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Nov 24, 2009 23:09
Je me Souviens Forista Assíduo
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Energias do Brasil - ENBR3
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Amigos,


Como não achei um tópico para ENBR3, abri este aqui. Hj entrei nela a 28,85, já que tocou no suporte da LTA e segurou.

Para quem não acompanhou, houve uma oferta secundária de ações, as quais foram precificadas em 28,50 ( que adotarei como suporte ).

Segue abaixo notícia veiculada sobre o setor.

Abs


UBS inicia cobertura do setor elétrico com Copel, CPFL e Energias BR de top picks

Por: Equipe InfoMoney
20/11/09 - 17h05
InfoMoney

SÃO PAULO - O banco UBS declarou que iniciou a cobertura de 16 companhias brasileiras do setor de energia elétrica. Em relatório, a instituição afirmou que "começa com visão favorável" para o setor, pois as empresas tiveram performance, na média, de 22 pontos percentuais abaixo do índice Bovespa e ainda têm potencial de valorização.

O banco ainda afirmou que o setor tem espaço para crescimento, já que apresenta baixa alavancagem, com razão de 1,6 vezes entre a dívida líquida e o Ebitda (geração operacional de caixa). O UBS estima dividend yield médio entre 6,7% e 7,5% (com quatro ações oferecendo yields de dois dígitos).

Na avaliação do banco, as empresas de energia elétrica devem ainda ser beneficiadas com a previsão de investimentos em infraestrutura para acomodar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, já que há receio, por parte do governo, sobre a possibilidade de haver apagões e até racionamento, segundo previsão do UBS.

Com regulação estável e receita previsível, o UBS acredita que crescimento e investimentos serão o assunto chave durante os anos de 2010 e 2011.

Top Picks
Como top picks, o banco selecionou as ações da Copel, porque "provavelmente serão beneficiadas pelas eleições de 2010"; da CPFL Energia, porque é a empresa com o melhor caso de relação entre dividendos e crescimento defensivo; e Energias do Brasil, porque "é a small cap mais subestimada de nossa cobertura com potencial catalisador no curto prazo".

Nov 25, 2009 15:00
Je me Souviens Forista Assíduo
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Como lucro bom é no bolso, saí hj nos 31,35 ( dava prá ter saído melhor )

8,6% em um dia........ Pena que não é sempre que damos uma dentro.


Abs

Nov 25, 2009 17:53
Mr. Dylan Klebold - Tessa Forista Assíduo
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lucro bom é lucro no bolso

Nov 25, 2009 20:45
In the dark Forista Assíduo
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Je me Souviens escreveu:Como lucro bom é no bolso, saí hj nos 31,35 ( dava prá ter saído melhor )

8,6% em um dia........ Pena que não é sempre que damos uma dentro.


Abs



grande trade nesses tempos de mercado lateralizado...
parabens...

Jan 23, 2011 15:39
Tyler Durden Forista Assíduo
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Out 06, 2007 13:27
 
 
último post aqui em nov/2009, e ultimamente o ativo valorizou-se bem, parecendo ter acordado.

alguém comenta ENBR3? vale mantê-lo em carteira?

Imagem

Fev 01, 2011 16:38
Petri2 Forista Assíduo
Mensagens: 319
Petri2
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Jun 09, 2009 1:17
 
 
Acompanho esse papel desde 2009 e parece ser uma boa aposta para 18meses. Os motivos são comentados por diversos analistas do setor: reorganização dos players e possível alvo de aquisição.

No passado, a empresa trocou sua participação em uma distribuidora no Mato Grosso do Sul por uma fatia maior em uma hidreletrica de grande porte. O resultado pode ser sentido na maior geração operacional de caixa e lucro líquido da Energias do Brasil. Tudo indica que poderão vender suas outras duas distribuidoras para investir em novas usinas ou fazer swap de ativos com Cemig (comentado na Folha de S.Paulo).

Vale arriscar uns trocados no medio prazo.

Fev 07, 2011 18:06
Mark Smith Estreante
Mensagens: 7
Mark Smith
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Out 16, 2008 11:42
 
 
como eng eletrotecnico, não podia de estrear na bolsa com uma empresa do setor! como saber quando são pago dividendos?

abs

Nov 13, 2011 2:56
frenzalrhomb Forista Assíduo
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Mai 25, 2011 19:26
 
 
Fraj,

sabe me dizer pq este papel está no meio dos micos?

