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Mar 05, 2015 11:24
ldiablosl Forista Assíduo
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Duratex - DTEX3
ldiablosl
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FATO RELEVANTE

ASSINATURA DE PROPOSTA VINCULATIVA DE AQUISIÇÃO
DA DUCHA CORONA LTDA.

Duratex S.A. (“Duratex”) comunica que assinou Proposta Vinculativa de aquisição da Ducha Corona Ltda., especializada na fabricação de chuveiros e torneiras elétricas. Marca tradicional no mercado, recentemente a Corona desenvolveu uma tecnologia exclusiva, a POWER, que garante maior qualidade aos seus produtos, proporcionando economia de energia elétrica e maior aquecimento.

Esta aquisição, pelo valor de R$ 88,5 milhões, alinha-se à estratégia de crescimento da Companhia em segmentos sinérgicos aos negócios atuais e mostra continuidade da estratégia, iniciada em 2012, com a compra da Thermosystem. Com esta operação, a Duratex assume a vice-liderança no setor de chuveiros e torneiras elétricas, com capacidade para atender até 30% do mercado, com potencial sinergia industrial e comercial.

O fechamento do negócio depende da realização do processo de due diligence e somente poderá acontecer após a apreciação e referida aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE.

Lembramos que esta aquisição encontra-se alinhada ao plano estratégico Duratex 2020. Na Divisão Deca ocorreram importantes movimentos de expansão como a aquisição da unidade produtora de válvulas de bronze Mipel, da Lupatech S.A., além da aquisição da Thermosystem. No segmento de louças foi inaugurada no início de 2013 uma nova unidade em Queimados/RJ, com capacidade anual de 2,4 milhões de peças anuais, e está preparada para atender a demanda de mercado com maior eficiência. Foram, também, realizados importantes investimentos na Divisão Madeira, como a conclusão da construção de uma nova unidade de fabricação de painéis de MDF, em Itapetininga, a aquisição do controle da Tablemac S.A., empresa líder na fabricação de painéis no mercado colombiano, a aquisição, em 2014, das florestas pertencentes à Caxuana Ltda., estrategicamente localizadas no Estado de Minas Gerais, bem como a criação da Caetex Florestal S.A., joint venture com a Usina Caeté, para a formação de florestas de eucalipto no Nordeste do Brasil.

Desta forma, a Duratex reafirma sua busca pelo desenvolvimento e expansão de suas operações com geração de valor aos seus acionistas.

São Paulo (SP), 4 de março de 2015.

Mar 05, 2015 13:01
Yuri Cunha Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
Yuri Cunha
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FRAJ0L@ escreveu:18h49- Paula Barra
Duratex dispara "misteriosamente" 6% na Bolsa nesta terça; o que há por trás?
A maior parte das compras das ações da empresa foi intermediada pelo Itaú; a itaúsa, holding do banco, é a controladora da Duratex

http://defendaseudinheiro.com.br/
SÃO PAULO - As ações da Duratex (DTEX3) dispararam 'misteriosamente' no pregão desta terça-feira (3). Embora tenham apresentado alta durante toda a sessão, os papéis ganharam força mesmo nos minutos finais. Somente entre 16h15 e 17h08 (último sinal de negociação), as ações subiram 2,5%. Mas no pregão os papéis registraram ganhos de 5,74% frente ao fechamento de segunda-feira, a R$ 8,10. No radar da empresa, no entanto, não aparece nenhum notícia que justifique a alta.
http://m.infomoney.com.br/duratex/noticia/3898618/duratex-dispara-misteriosamente-bolsa-nesta-terca-que-por-tras

Imagem
O movimento chama atenção já que as ações DTEX3, normalmente, não apresentam grandes variações na Bolsa. Esse foi o melhor pregão dos papéis desde outubro de 2014, quando subiram 7,23%. Além disso, o volume financeiro foi bem expressivo: R$ 24,6 milhões, contra média diária dos últimos 21 pregões de R$ 10,6 milhões.

Apesar da falta de notícias, o que dá para observar é quem intermediou a maior parte das compras foi o Itaú, que finalizou a sessão com um saldo comprador de 796.400 papéis, bem distante do segundo colocado, a Ativa, que intermediou a compra de 193.100 ações.

Boa parte das compras realizadas via Itaú foram feitas no leilão de fechamento. Pelo Profit Chart é possível observar que o banco comprou 270,8 mil ações da empresa, a R$ 8,10, às 17h08 (horário de Brasília), o que representa 34% das compras totais realizadas pelo Itaú. Somente com essas ofertas, foram desembolsados R$ 2,193 milhões.

Embora não dê para tirar conclusões, apenas para apontar a coincidência, a Itaúsa - holding do Itaú Unibanco - é a controladora da Duratex. Procurada pela InfoMoney, a Itaúsa não respondeu a tempo da publicação dessa reportagem.



Obrigado, Frajola. Foi de grande valia esta informação.

Significa, então, que a controladora está readquirindo alguns papéis. Para mim, é mais um argumento a favor da sub-valorização atual do papel.

Abr 28, 2015 17:39
ldiablosl Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
ldiablosl
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Duratex publica o seu Relatório Anual e de Sustentabilidade 2014 baseado nas diretrizes da Global Reporting Intiative (GRI), na opção G4 - Abrangente

A Duratex publica pelo oitavo ano consecutivo seu Relatório Anual e de Sustentabilidade, de acordo com as diretrizes da Global Reporting Initiative (GRI), na opção Abrangente, seguindo as recomendações e os princípios da versão G4 de indicadores.

O conteúdo apresentado no Relatório Anual e de Sustentabilidade da Duratex está alinhado à Plataforma de Sustentabilidade, documento que formaliza o planejamento estratégico da Companhia para os próximos anos. Revisada em 2014 para ficar alinhada ao planejamento estratégico Duratex 2020, o conteúdo da plataforma é dividido em três eixos: diálogo e relacionamento; gestão e desempenho ambiental; transparência e responsabilidade nos negócios.

O processo de desenvolvimento deste relatório contou com consulta aos principais executivos e ao presidente do Conselho, que deram a sua visão de conteúdo. O documento foi uma evolução na governança da Companhia, que teve seu conteúdo validado pelo Comitê de Sustentabilidade, contribuindo para a adesão ao nível G4 e o direcionamento ao Relato Integrado, adotado neste relatório.

É importante destacar o reconhecimento que o trabalho da Duratex vem conquistando. Pelo terceiro ano consecutivo, a Companhia está listada no Dow Jones Sustainability Emerging Markets Index (DJSI) e, desde 2007, pertence à carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros (BM&FBovespa).

Abr 28, 2015 17:41
ldiablosl Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
ldiablosl
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nformamos que estão disponíveis os demonstrativos financeiros da Duratex, relativos ao período findo em 31 de março de 2015, em consonância com a Instrução CVM nº. 485/10.

A seguir, disponibilizamos o sumário executivo das informações consolidadas. Para mais detalhes, consulte a íntegra do material disponibilizado na CVM, na BM&FBOVESPA e no website corporativo da Companhia ou por meio da teleconferência a ser realizada hoje, 28 de abril de 2015.

O Ebitda ajustado e recorrente totaliza R$ 214,4 milhões, equivalente a uma retração de 10,7% comparado ao primeiro trimestre de 2014 e a uma margem de 21,4%.

O Lucro Líquido recorrente no trimestre somou R$ 68,5 milhões, resultado 20,1% inferior àquele apresentado no período imediatamente anterior. No comparativo ao 1º trimestre de 2014, o lucro líquido apresentou uma queda de 47,8%, devido à queda das margens operacionais e do aumento da despesa financeira por conta do aumento das taxas de juros.

Jun 08, 2015 15:33
TyresSmoke Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
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Alguém sabe o como/quanto o dólar pode influenciar nas cotações da Duratex?

Jun 29, 2015 19:22
ldiablosl Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
ldiablosl
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São Paulo, 29 de Junho de 2015 A Duratex S.A. (BM&FBOVESPA: DTEX3) informa a agenda de divulgação de seus resultados referentes ao segundo trimestre de 2015.

Divulgação de Resultados: Os resultados do 2°Tri 2015 estarão disponíveis nos sites da BM&F Bovespa, CVM, e no site corporativo (www.duratex.com.br/ri) na terça-feira, 28 de Julho de 2015, anterior a abertura do pregão na Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo (BM&FBOVESPA).

