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Re: AMBEV S.A. - ABEV3
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Re: AMBEV S.A. - ABEV3
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Re: AMBEV S.A. - ABEV3
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Re: AMBEV S.A. - ABEV3
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Out 14, 2015 15:56
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Out 15, 2015 18:31
FRAJOL@ Forista Assíduo
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FRAJOL@ escreveu:tamo junto, tudo pó, WoW
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Cia Hering
BVMF: HGTX3 - 13 de out 15:13 BRT
15,70 Price decrease 0,02 (0,13%)


upp Imagem escreveu:HGTX3 - Ação ordinária - Cia.Hering

HGTX3 +5,59% HGTX3 R$ 16,05 última atualização: 17:06

Gráfico

Indicadores

Min. 15,25


Dia +5,59%


Max. 16,41


Semana +7,79%


Abert. 15,25


Mês +14,23%


Fech. 15,20


[size=200]2015 -18,31%
http://www.infomoney.com.br/ciahering-hgtx3

FUROU MME255, MAS VOLTOU, QUASE EM BULL MARKET!!

Imagem



Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



Da Reuters



Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.



O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje

bovespa hoje

mais cotações


O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.



Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.



"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.



"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.



Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Dólar sobe mais de 3% e encosta em R$ 3,90, com preocupações políticas
Moeda tem maior alta diária em mais de 4 anos e fecha a R$ 3,8935.
Na sexta-feira, dólar tinha encerrado o pregão cotado a R$ 3,7588.



Do G1, em São Paulo
Notas de dólar e real cotação moeda norte-americana (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Dólar fechou em alta de mais de 3% ante o real nesta terça-feira (13) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)



O dólar fechou em alta de mais de 3% nesta terça-feira (13), voltando a encostar em R$ 3,90, fechando a sessão com a maior alta diária em mais de quatro anos, refletindo as fortes incertezas em torno da eventual abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e o ambiente de aversão a risco nos mercados externos.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda, após ter encerrado a R$ 3,7588 na sexta-feira passada. Veja a cotação do dólar hoje.

Trata-se do maior avanço diário desde 21 de setembro de 2011, quando subiu 3,75% Na máxima da sessão, foi a R$ 3,8962.

No mês, o dólar ainda acumula queda de 1,82%. No ano, a valorização é de 46,44%.

Na semana passada, o dólar tinha acumulado queda de 4,74%, maior baixa semanal desde o fim de 2011.

Bovespa cai 4%
O cenário político conturbado e preocupações sobre a economia da China também refletiram na bolsa, que teve sua maior queda diária desde dezembro de 2014. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos.
Dólar em outubro
Veja a variação do valor de fechamento em R$

3,9655



4,0024



3,9457



3,9008



3,8429



3,8771



3,7931



3,7588



3,8935



cotação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/103,73,753,83,853,93,9544,05

Gráfico elaborado em 13/10/2015

Veja cotação do dólar ao longo do dia:


Às 9h09, subia 1,17%, a R$ 3,8031


Às 9h49, subia 1,21%, a R$ 3,8046


Às 10h09, subia 1,76%, a R$ 3,8251


Às 10h29, subia 2,24%, a R$ 3,8433


Às 11h18, subia 1,95%, a R$ 3,8322


Às 11h48, subia 1,86%, a R$ 3,8286


Às 12h48, subia 1,89%, a R$ 3,8298


Às 13h18m subia 1,92%, a R$ 3,8298


Às 14h10, subia 2,42%, a R$ 3,8496


Às 15h05, subia 2,27%, a R$ 3,8442


Às 15h40, subia 2,79%, a R$ 3,8635


Às 16h, subia 2,93%, a R$ 3,8691


Às 16h25, subia 3,23%, a R$ 3,8801

Tensão política
"O cenário local está muito nebuloso, muito incerto. Isso faz o mercado assustar", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta terça-feira liminares que, na prática, seguram momentaneamente o desenvolvimento de eventual processo de impeachment de Dilma, que ganha mais tempo em meio à intensa disputa política que trava no Congresso.

Se a decisão do STF não interfere no poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de deliberar sobre os pedidos do impeachment, na prática deixa incerto o plano da oposição de apresentar recurso em plenário para eventual rejeição de Cunha ao pedido de impeachment, como era o script elaborado pelos oposicionistas.

A perspectiva de que o Congresso deve demorar para votar os vetos presidenciais que têm impacto sobre as contas públicas também provocou apreensão entre os investidores.

"A semana começa quente em Brasília", resumiu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Cenário externo
A incerteza local somou-se ao mau humor nos mercados externos. Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O Banco Central deu continuidade nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 4,094 bilhões, ou cerca de 40%do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

Entenda o que é swap cambial, leilão de linha e venda direta



Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

Da Reuters

Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.

O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.

Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.

"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.

"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.

Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Vale tem a maior queda em 7 anos e puxa baixa de 4% da Bovespa
Bolsa caiu após 9 altas seguidas, com pressão externa e cena política.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 4%%, a 47.362 pontos.