Fraj;la escreveu:
Mark Smith escreveu:como eng eletrotecnico, não podia de estrear na bolsa com uma empresa do setor! como saber quando são pago dividendos?

abs
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Fev 11, 2012 5:22
Petri2 Forista Assíduo
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Petri2
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Fraj;la escreveu:Mudança na diretoria da Energias do Brasil agrada ao Deutsche Bank
10 de janeiro de 2012 • 15h55 Por: Renato Rostás


SÃO PAULO - A EDP divulgou na manhã desta terça-feira (10) uma mudança em sua diretoria. Ana Maria Fernandesis, responsável pela divisão de renováveis, vai presidir a Energias do Brasil (ENBR3), filial nacional da elétrica portuguesa. Ana Maria vem para substituir Antônio Pita de Abreu, que atualmente é CEO (Chief Executive Officer) da companhia.

O Deutsche Bank considera a notícia positiva para a empresa. O banco alemão aproveitou o anúncio para reiterar sua recomendação de compra para as ações da brasileira, mantendo o preço-alvo em R$ 45. Considerando a cotação registrada em 9 de janeiro, o potencial teórico de valorização seria de 7,58%.

Importância da unidade brasileira
Segundo Sandra Boente e Silvia Baracaldo, analistas do Deutsche, a mudança será benéfica porque mostra o comprometimento da controladora com a unidade do Brasil, mesmo em um momento em que 21% do capital social foi privatizado. No fim do ano passado, a Three Gorges, da China, comprou a participação na estatal portuguesa.

Além disso, o relatório do Deutsche Bank destaca a importância da companhia dentro do grupo EDP, ganhando mais visibilidade com a troca. E com a antecipação do foco nos investimentos em geração de energia, aplicar nos papéis se torna ainda mais interessante, afirmam os especialistas. Isso porque esse segmento, especialmente de renováveis - no qual Ana Maria tem experiência - é mais rentável.

Por fim, a instituição comenta os múltiplos dos ativos ENBR3, que, segundo ela, estão abaixo tanto do setor elétrico como da BM&F Bovespa como um todo. A estimativa para 2012 é de um EV/Ebitda, ou proporção entre valor de mercado e geração operacional de caixa, de 4,6x, e de PE, ou preço da ação sobre o lucro, em 8,5x.
http://www.infomoney.com.br/energiasbr/ ... tsche+bank


Tenho visto recomendacao de compra e precos-alvos entre 45-50. Na minha opiniao vale a pena liquidar a posicao agora e aguardar a divulgacao dos resultados. Pela exposicao em ativos de distribuicao, ENBR3 vai ter impacto negativo com consequencias da revisao tarifaria de 2011. Depois e' entrar de novo.

Fev 11, 2012 5:24
Petri2 Forista Assíduo
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Fraj;la escreveu:Mudança na diretoria da Energias do Brasil agrada ao Deutsche Bank
10 de janeiro de 2012 • 15h55 Por: Renato Rostás


SÃO PAULO - A EDP divulgou na manhã desta terça-feira (10) uma mudança em sua diretoria. Ana Maria Fernandesis, responsável pela divisão de renováveis, vai presidir a Energias do Brasil (ENBR3), filial nacional da elétrica portuguesa. Ana Maria vem para substituir Antônio Pita de Abreu, que atualmente é CEO (Chief Executive Officer) da companhia.

O Deutsche Bank considera a notícia positiva para a empresa. O banco alemão aproveitou o anúncio para reiterar sua recomendação de compra para as ações da brasileira, mantendo o preço-alvo em R$ 45. Considerando a cotação registrada em 9 de janeiro, o potencial teórico de valorização seria de 7,58%.

Importância da unidade brasileira
Segundo Sandra Boente e Silvia Baracaldo, analistas do Deutsche, a mudança será benéfica porque mostra o comprometimento da controladora com a unidade do Brasil, mesmo em um momento em que 21% do capital social foi privatizado. No fim do ano passado, a Three Gorges, da China, comprou a participação na estatal portuguesa.

Além disso, o relatório do Deutsche Bank destaca a importância da companhia dentro do grupo EDP, ganhando mais visibilidade com a troca. E com a antecipação do foco nos investimentos em geração de energia, aplicar nos papéis se torna ainda mais interessante, afirmam os especialistas. Isso porque esse segmento, especialmente de renováveis - no qual Ana Maria tem experiência - é mais rentável.

