, que investem tanto em galpões quanto em outros tipos de imóveis. O Europar (EURO11), mais antigo fundo negociado na Bolsa de São Paulo, é um deles – possui dois centros de distribuição (um no Rio de Janeiro e outro em São Paulo), além de uma torre de testes de elevadores na capital paulista. Outro importante FII misto que tem imóveis logísticos em São Paulo é o Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), um dos mais negociados da Bovespa.

Assim como nos fundos de escritórios, um dos maiores riscos dos fundos de logística é a vacância (desocupação), com o agravante de que os FIIs de galpões muitas vezes possuem imóveis feitos sob medida - o que pode ser um empecilho na hora de procurar um novo inquilino. São as construções chamadas “built to suit”, concebidas para atender as necessidades de determinado locatário. O problema é que, quando ele sai do imóvel, costuma ser difícil encontrar outro inquilino com as mesmas exigências.

O especialista em fundos imobiliários, Arthur Vieira de Moraes, também lembra que a desaceleração da economia tende a impactar os locatários dos empreendimentos logísticos. “A demanda por esse tipo de imóvel tem correlação com o nível de consumo das famílias. Quanto mais se consome, maior a necessidade de estocagem das empresas”, explica. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o país cresceu apenas 0,2% no primeiro trimestre, e mais de 60% do PIB (Produto Interno Bruto) vem do consumo das famílias.

Ainda assim, a desocupação dos condomínios logísticos encerrou o primeiro trimestre do ano com queda, passando de 18,92% no final de 2013 para 17,10% em março deste ano, de acordo com pesquisa da consultoria imobiliária Colliers. O inventário (área total construída) no final de março era de 8,59 milhões de metros quadrados. “A demanda foi superior ao total entregue contribuindo para a queda na taxa de disponibilidade”, diz o relatório.

Inadimplência
A falta de pagamento dos aluguéis também pode impactar os rendimentos do fundo, mas, segundo fontes do setor, a inadimplência é quase nula nos galpões. A Colliers, que faz gestão de sete condomínios logísticos na região de Campinas e Jundiaí, afirma que houve apenas dois casos nestes empreendimentos este ano, que representaram 0,04% das receitas do mês de maio.

O problema é que, quando ocorre, ela afeta diretamente os rendimentos pagos aos investidores. Um exemplo recente é o caso do Caixa TRX Logística Renda (CXTL11), fundo que sofreu com a falta de pagamento do locatário e agora encara a desocupação de um de seus galpões. No ano passado, a Caixa Econômica Federal, administradora do fundo, entrou com ação de despejo contra a L. Ferenczi Indústria Comércio, após constantes atrasos de aluguel. A ação, que começou em fevereiro de 2013, durou vários meses e a empresa só deixou o empreendimento em dezembro.

O rendimento mensal distribuído aos cotistas do Caixa TRX, que foi de R$ 5,10 por cota em novembro de 2012, despencou para R$ 2,91 por cota em janeiro de 2013 e ficou neste patamar durante todo o ano passado. No último relatório, de abril deste ano, a administradora informou que o imóvel continua vago.

Como escolher
Não há como se blindar completamente desses riscos, mas especialistas afirmam que existem formas de minimizá-los. “Para se precaver, o investidor deve dar preferência a fundos com imóveis bem localizados, de boa qualidade e com contratos de aluguel de prazos longos. Além disso, uma multa para ressarcimento em casos de quebra de contrato é uma garantia importante”, afirma Octavio Vaz, sócio da gestora de recursos Áquilla.

Arthur Vieira de Moraes explica que os contratos de locação desses imóveis costumam ser atípicos, com prazos de 10 anos ou mais, e são corrigidos anualmente por algum índice de inflação - normalmente é usado o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) ou o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). “Este tipo de contrato já está previsto em lei desde dezembro do ano passado, quando entrou em vigor a Lei 12.744, que alterou a Lei do Inquilinato”, diz. Para saber qual é o tipo de contrato e ter mais informações sobre o fundo, vale a pena acessar a página dos fundos na BM&FBovespa (http://www.bmfbovespa.com.br/FundosList ... ioma=pt-br) e analisar os relatórios de gestão.

