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Fev 02, 2010 10:10
marcolino Forista Assíduo
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SLC Agrícola - SLCE3
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Bom dia! Sou novo aqui nesse forum. Acredito que 2010 seja o ano da slce! Veja o grafico! E vamos esverdear hoje!!!!!!!!!!!!!

Fev 02, 2010 14:40
marcolino Forista Assíduo
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slce3 2010
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Acredito que 2010 seja sim o ano do agronegocio!!

O AGRONEGÓCIO A CAMINHO DO PÓDIO - POR JOSÉ OSVALDO BOZZO
De todos os setores da Economia brasileira, o agronegócio foi um dos mais afetados pela crise. Na medida em que seus principais mercados externos - Europa e Estados Unidos - puxaram o freio do consumo, os produtores nacionais sentiram o impacto da menor demanda.

O quadro só não foi pior porque o Brasil tem apostado na diversificação de seus parceiros comerciais. Conforme anunciado pelo ministro Reinhold Stephanes em 2008, a abertura de mercados inéditos e a reabertura de outros são prioridades do Ministério da Agricultura. Essa estratégia vem se mostrando eficaz e oportuna: em 2009, a Indonésia aprovou cinco frigoríficos brasileiros para exportação de carne bovina in natura, a China efetivou as importações de carne de frango e a Rússia suspendeu as barreiras técnicas que impediam a aquisição de carne bovina brasileira.

Ainda assim, outros desafios vinculados aos recentes abalos econômicos vêm afligindo os produtores. A dificuldade de acesso ao crédito, um antigo gargalo do setor, agravou-se no final de 2008 e início de 2009, quando o quadro se tornou especialmente sombrio e os bancos "fecharam as torneiras" com uma firmeza incomum.

Nesse cenário, foi muito positiva a criação das Linhas Especiais de Crédito (LEC) para apoiar a comercialização de laranja, leite de ovelha e de cabra, suínos, mel e lã de ovelha. Acessível por meio de qualquer banco que atue com crédito rural, o novo modelo de financiamento exige como garantia o objeto da operação (laranja, leite de cabra, lã de ovelha etc.). Cooperativas, beneficiadores e agroindústrias devem comprovar o pagamento ao produtor de, no mínimo, o valor do preço de referência estabelecido para o objeto da operação. O fato de não serem burocratizadas e prescindirem da apresentação de avalistas torna as LEC extremamente convidativas.

Também foi positivo o fato de o Banco do Brasil ter alocado, por meio do Plano Safra, mais de 10 bilhões de reais no primeiro trimestre da safra 2009/2010. Segundo informações da própria instituição, foram aplicados 7,7 bilhões de reais na agricultura empresarial, o que representa um crescimento de 49% em relação ao mesmo período da safra 2008/2009. Foram 5,7 bilhões para operações de custeio, 616 milhões de reais para operações de investimento e 1,3 bilhão para comercialização. Ao Proger Rural, destinaram-se 836 milhões de reais. Outros 2,4 bilhões de reais foram reservados para a agricultura familiar.

Mas a grande notícia deste último trimestre de 2009 é a implantação da Lei 12.058, que prorroga as datas para reparcelamento e liquidação dos débitos do crédito rural. Entre as operações que tiveram o prazo de renegociação alterado, incluem-se as que se encontram inscritas em Dívida Ativa da União (DAU) e as parcelas inadimplentes da securitização.

Desse modo, o produtor rural inscrito em DAU poderá optar pelo refinanciamento até 31 de março de 2010 - uma prorrogação de meio ano em relação ao primeiro prazo, que expirou em 30 de setembro. Isso significa que as execuções fiscais e os respectivos prazos processuais ficam suspensos até a nova data-limite, as parcelas que forem inscritas até 30 de novembro deste ano poderão ser incluídas no rol de renegociações.

Para os mutuários com parcelas da securitização I e II inadimplentes não inscritas em DAU, os acordos podem ser formalizados até 30 de dezembro próximo. A lei prevê 2% de amortização, possibilidade de saldar as pendências em até 192 parcelas e exigência de liquidação integral da parcela de 2009.

As perspectivas positivas de crédito e de renegociação e os sinais de reaquecimento da economia mundial nos dão bons motivos para esperar que 2010 seja um ano de grandes conquistas. Juntos, vamos trabalhar para que a previsão da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) se concretize, e o Brasil alcance, até 2020, o posto de maior produtor rural do mundo.



*José Osvaldo Bozzo é sócio-diretor da BDO, quinta maior empresa do mundo nos segmentos de auditoria, tax e advisory.