Por fim, a instituição comenta os múltiplos dos ativos ENBR3, que, segundo ela, estão abaixo tanto do setor elétrico como da BM&F Bovespa como um todo. A estimativa para 2012 é de um EV/Ebitda, ou proporção entre valor de mercado e geração operacional de caixa, de 4,6x, e de PE, ou preço da ação sobre o lucro, em 8,5x.
http://www.infomoney.com.br/energiasbr/ ... tsche+bank


Tenho visto recomendacao de compra e precos-alvos entre 45-50. Na minha opiniao vale a pena liquidar a posicao agora e aguardar a divulgacao dos resultados. Pela exposicao em ativos de distribuicao, ENBR3 vai ter impacto negativo com consequencias da revisao tarifaria de 2011. Depois e' entrar de novo.

Abr 08, 2012 13:48
Turzito Estreante
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Noticia do Valor Eonomico de Mar/2012. Isso é bom ou ruim para quem está comprado na ação ?

EDP vai propor desdobramento das ações
Por Ana Luísa Westphalen | São Paulo
SÃO PAULO – O conselho de administração da EDP Energias do Brasil vai propor aos acionistas da companhia o desdobramento das ações ordinárias da empresa na proporção de uma para três. Desta forma, cada papel ordinário passará a ser representado por três papéis de mesma classe. A proposta será avaliada pelos acionistas em assembleia geral extraordinária a ser realizada em 10 de abril.

O desdobramento é uma forma de reduzir o valor de mercado dos lotes de ações para atrair mais investidores e estimular as negociações dos papéis.

A companhia destaca que as ações emitidas em razão do desdobramento farão jus aos mesmo direitos das demais ações de emissão da companhia.

(Ana Luísa Westphalen | Valor)

Abr 08, 2012 13:54
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Abr 09, 2012 22:37
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EDP Renováveis celebra entrada em operação do Parque Eólico de Cidreira I

5 de abril de 2012 - A EDP Renováveis Brasil, empresa EDP Renováveis (55%) e EDP Energias do Brasil S.A (45%), celebra nesta quinta-feira, 05, a entrada em operação do Parque Eólico de Cidreira I (Tramandaí), localizado no município de Tramandaí, litoral do Rio Grande do Sul. O Parque Eólico tem capacidade instalada de 70 megawatts e produção estimada de 211.437 MWh anuais, energia suficiente para abastecer uma cidade de mais de 200 mil habitantes, cerca de cinco vezes a cidade de Tramandaí.

Com a entrada em operação de Tramandaí, a EDP Renováveis Brasil assume um portfólio de 84 MW de potência instalada de geração de fontes eólicas. Além disso, o Parque de Tramandaí fez o Brasil ultrapassar a barreira dos 1.000 MW de capacidade a partir da força dos ventos, superior à potência de uma turbina da Usina de Itaipu.

Para a construção do empreendimento, a EDP Renováveis Brasil atendeu às exigências ambientais, incluindo proteção e controle de rotas de aves migratórias e preservação de espécies da fauna e da flora nativas. Instalado na zona Sul da cidade de Tramandaí em uma área de dunas, ainda durante a construção o Parque gerou 600 empregos diretos, quando foram construídas as vias de acesso, fundações, torres, subestação e linha de transmissão.

O Parque é composto por 31 aerogeradores (de 1.9 a 2.3 MW) com torres de 98 metros e pás de 40 metros, que somam uma altura total de 138 metros, equivalente à altura de um prédio de 50 andares. Para se ter uma ideia de grandeza, um aerogerador de 2,3 MW produz de 5 a 7 milhões kWh de energia limpa por ano o que corresponde ao consumo de cerca de 2.000 residências ou 8.000 pessoas.

Com este novo parque, a EDP Renováveis Brasil reforça sua aposta em energia eólica no País, considerada estratégica e definitiva para o Grupo EDP, bem como está alinhada com a necessidade da matriz energética brasileira de contar com energia limpa complementar à hídrica, pois os ventos são mais fortes nos períodos mais secos. O Brasil possui ventos com alto potencial de velocidade e direção bem definidos, além da densidade do ar mais baixa, o que o torna um dos melhores países do mundo para desenvolver a energia originada dos ventos.

