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Abaco Forista Assíduo
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FIP: Fundos de Investimentos em Participações
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Ainda sobre o GR / Rivieira, que me parece ser um modelo muito interessante de FIP para investidores pessoa física

GR Properties e Riviera Investimentos captam R$ 285 milhões com fundo

Por Filipe Pacheco | Valor

SÃO PAULO - A gestora Riviera Investimentos e a incorporadora GR Properties concluíram a distribuição de cotas de um fundo de R$ 285,1 milhões para investimento em condomínios de galpões de logística próximos à cidade de São Paulo. O fundo de investimento em participações (FIP) tem como objetivo investir na compra de terrenos e na posterior construção de galpões comerciais localizados prioritariamente a 120 quilômetros da capital paulista.

Os ganhos do fundo, chamado de Riviera GR Industrial, serão decorrentes da locação e da posterior venda dos estabelecimentos. Ao todo, serão cinco condomínios de galpões que serão começados do zero (ou “greenfield”, no jargão de mercado). O prazo do fundo é de seis anos, sendo que os três primeiros serão para investimento e os três restantes para desinvestir.

Segundo Guilherme Rossi, sócio-diretor da GR Properties, cerca de 60% do fundo já está comprometido com as primeiras aquisições de terrenos, mas ainda esperam aprovação dos cotistas para serem realizados.

A perspectiva é que a fase inicial de construção dos galpões dure 14 meses e a seguinte, de locação, esteja completa em até seis meses. A incorporadora já administra condomínios de galpões em Campinas e Jundiaí e diz que entre potenciais clientes locatários dos galpões estão empresas do agronegócio, farmacêuticas, de comércio eletrônico e de autopeças.

O mandato deste FIP é apenas para empreendimentos no Estado de São Paulo, mas as duas empresas já conversam para lançar outros sob o mesmo modelo em diferentes partes do Brasil.

Segundo informações da Riviera, 90% dos investidores no fundo é composta por clientes institucionais, inclusive fundos de pensão, e uma parcela menor é de pessoas físicas ou ligadas à gestão e consultoria imobiliária do fundo.

Para André Barbieri, sócio-diretor da Riviera Investimentos, a ideia é estabelecer parcerias futuras parecidas, dado o interesse relevante de investidores institucionais por produtos financeiros não convencionais após os cortes na taxa básica de juros para o patamar de mínima histórica. “Muitos fundos de pensão se mostraram interessados pelo modelo”, disse ele ao Valor. “É um bom momento para a diversificação de investimentos.”

O controle acionário do fundo é mantido pela corretora Socopa e a GR Properties atuará como consultora imobiliária do FIP.

(Filipe Pacheco | Valor)


Fonte: http://www.valor.com.br/empresas/290462 ... z2CsZpRkUa

Dez 07, 2012 16:19
Abaco Forista Assíduo
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Poupador precisa ter cuidado com as promessas exageradas de rentabilidade

As propostas de aplicações disponibilizadas pelas instituições financeiras, que precisam captar recursos com custo cada vez menor para emprestá-los, podem implicar alto risco para o investidor



Notícia publicada na edição de 29/11/2012 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 2 do caderno A - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.




* Reginaldo Gonçalves

O mercado internacional esta bem sensível a qualquer notícia relacionada à crise, seja na Eurozona, nos Estados Unidos ou na China. Infelizmente, parece que a luz no final do túnel não está tão perto e cada nova alternativa de acordo ou de ajuste acaba se agravando. Para os países emergentes é muito importante a exploração do mercado interno, de maneira a não se criarem impactos negativos em sua economia e minimizar a dependência de recursos estrangeiros. Isso, obviamente, é difícil e complicado, em virtude da globalização. Trocam-se mercadorias a todo momento, e para alguns países a sobrevivência depende das exportações, principalmente de insumos primários, e aquisição de produtos industrializados, tecnologicamente melhores do que aqueles internamente produzidos.

No Brasil, várias alternativas para aquecer o mercado estão sendo utilizadas, inclusive com a redução dos juros, com o objetivo de gerar ""oxigênio"" para as empresas conseguirem melhorar sua produção e vendas e manter ou melhorar a empregabilidade. Com a queda dos juros e fixação da taxa Selic no patamar de 7,25% ao ano, as aplicações financeiras acabaram sendo desestimuladas. Muitas delas chegam a gerar prejuízos em suas operações, principalmente as que são efetuadas par a um curto espaço de tempo.

