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TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Belo fechamento hoje vem mais

Nov 17, 2016 12:47
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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ativo biológico de dezembro deve ser enorme.. tanto aqui como SLC também devem reverter no ultimo trimestre os resultados pra positivo

Nov 17, 2016 17:09
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Trump não deve alterar cenário do agronegócio
09/11/16 - 11:28

A eleição de Donald Trump como novo presidente dos Estados Unidos, confirmada na madrugada desta quarta-feira (09.11), não deve trazer grandes alterações no cenário do agronegócio, muito menos para o Brasil. Essa é a avaliação de especialistas ouvidos pelo Portal Agrolink, que apontam como pequena a margem de manobra do republicano no setor.

“Ele pode sobretaxar os nossos produtos [brasileiros] para proteger a economia norte-americana, e tem o Congresso na mão. Só que, ao mesmo tempo, ele não pode pegar pesado. Um dos motivos é que a China tem 20% da dívida americana, ou seja, os chineses criam uma crise nos EUA a hora que desejarem”, afirma o economista Alexandre Cabral, da NeoValue Investimentos.

De acordo com o especialista, não é interessante para a saúde da economia norte-americana provocar um clima de instabilidade mundial. Ainda mais neste momento em que o país colhe safras recordes de soja e milho e precisa compradores para escoar uma quantidade excedente de grãos. “Se atrapalhar o mundo, o mundo deixa de crescer... Eles vão vender para quem?”, questiona Cabral.

Por outro lado, o trader de grãos Dave Holloway, radicado em uma região produtora de milho no estado de Michigan, afirma que Trump representa uma movida protecionista que ameaça o setor agrícola nos Estados Unidos: “É muito problemático para a agricultura. Nós despejamos muito milho e adoçante de milho no México. Vendemos muita soja e produtos derivados de animais para a China”.

No entanto, Holloway aponta que essas medidas devem beneficiar o Brasil. “Se o Trump colocar em prática essa briga, os preços aumentarão e esses três países recorrerão ao Brasil. Não somos a única ‘loja’ da cidade. Os chineses estarão felizes de ajudar a melhorar infraestrutura do Brasil”, afirmou o trader ao Blog AgroSouth News.

Darin Fessler, que assessora produtores rurais no estado de Nebraska, afirma que “só o tempo dirá sobre a capacidade de Trump para negociar com a China e o Japão. Talvez faça apenas algumas mudanças no que se refere à indústria e as moedas. Mas como seu discurso não tem substância, nada fica claro. O mercado seguirá acompanhando isso com atenção. Seria melhor que pudéssemos abrir novos mercados para nossos produtos”, conclui Fessler.

Do ponto de vista do mercado financeiro, a instabilidade das bolsas de valores mundiais verificada logo após a confirmação de Trump pode provocar uma alta do Dólar frente a outras moedas. Como consequência, a aversão ao risco pode afugentar investidores para ativos mais seguros, retirando capital das commodities agrícolas.

http://www.agrolink.com.br/noticias/Not ... cia=364850

Nov 17, 2016 17:29
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Nov 22, 2016 12:28
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formando prateleira nos 12 contos

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Nov 22, 2016 12:50
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Comunicados e Fatos Relevantes
10/11/2016 PDF Fato Relevante - Assinatura dos documentos referentes à reestruturação da dívida

Nov 27, 2016 15:18
Mestre_pçk Forista Assíduo
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
Mestre_pçk
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PETRO51 escreveu:Comunicados e Fatos Relevantes
10/11/2016 PDF Fato Relevante - Assinatura dos documentos referentes à reestruturação da dívida

Tópico lixo!!!, tb, por quem foi criado...

Nov 28, 2016 13:14
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Pelo qui escutei Piveta pois a venda suaa ações com prêmio de 30 % ...só q estão derrubando elas ...VÃO comprar lá embaixo e tirar ele

Nov 28, 2016 18:37
MacFlai Estreante
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ao pessoal que compra terras um cuidado especial aos amigos

AVISO AOS VISITANTES OS SITES ABAIXO . SÃO PEGADINHAS PARA ROUBAREM DADOS PESSOAIS E INSTALAREM VIRUS EM SEUS COMPUTADORES.. NÃO ENTRAREM DE FORMA ALGUMA.. MUITOS FORISTAS JÁ TIVERAM VÁRIOS PROBLEMAS COM ESSES SITES

chegadeperderdinheiro.com.br

defendaseudinheiro.com.br

paideprimeiraviagem.com.br

perderdinheiro.com.br

vilmarbro.com.br

Nov 29, 2016 18:58
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PELO jeito começou mais uma briga por aqui.. PIVETTA se propos a vender tudo.. porém estão derrubando as ações agora pra pagarem menos a ele... logo agora que tudo melhorou .. o bom que teremos mais um momento pra reentrada