Leia Mais: http://ultimoinstante.com.br/setores-da ... z1raqckBtm

Abr 09, 2012 22:38
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EDP – Energias do Brasil comunica aprovação da Aneel na Alteração do Cronograma de Implantação da Usina Termelétrica Energia Pecém
wired by noodls on 09/04/2012 20:32
Usina Termelétrica Porto do Pecém | São Gonçalo do Amarante - CE | Agosto de 2011
EDP - Energias do Brasil comunica aprovação da ANEEL para Alteração do Cronograma de
Implantação da Usina Termelétrica Energia Pecém
São Paulo, 09 de abril de 2012 - A EDP - Energias do Brasil S.A. ("BM&FBOVESPA: ENBR3") comunica que a Agência Nacional de Energia Elétrica ("ANEEL") aprovou a alteração do cronograma de implantação da usina termelétrica Energia Pecém ("Energia Pecém" ou "empreendimento"), bem como da data de início de suprimento prevista nos Contratos de Comercialização de Energia no Ambiente Regulado (CCEAR).
Em Reunião Pública Ordinária da Diretoria, realizada em 27 de março de 2012, a ANEEL aprovou, por unanimidade, a postergação para até 23 de julho de 2012 da entrada em operação comercial das duas unidades geradoras da Usina Termelétrica Pecém I.
A Energia Pecém, uma parceria 50%/50% entre a EDP - Energias do Brasil S.A e a MPX Energia S.A, informa que está em fase final de construção e já iniciou o comissionamento para operação. A Companhia passará a receber a receita fixa garantida no leilão de energia nova A-5 de 2007 a partir do início da operação comercial da primeira turbina, proporcionalmente à sua
capacidade.
Equipe de Relações com Investidores
Maytê S. D. Albuque rque Leandro Salles Santos Marilia Barbosa Nogueira Kássia Orsi Amendola
Felipe Rhavy de Campos Antunes
+55 (11) 2185-5907
ri@edpbr.com.br www.edpbr.com.br/ri
EDP Energias do Brasil | Comunicado ao Mercado 1/1

Abr 19, 2012 21:26
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Energias do Brasil aumenta em 1,1% a venda de energia no consolidado do 1º tri

SÃO PAULO - A Energias do Brasil enviou o seguinte comunicado ao mercado:

Sao Paulo, 17 de Abril de 2012 - A EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. (BM&FBOVESPA:
ENBR3) divulga as informacoes referentes ao mercado de energia eletrica do
primeiro trimestre de 2012 (1T12) nos segmentos de atuacao da Companhia e de
suas controladas.

Distribuicao

Mercado Cativo

Energia vendida a clientes finais: o aumento de 1,1% no resultado consolidado do
1T12 em comparacao ao 1T11 reflete, principalmente, o incremento no consumo da
classe comercial.

Residencial e Comercial: estas classes apresentaram aumentos consolidados de
2,0% e 5,4%, respectivamente, no 1T12 em comparacao ao 1T11, influenciadas pela
continuacao do aumento da renda (rendimento medio domiciliar per capita nacional
cresceu 4,3% no acumulado no ano ate fev. 2012 frente ao mesmo periodo de 2011)
e a queda no desemprego (a taxa media de desemprego, acumulada em doze meses ate
fev. 2012 esta em 5,9%). A expansao da base de clientes, principalmente no que
se refere a classe comercial, foi outro fator que contribuiu para o resultado.

EDP Bandeirante: Os consumos das classes residencial e comercial tiveram aumento
de 3,5% e 4,8%,
respectivamente, no 1T12 em relacao ao 1T11. Estes resultados estao
influenciados pela expansao do numero de consumidores, aumento da renda e queda
do desemprego.
O consumo residencial por cliente apresentou incremento de 0,6% no 1T12,
indicando estabilidade no consumo da classe.

EDP Escelsa: no 1T12 o consumo da classe residencial retraiu 0,3%, enquanto na
classe comercial avancou 6,3% em relacao ao 1T11. As variacoes opostas devem-se
a reclassificacao das areas comuns e administrativas de condominios residenciais
para a classe comercial por resolucao da ANEEL. Desconsiderando-se o efeito das
reclassificacoes, as variacoes no 1T12 seriam: +2,2% na classe residencial e
+2,3% na classe comercial. Adicionalmente, o 1T12 foi impactado por condicoes
climaticas desfavoraveis verificadas principalmente nos dois primeiros meses do
ano (media das temperaturas maximas diarias: -1,3 C e volume de precipitacao:
+52,7 mm), parcialmente compensadas pelo maior numero de dias medios de
faturamento (+0,9 dia, em relacao ao 1T11) e pelos bons resultados dos
indicadores de renda e desemprego.
Na classe comercial ocorreram migracoes para o mercado livre de seis clientes no
4T11 e dez clientes no 1T12, que impactaram o resultado. Desconsiderando-se os
efeitos destas migracoes, a taxa de crescimento da classe no trimestre teria
sido de 7,8%.

