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Ago 21, 2013 19:09
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Tractebel - TBLE3
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Jirau deve iniciar operação comercial nesta semana


A usina hidrelétrica de Jirau, no rio Madeira (RO), deverá iniciar sua operação comercial nesta quinta-feira. Sua primeira turbina funciona em regime de teste, desde sábado, e já fornece energia ao sistema interligado nacional. De acordo com a Energia Sustentável do Brasil (ESBR), concessionária responsável pela usina, o teste foi bem-sucedido.

"A operação está segura e devidamente sincronizada com o sistema interligado", disse o diretor da ESBR, Isac Teixeira. Para funcionar comercialmente, segundo ele, é preciso aguardar a autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A expectativa da concessionária é de que isso ocorra nos próximos dois dias.

Até o fim deste ano, Teixeira garante que pelo menos mais quatro turbinas entrarão em funcionamento, ao ritmo médio de uma nova máquina por mês. Cada turbina tem 75 megawatts (MW) de potência. Assim, até dezembro, a capacidade instalada de Jirau poderá atingir a marca de 375 MW.

"Essa meta é tranquilamente factível, mas vamos tentar mais", afirmou o diretor. Ao todo, a hidrelétrica em Porto Velho terá 50 turbinas, que somam 3.750 MW - o suficiente para abastecer cerca de dez milhões de residências.

São 22 máquinas, de procedência chinesa, instaladas na casa de força da margem esquerda do rio (fornecidas pela empresa Dong Fang Electric Corporation) e 28 na margem direita (de projeto e fabricação nacionais, fornecidas pelo consórcio das empresas Alstom, Voith e Andritz).

A usina de Jirau, que foi licitada em 2008 e começou a ser construída em 2009, é uma das principais obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e tem investimentos previstos em pouco mais de R$ 13 bilhões. Ela já deveria ter entrado em operação, mas sofreu atrasos com greves e até com uma revolta de trabalhadores, que destruiu alojamentos e instalações nas obras. Além disso, segundo a concessionária, houve atrasos ocasionados por problemas na liberação aduaneira de equipamentos.

A hidrelétrica ainda trava uma disputa com Santo Antônio, o empreendimento vizinho do rio Madeira, em torno de um projeto de ampliação da capacidade.

A ESBR é controlada pela multinacional francesa GDF Suez (40%) e tem como acionistas a Eletrosul (20%), a Chesf (20%) e a japonesa Mitsui (20%). A Santo Antônio Energia é controlada pela Odebrecht e pela estatal Furnas.

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Ago 24, 2013 13:57
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Re: Tractebel - TBLE3
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Alguém tem ideia de quando a Tractebel vai pagar efetivamente os dividendos??

Ago 25, 2013 17:27
Ticiano Estreante
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Re: Tractebel - TBLE3
Ticiano
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Deseja ter demonstrativos enviados à CVM da Tractebel, em formato excel?

Acesse de forma gratuita aqui. Aproveite e faça o download.

http://demonstrativoscontabeis.criativo ... =tractebel

Ago 27, 2013 13:23
Suerte Forista Assíduo
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Re: Tractebel - TBLE3
Suerte
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Vortex não há data definida ainda.

TRACTEBEL (TBLE-NM)
DRI: Eduardo Antonio Gori Sattamini

Distribuicao de Dividendo Intercalares

Enviou o seguinte Aviso aos Acionistas:

Comunicamos aos Senhores Acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de
Administracao da Tractebel Energia S.A., em reuniao realizada em 30 de julho de
2013, usando a competencia que lhe confere o inciso XV do art. 19 do Estatuto
Social da Companhia, aprovou a distribuicao de dividendos intercalares, com base
nas demonstracoes financeiras levantadas em 30 de junho de 2013, com fundamento
no art. 204 da Lei n0 6.404/76, nos seguintes valores e condicoes:

a) Valor
O valor dos dividendos intercalares sera de R$ 767.568.075,38 (setecentos e
sessenta e sete milhoes, quinhentos e sessenta e oito mil, setenta e cinco reais
e trinta e oito centavos), correspondentes a R$ 1,1759130707 por acao.

b) Negociacao das Acoes
As acoes da Companhia serao negociadas ex-dividendos intercalares a partir de 19
de agosto de 2013.

c) Pagamento dos dividendos intercalares
Os dividendos intercalares serao pagos em data a ser posteriormente definida
pela Diretoria Executiva e comunicada atraves de Aviso aos Acionistas, com base
nos dados cadastrais existentes no Itau Unibanco S.A. em 16 de agosto de 2013.