Já a boa localização a que o gestor da Áquilla se refere são regiões de fácil acesso para rodovias e relativamente perto dos grandes centros urbanos. Em São Paulo, cidades em um raio de 70 km da capital, cortadas pelas rodovias Anhanguera, Bandeirantes e Castelo Branco são as mais procuradas pelas empresas que alugam galpões para usar como centro de distribuição. No final de 2013, os municípios de Jundiaí e Cajamar (a 60km e 30 km da capital, respectivamente) apresentavam 7,6% e 13% de desocupação, bem abaixo da média do estado, de acordo com dados da consultoria imobiliária Jones Lang La Salle.

No Rio, a maior concentração destes imóveis está nas cidades de Seropédica, Campo Grande e Duque de Caxias – todas ligadas à capital pela rodovia Presidente Dutra. A taxa de disponibilidade no estado é historicamente baixa – foi de 4,19% no primeiro trimestre, segundo a Colliers.

Paulo Fabbriani, presidente da Fabbriani Investments, ressalta que o Brasil tem muitos gargalos de infraestrutura, como estradas ruins e malha ferroviária insuficiente, o que torna mais intensa a procura por galpões de alto padrão em cidades próximas do Rio e São Paulo. “A vacância no entorno destas capitais é sempre baixa. Ainda que o preço do aluguel seja mais alto, as empresas precisam instalar centros de distribuição em locais estratégicos para evitarem despesas maiores com transporte”, diz o executivo.

Para ele, os fundos de logística podem ser uma boa oportunidade para quem procura renda. “Existem fundos com bons empreendimentos, em ótima localização, então vale a pena ficar de olho e pesquisar os melhores para investir”, afirma. Os analistas das corretoras de valores também recomendam a compra de alguns fundos que investem nestes empreendimentos. Veja os que foram indicados no mês de junho:

TRX Realty Logística
Código: TRXL11
Onde investe: Sete galpões industriais e logísticos nas cidades de São Paulo-SP, Vinhedo-SP, Navegantes –SC e Rio de Janeiro - RJ
Quem recomenda: Inva Capital e Guide

FII Industrial do Brasil
Código: FIIB11
Onde investe: é dono de 35% do Perini Business Park, o maior condomínio multissetorial do Brasil, localizado em Joinville – SC
Quem recomenda: PAX

CSHG Logística
Código: HGLG11
Onde investe: possui 121 unidades locáveis, localizadas em nove empreendimentos nas cidades de São Paulo - SP, Atibaia- SP, Cotia-SP, Jarinu – SP, Hortolândia – SP, Rio Claro – SP, Blumenal – SC e Joinville – SC.
Quem recomenda: Guide

Kinea Renda Imobiliária (fundo misto, tem imóveis de logística e escritório)
Código: KNRI11
Onde investe: é dono de três edifícios em São Paulo e no Rio de Janeiro. Tem 100% do Centro de Distribuição (CD) Mogi das Cruzes e de 76,7% do CD Bandeirantes, em Louveira-SP
Quem recomenda: Guide

http://www.infomoney.com.br/imoveis/fundos-imobiliarios/noticia/3430273/entenda-fundos-logistica-saiba-que-analisar-antes-investir

Out 14, 2015 8:25
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02/07/14 - 13h00 - Arthur Ordones
10 fundos imobiliários para comprar em julho
A Pax divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de julho sem alterações

SÃO PAULO - A Pax divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de julho sem alterações.

No mês de maio, a carteira apresentou alta de 0,24%, ante valorização de 1,31% do Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBovespa), sendo que o destaque de alta foi o fundo Maxi Renda (MXRF11), que registrou rendimento positivo de 3,56%.