EDP Escelsa: o 1T12, frente ao 1T11, apresentou retracao de 4,1%, impactado
pelas paradas para manutencao e retomada de autoproducao de grandes clientes.
Nao fossem estes eventos o consumo livre da EDP Escelsa teria tido um avanco de
1,8%. Adicionalmente, as migracoes de consumidores cativos para o mercado livre
(10 em 2012 e 10 em 2011) contribuiram positivamente para o resultado.
Desconsiderando o consumo dos clientes que migraram do mercado cativo para o
livre o consumo da classe apresentaria reducao de 5,4%.
Nas distribuidoras do Grupo EDP verificou-se a migracao de 36 clientes para o
mercado livre (ultimos 12 meses), dos quais 32 sao representados pela Enertrade.

A reducao de 3,4% no consumo residencial por cliente no 1T12, em detrimento do
aumento no numero de clientes em 3,1%, reflete as condicoes climaticas
desfavoraveis verificadas na area de concessao e o efeito negativo para esta
classe da reclassificacao das areas comuns dos condominios residenciais.

Industrial: decrescimo de 4,0% no 1T12, em comparacao ao 1T11, reflete as
migracoes de clientes para o mercado livre e o arrefecimento da producao
industrial nacional, principalmente no estado de Sao Paulo.

EDP Bandeirante: o consumo no 1T12 apresentou reducao de 5,7%, em relacao ao
1T11. Esta retracao e reflexo das migracoes de clientes e da desaceleracao da
producao industrial no estado de Sao Paulo que registrou decrescimo de 6,0% no
acumulado no ano ate fev. 2012, em relacao ao mesmo periodo do ano anterior.
As migracoes de 13 clientes para o mercado livre em 2011 e dois em 2012
impactaram o resultado da classe.
Desconsiderando as migracoes, haveria estabilidade no consumo da classe no 1T12.
Os setores que tiveram maior contribuicao negativa foram: Textil (-20,5%),
Produtos Alimenticios (-8,9%), Produtos Quimicos (-8,2%) e Veiculos Automotores
(-2,4%). Os ramos citados correspondem a aproximadamente 25,6% do mercado
industrial cativo.

EDP Escelsa: o consumo no 1T12 avancou 0,9% em relacao ao 1T11. Em 2011, quatro
clientes migraram para o mercado livre e impactaram o resultado do 1T12.
Desconsiderando as migracoes de clientes, a classe cresceria 3,7%.
No 1T12, os setores industriais que se destacaram em aumento do consumo foram:
Eletro Eletronicos (+9,0%), Borracha (+6,7%) e Minerais Nao-Metalicos (+4,5%).
Os ramos citados correspondem a aproximadamente 44,6% do mercado industrial
cativo

Rural: a retracao de 2,1% no 1T12, em comparacao ao 1T11, deve-se,
principalmente, as condicoes climaticas desfavoraveis no inicio do ano no
Espirito Santo. O consumo rural na EDP Escelsa foi negativamente impactado pelo
elevado volume de precipitacao que reduziu o consumo de energia para irrigacao.
O volume de precipitacao na regiao norte do Estado, predominantemente rural, foi
superior em 52,7 mm nos dois primeiros meses do ano, em relacao ao mesmo periodo
de 2011. Alem do elevado volume de precipitacao, as chuvas distribuiram-se ao
longo de todo o periodo, inibindo ainda mais o uso de irrigacao.

Mercado Livre

A energia em transito consolidada no sistema de distribuicao (USD), destinada ao
atendimento do consumo dos clientes livres, caiu 1,7% no 1T12 em comparacao ao
mesmo periodo do ano anterior, refletindo as paradas para manutencao e a
retomada de autoproducao de grandes clientes no Espirito Santo.

EDP Bandeirante: o crescimento modesto de 0,2% no 1T12, em relacao ao 1T11,
apesar da entrada de novos clientes, reflete a acomodacao da producao industrial
no estado de Sao Paulo. Ocorreram migracoes de 16 clientes para o mercado livre
(14 em 2011 e 2 em 2012) que impactaram positivamente o consumo deste segmento.
Desconsiderando o consumo dos clientes que migraram do mercado cativo para o
livre o consumo da classe
apresentaria reducao de 3,6%.

EDP Escelsa: o 1T12, frente ao 1T11, apresentou retracao de 4,1%, impactado
pelas paradas para manutencao e retomada de autoproducao de grandes clientes.
Nao fossem estes eventos o consumo livre da EDP Escelsa teria tido um avanco de
1,8%. Adicionalmente, as migracoes de consumidores cativos para o mercado livre
(10 em 2012 e 10 em 2011) contribuiram positivamente para o resultado.
Desconsiderando o consumo dos clientes que migraram do mercado cativo para o
livre o consumo da classe apresentaria reducao de 5,4%.

