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Fundos de Investimento e Renda Fixa
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BOA TARDE

Mai 21, 2009 22:19
mancha Forista Assíduo
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mancha
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Sera q o fundo de invesimento em contrucao civil do bb pra esse segundo semestre é uma boa?

Jul 15, 2009 15:08
Willy Fog Forista Assíduo
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Taxa média de administração dos fundos caiu até 30% em cinco anos

Por: Flávia Furlan Nunes
14/07/09 - 14h47
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SÃO PAULO - Pesquisa divulgada pela Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) nesta terça-feira (14) revelou que as taxas de administração médias dos fundos brasileiros de varejo estão em queda, com exceção das cobranças realizadas nos multimercados.

A taxa média de administração dos fundos referenciados DI caiu de 1,82% ao ano em 2004 para 1,49% ao ano em 2009, o que representa uma queda de 18%. No caso dos fundos de renda fixa, a queda foi de 30%: de 1,61% ao ano em 2004 para 1,13% ao ano em 2009.

Os fundos de ações também registraram queda em sua taxa média de administração, de 12%, passando de 2,58% ao ano para 2,27% ao ano. "As quedas são graduais", destacou o vice-presidente da Anbid, Alexandre Zákia.

Os únicos fundos que registraram alta no custo foram os multimercados, que passaram de uma taxa de 1,38% ao ano para 1,75% ao ano (+25%). De acordo com Zákia, com a rentabilidade que os fundos multimercados apresentam, a taxa de administração, mesmo em alta, tem muito menos representatividade do que nos demais fundos.

A pesquisa da Anbid foi realizada em maio com 401 fundos de investimento, com um patrimônio líquido total de R$ 205 bilhões, que atendem 6.730.178 cotistas.

Pelo mundo
Quando analisadas todas as modalidades de fundos (varejo, institucional, private), a média das taxas de administração praticadas em 16 países em renda fixa oscila de 0,76% ao ano a 1% ao ano. No Brasil, a média da taxa de administração de todos os fundos de renda fixa é de 0,80% ao ano. "Nós estamos dentro da média mundial e mais para baixo", afirmou Zákia.

No caso dos fundos de ações, a média mundial está entre 1,50% ao ano e 1,99% ao ano, enquanto no Brasil a média é de 1,33%. "Ficamos abaixo das 16 principais indústrias de fundos", ressaltou o vice-presidente da Anbid.

Além disso, ele destacou que, no exterior, é prática comum a cobrança de uma taxa de entrada (cada vez que o investidor coloca dinheiro no fundo) para remunerar o distribuidor, que pode ser a corretora ou a seguradora, por exemplo, enquanto no Brasil não existe esta cobrança.

No mundo, a taxa de entrada varia de 2% a 3,99% a cada aplicação. "Brasil e Holanda não praticam a taxa de entrada. No Brasil, o custo da distribuição está na taxa de administração", explicou.

Taxa de administração
Segundo explicou Zákia, a taxa de administração de um fundo de investimento depende de fatores exógenos (externos) e endógenos (internos), sendo que estes últimos são representados pelas taxas de gestão do fundo - o que explica o caso de multimercados e renda fixa ter uma taxa de administração maior, tendo em vista o custo da gestão dos ativos - e de distribuição.

Dentre os fatores externos, o juro básico da economia, o tamanho do mercado para aquele fundo e a competição explicam a taxa de administração dos fundos.

Jul 15, 2009 23:16
Willy Fog Forista Assíduo
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Renda fixa é maioria, mas ações e previdência ganham investidores de fundos

Por: Flávia Furlan Nunes
15/07/09 - 08h20
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SÃO PAULO - Apesar de a renda fixa ainda ser maioria no mercado de fundos, a renda variável e a previdência estão em expansão, quando analisados os últimos sete anos.

Em 2009, o patrimônio líquido da indústria de fundos se distribuiu em 47% na renda fixa, referenciado DI e curto prazo, 11% em ações, 22% em multimercados e 10% em previdência, de acordo com dados da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento).

Porém, quando analisado de 2002 até 2009, os fundos de previdência passaram de uma representatividade de 2,9% para 10%. "O mix está mudando e a previdência tem crescido, o que é sinal de que o brasileiro está preocupado com o longo prazo", afirmou o vice-presidente da Anbid, Alexandre Zákia.

Outras modalidades
No caso dos fundos de ações, a expansão foi de 8,9% para 11%. Em 2007, esses fundos representaram 15,5% do patrimônio líquido da indústria, mas o crescimento ficou mais tímido este ano pela desvalorização da Bolsa.

"Antes da crise, a média de fundos de ações em todo o mundo era de 42%, mas caiu para 34% em 2008. Ou seja, o Brasil ainda tem muito a crescer no fundo de ações, principalmente pela queda dos juros nominais e reais".

Por este mesmo motivo, é que a renda fixa tem caído em representatividade, mas não de maneira "dramática", usando as palavras do vice-presidente da Anbid. A participação destes fundos no patrimônio líquido da indústria passou de 32,9% em 2002 para 28,4% este ano. "Estamos caminhando para um nível de taxas de juros de primeiro mundo, então o perfil da indústria ficará mais parecido com o primeiro mundo", afirmou Zákia.

No caso dos fundos multimercados, a participação no patrimônio líquido da indústria passou de 25,8% para 22,3% em sete anos, enquanto os referenciados DI passaram de 24,6% para 15%.

Taxas de administração
Pela mudança no perfil da indústria de fundos, as taxas de administração do mercado devem subir no longo prazo, já que fundos multimercados, de ações e previdência, que são os que devem crescer em representatividade, possuem taxas maiores.

A taxa de administração de um fundo, de acordo com Zákia, é definida por fatores externos (como taxa básica de juros, escala do mercado e competitividade da indústria), bem como por fatores internos, como custo de distribuição e de gestão, sendo que este último é maior em fundos como multimercados e de ações, o que explica o custo maior destas modalidades de fundos.
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Jul 21, 2009 11:46
Willy Fog Forista Assíduo
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Com retornos menores, tendência na renda fixa é aumentar grau de risco

Por: Giulia Santos Camillo
20/07/09 - 18h02
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SÃO PAULO - O ciclo de queda da Selic, iniciado em janeiro deste ano, já resultou em muitas mudanças no posicionamento dos investidores em relação à renda fixa. Porém, se no início as dúvidas de investimento mais comuns comparavam os retornos entre títulos pré-fixados e pós-fixados, a questão agora é como fugir da redução geral dos retornos dessa classe de ativos.