Os referidos dividendos representam um payout de 100% do lucro liquido
distribuivel do primeiro semestre de 2013. Florianopolis, 30 de julho de 2013.

Set 05, 2013 15:38
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Re: Tractebel - TBLE3
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TRACTEBEL ENERGIA S.A.
COMPANHIA ABERTA – CNPJ 02.474.103/0001-19
NIRE 4230002438-4

AVISO AOS ACIONISTAS

Comunicamos aos Senhores Acionistas e ao mercado em geral que a Diretoria Executiva da Tractebel Energia S.A., usando a competência que lhe foi conferida pelo Conselho de Administração, definiu a data de 23 de setembro de 2013 para o início de pagamento dos dividendos intercalares, com base nas demonstrações financeiras levantadas em 30 de junho de 2013, no valor de R$ 767.568.075,38 (setecentos e sessenta e sete milhões, quinhentos e sessenta e oito mil, setenta e cinco reais e trinta e oito centavos), correspondentes a R$ 1,1759130707 por ação.
Os referidos dividendos intercalares serão pagos com base nas posições acionárias do dia 16 de agosto de 2013, de acordo com os dados cadastrais existentes no Itaú Unibanco Banco Múltiplo S.A., conforme Aviso aos Acionistas publicado em 30 de julho de 2013.
Florianópolis, 2 de setembro de 2013.

Eduardo Antonio Gori Sattamini
Manoel Arlindo Zaroni Torres
Diretor Financeiro e de
Relações com Investidores
Diretor-Presidente

Set 06, 2013 12:07
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Re: Tractebel - TBLE3
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Aneel autoriza Jirau a iniciar operação comercial

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou ontem o início da operação comercial de hidrelétrica de Jirau. Leiloada em maio de 2008, a usina, que está em fase de conclusão em Porto Velho (RO), passa oficialmente a faturar pela energia gerada a partir das águas do rio Madeira. A autorização dada ao consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR), responsável pela hidrelétrica, atende a operação da primeira turbina de Jirau, de um total de 50 unidades geradoras que, gradativamente, entrarão em operação nos próximos meses.

O equipamento estava em teste desde 17 de agosto. A expectativa do consórcio é que, até o fim deste ano, um total de dez turbinas esteja em plena atividade. Cada unidade tem 75 megawatts (MW) de potência. Ao todo, a potência da hidrelétrica soma 3.750 MW, energia suficiente para abastecer cerca de dez milhões de residências.

O primeiro equipamento ligado em Jirau foi fornecido pela chinesa Dong Fang Electric Corporation, companhia que vendeu um total de 22 máquinas para o consórcio. Outras 28 unidades de geração têm fabricação nacional, montadas pelo consórcio das empresas Alstom, Voith e Andritz.

A energia gerada pela primeira máquina será toda direcionada ao sistema de transmissão que atende os Estados do Acre e Rondônia, uma vez que o Linhão do Madeira, que levará a sua energia até o Sudeste, ainda não foi testado. Quando essa operação for realizada, três linhas de transmissão de 550 kV interligarão Jirau até a subestação coletora de Porto Velho e, a partir de lá, a energia será escoada por duas linhas de transmissão de corrente contínua, chegando até o município de Araraquara, em São Paulo. A expectativa é que a liberação efetiva do linhão ocorra entre outubro e novembro.

"Estamos felizes com o feito. Apesar de alguns episódios que atrasaram as obras, conseguimos colocar a turbina em operação em tempo recorde", diz Victor Paranhos, presidente do ESBR.

Atualmente, há cerca de 3 mil profissionais em operação em Jirau, praticamente todos eles dedicados à montagem e teste de equipamentos. A etapa de construção civil da usina, que chegou a contar com cerca de 20 mil profissionais, já está praticamente concluída. Ao todo, as obras da hidrelétrica já alcançaram 93% de sua execução total. O consórcio responsável pela construção e operação da hidrelétrica tem como sócios a GDF SUEZ (60%), a Eletrosul (20%) e a Chesf (20%).

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Set 09, 2013 10:38
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Re: Tractebel - TBLE3
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Atraso pode gerar fatura cara para usina de Jirau


Nem governo, nem empreendedores tinham ideia das consequências graves que as paralisações, incêndios e atos e vandalismo que tomaram conta dos canteiros da obra da hidrelétrica de Jirau teriam no cronograma de geração de energia previsto para a megausina erguida no rio Madeira, em Porto Velho, Estado de Rondônia. Essa fatura chegou.

