Bem-vindo: Jul 18, 2018 14:10

Ago 10, 2015 22:38
Rodrigo Lima Forista Assíduo
Mensagens: 102
LULA preso em 2018 ad eternun
Rodrigo Lima
Registrado em:
Nov 04, 2014 13:27
 
 
Já ta podendo ser presidente por trás das grades?

Ago 10, 2015 22:51
SALCEDO Forista VIP
Mensagens: 9247
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Jun 01, 2012 21:55
 
 
Paçoquinha, já que a tua ideia é promover debate, diz ai, em que a economista se equivocou.

SALCEDO escreveu:Economista dá uma "aula de economia" em resposta a Tico Santa Cruz no Facebook - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/blogs/blog- ... z-facebook

Economista dá uma “aula de economia” em resposta a Tico Santa Cruz no Facebook – (Rodrigo Tolotti Umpieres – 05/08/15)
Não é de agora que as redes sociais estão dominadas pela discussão política/econômica. No Brasil criou-se um clima de guerra entre oposições, onde apenas os extremos são considerados. E na última semana um novo debate chamou atenção no Facebook, entre a economista Renata Barreto e o vocalista da banda Detonautas, Tico Santa Cruz.
Após ele afirmar que não acredita que o Brasil está vivendo em uma crise muito grave como está sendo noticiado, Barreto decidiu enviar um texto para o cantor para explicar a real situação do País. A economista comenta sobre a queda do PIB (Produto Interno Bruto), disparada da inflação e dos juros, além da piora da indústria e da disputa política.
A postagem na página de Tico Santa Cruz já contabiliza mais de 21 mil curtidas e resultou em uma breve resposta do cantor, que afirmou não se sentir intimidado e que não acredita ter a obrigação de continuar o debate, sendo que sua página é para expor suas próprias opiniões e não “verdades absolutas”. Confira abaixo o texto na íntegra da economista, ou confira o post no Facebook aqui:
Grande pensador contemporâneo, Tico Santa Cruz. Ontem você postou um texto sobre a crise, com maluquices tão absurdas que resolvi te enviar uma resposta, não só como economista, mas como cidadã brasileira consciente.
Você está em dúvida se existe realmente uma crise, já que apesar de estarmos passando um momento de retração da economia, tivemos 10 anos positivos, com pessoas tendo acesso à carros, imóveis e etc. Tiquinho, meu bem, a tia te explica: Primeiro que tínhamos uma farra de preços de commodities e nunca incentivamos a indústria de forma consistente, correndo o risco de essa farra acabar e a receita cair, não tendo outra fonte substancial para segurar o crescimento. Segundo que, tudo que as pessoas compraram nesses últimos anos foi às custas de redução de juros drástica e imatura, que incentivou o crédito demasiadamente, além de preços administrados controlados artificialmente, assim como redução de impostos para diversos bens de consumo. Os gastos públicos só aumentaram sem responsabilidade nenhuma. Meta de superávit? Inflação controlada? Responsabilidade fiscal? Pra que?? Com essa política populista, ganhamos uma belíssima conta para pagar no futuro. E esse futuro chegou.
Sua lógica me surpreende. Diz que houve demissões, em especial no setor automotivo, o mesmo que teve um boom nos últimos anos, que contratou muita gente para dar conta do alto índice de consumo que o povo brasileiro adotou. “Será que esses setores, que lucraram tanto, não podem manter seus funcionários neste momento de crise ou será que quebram? Pergunta de leigo, pois não sou economista”. Não precisa ser economista querido, precisa ter o mínimo de massa encefálica, coisa que lhe falta, aparentemente, tanto quanto uma boa música. Se a empresa não faz nada num momento de crise, é obvio que ela quebra! E se ela quebra, não tem emprego para ninguém! Entendeu? Mas você acha que o problema é o sistema capitalista opressor e seus lucros não é mesmo? Comovente.
A minha parte favorita é quando você diz que muitos economistas preveem aumento de juros, de taxas e que NADA efetivamente aconteceu. Aí eu levo minhas mãos à cabeça e fico imaginando que espécie de sinapses você faz com os neurônios que lhe sobraram. A taxa de juros básica está em quase em 14%; a inflação está cada vez maior (projetado para o final do ano é de mais de 9%, e a de junho foi a maior para o mês em 19 anos); houve aumento de impostos; os preços administrados foram corrigidos (energia, gasolina, etc.); o dólar está no maior patamar em 12 anos (que por acaso pressiona ainda mais a inflação) e o endividamento das famílias está quase em 50% com o incentivo do crédito nas épocas que você chama de boa fase econômica. Ah, não se esqueça que ainda houve corte das metas fiscais; o desemprego cresceu e deve crescer ainda mais; o PIB está em retração, estimando-se 1.70% de crescimento negativo em 2015 (dois anos seguidos de retração não acontece no Brasil desde os anos 30); corte de verbas na educação; demissões nos setores de indústria, infraestrutura, comércio e serviços; escândalos absurdos em grandes companhias do país como a Petrobras e Odebrecht; recuo na renda real do trabalhador; mudanças em direitos trabalhistas; corte de 40% no orçamento do PAC e uma enorme crise de credibilidade, que apesar de intangível (procure no dicionário), é responsável pela escassez de crédito e diminuição drástica de investimentos no país. Com a crise política, essa credibilidade fica ainda mais afetada.
Sua sensação é de que a crise é apenas um sentimento plantado por pessoas que queiram ver o país desestabilizado financeiramente e emocionalmente e que isso sim seria o responsável por nos levar à verdadeira crise, pois o medo desta é o que realmente faz que ela aconteça. Agora o problema é psicológico? Quanta criatividade para uma teoria da conspiração. Que gente é essa que está interessada numa grave crise? Quem quer ver o país perdendo valor, retraindo, perdendo cada vez mais credibilidade, empregos, poder de compra? Que setores são esses que você fala que ganham com crises e podem “voltar à cena??”. Que raio de pessoas são essas que ganham com o medo? E mais, como eles conseguem dominar todos os canais de notícias, inclusive internacionais? Que brilhante conclusão!!!
Te digo com absoluta certeza que a única coisa que acertou neste mar de asneiras foi dizer que poderia estar completamente errado em suas considerações. Não só está MUITO errado nesta avaliação econômica non sense, quanto em lógica e tudo que conheço por pensamento racional. Você próprio diz que é preciso reconhecer os problemas para poder saná-los, mas que estes ainda não aconteceram. Se a situação que temos hoje ainda não é uma crise preocupante para você e o que vivemos é apenas uma especulação, pode aposentar seu diploma de pseudo intelectual. Nem isso dá mais pra fazer.
Ser realista nesta joça de país virou ser pessimista, que virou ser antipatriótico, que virou ser coxinha, que virou “alguém tem interesse nessa tal de crise”. Se o pior cego é aquele que não quer ver, Tico, você precisa de um cão guia.
Um grande abraço (com tapinhas nas costas), da economista, brasileira e sem interesse algum no medo de outrem,
Renata Barreto.
http://images.infomoney.com.br//18/18922_2_M.jpg – (http://m.infomoney.com.br/blogs/blog-da ... z-facebook)

Ago 11, 2015 0:31
Opvistar Forista Assíduo
Mensagens: 198
Re: LULA, A solução para 2018
Opvistar
Registrado em:
Set 13, 2014 17:25
 
 
inserir aqui o video do Alborguethi

Ah vá a m** p***

Ago 11, 2015 22:45
PETRO51 Forista VIP
Mensagens: 17410
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 15, 2015 11:13
 
 

Congresso em Foco

‘Lula tem postura de bandido frouxo’, diz Caiado
Caiado faz menção às recentes movimentações de Lula em socorro a Dilma. Para senador, petista tenta “promover a instabilidade democrática soltando seus coletivos”

POR FÁBIO GÓIS· PUBLICADO EM 25/02/2015 20:28
[fotografo]Divulgação[/fotografo]
Bolivarismo à brasileira: comparação de Lula com 'ditador' venezuelano

O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), fez duras críticas ao ex-presidente Lula por meio de sua conta pessoal no Twitter, chegando a chamá-lo de “bandido frouxo”. Convalescendo de uma “cólica biliar” que o manteve internado desde a segunda-feira (23) até hoje (25), o senador agradeceu pelas “milhares de mensagens” de apoio em razão do problema, mas sem perder a postura.
Caiado faz menção às recentes movimentações de Lula em socorro à presidenta Dilma Rousseff e ao governo em meio à crise político-econômica e na iminência de denúncias contra políticos na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Segundo as investigações, o bilionário esquema de corrupção na Petrobras abasteceu campanhas de partidos diversos, principalmente governistas. Ontem (terça, 24), Lula foi ovacionado em ato no Rio de Janeiro promovido por centrais sindicais e movimentos sociais ligados ao PT em defesa da estatal. “Dilma tem que levantar a cabeça”, disse o cacique petista.

“Lula tem postura de bandido. E bandido frouxo! Igual à época que instigava metalúrgicos a protestar e ia dormir na sala do delegado Tuma”, exclamou Caiado, referindo-se ao ex-senador de São Paulo pelo PTB, morto em 2010. “Lula e sua turma foram pegos roubando a Petrobras e agora ameaça com a tropa MST do [José Pedro] Stédile e do [José] Rainha para promover a baderna”, acrescentou o senador goiano.

Um dos principais oposicionistas do Congresso ao governo petista, Caiado comparou Lula ao “ditador Maduro”, presidente da Venezuela, país em que o governo tem prendido opositores, segundo os adversários do chavismo (corrente ideológica do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez), sem fundamentação jurídica. Para o senador, Lula pretende “promover a instabilidade democrática [...] soltando seus coletivos”.

“Em vez de ir para reuniões de incitações ao ódio, Lula deveria ir à CPI da Petrobras explicar os assaltos cometidos por ele e seu governo”, fustigou Caiado, mencionando o colegiado instalado na Câmara e prestes a iniciar a nova fase de investigações parlamentares.

Fla x Flu

No discurso que fez ontem (terça, 24) na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, Lula disse que Dilma deve apenas se preocupar em governar o país e resolver os problemas que terá pela frente em seu segundo mandato. Os corruptores e corrompidos no âmbito da estatal, disse, devem ser devidamente punidos.


Caiado solta o verbo na rede social

“Nossa companheira Dilma Rousseff tem que deixar o negócio da Petrobras para a Petrobras, e a corrupção para o ministro da Justiça ou para a Polícia Federal. A Dilma tem que levantar a cabeça e dizer ‘eu ganhei as eleições e vou governar o país’. Não pode e não deve ficar dando trela [para as críticas], se não a gente fica paralisado”, disse.

A oposição ao governo petista também foi provocada por Lula. “Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também. Eles continuam fazendo hoje o que sempre fizeram. A ideia é criminalizar antes de ser julgado”, fustigou Lula, recorrendo à ironia para criticar a imprensa em sua própria sede nacional. “Não precisa mais de Justiça. Se a imprensa falou está falado. Mas cheguei à Presidência [da República] duas vezes sem ela.”