Algumas mudanças já podem ser percebidas na composição das carteiras administradas, que mudou bastante no último ano, conforme dados da Anbid. A exposição a títulos públicos federais, por exemplo, passou de 42,82% em junho de 2008 para 40,75% em maio deste ano. Em compensação, as alocações em CDB (Certificado de Depósito Bancário) passaram de 11,53% para 12,45% no mesmo período.

"Com retorno cada vez mais baixo nos ativos de renda fixa e com essa discussão de os ativos de renda fixa ganharem ou não ganharem pós-imposto de renda na poupança, ou seja, do ativo mais livre de risco que tem, é natural que os participantes partam para mais risco para ter esse retorno", explica Damont Carvalho, head de renda fixa da Fator Administração de Recursos.

Tendência ao risco
A Fator Administração de Recursos projeta a taxa Selic girando entre 8,5% e 9,5% ao ano durante muito tempo. Com isso em mente, Carvalho explica que o Brasil conseguiu conquistar uma taxa de juro real muito baixa também no médio prazo, de forma que os ativos de risco são atrativos não só no curto prazo.

"Então você tem um primeiro movimento da busca por ativos de risco e depois você vai ter uma concentração desses ativos fazendo parte do portfólio de todo investidor", explica o gestor, acrescentando que "o grau de risco do investidor vai subir porque ele será obrigado a buscar um pouco mais de risco para continuar a ter um retorno atraente".

Na escala de risco, de acordo com Carvalho, a primeira etapa é haver uma maior procura por crédito privado, algo natural já que as próprias empresas estão voltando a captar no mercado de crédito, impulsionadas pelo retorno da liquidez e pela forte demanda. A segunda etapa seria a migração para fundos agressivos de multimercado, que também têm tido alta procura na Fator Administração de Recursos. Por fim, a última etapa seria o aumento da participação das ações nas carteiras.

Em relação à possibilidade de utilizar operações sintéticas (estrutura montada com derivativos cujo retorno é uma operação de renda fixa) para fugir da redução da Selic, Carvalho acredita que pode ser um possibilidade, mas ressalta que esse tipo de operação necessita de um determinado momento de mercado para ser montada. "Esse retorno dessas operações pode ser maior do que o CDI ou do que uma LTN esperada para o mesmo período. Mas para a grande maioria dessas operações existir, você precisa ter uma certa arbitragem no mercado".

Juros reais e ativos de crédito
Marcio Appel, diretor da Safra Asset, também comenta a maior busca por risco. Segundo ele, ao longo deste ano, "os clientes estão privilegiando produtos que tenham uma predominância na carteira de crédito privado e também aplicações em produtos de multimercado". Ademais, a Safra se mostra confiante em investimentos em juros reais.

"Hoje você tem excelentes nomes pagando um spread de crédito interessante. A Vale, por exemplo, que hoje está marcado a mercado na faixa de 140% do CDI, é já um spread mais atraente do que você tinha há dois anos", argumenta Appel, avaliando que "nomes de primeira linha seguem oferecendo bons retornos".

Para não correr risco
Um outro movimento que pode ser visto na análise dos dados da Anbid é o aumento da exposição a operações compromissadas com lastro em títulos públicos federais, que passou de 11,99% em junho de 2008 para 17,39% em maio deste ano. Ao contrário da tendência de busca por risco, entretanto, esse movimento é uma fuga para operações mais seguras.

"Como nós achávamos que os títulos públicos tinham pouco prêmio, achávamos que não valia a pena correr o risco por um prazo mais longo. Então nós substituimos por operações de menor risco, que são as operações compromissadas", explica Márcio Appel. Porém, segundo ele, isso tem mais a ver com o baixo prêmio dos títulos públicos do que com a queda da Selic propriamente dita.

Jul 21, 2009 11:58
Willy Fog Forista Assíduo
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No início de julho, poupança e fundos mostram que atraem investidores

Por: Flávia Furlan Nunes
20/07/09 - 18h52
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SÃO PAULO - Em meio a especulações sobre migrações, poupança e fundos de investimento têm registrado captações líquidas positivas.

Dados do Banco Central mostraram que, até o oitavo dia útil deste mês, a captação líquida (depósitos menos saques) da poupança foi de R$ 4,3 bilhões. No mesmo período de junho, a captação havia sido de R$ 1,79 bilhão.

"Os dados sobre a poupança estão timidamente começando a conferir o que já estávamos prevendo há algum tempo. Está havendo aumento da captação, devido não somente ao aumento nas aplicações, mas principalmente à redução nas retiradas", afirmou o professor da Fucape e FGV, Paulo César Coimbra.

A captação líquida do início de julho é quase o dobro da identificada em todo o mês de junho, de R$ 2,09 bilhões. "Vamos aguardar os dados de fechamento do mês, mas creio que esta tendência já está clara e não nos surpreende", completou.

Fundos
Em relação aos fundos de investimento, a captação líquida dos oito primeiros dias úteis foi de R$ 11,1 bilhões, segundo a Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento). Analisando somente os que competem com a poupança, como os Referenciados DI e Renda Fixa, o resultado também é positivo. No primeiro caso, a captação líquida nos oito dias úteis de julho foi de R$ 542,8 milhões, enquanto no segundo caso foi de R$ 737,34 milhões.

Sobre os fundos, Coimbra afirmou que os investidores de perfis mais conservadores tendem a resistir mais a mudanças nas suas aplicações do que os de perfil mais agressivo, como um investidor de derivativos.

Além deste aspecto comportamental, ele ainda disse que existe um outro relacionado à educação financeira, já que os investidores não leem corretamente as tabelas de rentabilidade, que sempre estão acompanhadas do alerta "rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura".

"Assim, por exemplo, um fundo de renda fixa com taxa de administração de 2% e com rentabilidade acumulada nos últimos 12 meses em torno de 10,5% pode ser percebido como uma boa alternativa, pois pode transmitir ao investidor pouco preparado a sensação de que se pode esperar rentabilidade semelhante nos próximos 12 meses", explicou, comparando com a rentabilidade da poupança, que é de 6% ao ano mais TR.

Jul 22, 2009 21:50
Willy Fog Forista Assíduo
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Migrar de fundo para poupança pede cuidado especial quanto aos tributos

Por: Patricia Alves
22/07/09 - 12h15
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SÃO PAULO - A sequência de cortes da taxa básica de juros da economia tem preocupado as instituições financeiras, que temem que, com essas reduções, os investidores de fundos que seguem a taxa básica da economia migrem para a poupança, que tem se tornado bastante atrativa.