Do G1, em São Paulo

A Bovespa fechou em forte baixa nesta terça-feira (13), seguindo o enfraquecimento dos mercados externos, enquanto permanece conturbado o quadro político no Brasil em meio a expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Ações da Petrobras e de bancos pressionaram a bolsa, mas o destaque entre as baixas ficou com a Vale, que teve sua maior desvalorização diária em 7 anos, segundo a Reuters.

A queda desta terça ocorreu após o índice fechar em alta nove vezes seguidas e, na semana passada, registrar avanço de quase 5%.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos. Veja cotação.

Esta foi a maior queda diária desde dezembro de 2014, quando, no dia 1º, a bolsa caiu 4,47%.

Já o dólar fechou em alta de 3,58%, cotado a R$ 3,8935, no maior avanço diário desde setembro de 2011.

O noticiário externo do dia reforçou a pressão de baixa, com a queda acima do esperado nas importações pela China acentuando as preocupações sobre a desaceleração do crescimento global.

Principais quedas
A Vale terminou com as ações ordinárias em baixa de 10,63%, no maior recuo em 7 anos, e os papéis preferenciais recuando 7,87%, conforme pesaram nas negociações os ajustes papéis da empresa na bolsa dos EUA e o noticiário desfavorável sobre o comércio exterior chinês, que impacta as perspectivas da mineradora.

A Petrobras fechou com queda de 7,61% nas preferenciais (ações que dão preferência na distribuição de dividendos) e de 8,12% nas ordinárias (que dão direito a voto), maiores declínios desde o final de janeiro deste ano, após os papéis da empresa recuarem em Wall Street na véspera, quando os preços do petróleo caíram 5%. Nesta sessão, eles chegaram a ensaiar uma recuperação, mas terminaram em baixa, após a Agência Internacional de Energia (IEA) reacender temores de que o mercado permanecerá com excesso de oferta.

No setor dos bancos, Itaú Unibanco despencou 5,35% e Bradesco, 5,46% - ambas registrando as maiores baixas desde dezembro de 2014 e respondendo pelo maior peso negativo no Ibovespa. O Credit Suisse cortou a recomendação dos bancos para "underperform", vendo 2016 como o mais desafiador em 15 anos para o setor.

Banco do Brasil e Santander Brasil, que também tiveram as recomendações reduzidas, caíram 8,32% e 8,9%, respectivamente. No caso de BB, foi a maior queda em quase um ano, enquanto os papéis do Santander tiveram o maior recuo diário em mais de três anos. O UBS também cortou os preços-alvos de vários bancos, enquanto o Deutsche Bank elevou a recomendação de Bradesco para "compra", citando que os riscos macroeconômicos seguem, mas que os níveis de preços são difíceis de ignorar.

A Ambev caiu de mais de 5% no final do pregão, após anúncio do acordo bilionário da SABMiller com a AB InBev. Analistas do BTG Pactual afirmaram em nota a clientes que o papel da Ambev no acordo segue indefinido. "A empresa informou que a transação será financiada por uma combinação de próprios recursos internos financeiros e nova dívida com terceiros. Mas o anúncio da transação contém comentário que não descarta a participação da empresa no acordo", escreveram os analistas, segundo a Reuters.

Cena política e China sob o foco dos investidores
Expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff também reforçam nesta terça a tendência de alta do dólar, já pressionado pelo cenário externo com preocupações sobre a China.
Bovespa em outubro
veja a variação da pontuação de fechamento
45.05945.31347.03347.59847.73548.91449.10649.33847.362pontuação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/1044k45k46k47k48k49k50k
Gráfico elaborado em 13/10/2015

A moeda norte-americana teve a maior alta diária desde setembro de 2011. O dólar encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda. Veja a cotação do dólar hoje.

"A semana passada foi bastante positiva nos mercados externos, mas o humor virou hoje com os dados da China", disse à Reuters o operador de uma corretora nacional, sob condição de anonimato, acrescentando que "a questão do impeachment vai ser o grande tema desta semana".

Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O cenário político conturbado no Brasil também pressionava o câmbio. Segundo notícias veiculadas na imprensa brasileira, a oposição deve apresentar nesta terça-feira aditamento ao pedido de impeachment de Dilma para acrescentar argumento de que o governo manteve neste ano as chamadas pedaladas fiscais que levaram à reprovação das contas de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma nova decisão liminar (provisória) nesta terça para suspender o rito definido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento aos pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pendentes de análise no Legislativo.

Mais cedo, Weber e Teori Zavascki já haviam concedido outras duas liminares, a pedido de parlamentares governistas, que impediam o andamento dos processos com base no rito definido por Cunha no final de setembro.
tópicos:

Ambev, China, Câmara, Dilma Rousseff, Economia, Eduardo Cunha, Petrobras, Supremo Tribunal Federal, Tribunal de Contas da União, Vale



Reuters

13/10/2015 08h45 - Atualizado em 13/10/2015 08h48
Ações da Ásia recuam de máxima de 2 meses após queda do petróleo
Petróleo cai em função de realização de lucros.
Índices chineses têm suporte por expectativa de estímulos.