O consórcio Energia Sustentável do Brasil (ESBR), responsável pela construção e operação da hidrelétrica, está pressionado a ter de pagar uma conta extra que pode superar R$ 400 milhões, pelo fato de descumprir a entrega do volume de energia que estava previsto para ser fornecido a partir deste mês. As regras dos contratos de geração são claras: quando é realizado o leilão de um empreendimento de geração, o governo estabelece uma data específica para iniciar a compra de certo volume de energia. Cabe ao consórcio que assumiu o projeto entregar tal capacidade na data, sob sua conta e risco.

Na semana passada, Jirau recebeu autorização da Aneel para ligar a sua primeira turbina de 75 megawatts (MW), de um total de 50 unidades geradoras que entrarão em operação, mas o consórcio não teve nenhuma razão para comemorar. Pelo contrato, a usina deveria acionar um total de 16 turbinas só neste mês. Em termos de geração, esse compromisso significa garantir a oferta de 730 megawatts (MW) médios de energia. Como o consórcio não tem condições de entregar a energia, sua única saída é comprar a diferença no chamado "mercado livre", no qual geradores vendem grandes volumes de energia, a preços bem mais altos que os praticados pelo governo, no "mercado regulado".

Para cobrir o rombo de setembro, o desembolso necessário hoje, levando-se em conta o preço médio do mercado livre, chega a cerca de R$ 130 milhões. Ocorre que esse problema se alastra para os meses seguintes, uma vez que o acionamento gradativo das turbinas de Jirau está, sempre, abaixo da quantidade estabelecida em contrato.

Pelo menos até o fim do ano, apurou o Valor, as turbinas de Jirau não terão capacidade de fornecer o volume total de energia que a hidrelétrica se comprometeu a entregar ao governo. Esse déficit de geração, se somados os meses de setembro a dezembro, chega a 2.774 megawatts, já descontada a geração total que será fornecida pelas dez turbinas que o consórcio ESBR promete acionar até o fim do ano - quando a quantidade de máquinas prometida era de 21 unidades. Se o consórcio tiver de adquirir toda essa energia no mercado livre, conforme determina o roteiro do setor elétrico, terá que desembolsar mais de R$ 400 milhões, isso se considerado um custo médio de R$ 200 por megawatt por hora (MWh). Hoje, o preço de liquidação das diferenças (PLD), que é utilizado para dar valor à energia comercializada no mercado de curto prazo, está na faixa de R$ 250 o megawatt/hora.

O Valor teve acesso exclusivo a um relatório que o consórcio ESBR tem apresentado a membros da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Ministério de Minas e Energia (MME) e da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), na tentativa de convencer o governo de que o déficit na geração não é de sua responsabilidade, mas reflexo de eventos que fugiram ao seu controle e comprometeram o cronograma da obra. No relatório, o ESBR, que é formado pela francesa GDF Suez (40%), Mitsui (20%) e pelas empresas da estatal Eletrobras - Eletrosul (20%) e Chesf (20%) - relatam detalhes das paralisações enfrentadas na construção da usina desde a assinatura de seu contrato, em agosto de 2008.

A expectativa é a Aneel perdoe o atraso por conta das paralisações e conceda uma prorrogação - o que é chamado de "excludente de responsabilidade" - de sete meses no cronograma da obra. Em maio, a agência já deu uma autorização nesse sentido, concedendo um "bônus" de 52 dias, por conta de atrasos causados na entrega de equipamentos importados, os quais ficaram retidos devido a greves da Receita Federal. O cenário atual de entrega, no entanto, já inclui essa prorrogação.

No balanço feito pelo consórcio, as paralisações decorrentes de greves e atos de vandalismo ocorridos em 2011 e 2012 resultaram em 25 meses de paralisação total ou parcial nas obras da margem direita do empreendimento; e mais 18 meses na margem esquerda da obra. O pedido do consórcio, que está em análise pela Aneel, concentra-se, basicamente, nas paralisações causadas no ano passado, e não naquelas ocorridas em 2011.