De acordo com o estrategista de investimentos pessoais e superintendente de vendas do Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, Aquiles Mosca, apesar de este movimento ainda não ter sido observado no grupo, é importante que o investidor que tenha essa intenção tome bastante cuidado, antes da decisão final, para evitar perdas.

Segundo o estrategista, um dos pontos mais importantes a ser considerado, antes de optar pela migração, é a tributação, que varia de acordo com o tipo de fundo e prazo de investimento.

Prazos e alíquotas
As regras de tributação determinam que os impostos sobre essas aplicações sejam calculados em função do tempo de permanência dos recursos aplicados e do prazo médio dos ativos que fazem parte da composição da carteira de investimentos.

Com exceção dos fundos de curto prazo, cuja alíquota pode cair apenas para 20%, e dos fundos de ações, com alíquota única de 15%, nos demais fundos, o prazo de aplicação pode fazer uma grande diferença na hora de recolher o IR.

De uma maneira geral, o objetivo é beneficiar os investidores que optam por investimentos mais longos, já que as alíquotas caem com o passar do tempo. "Assim, antes de optar por sair do investimento, é importante avaliar, de acordo com o tempo da aplicação, em qual alíquota de IR se encaixa", aconselha Mosca.

IR em fundos de investimentos
Entenda como acontece a incidência do Imposto de Renda em alguns fundos de investimentos:

Fundos de curto prazo: aqueles em que o prazo médio dos títulos que compõem a carteira é igual ou inferior a 365 dias. Neles são adotadas duas alíquotas:
Semestralmente (maio e novembro): 20%.

No resgate será aplicada, se necessária, alíquota complementar em função do prazo da aplicação:

Aplicações até 180 dias: 22,5%;
Aplicações acima de 180 dias: 20%.

Fundos de longo prazo: fundos cuja duração dos títulos que compõem a carteira de investimentos supera 365 dias. Nesse caso são adotadas a seguintes alíquotas:
Semestralmente/vencimento da carência: 15%.

No resgate será aplicada, se necessária, alíquota complementar em função do prazo da aplicação:

Aplicações até 180 dias: 22,5%;
Aplicações de 181 a 360 dias: 20%;
Aplicações de 361 a 720 dias: 17,5%;
Aplicações acima de 720 dias: 15%.

Fundos de ações: serão tributados da mesma forma que os investimentos diretos em ações, ou seja, estarão sujeitos a uma alíquota única de 15%.

Outras variáveis

Além do Imposto de Renda, segundo o estrategista, outros dois pontos devem ser levados em consideração, quando a intenção é deixar os fundos de investimentos e partir para a caderneta de poupança:

Taxas de administração - "Atualmente, fundos com taxas abaixo de 1,5% a.a. rendem mais do que a poupança", afirma.
Composição da carteira - "Determinados ativos podem fazer toda a diferença na rentabilidade do fundo", completa.

Poupança
O Copom (Comitê de Política Monetária) divulga, na noite desta quarta-feira (22), a nova taxa básica de juro da economia. O mercado aposta em uma nova redução da Selic que, se confirmada, será a quinta consecutiva.

Na opinião de Aquiles Mosca, mesmo que a Selic sofra nova queda, as incertezas quanto ao futuro das cadernetas de poupança ainda seguram o investidor nos fundos. "Quando o investidor não se sente seguro, prefere ficar onde está", explica o estrategista.

Esta insegurança acontece porque a proposta do Governo de tributar os rendimentos das cadernetas com saldo acima de R$ 50 mil a partir de 2010, que ainda depende da aprovação do Congresso, não está clara à população. "Para o segundo semestre, a dica é esperar para ver o que vai acontecer", finaliza.

Jul 23, 2009 15:15
Willy Fog Forista Assíduo
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Frajolla escreveu:
Willy Fog escreveu:No início de julho, poupança e fundos mostram que atraem investidores

Por: Flávia Furlan Nunes
20/07/09 - 18h52
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SÃO PAULO - Em meio a especulações sobre migrações, poupança e fundos de investimento têm registrado captações líquidas positivas.

Dados do Banco Central mostraram que, até o oitavo dia útil deste mês, a captação líquida (depósitos menos saques) da poupança foi de R$ 4,3 bilhões. No mesmo período de junho, a captação havia sido de R$ 1,79 bilhão.

"Os dados sobre a poupança estão timidamente começando a conferir o que já estávamos prevendo há algum tempo. Está havendo aumento da captação, devido não somente ao aumento nas aplicações, mas principalmente à redução nas retiradas", afirmou o professor da Fucape e FGV, Paulo César Coimbra.

A captação líquida do início de julho é quase o dobro da identificada em todo o mês de junho, de R$ 2,09 bilhões. "Vamos aguardar os dados de fechamento do mês, mas creio que esta tendência já está clara e não nos surpreende", completou.

Fundos
Em relação aos fundos de investimento, a captação líquida dos oito primeiros dias úteis foi de R$ 11,1 bilhões, segundo a Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento). Analisando somente os que competem com a poupança, como os Referenciados DI e Renda Fixa, o resultado também é positivo. No primeiro caso, a captação líquida nos oito dias úteis de julho foi de R$ 542,8 milhões, enquanto no segundo caso foi de R$ 737,34 milhões.

Sobre os fundos, Coimbra afirmou que os investidores de perfis mais conservadores tendem a resistir mais a mudanças nas suas aplicações do que os de perfil mais agressivo, como um investidor de derivativos.

Além deste aspecto comportamental, ele ainda disse que existe um outro relacionado à educação financeira, já que os investidores não leem corretamente as tabelas de rentabilidade, que sempre estão acompanhadas do alerta "rentabilidade passada não é garantia de rentabilidade futura".

"Assim, por exemplo, um fundo de renda fixa com taxa de administração de 2% e com rentabilidade acumulada nos últimos 12 meses em torno de 10,5% pode ser percebido como uma boa alternativa, pois pode transmitir ao investidor pouco preparado a sensação de que se pode esperar rentabilidade semelhante nos próximos 12 meses", explicou, comparando com a rentabilidade da poupança, que é de 6% ao ano mais TR.


eu não acho isto muito interessante não, heheh 8)
melhor aplicar mesmo na poupança para o pequeno investidor (abaixo de R$ 50.000,00), pois além de garantir os 6% + TR = 8% (em geral) e não se preocupar com declaração de aplicação no IRPF , do que ganhar esta pequena micharia a mais e ficar dando $$$$ para administração de banco :P .

minha renda fixa é poupança e título de capitalização :shock: (bicheira, hehheh, que uma gerente me enrolou e empurrou junto com financiamento do meu apto.) e minha renda variável é bolsa de valores.
40%: renda fixa
60%: renda variável
no momento 8)



Colega frajolla, realmente hoje em dia nao é muito interessante ter aplicacao na Renda Fixa, mas há 9 anos atrás era um ótimo negócio. Eu acredito que quem tem dinheiro na poupanca deve ficar onde está. Agora quem tem dinheiro na Renda Fixa como eu, está vivendo um drama. Eu ainda prefiro ficar onde estou, nao me sinto seguro pra migrar pra poupanca, vai que da uma &%&%& na economia e a taxa SELIC volta a subir de novo. Com relacao ao que você disse sobre a declaracao de IRPF, creio que tanto faz você ter poupanca ou RF, você vai ter que declarar do mesmo jeito pra Receita. Você nao precisa declarar conta-poupanca pra receita somente se tiver menos que R$ 140,00 na conta, nao é isso?