Da Reuters

As ações asiáticas recuaram das máximas de dois meses nesta terça-feira (13) com a queda dos preços do petróleo disparada por uma realização de lucros após grandes altas, embora a diminuição das expectativas de um iminente aumento da taxa de juros dos Estados Unidos esteja dando algum suporte.
saiba mais

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Às 7h49 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão caía 0,97%, da máxima de dois meses alcançada na segunda-feira. Ainda assim, o índice acumulava ganho de mais de 7% até o momento no mês. O Nikkei do Japão caiu 1,1%.

Dados do comércio da China misturaram resultados positivos e negativos, com as exportações superando as expectativas mas as importações ficando aquém delas, o que não ajudou a dissipar as preocupações sobre a desaceleração do país. Ainda assim, eles aumentaram as esperanças de mais estímulos da China para apoiar os mercados.

As exportações da China caíram 3,7% em relação ao mesmo período do ano passado, menos do que a queda de 6,3% projetada por economistas em uma pesquisa da Reuters e uma queda de 5,5% em agosto. As importações, entretanto, despencaram mais de 20%.

Os preços do petróleo tiveram sua maior queda em seis semanas na segunda-feira, com os operadores realizando lucros, após a alta da semana passada para uma máxima de 11 semanas, na sequência de um relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que mostrou que seus membros continuam a impulsionar a produção de petróleo bruto apesar do persistente excesso.

O petróleo Brent na Ásia subia 0,48% a 50,10 dólares o barril, mas muito longe de uma recuperação da queda de 5,3% registrada na segunda-feira.

Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,11%, a 18.234 pontos.

Em Hong Kong, o índice HANG SENG caiu 0,57%, a 22.600 pontos.

Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,18%, a 3.293 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,08%, a 3.445 pontos.

Em Seul, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,13%, a 2.019 pontos.

Em Taiwan, o índice TAIEX registrou baixa de 0,07%, a 8.567 pontos.

Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,56%, a 2.984 pontos.

Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,57%, a 5.202 pontos.


Bolsas dos EUA fecham em leve alta; Dow Jones tem 7º avanço seguida
Dow Jones subiu 0,28%, S&P ganhou 0,13% e o Nasdaq avançou 0,17%.
Da safra de balanços, o foco da semana estará nos resultados de bancos.

Da Reuters

A alta de ações de companhias de serviços públicos compensou a queda de papéis de empresas de energia nesta segunda-feira (12), garantindo o viés positivo em Wall Street, onde investidores permaneceram nervosos com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre.

O Dow Jones subiu 0,28%, para 17.131 pontos. O S&P 500 ganhou 0,13%, para 2.017 pontos e o Nasdaq Composite avançou 0,17%, a 4.838 pontos.

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A sétima alta seguida do Dow foi guiada pelo avanço das ações da UnitedHealth Group, que subiu 2,7, para US$ 122,51.

A semana traz balanços de alguns bancos importantes dos Estados Unidos, entre outras companhias, e investidores estão olhando uma queda projetada de 4,8% nos lucros das companhias listadas no S&P 500 no terceiro trimestre, na base annual, de acordo com dados da Thomson Reuters.

A queda de 1,1% no índice de energia do S&P foi o maior peso negativo no S&P 500, com os preços do petróleo recuando 5%. Já o índice do setor de serviços públicos avançou 0,9 %.

Operadores estão "realizando lucros em alguns bons movimentos, particularmente na esteira do petróleo", disse Jim Paulsen, chefe de investimentos na Wells Capital Management. A alta nas ações de serviços de utilidade pública mostraram que "as pessoas estão ficando um pouco defensivas".

Outros analistas afirmaram que pode ser um sinal de certa forma positivo o de que não houve uma forte venda no mercado após os ganhos elevados da semana passada.

O volume da sessão, porém, foi reduzido, com o mercado de títulos fechado, assim como bancos e escritórios do governo em razão do Dia de Colombo nos Estados Unidos.

Da safra de balanços, o foco estará nos resultados de bancos nesta semana, com JPMorgan na terça-feira e Goldman Sachs, Bank of America, Wells Fargo e Citigroup nos dias seguintes.



Preços do petróleo recuam 5% com maior produção da Opep
Nos EUA, barril encerrou a US$ 47,10, em queda de 5,10%.
Brent, referência internacional, caiu 5,30%, a US$ 49,86 por barril.

Da Reuters

Os preços do petróleo caíram fortemente nesta segunda-feira, em meio a movimentos de realização de lucros após forte alta na semana passada e com um relatório mostrando que a Opep continuou aumentando a produção da commodity.