Agripino

Os ataques de Caiado vêm a público no momento em que um de seus correligionários – o presidente nacional do DEM, senador José Agripino (RN) – é obrigado a esclarecer denúncias de corrupção envolvendo seu nome. Segundo reportagem da TV Globo, um empresário potiguar afirmou ter dado R$ 1 milhão a Agripino, coordenador-geral da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB), após pedido feito pelo senador, em uma trama envolvendo o Detran do Rio Grande do Norte.

Em entrevista ao Fantástico, o delator afirma que Agripino lhe disse, inicialmente, ter conhecimento de que ele havia destinado R$ 5 milhões para a campanha do ex-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), já falecido, e outros personagens. O empresário contestou a informação e disse que havia repassado R$ 1 milhão ao então governador. As revelações da Operação Sinal Fechado, na época, levaram à prisão em caráter preventivo o então suplente de Agripino, João Faustino (PSDB-RN), acusado de atuar como lobista do grupo, como mostrou o Congresso em Foco.

Mais sobre CPI da Petrobras

Mais sobre Operação Lava Jato



Voltar ao topo

Deixe um comentário
(Obrigatório)
(Não será publicado) (Obrigatório)
(Opcional)


BUSCA
 

REDES SOCIAIS
Twitter
Facebook
Flickr
Voltar ao topo

VERSÃO DESKTOP
Congresso em Foco © 2015
Proibida a reprodução sem autorização por escrito da direção deste site.
SHS Qd 6 Bl E Sl 921 - Brasília - DF - CEP 70.322-915 - (61) 3322-4568 - E-mail congressoemfoco@congressoemfoco.com.br


PALMAS AQUI
A VERDADE É MINHA ESPADA,SOMOS A IMPRENSA ALTERNATIVA E LIVRE! PUBLICAMOS A VERDADE ÉTICA E COMPROVADA.DIVULGAMOS PALMAS E O TOCANTINS PARA O MUNDO!
 ▼
 ▼
SEXTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2013
LULA E DILMA TÊM PACTO COM O DIABO DO HUGO CHAVES,EL CAPETA FIDEL,EVO MORALES,GARCIA E A INTERNACIONAL SOCIALISTA PARA DOMINAR O BRASIL NUM GOLPE CONSTITUCIONAL

28/06/2013 - 17:27
COMPARTILHARIMPRIMIR


inShare
Reforma política
Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

PRESIDENTE USA IMPULSO DOS PROTESTOS NAS RUAS PARA TENTAR EMPLACAR UMA PERIGOSA REFORMA POLÍTICA QUE O PT FRACASSOU EM IMPLEMENTAR NO CONGRESSO

Gabriel Castro, Cecília Ritto e Marcela Mattos

MAU EXEMPLO - Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez. Na Venezuela, referendos foram usados para dar uma máscara de legitimidade a um governo autoritário (REUTERS/Ueslei Marcelino)
“(O plebiscito) É um instrumento popular para legitimar governos e conferir aos governantes superpoderes, um cheque em branco para que o governante dê o significado à autorização dada pelo povo nas urnas. Isso pode manietar o povo”, Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e da FGV
Destinada a confrontar a população com questões objetivas e diretas, a realização de um plebiscito é uma ferramenta legítima do processo democrático. A história recente, entretanto, demonstra que ele pode ser utilizado para propósitos pouco nobres: vizinhos sul-americanos recorreram ao mecanismo para tentar governar diretamente com o povo, passando por cima das instituições democráticas e se perpetuando no poder. Em resposta à inédita onda de protestos que chacoalhou o Brasil, a presidente Dilma Rousseff propôs uma consulta popular para promover uma reforma política no país - ainda que nenhum cartaz tenha reivindicado isso. A estratégia bolivariana, tirada da manga no momento mais crítico do seu governo, acoberta um perigoso interesse: aprovar o financiamento público de campanha e o voto em lista, antigos sonhos do PT.
Como avalia o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, a opção pelo plebiscito “joga areia nos olhos do povo”. Um levantamento do Datafolha constatou que a reforma política era uma reivindicação de apenas 1% dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo nas últimas semanas. Mas o governo não quer perder a oportunidade aberta pelo clima mudancista.

O PT defende o financiamento público de campanha porque seria o maior beneficiário desses recursos, já que tem a principal bancada na Câmara dos Deputados e esse é o critério usado para a divisão do bolo. Com o financiamento público, o partido conseguiria assegurar recursos superiores aos das outras siglas. Caso o caixa dois não seja efetivamente extinto, o que é uma hipótese plausível, o dinheiro de bancos e empreiteiras continuariam a seguir a lógica de favorecer quem tem a chave do cofre - no caso da União, o PT. Por isso, interessava mais ao partido a ideia inicial de Dilma, que incluía uma Assembleia Constituinte com poderes para dar os rumos à reforma. Mas a ideia fracassou por ser inconsistente e sem base jurídica. Ainda assim, o PT aposta na capacidade de mobilização de sua própria militância para moldar o sistema político-eleitoral.

Ciente das intenções de seu principal aliado, o PMDB é majoritariamente contrário ao financiamento público. Os peemedebistas têm bom relacionamento com o empresariado e um elevado número de governos estaduais; também por isso, não veem razões para uma mudança no sistema.

Voto proporcional - O sistema de eleição para deputados e vereadores é o segundo ponto-chave que deve constar do plebiscito. A adoção do voto em lista, outro tema que surgirá na consulta, favoreceria o PT. O partido tem questão fechada na defesa desse tema: seguidas pesquisas mostram que, dentre as legendas, o Partido dos Trabalhadores possui, de longe, a maior fatia de eleitorado fiel. O DEM, que se posiciona na centro-direita e não tem concorrentes neste campo, também quer o voto em lista.

O PSDB é a favor do voto distrital, cuja defesa consta do estatuto da sigla. A regra seria bem aplicável em estados como São Paulo e Minas Gerais - onde os tucanos têm maior poder de fogo. Nesses estados, muito extensos e populosos, os candidatos se dividem informalmente entre cidades e regiões, o que já se aproxima do voto distrital. O PSD também fechou questão em defesa do voto distrital.

Para o PMDB, que sofre de fraqueza programática e é mais personalista dos que as outras siglas, a saída defendida é o chamado "distritão". O modelo é o mais simples possível: o eleitor escolhe o candidato, individualmente, e o voto não influencia o desempenho dos outros nomes do partido. Ganham os mais votados e o quociente eleitoral, que provoca o chamado "efeito Tiririca", seria abolido. É como se cada estado fosse um distrito.

Pressa - Nos últimos dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenhou pessoalmente nas negociações para a implementação da reforma política defendida pelo PT. Mas, no Congresso, o tema emperrou. O partido já havia desistido de fazer uma reforma que valesse para as eleições de 2014 porque, nesse caso, a mudança precisaria estar aprovada até o início de outubro deste ano. Mas os protestos nas ruas foram vistos pelo PT como uma "janela de oportunidade". O partido não quer perder o impulso dado pelas manifestações populares. Por isso, tem pressa. E não é só: o momento atual é perfeito para que a sigla molde a reforma política ao seu gosto. Dono da maior bancada na Câmara e hóspede do Palácio do Planalto, o PT não pode garantir que esse cenário será o mesmo na próxima legislatura.

Com uma militância ativa em torno dos pontos centrais, além de braços organizados em sindicatos e entidades estudantis, o PT aposta que poderá converter essa força de mobilização em resultados no plebiscito. Para isso, é até bom que o eleitor comum, desmobilizado, não participe do processo. "Seguramente não são todos os cidadãos que vão se interessar por participar do plebiscito, mas todos aqueles que têm interesse neste debate terão espaço concreto de atuação: poder votar e ajudar a definir as prioridades da reforma política", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), estranha a pressa repentina. "É no mínimo curioso. O governo tem pressa para encontrar o caminho diversionista e fugir da crise", diz ele. O deputado Rubens Bueno, líder do novo MD (fusão do PPS com o PMN) na Câmara, defende que o Congresso elabore a reforma e a população apenas decida se aprova ou rejeita as mudanças, em bloco: "A nossa ideia básica é o Congresso Nacional votar todas essas sugestões e submetê-las a um referendo na mesma data das eleições do ano que vem", diz.

Riscos e obstáculos - A cegueira momentânea causada pelo anúncio inesperado da presidente encobre uma dificuldade técnica: o de apresentar, por plebiscito, questões para as quais a votação pode não apresentar maioria. “Basta haver três perguntas para não ser plebiscito. Imagine que, no sistema eleitoral (proporcional, distrital e distrital misto), um tipo consiga 35% dos votos, o outro 34% e o terceiro 31%. Não há formação de maioria”, alerta Reale Júnior, que considera impossível usar esse modelo de votação para um tema como a reforma política. “Não há necessidade de chamar as pessoas para definir a reforma. É uma falta de juízo”, completa Reale, reiterando que os temas em jogo são bastante complexos.

Na última quarta-feira, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, comparou o plebiscito proposto agora com a entrega de um “cheque em branco” aos deputados e senadores que já miram nas eleições de daqui a um ano e meio. A metáfora de Britto é uma referência à grande margem de indefinição que pode resultar da votação que se desenha. O roteiro estabelecido para os plebiscitos é, em resumo, a criação de um decreto legislativo com um terço de aprovação de uma das Casas, a discussão dos temas e das perguntas ao eleitor, a apuração e o encaminhamento da decisão ao Congresso, que deve seguir a orientação das urnas. O rito é perfeito, por exemplo, para a decisão sobre a emancipação de um município. Mas incompatível com questões como financiamento público de campanhas ou sistemas de votação. Afinal, os eleitores definirão “se” algo deve ser feito, entregando aos parlamentares a decisão sobre “como” isso será posto em prática.

“Esse processo pode resultar em uma deliberação da população no vazio”, afirma Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e do curso de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O plebiscito de Dilma, por enquanto, está mergulhado em incertezas. “A expressão ‘reforma política’ é nesse momento um rótulo em uma caixa vazia. Ninguém sabe ao certo quais medidas serão propostas”, explica o coordenador-geral do instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pillati, para quem é preciso, no mínimo, de três a quatro meses de debate sobre o tema com a população.

A saída apontada pelos especialistas para que seja assegurada a participação popular, mas de forma mais prudente, é, ao fim do processo, a realização de um referendo. Depois de o Congresso fazer o texto da reforma política, a população seria convocada às urnas para dizer sim ou não sobre uma proposta real. Tecnicamente, é possível haver o plebiscito antes e o referendo depois – apesar de não se eliminar, com isso, os problemas na origem da proposta de agora. “Existe um risco de a opção da população ser desvirtuada. Por isso, deveria haver plebiscito e referendo”, afirma Ivar A. Hartmann, professor de Direito da FGV do Rio de Janeiro.