Teleconferência em português: 28 de Julho de 2015, terça-feira, às 10h00 (horário de Brasília).
Teleconferência em Inglês: 28 de Julho de 2015, terça-feira, às 11h00am (horário de Brasília), 10h00am (horário de NY)

Jun 29, 2015 19:35
PHODEO Forista VIP
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Re: Duratex - DTEX3
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DURATEX

A Duratex é uma empresa brasileira de capital aberto, com controle compartilhado pelo conglomerado Itaúsa – Investimentos Itaú S.A e Companhia Ligna de Investimentos. Há 60 anos no mercado, é a maior produtora de painéis de madeira industrializada, louças e metais sanitários do hemisfério sul e líder no mercado brasileiro.Toda essa força e solidez vem de um forte compromisso com o crescimento, inovação e com a construção de marcas reconhecidas e duradouras, como Durafloor, Deca e Hydra, criando produtos que contribuem para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Para saber mais sobre a Duratex, acesse o site http://www.duratex.com.br
DECA

Design, qualidade e inovação sempre foram conceitos que diferenciam a Deca ao longo de sua história, o que faz da empresa a maior fabricante de louças e metais sanitários do Hemisfério Sul e líder no mercado brasileiro, além de exportar para os 4 continentes.

Investindo constantemente em pesquisa e desenvolvimento tecnológico, a Deca se preocupa em oferecer produtos e soluções para clientes e consumidores, sempre buscando a excelência em serviço e uma gestão sustentável.

A Deca pertence à Duratex, integrante da holding Itaúsa S.A.

Conheça abaixo o caminho percorrido pela Deca desde 1947.

Década de 40

1947 – Fundação da Artefatos de Metal Deca, em 28 de outubro, pelos engenheiros Olavo Egydio Setúbal e Renato Refinetti. Instalada na Rua dos Amores, 415, em São Paulo. É a primeira empresa brasileira a fabricar pequenas peças de metal pelo sistema de fundição sob pressão, conhecido como die casting, que deu origem ao nome Deca.

Década de 50

1952 – Compra da Metalúrgica Taiar, fabricante de metais sanitários, iniciando a produção de registros de gaveta e globo de bronze e, em pequena escala, de válvulas de descarga.
1956 – Aquisição da Metalúrgica Enka, fabricante de torneiras, misturadores e chuveiros, entre outros itens.

Década de 60

1964 – Início da produção da Linha Italiana, a primeira campeã de vendas da história da Deca, que assume a liderança do mercado nesse ano.
1967 – Incorporação da Válvula Hydra, empresa sucessora da Metalúrgica Mar, fabricante das válvulas de descarga de mesmo nome. A Hydra detinha 90% do mercado de válvulas, consolidando a liderança da Deca.
1968 – Compra da Vitri – Companhia Cerâmica Jundiaiense, que produzia louças sanitárias há mais de 40 anos.
1969 – Aquisição do departamento de Válvulas Industriais da Indústria Pires Fontoura, passando a fabricar registros industriais de bronze e ferro fundido, com o nome de Válvula P.

Década de 70

1970 – É inaugurada a maior e mais moderna fundição de bronze da América Latina. Entra em funcionamento o terceiro
forno contínuo para louças, em Jundiaí.
1972 – A Deca foi incorporada à Duratex e passou a adotar esta marca nos metais e louças sanitárias fabricados por ela.
1979 – Início das operações industriais da Louças Jundiaí I, no Distrito Industrial.

Década de 80

1981 – É adquirida do Grupo Lafarge, em julho, a fábrica Louçasul, localizada em São Leopoldo (RS), que posteriormente passou a se chamar Louças São Leopoldo.
1989 – Início das operações da nova fábrica de metais sanitários (Metais Jundiaí).

Década de 90

1990 – É inaugurado o showroom dos produtos Deca na Avenida Brasil, em São Paulo.
1991 – São introduzidos os conceitos de minifábricas e de células integradas de manufaturas.
1994 – A Minifábrica de Registros de Metais São Paulo é a primeira unidade da empresa certificada pela Norma ISO 9002.
1995 – Aquisição da Piazza Hermanos, segunda maior empresa argentina do ramo de metais sanitários, que passa a se chamar Deca Piazza.
1996 – A unidade Louças São Leopoldo (RS) recebe a certificação ISO 9002, conferida pela American Bureau of Shipping (ABS). A Válvula Hydra torna-se a primeira válvula da América Latina a ser certificada pela ISO 9002. É implantado o serviço de atendimento ao consumidor 0800 – Deca.
1997 – É fundida a primeira peça da nova fábrica de louças Deca Piazza, construída no município de Pilar, próximo a Buenos Aires. Em 50 anos de atividade, a marca Deca recebe o reconhecimento por seus diferenciais: constante busca de inovação tecnológica e pela qualidade de produtos e serviços.
1998 – A divisão Deca cria o website http://www.deca.com.br. Lançamento da Linha de Apoio Deca destinada a pessoas com necessidades especiais e pessoas em idade avançada. Deca Piazza recebe a certificação ISO 9002.

Ano 2000

2000 – É criado o Programa de Uso Racional da Água, chamado PURA. É desenvolvido o site de e-comerce http://www.decanet.com.br.
2002 – A marca Hydra completa 70 anos.
2003 – Lançamento do site http://www.valvulahydra.com.br.
2004 – Nos EUA, a Deca inicia a distribuição de seus produtos e participa pela primeira vez da Feira Kitchen & Bath, a mais importante do setor.
2006 – A divisão Deca comemora os 25 anos da fábrica Louças São Leopoldo.
2007 – A marca Deca comemora 60 anos. A marca Hydra comemora 75 anos.
2008 – São adquiridas duas operações concorrentes no segmento de louças sanitárias: Ideal Standard, com fábricas em Jundiaí (SP) e Queimados (RJ), e Cerâmica Monte Carlo, localizada em Cabo de Santo Agostinho (PE). Desta forma, a Duratex passa a ser a única do setor a possuir fábricas nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste. Com estas aquisições, a divisão Deca passa a deter cerca de um terço da capacidade brasileira de produção de louças e torna-se uma das 10 maiores empresas mundiais do ramo.
2009 – São lançados os filtros Deca no maior evento do setor de Construção da América Latina, a Feicon. São apresentadas três linhas: Twin, Couple e Single.Comemoração de 20 anos da unidade de Metais Jundiaí.
2010 - A Duratex, por meio da divisão Deca, recebe o prêmio RedDot Award 2010 concedido à linha de filtros Twin, na categoria Casa e Cozinha, um dos prêmios mais significativos do mercado alemão em design. Aprovado plano de expansão para elevar a capacidade de metais de 15,6 para 18,2 milhões de peças/ano.
2011 – É adquirida a concorrente Elizabeth Louças Sanitárias e aprovado o plano de reativação/expansão de Louças Queimados, levando a divisão de louças da 7ª para a 5ª posição no mundo.
2012 – Além da compra da Metalúrgica Ipê – Mipel, fabricante de válvulas industriais, foi assinado contrato de aquisição da totalidade das quotas do capital social da Thermosystem, fabricante de chuveiros e aquecedores solares.
Foi projetada uma nova marca Deca, retrabalhando a identidade visual de forma a estar preparada para um novo contexto de mercado e explicitar o caminho que a empresa está percorrendo. O novo logotipo Deca transmite importantes atributos, como proximidade, flexibilidade, inovação e dinamismo. Traços, cores e formas representam uma nova etapa em nossa trajetória e direcionam a caminhada para o futuro.


Jul 01, 2015 20:15
ldiablosl Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
ldiablosl
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COMUNICADO AO MERCADO

ASSINATURA DO CONTRATO DE AQUISIÇÃO DA DUCHACORONA LTDA.



Duratex S.A. (“Duratex”) comunica a assinatura do contrato de aquisição da totalidade das quotas da Duchacorona Ltda., em complemento ao Fato Relevante divulgado em 04/03/2015, cuja operação foi aprovada pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica – CADE em 14/05/2015.

