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Abr 28, 2009 19:09
VICZ Estreante
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Log-in Logistica Intermodal S.A. - LOGN3
VICZ
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Martelo invertido no topo rompido...boas chances de uma subida...stop curtinho.

Abr 28, 2009 19:22
VICZ Estreante
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VICZ
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A hora é agora no after...amanha já abre em gap de alta.
Papel andou muito bem na casa dos 7,40...essa queda foi um unico cara que jogou o pepl pra baixo.

Abr 28, 2009 19:31
VICZ Estreante
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VICZ
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Muito bom !!!

Vale nega projeção de corte de 25% em sua produção de minério de ferro em 2009.

Fev 12, 2011 12:36
Kersten Forista Assíduo
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Log-in logística
Kersten
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Mais uma empresa desprezada pelo mercado... Vai monopolizar o serviço de cabotagem no Brasil, colocando mais 6 navios em operação até 2014 (dois previstos ainda neste ano), sendo quatro porta-conteiners (com capacidade de 2800 T, ou, 2800 caminhões). Será uma das empresas mais beneficiadas com o boom de infraestrutura no Brasil, surfando como ninguém na onda da década de ouro brasileira. Possui, além de navios, projetos para novos terminais de carga, associações com outras companhias (como a Log.Star), contratos de logística intermodal com diversas companhias (como a Braskem) e é muito bem administrada (a Vale é a controladora). Formei posição no papel a R$ 6,16 e antes dos R$ 40,00 não vendo minha participação.

Segue notícia publicada neste mês:


6/2/2011

Log.Star intensifica operações de carga geral

Multimodalidade


Joint entre Log-In e TBS amplia leque de opções da navegação nacional.

A Log.Star Navegação S.A. anunciou que pretende incrementar a participação na cabotagem brasileira. Parceria entre Log-In Logística Intermodal S.A. e TBS International, a companhia tem "forte interesse em expandir no setor de carga de projeto", segundo o diretor Christian Silva, também diretor da TBS no Brasil.

O crescimento da economia interna do Brasil e a grande gama de projetos de infraestrutura - causada pela exploração do Pré-sal e os investimentos da Copa do Mundo - favorecem o incremento da participação da navegação interna na matriz modal do País. Impulsionada por essa maré de desenvolvimento, a Log.Star pretende aumentar também a utilização do transporte de carga geral na cabotagem.

A joint venture surgiu em dezembro de 2009 com o intuito de transportar granéis, breakbulk, cargas superdimensionadas e carga geral, além de equipamentos offshore e energia ao longo da costa brasileira, Mercosul e demais rotas comerciais que possam utilizar navios de bandeira brasileira. Desta forma, a Log.Star efetuou o embarque de cerca de 65 mil toneladas de canos do Porto de Angra dos Reis (RJ) para o projeto da Bacia de Tupi.

Desde novembro do ano passado a companhia concentra viagens da região Nordeste para Sudeste e Sul, com carregamentos de equipamento eólico em Suape (PE) para Imbituba (SC). Além disso, a Log.Star realizou recentemente o transporte da draga utilizada para obras de aprofundamento do PND (Plano Nacional de Dragagem), do Porto de Salvador (BA) para Itaguaí (RJ).

Atualmente a empresa possui três navios: Angra Star (ex-Log-In Belem), Jari Star (ex-Log-In Manaus) - ambos construídos em 1994 - e Recife Star (ex-Log-In Macau), construído em 1998. Todos as unidades são navios multipropósito tweendeckers com cerca de 1.300 tons de capacidade, desenvolvidos pelo estaleiro EISA."

__________


CARTEIRA: BAUH4 - MRSL4 - BSLI4 - CEBR5 - MGEL4 - PATI4 - BDLL4 - LOGN3 - FRIO3 -CMGR4 - JHSF3

Fev 12, 2011 20:20
Claudio66 Forista VIP
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A principal atividade da Log In é a movimentação de contêineres no Terminal de Vila Vleha (TVV) no ES. Boa parte desta atividade se refere à importação. Há muita importação pelo ES porque o estado dá um benefício fiscal na importação, através do FUNDAP. Sem entrar a fundo no assunto, o custo de importação cai drasticamente se a importação é feita pelo ES e não pelo RJ, PR ou SP.
Agora o governo federal quer acabar com esta bocada do FUNDAP. Isto vai derrubar o faturamento da Log In. É bom levarem isto em consideração nas avaliações da empresa.