No momento, a demanda indiscutível da população nas ruas é por uma política menos corrupta e mais voltada para o interesse público. A reforma política – necessária e que se arrasta há anos sem que haja consenso – surgiu como a tradução possível feita pelos governantes para retomar o diálogo com os brasileiros. “Há uma esperança enorme em torno da reforma política. Apesar de necessária, nenhuma reforma produz políticos melhores. O que muda os políticos é a sociedade, através do voto”, lembra Adriano Pillati.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA REFORMA POLÍTICA
<1234567>1 de 7
Financiamento de campanha

Como é hoje: Para financiar as campanhas eleitorais, os partidos políticos podem receber recursos privados, além de doações empresariais.
Proposta: O financiamento passaria a ser público, proveniente de um fundo partidário. Assim, haveria menor influência do poder econômico nas campanhas. Outra ideia é o financiamento misto, com recursos públicos e privados. Algumas propostas defendem ainda o fim das doações empresariais — ficaria permitido apenas as doações feitas por pessoa física.
Como mudar: Projeto de lei, que deve ser aprovados por maioria simples da Câmara e do Senado, em caso de lei ordinária, ou por maioria absoluta, quando a lei é complementar.
antonio carlos guimaraes às 19:25

Nenhum comentário:
Postar um comentário
TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO BEM VINDOS.MAS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE QUEM OS ESCREVE!



Página inicial
Visualizar versão para a web

UM SER QUE CRÊ NOS VERDADEIROS PAIS

paul carridne

Visualizar meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.


PALMAS AQUI
A VERDADE É MINHA ESPADA,SOMOS A IMPRENSA ALTERNATIVA E LIVRE! PUBLICAMOS A VERDADE ÉTICA E COMPROVADA.DIVULGAMOS PALMAS E O TOCANTINS PARA O MUNDO!
 ▼
 ▼
SEXTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2013
LULA E DILMA TÊM PACTO COM O DIABO DO HUGO CHAVES,EL CAPETA FIDEL,EVO MORALES,GARCIA E A INTERNACIONAL SOCIALISTA PARA DOMINAR O BRASIL NUM GOLPE CONSTITUCIONAL

28/06/2013 - 17:27
COMPARTILHARIMPRIMIR


inShare
Reforma política
Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

PRESIDENTE USA IMPULSO DOS PROTESTOS NAS RUAS PARA TENTAR EMPLACAR UMA PERIGOSA REFORMA POLÍTICA QUE O PT FRACASSOU EM IMPLEMENTAR NO CONGRESSO

Gabriel Castro, Cecília Ritto e Marcela Mattos

MAU EXEMPLO - Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez. Na Venezuela, referendos foram usados para dar uma máscara de legitimidade a um governo autoritário (REUTERS/Ueslei Marcelino)
“(O plebiscito) É um instrumento popular para legitimar governos e conferir aos governantes superpoderes, um cheque em branco para que o governante dê o significado à autorização dada pelo povo nas urnas. Isso pode manietar o povo”, Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e da FGV
Destinada a confrontar a população com questões objetivas e diretas, a realização de um plebiscito é uma ferramenta legítima do processo democrático. A história recente, entretanto, demonstra que ele pode ser utilizado para propósitos pouco nobres: vizinhos sul-americanos recorreram ao mecanismo para tentar governar diretamente com o povo, passando por cima das instituições democráticas e se perpetuando no poder. Em resposta à inédita onda de protestos que chacoalhou o Brasil, a presidente Dilma Rousseff propôs uma consulta popular para promover uma reforma política no país - ainda que nenhum cartaz tenha reivindicado isso. A estratégia bolivariana, tirada da manga no momento mais crítico do seu governo, acoberta um perigoso interesse: aprovar o financiamento público de campanha e o voto em lista, antigos sonhos do PT.
Como avalia o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, a opção pelo plebiscito “joga areia nos olhos do povo”. Um levantamento do Datafolha constatou que a reforma política era uma reivindicação de apenas 1% dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo nas últimas semanas. Mas o governo não quer perder a oportunidade aberta pelo clima mudancista.

O PT defende o financiamento público de campanha porque seria o maior beneficiário desses recursos, já que tem a principal bancada na Câmara dos Deputados e esse é o critério usado para a divisão do bolo. Com o financiamento público, o partido conseguiria assegurar recursos superiores aos das outras siglas. Caso o caixa dois não seja efetivamente extinto, o que é uma hipótese plausível, o dinheiro de bancos e empreiteiras continuariam a seguir a lógica de favorecer quem tem a chave do cofre - no caso da União, o PT. Por isso, interessava mais ao partido a ideia inicial de Dilma, que incluía uma Assembleia Constituinte com poderes para dar os rumos à reforma. Mas a ideia fracassou por ser inconsistente e sem base jurídica. Ainda assim, o PT aposta na capacidade de mobilização de sua própria militância para moldar o sistema político-eleitoral.

Ciente das intenções de seu principal aliado, o PMDB é majoritariamente contrário ao financiamento público. Os peemedebistas têm bom relacionamento com o empresariado e um elevado número de governos estaduais; também por isso, não veem razões para uma mudança no sistema.

Voto proporcional - O sistema de eleição para deputados e vereadores é o segundo ponto-chave que deve constar do plebiscito. A adoção do voto em lista, outro tema que surgirá na consulta, favoreceria o PT. O partido tem questão fechada na defesa desse tema: seguidas pesquisas mostram que, dentre as legendas, o Partido dos Trabalhadores possui, de longe, a maior fatia de eleitorado fiel. O DEM, que se posiciona na centro-direita e não tem concorrentes neste campo, também quer o voto em lista.

O PSDB é a favor do voto distrital, cuja defesa consta do estatuto da sigla. A regra seria bem aplicável em estados como São Paulo e Minas Gerais - onde os tucanos têm maior poder de fogo. Nesses estados, muito extensos e populosos, os candidatos se dividem informalmente entre cidades e regiões, o que já se aproxima do voto distrital. O PSD também fechou questão em defesa do voto distrital.

Para o PMDB, que sofre de fraqueza programática e é mais personalista dos que as outras siglas, a saída defendida é o chamado "distritão". O modelo é o mais simples possível: o eleitor escolhe o candidato, individualmente, e o voto não influencia o desempenho dos outros nomes do partido. Ganham os mais votados e o quociente eleitoral, que provoca o chamado "efeito Tiririca", seria abolido. É como se cada estado fosse um distrito.

Pressa - Nos últimos dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenhou pessoalmente nas negociações para a implementação da reforma política defendida pelo PT. Mas, no Congresso, o tema emperrou. O partido já havia desistido de fazer uma reforma que valesse para as eleições de 2014 porque, nesse caso, a mudança precisaria estar aprovada até o início de outubro deste ano. Mas os protestos nas ruas foram vistos pelo PT como uma "janela de oportunidade". O partido não quer perder o impulso dado pelas manifestações populares. Por isso, tem pressa. E não é só: o momento atual é perfeito para que a sigla molde a reforma política ao seu gosto. Dono da maior bancada na Câmara e hóspede do Palácio do Planalto, o PT não pode garantir que esse cenário será o mesmo na próxima legislatura.

Com uma militância ativa em torno dos pontos centrais, além de braços organizados em sindicatos e entidades estudantis, o PT aposta que poderá converter essa força de mobilização em resultados no plebiscito. Para isso, é até bom que o eleitor comum, desmobilizado, não participe do processo. "Seguramente não são todos os cidadãos que vão se interessar por participar do plebiscito, mas todos aqueles que têm interesse neste debate terão espaço concreto de atuação: poder votar e ajudar a definir as prioridades da reforma política", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), estranha a pressa repentina. "É no mínimo curioso. O governo tem pressa para encontrar o caminho diversionista e fugir da crise", diz ele. O deputado Rubens Bueno, líder do novo MD (fusão do PPS com o PMN) na Câmara, defende que o Congresso elabore a reforma e a população apenas decida se aprova ou rejeita as mudanças, em bloco: "A nossa ideia básica é o Congresso Nacional votar todas essas sugestões e submetê-las a um referendo na mesma data das eleições do ano que vem", diz.

Riscos e obstáculos - A cegueira momentânea causada pelo anúncio inesperado da presidente encobre uma dificuldade técnica: o de apresentar, por plebiscito, questões para as quais a votação pode não apresentar maioria. “Basta haver três perguntas para não ser plebiscito. Imagine que, no sistema eleitoral (proporcional, distrital e distrital misto), um tipo consiga 35% dos votos, o outro 34% e o terceiro 31%. Não há formação de maioria”, alerta Reale Júnior, que considera impossível usar esse modelo de votação para um tema como a reforma política. “Não há necessidade de chamar as pessoas para definir a reforma. É uma falta de juízo”, completa Reale, reiterando que os temas em jogo são bastante complexos.

Na última quarta-feira, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, comparou o plebiscito proposto agora com a entrega de um “cheque em branco” aos deputados e senadores que já miram nas eleições de daqui a um ano e meio. A metáfora de Britto é uma referência à grande margem de indefinição que pode resultar da votação que se desenha. O roteiro estabelecido para os plebiscitos é, em resumo, a criação de um decreto legislativo com um terço de aprovação de uma das Casas, a discussão dos temas e das perguntas ao eleitor, a apuração e o encaminhamento da decisão ao Congresso, que deve seguir a orientação das urnas. O rito é perfeito, por exemplo, para a decisão sobre a emancipação de um município. Mas incompatível com questões como financiamento público de campanhas ou sistemas de votação. Afinal, os eleitores definirão “se” algo deve ser feito, entregando aos parlamentares a decisão sobre “como” isso será posto em prática.

“Esse processo pode resultar em uma deliberação da população no vazio”, afirma Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e do curso de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O plebiscito de Dilma, por enquanto, está mergulhado em incertezas. “A expressão ‘reforma política’ é nesse momento um rótulo em uma caixa vazia. Ninguém sabe ao certo quais medidas serão propostas”, explica o coordenador-geral do instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pillati, para quem é preciso, no mínimo, de três a quatro meses de debate sobre o tema com a população.

A saída apontada pelos especialistas para que seja assegurada a participação popular, mas de forma mais prudente, é, ao fim do processo, a realização de um referendo. Depois de o Congresso fazer o texto da reforma política, a população seria convocada às urnas para dizer sim ou não sobre uma proposta real. Tecnicamente, é possível haver o plebiscito antes e o referendo depois – apesar de não se eliminar, com isso, os problemas na origem da proposta de agora. “Existe um risco de a opção da população ser desvirtuada. Por isso, deveria haver plebiscito e referendo”, afirma Ivar A. Hartmann, professor de Direito da FGV do Rio de Janeiro.

No momento, a demanda indiscutível da população nas ruas é por uma política menos corrupta e mais voltada para o interesse público. A reforma política – necessária e que se arrasta há anos sem que haja consenso – surgiu como a tradução possível feita pelos governantes para retomar o diálogo com os brasileiros. “Há uma esperança enorme em torno da reforma política. Apesar de necessária, nenhuma reforma produz políticos melhores. O que muda os políticos é a sociedade, através do voto”, lembra Adriano Pillati.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA REFORMA POLÍTICA
<1234567>1 de 7
Financiamento de campanha

Como é hoje: Para financiar as campanhas eleitorais, os partidos políticos podem receber recursos privados, além de doações empresariais.
Proposta: O financiamento passaria a ser público, proveniente de um fundo partidário. Assim, haveria menor influência do poder econômico nas campanhas. Outra ideia é o financiamento misto, com recursos públicos e privados. Algumas propostas defendem ainda o fim das doações empresariais — ficaria permitido apenas as doações feitas por pessoa física.
Como mudar: Projeto de lei, que deve ser aprovados por maioria simples da Câmara e do Senado, em caso de lei ordinária, ou por maioria absoluta, quando a lei é complementar.
antonio carlos guimaraes às 19:25

Nenhum comentário:
Postar um comentário
TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO BEM VINDOS.MAS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE QUEM OS ESCREVE!