Abraco

Jul 23, 2009 15:37
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Em meio a temor do governo, poupança segue com mais depósitos do que saques

Por: Flávia Furlan Nunes
23/07/09 - 13h20
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SÃO PAULO - Em meio ao temor do governo de que os investidores de fundos partam para a poupança, no cenário de queda da taxa básica de juro, as cadernetas têm mostrado resultados positivos.

A Caixa Econômica Federal, por exemplo, teve captação líquida (depósitos menos saques) de R$ 5,2 bilhões em suas cadernetas do início do ano até o dia 16 de julho, sendo que 60,41% são provenientes de clientes com renda até dois salários mínimos.

Dados do Banco Central mostram que, no mesmo período, o mercado como um todo também teve a captação líquida de R$ 5,2 bilhões, resultado de depósitos na ordem de R$ 54,6 bilhões e de saques em R$ 49,3 bilhões.

Tributação
De acordo com a presidente da CEF, Maria Fernanda Ramos Coelho, o que torna a poupança atrativa, além da remuneração definida (6% ao ano mais taxa referencial), é o fato de ela não sofrer tributação.

"A atratividade da aplicação está principalmente na facilidade de acesso e nos benefícios que oferece. O produto é isento de tarifa de manutenção e não possui valor mínimo para a sua abertura. São aceitos depósitos em qualquer dia do mês e não há incidência de Imposto de Renda Pessoa Física", explicou.

A CEF alcançou a marca de R$ 101 bilhões no saldo da poupança em 16 de julho, o que representa um crescimento de 19,67% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foi de R$ 84,4 bilhões. No saldo, os recursos totais do mercado chegam a R$ 288,5 bilhões.

Selic e investimentos
Desde o começo do ano, para estimular a demanda agregada em meio à crise, o governo tem diminuído a taxa básica de juro (Selic). Na quarta-feira (22), em sua quinta reunião do ano, o Copom (Comitê de Política Monetária) determinou que a Selic deve ficar em 8,75% ao ano.

A redução da taxa, por sua vez, ameaça a rentabilidade dos fundos de investimento, modalidade que, por cobrar taxa de administração e ser tributada, acaba perdendo para a poupança. Uma possível migração dos investidores preocupa o governo porque os fundos estão atrelados a títulos públicos federais, que financiam a dívida pública.

Por isso, em maio deste ano, o governo fez uma proposta de mudança na tributação da poupança. Segundo a proposta, a partir de janeiro de 2010, os rendimentos das cadernetas com saldo acima de R$ 50 mil passarão a ser tributados de acordo com a Tabela Progressiva do Imposto de Renda. A medida, no entanto, ainda depende da aprovação do Congresso Nacional para entrar em vigor.

Jul 24, 2009 15:43
Willy Fog Forista Assíduo
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Os '15 minutos de fama' da poupança

http://cbn.globoradio.globo.com/comenta ... UPANCA.htm

Jul 25, 2009 12:49
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Corte na Selic não deve ser determinante para migração de investimentos

Por: Tabata Pitol Peres
24/07/09 - 18h28
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SÃO PAULO - Com o corte de 50 pontos-base na taxa Selic, alguns investimentos, como fundos e títulos públicos, são impactados negativamente em seus rendimentos, o que faz com que muitos investidores cogitem a hipótese de transferir o montante que possuem aplicado nessas modalidades para a poupança, que se tornou bastante atrativa nos últimos meses e figura como boa opção em renda fixa.

Porém, o superintendente de investimento do Banco Real, Eduardo Jurcevic, afirma que, antes de decidir pela troca de modalidade, é preciso avaliar outras questões e não apenas os cortes na taxa básica de juro.

"Obviamente cortes na taxa Selic impactam na rentabilidade, mas um corte de 50 p.b. não é tão significativo a ponto de ser um fator decisivo para uma pessoa mudar de investimento. Antes de fazer a troca, é preciso que o investidor olhe atentamente o seu objetivo e seu perfil e ver se faz sentido, de acordo com seus anseios, mudar o patrimônio de lugar".

Pontos a serem avaliados
De acordo com o executivo, o primeiro ponto a ser avaliado é a necessidade de fazer resgates em vários dias do mês. "Se o investidor tem a necessidade de sacar o dinheiro aplicado no meio do mês, por exemplo, ou não possui uma data exata para fazer o resgate, a poupança é uma péssima opção, porque, se ele não esperar o aniversário para tirar o dinheiro, mesmo que seja um pequeno montante, ele perde todo o rendimento do mês. Por isso, é fundamental avaliar sua disponibilidade de caixa e avaliar se há riscos dessa necessidade ocorrer", explica.

Outro ponto fundamental, de acordo com Jurcevic, é analisar a alíquota de Imposto de Renda que incide sobre o investimento. "Algumas vezes, a taxa de administração é menor, e a rentabilidade, à primeira vista, maior. Mas aí a alíquota do IR é alta e acaba anulando esse bom rendimento e essa taxa de administração mais baixa. É nesse ponto que a poupança tem se sobressaído, porque não tem taxa de administração e, por enquanto, não é tributada".

O superintendente levanta ainda um terceiro ponto que deve ser pensado pelos investidores: o atual cenário econômico brasileiro. "Não dá para querer um ótimo rendimento em uma aplicação 100% de renda fixa. Temos que considerar o atual cenário, em que temos um País bastante seguro. Considerando isso, esses investimentos deveriam pagar ainda menos, afinal, paga-se um preço por seu dinheiro estar hoje em um País que oferece menos risco. Antigamente, havia rentabilidade maior, mas o Brasil também tinha um risco muito maior".

Diversificar para ganhar
Ao ser questionado sobre qual conselho daria para quem quer maior rentabilidade, Jurcevic é categórico: para ganhar mais, é preciso diversificar e assumir mais riscos.