O petróleo nos EUA encerrou em baixa de 2,53 dólares ou 5,10%, a US$ 47,10 por barril, enquanto o petróleo Brent terminou em baixa de 2,79 dólares ou 5,30%, a US$ 49,86 por barril. O declínio percentual dos dois contratos futuros foi o maior desde o início de setembro.
saiba mais

Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016

"Os fundamentos não mudaram e havia forte resistência nas médias móveis de 100 dias e de 200 dias para o petróleo nos EUA, e se os preços continuarem a enfraquecer isso pode colocar mais pressão para operadores com posições longas saírem das mesmas", disse Tariq Zahir, analista da Tyche Capital Advisors, em Nova York.

Ainda repercutiu nos negócios o relatório mensal da Opep. Fontes secundárias citadas no documento disseram que o grupo bombeou 31,57 milhões de barris por dia de petróleo em setembro, 110 mil bpd acima de agosto e quase 2 milhões de bpd a mais do que sua previsão de demanda para este ano.

No mesmo relatório, a Opep elevou a previsão de demanda para o seu petróleo para 2016, enquanto reduziu a expectativa da demanda global.


Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016
Organização prevê alta de 510 mil barris por dia ante a projeção anterior.
Grupo aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado.

Do G1, em São Paulo

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetou nesta segunda-feira (12) que a demanda pelo petróleo produzido pelo grupo será maior do que inicialmente estimado, conforme sustenta a estratégia de que a queda dos preços afetará a oferta dos Estados Unidos e de outros produtos rivais, reduzindo o excesso global.

Em seu relatório mensal, a Opep calculou que a demanda mundial por seu petróleo no ano que vem fique em 30,82 milhões de barris por dia (bpd), uma alta de 510 mil bpd ante a projeção anterior.

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A previsão da Opep, se conformada, seria mais uma indicação que sua estratégia está funcionando. O grupo, no ano passado, recusou-se a impulsionar os preços e ainda aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado, destaca a Reuters.

A oferta fora da Opep deve diminuir em 130 mil bpd em 2016, de acordo com o relatório, com a produção caindo nos Estados Unidos, ex-União Soviética, África, Oriente Médio e grande parte da Europa. No mês passado, a Opep previu crescimento de 160 mil bpd.

Produção e preços
Segundo os dados divulgados no relatório, a produção total da Opep subiu em setembro em 109.200 bd em relação ao mês anterior, graças sobretudo ao aumento do Iraque (80.100 bd), Nigéria (34.600 bd), Emirados Árabes Unidos (24.300 bd) e Angola (22.000 bd).

A respeito dos preços, o relatório lembra que o barril do Brent foi vendido a uma média de US$ 47,61 no mês passado, um leve aumento em relação à média de agosto. Já o preço médio do barril nos EUA foi em setembro de US$ 45,48, US$ 2,71 a mais que em agosto, e a do barril referencial da Opep se situou em US$ 44,83, US$ 0,63 a menos que o mês anterior.

Os preços médios em 2015 destes três barris de petróleo referenciais se situam acima de US$ 50, mas ainda muito distantes da média de 2014, de US$ 106,57 o Brent, US$ 99,7 o Texas e US$ 103,78 o da Opep.

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Out 16, 2015 0:19
C@bocomedordkhur Forista Assíduo
Mensagens: 141
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
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Registrado em:
Out 14, 2015 18:47
 
 
"Bovespiano escreveu:"

Frajola, você é vítima da sociedade; você precisa de ajuda e após 4 anos eu vou ajudar você a sair desse armário, desse labirinto; dessa loucura, desse complexo de investidor. Amanhã eu vou contar a sua verdadeira história. Eu sei que você não gosta mas eu preciso te ajudar a se libertar. Lembrem da fotografia do Frajola, lembrem bem... o que vocês enxergaram; o que enxergam nos olhos desse menino feio ? Sim, ele foi estuprado por um tubarão tigre lá perto da Lagoa Rodrigo de Freitas no RJ enquanto ele fumava pedra. O Tubarão... aliás o tubarão sumiu né frajola ? Te enganou né seu vi...rado ? Não vejo mais ele nos fóruns a um tempão. Deve ter quebrado e lembro que depois dessa história que você começou a ficar chato e sabidão desse jeito. Até amanhã galinho... sim, o frajola antes de ser frajola era um galinho, vivia com o espanador da zabumba olhando no espelho dizendo: Gaaaaaalo ! Gaaaaaaalo ! e foi nessa que acabou atraindo o tigrão falido. O tubarão. Dorme com Deus frajolinha; vítima da sociedade; papai te ama menininho horrível.

Out 16, 2015 8:57
FRAJOL@ Forista Assíduo
Mensagens: 1054
basster avisou vendeu quebrou kkk UPP!
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FRAJOL@ escreveu:tamo junto, tudo pó, WoW
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BVMF: HGTX3 - 13 de out 15:13 BRT
15,70 Price decrease 0,02 (0,13%)


upp Imagem escreveu:HGTX3 - Ação ordinária - Cia.Hering

HGTX3 +5,59% HGTX3 R$ 16,05 última atualização: 17:06

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FUROU MME255, MAS VOLTOU, QUASE EM BULL MARKET!!

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Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



Da Reuters



Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.



O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje

bovespa hoje

mais cotações


O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.



Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.



"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.



"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.



Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Dólar sobe mais de 3% e encosta em R$ 3,90, com preocupações políticas
Moeda tem maior alta diária em mais de 4 anos e fecha a R$ 3,8935.
Na sexta-feira, dólar tinha encerrado o pregão cotado a R$ 3,7588.



Do G1, em São Paulo
Notas de dólar e real cotação moeda norte-americana (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Dólar fechou em alta de mais de 3% ante o real nesta terça-feira (13) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)



O dólar fechou em alta de mais de 3% nesta terça-feira (13), voltando a encostar em R$ 3,90, fechando a sessão com a maior alta diária em mais de quatro anos, refletindo as fortes incertezas em torno da eventual abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e o ambiente de aversão a risco nos mercados externos.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda, após ter encerrado a R$ 3,7588 na sexta-feira passada. Veja a cotação do dólar hoje.

Trata-se do maior avanço diário desde 21 de setembro de 2011, quando subiu 3,75% Na máxima da sessão, foi a R$ 3,8962.

No mês, o dólar ainda acumula queda de 1,82%. No ano, a valorização é de 46,44%.

Na semana passada, o dólar tinha acumulado queda de 4,74%, maior baixa semanal desde o fim de 2011.

Bovespa cai 4%
O cenário político conturbado e preocupações sobre a economia da China também refletiram na bolsa, que teve sua maior queda diária desde dezembro de 2014. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos.
Dólar em outubro
Veja a variação do valor de fechamento em R$

3,9655



4,0024



3,9457



3,9008



3,8429



3,8771



3,7931



3,7588



3,8935



cotação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/103,73,753,83,853,93,9544,05

Gráfico elaborado em 13/10/2015

Veja cotação do dólar ao longo do dia:


Às 9h09, subia 1,17%, a R$ 3,8031


Às 9h49, subia 1,21%, a R$ 3,8046


Às 10h09, subia 1,76%, a R$ 3,8251


Às 10h29, subia 2,24%, a R$ 3,8433


Às 11h18, subia 1,95%, a R$ 3,8322


Às 11h48, subia 1,86%, a R$ 3,8286


Às 12h48, subia 1,89%, a R$ 3,8298


Às 13h18m subia 1,92%, a R$ 3,8298


Às 14h10, subia 2,42%, a R$ 3,8496


Às 15h05, subia 2,27%, a R$ 3,8442


Às 15h40, subia 2,79%, a R$ 3,8635


Às 16h, subia 2,93%, a R$ 3,8691


Às 16h25, subia 3,23%, a R$ 3,8801

Tensão política
"O cenário local está muito nebuloso, muito incerto. Isso faz o mercado assustar", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta terça-feira liminares que, na prática, seguram momentaneamente o desenvolvimento de eventual processo de impeachment de Dilma, que ganha mais tempo em meio à intensa disputa política que trava no Congresso.

Se a decisão do STF não interfere no poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de deliberar sobre os pedidos do impeachment, na prática deixa incerto o plano da oposição de apresentar recurso em plenário para eventual rejeição de Cunha ao pedido de impeachment, como era o script elaborado pelos oposicionistas.

A perspectiva de que o Congresso deve demorar para votar os vetos presidenciais que têm impacto sobre as contas públicas também provocou apreensão entre os investidores.

"A semana começa quente em Brasília", resumiu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Cenário externo
A incerteza local somou-se ao mau humor nos mercados externos. Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O Banco Central deu continuidade nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 4,094 bilhões, ou cerca de 40%do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

Entenda o que é swap cambial, leilão de linha e venda direta



Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

Da Reuters

Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.

O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.

Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.

"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.

"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.

Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Vale tem a maior queda em 7 anos e puxa baixa de 4% da Bovespa
Bolsa caiu após 9 altas seguidas, com pressão externa e cena política.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 4%%, a 47.362 pontos.

Do G1, em São Paulo

A Bovespa fechou em forte baixa nesta terça-feira (13), seguindo o enfraquecimento dos mercados externos, enquanto permanece conturbado o quadro político no Brasil em meio a expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Ações da Petrobras e de bancos pressionaram a bolsa, mas o destaque entre as baixas ficou com a Vale, que teve sua maior desvalorização diária em 7 anos, segundo a Reuters.

A queda desta terça ocorreu após o índice fechar em alta nove vezes seguidas e, na semana passada, registrar avanço de quase 5%.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

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O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos. Veja cotação.

Esta foi a maior queda diária desde dezembro de 2014, quando, no dia 1º, a bolsa caiu 4,47%.

Já o dólar fechou em alta de 3,58%, cotado a R$ 3,8935, no maior avanço diário desde setembro de 2011.

O noticiário externo do dia reforçou a pressão de baixa, com a queda acima do esperado nas importações pela China acentuando as preocupações sobre a desaceleração do crescimento global.

Principais quedas
A Vale terminou com as ações ordinárias em baixa de 10,63%, no maior recuo em 7 anos, e os papéis preferenciais recuando 7,87%, conforme pesaram nas negociações os ajustes papéis da empresa na bolsa dos EUA e o noticiário desfavorável sobre o comércio exterior chinês, que impacta as perspectivas da mineradora.