Página inicial
Visualizar versão para a web

UM SER QUE CRÊ NOS VERDADEIROS PAIS

paul carridne

Visualizar meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.

PALMAS AQUI
A VERDADE É MINHA ESPADA,SOMOS A IMPRENSA ALTERNATIVA E LIVRE! PUBLICAMOS A VERDADE ÉTICA E COMPROVADA.DIVULGAMOS PALMAS E O TOCANTINS PARA O MUNDO!
 ▼
 ▼
SEXTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2013
LULA E DILMA TÊM PACTO COM O DIABO DO HUGO CHAVES,EL CAPETA FIDEL,EVO MORALES,GARCIA E A INTERNACIONAL SOCIALISTA PARA DOMINAR O BRASIL NUM GOLPE CONSTITUCIONAL

28/06/2013 - 17:27
COMPARTILHARIMPRIMIR


inShare
Reforma política
Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

PRESIDENTE USA IMPULSO DOS PROTESTOS NAS RUAS PARA TENTAR EMPLACAR UMA PERIGOSA REFORMA POLÍTICA QUE O PT FRACASSOU EM IMPLEMENTAR NO CONGRESSO

Gabriel Castro, Cecília Ritto e Marcela Mattos

MAU EXEMPLO - Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez. Na Venezuela, referendos foram usados para dar uma máscara de legitimidade a um governo autoritário (REUTERS/Ueslei Marcelino)
“(O plebiscito) É um instrumento popular para legitimar governos e conferir aos governantes superpoderes, um cheque em branco para que o governante dê o significado à autorização dada pelo povo nas urnas. Isso pode manietar o povo”, Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e da FGV
Destinada a confrontar a população com questões objetivas e diretas, a realização de um plebiscito é uma ferramenta legítima do processo democrático. A história recente, entretanto, demonstra que ele pode ser utilizado para propósitos pouco nobres: vizinhos sul-americanos recorreram ao mecanismo para tentar governar diretamente com o povo, passando por cima das instituições democráticas e se perpetuando no poder. Em resposta à inédita onda de protestos que chacoalhou o Brasil, a presidente Dilma Rousseff propôs uma consulta popular para promover uma reforma política no país - ainda que nenhum cartaz tenha reivindicado isso. A estratégia bolivariana, tirada da manga no momento mais crítico do seu governo, acoberta um perigoso interesse: aprovar o financiamento público de campanha e o voto em lista, antigos sonhos do PT.
Como avalia o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, a opção pelo plebiscito “joga areia nos olhos do povo”. Um levantamento do Datafolha constatou que a reforma política era uma reivindicação de apenas 1% dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo nas últimas semanas. Mas o governo não quer perder a oportunidade aberta pelo clima mudancista.

O PT defende o financiamento público de campanha porque seria o maior beneficiário desses recursos, já que tem a principal bancada na Câmara dos Deputados e esse é o critério usado para a divisão do bolo. Com o financiamento público, o partido conseguiria assegurar recursos superiores aos das outras siglas. Caso o caixa dois não seja efetivamente extinto, o que é uma hipótese plausível, o dinheiro de bancos e empreiteiras continuariam a seguir a lógica de favorecer quem tem a chave do cofre - no caso da União, o PT. Por isso, interessava mais ao partido a ideia inicial de Dilma, que incluía uma Assembleia Constituinte com poderes para dar os rumos à reforma. Mas a ideia fracassou por ser inconsistente e sem base jurídica. Ainda assim, o PT aposta na capacidade de mobilização de sua própria militância para moldar o sistema político-eleitoral.

Ciente das intenções de seu principal aliado, o PMDB é majoritariamente contrário ao financiamento público. Os peemedebistas têm bom relacionamento com o empresariado e um elevado número de governos estaduais; também por isso, não veem razões para uma mudança no sistema.

Voto proporcional - O sistema de eleição para deputados e vereadores é o segundo ponto-chave que deve constar do plebiscito. A adoção do voto em lista, outro tema que surgirá na consulta, favoreceria o PT. O partido tem questão fechada na defesa desse tema: seguidas pesquisas mostram que, dentre as legendas, o Partido dos Trabalhadores possui, de longe, a maior fatia de eleitorado fiel. O DEM, que se posiciona na centro-direita e não tem concorrentes neste campo, também quer o voto em lista.

O PSDB é a favor do voto distrital, cuja defesa consta do estatuto da sigla. A regra seria bem aplicável em estados como São Paulo e Minas Gerais - onde os tucanos têm maior poder de fogo. Nesses estados, muito extensos e populosos, os candidatos se dividem informalmente entre cidades e regiões, o que já se aproxima do voto distrital. O PSD também fechou questão em defesa do voto distrital.

Para o PMDB, que sofre de fraqueza programática e é mais personalista dos que as outras siglas, a saída defendida é o chamado "distritão". O modelo é o mais simples possível: o eleitor escolhe o candidato, individualmente, e o voto não influencia o desempenho dos outros nomes do partido. Ganham os mais votados e o quociente eleitoral, que provoca o chamado "efeito Tiririca", seria abolido. É como se cada estado fosse um distrito.

Pressa - Nos últimos dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenhou pessoalmente nas negociações para a implementação da reforma política defendida pelo PT. Mas, no Congresso, o tema emperrou. O partido já havia desistido de fazer uma reforma que valesse para as eleições de 2014 porque, nesse caso, a mudança precisaria estar aprovada até o início de outubro deste ano. Mas os protestos nas ruas foram vistos pelo PT como uma "janela de oportunidade". O partido não quer perder o impulso dado pelas manifestações populares. Por isso, tem pressa. E não é só: o momento atual é perfeito para que a sigla molde a reforma política ao seu gosto. Dono da maior bancada na Câmara e hóspede do Palácio do Planalto, o PT não pode garantir que esse cenário será o mesmo na próxima legislatura.

Com uma militância ativa em torno dos pontos centrais, além de braços organizados em sindicatos e entidades estudantis, o PT aposta que poderá converter essa força de mobilização em resultados no plebiscito. Para isso, é até bom que o eleitor comum, desmobilizado, não participe do processo. "Seguramente não são todos os cidadãos que vão se interessar por participar do plebiscito, mas todos aqueles que têm interesse neste debate terão espaço concreto de atuação: poder votar e ajudar a definir as prioridades da reforma política", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), estranha a pressa repentina. "É no mínimo curioso. O governo tem pressa para encontrar o caminho diversionista e fugir da crise", diz ele. O deputado Rubens Bueno, líder do novo MD (fusão do PPS com o PMN) na Câmara, defende que o Congresso elabore a reforma e a população apenas decida se aprova ou rejeita as mudanças, em bloco: "A nossa ideia básica é o Congresso Nacional votar todas essas sugestões e submetê-las a um referendo na mesma data das eleições do ano que vem", diz.

Riscos e obstáculos - A cegueira momentânea causada pelo anúncio inesperado da presidente encobre uma dificuldade técnica: o de apresentar, por plebiscito, questões para as quais a votação pode não apresentar maioria. “Basta haver três perguntas para não ser plebiscito. Imagine que, no sistema eleitoral (proporcional, distrital e distrital misto), um tipo consiga 35% dos votos, o outro 34% e o terceiro 31%. Não há formação de maioria”, alerta Reale Júnior, que considera impossível usar esse modelo de votação para um tema como a reforma política. “Não há necessidade de chamar as pessoas para definir a reforma. É uma falta de juízo”, completa Reale, reiterando que os temas em jogo são bastante complexos.

Na última quarta-feira, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, comparou o plebiscito proposto agora com a entrega de um “cheque em branco” aos deputados e senadores que já miram nas eleições de daqui a um ano e meio. A metáfora de Britto é uma referência à grande margem de indefinição que pode resultar da votação que se desenha. O roteiro estabelecido para os plebiscitos é, em resumo, a criação de um decreto legislativo com um terço de aprovação de uma das Casas, a discussão dos temas e das perguntas ao eleitor, a apuração e o encaminhamento da decisão ao Congresso, que deve seguir a orientação das urnas. O rito é perfeito, por exemplo, para a decisão sobre a emancipação de um município. Mas incompatível com questões como financiamento público de campanhas ou sistemas de votação. Afinal, os eleitores definirão “se” algo deve ser feito, entregando aos parlamentares a decisão sobre “como” isso será posto em prática.

“Esse processo pode resultar em uma deliberação da população no vazio”, afirma Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e do curso de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O plebiscito de Dilma, por enquanto, está mergulhado em incertezas. “A expressão ‘reforma política’ é nesse momento um rótulo em uma caixa vazia. Ninguém sabe ao certo quais medidas serão propostas”, explica o coordenador-geral do instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pillati, para quem é preciso, no mínimo, de três a quatro meses de debate sobre o tema com a população.

A saída apontada pelos especialistas para que seja assegurada a participação popular, mas de forma mais prudente, é, ao fim do processo, a realização de um referendo. Depois de o Congresso fazer o texto da reforma política, a população seria convocada às urnas para dizer sim ou não sobre uma proposta real. Tecnicamente, é possível haver o plebiscito antes e o referendo depois – apesar de não se eliminar, com isso, os problemas na origem da proposta de agora. “Existe um risco de a opção da população ser desvirtuada. Por isso, deveria haver plebiscito e referendo”, afirma Ivar A. Hartmann, professor de Direito da FGV do Rio de Janeiro.

No momento, a demanda indiscutível da população nas ruas é por uma política menos corrupta e mais voltada para o interesse público. A reforma política – necessária e que se arrasta há anos sem que haja consenso – surgiu como a tradução possível feita pelos governantes para retomar o diálogo com os brasileiros. “Há uma esperança enorme em torno da reforma política. Apesar de necessária, nenhuma reforma produz políticos melhores. O que muda os políticos é a sociedade, através do voto”, lembra Adriano Pillati.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA REFORMA POLÍTICA
<1234567>1 de 7
Financiamento de campanha

Como é hoje: Para financiar as campanhas eleitorais, os partidos políticos podem receber recursos privados, além de doações empresariais.
Proposta: O financiamento passaria a ser público, proveniente de um fundo partidário. Assim, haveria menor influência do poder econômico nas campanhas. Outra ideia é o financiamento misto, com recursos públicos e privados. Algumas propostas defendem ainda o fim das doações empresariais — ficaria permitido apenas as doações feitas por pessoa física.
Como mudar: Projeto de lei, que deve ser aprovados por maioria simples da Câmara e do Senado, em caso de lei ordinária, ou por maioria absoluta, quando a lei é complementar.
antonio carlos guimaraes às 19:25

Nenhum comentário:
Postar um comentário
TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO BEM VINDOS.MAS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE QUEM OS ESCREVE!



Página inicial
Visualizar versão para a web

UM SER QUE CRÊ NOS VERDADEIROS PAIS

paul carridne

Visualizar meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.