Fev 02, 2010 15:37
Sun Tzu Forista VIP
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Ótima empresa.

A única que compro pra LP, além de Vale.

Empresa séria que, além de hedgear bem suas posições de venda de commodities (soja, milho, algodão, café), também deve se valorizar muito com as aquisições de fazendas, efetuadas nos últimos anos.

Mar 06, 2010 10:56
MGH Estreante
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MGH
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A SLC é uma boa opção, mas acho que a médio e longo prazos. Fiquei um bom tempo comprado com SLC, em fevereiro vendi a R$ 18,...., R$ no bolso. Neste momento o preço da soja e milho recuaram, o que prejudica as operações da empresa. Porém o preço do algodão no mercado internacional valorizou em torno de 16% nas últimas semanas, isso favorece as operações. Com relação as aquisições de fazendas realizadas, acho que no curto prazo o mercado já precificou essas notícias, agora a longo prazo a valorização das terras poderá ajudar na valorização das ações. Talvez o PAC2 do governo que é para ser na área de logística e agronegócio resulte em reação positiva das ações.

Até.

Mar 16, 2010 12:45
Felipe.sh Forista Assíduo
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Creio nas previsões da FAO - não e' de hoje.

Participei da IPO a R$14 e, 1 ano após, sai' a R$29.

E quero voltar... vejo-a como para longo prazo.

Out 03, 2011 14:20
Banzai10 Forista Assíduo
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Banzai10
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Esse tópico está morto, mas resolvi revive-lo. Publiquei no CBCafi a análise desta empresa. Ela vem melhorando as margens, aumentando seu lucro e patrimônio por aquisição de novas terras.

Achei interessante o case e resolvi entrar. Mesmo as empresas agicolas sendo tão dificeis de prever lucros e etc..

Estou apostando mais na valorização de suas terras e na estratégia da empresa em ter poucas dívidas e e se proteger quanto a compra adiantada de material para plantio.

O algodão esta bem valorizado, sendo a principal produção da SLC e pelo cenário mostrado no ultimo resultado parece que a demanda cresceu mais ainda e a produção parece que vai diminuir o que poderia causar mais valorização ainda.

Out 18, 2011 18:09
Banzai10 Forista Assíduo
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Banzai10
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Opa, boa alta no dia de hoje, ainda estou esperando o resultado do próximo trimestre. Se vier com lucro liquido positivo já é um bom resultado, confirmando os últimos resultados. Por enquanto está melhor do que o esperado para curto prazo.

Abr 06, 2012 23:48
Turzito Estreante
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Turzito
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Uma noticia já um pouco antiga mas não tinha visto no forum ainda. Entao aqui vai.

http://www.valor.com.br/empresas/252375 ... o-ate-2020

Abr 06, 2012 23:51
Turzito Estreante
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Turzito
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Noticia divulgada pela Valor Econ omico.

SLC Agrícola amplia as vendas diretas de algodão para China

A SLC Agrícola, uma das maiores companhias agrícolas do país, com faturamento de R$ 1 bilhão em 2011, está ampliando seus volumes de venda direta de algodão para clientes da Ásia, sobretudo empresas têxteis chinesas. Negócios em escala experimental começaram a ser realizados em 2010, foram ampliados em 2011 e devem crescer 20% em 2012, segundo o presidente da empresa, Arlindo Moura. Sem intermediários (tradings) na operação, a empresa tem obtido receita 8% superior às cotações praticadas na bolsa de Nova York.

Os volumes ainda representam menos de 10% da produção de algodão da companhia, que na última safra foi de 150 mil toneladas. "Mas têm potencial para avançar", afirmou o executivo, sem revelar metas.

A SLC Agrícola é a segunda no país a adotar a venda direta da pluma. Em 2010, produtores de médio e grande portes do Cerrado brasileiro criaram a Libero Commodities, uma trading que também "vende" o serviço de entrega da pluma "sob medida" - ou seja, exatamente nas características solicitadas pelo cliente no exterior. Na safra passada, a Libero negociou diretamente cerca de 100 mil toneladas da commodity.

Essa modalidade vem ganhando força com algodão porque, apesar de ser uma commodity, a pluma tem especificações (comprimento do fio, resistência, impureza, cor, etc) que variam muito e, se não atendidas conforme o pedido do cliente, podem atrapalhar o processo fabricação na indústria têxtil e de fiação, explica o executivo.