Fev 13, 2011 9:27
Kersten Forista Assíduo
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Log-in
Kersten
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Não concordo que o TVV seja o principal negócio da empresa.
A cada ano que passa, o Terminal de Vila Velha perde importância nos negócios da companhia. Para se ter uma idéia, no 3 TRI de 2008 a receita líquida do Terminal foi de R$ 34mi e a de navegação costeira, R$ 68mi. Já no 3TRI de 2010 a proporção foi completamente diversa: R$ 40 mi para Vila Velha, R$ 118mi para navegação. Isso que grande parte dos navios são afretados. O fato é que, até 2013, a Log-in terá mais 6 navios próprios em operação (com opção de adquirir o sétimo), o que importará num crescimento substancial do negócio de cabotagem, com a consequente redução de custos. No âmbito do negócio de movimentação de conteiners, existe um plano de expansão, justamente para diminuir sua dependência do TVV nessa área: estão previstos investimentos para construção de um porto no Estado do Amazonas e a exploração de outro porto na Bahia, em conjunto com a Braskem. Em síntese: em mais três anos, os resultados do TVV não terão a importância que têm hoje.

Fev 14, 2011 17:35
Felipe.sh Forista Assíduo
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Ate' meados de 2009 eu acompanhava LOGN3 - desde seu IPO em 2007.
Foi uma decepção. Eu devia ter "flipado"; enfim...

Certa vez, comentaram que essa ai' era um abacaxi que a Vale havia se livrado... e parece que e' verdade.

E'... difícil para eu enxergar com outros olhos. Se der vontade, irei olhar seus balanços desde início de 2009.

Fev 22, 2011 12:49
Kersten Forista Assíduo
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AE - Agencia Estado
SÃO PAULO - A partir do mês de abril, a Log-In Logística Intermodal passa a escalar o Porto de Itajaí, em Santa Catarina, através do terminal Teconvi. Com a nova configuração, o porto de Imbituba, também em Santa Catarina, será descontinuado pelo Serviço Amazonas.


De acordo com a empresa, a mudança pretende oferecer a solução logística mais eficiente e completa aos clientes, pelo fato de o Porto de Itajaí possuir uma Estação Aduaneira de Interior (porto seco) alfandegada.

Segundo a Log-In, o porto de Itajaí está integrado a todo o estado de Santa Catarina através das ferrovias BR-101 e BR-470. No Estado de Santa Catarina, a Log-In ainda escala o porto de São Francisco do Sul, pelo Serviço Atlântico Sul, que integra os principais portos do Brasil à Argentina e Uruguai com escalas semanais.

Mar 02, 2011 9:46
Kersten Forista Assíduo
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Kersten
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Saiu o resultado: o Lucro do 4Tri foi de R$ 7,5 mi (anual de R$ 18mi). É importante consignar que a empresa, no futuro, aumentará suas margens com a alocação dos 7 novos navios, pois reduzirá custos com afretamento. Sempre procuro analisar os resultados da Log-in como se fosse uma empresa X; afinal, o grande racional por trás da empresa está no investimento bilionário para aquisição dos navios - último deles com entrega prevista para 2013. O que mais me animou no resultado foi a constatação, por parte dos gestores, de que sempre que se ampliou a oferta nos serviços de cabotagem houve demanda, o que se traduziu na evolução forte dos números (vide abaixo); isso porque o modal hidroviário é bem mais competitivo que o rodoviário; logo, certamente os novos navios deverão operar com capacidade máxima, o que deverá alavancar os resultados da companhia, em vista do incremento da oferta de serviços, faturamento e, principalmente, margens. O único problema é que o retorno em Log-in demanda tempo para absorção e maturação dos investimentos; a empresa atingirá seu ápice operacional em 2014/2015 (pré-olimpiada), com expectativa de lucros sólidos e robustos - e respectivo reflexo no preço de suas ações. Até lá é ter paciência. Enfim, investimento para LP mesmo (tipo 5-6 anos). É o meu perfil...