As propostas de aplicações disponibilizadas pelas instituições financeiras, que precisam captar recursos com custo cada vez menor para emprestá-los, podem implicar alto risco para o investidor, principalmente quando se tratar de bancos de segunda linha e que proponham rendimentos fora da realidade. Uma das aplicações que podem gerar alto retorno é o investimento no mercado de ações, mas deve ser efetuado somente por quem dispõe de recursos para o longo prazo. Para o curto prazo, a única aplicação aparentemente melhor é a poupança.

Recentemente vem sendo discutida alternativa de aplicações que, de acordo com especialistas, propõe a redução do imposto de renda e é bem mais rentável do que qualquer outra modalidade e com menos risco: o Fundo de Investimento em Participações (FIP). É constituído em forma de condomínio fechado, ou seja, como os fundos de investimento tradicionais. Administra os recursos, destinados a diversas modalidades de investimentos, como aquisição de ações, debêntures, bônus de subscrição ou outros títulos e valores mobiliários conversíveis ou permutáveis em ações de emissão de companhias abertas ou fechadas. Esses fundos participam do processo decisório da companhia na qual investem.

O grande problema desses investimentos é saber quem está gerindo a carteira e quais são os seus limites. O prazo de resgate também é longo, de, no mínimo, cinco anos. Essa situação já limita o investimento de pessoas mais humildes e que não têm normalmente recursos para o longo prazo. Outra observação importante é que os FIPs não têm a segurança, em caso de quebra, do Fundo Garantidor de Crédito, que banca o aplicador no valor limite de R$ 70 mil.

Todo cuidado é pouco em uma situação em que a economia não apresenta aos investidores oportunidades de grandes ganhos. Qualquer opção diferente deve gerar desconfiança. Não há como as instituições assumirem pagamentos de rendimentos fora da realidade do mercado, buscando capitalizar-se. O risco de perda é grande para o poupador. Vejam o exemplo recente do Banco Cruzeiro do Sul, em que vários investidores perderam seus recursos.

Os FIPs nada mais são do que recursos aplicados pelos investidores, sendo direcionados para investimentos em várias empresas, inclusive em construção civil, como forma de participar de um empreendimento. Os ganhos são gerados ao fundo através dos juros sobre aportes que possam ser efetuados através de debentures, ou através de juros sobre o capital próprio e dividendos das empresas onde houve a compra de ações.


* Reginaldo Gonçalves é coordenador de Ciências Contábeis da Faculdade Santa Marcelina (FASM)

Fonte: http://www.cruzeirodosul.inf.br/acessar ... ?id=437366

O texto precisa de algumas correções: Quanto ao prazo, citado, as cotas podem ser negociadas. O principal ganho, na verdade, é a venda da empresa investida, o desinvestimento. Você pega um Facebook valendo uma pechincha e vende por uma fortuna. Até o momento do desinvestimento, pode ocorrer de nada se receber.

Dez 07, 2012 16:29
Abaco Forista Assíduo
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Retirado do Valor do dia 4/12. A CVM pretende mudar as regras do FIP, o que pode tornar esse produto mais rentável:

04/12/2012 às 00h00
CVM quer atualizar regra dos FIPs

Por Luciana Bruno | Do Rio


A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) colocou em audiência pública ontem uma atualização da regra dos Fundos de Investimento em Participações (FIP) que pode facilitar o financiamento das companhias investidas.

A minuta atualiza a Instrução CVM número 391/03, que trata da constituição, funcionamento e administração dos FIPs. O principal objetivo é permitir que o administrador preste, direta ou indiretamente, garantias em nome do fundo, mediante aprovação da unanimidade dos cotistas reunidos em assembleia geral.

Em última análise, a autorização facilitará o financiamento das companhias investidas, já que as garantias melhoram as condições de crédito no mercado, explicaram gerentes da autarquia. Atualmente, os administradores não podem realizar essa operação, a não ser que o caso seja avaliado pela CVM.

Segundo Bruno Luna, gerente de acompanhamento de fundos estruturados da autarquia, a regra foi alterada a pedido do mercado. "É comum que, até mesmo para financiar seus projetos, ao pegar financiamentos, o fundo apresente garantias [aos credores]. Dado o volume de pleitos que foram apresentados à CVM, achamos por bem fazer a alteração", declarou Antonio Carlos Berwanger, gerente de aperfeiçoamento de normas. "Depois que a regra for editada, o administrador vai poder apresentar ações dessas companhias como garantia", explicou Berwanger.

Mas para Flávio Leoni, do escritório Leoni Siqueira Advogados, a necessidade de unanimidade entre os cotistas para tomada de decisão sobre a oferta de garantias por parte do fundo pode dificultar a efetividade da regra.