Em entrevista ao Valor, o presidente do consórcio ESBR, Victor Paranhos, confirmou as informações e disse que, se Jirau for realmente obrigada a comprar 730 megawatts de energia neste mês, sequer encontraria todo esse volume de energia disponível no mercado, em tão curto espaço de tempo. Trata-se do mesmo volume de energia previsto para ser gerado pela usina de São Manoel, hidrelétrica de R$ 2,2 bilhões que o governo pretende erguer no rio Teles Pires, no Mato Grosso. A geração de setembro teria de ser comprada até, no máximo, 7 de outubro.

"O paciente está na UTI. Se ninguém fizer nada, ele realmente corre o risco de morrer", disse Paranhos. "Quando se leiloou essa usina, ninguém conseguia visualizar o tamanho de seu desafio. Na realidade, o desafio era muito maior do que aquilo que se achava que era", comentou o presidente do consórcio ESBR.

Joga a favor de Jirau o fato de que o "Linhão do Madeira", a rede de transmissão que vai ligar as usinas de Porto Velho até Araraquara (SP), ainda não está em operação efetiva, o que só deve acontecer entre o fim de outubro e início de novembro. "Isso atenua nossa situação. Nós nem teríamos como despachar toda essa energia, por isso acreditamos numa decisão favorável da Aneel", disse Paranhos.

Uma vez que o linhão entre em operação, porém, o déficit das turbinas continuará, ou seja, o problema de Jirau permanece. Hoje a usina está com 93% de suas obras concluídas. Desde seu início efetivo, em junho de 2009, a usina sempre foi cercada de polêmicas envolvendo seus trabalhadores. Entre brigas de sindicatos trabalhistas, acusações de maus tratos a funcionários, tráfico de drogas em seus canteiros e contratação de bandidos, o empreendimento foi alvo de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público.

"Contamos com o bom senso de todos. A avaliação de responsabilidades é realmente subjetiva, mas não pode ser imputada ao empreendedor uma penalidade que ele não causou", disse o executivo. O Valor procurou a Aneel e o Ministério de Minas e Energia para tratar do assunto. Não houve retorno aos pedidos de entrevista.

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Set 10, 2013 15:44
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Re: Tractebel - TBLE3
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Alguém tem ideia da razão para as variações da Tractebel nos últimos dias?

Set 11, 2013 16:17
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Re: Tractebel - TBLE3
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A nova era das elétricas


Há exatamente um ano, o governo federal anunciava novas regras para empresas do setor elétrico e mudava a visão de analistas e gestores sobre os investimentos. Até então considerado uma espécie de porto seguro, devido à maior previsibilidade de receitas e à perspectiva com relação à distribuição de dividendos, o segmento era a opção procurada por aqueles que buscavam um refúgio na renda variável.

Mas o conforto perdeu espaço em 11 de setembro de 2012, quando foi anunciado o mais agressivo pacote de medidas para a redução do preço da energia elétrica já feito no país, via publicação da Medida Provisória (MP) 579. Com críticas não só às medidas, mas também à forma de comunicação do governo com o mercado, o nervosismo tomou conta das mesas de operação e as ações das companhias elétricas despencaram na bolsa. E mesmo um ano depois, as empresas ainda estão distantes de recuperar as perdas sofridas e os analistas relutam em superar a insegurança que tomou conta do setor.

Juntas, as 13 principais companhias elétricas brasileiras têm hoje valor de mercado de R$ 117,5 bilhões, 20% abaixo do total do fim de agosto de 2012, quando a expectativa do mercado com relação ao setor começou a sofrer ruptura. As companhias estatais são as mais afetadas, com destaque para Eletrobras (-51%) e Cesp (-31%).

Com valor de mercado 34% menor, a Cemig inclusive deixou de ser a companhia do setor elétrico mais valiosa na bolsa para ocupar hoje a terceira posição. A Tractebel, por sua vez, passou do segundo para o primeiro lugar, valendo hoje mais de R$ 24 bilhões em bolsa.

O Índice de Energia Elétrica (IEE), que mede o desempenho das companhias do setor, fechou aos 27.329 pontos na segunda-feira (09), 17% abaixo do fechamento de um ano atrás.

Com exceção de Coelce, Equatorial e Tractebel, as ações das principais empresas seguem com preços menores que há 12 meses.

"O governo tirou valor das empresas e realmente mudou o ambiente regulatório, trouxe muitas incertezas. Passado um ano da medida provisória, ainda há muitas pendências não resolvidas. As empresas têm um recebível do governo e ainda não se sabe qual o montante", diz Lilyanna Yang, analista do UBS, que ressalta que o retorno requerido para se investir hoje no setor elétrico é maior.