Nov 29, 2016 19:38
MacFlai Estreante
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2 digitos indo pro PHAU hoje

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Nov 30, 2016 18:30
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empacou o negócio já

Dez 03, 2016 10:02
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Operadora:
Boa tarde. Sejam bem-vindos à teleconferência da Terra Santa Agro sobre os resultados
do 3T16.
Estão presentes conosco hoje o Sr. Arlindo de Azevedo Moura, Diretor
Presidente da Terra Santa Agro, e o Sr. Cristiano Soares Rodrigues, Diretor Financeiro
e de Relações com Investidores da Terra Santa Agro.
Informamos que a apresentação será gravada, e que todos os participantes estarão
apenas ouvindo a teleconferência durante a apresentação da Empresa. Em seguida,
iniciaremos a sessão de perguntas e respostas, quando mais instruções serão
fornecidas. Caso alguém necessite de assistência durante a conferência, por favor,
chame o operador, digitando *0.
Antes de prosseguir, gostaríamos de esclarecer que eventuais declarações que possam
ser feitas durante esta teleconferência, relativas às perspectivas de negócios, projeções
e metas operacionais e financeiras da Terra Santa Agro, constituem-se em crenças e
premissas da Diretoria da Companhia, bem como em informações atualmente
disponíveis. Elas envolvem riscos e incertezas, pois se referem a eventos futuros e,
portanto, dependem de circunstâncias que podem ou não ocorrer. Alterações na política
macroeconômica ou na legislação e outros fatores operacionais podem afetar o
desempenho futuro da Terra Santa Agro e conduzir a resultados que diferem
materialmente daqueles expressos em tais considerações futuras.
Agora gostaríamos de passar a palavra ao Sr. Arlindo de Azevedo Moura, que iniciará
a apresentação. Por favor, Sr. Arlindo, pode prosseguir.
Arlindo de Azevedo Moura:
Boa tarde a todos. Obrigado pela presença para apresentação dos resultados do 3T16
da Terra Santa Agro.
Começarei pelo slide número dois, onde temos o demonstrativo do comportamento das
commodities durante o trimestre.
Na soja, tivemos uma queda de 18,8% no preço na Bolsa de Chicago. Parte desse preço
já foi conquistada de volta nos últimos dias, mas durante o trimestre houve essa queda.
No caso do milho, uma queda de 6,1% também durante o 3T16; no caso do algodão,
uma alta de 8,7%; e no câmbio, o USD teve uma alta de 1,1%, também bastante
superada pelos números de hoje.
Falarei um pouco sobre o desempenho operacional da Terra Santa Agro, e começarei
pela soja. A soja em nossa última safra, a safra 2015-2016, fechou com uma
produtividade no Estado do Mato Grosso de 51,4, bem inferior à produtividade que
tivemos na safra 2014-2015, que foi de 54,4, muito em consequência do clima.
2
Só para terem uma ideia, o Estado do Mato Grosso na safra 2014-2015 fez 52,9 sacos
por hectare, a Terra Santa 54,4, e na safra 2015-2016, o Estado do Mato Grosso ficou
em 47,5. Ou seja, tivemos uma produtividade 8,2% acima da média do Estado do Mato
Grosso.
Na Empresa como um todo, considerando que na última safra de soja ainda tínhamos
produção na Bahia, a média ficou em 50 sacos por hectare, em função de que a Bahia
ficou abaixo dos 50 sacos. Isso trouxe, então, nossos 51,4 para 50 em toda a
Companhia.
Nossa meta para a safra 2016-2017 é 9% a mais que a obtida na última safra. Nossa
pretensão é alcançar 51,6 sacos por hectare na soja.
Pelo desenvolvimento do plantio que tivemos, e também da germinação, que já ocorreu
em 95% da nossa área, estamos muito otimistas com esse número, e deveremos
possivelmente alcançá-lo.
No caso do milho, também tivemos uma redução de produtividade, comparada à safra