Ago 11, 2015 22:50
PETRO51 Forista VIP
Mensagens: 17410
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 15, 2015 11:13
 
 
PETRO51 escreveu:
Congresso em Foco

‘Lula tem postura de bandido frouxo’, diz Caiado
Caiado faz menção às recentes movimentações de Lula em socorro a Dilma. Para senador, petista tenta “promover a instabilidade democrática soltando seus coletivos”

POR FÁBIO GÓIS· PUBLICADO EM 25/02/2015 20:28
[fotografo]Divulgação[/fotografo]
Bolivarismo à brasileira: comparação de Lula com 'ditador' venezuelano

O líder do DEM no Senado, Ronaldo Caiado (GO), fez duras críticas ao ex-presidente Lula por meio de sua conta pessoal no Twitter, chegando a chamá-lo de “bandido frouxo”. Convalescendo de uma “cólica biliar” que o manteve internado desde a segunda-feira (23) até hoje (25), o senador agradeceu pelas “milhares de mensagens” de apoio em razão do problema, mas sem perder a postura.
Caiado faz menção às recentes movimentações de Lula em socorro à presidenta Dilma Rousseff e ao governo em meio à crise político-econômica e na iminência de denúncias contra políticos na Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Segundo as investigações, o bilionário esquema de corrupção na Petrobras abasteceu campanhas de partidos diversos, principalmente governistas. Ontem (terça, 24), Lula foi ovacionado em ato no Rio de Janeiro promovido por centrais sindicais e movimentos sociais ligados ao PT em defesa da estatal. “Dilma tem que levantar a cabeça”, disse o cacique petista.

“Lula tem postura de bandido. E bandido frouxo! Igual à época que instigava metalúrgicos a protestar e ia dormir na sala do delegado Tuma”, exclamou Caiado, referindo-se ao ex-senador de São Paulo pelo PTB, morto em 2010. “Lula e sua turma foram pegos roubando a Petrobras e agora ameaça com a tropa MST do [José Pedro] Stédile e do [José] Rainha para promover a baderna”, acrescentou o senador goiano.

Um dos principais oposicionistas do Congresso ao governo petista, Caiado comparou Lula ao “ditador Maduro”, presidente da Venezuela, país em que o governo tem prendido opositores, segundo os adversários do chavismo (corrente ideológica do ex-presidente venezuelano Hugo Chávez), sem fundamentação jurídica. Para o senador, Lula pretende “promover a instabilidade democrática [...] soltando seus coletivos”.

“Em vez de ir para reuniões de incitações ao ódio, Lula deveria ir à CPI da Petrobras explicar os assaltos cometidos por ele e seu governo”, fustigou Caiado, mencionando o colegiado instalado na Câmara e prestes a iniciar a nova fase de investigações parlamentares.

Fla x Flu

No discurso que fez ontem (terça, 24) na sede da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio de Janeiro, Lula disse que Dilma deve apenas se preocupar em governar o país e resolver os problemas que terá pela frente em seu segundo mandato. Os corruptores e corrompidos no âmbito da estatal, disse, devem ser devidamente punidos.


Caiado solta o verbo na rede social

“Nossa companheira Dilma Rousseff tem que deixar o negócio da Petrobras para a Petrobras, e a corrupção para o ministro da Justiça ou para a Polícia Federal. A Dilma tem que levantar a cabeça e dizer ‘eu ganhei as eleições e vou governar o país’. Não pode e não deve ficar dando trela [para as críticas], se não a gente fica paralisado”, disse.

A oposição ao governo petista também foi provocada por Lula. “Eu quero paz e democracia, mas se eles querem guerra, eu sei lutar também. Eles continuam fazendo hoje o que sempre fizeram. A ideia é criminalizar antes de ser julgado”, fustigou Lula, recorrendo à ironia para criticar a imprensa em sua própria sede nacional. “Não precisa mais de Justiça. Se a imprensa falou está falado. Mas cheguei à Presidência [da República] duas vezes sem ela.”

Agripino

Os ataques de Caiado vêm a público no momento em que um de seus correligionários – o presidente nacional do DEM, senador José Agripino (RN) – é obrigado a esclarecer denúncias de corrupção envolvendo seu nome. Segundo reportagem da TV Globo, um empresário potiguar afirmou ter dado R$ 1 milhão a Agripino, coordenador-geral da campanha presidencial de Aécio Neves (PSDB), após pedido feito pelo senador, em uma trama envolvendo o Detran do Rio Grande do Norte.

Em entrevista ao Fantástico, o delator afirma que Agripino lhe disse, inicialmente, ter conhecimento de que ele havia destinado R$ 5 milhões para a campanha do ex-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB), já falecido, e outros personagens. O empresário contestou a informação e disse que havia repassado R$ 1 milhão ao então governador. As revelações da Operação Sinal Fechado, na época, levaram à prisão em caráter preventivo o então suplente de Agripino, João Faustino (PSDB-RN), acusado de atuar como lobista do grupo, como mostrou o Congresso em Foco.

Mais sobre CPI da Petrobras

Mais sobre Operação Lava Jato



Voltar ao topo

Deixe um comentário
(Obrigatório)
(Não será publicado) (Obrigatório)
(Opcional)


BUSCA
 

REDES SOCIAIS
Twitter
Facebook
Flickr
Voltar ao topo

VERSÃO DESKTOP
Congresso em Foco © 2015
Proibida a reprodução sem autorização por escrito da direção deste site.
SHS Qd 6 Bl E Sl 921 - Brasília - DF - CEP 70.322-915 - (61) 3322-4568 - E-mail congressoemfoco@congressoemfoco.com.br


PALMAS AQUI
A VERDADE É MINHA ESPADA,SOMOS A IMPRENSA ALTERNATIVA E LIVRE! PUBLICAMOS A VERDADE ÉTICA E COMPROVADA.DIVULGAMOS PALMAS E O TOCANTINS PARA O MUNDO!
 ▼
 ▼
SEXTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2013
LULA E DILMA TÊM PACTO COM O DIABO DO HUGO CHAVES,EL CAPETA FIDEL,EVO MORALES,GARCIA E A INTERNACIONAL SOCIALISTA PARA DOMINAR O BRASIL NUM GOLPE CONSTITUCIONAL

28/06/2013 - 17:27
COMPARTILHARIMPRIMIR


inShare
Reforma política
Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

PRESIDENTE USA IMPULSO DOS PROTESTOS NAS RUAS PARA TENTAR EMPLACAR UMA PERIGOSA REFORMA POLÍTICA QUE O PT FRACASSOU EM IMPLEMENTAR NO CONGRESSO

Gabriel Castro, Cecília Ritto e Marcela Mattos

MAU EXEMPLO - Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez. Na Venezuela, referendos foram usados para dar uma máscara de legitimidade a um governo autoritário (REUTERS/Ueslei Marcelino)
“(O plebiscito) É um instrumento popular para legitimar governos e conferir aos governantes superpoderes, um cheque em branco para que o governante dê o significado à autorização dada pelo povo nas urnas. Isso pode manietar o povo”, Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e da FGV
Destinada a confrontar a população com questões objetivas e diretas, a realização de um plebiscito é uma ferramenta legítima do processo democrático. A história recente, entretanto, demonstra que ele pode ser utilizado para propósitos pouco nobres: vizinhos sul-americanos recorreram ao mecanismo para tentar governar diretamente com o povo, passando por cima das instituições democráticas e se perpetuando no poder. Em resposta à inédita onda de protestos que chacoalhou o Brasil, a presidente Dilma Rousseff propôs uma consulta popular para promover uma reforma política no país - ainda que nenhum cartaz tenha reivindicado isso. A estratégia bolivariana, tirada da manga no momento mais crítico do seu governo, acoberta um perigoso interesse: aprovar o financiamento público de campanha e o voto em lista, antigos sonhos do PT.
Como avalia o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, a opção pelo plebiscito “joga areia nos olhos do povo”. Um levantamento do Datafolha constatou que a reforma política era uma reivindicação de apenas 1% dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo nas últimas semanas. Mas o governo não quer perder a oportunidade aberta pelo clima mudancista.

O PT defende o financiamento público de campanha porque seria o maior beneficiário desses recursos, já que tem a principal bancada na Câmara dos Deputados e esse é o critério usado para a divisão do bolo. Com o financiamento público, o partido conseguiria assegurar recursos superiores aos das outras siglas. Caso o caixa dois não seja efetivamente extinto, o que é uma hipótese plausível, o dinheiro de bancos e empreiteiras continuariam a seguir a lógica de favorecer quem tem a chave do cofre - no caso da União, o PT. Por isso, interessava mais ao partido a ideia inicial de Dilma, que incluía uma Assembleia Constituinte com poderes para dar os rumos à reforma. Mas a ideia fracassou por ser inconsistente e sem base jurídica. Ainda assim, o PT aposta na capacidade de mobilização de sua própria militância para moldar o sistema político-eleitoral.

Ciente das intenções de seu principal aliado, o PMDB é majoritariamente contrário ao financiamento público. Os peemedebistas têm bom relacionamento com o empresariado e um elevado número de governos estaduais; também por isso, não veem razões para uma mudança no sistema.

Voto proporcional - O sistema de eleição para deputados e vereadores é o segundo ponto-chave que deve constar do plebiscito. A adoção do voto em lista, outro tema que surgirá na consulta, favoreceria o PT. O partido tem questão fechada na defesa desse tema: seguidas pesquisas mostram que, dentre as legendas, o Partido dos Trabalhadores possui, de longe, a maior fatia de eleitorado fiel. O DEM, que se posiciona na centro-direita e não tem concorrentes neste campo, também quer o voto em lista.

O PSDB é a favor do voto distrital, cuja defesa consta do estatuto da sigla. A regra seria bem aplicável em estados como São Paulo e Minas Gerais - onde os tucanos têm maior poder de fogo. Nesses estados, muito extensos e populosos, os candidatos se dividem informalmente entre cidades e regiões, o que já se aproxima do voto distrital. O PSD também fechou questão em defesa do voto distrital.

Para o PMDB, que sofre de fraqueza programática e é mais personalista dos que as outras siglas, a saída defendida é o chamado "distritão". O modelo é o mais simples possível: o eleitor escolhe o candidato, individualmente, e o voto não influencia o desempenho dos outros nomes do partido. Ganham os mais votados e o quociente eleitoral, que provoca o chamado "efeito Tiririca", seria abolido. É como se cada estado fosse um distrito.

Pressa - Nos últimos dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenhou pessoalmente nas negociações para a implementação da reforma política defendida pelo PT. Mas, no Congresso, o tema emperrou. O partido já havia desistido de fazer uma reforma que valesse para as eleições de 2014 porque, nesse caso, a mudança precisaria estar aprovada até o início de outubro deste ano. Mas os protestos nas ruas foram vistos pelo PT como uma "janela de oportunidade". O partido não quer perder o impulso dado pelas manifestações populares. Por isso, tem pressa. E não é só: o momento atual é perfeito para que a sigla molde a reforma política ao seu gosto. Dono da maior bancada na Câmara e hóspede do Palácio do Planalto, o PT não pode garantir que esse cenário será o mesmo na próxima legislatura.