"Por isso, muitos clientes nos procuram para realizar essa negociação direta", conta Moura. A China, particularmente, vem buscando, em operações de venda de insumos ou compra de produtos agrícolas, reduzir o número de intermediários e se aproximar do cliente final.

Em média, 75% do que a SLC Agrícola produz de algodão segue para exportação, sendo que quase a totalidade é negociada com as tradicionais tradings de commodities, como Cargill, Louis Dreyfus, Plexus, Olam, Toyoshima, etc, conta Moura.

Em 2010, a companhia realizou o embarque experimental de 1 mil toneladas da pluma vendidas diretamente. No ano seguinte, o volume subiu para 10 mil toneladas. "E para 2012 projetamos avançar pelo menos 20%", afirmou o executivo.

O negócio vem significando o recebimento de um valor 8 centavos de dólar acima das cotações na bolsa de Nova York, que ontem fecharam a 92,70 centavos a libra-peso (contrato para julho). "Se houvesse intermediação, a margem da trading seria de 3 a 4 centavos de dólar por libra-peso", calcula Moura.

No ganho de 8 centavos na venda direta já está descontada a despesa com frete, gasto que, na negociação com tradings, não existe diretamente (está embutido na margem da trading). Antes de iniciar os embarques, conta Moura, a companhia teve que levantar o impacto do transporte no preço da commodity. "O frete da fazenda até o porto é o mais dispendioso e equivale a 8 centavos de dólar por libra-peso de algodão. Do porto no Brasil até o porto na Ásia, esse valor é de 1 centavo de dólar por libra-peso", diz o presidente da SLC.

Indústrias de fiação e têxteis da Coreia, de Taiwan e de outros mercados asiáticos também estão entre os clientes diretos da companhia. "Mas o maior, obviamente, é a China que compra metade do algodão do mundo", reforça. Ele diz que estuda estender essa modalidade de negócio a outros continentes. "Mas antes, temos uma curva de aprendizagem a percorrer", completa.

Nos últimos dois anos, o algodão representou 38% da área plantada da SLC Agrícola e é o produto com a maior margem de lucro, garante o executivo. Nesta temporada, cuja colheita iniciará em maio, a área cultivada com a pluma cresceu 10 mil hectares, de 85 mil para 95 mil hectares.

Boa parte da produção prevista já foi comercializada no ano passado. Segundo o executivo, 84% da safra já foi vendida ao preço médio de 1,01 centavo de dólar por libra-peso. Nesta safra, a empresa cultivou no total 248,3 mil hectares, dos quais 114 mil com soja, 95 mil com algodão e 35 mil com milho.

Abr 22, 2012 13:19
Turzito Estreante
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Ansioso para ver resultados do 1T2012

Preço da soja atinge nível histórico e supera marca de 2008 em MT
Preço da saca superou R$ 50 em várias cidades do estado.
Melhor desempenho foi registrado no ano de 2008.

O mercado da soja encerrou a semana em Mato Grosso com preços recordes, superando a marca de 2008 quando se configurou o melhor preço: acima de R$ 48. Fechou a sexta-feira (20) em patamares maiores de R$ 50, a exemplo de Rondonópolis (R$ 52,50) e Alto Araguaia (R$53 a R$ 53,50). Em Sorriso - maior produtor brasileiro - a saca ficou avaliada em R$ 49,50. Em Primavera do Leste, R$ 53.
Fatores como o baixo estoque mundial do produto, o preço do dólar, aliado à quebra de safra configurada no Brasil estimularam o ritmo de crescimento no preço do grão. "Nunca tivemos um estoque de passagem em nível mundo tão baixo. Cinquenta milhões de toneladas dão para um consumo em torno de 70 dias", pontuou João Birkan, diretor do Centro Grãos, da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).
Cleber Noronha, analista de mercado do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), destaca que o melhor valor registrado no estado foi em 2008, quando o preço da saca somou R$ 48,90, base Primavera do Leste. "A demanda e exclusivamente esse fator contribuiu para este aumento na safra", ponderou o especialista.

Ainda na quinta-feira (20) o preço da oleaginosa já havia dado sinais que encerraria a semana em ritmo ascendente. Em Alto Araguaia, chegou a R$ 52.
Mas o produtor rural que travou as vendas da safra de soja não deve ser beneficiado pelo aumento no preço, lembra o diretor do Centro Grãos, João Birkan.
"O problema é que a soja está toda vendida. Hoje, estamos com mais de 80% da safra 11/12 negociados. São valores interessantes, mas o produtor pode não aproveitar", comentou.
A dica é ficar de olho no mercado. As operações para a safra 2012/13 já registram alta em preços. A comercialização do próximo ciclo da oleaginosa no estado já alcançou 23,5% dos 23 milhões de toneladas esperados até o início deste mês de abril.