A Companhia alcançou recorde em volumes de contêineres na Navegação Costeira
A Log-In conquistou novos clientes, desenvolveu soluções intermodais, explorou novas rotas e novos mercados, o que se traduziu em volume recorde de contêineres movimentados em todos os segmentos da Navegação – cabotagem, mercosul e feeder, e consequentemente, em ganhos de market share sobre o modal rodoviário.
Maior faturamento de sua história
A Navegação Costeira foi o grande destaque no crescimento de receita da Log-In no ano de 2010, atingindo crescimento de 71%, de R$ 273 milhões em 2009 para R$ 468 milhões. A movimentação de contêineres cresceu cerca de R$ 80 milhões. Em 2010, a Log-In iniciou as operações de um dos maiores contratos dedicados de transporte de granéis na América do Sul, para a movimentação de minério de bauxita para a Alunorte, proporcionando um incremento significativo das receitas da Companhia. O TVV apresentou crescimento em todas as linhas de receitas (movimentação de contêineres, carga geral e serviços acessórios), com destaque especial para o crescimento de 86% na receita obtida com carga geral. Verificou-se redução da participação dos Serviços de Logística nas receitas em 2010, que teve como principal fator a desmobilização da rota ferroviária São Paulo- Bahia.

Performance operacional ascendente
O EBITDA alcançou R$ 74 milhões, quase quatro vezes a geração de caixa obtida em 2009, e a margem EBITDA foi de 11,9%: o melhor resultado na história da Log-In.

Mar 02, 2011 12:27
Kersten Forista Assíduo
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Kersten
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Tomando-se em conta a abertura dos negócios, o mercado também gostou do resultado!! :D :D

Mar 11, 2011 9:46
Kersten Forista Assíduo
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Log-In investe no transporte entre portos
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Noticiário cotidiano - Navegação
Sex, 11 de Março de 2011 08:20
Navegação: Objetivo é crescer na distribuição da carga importada que precisa ser entregue em vários pontos do litoral

A chegada neste ano de navios com capacidade superior a 7 mil Teus (contêiner de 20 pés) irá impulsionar o já aquecido mercado da navegação "feeder". Nele, embarcações menores distribuem a carga dos grandes navios de longo curso, que, por serem de maior dimensão, tendem a atracar apenas nos chamados hub ports, os portos concentradores.

A avaliação é do diretor comercial da Log-In Intermodal, Fábio Siccherino. Especializada em navegação, operação portuária e serviços logísticos, a empresa mais que dobrou a movimentação de contêineres feeder no ano passado, chegando a 32,3 mil Teus operados. O resultado levou a um crescimento de 8,5 pontos percentuais na representatividade do feeder na navegação costeira da Log-In, que fechou o exercício em 159,9 mil Teus. Além do serviço feeder, compõem o braço de transporte marítimo da empresa a cabotagem (transporte de cargas com origem e destino no país) e o serviço Mercosul, que escala países do bloco econômico.

Armadores de longo curso como a Hamburg Süd, Maersk Line e CSAV já anunciaram que irão empregar mais e maiores porta-contêineres nos tráfegos com o Brasil neste ano. Essas embarcações tendem a concentrar as atracações em portos-chave, de onde a carga será redirecionada para demais pontos. "Navios maiores não escalam muitos portos. Primeiro, por uma questão de congestionamento; segundo, porque precisam manter o schedule (cronograma) da embarcação para continuar o ciclo. Só que, pelas condições continentais do Brasil, o consumidor fica espalhado pela costa. Daí a necessidade de um serviço como o feeder", diz Siccherino.

A modalidade deve crescer tanto em volumes absolutos como em participação, diz o executivo, que prefere não fazer projeções - a Log-In tem capital aberto. Questionado se a empresa estuda destacar embarcações exclusivamente para o segmento, Siccherino diz que sim. Hoje, dois porta-contêineres (Log-In Rio e Log-In Santos, ambos com capacidade nominal para 1.254 Teus) cumprem rotas consideradas mais favoráveis para captar esse tipo de mercadoria, basicamente entre Santos (SP) e Suape (PE). "São trechos mais curtos, que atendem armadores que realizam importação ou exportação. Analisando o mix dos navios, eles já levam mais carga feeder do que de cabotagem. A mudança de perfil do navio deverá ocorrer conforme a demanda."