O investidor, afirma Lilyanna, quer ter visibilidade de lucros e dividendos, mas hoje encontra um quadro com fluxos de caixa mais voláteis e imprevisíveis.

Na visão da analista do UBS, praticamente todas as empresas foram afetadas, mesmo que indiretamente, pelas medidas. Os bons fundamentos da Cteep, por exemplo, considerada por Lilyana uma companhia eficiente, com visão de longo prazo e comprometida a investir no Brasil, não a protegeram. As ações da companhia têm baixa de 25% em cerca de 12 meses.

Mas empresas com contratos de concessão de longo prazo, grande parte de controle privado, sofreram menos, diz a analista, citando o caso da Tractebel, cujas ações já subiram aproximadamente 18% desde o fim de agosto de 2012.

Para o analista da consultoria Lopes Filho Alexandre Montes, as empresas elétricas já estavam sofrendo antes mesmo das medidas do governo. Ele assinala que o terceiro ciclo de revisão tarifária já havia derrubado a rentabilidade do setor de distribuição elétrica, assim como a seca no país e a própria adaptação ao padrão de contabilidade internacional (IFRS).

"Um verdadeiro furacão passou pelo setor nos últimos 18 meses", diz. "Antes, toda vez que havia uma crise, o mercado corria para o setor elétrico. Hoje isso não acontece mais, ele deixou de ser um porto seguro. A rentabilidade é muito menor que um ano e meio atrás e isso veio pra ficar."

Ainda que não soubesse "o estrago que viria", a Franklin Templeton zerou as posições em energia pouco antes do anúncio do pacote, segundo o diretor de renda variável, Frederico Sampaio. A gestora já voltou a comprar ações do setor, mas a partir de uma seleção criteriosa. "A grande vantagem que existia no setor elétrico era a previsibilidade. Hoje não sabemos um monte de coisas e ainda há vários penduricalhos", afirma. Segundo ele, o pacote colaborou inclusive para construir o atual ceticismo do estrangeiro em relação ao Brasil.

Passado o anúncio do pacote, alguns gestores consideraram que o segmento de distribuição de energia estaria mais protegido da perda de receita, enquanto o de geração seria o mais afetado. Os desdobramentos da medida, entretanto, assim como fatores adicionados ao longo dos últimos 12 meses, tornaram difícil encontrar nomes ilesos.

"O pacote mudou a dinâmica do setor e mudou pra todos", afirma Sampaio, em referência a geradoras, transmissoras e distribuidoras. Além da medida provisória, ele cita a resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) para que as geradoras arquem com parte do custo do acionamento de termelétricas. No caso das transmissoras, que segundo Sampaio se comportavam "como reloginhos", surgiram dúvidas a respeito do valor de indenizações futuras e da necessidade de pagar Imposto de Renda e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) em cima desses valores.

"Houve também o efeito das manifestações, que abriram espaço para decisões políticas em vez de econômicas em relação a tarifas", diz o diretor de renda variável da Franklin Templeton. É emblemático o caso da paranense Copel, que, atendendo a uma solicitação do governo do Paraná, pediu à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para que sua tarifa fosse reajustada em 8,8%, muito menos que os 13,4% já autorizados pela autarquia. "O mercado ficou receoso sobre o ambiente em que se darão as revisões tarifárias", diz.

Apesar da cautela, algumas casas já enxergam atratividade dos papéis do setor devido aos atuais preços. As ações da Cemig, por exemplo, entraram na Carteira Valor deste mês, composta pelos dez papéis mais indicados por corretoras.

Flavio Sznajder, sócio-fundador da Bogari Capital, considera que houve um exagero nas quedas dos preços, abrindo oportunidades para compras. A gestora aproveitou para adicionar Cemig e Equatorial ao seu fundo.

No primeiro caso, não houve um entendimento de que a previsibilidade está garantida. Pelo contrário. Permanece a incerteza sobre o prorrogamento de concessões. Um ponto a favor foi a liminar obtida em junho pela Cemig que garantiu manter a concessão da usina de Jaguara. "Mas a dúvida persiste. Como precificar se Cemig vai ou não vai ter direito ao fluxo de caixa das operações?", exemplifica.

Para um analista, a Cemig foi a empresa que mais perdeu com o processo de renovação das concessões. Antes da MP 579, as ações da estatal mineira eram benquistas por investidores que não se julgavam conhecedores do setor elétrico, mas viam no papel um investimento seguro. Depois da MP, isso se perdeu, diz. Agora, as ações das elétricas passaram a ser consideradas um mercado arriscado, em que é preciso ser especialista para se sair bem.