anterior. Na safra 2015-2016, fechamos com 101 sacos por hectare, e na safra 2014-
2015 havíamos fechado com 121. Mas o Estado do Mato Grosso também teve uma
redução bastante significativa: na safra 2014-2015, foi 106,9 sacos por hectare, e na
safra 2015-2016 foi 66,7. Ou seja, a Terra Santa Agro teve uma produtividade 51,4%
superior à produtividade do Estado do Mato Grosso. Essa queda também foi em função
do clima. Nossa meta para o próximo ano é de 118,8 sacos por hectare.
No caso do algodão, ainda não finalizamos o beneficiamento, pode haver uma pequena
alteração, mas estamos estimando encerrar com 235 arrobas por hectare, algodão com
caroço. E o Estado do Mato Grosso também ainda é um número provisório, ele poderá
cair, mas o número que está divulgado hoje é de 244. Imagino que esse número deverá,
até o fim do ano, quando termina o beneficiamento do algodão, ser revisto para baixo.
Se confirmados esses 244, teríamos ficado em 3,7% a menos que a média do Estado.
Vamos falar um pouco sobre a intenção de plantio, que no caso da soja não é mais
intenção, já foi plantada. Na soja, nossa intenção seria plantar 106.562 ha, e já estão
todos plantados; algodão, 25.677 ha; e milho, 54.339 ha, divididos entre milho de
primeira safra com 3.641 ha, milho de segunda safra, 49.764 ha, e o milho que
chamamos de alternativo com 934 ha, de forma que, se somarmos os três milhos,
ficaremos em 3,9% a menos do que foi plantado no ano passado, muito embora nossa
previsão de produção seja maior.
Estamos prevendo produzir este ano 383.000 toneladas de milho, e no ano passado
foram 304.000 toneladas. Ou seja, estamos prevendo 26% a mais de produção, muito
embora a área plantada seja 3,9% menor.
3
Por quê? No ano passado, tínhamos 11.500 ha de milho alternativo. O que era esse
milho alternativo? Era um milho com baixa tecnologia e baixo potencial de produtividade.
Esperávamos colher 50 sacos por hectare.
E por que, em vez de plantar milho normal, plantamos esse milho? O ano passado foi
um ano de El Niño, e prevíamos falta de chuva para o ciclo final do milho, o que,
infelizmente, acabou confirmado.
Como neste ano temos um ano mais para neutro que para La Niña, as chuvas deverão
ser mais regulares e deverão se estender possivelmente até o fim de maio. Então, em
vez de plantar esse milho alternativo, plantaremos milho de segunda safra normal, com
previsão de 118,8 sacos por hectare, e não 50. Por isso teremos uma produção maior.
Vamos falar um pouco sobre os custos de produção. Nós comentamos nas últimas
conferências que havíamos comprado o fertilizante por um preço inferior ao do ano
anterior, em USD, e também havíamos comprado os defensivos por um preço inferior
em USD. Em consequência, isso influenciou no custo por hectare dos nossos produtos.
No caso da soja, na safra 2015-2016 nosso custo foi de R$2.682 por hectare. Para essa
safra, será de R$2.404, ou seja, uma redução de 10,4%, uma redução bastante
significativa.
No algodão, e aqui é algodão de segunda safra, porque não temos algodão de primeira
safra, o custo deverá cair de R$6.968 para R$6.435, ou seja, uma redução de 7,6% por
hectare.
No caso do milho, temos um pouco de milho de primeira safra este ano, 3.641 ha, que
estamos fazendo em função de rotação de cultura, é uma decisão técnica, e a redução
de custo foi de 16,1%; ou seja, caiu de R$2.572 por hectare para R$2.157 por hectare.
E no caso de milho de segunda safra, que é o mais significativo para nós, cai de R$1.783
para R$1.662, mas eu gostaria de levantar aqui que a tecnologia do milho de segunda
safra deste ano é um pouco melhor que a do ano passado, pelo motivo que já externei:
ano passado, tínhamos uma expectativa de falta de chuvas no milho de segunda safra,