Esta aquisição pelo valor de R$116.250.000,00 alinha-se à estratégia de crescimento da Companhia em segmentos sinérgicos aos negócios atuais e mostra continuidade da estratégia, iniciada em 2012, com a compra da Thermosystem.

A Duratex esclarece que o valor do negócio anteriormente avaliado em R$88.500.000,00 aumentou porque o imóvel da unidade da Duchacorona Ltda. localizado em Guarulhos/SP foi incluído na aquisição.

Com esta operação, a Duratex assume a vice-liderança no setor de chuveiros e torneiras elétricas.

Desta forma, a Duratex dá mais um importante passo na direção da expansão das suas operações com geração de valor aos seus acionistas e reafirma sua confiança no crescimento do país.


São Paulo (SP), 1 de Julho de 2015.

Jul 28, 2015 10:29
ldiablosl Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
ldiablosl
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Ago 05, 2013 18:29
 
 
Informamos que estão disponíveis os demonstrativos financeiros da Duratex relativos ao período findo em 30 de junho de 2015, em consonância com a Instrução CVM nº 485/10.

A seguir, disponibilizamos o sumário executivo das informações consolidadas. Para mais detalhes, consulte a íntegra do material disponibilizado na CVM, na BM&FBovespa e no website corporativo da Companhia ou por meio da teleconferência a ser realizada hoje, 28 de julho de 2015.

O Ebitda ajustado e recorrente totalizou R$ 210,2 milhões, equivalente a uma retração de 2,0% comparado ao trimestre anterior, com uma margem de 21,8%, maior que a apresentada no 1º trimestre de 21,4%. O 1º semestre de 2015 apresentou uma retração de 5,1% no Ebitda ajustado e recorrente, com margem de 21,6% contra 23,7% do 1º semestre de 2014.

O lucro líquido recorrente no trimestre somou R$ 38,4 milhões, resultado 43,9% inferior àquele apresentado no período imediatamente anterior. No comparativo ao 2º trimestre de 2014, o lucro líquido apresentou uma queda de 34,5%. Dois fatores não caixa explicam parte dessa queda: o valor justo do ativo biológico, que foi menor em 10 milhões por conta da estabilidade do preço da madeira e pelo aumento da depreciação decorrente dos investimentos realizados até 2014; além disso, houve um aumento nas despesas financeiras decorrente principalmente do aumento da taxa de juros.

Jul 29, 2015 12:43
Yuri Cunha Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
Yuri Cunha
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Faça chuva ou faça sol, a empresa é lucrativa.

Embora o P/L tenha ficado demasiadamente alto com a queda de 42% do LL em comparação com o 1S14, já temos boas provas de que o ativo é extremamente resiliente em momentos como este.

Do ponto de vista de um acionista minoritário, eu queria muito que a empresa lançasse um programa de recompra de ações, o que, a meu ver, é bastante improvável.

Sigo posicionado e confiante, embora a cotação atual tenha se afastado do meu preço médio.

Out 15, 2015 10:15
ldiablosl Forista Assíduo
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Re: Duratex - DTEX3
ldiablosl
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FATO RELEVANTE

INCORPORAÇÃO DE SUBSIDIÁRIA INTEGRAL

Duratex S.A. (“Companhia”), maior empresa produtora de painéis de madeira industrializada, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul e líder no mercado brasileiro na produção de pisos laminados, em observância ao disposto no §4º do Artigo 157 da Lei nº 6.404/76 e das Instruções CVM nºs 358/02 e 565/15, comunica que o Conselho de Administração da Companhia aprovou, nesta data, proposta de incorporação de sua subsidiária integral DURATEX COMERCIAL EXPORTADORA S.A. (“DCE”), que será submetida à aprovação dos Acionistas na Assembleia Geral de 30 de outubro de 2015, conforme convocação a ser publicada no Diário Oficial do Estado de São Paulo e no O Estado de S. Paulo.

A DCE, sociedade detida única e exclusivamente pela Companhia, tem por atividade principal participar em outras sociedades do Conglomerado Duratex. A incorporação da DCE tem por objetivo simplificar a estrutura societária e reduzir as atividades administrativas e obrigações acessórias. Não há custos relevantes e nem riscos envolvidos nesse processo de reorganização societária.

A incorporação não implicará alteração do capital social da Companhia. Nesse sentido (i) o patrimônio líquido da DCE está integralmente refletido no patrimônio líquido da Companhia, em razão da aplicação do método de equivalência patrimonial sobre a respectiva conta de investimento; (ii) não há substituição de ações de demais sócios, nem tampouco aplicabilidade do direito de recesso aos Acionistas da Companhia; e (iii) a operação enquadra-se na hipótese prevista na alínea “b” do inciso I da Deliberação CVM nº 559/08, dispensando-se a elaboração do laudo de avaliação da DCE pelo valor de mercado de seus ativos, conforme Artigo 264 da Lei nº 6.404/76.

Para proceder à avaliação do patrimônio líquido contábil da DCE a ser incorporado pela Companhia, foi nomeada a Moore Stephens Lima Lucchesi Auditores Independentes, ad referendum da Assembleia Geral da Companhia.

Aprovada pelos Acionistas da Companhia, a incorporação será efetivada em 30.10.2015, pelo valor contábil do patrimônio líquido da DCE apurado com data-base de 31.08.2015, adotando-se todas as providências previstas na legislação em vigor.

Out 15, 2015 11:04
Palhares Forista Assíduo
Mensagens: 579
Re: Duratex - DTEX3
Palhares
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Abr 14, 2011 12:25
 
 
Alguém sabe dizer se isso traz vantagem ao minoritário ?

Out 15, 2015 17:54
FRAJOL@ Forista Assíduo
Mensagens: 1054
Re: Duratex - DTEX3
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Out 13, 2015 16:05
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BR
 
 
FRAJOL@ escreveu:tamo junto, tudo pó, WoW
Imagem
Cia Hering
BVMF: HGTX3 - 13 de out 15:13 BRT
15,70 Price decrease 0,02 (0,13%)


upp Imagem escreveu:HGTX3 - Ação ordinária - Cia.Hering

HGTX3 +5,59% HGTX3 R$ 16,05 última atualização: 17:06

Gráfico

Indicadores

Min. 15,25


Dia +5,59%


Max. 16,41


Semana +7,79%


Abert. 15,25


Mês +14,23%


Fech. 15,20


[size=200]2015 -18,31%
http://www.infomoney.com.br/ciahering-hgtx3

FUROU MME255, MAS VOLTOU, QUASE EM BULL MARKET!!

Imagem



Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



Da Reuters



Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.



O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje

bovespa hoje

mais cotações


O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.



Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.



"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.



"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.



Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Dólar sobe mais de 3% e encosta em R$ 3,90, com preocupações políticas
Moeda tem maior alta diária em mais de 4 anos e fecha a R$ 3,8935.
Na sexta-feira, dólar tinha encerrado o pregão cotado a R$ 3,7588.



Do G1, em São Paulo
Notas de dólar e real cotação moeda norte-americana (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Dólar fechou em alta de mais de 3% ante o real nesta terça-feira (13) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)



O dólar fechou em alta de mais de 3% nesta terça-feira (13), voltando a encostar em R$ 3,90, fechando a sessão com a maior alta diária em mais de quatro anos, refletindo as fortes incertezas em torno da eventual abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e o ambiente de aversão a risco nos mercados externos.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda, após ter encerrado a R$ 3,7588 na sexta-feira passada. Veja a cotação do dólar hoje.

Trata-se do maior avanço diário desde 21 de setembro de 2011, quando subiu 3,75% Na máxima da sessão, foi a R$ 3,8962.

No mês, o dólar ainda acumula queda de 1,82%. No ano, a valorização é de 46,44%.

Na semana passada, o dólar tinha acumulado queda de 4,74%, maior baixa semanal desde o fim de 2011.