A Equatorial, cujas ações não chegaram a cair nos últimos 12 meses e têm hoje valor 33% maior que o do fim de agosto, foi uma das poucas que se manteve bem avaliada dentre os gestores. A empresa, junto com Taesa, já estava no fundo de dividendos da gestora STK Capital antes do anúncio do pacote. A gestora permaneceu com os dois papéis em carteira, mas por considerá-los casos específicos com perspectiva de crescimento e geração de dividendos.

"Com certeza, o apetite do investidor nesse setor diminuiu", ressalta Antenor Fernandes, sócio-gestor da STK Capital. Para ele, o pacote levou a uma reflexão maior sobre a inclusão no portfólio de setores regulados de forma geral, mas principalmente dos que têm maior impacto sobre a inflação e, portanto, mais sujeitos à interferência do governo.

O setor elétrico, pela previsibilidade e pela geração de proventos, sempre foi presença certa nos fundos de dividendos. Havia quem falasse dessas carteiras como uma espécie de renda fixa, uma opção segura para a aposentadoria e que protegia o portfólio especialmente em momentos de crise.

Para se ter uma ideia, no primeiro semestre de 2012, os fundos de dividendos eram os mais rentáveis da indústria, com ganho de 13,7%. Anunciado o pacote, fecharam o ano na quinta posição. Em 2013, até agosto, perdem 6,6%, bem menos do que a queda de 18% do Ibovespa no período, muito por uma adaptação dos portfólios. Os gestores passaram a diversificar mais e energia perdeu espaço nas carteiras, dando lugar, por exemplo, a empresas do setor financeiro.

Ao analisar as empresas de utilidades brasileiras, o BTG Pactual disse ontem, em relatório, que o setor segue pouco atraente na comparação com títulos públicos e assinalou que os investidores estão pagando um prêmio para escolher bons nomes. Na visão do banco, retornos para casos mais previsíveis, como Tractebel, AES Tietê e Taesa, estão muito perto e, às vezes até abaixo, dos de títulos com vencimento em dez anos. "A qualidade nunca foi tão importante como hoje", afirmam Antonio Junqueira e João Pimentel, que assinam o relatório.

Ao tratar do primeiro aniversário das medidas do governo para o segmento elétrico, o BTG destacou que, após um ano de altos e baixos, em que alguns mitos sobre o universo das empresas de utilidades foram desmascarados, poderia se pensar que o setor se tornou barato. Num olhar que parte de uma análise macro para a seleção de ativos, entretanto, o segmento está ainda mais caro que um ano atrás. "A seleção de ações nesse momento é um desafio interessante, uma vez que a dispersão no setor aumentou de forma acentuada", diz.

Dentre as opções que se situam entre empresas geradoras de fluxos de caixa estáveis e casos com potencial de valorização razoável, o BTG aponta os investimentos nas ações da Equatorial, Alupar, Cemig e Energias do Brasil. (Colaborou Claudia Facchini)


http://www.valor.com.br/financas/326570 ... z2ebqHWvh2

Set 23, 2013 15:42
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A quem interessar possa: dividendos da Tractebel foram pagos hoje.

Out 18, 2013 11:51
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ACAO PARA O FUTURO DE NOSSO FILHO
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Out 22, 2013 13:11
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Re: Tractebel - TBLE3
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Arrebentou a rédea? rsrsrsrsrs

Out 22, 2013 13:40
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Re: Tractebel - TBLE3
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Aneel suspende temporariamente punições à usina Jirau por atraso


BRASÍLIA - A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) suspendeu cautelarmente a cobrança de penalidades pelo atraso da entrada em operação da usina de Jirau, em Rondônia, até que seja julgado o pedido da operadora da hidrelétrica de postergar em 187 dias o início da venda de energia por parte da usina.

A suspensão vale apenas para esse período e não para atrasos superiores. Como a Aneel não julgou o mérito da questão, ou seja, a postergação do início da venda de energia, a suspensão levou em conta o prazo máximo pedido pela operadora da usina de Jirau, a Energia Sustentável do Brasil.

No cronograma original, a entrada em operação da usina estava prevista para 1° de janeiro deste ano, mas a Aneel já concedeu mais 52 dias para esse início devido à retenção de equipamentos pela Receita Federal.