então não havia por que investir muita tecnologia, porque o clima não permitiria grandes
produtividades. Mesmo assim, colhemos 101 sacos, contra os 67 da média do Estado.
O custo do milho caiu de R$1.783 para R$1.662, ou seja, -6,8%.
E temos no nosso quadro demonstrativo 934 ha de milho alternativo, que é esse milho
de baixa tecnologia. Nesse milho, nossa intenção é colher 50 sacos por hectare, e ele
servirá para fazer cortina de pó nas lavouras de algodão, porque há estradas, e quando
os caminhões e máquinas passa pela estrada, é inevitável que o pó levante. Para o pó
não chegar ao algodão, fazemos uma barreira de milho, e esse milho é plantado mais
tarde, em março, para poder estar verde na época do algodão. Então, não é plantado
em uma época propícia, nem na tecnologia propícia. Ele serve muito mais como seguro
do algodão.
4
Indo para o slide cinco, entraremos no desempenho operacional do plantio da soja da
nova safra. Encerramos o plantio da safra no dia 06 de novembro, mas já no dia 31 de
outubro havíamos chegado a 98% da nossa disposição de 106.000 de soja já plantados.
Esse pouco que faltou, menos de 3.000 ha, são áreas de fechadura, como chamamos,
são bicos, áreas que deixamos mais para o fim e que não afetarão de forma alguma
nossa produtividade. Por isso nosso entusiasmo em confirmar que buscaremos 56,1
sacos por hectare no caso da soja.
Com relação à colheita, que pretendemos iniciar no dia 26 de dezembro, podemos ver
no quadro à direita abaixo, no slide cinco, que 48% da nossa colheita estarão
concentrados entre a quarta semana de janeiro e o fim da segunda semana de fevereiro.
Ou seja, durante três semanas temos 48% da nossa colheita de soja.
Estamos bem preparados, com máquinas; inclusive, alugamos algumas máquinas para
ajudar, máquinas de nossa prioridade, prevendo que possivelmente fevereiro seja um
mês de chuvas. Então, cada dia que tiver sol, teremos de aproveitar e colher bastante.
Por isso estamos alugando algumas máquinas para fazer esse plantio.
Também contratamos já os caminhões para ajudar no transporte do grão da lavoura
para os armazéns, em um total de 200 caminhões. Também já estão contratados.
Conseguimos uma negociação muito boa, até porque está faltando um pouco de crédito,
então as negociações estão um pouco melhores que no ano passado, estamos
conseguindo completar por um preço inferior ao do ano passado.
No caso do algodão, assim que formos colhendo essa soja, em janeiro, vamos
plantando o algodão, que será de aproximadamente 26.000 ha, e pretendemos plantá-
lo até o dia 25 de janeiro, que é exatamente a melhor janela de plantio do algodão de
segunda safra.
Terminado o plantio do algodão, iniciamos o plantio do milho, e faremos o plantio do
milho, dos 53.000 ha, até o dia 28 de fevereiro, que também é uma excelente janela.
Esses são os prazos para o plantio da próxima safra, e estamos muito animados com
isso.
Vamos falar um pouco agora sobre a parte comercial da próxima safra. Da safra atual,
só temos um pouco do algodão para ser vendido, soja e milho praticamente não temos
mais; mas da safra 2016-2017 ainda temos coisas para vender, embora ainda tenhamos
muito tempo para isso.
A soja, estamos com 58% vendida, a um preço de US$10,84 por bushel. O milho,
estamos com 13% vendido, e o milho é assim mesmo, é difícil vender nessa época,
normalmente, a venda é mais próxima do consumo; e estamos com um preço de
US$2,47 por bushel. No caso do algodão, estamos com 56% já vendidos, com um preço
muito bom, US$0,71 libra/peso, contra o ano passado, que fechamos com US$0,67,
Editado pela última vez por FIEL Petro51 em Dez 03, 2016 10:08, em um total de 1 vez.