A Log-In está com um programa de construção naval no Brasil que permite o afretamento de embarcações durante o período de obras. Neste ano entrarão na rotação o Log-In Jacarandá e o Jatobá, com capacidade nominal para 2.800 Teus. O investimento em cada um é de aproximadamente R$ 140 milhões. São os dois primeiros a serem entregues do pacote de cinco porta-contêineres e dois graneleiros contratados pela empresa.

Outra aposta da Log-In é no aumento da cabotagem, cujos volumes cresceram 20% sobre 2009, chegando a 68 mil Teus. Siccherino pontua como oportunidades para a cabotagem o avanço das economias do Norte e Nordeste, que têm crescido até 8%, e o ingresso de mais gente na classe C. Hoje, destaca, muito mais pessoas consomem alimentos e bebidas, itens de higiene e limpeza, e eletroeletrônicos - notadamente, as mercadorias que mais crescem na cabotagem. "Em 2003, de toda a venda de eletroeletrônicos no Brasil, 27% estava na classe C. Hoje, são 45%", afirma o executivo.

Mas ainda há muito mercado para ganhar. Para que a cabotagem seja eficiente a ponto de o dono da carga migrar do transporte terrestre para o marítimo, a distância entre origem e destino deve ser superior a 1,5 mil quilômetros e o centro consumidor precisar estar próximo ao porto.

Levantamento elaborado pela empresa junto a uma consultoria estima que os armadores brasileiros de cabotagem transportaram em 2010 apenas 29% de seu universo potencial. "Há espaço para triplicar essa participação", diz.

Para chegar ao percentual, o estudo levou em conta a movimentação de 1,2 bilhão de toneladas pelas rodovias. Excluindo o transporte de granéis, os fluxos intraestaduais e entre estados não competitivos para o modal marítimo, cerca de 36 milhões de toneladas com o perfil para cabotagem foram transportadas por carretas. Transformado em contêineres, o montante corresponde a 2,2 milhões de Teus. Retirando deste universo ainda as cargas distantes dos portos, as pequenas empresas sem regularidade de embarque e o segmento de mercadorias fracionadas, o universo potencial da cabotagem em 2010 correspondeu a 1,2 milhão de Teus.

Ipsis Litteris

O termo navegação costeira refere-se a três tipos de serviço do transporte marítimo. Um deles é o feeder, transporte que alimenta os principais tráfegos internacionais, movimentando cargas entre os pequenos e os grandes portos de um mesmo país. A carga chega do exterior em um grande porto, como Santos, e depois é levada por navios menores aos diversos portos de pequeno e médio porte.

Existe também a cabotagem, a navegação doméstica na qual a carga não sai do país, consistindo em uma espécie de "rodovia marítima" entre os portos nacionais. Nesse caso não existe relação com o exterior.

E, por fim, o serviço Mercosul, também denominado longa cabotagem. Nele, a transporte marítimo envolve mais de um país. Por exemplo, uma embarcação que recebeu mercadorias no porto de Manaus escala o Rio de Janeiro, Santos, Rio Grande, Buenos Aires e Montevidéu.

Fonte: Valor Econômico/Fernanda Pires | Para o Valor, de Santos

Ago 19, 2011 10:13
Kersten Forista Assíduo
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Kersten
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Vale estuda vender participação na empresa de cabotagem Log-In
Francisco Góes, Vera Saavedra Durão e Denise Carvalho | Do Rio e de São Paulo
19/08/2011
A Vale estuda se desfazer das ações que detém na Log-In, empresa da área de navegação de cabotagem na qual a mineradora tem 31,31% do capital. Essa participação equivale a cerca de R$ 190 milhões considerando-se o valor de mercado da empresa ontem, de R$ 604,4 milhões. A decisão sobre uma possível venda dessa participação acionária ainda não foi tomada, mas a análise coincide com o projeto da Vale de criar uma nova empresa para o setor de logística.