O novo pedido de postergação argumenta que o atraso de cerca de seis meses aconteceu por causa de greves no canteiro e atos de vandalismo decorrentes da paralisação, ocorrida em 2012. Assim, a empresa responsável pela hidrelétrica afirma que o atraso não é de sua responsabilidade e não pode ser previsto.

A Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee) e a Elektro, distribuidora de energia que atua em São Paulo e Mato Grosso, argumentaram contra a decisão durante o julgamento, dizendo que com a postergação o prejuízo passaria para as distribuidoras de energia e, posteriormente, aos consumidores.

Isso porque a fornecedora de energia, caso não consiga respeitar o cronograma para o início do funcionamento, deve comprar energia no mercado para compensar a que não pode fornecer. Com a postergação, esse ônus passaria para as distribuidoras.

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Out 25, 2013 18:10
ADP Forista VIP
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Re: Tractebel - TBLE3
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Out 28, 2013 11:09
AndBroker Forista Assíduo
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Re: Tractebel - TBLE3
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Usinas da Tractebel produzem 12% mais


As hidrelétricas da Tractebel, maior geradora do setor elétrico de capital privado, produziram 10.637 GWh (4.818 MW médios) no terceiro trimestre, o que representou um volume 12% maior que total produzido em igual período do ano passado. Apesar desse crescimento, as usinas térmicas da companhia também continuaram ligadas, por determinação do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), e geraram 1.565 GWh (709 MW médios), volume 3,2% superior ao produzido entre julho e setembro de 2012.

Segundo comunicado divulgado pela Tractebel, a "pluviosidade [nível de chuvas] foi bem superior à registrada em igual período do ano passado na região Sul [onde está grande parte das usinas operadas pela empresa]". Duas usinas da companhia atingiram níveis recordes de produção, a hidrelétrica Salto Santiago e a termelétrica Ibitiúva.

No terceiro trimestre, a Tractebel registrou um lucro líquido de R$ 401,5 milhões, o que representou um crescimento de 2,9% se comparado ao mesmo período de 2012. Nos nove primeiros meses do ano, a empresa acumula um ganho de R$ 1,150 bilhão, 8,6% superior ao obtido entre janeiro e setembro de 2012.

A geração de caixa da companhia medida pelo Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) caiu 5,1% no terceiro trimestre, para R$ 806,9 milhões. As despesas com a aquisição de energia elétrica para revenda aumentaram, o que afetou o resultado. A receita líquida da companhia avançou 9,2%, alcançando R$ 1,4 bilhão no terceiro trimestre.

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Out 28, 2013 13:27
ADP Forista VIP
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Re: Tractebel - TBLE3
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TRACTEBEL (TBLE-NM)
DRI: Eduardo Antonio Gori Sattamini

Pagamento de juros sobre o capital proprio

Enviou o seguinte aviso aos acionistas:

Comunicamos aos Senhores Acionistas e ao mercado em geral que o Conselho de
Administracao da Tractebel Energia S.A., em reuniao realizada em 25 de outubro
de 2013, usando a competencia que lhe confere o inciso XV do art. 19 do Estatuto
Social da Companhia, aprovou o credito de juros sobre o capital proprio
referentes ao periodo de 1o de janeiro a 31 de dezembro de 2013, com fundamento
no art. 204 da Lei n0 6.404/76, nos seguintes valores e condicoes: a) Valor - O
valor bruto dos juros sobre o capital proprio
sera de R$ 244.800.000,00
(duzentos e quarenta e quatro milhoes e oitocentos mil reais), correspondentes a
R$ 0,3750332107 por acao; b) Data do credito - O credito dos juros sobre o
capital proprio, nos registros contabeis da Companhia, ocorrera na data de 31 de
dezembro de 2013
, com base na posicao acionaria do dia 25 de novembro de 2013;
c) Negociacao das acoes - As acoes da Companhia serao negociadas ex-juros sobre
o capital proprio a partir de 26 de novembro de 2013
; d) Imposto de renda retido
na fonte - Os valores dos juros sobre capital proprio estarao sujeitos ao
imposto de renda na fonte, a aliquota de 15%, exceto para os acionistas
comprovadamente imunes ou isentos. Em relacao aos Acionistas residentes ou
domiciliados em pais que nao tribute a renda ou que a tribute a aliquota maxima
inferior a 20%, a que se refere o art. 24 da Lei n. 9.430, de 27 de dezembro de
1996, a aliquota do imposto de renda na fonte sera de 25%; e) Comprovacao de
imunidade ou isencao - Os Acionistas imunes ou isentos de imposto de renda
deverao, nos termos da legislacao fiscal em vigor, apresentar prova de imunidade
ou isencao ate 6 de dezembro de 2013, na sede da Companhia, na Rua Paschoal
Apostolo Pitsica, 5064 Agronomica, Florianopolis SC, CEP 88025-255, A/C do
Departamento de Governanca Tributaria GTR; f) Imputacao dos juros aos
dividendos - Os juros sobre o capital proprio, liquidos do imposto de renda na
fonte, serao imputados aos dividendos obrigatorios de que trata o artigo 202 da
Lei n. 6.404/76; g) Pagamentos dos juros sobre o capital proprio - Os juros
sobre o capital proprio serao pagos com base nos dados cadastrais existentes no
Itau Unibanco Banco Multiplo S.A., em data a ser posteriormente definida pela
Diretoria Executiva e comunicada atraves de Aviso aos Acionistas. Florianopolis,
25 de outubro de 2013.