Dez 03, 2016 10:04
FIEL Petro51 Forista Assíduo
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então é 5,16% maior. No caso da soja, este ano US$10,84, e o ano anterior fechamos
com US$9,99 por bushel, ou seja, 8,5% acima.
Essa combinação de commodities com um preço melhor e o custo com um preço menor
sem dúvida dará um balanço bem interessante para o ano civil de 2017.
Passarei agora para o Cristiano, e depois voltamos para os questionamentos, perguntas
e respostas, e poderemos explanar mais alguma coisa sobre dúvidas que
eventualmente vocês tiverem.
Cristiano Soares Rodrigues:
Boa tarde a todos. Iniciarei a apresentação dos resultados financeiros da Companhia
referentes ao 3T.
É importante dizer que o 3T normalmente nesse setor é um trimestre mais difícil. É um
período em que a Companhia está em uma transição entre a safra anterior, a safra 2015-
2016 e a safra 2016-2017. Os produtos que são faturados nesse período são produtos
de menor valor agregado, por exemplo, o milho, e por conta disso normalmente o 3T
sempre será mais sofrido em termos de resultado.
Nessa demonstração de resultados, em alguns pontos falarei do trimestre, em outros
dos 9M acumulados.
A receita líquida de produtos neste trimestre foi um pouco maior, foi 20% superior ao
trimestre passado, e isso é basicamente milho. Grande parte disso é porque esse foi
um ano crítico por estresse em oferta de milho, e diferente dos outros anos, o
escoamento de milho aconteceu muito mais cedo que nos anos anteriores, como
normalmente acontece.
Chama a atenção também a realização do ativo biológico apropriado ao custo em um
valor bem alto, negativo, e também referente a produto agrícola, também negativo. Isso
se refere à quebra de produtividade no algodão do 2T para o 3T, por conta da chuva.
Tivemos uma redução da nossa expectativa, esperávamos produzir um valor bem alto;
produzimos bem, melhor que a média do Mato Grosso, mas tivemos uma queda,
perdemos algumas arrobas no final, muito por conta do excesso das chuvas, que vieram
um pouco mais cedo este ano.
Por isso vemos, na prática, um prejuízo bruto, mas esse é um prejuízo não caixa, e é
muito por conta dessa marcação do biológico.
Quando passamos para baixo, para as despesas operacionais, chama a atenção
também a redução das despesas gerais e administrativas, que continua ocorrendo. Em
relação ao 3T15, reduzimos 13% das despesas gerais e administrativas, e se olharmos
os 9M acumulados reduzimos 21%.
6
Em outras receitas/despesas operacionais, chama a atenção que são dois valores
negativos altos, tanto no 3T15 quanto no 3T16. As duas situações são impairment. O
do 3T15, vocês devem lembrar, foi nossa saída dos ativos na Bahia, no Piauí e em
algumas áreas marginais no Mato Grosso, em que, exatamente por termos cancelado
os contratos de arrendamento, acabamos baixando os investimentos que tínhamos.
Notadamente, essa foi uma das decisões mais corretas que fizemos. Este ano, sofremos
muito lá, e ainda bem que baixamos isso antes, saímos de lá.
E também fizemos uma baixa por uma exigência contábil em um ativo que estamos
cobrando. Por que uma exigência contábil? Quando há uma contestação de um ativo
que estamos cobrando, isso passa a ser o chamado ‘ativo contingente’, e pela norma
do IFRS somos obrigados a baixar esse ativo.
Isso não significa que perdemos esses R$20 milhões, que é o valor que está na
contabilidade. Na verdade, nosso crédito é até maior, mas temos contabilizados R$20
milhões, porque fizemos uma provisão.
Acreditamos que nosso crédito nesse caso é muito bom, e na nossa visão é uma
questão de tempo até revertermos esse valor e pegarmos esse ativo para colocar no
balanço.
Em relação ao resultado financeiro, agora olhando os 9M, em relação aos 9M15 ele está
bem menor, grande parte impactado pela variação cambial, que ano passado foi
negativa em R$70 milhões, e este ano é positiva em R$36 milhões. Em linhas gerais, o
resultado financeiro, se olharmos receitas e despesas, está em linha com o planejado.
O prejuízo do período é alto, R$130 milhões, obviamente impactado por esses ajustes
que fizemos, mas grande parte com efeito não caixa. Se fizermos os 9M ajustados pelos
efeitos não caixa, a Companhia está apresentando um lucro de R$7 milhões, contra um
lucro de R$44 milhões, ajustado também pelos efeitos não caixa no ano passado.
É um lucro menor que o do ano passado, é fato, mas isso mostra, em um ano difícil
como este, em que tivemos um El Niño com situações inimagináveis, que a Companhia
conseguiu estar em linha com o planejado, e ainda ser lucrativa do ponto de vista de
caixa.
Passando para a parte do EBITDA, vamos direta para o EBITDA ajustado, e chama a
atenção um ajuste que fizemos no EBITDA, e faremos daqui para frente, que colocamos
aqui como variação do CAP e variação do CRE. Para esclarecer, o CAP o é o contas a
pagar com nossos fornecedores e o CRE é o contas a receber dos nossos clientes.
Por que estamos ajustando isso? Porque isso é simplesmente uma variação cambial
entre o preço em que entrou um insumo no nosso custo e o preço que efetivamente
pagamos.