Bovespa cai 4%
O cenário político conturbado e preocupações sobre a economia da China também refletiram na bolsa, que teve sua maior queda diária desde dezembro de 2014. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos.
Dólar em outubro
Veja a variação do valor de fechamento em R$

3,9655



4,0024



3,9457



3,9008



3,8429



3,8771



3,7931



3,7588



3,8935



cotação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/103,73,753,83,853,93,9544,05

Gráfico elaborado em 13/10/2015

Veja cotação do dólar ao longo do dia:


Às 9h09, subia 1,17%, a R$ 3,8031


Às 9h49, subia 1,21%, a R$ 3,8046


Às 10h09, subia 1,76%, a R$ 3,8251


Às 10h29, subia 2,24%, a R$ 3,8433


Às 11h18, subia 1,95%, a R$ 3,8322


Às 11h48, subia 1,86%, a R$ 3,8286


Às 12h48, subia 1,89%, a R$ 3,8298


Às 13h18m subia 1,92%, a R$ 3,8298


Às 14h10, subia 2,42%, a R$ 3,8496


Às 15h05, subia 2,27%, a R$ 3,8442


Às 15h40, subia 2,79%, a R$ 3,8635


Às 16h, subia 2,93%, a R$ 3,8691


Às 16h25, subia 3,23%, a R$ 3,8801

Tensão política
"O cenário local está muito nebuloso, muito incerto. Isso faz o mercado assustar", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta terça-feira liminares que, na prática, seguram momentaneamente o desenvolvimento de eventual processo de impeachment de Dilma, que ganha mais tempo em meio à intensa disputa política que trava no Congresso.

Se a decisão do STF não interfere no poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de deliberar sobre os pedidos do impeachment, na prática deixa incerto o plano da oposição de apresentar recurso em plenário para eventual rejeição de Cunha ao pedido de impeachment, como era o script elaborado pelos oposicionistas.

A perspectiva de que o Congresso deve demorar para votar os vetos presidenciais que têm impacto sobre as contas públicas também provocou apreensão entre os investidores.

"A semana começa quente em Brasília", resumiu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Cenário externo
A incerteza local somou-se ao mau humor nos mercados externos. Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O Banco Central deu continuidade nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 4,094 bilhões, ou cerca de 40%do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

Entenda o que é swap cambial, leilão de linha e venda direta



Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

Da Reuters

Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.

O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.

Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.

"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.

"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.

Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Vale tem a maior queda em 7 anos e puxa baixa de 4% da Bovespa
Bolsa caiu após 9 altas seguidas, com pressão externa e cena política.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 4%%, a 47.362 pontos.

Do G1, em São Paulo

A Bovespa fechou em forte baixa nesta terça-feira (13), seguindo o enfraquecimento dos mercados externos, enquanto permanece conturbado o quadro político no Brasil em meio a expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Ações da Petrobras e de bancos pressionaram a bolsa, mas o destaque entre as baixas ficou com a Vale, que teve sua maior desvalorização diária em 7 anos, segundo a Reuters.

A queda desta terça ocorreu após o índice fechar em alta nove vezes seguidas e, na semana passada, registrar avanço de quase 5%.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos. Veja cotação.

Esta foi a maior queda diária desde dezembro de 2014, quando, no dia 1º, a bolsa caiu 4,47%.

Já o dólar fechou em alta de 3,58%, cotado a R$ 3,8935, no maior avanço diário desde setembro de 2011.

O noticiário externo do dia reforçou a pressão de baixa, com a queda acima do esperado nas importações pela China acentuando as preocupações sobre a desaceleração do crescimento global.

Principais quedas
A Vale terminou com as ações ordinárias em baixa de 10,63%, no maior recuo em 7 anos, e os papéis preferenciais recuando 7,87%, conforme pesaram nas negociações os ajustes papéis da empresa na bolsa dos EUA e o noticiário desfavorável sobre o comércio exterior chinês, que impacta as perspectivas da mineradora.

A Petrobras fechou com queda de 7,61% nas preferenciais (ações que dão preferência na distribuição de dividendos) e de 8,12% nas ordinárias (que dão direito a voto), maiores declínios desde o final de janeiro deste ano, após os papéis da empresa recuarem em Wall Street na véspera, quando os preços do petróleo caíram 5%. Nesta sessão, eles chegaram a ensaiar uma recuperação, mas terminaram em baixa, após a Agência Internacional de Energia (IEA) reacender temores de que o mercado permanecerá com excesso de oferta.

No setor dos bancos, Itaú Unibanco despencou 5,35% e Bradesco, 5,46% - ambas registrando as maiores baixas desde dezembro de 2014 e respondendo pelo maior peso negativo no Ibovespa. O Credit Suisse cortou a recomendação dos bancos para "underperform", vendo 2016 como o mais desafiador em 15 anos para o setor.

Banco do Brasil e Santander Brasil, que também tiveram as recomendações reduzidas, caíram 8,32% e 8,9%, respectivamente. No caso de BB, foi a maior queda em quase um ano, enquanto os papéis do Santander tiveram o maior recuo diário em mais de três anos. O UBS também cortou os preços-alvos de vários bancos, enquanto o Deutsche Bank elevou a recomendação de Bradesco para "compra", citando que os riscos macroeconômicos seguem, mas que os níveis de preços são difíceis de ignorar.

A Ambev caiu de mais de 5% no final do pregão, após anúncio do acordo bilionário da SABMiller com a AB InBev. Analistas do BTG Pactual afirmaram em nota a clientes que o papel da Ambev no acordo segue indefinido. "A empresa informou que a transação será financiada por uma combinação de próprios recursos internos financeiros e nova dívida com terceiros. Mas o anúncio da transação contém comentário que não descarta a participação da empresa no acordo", escreveram os analistas, segundo a Reuters.

Cena política e China sob o foco dos investidores
Expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff também reforçam nesta terça a tendência de alta do dólar, já pressionado pelo cenário externo com preocupações sobre a China.
Bovespa em outubro
veja a variação da pontuação de fechamento
45.05945.31347.03347.59847.73548.91449.10649.33847.362pontuação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/1044k45k46k47k48k49k50k
Gráfico elaborado em 13/10/2015

A moeda norte-americana teve a maior alta diária desde setembro de 2011. O dólar encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda. Veja a cotação do dólar hoje.

"A semana passada foi bastante positiva nos mercados externos, mas o humor virou hoje com os dados da China", disse à Reuters o operador de uma corretora nacional, sob condição de anonimato, acrescentando que "a questão do impeachment vai ser o grande tema desta semana".

Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O cenário político conturbado no Brasil também pressionava o câmbio. Segundo notícias veiculadas na imprensa brasileira, a oposição deve apresentar nesta terça-feira aditamento ao pedido de impeachment de Dilma para acrescentar argumento de que o governo manteve neste ano as chamadas pedaladas fiscais que levaram à reprovação das contas de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma nova decisão liminar (provisória) nesta terça para suspender o rito definido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento aos pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pendentes de análise no Legislativo.

Mais cedo, Weber e Teori Zavascki já haviam concedido outras duas liminares, a pedido de parlamentares governistas, que impediam o andamento dos processos com base no rito definido por Cunha no final de setembro.
tópicos:

Ambev, China, Câmara, Dilma Rousseff, Economia, Eduardo Cunha, Petrobras, Supremo Tribunal Federal, Tribunal de Contas da União, Vale



Reuters

13/10/2015 08h45 - Atualizado em 13/10/2015 08h48
Ações da Ásia recuam de máxima de 2 meses após queda do petróleo
Petróleo cai em função de realização de lucros.
Índices chineses têm suporte por expectativa de estímulos.

Da Reuters

As ações asiáticas recuaram das máximas de dois meses nesta terça-feira (13) com a queda dos preços do petróleo disparada por uma realização de lucros após grandes altas, embora a diminuição das expectativas de um iminente aumento da taxa de juros dos Estados Unidos esteja dando algum suporte.
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ACOMPANHE MAIS COTAÇÕES DO MERCADO FINANCEIRO

Às 7h49 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão caía 0,97%, da máxima de dois meses alcançada na segunda-feira. Ainda assim, o índice acumulava ganho de mais de 7% até o momento no mês. O Nikkei do Japão caiu 1,1%.

Dados do comércio da China misturaram resultados positivos e negativos, com as exportações superando as expectativas mas as importações ficando aquém delas, o que não ajudou a dissipar as preocupações sobre a desaceleração do país. Ainda assim, eles aumentaram as esperanças de mais estímulos da China para apoiar os mercados.

As exportações da China caíram 3,7% em relação ao mesmo período do ano passado, menos do que a queda de 6,3% projetada por economistas em uma pesquisa da Reuters e uma queda de 5,5% em agosto. As importações, entretanto, despencaram mais de 20%.