"Acho que a decisão é um passo na direção boa, porque ajuda as companhias investidas a captar recursos mais baratos, o que representa um aumento da rentabilidade do FIP, indiretamente", declarou Leoni.

"A única coisa que não concordo é isso ser sujeito à decisão unânime dos cotistas em assembleia. É precaução demasiada da CVM", acrescentou. "Da forma como está, qualquer minoritário poderá vetar", disse.

O advogado sugere que o quórum seja abordado no regulamento de cada fundo, e não na regra da CVM. A minuta ficará em audiência pública até 2 de janeiro de 2013.

Jan 20, 2013 18:36
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Qual a rentabilidade média de um investimento em FIP?

Já há algum site dedicado ao assunto?

Através de qual corretora é possível investir?

Abr 04, 2013 2:46
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Olá pessoal, através de qual corretora posso investir em FIP? Através da Rico, TOV ou Socopa é possível? :D

Abr 24, 2013 19:56
Abaco Forista Assíduo
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Investidor-anjo faz aportes para diversificar carteira


A queda da taxa básica de juro da economia brasileira nos últimos dois anos levou investidores a buscar alternativas de investimento de maior risco, porém mais rentáveis que as aplicações tradicionais. Nesse cenário, o investimento-anjo em empresas novatas de tecnologia tem se mostrado uma opção atraente. A menor quantidade de recursos necessária para financiar esse tipo de negócio e o potencial de retorno são as principais vantagens das empresas de tecnologia na corrida pelo capital do investidor que pretende diversificar aplicações.

O investidor-anjo Rafael Moraes começou a ver as "startups" de tecnologia como uma alternativa interessante no ano passado. Moraes fez aportes em três companhias novatas: a Behold, de jogos para celular; a agência on-line de viagens Hotelli; e o site de "vaquinha virtual" ("crowdfunding") Queremos. Antes desses negócios, Moraes avaliou um aporte em uma novata de nanotecnologia para cosméticos, mas a maior necessidade de capital, além do investimento pesado em equipamentos, o levou a desistir.

"Nas 'startups' de tecnologia, o investimento é basicamente na ideia de negócio, uma equipe, mesa, cadeira e computador. É um modelo muito mais simples, e menos arriscado, caso a empresa não dê certo", afirmou Moraes. Para comprar uma participação nas três empresas novatas, o investidor-anjo tirou recursos de aplicações de renda fixa, como Certificados de Depósitos Interfinanceiros (CDI) e Certificados de Depósitos Bancários (CDB). Atualmente, 5% de seu capital está alocado nessas companhias.

O número crescente de "startups" na área de tecnologia e o surgimento de mais incubadoras e aceleradoras - que fazem a ponte entre companhias novatas e o mercado - também têm facilitado o trabalho dos investidores-anjo que procuram negócios no segmento. "Antes era mais difícil localizar esse tipo de projeto", disse Vinicius Carneiro, líder do grupo de investidores-anjo Mhydas.

O grupo começou a investir em empresas iniciantes de tecnologia devido ao cenário mais adverso para aplicações atreladas à taxa básica de juro. "Em vez de tirarmos dinheiro da renda fixa e comprar participações em empresas de ramos como infraestrutura e varejo, optamos por colocar esses recursos em companhias novatas de tecnologia, que têm um potencial maior", afirmou. Segundo Carneiro, nesse segmento, o retorno do investimento pode ser até 25% maior que em empresas de ramos tradicionais.

Entretanto, há diferenças entre ter recursos investidos em renda fixa, por exemplo, e em participações nessas novatas. Nesse último caso, o investidor só vai saber qual foi o retorno do investimento quando vender a participação que adquiriu no capital da companhia. Já nas aplicações de renda fixa, a remuneração sobre o capital investido não ocorre necessariamente ao fim do período de investimento. Dependendo das opções feitas pelo investidor, é possível que isso aconteça até mesmo uma vez por mês.

Para quem não pretende participar da administração de um negócio, porém, usar o investimento em empresas novatas como alternativa para diversificar o portfólio de aplicações pode não ser uma boa estratégia. "Não dá para simplesmente investir os recursos e esperar o retorno. O 'anjo' entra com o apoio financeiro, mas também é uma espécie de mentor e tem de participar ativamente do dia a dia da empresa", disse o investidor Bruno Lambertucci, que investiu em três "startups" de TI nos três últimos anos.