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Confira a carteira recomendada abaixo:

Carteira Inva Capital
Fundo Código Peso
FII BM Edifício Galeria EDGA11B 10%
FII Industrial do Brasil FIIB11 10%
FII Rio Negro RNGO11 10%
FII RB Cap Renda I FIIP11B 10%
FII RB Capital Renda II RBRD11 10%
FII Presidente Vargas PRSV11 10%
FII Maxi Ren CI ER MXRF11 10%
FII CSHG Recebíveis Imobiliários BC HGCR11 10%
FII VBI FL 4440 FVBI11B 10%
FII TRX Edifícios Corporativos XTED11 10%
Pax

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Out 14, 2015 8:27
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03/07/14 - 12h36 - Arthur Ordones
5 fundos imobiliários para comprar em julho, segundo a Guide
O BC Fund é um dos FIIs recomendados pela Guide Investimentos

SÃO PAULO – A Guide Investimentos recomendou cinco fundos imobiliários para investir em julho. Neste mês, houve apenas uma alteração: no lugar do TRX Logística (TRXL11) entrou o fundo Kinea Rendimentos Imobiliários (KNCR11).

Continuam na carteira os fundos BTG Corporate Office Fund (BRCR11), CSGH Logística (HGLG11), CSHG Brasil Shopping (HGBS11) e Kinea Renda Imobiliária (KNRI11).

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Confira abaixo a carteira recomendada:

Carteira Guide Imobiliária
Fundo Código Peso
CSHG Brasil Shopping HGBS11 25%
BTG Corporate Office Fund BRCR11 25%
CSHG Logística HGLG11 25%
Kinea Rendimentos Imobiliária KNCR11 10%
Kinea Renda Imobiliária KNRI11 15%
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Out 14, 2015 8:29
Jigsaw Forista VIP
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Re: Iniciantes em FII
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10/07/14 - 14h30 - Arthur Ordones
Ativa recomenda compra de 12 fundos imobiliários em julho
A corretora divulgou sua carteira de Fundos Imobiliários para o mês de julho sem nenhuma alteração

SÃO PAULO - A Ativa Corretora divulgou sua carteira de Fundos Imobiliários para o mês de julho sem nenhuma alteração.

Desempenho de junho
Em junho, a carteira de Fundos Imobiliários da Ativa apontou alta de 0,88%, abaixo do desempenho do IFIX, que valorizou 1,24%.

O destaque da carteira no mês passado foi o fundo Mercantil do Brasil (MBRF11), com alta de 8%.

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Confira as recomendações para julho:

Fundo Código Cotação R$
AESAPAR AEFI11 113,52
BTG Pactual Corporate Office Fund BRCR11 122,66
Floripa Shopping FLRP11B 580,00
CSHG Brasil Shopping HGBS11 1.674,64
CSHG Real Estate HGRE11 1.359,76
Maxi Renda MXRF11 89,62
BB Renda de Papéis RNDP11 947,74
RB Capital Renda I FIIP11B 150,40
Rio Bravo Crédito Imobiliário II RBVO11 106,05
Campus Faria Lima FCFL11B 1.161,71
Mercantil do Brasil MBRF11 1.199,04
CSHG Logística HGLG11 1.097,83

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Out 14, 2015 8:30
Jigsaw Forista VIP
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Re: Iniciantes em FII
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11/07/14 - 11h35 - Arthur Ordones
5 fundos imobiliários para comprar em julho
A Inva Capital divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de julho sem alterações

SÃO PAULO - A Inva Capital divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de julho sem alterações.

Os fundos que permaneceram na carteira com o mesmo peso foram: BTG Corporate Office (BRCR11), RB Capital Renda II (RBRD11), Brasil Plural Absoluto (BPFF11), Brasil Shopping (HGBS11) e TRX Logística (TRXL11).

No mês de junho, a carteira apresentou alta de 0,84%, ante valorização de 1,31% do Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBovespa), sendo que o destaque de alta foi o fundo RB Capital Renda II, que registrou rendimento positivo de 2,02%.

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Confira a carteira recomendada abaixo:

Carteira Inva Capital
Fundo Código Peso
Brasil Shopping HGBS11 32%
TRX Logística TRXL11 18%
BTG Corporate Office BRCR11 13%
RB Capital Renda II RBRD11 15%
Brasil Plural Absoluto BPFF11 22%
Inva Capital

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Out 14, 2015 8:31
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Re: Iniciantes em FII
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11/07/14 - 17h16 - Diego Lazzaris Borges
Fundo imobiliário Shopping Largo 13 dispara quase 30% após proposta de aquisição
De acordo com o fato relevante divulgado ao mercado, o valor da proposta é de R$ 74 milhões, para pagamento à vista

SÃO PAULO – O Bradesco, administrador do fundo imobiliário Mais Shopping Largo 13 (MSHP11), anunciou nesta sexta-feira (11) que recebeu uma proposta de aquisição da sua participação no shopping Mais Shopping Largo 13.