Os preços do petróleo tiveram sua maior queda em seis semanas na segunda-feira, com os operadores realizando lucros, após a alta da semana passada para uma máxima de 11 semanas, na sequência de um relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que mostrou que seus membros continuam a impulsionar a produção de petróleo bruto apesar do persistente excesso.

O petróleo Brent na Ásia subia 0,48% a 50,10 dólares o barril, mas muito longe de uma recuperação da queda de 5,3% registrada na segunda-feira.

Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,11%, a 18.234 pontos.

Em Hong Kong, o índice HANG SENG caiu 0,57%, a 22.600 pontos.

Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,18%, a 3.293 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,08%, a 3.445 pontos.

Em Seul, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,13%, a 2.019 pontos.

Em Taiwan, o índice TAIEX registrou baixa de 0,07%, a 8.567 pontos.

Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,56%, a 2.984 pontos.

Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,57%, a 5.202 pontos.


Bolsas dos EUA fecham em leve alta; Dow Jones tem 7º avanço seguida
Dow Jones subiu 0,28%, S&P ganhou 0,13% e o Nasdaq avançou 0,17%.
Da safra de balanços, o foco da semana estará nos resultados de bancos.

Da Reuters

A alta de ações de companhias de serviços públicos compensou a queda de papéis de empresas de energia nesta segunda-feira (12), garantindo o viés positivo em Wall Street, onde investidores permaneceram nervosos com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre.

O Dow Jones subiu 0,28%, para 17.131 pontos. O S&P 500 ganhou 0,13%, para 2.017 pontos e o Nasdaq Composite avançou 0,17%, a 4.838 pontos.

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A sétima alta seguida do Dow foi guiada pelo avanço das ações da UnitedHealth Group, que subiu 2,7, para US$ 122,51.

A semana traz balanços de alguns bancos importantes dos Estados Unidos, entre outras companhias, e investidores estão olhando uma queda projetada de 4,8% nos lucros das companhias listadas no S&P 500 no terceiro trimestre, na base annual, de acordo com dados da Thomson Reuters.

A queda de 1,1% no índice de energia do S&P foi o maior peso negativo no S&P 500, com os preços do petróleo recuando 5%. Já o índice do setor de serviços públicos avançou 0,9 %.

Operadores estão "realizando lucros em alguns bons movimentos, particularmente na esteira do petróleo", disse Jim Paulsen, chefe de investimentos na Wells Capital Management. A alta nas ações de serviços de utilidade pública mostraram que "as pessoas estão ficando um pouco defensivas".

Outros analistas afirmaram que pode ser um sinal de certa forma positivo o de que não houve uma forte venda no mercado após os ganhos elevados da semana passada.

O volume da sessão, porém, foi reduzido, com o mercado de títulos fechado, assim como bancos e escritórios do governo em razão do Dia de Colombo nos Estados Unidos.

Da safra de balanços, o foco estará nos resultados de bancos nesta semana, com JPMorgan na terça-feira e Goldman Sachs, Bank of America, Wells Fargo e Citigroup nos dias seguintes.



Preços do petróleo recuam 5% com maior produção da Opep
Nos EUA, barril encerrou a US$ 47,10, em queda de 5,10%.
Brent, referência internacional, caiu 5,30%, a US$ 49,86 por barril.

Da Reuters

Os preços do petróleo caíram fortemente nesta segunda-feira, em meio a movimentos de realização de lucros após forte alta na semana passada e com um relatório mostrando que a Opep continuou aumentando a produção da commodity.

O petróleo nos EUA encerrou em baixa de 2,53 dólares ou 5,10%, a US$ 47,10 por barril, enquanto o petróleo Brent terminou em baixa de 2,79 dólares ou 5,30%, a US$ 49,86 por barril. O declínio percentual dos dois contratos futuros foi o maior desde o início de setembro.
saiba mais

Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016

"Os fundamentos não mudaram e havia forte resistência nas médias móveis de 100 dias e de 200 dias para o petróleo nos EUA, e se os preços continuarem a enfraquecer isso pode colocar mais pressão para operadores com posições longas saírem das mesmas", disse Tariq Zahir, analista da Tyche Capital Advisors, em Nova York.

Ainda repercutiu nos negócios o relatório mensal da Opep. Fontes secundárias citadas no documento disseram que o grupo bombeou 31,57 milhões de barris por dia de petróleo em setembro, 110 mil bpd acima de agosto e quase 2 milhões de bpd a mais do que sua previsão de demanda para este ano.

No mesmo relatório, a Opep elevou a previsão de demanda para o seu petróleo para 2016, enquanto reduziu a expectativa da demanda global.


Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016
Organização prevê alta de 510 mil barris por dia ante a projeção anterior.
Grupo aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado.

Do G1, em São Paulo

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetou nesta segunda-feira (12) que a demanda pelo petróleo produzido pelo grupo será maior do que inicialmente estimado, conforme sustenta a estratégia de que a queda dos preços afetará a oferta dos Estados Unidos e de outros produtos rivais, reduzindo o excesso global.

Em seu relatório mensal, a Opep calculou que a demanda mundial por seu petróleo no ano que vem fique em 30,82 milhões de barris por dia (bpd), uma alta de 510 mil bpd ante a projeção anterior.

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A previsão da Opep, se conformada, seria mais uma indicação que sua estratégia está funcionando. O grupo, no ano passado, recusou-se a impulsionar os preços e ainda aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado, destaca a Reuters.

A oferta fora da Opep deve diminuir em 130 mil bpd em 2016, de acordo com o relatório, com a produção caindo nos Estados Unidos, ex-União Soviética, África, Oriente Médio e grande parte da Europa. No mês passado, a Opep previu crescimento de 160 mil bpd.

Produção e preços
Segundo os dados divulgados no relatório, a produção total da Opep subiu em setembro em 109.200 bd em relação ao mês anterior, graças sobretudo ao aumento do Iraque (80.100 bd), Nigéria (34.600 bd), Emirados Árabes Unidos (24.300 bd) e Angola (22.000 bd).

A respeito dos preços, o relatório lembra que o barril do Brent foi vendido a uma média de US$ 47,61 no mês passado, um leve aumento em relação à média de agosto. Já o preço médio do barril nos EUA foi em setembro de US$ 45,48, US$ 2,71 a mais que em agosto, e a do barril referencial da Opep se situou em US$ 44,83, US$ 0,63 a menos que o mês anterior.

Os preços médios em 2015 destes três barris de petróleo referenciais se situam acima de US$ 50, mas ainda muito distantes da média de 2014, de US$ 106,57 o Brent, US$ 99,7 o Texas e US$ 103,78 o da Opep.

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Out 15, 2015 21:11
Yuri Cunha Forista Assíduo
Mensagens: 249
Re: Duratex - DTEX3
Yuri Cunha
Registrado em:
Fev 05, 2015 14:52
 
 
Palhares escreveu:Alguém sabe dizer se isso traz vantagem ao minoritário ?



Do ponto de vista jurídico, pouco importa o lado: se minoritário ou controlador.

O intuito dessa medida é puramente operacional: aparentemente, deverá trazer vantagens à todos nós, já que a principal justificativa dessa simplificação societária é a redução de despesas administrativas.

Out 16, 2015 17:08
Palhares Forista Assíduo
Mensagens: 579
Re: Duratex - DTEX3
Palhares
Registrado em:
Abr 14, 2011 12:25
 
 
Yuri Cunha escreveu:
Palhares escreveu:Alguém sabe dizer se isso traz vantagem ao minoritário ?



Do ponto de vista jurídico, pouco importa o lado: se minoritário ou controlador.

O intuito dessa medida é puramente operacional: aparentemente, deverá trazer vantagens à todos nós, já que a principal justificativa dessa simplificação societária é a redução de despesas administrativas.




Bom, de todo modo as cotações vêm respondendo bem.