"Se você quiser retornos maiores, minha dica é: assuma mais riscos. Obviamente, é preciso sempre respeitar seu perfil e seu objetivo. Mas, se você tem apetite por risco e acha que consegue lidar com o incerto, a renda variável é uma boa opção. Fato é que, com a taxa de juros menor, alguns investimentos rendem menos. Se o seu objetivo é a aposentadoria e seu investimento é de longo prazo, esses cortes adiam um pouco o montante que você havia planejado acumular em determinado tempo. Então, você precisa assumir mais risco para tentar equilibrar a situação".

Para quem não se sente confortável em investir 100% do seu capital em renda variável, Jurcevic recomenda investimentos de capital protegido. "Às vezes, a pessoas tem vontade de ir para a Bolsa, mas tem medo. Os investimentos são boas opções de arriscar mais, mas com a certeza de que um mínimo do seu patrimônio está protegido", finaliza o superintendente.

Jul 25, 2009 12:55
Willy Fog Forista Assíduo
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Na dúvida para começar novo investimento? Bancos estão diminuindo custos!

Por: Flávia Furlan Nunes
24/07/09 - 17h46
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SÃO PAULO - A queda da taxa Selic acirrou a disputa entre bancos para atrair novos investidores. E as instituições têm brigado com as armas que possuem, diminuindo taxas de administração e criando novas modalidades de aplicação. Quem sai ganhando é o brasileiro que tem dinheiro guardado e quer fazê-lo render.

Os objetivos dos bancos são se adequar à nova conjuntura do mercado, ampliar a competitividade e beneficiar pequenos investidores, que passam a ter aplicações com custos menores.

"O Brasil está hoje em uma posição mais próxima à de mercados amadurecidos, como Europa, EUA e Chile, cujas taxas de juros são menores. Neste contexto, a concentração em investimentos de renda fixa passa a dar lugar a carteiras mais diversificadas de aplicações - o que é um comportamento mais vantajoso no cenário atual, mas também demanda mais cautela por parte dos participantes do mercado", disse o diretor de Investimentos do Itaú Unibanco, Osvaldo Nascimento.

Por isso, antes de ingressar em qualquer modalidade, é preciso atentar a alguns aspectos, como os custos do investimento e a tributação.

Taxas e aplicação
Um exemplo de que as instituições estão facilitando a vida do investidor é o Banco do Brasil, que anunciou nesta sexta-feira (24) a diminuição da taxa de administração de cinco de seus fundos de investimento de varejo. Com a medida, a taxa média passa a ser de 1,38%, que o banco declarou ser a mais baixa entre as grandes instituições financeiras do Brasil.

O banco também reduziu o valor de aplicação mínima de outros 17 fundos, sendo que, agora, com R$ 50 no bolso, é possível investir na instituição, sendo que, antes, o valor mínimo era de R$ 200, a exemplo do que aconteceu com o BB Curto Prazo Automático. Já o BB Referenciado DI LP passou de R$ 1 mil para R$ 200. Os fundos de ações têm aplicação mínima de R$ 200.

O BB tem patrimônio líquido de R$ 294 bilhões em fundos de investimento, com participação de 22,6% do mercado.

Novas modalidades
Na quinta (23), foi o Itaú que anunciou mudanças em seus investimentos, bem como novos produtos que, segundo o banco, permitirão aos clientes o ingresso no mercado de investimentos, facilitado por aplicações iniciais menores e taxas mais baixas.

O produto novo é o fundo Principal Garantido, com o qual é possível ter 130% da rentabilidade do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), nos casos em que a volatilidade da Bolsa de Valores se situar entre -21% e +21% em um período de seis meses, sem liquidez. A captação é de um mês ou R$ 200 milhões, no máximo, e a taxa de ingresso é de R$ 5 mil. O produto será comercializado a partir de agosto.

Em relação à taxa de ingresso, fundos como o Itaú Max RF e Itaú Max DI passaram a exigir um valor mínimo de R$ 20 mil, sendo que, anteriormente, era de R$ 30 mil. As taxas de administração passaram a 1,8%. No Itaú Mega DI e Itaú Mega Renda Fixa, o valor de ingresso passou de R$ 70 mil para R$ 50 mil e a taxa de administração, para 1,4%.

Jul 25, 2009 12:59
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Bancos facilitam entrada de investidores em fundos

Por: Patricia Alves
21/07/09 - 12h23
InfoMoney


SÃO PAULO - Quanto maior o valor aplicado, menor é a taxa de administração do fundo. Essa está entre as premissas das instituições financeiras para atrair grandes investidores a este tipo de aplicação.

No entanto, na tentativa de conquistar novos investidores, os bancos estão facilitando a entrada daqueles com menor poder de barganha quando o assunto é a relação aplicação inicial x taxa de administração.

O Bradesco, por exemplo, que já reduziu o valor mínimo da aplicação inicial de mais de 30 fundos, afirma que a medida cria condições para que investidores tenham acesso a fundos mais competitivos em termos de rentabilidade.

Para Aquiles Mosca, estrategista de investimentos pessoais e superintendente de vendas do Grupo Santander Brasil, que reúne os bancos Santander e Real, o principal objetivo da redução é recuperar a competitividade dos fundos frente à poupança.

Mais opções

No Bradesco, um investidor com R$ 5 mil para aplicar, antes das alterações realizadas pelo banco, tinha como opção um FIC Curto Prazo, com taxa de administração de 3%. Atualmente, com as mudanças, esse investidor tem acesso ao FIC Referenciado DI Brilhante e ao FIC Renda Fixa Mercúrio, com taxas de 2,5%.

No Itaú Unibanco, fundos como o Itaú Max DI e o Itaú Max RF, que cobram taxa de administração de 1,8% a.a, reduziram a aplicação inicial de R$ 30 mil para R$ 20 mil, enquanto que os fundos Itaú Mega DI e Itaú Mega RF, com taxa de 1,4% a.a., tiveram a aplicação inicial reduzida de R$ 70 mil para R$ 50 mil.

Considerando os bancos Santander e Real, houve alteração na aplicação mínima de 18 fundos. Segundo Mosca, um investidor com R$ 30 mil, antes da mudança, tinha a opção de aplicar em um fundo com taxa de 2,7% a.a. Desde o dia 1º de julho, no entanto, já é possível encontrar aplicações, com o mesmo valor, com taxa de 1,4%. "Fundos de investimentos com taxas inferiores a 1,5% a.a. ainda rendem mais do que a poupança", completou o estrategista.