Mai 03, 2012 22:58
rolande80 Forista VIP
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rolande80
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Lucro Líquido de R$33.160 mil no 1T12, aumento de
48,2% sobre o 1T11
Porto Alegre, 03 de maio de 2012 – SLC AGRÍCOLA S.A. (Bovespa: SLCE3; ADR: SLCJY;
Bloomberg: SLCE3BZ; Reuters: SLCE3.SA), uma das maiores proprietárias de terras do Brasil e
uma das maiores produtoras agrícolas brasileiras em termos de área cultivada de algodão, soja e
milho, apresenta hoje seus resultados do primeiro trimestre de 2012. As informações financeiras e
operacionais a seguir são apresentadas de acordo com as normas internacionais de Contabilidade
(International Financial Reporting Standards – IFRS). As informações foram elaboradas em base
consolidada e estão apresentadas em milhares de reais, exceto quando indicado o contrário.
Destaques de 1T12
(R$ mil) 2010 2011 AH 1T11 1T12 AH
Receita líquida 888.713 1.005.640 13,2% 196.277 324.814 65,5%
Lucro bruto 219.704 365.788 66,5% 74.736 103.969 39,1%
Margem bruta 24,7% 36,4% 11,7 p.p 38,1% 32,0% -6,1p.p
Resultado operacional 83.892 241.179 187,5% 34.197 56.896 66,4%
Margem operacional 9,4% 24,0% 14,6p.p 17,4% 17,5% 0,1p.p
Lucro líquido 58.613 159.992 173,0% 22.373 33.160 48,2%
Margem líquida 6,6% 15,9% 9,3p.p 11,4% 10,2% -1,2p.p
EBITDA 204.339 325.875 59,5% 61.597 96.371 56,5%
Margem EBITDA 23,0% 32,4% 9,4 p.p 31,4% 29,7% -1,7p.p
Dívida líquida 339.374 509.568 50,1% 324.221 480.398 48,2%

Mai 06, 2012 19:16
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Essa empresa é simplesmente demais!!!

Mai 20, 2012 22:24
Colorado Forista Assíduo
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Campo fértil e responsável

PORTAL DO AGRONEGÓCIO - WEB - WEB - 10/05/2012
Agricultura sustentável

Assunto obrigatório na pauta de empresários e produtores, a sustentabilidade se faz presente no dia a dia de propriedades rurais Brasil afora. Cada vez mais as empresas de biotecnologia estão investindo em ferramentas e soluções que ofereçam aos produtores melhor produtividade por meio de ações que levem em conta a proteção ambiental.

Nessa toada, a Basf vem testando sua nova ferramenta, o AgBalance, método para medir e avaliar a sustentabilidade na agricultura. Para comprovar a eficácia do sistema, a empresa está avaliando seus benefícios em parceria com duas grandes empresas do agro, a SLC Agrícola e a Usina Guarani.

A nova metodologia avalia todos os aspectos de uma empresa ou propriedade e leva em conta os aspectos ambientais, sociais e econômicos do segmento, elementos que compõem o tripé do desenvolvimento sustentável. “A ferramenta permite que identifiquemos oportunidades de melhora no trabalho da nossa empresa e mostra a importância que cada elo da cadeia tem, dentro e fora da porteira”, afirmou Álvaro Dili Gonçalves, gerente de RH e Sustentabilidade da SLC.

Para tanto, são avaliados 69 indicadores que armazenam dados sobre condições de solo, uso e eficácia de fertilizantes, treinamento de funcionários, utilização de recursos naturais, medidas de preservação, consumo de combustível de maquinário, entre outros. “Com a aplicação dessa ferramenta, podemos medir o progresso da produção agrícola de forma detalhada e precisa”, explicou Eduardo Leduc, vice-presidente sênior da unidade de proteção de cultivos da Basf para a América Latina.

A ferramenta também está em uso em unidades da Usina Guarani. Os testes foram feitos em 100 toneladas de cana-de-açúcar retiradas de duas propriedades do grupo, a fim de comparar desempenho, métodos e ações de trabalho. “Os resultados nos ajudaram a verificar onde precisamos melhorar e estão nos auxiliando na tomada de decisões, inclusive em processos futuros para obter certificação de nossas unidades”, disse Jaime Stupiello, diretor agrícola do Grupo Leduc explica que o objetivo da empresa é por ora verificar a eficácia da ferramenta em culturas e propriedades de diferentes tipos.