Sócios,

Não sei qual vai ser a percepção do mercado, mas, ao meu ver, essa notícia é muito positiva para a empresa!
Na prática, os negócios já estão separados há muito tempo; a saída da Vale não altera muito as coisas.

Para quem não conhece o case: no atual valor de mercado, a Log-in é negociada apenas pelo valor de mercado de seu terminal de containers em Vila Velha (EBITDA de R$ 42 milhões no 1º semestre de 2011). Os novos portos (na Bahia e Manaus), market share de cabotagem no Brasil (25%) e os 7 novos navios encomendados (1 já entrou em operação, outro entra neste tri, 2 no ano que vem e os demais em 2013 e 2014) VOCÊ LEVA DE GRAÇA.

O grande ponto positivo é: a Vale possui o controle da companhia, o que implica em prêmio às ações; o valor da negociação - ante uma precificação de mercado que não reflete nem de longe o seu valor justo - deverá pautar-se em estudos técnicos de valuation, considerados os novos ativos (navios e portos), que entrarão em operação. Isso pode significar que a Vale, agora que a LOG-IN é mais do que um projeto, possa querer vendê-la, no mínimo, pelo preço do IPO (R$ 15,00), o que implicaria um upside de 150% (tag along).

Outro aspecto: além de grupos estrangeiros (como Harburg Süd e Celsur), a aquisição do controle da Log-in pode fazer todo sentido para empresas como JSL (como forma de integração de seus modais logísticos - rodoviário e cabotagem), Triunfo, LLX ou Santos Brasil (agregando novos serviços aos terminais portuários que possuem), ou mesmo para fundos de private equity, como a Gávea ou GP, sobretudo essa última, que entrou como sócia da Batisttela no recém inaugurado porto em Santa Catarina.

O fato é: as ações, ontem, subiram mais de 1% enquanto o mercado desabou 4%.

Mais um detalhe: a Fama Investimentos, um dos mais prestigiados gestores do Brasil, possui 13% da Log-in e sabe bem no que está investindo.

Estou muito bem impressionado com a notícia: já imaginou se a LLX compra os ativos de logística da LOG-IN? O Eike vai criar a LOG-X; haverá um desdobramento das ações 1/10 e as ações da companhia, pós desdobramento, vão se multiplicar e serem negociadas a R$ 8,00!! Na "pior" da hipóteses, caso a Santos Brasil ou JLS entrem no controle, será formada uma potência no mercado de logística no Brasil!!

É esperar para ver!

Nov 12, 2012 19:05
RR_Kramer Forista Assíduo
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LOGN3 - Position - 12/11/2012
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LOGN3 - Position - 12/11/2012

12/11/2012 - Estatisticamente usando o HiLo 6 + MACD Linha para confirmar a entrada, o papel gerou 3 entradas, todas com trades positivos. Pretendo entrar no papel amanha.

Grafico no BLOG.

Nov 18, 2012 15:43
RR_Kramer Forista Assíduo
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LOGN3 - Position - 16/11/2012 - Em Andamento
16/11/2012 - Entrei no papel e agora mantenho minha posição salvo que o HiLo 6 mude e o MACD Linha também.

Grafico no BLOG - http://setuptrade.blogspot.com.br/

Nov 19, 2012 21:40
Claudio66 Forista VIP
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O resultado do 3T12 da LOGN3 veio muito acima das minhas expectativas.

O ponto é que 2/3 do EBITDA (aproximação da geração operacional de caixa) da empresa vem do TVV (Terminal de Vila Velha no Espírito Santo). Boa parte da movimentação de contêineres no ES estava ligada ao FUNDAP, um fundo de desenvolvimento que na verdade era parte de uma guerra fiscal. Simplificadamente o governo estadual emprestava para as empresas todo o ICMS de importação, praticamente sem juros e a longuíssimo prazo. Era praticamente como se houvesse isenção de ICMS na importação. (Para se ter uma ideia, valia a pena receber a carga em Santos, mandá-la por cabotagem para Vila Velha, passar na alfândega em Vila Velha e levar a mercadoria de volta para Santos.) O Congresso agiu e acabou com essa guerra fiscal. Com isso caiu muito o incentivo para realizar importações pelos portos do ES. Eu esperaria com isso que o volume de contêineres movimentados em Vila Velha despencasse.