Out 16, 2015 18:16
FRAJOL@ Forista Assíduo
Mensagens: 1054
basster avisou vendeu quebrou kkk UPP!
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Registrado em:
Out 13, 2015 16:05
Localização:
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rei,voumejá,bovespiano,mauro,vendam oibr4 , oibr3 com dignidade!
assuma o preju com um sorriso :) Imagem

estudem axiomas:

O 4º AXIOMA MENOR - Aceite as pequenas perdas com um sorriso, como fatos da vida. Conte incorrer em várias, enquanto espera um grande ganho.
Claro que aceitar uma perda com um sorriso, é um pouco demais, mas se uma operação não deu funcionar, caia fora e parta para outra.
Tente encarar as pequenas perdas, como custo das especulações.



ZZZZZzzzzzz Bom dia!
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http://defendaseudinheiro.com.br/

Miqueiros, traders Investidores e afins,...
...Kkkkk coisa mais legal no Market ver o povo comprado sem stop e falindo, então arrumam alguém ou algo pra por a culpa kkkkk
Eu si divirto muito

SimpleLife[OGP] escreveu:Imagem

Vou-me já escreveu:Minhas apostas para a semana são : OIBR4( 2,87/2,91 ) e MMXM3( 2,79 / 2,81 ). PS em 3,10 nas duas, sem stop e com adrenalina!!
OGP em 0,21... interessante o volume/n negocios.
Hoje tem FR ou não???????


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saudades?
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AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH

SIMPLE LIFE WINS!!!!!

VOLTA POKER BISPO VOU-ME JÁ RANKATOKO MELK!!!!!!!!! VOLTEM!!!!!!! AHAHAHAHAHAHA

COMPRA MAIS!!!!!!!!!!!1

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FRAJOL@ escreveu:tamo junto, tudo pó, WoW
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Cia Hering
BVMF: HGTX3 - 13 de out 15:13 BRT
15,70 Price decrease 0,02 (0,13%)


upp Imagem escreveu:HGTX3 - Ação ordinária - Cia.Hering

HGTX3 +5,59% HGTX3 R$ 16,05 última atualização: 17:06

Gráfico

Indicadores

Min. 15,25


Dia +5,59%


Max. 16,41


Semana +7,79%


Abert. 15,25


Mês +14,23%


Fech. 15,20


[size=200]2015 -18,31%
http://www.infomoney.com.br/ciahering-hgtx3

FUROU MME255, MAS VOLTOU, QUASE EM BULL MARKET!!

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Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



Da Reuters



Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.



O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.



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O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.



Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.



"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.



"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.



Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Dólar sobe mais de 3% e encosta em R$ 3,90, com preocupações políticas
Moeda tem maior alta diária em mais de 4 anos e fecha a R$ 3,8935.
Na sexta-feira, dólar tinha encerrado o pregão cotado a R$ 3,7588.



Do G1, em São Paulo
Notas de dólar e real cotação moeda norte-americana (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)
Dólar fechou em alta de mais de 3% ante o real nesta terça-feira (13) (Foto: Ricardo Moraes/Reuters)



O dólar fechou em alta de mais de 3% nesta terça-feira (13), voltando a encostar em R$ 3,90, fechando a sessão com a maior alta diária em mais de quatro anos, refletindo as fortes incertezas em torno da eventual abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff e o ambiente de aversão a risco nos mercados externos.



MERCADO FINANCEIRO
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dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

A moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda, após ter encerrado a R$ 3,7588 na sexta-feira passada. Veja a cotação do dólar hoje.

Trata-se do maior avanço diário desde 21 de setembro de 2011, quando subiu 3,75% Na máxima da sessão, foi a R$ 3,8962.

No mês, o dólar ainda acumula queda de 1,82%. No ano, a valorização é de 46,44%.

Na semana passada, o dólar tinha acumulado queda de 4,74%, maior baixa semanal desde o fim de 2011.

Bovespa cai 4%
O cenário político conturbado e preocupações sobre a economia da China também refletiram na bolsa, que teve sua maior queda diária desde dezembro de 2014. O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos.
Dólar em outubro
Veja a variação do valor de fechamento em R$

3,9655



4,0024



3,9457



3,9008



3,8429



3,8771



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3,7588



3,8935



cotação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/103,73,753,83,853,93,9544,05

Gráfico elaborado em 13/10/2015

Veja cotação do dólar ao longo do dia:


Às 9h09, subia 1,17%, a R$ 3,8031


Às 9h49, subia 1,21%, a R$ 3,8046


Às 10h09, subia 1,76%, a R$ 3,8251


Às 10h29, subia 2,24%, a R$ 3,8433


Às 11h18, subia 1,95%, a R$ 3,8322


Às 11h48, subia 1,86%, a R$ 3,8286


Às 12h48, subia 1,89%, a R$ 3,8298


Às 13h18m subia 1,92%, a R$ 3,8298


Às 14h10, subia 2,42%, a R$ 3,8496


Às 15h05, subia 2,27%, a R$ 3,8442


Às 15h40, subia 2,79%, a R$ 3,8635


Às 16h, subia 2,93%, a R$ 3,8691


Às 16h25, subia 3,23%, a R$ 3,8801

Tensão política
"O cenário local está muito nebuloso, muito incerto. Isso faz o mercado assustar", disse à Reuters o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu nesta terça-feira liminares que, na prática, seguram momentaneamente o desenvolvimento de eventual processo de impeachment de Dilma, que ganha mais tempo em meio à intensa disputa política que trava no Congresso.

Se a decisão do STF não interfere no poder do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), de deliberar sobre os pedidos do impeachment, na prática deixa incerto o plano da oposição de apresentar recurso em plenário para eventual rejeição de Cunha ao pedido de impeachment, como era o script elaborado pelos oposicionistas.

A perspectiva de que o Congresso deve demorar para votar os vetos presidenciais que têm impacto sobre as contas públicas também provocou apreensão entre os investidores.

"A semana começa quente em Brasília", resumiu o operador da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.

Cenário externo
A incerteza local somou-se ao mau humor nos mercados externos. Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O Banco Central deu continuidade nesta manhã à rolagem dos swaps cambiais que vencem em novembro, vendendo a oferta total de até 10.275 contratos, equivalentes a venda futura de dólares. Até agora, a autoridade monetária já rolou US$ 4,094 bilhões, ou cerca de 40%do lote total, que corresponde a US$ 10,278 bilhões.

Entenda o que é swap cambial, leilão de linha e venda direta



Bolsas nos EUA fecham em queda por receios com China
Dow Jones caiu 0,29%, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%.
O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

Da Reuters

Os principais índices acionários dos Estados Unidos fecharam em queda nesta terça-feira (13), com o Dow Jones interrompendo uma sequência de sete altas, devido aos renovados receios sobre a desaceleração da China e por outra rodada de forte baixa em ações de biotecnologia.

O índice Dow Jones caiu 0,29%, a 17.081 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,68%, a 2.003 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,87%, a 4.796 pontos.

MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O setor de biotecnologia liderou as perdas no S&P 500 e no Nasdaq e o índice do setor de saúde do S&P 500, com baixa de 1,2%, teve a maior queda entre os setores do S&P, seguido pelo industrial, com recuo de 1,1%. O índice de biotecnologia do Nasdaq caiu 3,2%, ampliando as perdas recentes.

Preocupações com os resultados corporativos referentes ao terceiro trimestre continuaram a pesar no mercado. A expectativaé que as empresas do S&P 500 divulguem queda de quase 5% no lucro trimestral, a maior baixa em seis anos, segundo dados da Thomson Reuters.

"Tem um pouco de nervosismo sobre os balanços que veremos ao longo das próximas duas ou três semanas", disse o gestor de carteiras da Pioneer Investment Management John Carey.

"A situação internacional continua a pesar e as commodities estavam mais fracas mais cedo. Na ausência de qualquer novo dado econômico forte ou balanços fenomenais, as pessoas terão cautela, esperando que o Fed (Federal Reserve, banco central dos EUA) decida se vai ou não aumentar a taxa de juros", disse.

Mais cedo, dados mostraram que as importações na China caíram 20% em setembro devido à fraca demanda doméstica, indicando que o crescimento da segunda maior economia do mundo está fraquejando.


Vale tem a maior queda em 7 anos e puxa baixa de 4% da Bovespa
Bolsa caiu após 9 altas seguidas, com pressão externa e cena política.
O Ibovespa, principal indicador da bolsa, caiu 4%%, a 47.362 pontos.