Dez 03, 2016 10:05
FIEL Petro51 Forista Assíduo
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Só para dar um exemplo, se um defensivo entra na Companhia hoje e o pagamos daqui
a um ano, ele entrará pelo USD de hoje, mas o efeito caixa desse defensivo ocorrerá
daqui a um ano. O que estamos fazendo aqui é simplesmente ajustar isso no EBITDA
para mostrarmos o real ganho da cultura.
Então, este ano, a Companhia está com um EBITDA ajustado, considerando esses
ajustes que nós fizemos, de R$52 milhões, contra R$8,599 milhões que tínhamos no
mesmo período do ano passado, fazendo o mesmo ajuste.
Passando para o próximo slide, mostramos graficamente como foi a nossa geração de
caixa do 3T15 e do 3T16. Este trimestre foi um pouco positivo, e o 3T15 foi de R$-9,8
milhões. Este trimestre, temos R$12,8 milhões.
Como eu já falei, as despesas gerais e administrativas reduziram, o EBITDA ajustado
neste trimestre foi negativo, mas menos negativo que o 3T15, e nos 9M temos um
EBITDA de R$58,8 milhões contra R$8,6 milhões.
No próximo slide, passarei um pouco pela composição do endividamento. A Companhia
fez poucas captações no trimestre, em torno de R$25 milhões, e foi praticamente tudo
rolagem, houve apenas uma captação específica. A variação cambial aumentou o
endividamento, e terminamos o trimestre com um endividamento de R$728 milhões, e
um endividamento líquido de R$723 milhões.
Olhando essa dívida em USD, como vimos mostrando, a dívida hoje está em R$222
milhões, o menor valor desde o 3T15. Não esperamos que ela termine o 4T em um nível
igual, provavelmente ela aumentará um pouco, porque a Companhia tem agora que
continuar o financiamento da sua safra, mas não é nada fora dos padrões que vimos
apresentando.
Passando para o próximo slide, mostramos como está a Companhia. Isso é importante
falar, porque ontem divulgamos o terceiro Fato Relevante a respeito da reestruturação,
onde, em 30 de setembro, formalizamos que todas as negociações estavam concluídas,
e agora simplesmente foi a assinatura dos contratos, a formalização da reestruturação.
É importante dizer também que isso ainda não constou nas demonstrações financeiras
porque, para efeito de auditoria, foi considerada a assinatura dos documentos, e a
assinatura dos documentos ocorreu em evento subsequente. Então ele não foi
considerado na hora da análise do endividamento do curto e longo prazo, porém foi
considerado na hora da análise da situação financeira da Companhia e da emissão do
parecer.
Se os senhores olharem, o parecer do último trimestre tinha uma ênfase de continuidade
que hoje não tem mais. A auditoria diz que Companhia não tem nenhum risco de
continuidade, tendo em vista a reestruturação que foi assinada.
8
O fluxo de amortização da reestruturação fica desta forma conforme está descrito no
quadro, e isso dá o fôlego que a Companhia precisa para os próximos anos.
Em relação ao valor líquido dos ativos, por conta da redução do endividamento e da
geração de caixa, começamos também a comparar quando ficaria o valor líquido dos
ativos a cada trimestre. Sobe um pouco neste trimestre, mesmo com os resultados; e
também tem o fato de que este trimestre, como falarei logo depois, teve a avaliação das
terras.
Voltando ao quadro, considerando, a Companhia ainda está com 81% de desconto em
relação ao mercado, em relação ao seu valor dos ativos. Acreditamos que agora, com
a reestruturação concluída, com a parte operacional concluída, com um ano bom, que
está se encaminhando para ser muito bom para a Companhia, achamos que essa
diferença entre preço do NAV e preço de mercado deveria se reduzir a padrões de
mercado.
Em relação à avaliação das terras, em relação ao ano passado as terras valorizaram
4,5%. Foi uma valorização abaixo da inflação, porém normal. Não é o nosso caso, mas
muita gente do mercado falava “as terras hoje cairão de preço porque tem muito
produtor com problemas” etc. Isso não aconteceu, as terras continuam se valorizando.
O mercado ficou um pouco menos líquido, mas os negócios continuam ocorrendo.
Acredito que nos próximos anos, com a alta da soja etc., as terras também se
valorizarão.
Concluindo esse ponto, agora continuaremos concentrando nossos esforços na geração
de caixa, na eficiência operacional, seguindo nossa estratégia de ficar no Mato Grosso
e reduzir o endividamento através da nossa própria geração de caixa.
Obrigado.