As primeiras análises foram feitas em lavouras de cana-de-açúcar e soja. “Mas temos alguns projetos encaminhados para aplicação em outras culturas e em avicultura também”, declarou.

Ele explica que investimento em novas tecnologias para o campo são fundamentais para o processo de desenvolvimento sustentável. “Para nós a sustentabilidade passa pela tecnologia. Não dá para achar que alcançaremos alto nível de preservação ambiental sem investimentos em soluções inovadoras.

Mai 31, 2012 11:29
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SLC recebe aporte de US$ 238 milhões e firma sociedade com fundo
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31 de maio de 2012 • 10h04 Por: Graziele Oliveira

SÃO PAULO - A SLC Agrícola (SLCE3) comunicou ao mercado nesta quinta-feira (31) que firmou contrato com o fundo de investimento Valiance Asset Management Limited, com o objetivo de investir no desenvolvimento de terras agriculturáveis no Brasil. Pelo contrato, a Valiance formará uma sociedade com a empresa em uma subsidiária da empresa, a SLC Landco.

Para isso, o fundo realizará quatro aportes na companhia até setembro de 2014, que totalizarão aproximadamente US$ 238, 579 milhões.

A subsidiária será o veículo de investimento e desenvolvimento de terras da empresa no Brasil. "Os recursos captados serão utilizados na aquisição, construção de infraestrutura e desenvolvimento de novas áreas agricultáveis, sendo que os aportes poderão ser antecipados de comum acordo entre as partes caso haja algum projeto de desenvolvimento de terras que seja interessante à empresa", informa o comunicado.

Ao final do processo, a Valiansce terá 49,4% de participação na SLC Lando, sendo o restante de responsabilidade da SLC Agrícola. A SLC Landco inicialmente será proprietária das Fazendas Piratini (BA), Planeste (MA) e Panorama (BA), totalizando 61.124 hectares em área próprias.

Jun 06, 2012 12:15
Colorado Forista Assíduo
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Brasil colherá safra recorde em 2012 apesar de perdas
A colheita de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2012 será 0,1% superior a de 2011 (160,1 milhões de toneladas), até agora a maior do país
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Igor Spanholi/Stock.Xchnge

Colheitadeira em plantação de soja

Dos treze produtos que terão uma colheita menor, além de soja e arroz, destacam-se o cacau (-2,2%), mamona (-57,9%), sorgo (-7,2 %) e trigo (-10,9 %)

Rio de Janeiro - O Brasil colherá neste ano uma safra recorde de grãos de 160,3 milhões de toneladas apesar das fortes perdas sofridas por alguns cultivos no primeiro trimestre, segundo uma nova previsão divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
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A colheita de cereais, leguminosas e oleaginosas em 2012 será 0,1% superior a de 2011 (160,1 milhões de toneladas), até agora a maior do país.

A nova previsão foi elaborada com base nos dados recolhidos em maio e mostram que a colheita se recuperará após as perdas sofridas nos primeiros meses do ano pela seca que afetou a região sul.

Segundo o IBGE, a economia brasileira registrou no primeiro trimestre um crescimento de apenas 0,2% frente ao último trimestre de 2011, o que foi causado em parte pelo fraco desempenho da agropecuária.

A produção agropecuária no primeiro trimestre foi 7,3% inferior ao do último trimestre do ano passado, e 8,5% menor do que a dos três primeiros meses de 2011.

Essa redução foi causada pela redução da produção da soja (-11,4%), arroz (-13,8%) e tabaco (-15,9%).

Apesar disso, a área colhida neste ano chegará a 49,9 milhões de hectares, número 2,5% superior a 2011.

Após o ocorrido no primeiro trimestre, o Brasil terminará 2012 com uma produção de soja 12,4% e de arroz 13,5% inferiores a 2011. As perdas serão compensadas pelo milho, cuja produção aumentará 21,7%.

A produção total de milho chegará a 68,5 milhões de toneladas depois que os produtores aumentaram em 12,4% a área plantada. A soja, o milho e o arroz são os principais produtos agrícolas do Brasil e representam 91% do total da produção e 84,6% da área semeada.

Segundo a nova previsão, dos 26 itens analisados, 13 terão uma produção maior este ano.