Do G1, em São Paulo

A Bovespa fechou em forte baixa nesta terça-feira (13), seguindo o enfraquecimento dos mercados externos, enquanto permanece conturbado o quadro político no Brasil em meio a expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Ações da Petrobras e de bancos pressionaram a bolsa, mas o destaque entre as baixas ficou com a Vale, que teve sua maior desvalorização diária em 7 anos, segundo a Reuters.

A queda desta terça ocorreu após o índice fechar em alta nove vezes seguidas e, na semana passada, registrar avanço de quase 5%.



MERCADO FINANCEIRO
Veja as cotações dos principais mercados

dólar hoje
bovespa hoje
mais cotações

O Ibovespa, principal indicador da bolsa paulista, caiu 4%, a 47.362 pontos. Veja cotação.

Esta foi a maior queda diária desde dezembro de 2014, quando, no dia 1º, a bolsa caiu 4,47%.

Já o dólar fechou em alta de 3,58%, cotado a R$ 3,8935, no maior avanço diário desde setembro de 2011.

O noticiário externo do dia reforçou a pressão de baixa, com a queda acima do esperado nas importações pela China acentuando as preocupações sobre a desaceleração do crescimento global.

Principais quedas
A Vale terminou com as ações ordinárias em baixa de 10,63%, no maior recuo em 7 anos, e os papéis preferenciais recuando 7,87%, conforme pesaram nas negociações os ajustes papéis da empresa na bolsa dos EUA e o noticiário desfavorável sobre o comércio exterior chinês, que impacta as perspectivas da mineradora.

A Petrobras fechou com queda de 7,61% nas preferenciais (ações que dão preferência na distribuição de dividendos) e de 8,12% nas ordinárias (que dão direito a voto), maiores declínios desde o final de janeiro deste ano, após os papéis da empresa recuarem em Wall Street na véspera, quando os preços do petróleo caíram 5%. Nesta sessão, eles chegaram a ensaiar uma recuperação, mas terminaram em baixa, após a Agência Internacional de Energia (IEA) reacender temores de que o mercado permanecerá com excesso de oferta.

No setor dos bancos, Itaú Unibanco despencou 5,35% e Bradesco, 5,46% - ambas registrando as maiores baixas desde dezembro de 2014 e respondendo pelo maior peso negativo no Ibovespa. O Credit Suisse cortou a recomendação dos bancos para "underperform", vendo 2016 como o mais desafiador em 15 anos para o setor.

Banco do Brasil e Santander Brasil, que também tiveram as recomendações reduzidas, caíram 8,32% e 8,9%, respectivamente. No caso de BB, foi a maior queda em quase um ano, enquanto os papéis do Santander tiveram o maior recuo diário em mais de três anos. O UBS também cortou os preços-alvos de vários bancos, enquanto o Deutsche Bank elevou a recomendação de Bradesco para "compra", citando que os riscos macroeconômicos seguem, mas que os níveis de preços são difíceis de ignorar.

A Ambev caiu de mais de 5% no final do pregão, após anúncio do acordo bilionário da SABMiller com a AB InBev. Analistas do BTG Pactual afirmaram em nota a clientes que o papel da Ambev no acordo segue indefinido. "A empresa informou que a transação será financiada por uma combinação de próprios recursos internos financeiros e nova dívida com terceiros. Mas o anúncio da transação contém comentário que não descarta a participação da empresa no acordo", escreveram os analistas, segundo a Reuters.

Cena política e China sob o foco dos investidores
Expectativas relacionadas a pedidos de abertura de processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff também reforçam nesta terça a tendência de alta do dólar, já pressionado pelo cenário externo com preocupações sobre a China.
Bovespa em outubro
veja a variação da pontuação de fechamento
45.05945.31347.03347.59847.73548.91449.10649.33847.362pontuação30/0901/1002/1005/1006/1007/1008/1009/1013/1044k45k46k47k48k49k50k
Gráfico elaborado em 13/10/2015

A moeda norte-americana teve a maior alta diária desde setembro de 2011. O dólar encerrou o dia em alta de 3,58%, cotada a R$ 3,8935 para venda. Veja a cotação do dólar hoje.

"A semana passada foi bastante positiva nos mercados externos, mas o humor virou hoje com os dados da China", disse à Reuters o operador de uma corretora nacional, sob condição de anonimato, acrescentando que "a questão do impeachment vai ser o grande tema desta semana".

Uma queda mais forte nas importações da China, importante referência para investidores em mercados emergentes, em setembro deixou economistas divididos sobre a performance do setor comercial do país, apesar de as exportações terem caído menos que o esperado.

O cenário político conturbado no Brasil também pressionava o câmbio. Segundo notícias veiculadas na imprensa brasileira, a oposição deve apresentar nesta terça-feira aditamento ao pedido de impeachment de Dilma para acrescentar argumento de que o governo manteve neste ano as chamadas pedaladas fiscais que levaram à reprovação das contas de 2014 pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), proferiu uma nova decisão liminar (provisória) nesta terça para suspender o rito definido pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), para dar andamento aos pedidos de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff pendentes de análise no Legislativo.

Mais cedo, Weber e Teori Zavascki já haviam concedido outras duas liminares, a pedido de parlamentares governistas, que impediam o andamento dos processos com base no rito definido por Cunha no final de setembro.
tópicos:

Ambev, China, Câmara, Dilma Rousseff, Economia, Eduardo Cunha, Petrobras, Supremo Tribunal Federal, Tribunal de Contas da União, Vale



Reuters

13/10/2015 08h45 - Atualizado em 13/10/2015 08h48
Ações da Ásia recuam de máxima de 2 meses após queda do petróleo
Petróleo cai em função de realização de lucros.
Índices chineses têm suporte por expectativa de estímulos.

Da Reuters

As ações asiáticas recuaram das máximas de dois meses nesta terça-feira (13) com a queda dos preços do petróleo disparada por uma realização de lucros após grandes altas, embora a diminuição das expectativas de um iminente aumento da taxa de juros dos Estados Unidos esteja dando algum suporte.
saiba mais

ACOMPANHE MAIS COTAÇÕES DO MERCADO FINANCEIRO

Às 7h49 (horário de Brasília), o índice MSCI que reúne ações da região Ásia-Pacífico com exceção do Japão caía 0,97%, da máxima de dois meses alcançada na segunda-feira. Ainda assim, o índice acumulava ganho de mais de 7% até o momento no mês. O Nikkei do Japão caiu 1,1%.

Dados do comércio da China misturaram resultados positivos e negativos, com as exportações superando as expectativas mas as importações ficando aquém delas, o que não ajudou a dissipar as preocupações sobre a desaceleração do país. Ainda assim, eles aumentaram as esperanças de mais estímulos da China para apoiar os mercados.

As exportações da China caíram 3,7% em relação ao mesmo período do ano passado, menos do que a queda de 6,3% projetada por economistas em uma pesquisa da Reuters e uma queda de 5,5% em agosto. As importações, entretanto, despencaram mais de 20%.

Os preços do petróleo tiveram sua maior queda em seis semanas na segunda-feira, com os operadores realizando lucros, após a alta da semana passada para uma máxima de 11 semanas, na sequência de um relatório da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) que mostrou que seus membros continuam a impulsionar a produção de petróleo bruto apesar do persistente excesso.

O petróleo Brent na Ásia subia 0,48% a 50,10 dólares o barril, mas muito longe de uma recuperação da queda de 5,3% registrada na segunda-feira.

Em Tóquio, o índice Nikkei recuou 1,11%, a 18.234 pontos.

Em Hong Kong, o índice HANG SENG caiu 0,57%, a 22.600 pontos.

Em Xangai, o índice SSEC ganhou 0,18%, a 3.293 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,08%, a 3.445 pontos.

Em Seul, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,13%, a 2.019 pontos.

Em Taiwan, o índice TAIEX registrou baixa de 0,07%, a 8.567 pontos.

Em Cingapura, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 1,56%, a 2.984 pontos.

Em Sydney, o índice S&P/ASX 200 recuou 0,57%, a 5.202 pontos.


Bolsas dos EUA fecham em leve alta; Dow Jones tem 7º avanço seguida
Dow Jones subiu 0,28%, S&P ganhou 0,13% e o Nasdaq avançou 0,17%.
Da safra de balanços, o foco da semana estará nos resultados de bancos.