Para todos os bolsos
Com as alterações, o Bradesco conta, atualmente, com 22 opções de fundos que exigem aplicação inicial de até R$ 1 mil, em todos os níveis de risco. Em alguns produtos, com R$ 100 é possível começar a investir.

No Itaú, são 21 opções para investidores de dispõem de até R$ 1 mil para começar a investir. As aplicações partem de R$ 300.

Fundos x poupança
O Copom deve anunciar, na quarta-feira (22), uma novo corte na taxa básica de juros - a Selic - atualmente em 9,25% a.a. O mercado aposta que a taxa será reduzida para 8,75% e que este será o último corte do ano.

O temor das instituições financeiras com essas reduções é de que os investidores migrem para a poupança, que tem se tornado bastante atrativa.

Também de olho neste movimento, segundo o Bradesco, com as mudanças, os investidores podem diversificar sua carteira de investimentos em um cenário de queda de juros.

Jul 29, 2009 15:56
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Para investidores arrojados, renda fixa médio e alto risco é opção no cenário atual

Por: Giulia Santos Camillo
29/07/09 - 11h10
InfoMoney



SÃO PAULO - Apesar de serem vistos como investimentos menos arriscados, nem todos os ativos de renda fixa têm baixo risco. Nem sequer todos os fundos do segmento possuem esse perfil. Na classificação da Anbid (Associação Nacional dos Bancos de Investimento) referente a junho deste ano, mais de 100 fundos se enquadravam na categoria de médio e alto risco.

Conforme a definição da própria associação, os fundos de renda fixa médio e alto risco "buscam retorno por meio de investimentos em ativos de renda fixa, podendo manter mais de 20% da sua carteira em títulos de médio e alto risco de crédito, sendo aceitos títulos sintetizados através do uso de derivativos".

Na classificação da Anbid, a diferença entre esses fundos e os convencionais diz que os últimos devem manter, no mínimo, 80% de sua carteira em títulos públicos federais ou ativos com baixo risco de crédito.

Crédito de alto risco
Quando se fala em alto risco de crédito, normalmente refere-se a uma enorme diversidade de ativos. Contudo, pode-se resumir enquadrando qualquer ativo que esteja ligado ao risco de crédito de empresas com ratings mais baixos nesta classificação.

"Uma coisa é você ter um CDB de uma empresa grande e com rating alto, que obviamente tem um risco mais baixo. Outra coisa é você ter um CDB de uma empresa com rating bem menor, com balanço menos robusto e com risco de crédito mais alto", explica Márcio Simas, gerente de Renda Fixa da Icatu Hartford Administradora de Recursos.

Outros de maior risco
Além do crédito, há outros tipos de ativos de renda fixa que possuem um risco maior. De acordo com Ronaldo Patah, superintendente de Renda Fixa do Itaú Unibanco, dois dos principais riscos são o vencimento do título (quanto mais longo, mais arriscado) e a estrutura de remuneração.

Na escala de risco da renda fixa, conforme avaliado pelo Itaú Unibanco, os títulos pós-fixados são os que têm menor risco, seguidos pelos títulos indexados à inflação e, por fim, os títulos pré-fixados, que têm risco mais alto.

"Quando falamos de títulos de renda fixa de mais alto risco possível, eles são longos e pré-fixados", argumenta Patah, explicando que os fundos de alto risco têm uma concentração maior desses títulos mais longos e pré-fixados do que pós-fixados, além de terem ativos indexados à inflação em uma proporção maior do que os fundos de renda fixa conservadores.

Risco X Retorno
Uma das grandes questões que acompanham a classificação é se vale a pena investir nesse tipo de renda fixa de alto risco. A resposta de Patah é de que em "todo e qualquer ativo do mercado financeiro, quanto maior o risco, maior é a possibilidade de retorno. Se o gestor acertar na decisão de investimento nesses títulos, o retorno do cliente vai ser maior e, se o gestor errar, ele vai ter um retorno menor do que com os fundos conservadores".

Dentre os fundos listados como renda fixa médio e alto risco na classificação da Anbid, os retornos variam bastante. No ano, a menor rentabilidade desses fundos foi de 0,03%, enquanto a maior passa de 16%.

Para o gerente da Icatu Hartford, a resposta é semelhante. Segundo Márcio Simas, "certamente, um título que traz maior retorno tem um risco embutido maior". Porém, o que deve estar claro para o investidor é o tipo de risco que ele está correndo. "Temos que ver se ele está confortável ou não com esse risco".

Perfil do investidor
Como em qualquer investimento de maior risco, para aplicar em fundos de renda fixa médio e alto risco é necessário que os investidores tenham um perfil entre moderado e arrojado, ou seja, que tenham apetite por risco.

De acordo com a avaliação de Ronaldo Patah, há outras características nesse tipo de investidor, como pessoas que não irão precisar do dinheiro num horizonte de prazo de pelo menos um ano e que não se importam com volatilidade alta. "Quer dizer, que não se importam com oscilações grandes na cota do fundo ou de ter uma rentabilidade de um mês para o outro muito diferente".

Patah lembra que o percentual das pessoas que são consideradas arrojadas é bem menor do que o percentual das pessoas consideradas conservadoras ou moderadas. "Eu diria que 10% dos investidores, no máximo 15% ou 20%, têm perfil arrojado", ressalta.

No cenário atual
Embora a crise tenha impactado negativamente a procura por fundos de investimento, a percepção geral é de que a recuperação já se faz sentir. "Nós passamos por um momento de crise bastante forte. Os fundos como um todo sofreram impactos, mas gradativamente temos visto um interesse maior por fundos em geral, não somente da categoria arriscada", diz Márcio Simas.

Levando em conta o cenário atual e o recente ciclo de flexibilização monetária, o gerente de renda fixa da Icatu Hatford acredita que "a tendência, com os juros mais baixos, é realmente os investidores procurarem fundos com pelo menos um pouco mais de risco".

Simas completa afirmando que "o investidor brasileiro se acostumou com retornos relativamente elevados; no caso da renda fixa, com as taxas mais baixas que temos observado, essa procura vai ficar cada vez mais acirrada e a competição mais difícil".