Geracao

O volume de energia vendida pelas geradoras do grupo no 1T12 alcancou 2.101,7
GWh, com aumento de 6,1% em relacao aos 1.981,6 GWh vendidos no 1T11. Esse
resultado e reflexo da estrategia de sazonalizacao dos contratos de venda de
energia, com uma alocacao maior no primeiro semestre de 2012.

Comercializacao

O volume de energia comercializada totalizou 2.511 GWh no 1T12, um aumento de
7,8% em comparacao aos 2.330 GWh no 1T11. O crescimento no volume foi
impulsionado pelas negociacoes de longo prazo que, comparadas ao periodo
homologo de 2011, aumentaram 34% no 1T12.

Nota: a integra do comunicado com informacoes adicionais encontra-se a
disposicao no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas
Listadas/ Informacoes Relevantes.

Abr 19, 2012 21:57
Turzito Estreante
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Turzito
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Energias do Brasil aumenta em 1,1% a venda de energia no consolidado do 1º tri

SÃO PAULO - A Energias do Brasil enviou o seguinte comunicado ao mercado:

Sao Paulo, 17 de Abril de 2012 - A EDP ENERGIAS DO BRASIL S.A. (BM&FBOVESPA:
ENBR3) divulga as informacoes referentes ao mercado de energia eletrica do
primeiro trimestre de 2012 (1T12) nos segmentos de atuacao da Companhia e de
suas controladas.

Distribuicao

Mercado Cativo

Energia vendida a clientes finais: o aumento de 1,1% no resultado consolidado do
1T12 em comparacao ao 1T11 reflete, principalmente, o incremento no consumo da
classe comercial.

Residencial e Comercial: estas classes apresentaram aumentos consolidados de
2,0% e 5,4%, respectivamente, no 1T12 em comparacao ao 1T11, influenciadas pela
continuacao do aumento da renda (rendimento medio domiciliar per capita nacional
cresceu 4,3% no acumulado no ano ate fev. 2012 frente ao mesmo periodo de 2011)
e a queda no desemprego (a taxa media de desemprego, acumulada em doze meses ate
fev. 2012 esta em 5,9%). A expansao da base de clientes, principalmente no que
se refere a classe comercial, foi outro fator que contribuiu para o resultado.

EDP Bandeirante: Os consumos das classes residencial e comercial tiveram aumento
de 3,5% e 4,8%,
respectivamente, no 1T12 em relacao ao 1T11. Estes resultados estao
influenciados pela expansao do numero de consumidores, aumento da renda e queda
do desemprego.
O consumo residencial por cliente apresentou incremento de 0,6% no 1T12,
indicando estabilidade no consumo da classe.

EDP Escelsa: no 1T12 o consumo da classe residencial retraiu 0,3%, enquanto na
classe comercial avancou 6,3% em relacao ao 1T11. As variacoes opostas devem-se
a reclassificacao das areas comuns e administrativas de condominios residenciais
para a classe comercial por resolucao da ANEEL. Desconsiderando-se o efeito das
reclassificacoes, as variacoes no 1T12 seriam: +2,2% na classe residencial e
+2,3% na classe comercial. Adicionalmente, o 1T12 foi impactado por condicoes
climaticas desfavoraveis verificadas principalmente nos dois primeiros meses do
ano (media das temperaturas maximas diarias: -1,3 C e volume de precipitacao:
+52,7 mm), parcialmente compensadas pelo maior numero de dias medios de
faturamento (+0,9 dia, em relacao ao 1T11) e pelos bons resultados dos
indicadores de renda e desemprego.
Na classe comercial ocorreram migracoes para o mercado livre de seis clientes no
4T11 e dez clientes no 1T12, que impactaram o resultado. Desconsiderando-se os
efeitos destas migracoes, a taxa de crescimento da classe no trimestre teria
sido de 7,8%.

EDP Escelsa: o 1T12, frente ao 1T11, apresentou retracao de 4,1%, impactado
pelas paradas para manutencao e retomada de autoproducao de grandes clientes.
Nao fossem estes eventos o consumo livre da EDP Escelsa teria tido um avanco de
1,8%. Adicionalmente, as migracoes de consumidores cativos para o mercado livre
(10 em 2012 e 10 em 2011) contribuiram positivamente para o resultado.
Desconsiderando o consumo dos clientes que migraram do mercado cativo para o
livre o consumo da classe apresentaria reducao de 5,4%.
Nas distribuidoras do Grupo EDP verificou-se a migracao de 36 clientes para o
mercado livre (ultimos 12 meses), dos quais 32 sao representados pela Enertrade.