A Petrobras fechou com queda de 7,61% nas preferenciais (ações que dão preferência na distribuição de dividendos) e de 8,12% nas ordinárias (que dão direito a voto), maiores declínios desde o final de janeiro deste ano, após os papéis da empresa recuarem em Wall Street na véspera, quando os preços do petróleo caíram 5%. Nesta sessão, eles chegaram a ensaiar uma recuperação, mas terminaram em baixa, após a Agência Internacional de Energia (IEA) reacender temores de que o mercado permanecerá com excesso de oferta.

No setor dos bancos, Itaú Unibanco despencou 5,35% e Bradesco, 5,46% - ambas registrando as maiores baixas desde dezembro de 2014 e respondendo pelo maior peso negativo no Ibovespa. O Credit Suisse cortou a recomendação dos bancos para "underperform", vendo 2016 como o mais desafiador em 15 anos para o setor.

Banco do Brasil e Santander Brasil, que também tiveram as recomendações reduzidas, caíram 8,32% e 8,9%, respectivamente. No caso de BB, foi a maior queda em quase um ano, enquanto os papéis do Santander tiveram o maior recuo diário em mais de três anos. O UBS também cortou os preços-alvos de vários bancos, enquanto o Deutsche Bank elevou a recomendação de Bradesco para "compra", citando que os riscos macroeconômicos seguem, mas que os níveis de preços são difíceis de ignorar.

A Ambev caiu de mais de 5% no final do pregão, após anúncio do acordo bilionário da SABMiller com a AB InBev. Analistas do BTG Pactual afirmaram em nota a clientes que o papel da Ambev no acordo segue indefinido. "A empresa informou que a transação será financiada por uma combinação de próprios recursos internos financeiros e nova dívida com terceiros. Mas o anúncio da transação contém comentário que não descarta a participação da empresa no acordo", escreveram os analistas, segundo a Reuters.

Cena política e China sob o foco dos investidores
Expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff também reforçam nesta terça a tendência de alta do dólar, já pressionado pelo cenário externo com preocupações sobre a China.
Bovespa em outubro
veja a variação da pontuação de fechamento
45.05945.31347.03347.59847.73548.91449.10649.33847.362pontuação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/1044k45k46k47k48k49k50k
Gráfico elaborado em 13/10/2015

A moeda norte-americana teve a maior alta diária desde setembro de 2011. O dólar encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda. Veja a cotação do dólar hoje.

"A semana passada foi bastante positiva nos mercados externos, mas o humor virou hoje com os dados da China", disse à Reuters o operador de uma corretora nacional, sob condição de anonimato, acrescentando que "a questão do impeachment vai ser o grande tema desta semana".

Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O cenário político conturbado no Brasil também pressionava o câmbio. Segundo notícias veiculadas na imprensa brasileira, a oposição deve apresentar nesta terça-feira aditamento ao pedido de impeachment de Dilma para acrescentar argumento de que o governo manteve neste ano as chamadas pedaladas fiscais que levaram à reprovação das contas de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma nova decisão liminar (provisória) nesta terça para suspender o rito definido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento aos pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pendentes de análise no Legislativo.

Mais cedo, Weber e Teori Zavascki já haviam concedido outras duas liminares, a pedido de parlamentares governistas, que impediam o andamento dos processos com base no rito definido por Cunha no final de setembro.
tópicos:

Ambev, China, Câmara, Dilma Rousseff, Economia, Eduardo Cunha, Petrobras, Supremo Tribunal Federal, Tribunal de Contas da União, Vale



Reuters

13/10/2015 08h45 - Atualizado em 13/10/2015 08h48
Ações da Ásia recuam de máxima de 2 meses após queda do petróleo
Petróleo cai em função de realização de lucros.
Índices chineses têm suporte por expectativa de estímulos.

Da Reuters

As ações asiáticas recuaram das máximas de dois meses nesta terça-feira (13) com a queda dos preços do petróleo disparada por uma realização de lucros após grandes altas, embora a diminuição das expectativas de um iminente aumento da taxa de juros dos Estados Unidos esteja dando algum suporte.
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Às 7h49 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão caía 0,97%, da máxima de dois meses alcançada na segunda-feira. Ainda assim, o índice acumulava ganho de mais de 7% até o momento no mês. O Nikkei do Japão caiu 1,1%.

Dados do comércio da China misturaram resultados positivos e negativos, com as exportações superando as expectativas mas as importações ficando aquém delas, o que não ajudou a dissipar as preocupações sobre a desaceleração do país. Ainda assim, eles aumentaram as esperanças de mais estímulos da China para apoiar os mercados.

As exportações da China caíram 3,7% em relação ao mesmo período do ano passado, menos do que a queda de 6,3% projetada por economistas em uma pesquisa da Reuters e uma queda de 5,5% em agosto. As importações, entretanto, despencaram mais de 20%.