De acordo com os dados mais recentes da associação Anjos do Brasil, em agosto de 2012 o país registrava 6,3 mil pessoas físicas com investimento em empresas novatas. O número representa um avanço de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior. O valor médio do investimento-anjo foi de R$ 79 mil em agosto do ano passado, 7% menor que o divulgado um ano antes pela associação. Segundo Cassio Spina, fundador da Anjos do Brasil, essa diminuição do valor médio é resultado de um número maior de novos investidores, que costumam ser mais cautelosos em seus primeiros investimentos.



http://www.valor.com.br/empresas/309798 ... z2RQ562j1o

Jul 29, 2013 16:45
Abaco Forista Assíduo
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Do relatório mensal:

"O FIP-IE XP Omega I será detentor de aproximadamente 34% de uma empresa denominada Asteri Energia S.A., uma holding que por sua vez detém 100% do parque eólico Gargaú e 51% da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Pipoca. A Omega Energia Renovável S.A., companhia do setor de energia renovável fundada pela Tarpon Investimentos, é a sócia do XP Omega I na Asteri, com 66% do capital. Nota-se que o XP Omega I será detentor de ações preferenciais da Asteri, sendo que estas receberão proventos cumulativos e preferenciais de IPCA + 7,5% a.a.. O mecanismo dessas ações, sua dinâmica de pagamento e notícias sobre o Fundo serão detalhados neste relatório.

Destaques do Período
Melhora Substancial no Yield para o Cotista Com o aumento da volatilidade do mercado e das taxas de juros brasileiras no último mês, a XP Gestão e a Omega Energia acordaram, em benefício do cotista, em realizar um aumento da remuneração ao investidor em 100 bps, levando a remuneração cumulativa por 20 anos de IPCA + 6,5% a.a. para IPCA + 7,5% a.a..

Redução de Custos do Fundo Beneficia Cotista
Visando o aumento do rendimento líquido do cotista, a XP Gestão e a Omega Energia reduziram as suas Taxas de Gestão e Taxa de Consultoria, respectivamente, em 10bps cada uma. Dessa forma, o rendimento líquido do cotista aumentou em 0,20% a.a., tornando este FIP-IE ainda mais atrativo frente à outros produtos."

Ago 14, 2013 14:15
Abaco Forista Assíduo
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Gouvea2 escreveu:Qual a rentabilidade média de um investimento em FIP?

Já há algum site dedicado ao assunto?

Através de qual corretora é possível investir?


Você pode investir por qualquer corretora, mas normalmente é via mesa. Além disso precisa ter o registro de investidor qualificado, ou seja, ter mais de R$ 300 mil investidos. Fora isso, é como negociar um Fundo imobiliario, com a vantagem de não ter qualquer imposto de renda, inclusive na venda.

Ago 14, 2013 14:36
Abaco Forista Assíduo
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Re: Re:
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FR4J0L4 escreveu:
Abaco escreveu:
Gouvea2 escreveu:Qual a rentabilidade média de um investimento em FIP?

Já há algum site dedicado ao assunto?

Através de qual corretora é possível investir?


Você pode investir por qualquer corretora, mas normalmente é via mesa. Além disso precisa ter o registro de investidor qualificado, ou seja, ter mais de R$ 300 mil investidos. Fora isso, é como negociar um Fundo imobiliario, com a vantagem de não ter qualquer imposto de renda, inclusive na venda.

curiosidade, teria algum tipo de "dividendos" como em FII, ou seja, pinga algo na conta no decorrer do tempo?
grato


Tem sim, mas depende do fundo. Por exemplo, o XPOM11 paga os proventos semestralmente, limitados a inflação+7,5% ao ano. Para quem é um investidor fundamentalista, isso deve ser um absurdo, pois as empresas investidas só ficam com o que superar esse limite, ou seja, a participação é praticamente uma dívida que a empresa deve pagar. Na prática é isso mesmo, é uma dívida que a empresa faz, com a vantagem que não precisa apresentar garantias e paga se tiver lucro. Alguns pagam anualmente e outros, como o XPOM11, semestralmente.

Ago 14, 2013 22:55
Gouvea2 Estreante
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Re: Re:
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Você pode investir por qualquer corretora, mas normalmente é via mesa. Além disso precisa ter o registro de investidor qualificado, ou seja, ter mais de R$ 300 mil investidos. Fora isso, é como negociar um Fundo imobiliario, com a vantagem de não ter qualquer imposto de renda, inclusive na venda.


Tem sim, mas depende do fundo. Por exemplo, o XPOM11 paga os proventos semestralmente, limitados a inflação+7,5% ao ano. Para quem é um investidor fundamentalista, isso deve ser um absurdo, pois as empresas investidas só ficam com o que superar esse limite, ou seja, a participação é praticamente uma dívida que a empresa deve pagar. Na prática é isso mesmo, é uma dívida que a empresa faz, com a vantagem que não precisa apresentar garantias e paga se tiver lucro. Alguns pagam anualmente e outros, como o XPOM11, semestralmente.