Jul 29, 2009 23:01
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CDI X Poupança
qua, 29/07/09 por mara.luquet


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Jul 29, 2009 23:08
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"Novo normal" desfaz ilusões e pede atenção às taxas de fundos, diz Pimco

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
29/07/09 - 20h00
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Jul 30, 2009 1:26
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Pessoal,

Vejam reportagem muito interessante sobre o assunto do tópico:

http://portalexame.abril.uol.com.br/fin ... 87847.html

As ações que pagam dividendos superiores à Selic

Nos últimos 12 meses, 18 ações da Bovespa distribuíram dividendos que geraram aos acionistas retornos superiores a 8,75% ao ano

Por Francine De Lorenzo | 29.07.2009 | 08h09

Não vai ter escapatória. Com a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, caindo a 8,75% ao ano, quem quiser manter o rendimento de suas aplicações financeiras na casa de dois dígitos terá de migrar parte de seus investimentos para a renda variável. Os fundos DI e de renda fixa já rendem menos de 10% ao ano e nem os Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) estão oferecendo retornos atraentes aos pequenos investidores. Para aplicações de dois anos, os grandes bancos pagam, em média, 80% do CDI, a taxa de referência do mercado. Considerando a incidência de imposto de renda, a rentabilidade dos CDBs encontra-se atualmente muito próxima à da caderneta de poupança, que remunera os poupadores com juros de 6% ao ano, mais a taxa referencial (TR).

Embora cause calafrios nos investidores mais conservadores, a bolsa é apontada pelos especialistas como uma ótima aplicação no longo prazo, mesmo para quem não gosta de arriscar. "Há um mito no mercado de que ação é investimento para jogadores. Até hoje há quem compare a bolsa a um cassino. Mas, sabendo aplicar, é possível reduzir tanto o risco que o investimento se torna quase uma renda fixa", diz Alexandre Macedo, analista da corretora Elite.

Para quem foge das fortes emoções do mercado, a sugestão é buscar ações de empresas que são boas pagadoras de dividendos. Ou seja, que distribuem a seus acionistas, todos os anos, uma fatia generosa de seus lucros. A ideia é simples: de posse desses papéis, o investidor poderá receber um retorno superior à taxa Selic.

No último ano, 18 ações pagaram dividendos acima dos juros básicos da economia brasileira (veja na tabela abaixo). Algumas delas, porém, fizeram pagamentos extraordinários, como a Oi (Telemar). A operadora distribuiu em setembro do ano passado 5,1 bilhões de reais em função da compra da Brasil Telecom. Em fevereiro, a empresa surpreendeu o mercado ao anunciar uma nova distribuição de dividendos, no valor de 1,2 bilhão de reais. A atitude foi elogiada pelos analistas e justificada por dois motivos: o baixo endividamento da companhia e o fato de que os controladores também receberiam uma fatia considerável dos proventos. Na ocasião, a corretora Ativa divulgou um relatório destacando que não acreditava que a companhia teria condições de manter este elevado nível de distribuição de lucros durante o ano de 2009, uma vez que seu endividamento subiu significativamente com a aquisição a Brasil Telecom.

Quem paga dividendos acima da Selic

Empresa Ação Dividendos (%)*

Telemar TMAR5 48,3
Telemar TNLP4 32,6
Telemar TNLP3 27,1
Eletropaulo ELPL6 18,7
Light LIGT3 16,8
Equatorial EQTL3 16,1
Brasmotor BMTO4 15,2
Coelce COCE5 13,0
Cruzeiro do Sul CZRS4 12,1
Eternit ETER3 12,0
Telesp TLPP3 11,6
Telesp TLPP4 11,6
Banco Pine PINE4 10,2
AES Tietê GETI3 10,2
AES Tietê GETI4 9,8
Iochp-Maxion MYPK3 9,7
Ferbasa FESA4 9,1
Tegma TGMA3 9,0

Selic 8,75% ao ano

* Percentual em relação ao preço da ação em 23/07/09

**Considerando ações negociadas em todos os pregões dos últimos 12 meses

Fonte: Economática

Para evitar distorções na hora de levantar quais empresas remuneram melhor os investidores por meio de distribuição de lucros, os analistas procuram avaliar as companhias por um período superior a quatro anos. Na ponta do lápis, o resultado é surpreendente. Somente com dividendos, os investidores tiveram uma rentabilidade de até 164,25% (veja na tabela abaixo). Isso significa que, quem aplicou em ações da Coelce, empresa de energia que atende a região nordeste do país, entre janeiro de 2005 e junho de 2009, por exemplo, além de receber de volta o valor gasto com a compra da ação, teve um ganho de 64,25%. Considerando a valorização do papel na bolsa, o retorno total foi de 358,06%. No mesmo período, o Ibovespa subiu 96,46% e o CDI, 81,17%.

Retorno para o investidor

Quanto renderam as aplicações de 2005 a junho de 2009

As melhores pagadoras de dividendos* Ação Dividendos (%)**Valorização (%)***

Coelce COCE5 164,25 358,06
Brasmotor BMTO4 113,80 380,46
Transm Paulista TRPL4 101,96 331,42
AES Tietê GETI4 86,64 220,34
Drogasil DROG3 85,79 1859,79
Eternit ETER3 81,72 181,36
AES Tietê GETI3 78,74 190,49
CSN CSNA3 68,52 226,17
Banestes BEES3 63,60 371,89
Tractebel TBLE3 63,09 156,49

Ibovespa 96,46%
CDI 81,17%
Poupança 42,78%

* Empresas do IBrX -Brasil

** Em relação ao preço da ação em 30/06/2009

*** Considerando os dividendos e a variação do papel na Bovespa
Fonte: Elite Corretora

Mas, como resultado passado não é garantia de valorização futura, o investidor precisará dispor de tempo e atenção para selecionar os papéis. "É importante checar quais são as perspectivas para a companhia, se o lucro dela é crescente e recorrente", explica o educador financeiro do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil. "Afinal, se não houver lucro, não existirá dividendo", destaca.

Nos últimos dois anos, mais de 60 empresas estrearam na Bovespa, algumas com agressiva política de distribuição de lucros. A Redecard, por exemplo, busca distribuir entre 90% e 95% de seus ganhos aos acionistas, mas neste primeiro semestre sua confortável condição de caixa permitiu a distribuição de 100% dos lucros. "É interessante pagar dividendos altos porque é um compromisso com os acionistas. Esse retorno faz com que o investidor seja de longo prazo, e não um trader", diz Roberto Medeiros, presidente da Redecard.

O executivo explica que, como a companhia não vê atualmente oportunidades para aquisições e não planeja grandes investimentos, criou-se as condições para remunerar melhor os investidores. "Se essa situação se mantiver no próximo semestre, vamos continuar pagando dividendos altos", afirma.

A Lei das Sociedades por Ações estabelece que cada companhia deverá apresentar em seu estatuto o percentual mínimo do lucro líquido que será distribuído anualmente a seus acionistas. Caso não o faça, será obrigada a pagar aos investidores metade de seus ganhos. Uma vez na bolsa, a companhia até poderá alterar seu estatuto para incluir uma cláusula que fixe o valor dos dividendos, mas, nesse caso, o percentual não poderá ser inferior a 25%.