A reducao de 3,4% no consumo residencial por cliente no 1T12, em detrimento do
aumento no numero de clientes em 3,1%, reflete as condicoes climaticas
desfavoraveis verificadas na area de concessao e o efeito negativo para esta
classe da reclassificacao das areas comuns dos condominios residenciais.

Industrial: decrescimo de 4,0% no 1T12, em comparacao ao 1T11, reflete as
migracoes de clientes para o mercado livre e o arrefecimento da producao
industrial nacional, principalmente no estado de Sao Paulo.

EDP Bandeirante: o consumo no 1T12 apresentou reducao de 5,7%, em relacao ao
1T11. Esta retracao e reflexo das migracoes de clientes e da desaceleracao da
producao industrial no estado de Sao Paulo que registrou decrescimo de 6,0% no
acumulado no ano ate fev. 2012, em relacao ao mesmo periodo do ano anterior.
As migracoes de 13 clientes para o mercado livre em 2011 e dois em 2012
impactaram o resultado da classe.
Desconsiderando as migracoes, haveria estabilidade no consumo da classe no 1T12.
Os setores que tiveram maior contribuicao negativa foram: Textil (-20,5%),
Produtos Alimenticios (-8,9%), Produtos Quimicos (-8,2%) e Veiculos Automotores
(-2,4%). Os ramos citados correspondem a aproximadamente 25,6% do mercado
industrial cativo.

EDP Escelsa: o consumo no 1T12 avancou 0,9% em relacao ao 1T11. Em 2011, quatro
clientes migraram para o mercado livre e impactaram o resultado do 1T12.
Desconsiderando as migracoes de clientes, a classe cresceria 3,7%.
No 1T12, os setores industriais que se destacaram em aumento do consumo foram:
Eletro Eletronicos (+9,0%), Borracha (+6,7%) e Minerais Nao-Metalicos (+4,5%).
Os ramos citados correspondem a aproximadamente 44,6% do mercado industrial
cativo

Rural: a retracao de 2,1% no 1T12, em comparacao ao 1T11, deve-se,
principalmente, as condicoes climaticas desfavoraveis no inicio do ano no
Espirito Santo. O consumo rural na EDP Escelsa foi negativamente impactado pelo
elevado volume de precipitacao que reduziu o consumo de energia para irrigacao.
O volume de precipitacao na regiao norte do Estado, predominantemente rural, foi
superior em 52,7 mm nos dois primeiros meses do ano, em relacao ao mesmo periodo
de 2011. Alem do elevado volume de precipitacao, as chuvas distribuiram-se ao
longo de todo o periodo, inibindo ainda mais o uso de irrigacao.

Mercado Livre

A energia em transito consolidada no sistema de distribuicao (USD), destinada ao
atendimento do consumo dos clientes livres, caiu 1,7% no 1T12 em comparacao ao
mesmo periodo do ano anterior, refletindo as paradas para manutencao e a
retomada de autoproducao de grandes clientes no Espirito Santo.

EDP Bandeirante: o crescimento modesto de 0,2% no 1T12, em relacao ao 1T11,
apesar da entrada de novos clientes, reflete a acomodacao da producao industrial
no estado de Sao Paulo. Ocorreram migracoes de 16 clientes para o mercado livre
(14 em 2011 e 2 em 2012) que impactaram positivamente o consumo deste segmento.
Desconsiderando o consumo dos clientes que migraram do mercado cativo para o
livre o consumo da classe
apresentaria reducao de 3,6%.

EDP Escelsa: o 1T12, frente ao 1T11, apresentou retracao de 4,1%, impactado
pelas paradas para manutencao e retomada de autoproducao de grandes clientes.
Nao fossem estes eventos o consumo livre da EDP Escelsa teria tido um avanco de
1,8%. Adicionalmente, as migracoes de consumidores cativos para o mercado livre
(10 em 2012 e 10 em 2011) contribuiram positivamente para o resultado.
Desconsiderando o consumo dos clientes que migraram do mercado cativo para o
livre o consumo da classe apresentaria reducao de 5,4%.

Geracao

O volume de energia vendida pelas geradoras do grupo no 1T12 alcancou 2.101,7
GWh, com aumento de 6,1% em relacao aos 1.981,6 GWh vendidos no 1T11. Esse
resultado e reflexo da estrategia de sazonalizacao dos contratos de venda de
energia, com uma alocacao maior no primeiro semestre de 2012.

Comercializacao

O volume de energia comercializada totalizou 2.511 GWh no 1T12, um aumento de
7,8% em comparacao aos 2.330 GWh no 1T11. O crescimento no volume foi
impulsionado pelas negociacoes de longo prazo que, comparadas ao periodo
homologo de 2011, aumentaram 34% no 1T12.