Dez 03, 2016 10:07
FIEL Petro51 Forista Assíduo
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Nov 30, 2016 18:24
 
 
João, Bradesco:
Boa tarde. Obrigado por pegarem minha pergunta. Eu tenho uma dúvida em relação ao
custo médio de arrendamento. Se puderem passar alguma noção de quanto isso está
hoje, e alguma ideia de impacto da questão da mudança de legislação. Prevendo dois
cenários, supondo que a liquidez se mantenha parecida com o que há hoje, e supondo
um cenário em que seja aprovada a maior participação de estrangeiros nas terras
brasileiras, quanto isso pode mudar do seu custo médio de arrendamento hoje, e como
vocês estão vendo a mudança de estratégia? São essas as minhas perguntas.
Obrigado.
Cristiano Soares Rodrigues:
João, nosso custo de arrendamento hoje está na casa de cerca de 10, 10,5 sacas, mais
ou menos. Isso varia, porque há contratos que mudam ao longo do ano; depois eu posso
pegar esse número detalhado.
9
Mas é importante dizer uma coisa: se você olhar em relação aos nossos números dos
anos anteriores, esse valor subiu. E a principal razão é que, se você olhar todas as
terras que devolvemos nos últimos períodos, elas tinham um arrendamento muito baixo.
Em resumo, eram áreas em que o arrendamento era baixo, mas também não
produziam. No final das contas, isso mostrava que o barato sai caro.
Nosso arrendamento hoje está na casa de 10 sacos. Em nossa visão, a liberação de
terras de estrangeiros trará liquidez para o mercado, mas não há espaço para trazer
muitas altas de preço inesperadas. E a razão é simples: nós temos capacidade de pagar
o arrendamento, é um yield determinado em cima do que conseguimos gerar na terra.
Por exemplo, se alguém fala “a terra vai chegar a valer 500 sacos”. 500 sacos por
hectare para quem paga 10 sacos por hectare, você está falando de um rendimento
baixíssimo para o dono da terra. E não há espaço para nenhuma empresa, com a
tecnologia que existe hoje, pagar 30 ou 40 sacos de arrendamento, pelos custos
logísticos etc.
Então, em nossa visão, não tem como o arrendamento mudar muito desse preço. Em
algum momento, quando a produtividade do Brasil for aumentando, ele pode aumentar
um pouco, mas em termos relativos não tem como mudar, e nem muito o valor da terra.
O que pode mudar isso são alguns pontos específicos: uma mudança grande na
logística, que realmente esperamos que aconteça nos próximos anos; uma mudança
grande nesses custos, ou na produtividade e na tecnologia.
Mas, em nossa visão, o estrangeiro trará muita liquidez para o mercado, e isso irá ajudar.
Arlindo, você quer complementar?
Arlindo de Azevedo Moura:
João, no meu entendimento, para o Mato Grosso, na região onde estamos, um preço
justo de arrendamento fica entre 10 e 11 sacos por hectare. Eventualmente, alguma
área com maior potencial pode chegar a 13, a 12,5, mas são casos particulares.
Nós ainda temos um arrendamento de aproximadamente 3.000 ha de 6 sacos por
hectare que não nos interessa. Quando vencer, devolveremos, e não devolveremos
porque estão com o preço alto; pelo contrário, estão com preço muito baixo, e eu tenho
certeza que, se propusermos manter esse arrendamento, o proprietário aceitará. Nós
não renovaremos porque não tem o potencial de produtividade que queremos.
Nós queremos chegar a 60 sacos por hectare em três safras, e essa terra que eu estou
falando não tem esse potencial. Terá para chegar a 50, talvez. É preferível pagar 2 ou
3 sacos a mais em uma área melhor e tirar mais produção dessa mesma área.
10
Me parece que, no Mato Grosso, entre 10 e 11 é um custo bem saudável.
João:
Entendi. Está claro. Obrigado, Arlindo e Cristiano.
Operadora:
Não havendo mais perguntas, encerramos neste momento a sessão de perguntas e
respostas. Passamos agora a palavra ao Sr. Arlindo de Azevedo Moura para suas
considerações finais.
Arlindo de Azevedo Moura:
Nosso agradecimento pela participação de todos na apresentação dos resultados da
Terra Santa Agro do 3T16, na expectativa de que, com a safra que iniciamos em
setembro, daremos a virada final que a Empresa precisa ter.
Já demos a parte operacional como realizada, e agora, com a finalização da
reestruturação financeira, saímos de uma reestruturação de Companhia para uma
Empresa em busca da melhoria dos nossos índices e nossos resultados, que é o que
sempre quisemos.
Com certeza, 2017 será um ano bem diferente do que foi 2016, e essa será a nova
Empresa que teremos daqui para frente.
Nosso muito obrigado a todos.
Operadora:
Obrigada. A teleconferência de resultados do 3T16 da Terra Santa Agro está encerrada.
Por favor, desconectem suas linhas agora.