De acordo com o fato relevante divulgado ao mercado, o valor da proposta é de R$ 74 milhões para compra dos 40% do shopping que o Bradesco detém, com pagamento à vista. Ainda segundo o documento, a proposta “está vinculada a condições precedentes e outras custas estabelecidas no referido documento [proposta de aquisição], entre elas a realização de due dilligence e a aquisição de pelo menos 51% do empreendimento (controle), o que também condicionará a eventual venda da participação detida pelo fundo ao aceite dos demais co-proprietarios”.

Há pouco, as cotas do fundo eram negociadas com valorização de 28,44% a R$ 700.

De acordo com o Bradesco, os detalhes e os termos e condições da proposta serão deliberados em Assembléia Geral Extraordinária de Cotistas, cuja data ainda não foi definida.

O banco não deu detalhes sobre quem fez a oferta. “Cabe ressaltar que o proponente comprador não e pessoa, física ou jurídica, ligada a administradora ou fundo de investimento imobiliário por ela administrado”

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Out 14, 2015 8:33
Jigsaw Forista VIP
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Re: Iniciantes em FII
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07/08/14 - 13h15 - Arthur Ordones
5 fundos imobiliários para comprar em agosto
A Inva Capital divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de agosto com alterações
SÃO PAULO - A Inva Capital divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de agosto com alterações nos pesos. O fundo Brasil Shopping (HGBS11), que antes compunha 32% da carteira, agora virou 30%, enquanto o RB Capital Renda II (RBRD11) passou de 15% para 17%.

Os fundos que permaneceram na carteira com o mesmo peso foram: Brasil Plural Absoluto (BPFF11), TRX Logística (TRXL11) e BTG Corporate Office (BRCR11).

No mês de julho, a carteira apresentou alta de 2,04%, ante valorização de 1,59% do Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBovespa), sendo que o destaque de alta foi o fundo Brasil Shopping, que registrou rendimento positivo de 5,43%.

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Confira a carteira recomendada abaixo:

Carteira Inva Capital
Fundo Código Peso
Brasil Shopping HGBS11 30%
TRX Logística TRXL11 18%
BTG Corporate Office BRCR11 13%
RB Capital Renda II RBRD11 17%
Brasil Plural Absoluto BPFF11 22%
Inva Capital

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Out 14, 2015 8:34
Jigsaw Forista VIP
Mensagens: 3444
Re: Iniciantes em FII
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18/08/14 - 09h00 - Arthur Ordones
10 fundos imobiliários para comprar em agosto
A Pax divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de agosto sem alterações
SÃO PAULO - A Pax divulgou sua carteira recomendada de fundos imobiliários para o mês de agosto com apenas uma alteração: no lugar do fundo Presidente Vargas (PRSV11) entrou o fundo TB Office (TBOF11).

No mês de julho, a carteira apresentou alta de 2,69%, ante valorização de 1,61% do Ifix (Índice de Fundos Imobiliários da BM&FBovespa), sendo que o destaque de alta foi o fundo Presidente Vargas, que registrou rendimento positivo de 8,02%.

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Confira a carteira recomendada abaixo:

Carteira Inva Capital
Fundo Código Peso
FII BM Edifício Galeria EDGA11B 10%
FII Industrial do Brasil FIIB11 10%
FII Rio Negro RNGO11 10%
FII RB Cap Renda I FIIP11B 10%
FII RB Capital Renda II RBRD11 10%
FII TB Office TBOF11 10%
FII Maxi Ren CI ER MXRF11 10%
FII CSHG Recebíveis Imobiliários BC HGCR11 10%
FII VBI FL 4440 FVBI11B 10%
FII TRX Edifícios Corporativos XTED11 10%
Pax

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