Com uma militância ativa em torno dos pontos centrais, além de braços organizados em sindicatos e entidades estudantis, o PT aposta que poderá converter essa força de mobilização em resultados no plebiscito. Para isso, é até bom que o eleitor comum, desmobilizado, não participe do processo. "Seguramente não são todos os cidadãos que vão se interessar por participar do plebiscito, mas todos aqueles que têm interesse neste debate terão espaço concreto de atuação: poder votar e ajudar a definir as prioridades da reforma política", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), estranha a pressa repentina. "É no mínimo curioso. O governo tem pressa para encontrar o caminho diversionista e fugir da crise", diz ele. O deputado Rubens Bueno, líder do novo MD (fusão do PPS com o PMN) na Câmara, defende que o Congresso elabore a reforma e a população apenas decida se aprova ou rejeita as mudanças, em bloco: "A nossa ideia básica é o Congresso Nacional votar todas essas sugestões e submetê-las a um referendo na mesma data das eleições do ano que vem", diz.

Riscos e obstáculos - A cegueira momentânea causada pelo anúncio inesperado da presidente encobre uma dificuldade técnica: o de apresentar, por plebiscito, questões para as quais a votação pode não apresentar maioria. “Basta haver três perguntas para não ser plebiscito. Imagine que, no sistema eleitoral (proporcional, distrital e distrital misto), um tipo consiga 35% dos votos, o outro 34% e o terceiro 31%. Não há formação de maioria”, alerta Reale Júnior, que considera impossível usar esse modelo de votação para um tema como a reforma política. “Não há necessidade de chamar as pessoas para definir a reforma. É uma falta de juízo”, completa Reale, reiterando que os temas em jogo são bastante complexos.

Na última quarta-feira, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, comparou o plebiscito proposto agora com a entrega de um “cheque em branco” aos deputados e senadores que já miram nas eleições de daqui a um ano e meio. A metáfora de Britto é uma referência à grande margem de indefinição que pode resultar da votação que se desenha. O roteiro estabelecido para os plebiscitos é, em resumo, a criação de um decreto legislativo com um terço de aprovação de uma das Casas, a discussão dos temas e das perguntas ao eleitor, a apuração e o encaminhamento da decisão ao Congresso, que deve seguir a orientação das urnas. O rito é perfeito, por exemplo, para a decisão sobre a emancipação de um município. Mas incompatível com questões como financiamento público de campanhas ou sistemas de votação. Afinal, os eleitores definirão “se” algo deve ser feito, entregando aos parlamentares a decisão sobre “como” isso será posto em prática.

“Esse processo pode resultar em uma deliberação da população no vazio”, afirma Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e do curso de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O plebiscito de Dilma, por enquanto, está mergulhado em incertezas. “A expressão ‘reforma política’ é nesse momento um rótulo em uma caixa vazia. Ninguém sabe ao certo quais medidas serão propostas”, explica o coordenador-geral do instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pillati, para quem é preciso, no mínimo, de três a quatro meses de debate sobre o tema com a população.

A saída apontada pelos especialistas para que seja assegurada a participação popular, mas de forma mais prudente, é, ao fim do processo, a realização de um referendo. Depois de o Congresso fazer o texto da reforma política, a população seria convocada às urnas para dizer sim ou não sobre uma proposta real. Tecnicamente, é possível haver o plebiscito antes e o referendo depois – apesar de não se eliminar, com isso, os problemas na origem da proposta de agora. “Existe um risco de a opção da população ser desvirtuada. Por isso, deveria haver plebiscito e referendo”, afirma Ivar A. Hartmann, professor de Direito da FGV do Rio de Janeiro.

No momento, a demanda indiscutível da população nas ruas é por uma política menos corrupta e mais voltada para o interesse público. A reforma política – necessária e que se arrasta há anos sem que haja consenso – surgiu como a tradução possível feita pelos governantes para retomar o diálogo com os brasileiros. “Há uma esperança enorme em torno da reforma política. Apesar de necessária, nenhuma reforma produz políticos melhores. O que muda os políticos é a sociedade, através do voto”, lembra Adriano Pillati.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA REFORMA POLÍTICA
<1234567>1 de 7
Financiamento de campanha

Como é hoje: Para financiar as campanhas eleitorais, os partidos políticos podem receber recursos privados, além de doações empresariais.
Proposta: O financiamento passaria a ser público, proveniente de um fundo partidário. Assim, haveria menor influência do poder econômico nas campanhas. Outra ideia é o financiamento misto, com recursos públicos e privados. Algumas propostas defendem ainda o fim das doações empresariais — ficaria permitido apenas as doações feitas por pessoa física.
Como mudar: Projeto de lei, que deve ser aprovados por maioria simples da Câmara e do Senado, em caso de lei ordinária, ou por maioria absoluta, quando a lei é complementar.
antonio carlos guimaraes às 19:25

Nenhum comentário:
Postar um comentário
TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO BEM VINDOS.MAS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE QUEM OS ESCREVE!



Página inicial
Visualizar versão para a web

UM SER QUE CRÊ NOS VERDADEIROS PAIS

paul carridne

Visualizar meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.


PALMAS AQUI
A VERDADE É MINHA ESPADA,SOMOS A IMPRENSA ALTERNATIVA E LIVRE! PUBLICAMOS A VERDADE ÉTICA E COMPROVADA.DIVULGAMOS PALMAS E O TOCANTINS PARA O MUNDO!
 ▼
 ▼
SEXTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2013
LULA E DILMA TÊM PACTO COM O DIABO DO HUGO CHAVES,EL CAPETA FIDEL,EVO MORALES,GARCIA E A INTERNACIONAL SOCIALISTA PARA DOMINAR O BRASIL NUM GOLPE CONSTITUCIONAL

28/06/2013 - 17:27
COMPARTILHARIMPRIMIR


inShare
Reforma política
Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

PRESIDENTE USA IMPULSO DOS PROTESTOS NAS RUAS PARA TENTAR EMPLACAR UMA PERIGOSA REFORMA POLÍTICA QUE O PT FRACASSOU EM IMPLEMENTAR NO CONGRESSO

Gabriel Castro, Cecília Ritto e Marcela Mattos

MAU EXEMPLO - Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez. Na Venezuela, referendos foram usados para dar uma máscara de legitimidade a um governo autoritário (REUTERS/Ueslei Marcelino)
“(O plebiscito) É um instrumento popular para legitimar governos e conferir aos governantes superpoderes, um cheque em branco para que o governante dê o significado à autorização dada pelo povo nas urnas. Isso pode manietar o povo”, Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e da FGV
Destinada a confrontar a população com questões objetivas e diretas, a realização de um plebiscito é uma ferramenta legítima do processo democrático. A história recente, entretanto, demonstra que ele pode ser utilizado para propósitos pouco nobres: vizinhos sul-americanos recorreram ao mecanismo para tentar governar diretamente com o povo, passando por cima das instituições democráticas e se perpetuando no poder. Em resposta à inédita onda de protestos que chacoalhou o Brasil, a presidente Dilma Rousseff propôs uma consulta popular para promover uma reforma política no país - ainda que nenhum cartaz tenha reivindicado isso. A estratégia bolivariana, tirada da manga no momento mais crítico do seu governo, acoberta um perigoso interesse: aprovar o financiamento público de campanha e o voto em lista, antigos sonhos do PT.
Como avalia o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, a opção pelo plebiscito “joga areia nos olhos do povo”. Um levantamento do Datafolha constatou que a reforma política era uma reivindicação de apenas 1% dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo nas últimas semanas. Mas o governo não quer perder a oportunidade aberta pelo clima mudancista.

O PT defende o financiamento público de campanha porque seria o maior beneficiário desses recursos, já que tem a principal bancada na Câmara dos Deputados e esse é o critério usado para a divisão do bolo. Com o financiamento público, o partido conseguiria assegurar recursos superiores aos das outras siglas. Caso o caixa dois não seja efetivamente extinto, o que é uma hipótese plausível, o dinheiro de bancos e empreiteiras continuariam a seguir a lógica de favorecer quem tem a chave do cofre - no caso da União, o PT. Por isso, interessava mais ao partido a ideia inicial de Dilma, que incluía uma Assembleia Constituinte com poderes para dar os rumos à reforma. Mas a ideia fracassou por ser inconsistente e sem base jurídica. Ainda assim, o PT aposta na capacidade de mobilização de sua própria militância para moldar o sistema político-eleitoral.

Ciente das intenções de seu principal aliado, o PMDB é majoritariamente contrário ao financiamento público. Os peemedebistas têm bom relacionamento com o empresariado e um elevado número de governos estaduais; também por isso, não veem razões para uma mudança no sistema.

Voto proporcional - O sistema de eleição para deputados e vereadores é o segundo ponto-chave que deve constar do plebiscito. A adoção do voto em lista, outro tema que surgirá na consulta, favoreceria o PT. O partido tem questão fechada na defesa desse tema: seguidas pesquisas mostram que, dentre as legendas, o Partido dos Trabalhadores possui, de longe, a maior fatia de eleitorado fiel. O DEM, que se posiciona na centro-direita e não tem concorrentes neste campo, também quer o voto em lista.

O PSDB é a favor do voto distrital, cuja defesa consta do estatuto da sigla. A regra seria bem aplicável em estados como São Paulo e Minas Gerais - onde os tucanos têm maior poder de fogo. Nesses estados, muito extensos e populosos, os candidatos se dividem informalmente entre cidades e regiões, o que já se aproxima do voto distrital. O PSD também fechou questão em defesa do voto distrital.

Para o PMDB, que sofre de fraqueza programática e é mais personalista dos que as outras siglas, a saída defendida é o chamado "distritão". O modelo é o mais simples possível: o eleitor escolhe o candidato, individualmente, e o voto não influencia o desempenho dos outros nomes do partido. Ganham os mais votados e o quociente eleitoral, que provoca o chamado "efeito Tiririca", seria abolido. É como se cada estado fosse um distrito.

Pressa - Nos últimos dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenhou pessoalmente nas negociações para a implementação da reforma política defendida pelo PT. Mas, no Congresso, o tema emperrou. O partido já havia desistido de fazer uma reforma que valesse para as eleições de 2014 porque, nesse caso, a mudança precisaria estar aprovada até o início de outubro deste ano. Mas os protestos nas ruas foram vistos pelo PT como uma "janela de oportunidade". O partido não quer perder o impulso dado pelas manifestações populares. Por isso, tem pressa. E não é só: o momento atual é perfeito para que a sigla molde a reforma política ao seu gosto. Dono da maior bancada na Câmara e hóspede do Palácio do Planalto, o PT não pode garantir que esse cenário será o mesmo na próxima legislatura.

Com uma militância ativa em torno dos pontos centrais, além de braços organizados em sindicatos e entidades estudantis, o PT aposta que poderá converter essa força de mobilização em resultados no plebiscito. Para isso, é até bom que o eleitor comum, desmobilizado, não participe do processo. "Seguramente não são todos os cidadãos que vão se interessar por participar do plebiscito, mas todos aqueles que têm interesse neste debate terão espaço concreto de atuação: poder votar e ajudar a definir as prioridades da reforma política", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), estranha a pressa repentina. "É no mínimo curioso. O governo tem pressa para encontrar o caminho diversionista e fugir da crise", diz ele. O deputado Rubens Bueno, líder do novo MD (fusão do PPS com o PMN) na Câmara, defende que o Congresso elabore a reforma e a população apenas decida se aprova ou rejeita as mudanças, em bloco: "A nossa ideia básica é o Congresso Nacional votar todas essas sugestões e submetê-las a um referendo na mesma data das eleições do ano que vem", diz.