Dez 05, 2016 15:46
FIEL Petro51 Forista Assíduo
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Terra Santa Agro SA
BVMF: TESA3 - 5 de dez 15:30 BRST
11,80BRLPrice increase1,27 (7,69%)

deu b~~ao hoje

Dez 06, 2016 18:45
FIEL Petro51 Forista Assíduo
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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Nov 30, 2016 18:24
 
 
diferença da logistica .. o esquema é investir no Norte do MT e Pará .. tudo vai sair por lá

Imagem

Dez 07, 2016 14:05
FIEL Petro51 Forista Assíduo
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Re: TERRA SANTA AGRO S.A. - TESA3
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TERRA SANTA AGRO S.A.
Companhia Aberta de Capital Autorizado
CNPJ/MF nº 05.799.312/0001-20
COMUNICADO AO MERCADO
A Terra Santa S.A. (“Terra Santa” ou “Companhia”) (BM&FBovespa: TESA3; Bloomberg: TESA3:BZ; Reuters: TESA3.SA) com sede na capital do Estado de São Paulo, na Praça General Gentil Falcão 108, cj 81, inscrita no CNPJ/MF sob n° 05.799.312/0001-20 (“Companhia” ou “Terra Santa”), recebeu da Superintendência de Acompanhamento de Empresas da BM&FBOVESPA (“BM&FBOVESPA”) o Oficio BM&FBOVESPA 3353/2016-SAE, com o seguinte pedido de esclarecimento:

“Tendo em vista as últimas oscilações registradas com as ações de emissão dessa empresa, o número de negócios e quantidade negociada, conforme abaixo, vimos solicitar que seja informado, até 06/12/2016, se há algum fato, do conhecimento de V.S.a. que possa justifica-los. A resposta dessa empresa, sem prejuízo ao disposto no parágrafo único do art. 6º da Instrução CVM nº 358/02, deve ser enviada por meio do módulo IPE, selecionando-se a Categoria: Comunicado ao Mercado, o Tipo: Esclarecimentos sobre consultas CVM/BM&FBOVESPA e o Assunto: Negociações atípicas de valores mobiliários, o que resultará na transmissão simultânea para a BM&FBOVESPA e CVM.
Ressaltamos a obrigação disposta no parágrafo único do art. 4º da Instrução CVM nº 358/02, de inquirir os administradores e acionistas controladores da companhia, com o objetivo de averiguar se estes teriam conhecimento de informações que deveriam ser divulgadas ao mercado.

Em resposta ao referido Ofício, vimos registrar que, após termos questionado todos os administradores da Terra Santa Agro S.A., fomos informados por um dos membros do Conselho de Administração da Terra Santa Agro S.A. que ele está estudando a estruturação da venda de lote relevante de ações de emissão da Companhia de titularidade de Fundo de Investimento, do qual tal Conselheiro é o único cotista.
A despeito de não podermos inferir que as oscilações verificadas decorram de tal circunstância, entendemos que de qualquer forma tal fato não configura “fato relevante” porque não diz respeito aos negócios e operações da Terra Santa Agro S.A., mas de um acionista não controlador da Companhia, possivelmente dispondo de suas ações.
Por fim, fomos informados por mencionado membro do Conselho de Administração que, caso tal operação seja levada adiante, todas as comunicações pertinentes serão realizadas oportunamente, quando aplicável.
A Companhia reforça que adota elevados padrões de governança corporativa e transparência com o mercado e que em havendo alguma informação material, a mesma será divulgada ao mercado de forma tempestiva e igualitária ao mercado, através da BM&FBovespa, da CVM e do website – www.terrasantaagro.com/ri.

São Paulo, 6 de dezembro de 2016.

Cristiano Soares Rodrigues
Diretor Financeiro e de Relações com Investidore

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