Nota: a integra do comunicado com informacoes adicionais encontra-se a
disposicao no site da BM&FBOVESPA (www.bmfbovespa.com.br), em Empresas
Listadas/ Informacoes Relevantes.

Jul 06, 2012 14:05
Trocado Estreante
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Jul 13, 2011 14:24
 
 
Senhores,

Boa tarde,

Alguem sabe se haverá distribuição de dividendos este ano, ou se já ocorreu? Procurei aqui no site InfoMoney mas só achei a distribuição referente a 2011.

A informação que tenho é que apesar de menor a empresa teve lucro, mas não achei o dado anualizado do lucro. Achei que o total de ações da companhia é de 476.4 milhoes de ações ordinárias apos o desdobramento.

Obrigado

Set 18, 2012 9:36
qqhum Forista Assíduo
Mensagens: 914
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Registrado em:
Jul 11, 2011 17:26
 
 
EDP - Energias do Brasil S.A. (“EDP Energias do Brasil” ou “Companhia”) (BM&FBOVESPA: ENBR3) comunica que nesta data a MFS Investment Management (“MFS”), com sede na 500 Boylston Street, Boston, MA 02116-3740, Estados Unidos da America, consultora de investimentos, que atua em nome de diversos clientes, inclusive veículos coletivos e fundos mútuos, registrada na Securities and Exchange Commission dos Estados Unidos da America, informou esta Companhia que passou a deter, no consolidado, 24.621.988 (vinte e quatro milhões, seiscentas e vinte e uma mil, novecentas e oitenta e oito) ações, correspondente à 5,17% (cinco vírgula dezessete por cento).

http://siteempresas.bovespa.com.br/cons ... zar&Site=C

Fev 07, 2014 17:42
quattor Forista Assíduo
Mensagens: 381
Re: Energias do Brasil - ENBR3
quattor
Registrado em:
Mai 22, 2012 22:04
 
 
07/02/2014 17:23 ENERGIAS BR (ENBR-NM) - Participacao da CTG na UHE Sao Manoel

ENERGIAS BR (ENBR-NM)

Participacao da CTG na UHE Sao Manoel

A empresa enviou o seguinte comunicado:

Sao Paulo, 07 de fevereiro de 2014 A EDP - Energias do Brasil ( EDP Brasil ou
Companhia ) (BM&FBovespa: ENBR3) comunica aos seus acionistas e ao mercado em
geral que, no contexto da parceria entre a EDP Brasil, a CWE Investment
Corporation ( CWEI ) e a CWEI (Brasil) Participacoes ( CWEI Brasil ), companhias
controladas integralmente pela China Three Gorges ( CTG ), entraram em 06 de
dezembro para co-investimento no mercado brasileiro de energia, onde a EDP
Brasil assinou hoje o Contrato de Compra e Venda para alienar 33,3% dos direitos
de construcao da hidreletrica Sao Manoel para a CWEI Brasil.

A CWEI Brasil reembolsara os custos incorridos pela EDP Brasil e assumira
futuros compromissos de capital ate o final da construcao, riscos e beneficios
do projeto na proporcao da participacao adquirida. O financiamento do projeto
considera divida de longo prazo com alavancagem estimada ate 66,6% em um
investimento de R$ 2,7 bilhoes, sem considerar inflacao e juros capitalizados.

Sob os termos do Contrato, a conclusao da transacao esta sujeita a aprovacao
previa da Agencia Nacional de Energia Eletrica ANEEL, orgaos regulatorios
chineses e demais medidas de natureza corporativa e contratual necessarias para
a eficacia da transferencia de controle dos objetos da transacao das companhias,
esperado para ocorrer no segundo semestre de 2014.

Em 13 de dezembro de 2013, o consorcio Terra Nova, constituido pela EDP -
Energias do Brasil ( EDP Brasil ) com 66,6% e pela Companhia Furnas Centrais
Eletricas S.A. ( Furnas ) com 33,3%, conquistou a hidreletrica Sao Manoel no
leilao A-5 realizado pela ANEEL. A hidreletrica com capacidade instalada de 700
MW sera construida na fronteira entre os Estados do Mato Grosso e Para, no rio
Teles Pires.

Fev 11, 2014 17:42
quattor Forista Assíduo
Mensagens: 381
Re: Energias do Brasil - ENBR3
quattor
Registrado em:
Mai 22, 2012 22:04
 
 
EDP abre as portas para chinesa CTG no Brasil

http://www.cliptvnews.com.br/mma/intran ... icia=40264

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