Riscos e obstáculos - A cegueira momentânea causada pelo anúncio inesperado da presidente encobre uma dificuldade técnica: o de apresentar, por plebiscito, questões para as quais a votação pode não apresentar maioria. “Basta haver três perguntas para não ser plebiscito. Imagine que, no sistema eleitoral (proporcional, distrital e distrital misto), um tipo consiga 35% dos votos, o outro 34% e o terceiro 31%. Não há formação de maioria”, alerta Reale Júnior, que considera impossível usar esse modelo de votação para um tema como a reforma política. “Não há necessidade de chamar as pessoas para definir a reforma. É uma falta de juízo”, completa Reale, reiterando que os temas em jogo são bastante complexos.

Na última quarta-feira, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, comparou o plebiscito proposto agora com a entrega de um “cheque em branco” aos deputados e senadores que já miram nas eleições de daqui a um ano e meio. A metáfora de Britto é uma referência à grande margem de indefinição que pode resultar da votação que se desenha. O roteiro estabelecido para os plebiscitos é, em resumo, a criação de um decreto legislativo com um terço de aprovação de uma das Casas, a discussão dos temas e das perguntas ao eleitor, a apuração e o encaminhamento da decisão ao Congresso, que deve seguir a orientação das urnas. O rito é perfeito, por exemplo, para a decisão sobre a emancipação de um município. Mas incompatível com questões como financiamento público de campanhas ou sistemas de votação. Afinal, os eleitores definirão “se” algo deve ser feito, entregando aos parlamentares a decisão sobre “como” isso será posto em prática.

“Esse processo pode resultar em uma deliberação da população no vazio”, afirma Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e do curso de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O plebiscito de Dilma, por enquanto, está mergulhado em incertezas. “A expressão ‘reforma política’ é nesse momento um rótulo em uma caixa vazia. Ninguém sabe ao certo quais medidas serão propostas”, explica o coordenador-geral do instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pillati, para quem é preciso, no mínimo, de três a quatro meses de debate sobre o tema com a população.

A saída apontada pelos especialistas para que seja assegurada a participação popular, mas de forma mais prudente, é, ao fim do processo, a realização de um referendo. Depois de o Congresso fazer o texto da reforma política, a população seria convocada às urnas para dizer sim ou não sobre uma proposta real. Tecnicamente, é possível haver o plebiscito antes e o referendo depois – apesar de não se eliminar, com isso, os problemas na origem da proposta de agora. “Existe um risco de a opção da população ser desvirtuada. Por isso, deveria haver plebiscito e referendo”, afirma Ivar A. Hartmann, professor de Direito da FGV do Rio de Janeiro.

No momento, a demanda indiscutível da população nas ruas é por uma política menos corrupta e mais voltada para o interesse público. A reforma política – necessária e que se arrasta há anos sem que haja consenso – surgiu como a tradução possível feita pelos governantes para retomar o diálogo com os brasileiros. “Há uma esperança enorme em torno da reforma política. Apesar de necessária, nenhuma reforma produz políticos melhores. O que muda os políticos é a sociedade, através do voto”, lembra Adriano Pillati.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA REFORMA POLÍTICA
<1234567>1 de 7
Financiamento de campanha

Como é hoje: Para financiar as campanhas eleitorais, os partidos políticos podem receber recursos privados, além de doações empresariais.
Proposta: O financiamento passaria a ser público, proveniente de um fundo partidário. Assim, haveria menor influência do poder econômico nas campanhas. Outra ideia é o financiamento misto, com recursos públicos e privados. Algumas propostas defendem ainda o fim das doações empresariais — ficaria permitido apenas as doações feitas por pessoa física.
Como mudar: Projeto de lei, que deve ser aprovados por maioria simples da Câmara e do Senado, em caso de lei ordinária, ou por maioria absoluta, quando a lei é complementar.
antonio carlos guimaraes às 19:25

Nenhum comentário:
Postar um comentário
TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO BEM VINDOS.MAS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE QUEM OS ESCREVE!



Página inicial
Visualizar versão para a web

UM SER QUE CRÊ NOS VERDADEIROS PAIS

paul carridne

Visualizar meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.

PALMAS AQUI
A VERDADE É MINHA ESPADA,SOMOS A IMPRENSA ALTERNATIVA E LIVRE! PUBLICAMOS A VERDADE ÉTICA E COMPROVADA.DIVULGAMOS PALMAS E O TOCANTINS PARA O MUNDO!
 ▼
 ▼
SEXTA-FEIRA, 28 DE JUNHO DE 2013
LULA E DILMA TÊM PACTO COM O DIABO DO HUGO CHAVES,EL CAPETA FIDEL,EVO MORALES,GARCIA E A INTERNACIONAL SOCIALISTA PARA DOMINAR O BRASIL NUM GOLPE CONSTITUCIONAL

28/06/2013 - 17:27
COMPARTILHARIMPRIMIR


inShare
Reforma política
Os interesses do PT e o lado oculto do plebiscito de Dilma

PRESIDENTE USA IMPULSO DOS PROTESTOS NAS RUAS PARA TENTAR EMPLACAR UMA PERIGOSA REFORMA POLÍTICA QUE O PT FRACASSOU EM IMPLEMENTAR NO CONGRESSO

Gabriel Castro, Cecília Ritto e Marcela Mattos

MAU EXEMPLO - Nicolás Maduro, presidente da Venezuela, presenteia presidente Dilma Rousseff com uma imagem do falecido coronel Hugo Chávez. Na Venezuela, referendos foram usados para dar uma máscara de legitimidade a um governo autoritário (REUTERS/Ueslei Marcelino)
“(O plebiscito) É um instrumento popular para legitimar governos e conferir aos governantes superpoderes, um cheque em branco para que o governante dê o significado à autorização dada pelo povo nas urnas. Isso pode manietar o povo”, Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e da FGV
Destinada a confrontar a população com questões objetivas e diretas, a realização de um plebiscito é uma ferramenta legítima do processo democrático. A história recente, entretanto, demonstra que ele pode ser utilizado para propósitos pouco nobres: vizinhos sul-americanos recorreram ao mecanismo para tentar governar diretamente com o povo, passando por cima das instituições democráticas e se perpetuando no poder. Em resposta à inédita onda de protestos que chacoalhou o Brasil, a presidente Dilma Rousseff propôs uma consulta popular para promover uma reforma política no país - ainda que nenhum cartaz tenha reivindicado isso. A estratégia bolivariana, tirada da manga no momento mais crítico do seu governo, acoberta um perigoso interesse: aprovar o financiamento público de campanha e o voto em lista, antigos sonhos do PT.
Como avalia o ex-ministro da Justiça Miguel Reale Júnior, a opção pelo plebiscito “joga areia nos olhos do povo”. Um levantamento do Datafolha constatou que a reforma política era uma reivindicação de apenas 1% dos manifestantes que tomaram as ruas de São Paulo nas últimas semanas. Mas o governo não quer perder a oportunidade aberta pelo clima mudancista.

O PT defende o financiamento público de campanha porque seria o maior beneficiário desses recursos, já que tem a principal bancada na Câmara dos Deputados e esse é o critério usado para a divisão do bolo. Com o financiamento público, o partido conseguiria assegurar recursos superiores aos das outras siglas. Caso o caixa dois não seja efetivamente extinto, o que é uma hipótese plausível, o dinheiro de bancos e empreiteiras continuariam a seguir a lógica de favorecer quem tem a chave do cofre - no caso da União, o PT. Por isso, interessava mais ao partido a ideia inicial de Dilma, que incluía uma Assembleia Constituinte com poderes para dar os rumos à reforma. Mas a ideia fracassou por ser inconsistente e sem base jurídica. Ainda assim, o PT aposta na capacidade de mobilização de sua própria militância para moldar o sistema político-eleitoral.

Ciente das intenções de seu principal aliado, o PMDB é majoritariamente contrário ao financiamento público. Os peemedebistas têm bom relacionamento com o empresariado e um elevado número de governos estaduais; também por isso, não veem razões para uma mudança no sistema.

Voto proporcional - O sistema de eleição para deputados e vereadores é o segundo ponto-chave que deve constar do plebiscito. A adoção do voto em lista, outro tema que surgirá na consulta, favoreceria o PT. O partido tem questão fechada na defesa desse tema: seguidas pesquisas mostram que, dentre as legendas, o Partido dos Trabalhadores possui, de longe, a maior fatia de eleitorado fiel. O DEM, que se posiciona na centro-direita e não tem concorrentes neste campo, também quer o voto em lista.

O PSDB é a favor do voto distrital, cuja defesa consta do estatuto da sigla. A regra seria bem aplicável em estados como São Paulo e Minas Gerais - onde os tucanos têm maior poder de fogo. Nesses estados, muito extensos e populosos, os candidatos se dividem informalmente entre cidades e regiões, o que já se aproxima do voto distrital. O PSD também fechou questão em defesa do voto distrital.

Para o PMDB, que sofre de fraqueza programática e é mais personalista dos que as outras siglas, a saída defendida é o chamado "distritão". O modelo é o mais simples possível: o eleitor escolhe o candidato, individualmente, e o voto não influencia o desempenho dos outros nomes do partido. Ganham os mais votados e o quociente eleitoral, que provoca o chamado "efeito Tiririca", seria abolido. É como se cada estado fosse um distrito.

Pressa - Nos últimos dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenhou pessoalmente nas negociações para a implementação da reforma política defendida pelo PT. Mas, no Congresso, o tema emperrou. O partido já havia desistido de fazer uma reforma que valesse para as eleições de 2014 porque, nesse caso, a mudança precisaria estar aprovada até o início de outubro deste ano. Mas os protestos nas ruas foram vistos pelo PT como uma "janela de oportunidade". O partido não quer perder o impulso dado pelas manifestações populares. Por isso, tem pressa. E não é só: o momento atual é perfeito para que a sigla molde a reforma política ao seu gosto. Dono da maior bancada na Câmara e hóspede do Palácio do Planalto, o PT não pode garantir que esse cenário será o mesmo na próxima legislatura.

Com uma militância ativa em torno dos pontos centrais, além de braços organizados em sindicatos e entidades estudantis, o PT aposta que poderá converter essa força de mobilização em resultados no plebiscito. Para isso, é até bom que o eleitor comum, desmobilizado, não participe do processo. "Seguramente não são todos os cidadãos que vão se interessar por participar do plebiscito, mas todos aqueles que têm interesse neste debate terão espaço concreto de atuação: poder votar e ajudar a definir as prioridades da reforma política", disse o ministro da Educação, Aloizio Mercadante.