Os preços do petróleo tiveram sua maior queda em seis semanas na segunda-feira, com os operadores realizando lucros, após a alta da semana passada para uma máxima de 11 semanas, na sequência de um relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que mostrou que seus membros continuam a impulsionar a produção de petróleo bruto apesar do persistente excesso.

O petróleo Brent na Ásia subia 0,48% a 50,10 dólares o barril, mas muito longe de uma recuperação da queda de 5,3% registrada na segunda-feira.

Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,11%, a 18.234 pontos.

Em Hong Kong, o índice HANG SENG caiu 0,57%, a 22.600 pontos.

Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,18%, a 3.293 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,08%, a 3.445 pontos.

Em Seul, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,13%, a 2.019 pontos.

Em Taiwan, o índice TAIEX registrou baixa de 0,07%, a 8.567 pontos.

Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,56%, a 2.984 pontos.

Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,57%, a 5.202 pontos.


Bolsas dos EUA fecham em leve alta; Dow Jones tem 7º avanço seguida
Dow Jones subiu 0,28%, S&P ganhou 0,13% e o Nasdaq avançou 0,17%.
Da safra de balanços, o foco da semana estará nos resultados de bancos.

Da Reuters

A alta de ações de companhias de serviços públicos compensou a queda de papéis de empresas de energia nesta segunda-feira (12), garantindo o viés positivo em Wall Street, onde investidores permaneceram nervosos com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre.

O Dow Jones subiu 0,28%, para 17.131 pontos. O S&P 500 ganhou 0,13%, para 2.017 pontos e o Nasdaq Composite avançou 0,17%, a 4.838 pontos.

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A sétima alta seguida do Dow foi guiada pelo avanço das ações da UnitedHealth Group, que subiu 2,7, para US$ 122,51.

A semana traz balanços de alguns bancos importantes dos Estados Unidos, entre outras companhias, e investidores estão olhando uma queda projetada de 4,8% nos lucros das companhias listadas no S&P 500 no terceiro trimestre, na base annual, de acordo com dados da Thomson Reuters.

A queda de 1,1% no índice de energia do S&P foi o maior peso negativo no S&P 500, com os preços do petróleo recuando 5%. Já o índice do setor de serviços públicos avançou 0,9 %.

Operadores estão "realizando lucros em alguns bons movimentos, particularmente na esteira do petróleo", disse Jim Paulsen, chefe de investimentos na Wells Capital Management. A alta nas ações de serviços de utilidade pública mostraram que "as pessoas estão ficando um pouco defensivas".

Outros analistas afirmaram que pode ser um sinal de certa forma positivo o de que não houve uma forte venda no mercado após os ganhos elevados da semana passada.

O volume da sessão, porém, foi reduzido, com o mercado de títulos fechado, assim como bancos e escritórios do governo em razão do Dia de Colombo nos Estados Unidos.

Da safra de balanços, o foco estará nos resultados de bancos nesta semana, com JPMorgan na terça-feira e Goldman Sachs, Bank of America, Wells Fargo e Citigroup nos dias seguintes.



Preços do petróleo recuam 5% com maior produção da Opep
Nos EUA, barril encerrou a US$ 47,10, em queda de 5,10%.
Brent, referência internacional, caiu 5,30%, a US$ 49,86 por barril.

Da Reuters

Os preços do petróleo caíram fortemente nesta segunda-feira, em meio a movimentos de realização de lucros após forte alta na semana passada e com um relatório mostrando que a Opep continuou aumentando a produção da commodity.

O petróleo nos EUA encerrou em baixa de 2,53 dólares ou 5,10%, a US$ 47,10 por barril, enquanto o petróleo Brent terminou em baixa de 2,79 dólares ou 5,30%, a US$ 49,86 por barril. O declínio percentual dos dois contratos futuros foi o maior desde o início de setembro.
saiba mais

Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016

"Os fundamentos não mudaram e havia forte resistência nas médias móveis de 100 dias e de 200 dias para o petróleo nos EUA, e se os preços continuarem a enfraquecer isso pode colocar mais pressão para operadores com posições longas saírem das mesmas", disse Tariq Zahir, analista da Tyche Capital Advisors, em Nova York.

Ainda repercutiu nos negócios o relatório mensal da Opep. Fontes secundárias citadas no documento disseram que o grupo bombeou 31,57 milhões de barris por dia de petróleo em setembro, 110 mil bpd acima de agosto e quase 2 milhões de bpd a mais do que sua previsão de demanda para este ano.

No mesmo relatório, a Opep elevou a previsão de demanda para o seu petróleo para 2016, enquanto reduziu a expectativa da demanda global.


Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016
Organização prevê alta de 510 mil barris por dia ante a projeção anterior.
Grupo aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado.

Do G1, em São Paulo

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetou nesta segunda-feira (12) que a demanda pelo petróleo produzido pelo grupo será maior do que inicialmente estimado, conforme sustenta a estratégia de que a queda dos preços afetará a oferta dos Estados Unidos e de outros produtos rivais, reduzindo o excesso global.