Da Reuters

A alta de ações de companhias de serviços públicos compensou a queda de papéis de empresas de energia nesta segunda-feira (12), garantindo o viés positivo em Wall Street, onde investidores permaneceram nervosos com a temporada de resultados corporativos do terceiro trimestre.

O Dow Jones subiu 0,28%, para 17.131 pontos. O S&P 500 ganhou 0,13%, para 2.017 pontos e o Nasdaq Composite avançou 0,17%, a 4.838 pontos.

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A sétima alta seguida do Dow foi guiada pelo avanço das ações da UnitedHealth Group, que subiu 2,7, para US$ 122,51.

A semana traz balanços de alguns bancos importantes dos Estados Unidos, entre outras companhias, e investidores estão olhando uma queda projetada de 4,8% nos lucros das companhias listadas no S&P 500 no terceiro trimestre, na base annual, de acordo com dados da Thomson Reuters.

A queda de 1,1% no índice de energia do S&P foi o maior peso negativo no S&P 500, com os preços do petróleo recuando 5%. Já o índice do setor de serviços públicos avançou 0,9 %.

Operadores estão "realizando lucros em alguns bons movimentos, particularmente na esteira do petróleo", disse Jim Paulsen, chefe de investimentos na Wells Capital Management. A alta nas ações de serviços de utilidade pública mostraram que "as pessoas estão ficando um pouco defensivas".

Outros analistas afirmaram que pode ser um sinal de certa forma positivo o de que não houve uma forte venda no mercado após os ganhos elevados da semana passada.

O volume da sessão, porém, foi reduzido, com o mercado de títulos fechado, assim como bancos e escritórios do governo em razão do Dia de Colombo nos Estados Unidos.

Da safra de balanços, o foco estará nos resultados de bancos nesta semana, com JPMorgan na terça-feira e Goldman Sachs, Bank of America, Wells Fargo e Citigroup nos dias seguintes.



Preços do petróleo recuam 5% com maior produção da Opep
Nos EUA, barril encerrou a US$ 47,10, em queda de 5,10%.
Brent, referência internacional, caiu 5,30%, a US$ 49,86 por barril.

Da Reuters

Os preços do petróleo caíram fortemente nesta segunda-feira, em meio a movimentos de realização de lucros após forte alta na semana passada e com um relatório mostrando que a Opep continuou aumentando a produção da commodity.

O petróleo nos EUA encerrou em baixa de 2,53 dólares ou 5,10%, a US$ 47,10 por barril, enquanto o petróleo Brent terminou em baixa de 2,79 dólares ou 5,30%, a US$ 49,86 por barril. O declínio percentual dos dois contratos futuros foi o maior desde o início de setembro.
saiba mais

Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016

"Os fundamentos não mudaram e havia forte resistência nas médias móveis de 100 dias e de 200 dias para o petróleo nos EUA, e se os preços continuarem a enfraquecer isso pode colocar mais pressão para operadores com posições longas saírem das mesmas", disse Tariq Zahir, analista da Tyche Capital Advisors, em Nova York.

Ainda repercutiu nos negócios o relatório mensal da Opep. Fontes secundárias citadas no documento disseram que o grupo bombeou 31,57 milhões de barris por dia de petróleo em setembro, 110 mil bpd acima de agosto e quase 2 milhões de bpd a mais do que sua previsão de demanda para este ano.

No mesmo relatório, a Opep elevou a previsão de demanda para o seu petróleo para 2016, enquanto reduziu a expectativa da demanda global.


Opep eleva previsão de demanda para seu petróleo em 2016
Organização prevê alta de 510 mil barris por dia ante a projeção anterior.
Grupo aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado.

Do G1, em São Paulo

A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) projetou nesta segunda-feira (12) que a demanda pelo petróleo produzido pelo grupo será maior do que inicialmente estimado, conforme sustenta a estratégia de que a queda dos preços afetará a oferta dos Estados Unidos e de outros produtos rivais, reduzindo o excesso global.

Em seu relatório mensal, a Opep calculou que a demanda mundial por seu petróleo no ano que vem fique em 30,82 milhões de barris por dia (bpd), uma alta de 510 mil bpd ante a projeção anterior.

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A previsão da Opep, se conformada, seria mais uma indicação que sua estratégia está funcionando. O grupo, no ano passado, recusou-se a impulsionar os preços e ainda aumentou a produção a fim de elevar sua participação no mercado, destaca a Reuters.

A oferta fora da Opep deve diminuir em 130 mil bpd em 2016, de acordo com o relatório, com a produção caindo nos Estados Unidos, ex-União Soviética, África, Oriente Médio e grande parte da Europa. No mês passado, a Opep previu crescimento de 160 mil bpd.

Produção e preços
Segundo os dados divulgados no relatório, a produção total da Opep subiu em setembro em 109.200 bd em relação ao mês anterior, graças sobretudo ao aumento do Iraque (80.100 bd), Nigéria (34.600 bd), Emirados Árabes Unidos (24.300 bd) e Angola (22.000 bd).

A respeito dos preços, o relatório lembra que o barril do Brent foi vendido a uma média de US$ 47,61 no mês passado, um leve aumento em relação à média de agosto. Já o preço médio do barril nos EUA foi em setembro de US$ 45,48, US$ 2,71 a mais que em agosto, e a do barril referencial da Opep se situou em US$ 44,83, US$ 0,63 a menos que o mês anterior.

Os preços médios em 2015 destes três barris de petróleo referenciais se situam acima de US$ 50, mas ainda muito distantes da média de 2014, de US$ 106,57 o Brent, US$ 99,7 o Texas e US$ 103,78 o da Opep.

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Nov 08, 2015 14:52
pitágoras Forista VIP
Mensagens: 2793
Re: Duratex - DTEX3
pitágoras
Registrado em:
Out 20, 2015 21:54
 
 
Palhares escreveu:Alguém sabe dizer se isso traz vantagem ao minoritário ?




Notícia neutra. Mudança apenas administrativa, sem emissões de ações. Tudo fica na mesma. Tenho vontade de comprar algumas ações. Fez um fundo e voltou a repicar, estou esperando um novo fundo.

Fev 15, 2016 19:36
pitágoras Forista VIP
Mensagens: 2793
Re: Duratex - DTEX3
pitágoras
Registrado em:
Out 20, 2015 21:54
 
 
Nuvens negras agora pairam sobre a Duratex, hoje saiu o resultado do 4T15 com o lucro líquido a cair 39,7%, ano a ano, ou R$54,36 milhões. A Receita ficou em R$ 955 milhões, queda anual de 8,2%. O Brasil vive a sua Mãe das Crises no meu entendimento, e se mesmo assim a empresa ainda teve lucro é um sinal de resistência no caos econômico. Desta arte, podemos até dizer que o resultado foi razoável dentro desta conjuntura, pelo menos não teve prejuízos. Outro fato interessante foi a alavancagem que subiu de 1,81 para 2,21 na comparação anual, até 2,5 é razoável. Esta análise fundamentalista já é passado e o que temos que pensar é o futuro e o futuro que é o 1T16 promete, na atual conjuntara do pega pra capar na República das Bananas, outros resultados péssimos. Hoje o ativo encerrou em R$ 5,71 com alta de 3,81%. Acompanhemos. Será que aqui também vai centavear?
Editado pela última vez por pitágoras em Mai 26, 2016 14:13, em um total de 1 vez.

Fev 15, 2016 19:41
pitágoras Forista VIP
Mensagens: 2793
Re: Duratex - DTEX3
pitágoras
Registrado em:
Out 20, 2015 21:54
 
 
Quando falei em comprar imaginava que as coisas não ficariam tão feias como ficaram neste começo de 2016. Previsão de recuo do PIB de mais de 5% no primeiro trimestre de 2016, isto é dantesco...e afetará a Duratex...

Mar 18, 2016 17:54
TyresSmoke Forista Assíduo
Mensagens: 1302
Re: Duratex - DTEX3
Avatar do usuário
Registrado em:
Jan 22, 2015 10:06
 
 
http://www.infomoney.com.br/mercados/ac ... lhoes-hoje

DTEX3 Fora do índice... achei sacanagem...

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