O presidente do DEM, senador José Agripino Maia (RN), estranha a pressa repentina. "É no mínimo curioso. O governo tem pressa para encontrar o caminho diversionista e fugir da crise", diz ele. O deputado Rubens Bueno, líder do novo MD (fusão do PPS com o PMN) na Câmara, defende que o Congresso elabore a reforma e a população apenas decida se aprova ou rejeita as mudanças, em bloco: "A nossa ideia básica é o Congresso Nacional votar todas essas sugestões e submetê-las a um referendo na mesma data das eleições do ano que vem", diz.

Riscos e obstáculos - A cegueira momentânea causada pelo anúncio inesperado da presidente encobre uma dificuldade técnica: o de apresentar, por plebiscito, questões para as quais a votação pode não apresentar maioria. “Basta haver três perguntas para não ser plebiscito. Imagine que, no sistema eleitoral (proporcional, distrital e distrital misto), um tipo consiga 35% dos votos, o outro 34% e o terceiro 31%. Não há formação de maioria”, alerta Reale Júnior, que considera impossível usar esse modelo de votação para um tema como a reforma política. “Não há necessidade de chamar as pessoas para definir a reforma. É uma falta de juízo”, completa Reale, reiterando que os temas em jogo são bastante complexos.

Na última quarta-feira, o ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, comparou o plebiscito proposto agora com a entrega de um “cheque em branco” aos deputados e senadores que já miram nas eleições de daqui a um ano e meio. A metáfora de Britto é uma referência à grande margem de indefinição que pode resultar da votação que se desenha. O roteiro estabelecido para os plebiscitos é, em resumo, a criação de um decreto legislativo com um terço de aprovação de uma das Casas, a discussão dos temas e das perguntas ao eleitor, a apuração e o encaminhamento da decisão ao Congresso, que deve seguir a orientação das urnas. O rito é perfeito, por exemplo, para a decisão sobre a emancipação de um município. Mas incompatível com questões como financiamento público de campanhas ou sistemas de votação. Afinal, os eleitores definirão “se” algo deve ser feito, entregando aos parlamentares a decisão sobre “como” isso será posto em prática.

“Esse processo pode resultar em uma deliberação da população no vazio”, afirma Gustavo Binenbojm, professor de Direito Administrativo e Constitucional da UERJ e do curso de pós-graduação em Direito da Fundação Getúlio Vargas.

O plebiscito de Dilma, por enquanto, está mergulhado em incertezas. “A expressão ‘reforma política’ é nesse momento um rótulo em uma caixa vazia. Ninguém sabe ao certo quais medidas serão propostas”, explica o coordenador-geral do instituto de Direito da PUC-Rio, Adriano Pillati, para quem é preciso, no mínimo, de três a quatro meses de debate sobre o tema com a população.

A saída apontada pelos especialistas para que seja assegurada a participação popular, mas de forma mais prudente, é, ao fim do processo, a realização de um referendo. Depois de o Congresso fazer o texto da reforma política, a população seria convocada às urnas para dizer sim ou não sobre uma proposta real. Tecnicamente, é possível haver o plebiscito antes e o referendo depois – apesar de não se eliminar, com isso, os problemas na origem da proposta de agora. “Existe um risco de a opção da população ser desvirtuada. Por isso, deveria haver plebiscito e referendo”, afirma Ivar A. Hartmann, professor de Direito da FGV do Rio de Janeiro.

No momento, a demanda indiscutível da população nas ruas é por uma política menos corrupta e mais voltada para o interesse público. A reforma política – necessária e que se arrasta há anos sem que haja consenso – surgiu como a tradução possível feita pelos governantes para retomar o diálogo com os brasileiros. “Há uma esperança enorme em torno da reforma política. Apesar de necessária, nenhuma reforma produz políticos melhores. O que muda os políticos é a sociedade, através do voto”, lembra Adriano Pillati.
O QUE ESTÁ EM JOGO NA REFORMA POLÍTICA
<1234567>1 de 7
Financiamento de campanha

Como é hoje: Para financiar as campanhas eleitorais, os partidos políticos podem receber recursos privados, além de doações empresariais.
Proposta: O financiamento passaria a ser público, proveniente de um fundo partidário. Assim, haveria menor influência do poder econômico nas campanhas. Outra ideia é o financiamento misto, com recursos públicos e privados. Algumas propostas defendem ainda o fim das doações empresariais — ficaria permitido apenas as doações feitas por pessoa física.
Como mudar: Projeto de lei, que deve ser aprovados por maioria simples da Câmara e do Senado, em caso de lei ordinária, ou por maioria absoluta, quando a lei é complementar.
antonio carlos guimaraes às 19:25

Nenhum comentário:
Postar um comentário
TODOS OS COMENTÁRIOS SÃO BEM VINDOS.MAS SÃO DE INTEIRA RESPONSABILIDADE DE QUEM OS ESCREVE!



Página inicial
Visualizar versão para a web

UM SER QUE CRÊ NOS VERDADEIROS PAIS

paul carridne

Visualizar meu perfil completo
Tecnologia do Blogger.


Ago 12, 2015 18:50
Kakarotto Forista VIP
Mensagens: 3525
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Set 17, 2010 1:40
 
 
paçocainvest escreveu:O que se esconde atrás do ódio ao PT?
Certos grupos prolongam as velhas elites que da Colônia até hoje continuaram antinacionais, reacionárias e achando que o povo não têm direitos.


O direito que o PT dá ao pobre é o direito ao bolsa família, que se vc depender dela, vai passar fome, e o direito a juros altíssimos e inflação alta, que destroem o poder de compra do pobre.

Ago 12, 2015 18:53
Kakarotto Forista VIP
Mensagens: 3525
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Set 17, 2010 1:40
 
 
paçocainvest escreveu:É, senhores, o Brasil não está na lona como os golpistas estão a falar pelos quatro ventos, mais uma demonstração foi essa da agencia Moodys mantendo o grau de investimento do Brasil. Percebemos que o País melhora e em breve retornaremos a ser o orgulho da nação!


Se quem pede impeachment ou pede a saida de um presidente é golpista, o PT é o mais golpista de todos, já que esteve liderando o movimento fora collor e tentou tirar o FHC. Golpistas!

Ago 12, 2015 20:35
SALCEDO Forista VIP
Mensagens: 9247
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Jun 01, 2012 21:55
 
 
Kakarotto escreveu:
paçocainvest escreveu:É, senhores, o Brasil não está na lona como os golpistas estão a falar pelos quatro ventos, mais uma demonstração foi essa da agencia Moodys mantendo o grau de investimento do Brasil. Percebemos que o País melhora e em breve retornaremos a ser o orgulho da nação!


Se quem pede impeachment ou pede a saida de um presidente é golpista, o PT é o mais golpista de todos, já que esteve liderando o movimento fora collor e tentou tirar o FHC. Golpistas!


https://www.youtube.com/watch?v=yvC3K2z ... e=youtu.be

Ago 12, 2015 22:54
Tio Marmota Forista Assíduo
Mensagens: 1416
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 04, 2015 15:54
 
 
Frajola criou um topico para ser seu adversário, kkkkkk dois bobos!!!!!!1
viewtopic.php?f=2&t=17363

Ago 12, 2015 22:57
Tio Marmota Forista Assíduo
Mensagens: 1416
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 04, 2015 15:54
 
 
Sabe qual que é a solução? A p..uu--t-a----q. Te pa...riu, kkkkkkk

Ago 14, 2015 19:47
ALMIRANTE-X Forista VIP
Mensagens: 19858
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Abr 12, 2013 16:05
 
 
CARACAS - até aqui você tá falando sozinho. Consequência de fazer parte dos 7% que ainda apoiam esses LADRÕES.

Ago 14, 2015 19:53
TUCURA13 Forista VIP
Mensagens: 15651
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Jul 03, 2013 9:40
 
 
NÃO EXISTE PALAVRA MAIS OFENSIVA DO QUE LULA !!!

Ago 14, 2015 22:07
Eterno Forista VIP
Mensagens: 9517
Re: LULA, A solução para 2018
Eterno
Registrado em:
Out 22, 2010 16:02
 
 
Ei pessoal...o cara é doente!!
Certamente trabalha pro PT (o pai dele o ensinou a ser Petista)...
Percebam os inúmeros erros dele, as diversas inverdades, o cara tá ganhando dinheiro...

CHEGOU A HORA DE DAR UM BASTA NESTE INFELIZ...
NÃO RESPONDER MAIS

Ago 14, 2015 23:33
PETRO51 Forista VIP
Mensagens: 17410
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 15, 2015 11:13
 
 

Ago 15, 2015 1:13
Tio Marmota Forista Assíduo
Mensagens: 1416
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 04, 2015 15:54
 
 
Imagem
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

Ago 15, 2015 1:17
Tio Marmota Forista Assíduo
Mensagens: 1416
vou zoar essa m..de topico q vc criou
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 04, 2015 15:54
 
 
Vou fazer o mesmo q vc faz no topico da petrobras, seu lixo!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte: 


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.
Vou fazer o mesmo q vc faz no topico da petrobras seu lixo
A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!

Ago 15, 2015 1:18
Tio Marmota Forista Assíduo
Mensagens: 1416
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 04, 2015 15:54
 
 
Vou fazer o mesmo q vc faz no topico da petrobras, seu lixo!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.
Vou fazer o mesmo q vc faz no topico da petrobras seu lixo
A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!

Ago 15, 2015 1:22
Tio Marmota Forista Assíduo
Mensagens: 1416
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 04, 2015 15:54
 
 
Vou fazer o mesmo q vc faz no topico da petrobras, seu lixo!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!
O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.

A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!!!

O povo vai fazer neste domingo o que Lula hoje qualifica de “golpe” a mobilização contra o governo Dilma Rousseff. Em 1989 ele recomendou o seguinte:


“É preciso a sociedade brasileira tê influência nas decisões. Sabe qual é a desgraça desse país? É que o povo vai dia 15 de novembro votá e depois não liga mais pra nada, fica esperando a outra eleição. O povo precisa votá, precisa cobrá, exigi, xingá, fazê protesto, passeata, manifestação. É a única forma… é a única forma de fazê a classe política entendê o povo”.
Vou fazer o mesmo q vc faz no topico da petrobras seu lixo
A recomendação feita por Lula há 26 anos será novamente seguida neste domingo. Em centenas de cidades do país e do exterior, milhões de brasileiros exigirão nas ruas o sepultamento do governo que acabou sem ter começado.

Fonte: blog Augusto nunes- revista veja

]E agora heim paçoca de m--erda, fio de uma rapariga de porta de buteco!!

Ago 15, 2015 10:40
PETRO51 Forista VIP
Mensagens: 17410
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 15, 2015 11:13
 
 

Ago 15, 2015 15:47
PETRO51 Forista VIP
Mensagens: 17410
Re: LULA, A solução para 2018
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 15, 2015 11:13
 
 
PETRO51 escreveu:http://m.zerohora.com.br/284/noticias/4825213/grampo-da-pf-mostra-telefonema-de-lula-para-executivo-da-odebrecht-diz-jornal?utm_source=Redes%2520Sociais&utm_medium=Hootsuite&utm_campaign=Hootsuite

Lula na prisão em 2018 isso sim

AnteriorPróximo

Voltar para Ações Ibovespa

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 1 visitante