Norma: a partir 26/11/2013 acoes escriturais ex-juros.

http://www.bmfbovespa.com.br/Agencia/co ... %20proprio

Nov 04, 2013 15:21
Kakarotto Forista VIP
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Re: Tractebel - TBLE3
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Subindo bem hoje...

Dez 08, 2013 15:39
Kakarotto Forista VIP
Mensagens: 3525
Re: Tractebel - TBLE3
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Usinas eólicas de Trairí e Guajiru entram em operação comercial
"Comunicado ao Mercado - Trairí e Guajiru - entrada em operação comercial

TRACTEBEL ENERGIA S.A., companhia aberta, com sede na Cidade de Florianópolis, Estado de Santa Catarina, na Rua Paschoal Apóstolo Pítsica, 5064, CNPJ n.º 02.474.103/0001-19 ("Tractebel"), vem, em atendimento às disposições da Instrução CVM n.º 358/2002, comunicar a seus acionistas e ao mercado em geral que a Central Eólica Trairí S.A. ("Trairí") e a Central Eólica Guajiru S.A. ("Guajiru") receberam autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para iniciar suas operações comerciais a partir do dia 22 de novembro de 2013.

Os parques eólicos implementados por Trairí e Guajiru, com capacidade instalada de 25,4 MW e 30,0 MW, respectivamente, estão localizados no Município de Trairi (CE).

Em novembro de 2012, Trairí e Guajiru foram registradas pelas Nações Unidas no âmbito do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Os registros reconhecem a contribuição dos investimentos da Companhia para o desenvolvimento limpo e sustentável, habilitando-a à geração de créditos de carbono durante a sua vida útil.

Adicionalmente, informamos que as sociedades Trairí e Guajiru são controladas pela Energias Eólicas do Nordeste S.A., holding controlada pela Tractebel Energias Complementares Participações Ltda., que por sua vez é uma controlada da Tractebel."





Florianópolis, 26 de novembro de 2013.


Eduardo Antonio Gori Sattamini Manoel Arlindo Zaroni Torres
Diretor Financeiro e de Diretor-Presidente
Relações com Investidores

Dez 13, 2013 12:29
rcf Forista Assíduo
Mensagens: 451
Re: Tractebel - TBLE3
rcf
Registrado em:
Abr 06, 2013 19:47
 
 
WEG e Tractebel assinam contrato para aerogerador no valor de R$ 160 milhões

13.11.2013 09:12 - Agência Estado
São Paulo, 13/11/2013 - A WEG assinou com a Tractebel Energia contrato para a construção de um aerogerador com potência nominal de 3,3 MW, projeto localizado ao lado do Complexo Termelétrico Jorge Lacerda, no Sul de Santa Catarina.

Segundo a empresa, a tecnologia é 100% nacional e o investimento é de R$ 160 milhões, dos quais R$ 72 milhões da Tractebel e R$ 88 milhões como contrapartida de investimentos da WEG. O projeto deve estar pronto em quatro anos, informa a companhia. (Equipe)

Jan 02, 2014 9:55
Kakarotto Forista VIP
Mensagens: 3525
Re: Tractebel - TBLE3
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Registrado em:
Set 17, 2010 1:40
 
 
Tinha uns dividendos a serem pagos no dia 31/12 mas com esse feriado aí, não entrou nada, e hoje ainda não? Alguém sabe a respeito?

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