Alguém explica essa aparente contradição?

(Outra empresa que deveria perder muito com o fim do FUNDAP é a Tegma - TGMA3 - porque movimenta muitos carros dos portos do ES para SP. Agora os carros devem passar a chegar por Santos, diminuindo o retorno no transporte rodoviário dos veículos. Mas eu ainda não analisei o resultado da TGMA3.)

Nov 24, 2012 12:07
RR_Kramer Forista Assíduo
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23/11/2012 - Em semana de feriados a movimentação não foi a esperada. Sigo no trade até o HiLo 6 virar.

http://adf.ly/FEXSJ

Dez 02, 2012 9:39
RR_Kramer Forista Assíduo
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LOGN3 - Position - 30/11/2012 - Em Andamento
30/11/2012 -Semana foi de alta, Acumulação esta no mesmo nivel do ultimo movimento de alta, e os valores esta bem abaixo, acredito que o papel deve subir até a projeção de 100% de Fibonacci apos o rompimento do triangulo.

http://adf.ly/CglcD

Dez 22, 2012 8:31
RR_Kramer Forista Assíduo
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LOGN3 - Position - 21/12/2012 - Em Andamento

21/12/2012 - Médias de 21 e de 9 seguem apontando para cima, HiLo e MACD Linha seguem altista. No entanto vou mover o stop para o candle da semana prévia, protegendo o lucro.

http://adf.ly/CglcD[/url]

Abr 03, 2013 18:17
Catch22 Forista Assíduo
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Iniciei posição no ativo hoje. :)

Abr 05, 2013 18:59
Catch22 Forista Assíduo
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FR4J0L4 escreveu:
Catch22 escreveu:Iniciei posição no ativo hoje. :)
qual motivo?
pode explanar?
grato


A Log-In Logística Intermodal (LOGN3) é a primeira e única empresa no Brasil, na área de logística, capaz de oferecer ao mercado soluções integradas para movimentação portuária e transporte de contêineres porta-a-porta, por meio marítimo, complementado pela ponta rodoviária, bem como pela armazenagem de carga através de terminais intermodais terrestres. Possui 25% de market share no país no negócio de cabotagem, sendo a segunda maior em seu ramo de atividade. Os serviços intermodais compreendem as atividades de:

1) administração e operação de um terminal portuário de contêineres: o Terminal de Vila Velha (TVV), no estado do Espírito Santo;
2) navegação costeira: transporte marítimo compreendendo portos localizados na costa brasileira, argentina e uruguaia;
3) operações de terminais terrestres intermodais de cargas próprios localizados em Uberlândia (Minas Gerais) e em Camaçari (Bahia) e de terceiros;
4) ponta rodoviária: serviço contratado para transporte rodoviário de curta distância para complementar o serviço de navegação costeira;
5) serviços de planejamento e gestão logística.

A Log-In utiliza uma extensa e integrada malha de transporte que permite atender as principais regiões do Brasil, que representam, em conjunto, 70% do PIB brasileiro, e o fluxo de comércio entre estas regiões, a Argentina e o Uruguai, nos quais incluem-se as principais empresas brasileiras e multinacionais com operações no Brasil.

A Log-In possui um plano de crescimento orgânico, iniciado na época do IPO, em 2007, que engloba investimentos de cerca de R$ 1,3 bilhão até o final deste ano. Este plano consiste na construção de 5 embarcações de grande porte e mais 2 bauxiteiros. O início da fase operacional do projeto é marcado pelo ano de 2011, quando a empresa recebeu seu primeiro navio da nova frota, e sua conclusão estimada para o final de 2014 com a entrega da última embarcação do total de sete 7 contratadas. Neste período a construção do projeto tem seu foco na conquista de mercado e aparelhamento das ferramentas de gestão dos serviços porta-a-porta no Brasil e no Mercosul. Entre os concorrentes da Log-In estão empresas que atuam no setor de transporte rodoviário, que historicamente é o principal modal de transporte de cargas no Brasil. A capacidade da Log-In de expandir sua oferta de serviços com frequência, confiabilidade e qualidade está atrelada à capacidade da companhia em aumentar sua frota de navios. A título de comparação, a capacidade dos navios em 2007 era de 4.398 TEUS, em 2011 10.700 TEUS, 2012 TEUS, e para 2015 estima-se 22.400 TEUS, portanto, de 2007 a 2015 a capacidade aumentará em 409%, sendo todos os navios da empresa, diminuindo-se as despesas com afretamento.