"O investidor precisa ter em mente que, ao comprar ações de uma empresa, está se tornando sócio dela. Da mesma forma que ele não compraria uma casa sem visitá-la, não deve aplicar em uma ação sem avaliar no que está investindo", diz Macedo. Seria como verificar o encanamento, a rede elétrica, a localização do imóvel. Quanto mais informação o investidor tiver sobre a empresa e o setor no qual ela atua, melhor. "Mas isso não quer dizer que o investidor precisa conhecer tudo sobre contabilidade e finanças. Aos poucos, ele vai ganhando familiaridade com o assunto. Um bom ponto de partida é se perguntar: como estará essa empresa daqui 20 anos? Se a resposta for algo como 'maior e mais forte', vale a pena estudar o investimento", orienta Macedo.

Como montar uma carteira de dividendos

Para se beneficiar de bons retornos com dividendos, o investidor precisa ter visão de longo prazo. Por isso, só deverá ser aplicado aquele dinheiro que não será usado nos próximos cinco anos, pelo menos.

Os especialistas recomendam distribuir os recursos entre quatro ou cinco ações de setores diferentes, para reduzir o risco da aplicação. "Comece a análise pelas empresas que você tem maior afinidade e pelos setores que considera mais importantes", aconselha Mauro Calil. O investidor também pode buscar informações e esclarecer dúvidas junto à área de Relações com Investidores das companhias e com sua corretora.

Se o investidor aplicar os dividendos que receber na compra de mais ações da companhia, poderá fazer seu investimento se multiplicar no decorrer do tempo. Digamos que uma ação custe 30 reais e que ela pague 3% de dividendo ao ano (o equivalente a 0,90 real). Se essa ação subir 10% no ano, para 33 reais, o investidor receberá 0,99 real de dividendos. Como ele pagou 30 reais pelo papel, seu ganho, na verdade, será de 3,3%. Reinvestindo o lucro, o investidor terá mais ações e receberá mais dividendos no próximo ano.

"Quanto mais tempo a aplicação durar, maior será o retorno do investidor. Mesmo enfrentando crises, o resultado no futuro será maior que o da renda fixa", diz Calil.

Jul 30, 2009 9:12
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Captação líquida da indústria brasileira de fundos já soma R$ 43,6 bilhões em 2009

Por: Gabriel Ignatti Casonato
29/07/09 - 20h10
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Jul 30, 2009 9:52
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ALBRIPE escreveu:Pessoal,

Vejam reportagem muito interessante sobre o assunto do tópico:

http://portalexame.abril.uol.com.br/fin ... 87847.html

As ações que pagam dividendos superiores à Selic

Nos últimos 12 meses, 18 ações da Bovespa distribuíram dividendos que geraram aos acionistas retornos superiores a 8,75% ao ano

Por Francine De Lorenzo | 29.07.2009 | 08h09



Valeu ALBRIPE, grande garoto, esta era a reportagem que eu tava querendo ler, o negócio mesmo é o longo prazo.

Abraco.

Jul 30, 2009 12:04
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Previdência penalizada pela Selic: vale a pena migrar para a poupança?

Por: Flávia Furlan Nunes
30/07/09 - 09h57
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SÃO PAULO - Fundos de investimento cuja rentabilidade seguem a Selic têm sofrido com as quedas da taxa, perdendo competitividade para a poupança. Mas não são somente os aplicadores da modalidade que devem ficar em alerta: existem planos de previdência que alocam recursos em renda fixa e que também têm sido penalizados pelo movimento do juro básico.

E, para não prejudicar o planejamento da aposentadoria, o interessante é ficar de olho com aquilo que se paga para manter o plano de previdência. De acordo com a professora da FGV (Fundação Getulio Vargas), Myrian Lund, somente os planos com taxa de administração abaixo de 3% é que estão compensando. Acima disso, vale a pena pensar em investir na poupança, se o perfil do aplicador é mais conservador.

"Quando você está falando de aposentadoria para perfil renda fixa, o PGBL e o VGBL cobram uma taxa de administração que, de modo geral, está em torno de 3% ao ano, uma taxa em que você pode não conseguir acumular um bom montante para se aposentar", explicou Myrian, para quem, neste caso, vale a pena migrar para a poupança.

Uma pessoa com um plano com taxa de administração de 3% e que segue a Selic de 8,75% terá uma rentabilidade de 5,75% ao ano, contra a de 6% ao ano mais TR (taxa referencial) da poupança. "Esse é um primeiro cuidado: olhar a taxa de administração. Negocie para que ela fique próxima de 1% ao ano".

Ideal x real
Se o ideal é ter uma taxa de administração abaixo de 3% ao ano, difícil é encontrar no mercado algo assim. No Bradesco*, a taxa de administração cobrada tanto no PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre) quanto no VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) da linha Proteção Familiar é de 3% ao ano sobre o patrimônio.

No Itaú, por exemplo, o FlexPrev PGBL RF (renda fixa) tem taxa de administração de 3,2%, mesma cobrança realizada quando se aplica no Flex VGBL RF (renda fixa). Quando o aplicador parte para o produto balanceado (com renda variável), a taxa de administração sobe para 4%, tanto no Flexprev PGBL Balanceado v40 quanto no Flexprev VGBL v40.

No HSBC, por sua vez, tanto o Previdência PGBL quanto o Previdência VGBL têm taxas de administração de 3% ao ano.

O outro lado
De acordo com o superintendente de Investimentos da Brasilprev, Márcio Matos, a queda da Selic mexe com o mercado financeiro como um todo, mas também abre uma janela de oportunidades, incentivando a busca por soluções por gestores de planos de previdência com recursos alocados em renda fixa.

Sobre o fato de a previdência estar com resultados não tão favoráveis, frente à poupança, Matos afirmou que isso pode acontecer no curto prazo, dependendo da taxa de administração e de carregamento, mas que o investidor de planos de previdência deve se atentar ao longo prazo, quando pode deixar de ter oportunidade de rentabilidade, se estiver nas cadernetas.

"Nada é estático. Uma poupança, de fato, tem rentabilidade garantida", ponderou o superintendente, para quem é comum o investidor olhar o curto prazo, mas, na previdência, apostar no que está rendendo mais não é sempre a melhor opção.

*As informações foram retiradas dos sites dos bancos no dia 29 de julho e dizem respeito somente às modalidades citadas. Vale lembrar que essas taxas variam conforme o relacionamento do cliente com a instituição, o aporte inicial e o patrimônio que se possui

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