Em seu relatório mensal, a Opep calculou que a demanda mundial por seu petróleo no ano que vem fique em 30,82 milhões de barris por dia (bpd), uma alta de 510 mil bpd ante a projeção anterior.

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A previsão da Opep, se conformada, seria mais uma indicação que sua estratégia está funcionando. O grupo, no ano passado, recusou-se a impulsionar os preços e ainda aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado, destaca a Reuters.

A oferta fora da Opep deve diminuir em 130 mil bpd em 2016, de acordo com o relatório, com a produção caindo nos Estados Unidos, ex-União Soviética, África, Oriente Médio e grande parte da Europa. No mês passado, a Opep previu crescimento de 160 mil bpd.

Produção e preços
Segundo os dados divulgados no relatório, a produção total da Opep subiu em setembro em 109.200 bd em relação ao mês anterior, graças sobretudo ao aumento do Iraque (80.100 bd), Nigéria (34.600 bd), Emirados Árabes Unidos (24.300 bd) e Angola (22.000 bd).

A respeito dos preços, o relatório lembra que o barril do Brent foi vendido a uma média de US$ 47,61 no mês passado, um leve aumento em relação à média de agosto. Já o preço médio do barril nos EUA foi em setembro de US$ 45,48, US$ 2,71 a mais que em agosto, e a do barril referencial da Opep se situou em US$ 44,83, US$ 0,63 a menos que o mês anterior.

Os preços médios em 2015 destes três barris de petróleo referenciais se situam acima de US$ 50, mas ainda muito distantes da média de 2014, de US$ 106,57 o Brent, US$ 99,7 o Texas e US$ 103,78 o da Opep.

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Jan 17, 2016 11:54
Graphista Forista Assíduo
Mensagens: 575
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Graphista
Registrado em:
Mai 22, 2015 14:40
 
 
E esse 'martelaço' deixado por Abev3 na última sexta-feira (15/01) diz alguma coisa? Segue estudo do papel (mais para o fim do vídeo).

http://grafistanabolsa.blogspot.com/201 ... neiro.html

Jan 18, 2016 13:49
Sinistrel Forista Assíduo
Mensagens: 314
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Sinistrel
Registrado em:
Dez 01, 2014 16:47
 
 
-1,44%

Fev 21, 2016 13:50
Graphista Forista Assíduo
Mensagens: 575
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Graphista
Registrado em:
Mai 22, 2015 14:40
 
 
Olhando pelo aspecto gráfico, neste momento, vale a pena colocar no radar Abev3 (o estudo abaixo é com base em gráfico diário).

http://grafistanabolsa.blogspot.com.br/ ... reiro.html

Fev 28, 2016 11:57
Graphista Forista Assíduo
Mensagens: 575
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Graphista
Registrado em:
Mai 22, 2015 14:40
 
 
Para quem gosta de gráfico, segue um rápido estudo de Abev3 e outros papéis.

http://grafistanabolsa.blogspot.com.br/ ... reiro.html

Mar 01, 2016 10:39
aurelio8891 Forista Assíduo
Mensagens: 395
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
aurelio8891
Registrado em:
Mai 17, 2013 9:35
 
 
Lula pode ter recebido favores de empresas durante mandato

http://inforlero.com.br/lula-pode-ter-r ... o-diz-pgr/

Mar 20, 2016 15:30
Graphista Forista Assíduo
Mensagens: 575
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Graphista
Registrado em:
Mai 22, 2015 14:40
 
 
Para quem gosta de gráfico, segue o que penso sobre Abev3 (bem no fim vídeo).

http://grafistanabolsa.blogspot.com.br/ ... marco.html

Mai 08, 2016 12:32
Graphista Forista Assíduo
Mensagens: 575
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Graphista
Registrado em:
Mai 22, 2015 14:40
 
 
Abev3, sob o aspecto estritamente gráfico. Estudo do papel está bem no fim do vídeo. http://grafistanabolsa.blogspot.com.br/ ... -maio.html

Mai 21, 2016 11:32
JRNS Forista Assíduo
Mensagens: 636
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
JRNS
Registrado em:
Nov 22, 2010 13:48
 
 
O que fazer contra os poderosos vendidos a descoberto?

Mai 21, 2016 11:40
wbfree Forista VIP
Mensagens: 8880
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 15, 2013 22:24
 
 
JRNS escreveu:O que fazer contra os poderosos vendidos a descoberto?


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Mai 21, 2016 17:15
skuzan Forista Assíduo
Mensagens: 855
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
skuzan
Registrado em:
Jan 08, 2015 14:09
 
 
Vendido a descoberto na ABEV3 é pedir pra levar o pacu mesmo rsrsrsrsrsrsrs

Mai 22, 2016 17:45
darci passilongo Estreante
Mensagens: 61
Re: AMBEV S.A. - ABEV3
darci passilongo
Registrado em:
Mai 20, 2016 22:10
 
 
http://spacelivre.com.br/usar-adsense-e ... os-juntos/ olhem este artigo é muito interessante abraço

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