O primeiro bauxiteiro entrou em operação regular no dia 19 de fevereiro. Este navio foi construído para atender ao contrato de 25 anos com a Alunorte, cujas viagens são realizadas entre o Porto de Trombetas e o Porto de Vila do Conde, ambos no Estado do Pará. O contrato prevê volume de seis milhões de toneladas por ano, em condição de “take or pay”, com suas receitas dolarizadas e gatilho de gestão de oscilação das condições internacionais do preço do combustível. O segundo navio bauxiteiro possui previsão de entrada em operação no 2° semestre deste ano.

De acordo pesquisa realizada no ano passado pelo ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain), 68 empresas entre as 100 maiores do Brasil responderam que irão aumentar em 36% os volumes na cabotagem nos próximos 2 anos.

O advento da Lei n° 12.619/12, a chamada “lei do motorista”, trouxe, dentre muitas, as seguintes regulamentações: proibição de dirigirem por mais de 4 horas ininterruptas; obrigatoriedade de repouso diário de 11 horas a cada 24 horas; descanso semanal de 30 horas para o motorista empregado; descanso semanal de 30 horas para o caminhoneiro autônomo. Dessa forma, a nova regulamentação cria enorme oportunidade para captura de cargas e reforça as vantagens competitivas da cabotagem, institucionalizando a aderência dos modais de transportes em função do perfil das distâncias percorridas.

A empresa vem exercendo atualmente sua atividade através de dois navios que já foram entregues e do afretamento (aluguel) de embarcações de terceiros, que são menores e menos eficientes, acarretando em margens temporariamente baixas. À medida que os novos navios entrarem em operação e os afretados forem devolvidos, veremos um aumento substancial na rentabilidade da companhia. A título de exemplificação um navio afretado de 1400 TEUS possui um custo de R$ 29/TEU, já um navio próprio com capacidade de 2800 TEUS possui um custo de R$ 6/TEU, portanto, uma diferença por volta de 80% de redução de custos.

A alta geração de caixa no segmento do Terminal de Vila Velha deverá ser utilizada para investir em novos terminais, como o Terminal Portuário das Lajes, em Manaus.

A Log-In possui como vantagens competitivas:
a) única empresa brasileira focada na cabotagem na América do Sul;
b) o negócio da cabotagem tem perspectivas de crescimento acima do PIB para os próximos anos;
c) os investimentos feitos na manutenção e construção de navios são financiados pelo BNDES com baixas taxas de juros e prazos superiores a 20 anos.
d) os financiamentos tem seus custos muito competitivos, sem contar o beneficio do AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante), que conforme legislação vigente, em 20 anos o ressarcimento de AFRMM é superior ao investimento inicial + docagens + custos de financiamento. No caso prático, durante o período de empréstimos a empresa terá integralmente as amortizações garantidas e ainda um excedente de AFRMM estimado na ordem de R$ 800 milhões (valor a capturar por novas construções).

Em sua base acionária, 82% dos investidores estão no Brasil e 17% no exterior, em que as maiores participações são da Vale (31%), Fama Investimentos (16%), Petros (13%), Banco Fator (5%). Free float: 93% das ações em circulação. Empresa com ótima governança corporativa pertencente ao Novo Mercado.

Com relação ao valor de mercado da empresa, atualmente a cotação de suas ações reflete o valor do Terminal Portuário de Vitória, que é um negócio independente da cabotagem. Trocando em miúdos, o mercado não está precificando o negócio da cabotagem no nível de preço atual. Em outras palavras, a tese de investimento na companhia se baseia no fato de que tanto o negócio da cabotagem quanto o potencial de crescimento não estão devidamente precificados atualmente, ensejando oportunidade de compra com vistas ao potencial de eventual prosperidade da companhia para os próximos anos.

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