Então o lance é juntar 300 mil em investimentos e já pode investir em FIP, que pelo que você falou parece ser o melhor investimento da renda fixa. Pois o Fair Place foi interditado pelo Bacen e as debêntures devem ter um retorno menor que o investimento em FIP, correto?

O investimento em FIP teria alguma garantia?

Ago 15, 2013 15:49
Abaco Forista Assíduo
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Re: Re:
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FR4J0L4 escreveu:
Abaco escreveu:Tem sim, mas depende do fundo. Por exemplo, o XPOM11 paga os proventos semestralmente, limitados a inflação+7,5% ao ano. Para quem é um investidor fundamentalista, isso deve ser um absurdo, pois as empresas investidas só ficam com o que superar esse limite, ou seja, a participação é praticamente uma dívida que a empresa deve pagar. Na prática é isso mesmo, é uma dívida que a empresa faz, com a vantagem que não precisa apresentar garantias e paga se tiver lucro. Alguns pagam anualmente e outros, como o XPOM11, semestralmente.

tendi, e é como CRI, não tem FGC, faliu, faliu, já era, só entrando na justiça para arrestar bens e reaver $$?
enfim, como são as garantias do $$ aportado caso algo saia errado?
grato+1x


Fundo de investimento em participações é capital de risco, não tem garantia. O que tem é administração do risco. Um FIP bem estruturado faz vários investimentos e espera que um dê certo. Geralmente a maioria dos investimentos dá errado, mas um compensa o prejuízo dos demais. Cabe avaliar o perfil de cada fundo antes de aplicar. Por isso só cliente qualificado pode investir. Em compensação, um fundo bem administrado pode render mais, pois visa investir em empresas com grande potencial de crescimento ou empresas de infra-estrutura. O objetivo é encontrar um novo Google ou Facebook. A garantia é o gestor, normalmente o fundo pode intervir na empresa que foi adquirida, através de acordo. Por exemplo, o Omega, existe um acordo que é dificil de engolir, que destina ao fundo uma parcela definida dos lucros (a empresa que se vire). O que ocorre é que muitas empresas passam a buscar o prejuízo (prejuízo é lucro para os seus donos originais). Neste caso, cabe ao gestor do fundo eveitar que isso ocorra. Esse é o maior risco que existe, o investimento do fundo é como um empréstimo para a empresa que vai pagar se tiver lucro. Para não pagar, basta dar prejuízo. Ao gestor, cabe ter uma postura ativa, muito diferente de um fundo de ações, pois ele terá poder de intervenção. Ao investidor, cabe ler com muita atenção o prespecto. A vantagem é que o fundo detém o controle da empresa e fará tudo para tirar tudo dessa empresa, vai espremer até sair a última gota.

Ago 16, 2013 16:01
Abaco Forista Assíduo
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Re: Re:
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FR4J0L4 escreveu:entendi... parece mais um fundo de private equity....
grato


Você pode adotar a seguinte classificação

- empresas nascentes > capital semente (seed capital), geralmente na forma de associação de investidores anjos;
- empresas de tecnologia > venture capital, é o caso de muitos FIPs
- empresas maduras > private equity, algo para grandes fundos de pensão

Apesar de alguns fundos hoje negociados serem de private equity, o que queremos são dos de venture capital, que podem render muito mais.

Mai 19, 2014 15:41
Abaco Forista Assíduo
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Re: FIP: Fundos de Investimentos em Participações
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16/05/2014 09:30 FIP XP OMEGA (XPOM) - DISTRIBUICAO - REPASSE DE DIVIDENDO

FIP XP OMEGA (XPOM)

Distribuicao - Repasse de Dividendo

A Citibank Distribuidora de Titulos e Valores Mobiliarios S.A., na qualidade de
instituicao administradora do FIP XP OMEGA I, informou sobre o repasse de
dividendo, referente ao periodo de dezembro/2013 a maio/2014, no valor de R$
3,75 por cota.

O repasse do dividendo sera efetuado em 30/05/2014, aos detentores de cotas em
15/05/2014.

Norma: a partir de 16/05/2014 cotas ex-repasse de dividendo.

Mai 27, 2016 19:57
darci passilongo Estreante
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Re: FIP: Fundos de Investimentos em Participações
darci passilongo
Registrado em:
Mai 20, 2016 22:10
 
 
ola pessoal um artigo incrivel
http://spacelivre.com.br/ O que é LCI e quanto rendem?

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