Os cultivos que mais aumentarão a produção, além do milho, são o algodão, com uma colheita 4,6% superior a 2011, aveia (10,7%), café (16,3%), cana-de-açúcar (4,2%), cebola (1,5%), cevada (11,2%) e laranja (0,1%).

Dos treze produtos que terão uma colheita menor, além de soja e arroz, destacam-se o cacau (-2,2%), mamona (-57,9%), sorgo (-7,2 %) e trigo (-10,9 %).

Jun 06, 2012 12:17
Colorado Forista Assíduo
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Poder comprar ações dessa excelente empresa e ainda alugar elas a uma taxa de 14% a.a. é sensacional !!!

Jun 20, 2012 2:38
Colorado Forista Assíduo
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Rompeu os R$20,00

Já estamos com mais de 30% de lucro no ano e mais o dinheiro do aluguel com uma bela taxa.

:lol: :lol: :lol:

Jul 12, 2012 11:40
Colorado Forista Assíduo
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A bolsa derretendo hoje e a SLC em alta 2%.

43% de alta no ano!

Preço hoje R$21,45

Essa empresa promete.

Jul 12, 2012 12:49
Warwick Forista Assíduo
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Boa empresa, bastante beneficiada pela alta do dólar.

Pena que vendi ali nos R$19.

Ago 23, 2012 11:53
Urubuservador Trade Forista Assíduo
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Urubuservador Trade
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SLC – Compre-as Pela Razão Correta: Terras
Código da Ação SLCE3
Recomendação Outperform
Último Preço BRL 21,6
Valor Justo BRL 32,5
Vol. Negoc. Diário m BRL 3,9
Potencial de
Valorização
(%) 50,6
2012 2013
P/L 32,4 16,2
EV/EBITDA 10,8 10,1
SLC – Compre-as Pela Razão
Correta: Terras
Brasil – Publicado em 21 de Agosto de 2012
Giovana Araújo, CNPI & Antonio Barreto, CNPI
Estamos reiterando nossa recomendação de outperform (desempenho acima da média do mercado)
para a SLC, revisando as nossas estimativas e estendendo o valor justo para o final de 2013,
chegando a R$ 32,50, acima do valor justo do final de 2012, de R$ 24,10/SLCE3. O valor justo
atualizado implica em um potencial de valorização de 51% em relação ao preço de negociação atual, de
R$ 21,60/SCLE3. Nessa atualização, estamos não apenas aproveitado a oportunidade para estender o
nosso valor justo para o final de 2013, mas também para revisar o nosso valuation para a SLC, incluindo o
valor potencial gerado pelas atividades de transformação de terras. Estimamos que o negócio de
transformação de terras acrescenta R$ 8,30/SLCE3 à nossa estimativa de valor para a ação, de R$
24,20/SLCE3, proveniente do fluxo de caixa das safras (ao final de 2013).
Estamos incluindo nossas estimativas para a atividade de transformação de terras em nosso
valuation para a SLC, uma vez que acreditamos que a probabilidade de consistentes vendas de
terras para a agricultura tenha aumentado. Até agora, avaliamos a SLC com base apenas no fluxo de
caixa gerado pela produção e pela venda das colheitas, de maneira consistente com a nossa premissa
anterior, de não ocorrerem vendas de terras agrícolas. Tais vendas representam uma parte crucial do que
consideramos o modelo de negócio vencedor na agricultura, capturando não apenas os retornos
proporcionados pelas colheitas, mas convertendo também em dinheiro os ganhos provenientes da
valorização das propriedades agrícolas e da transformação das terras. Entre as razões que respaldam a
nossa decisão de adicionar o valor da transformação das terras, estão: i) a oferta privada de ações da
Landco; ii) a perspectiva de um ambiente regulatório melhor no Brasil para a aquisição de propriedades
agrícolas por estrangeiros; e iii) declarações administrativas mais favoráveis com relação à venda de
terras agrícolas desenvolvidas.
Nossa abordagem para a inclusão do valor das terras no valuation da SLC é diferente da
costumeira soma das partes, que adiciona a diferença entre o valor integral das terras e os custos
adicionais de arrendamento, caso a terra tenha sido vendida. Acreditamos que o valor das terras da
companhia é função também das estimativas de valorização das terras em comparação com o custo do
capital. Estimamos que as terras não desenvolvidas da SLC irão apresentar uma valorização de 11,2%,
em termos de BRL, nos próximos dez anos, com possibilidades de aumento nesta estimativa, enquanto as
terras desenvolvidas irão se valorizar em 4,0%.
Todavia, acreditamos que este valor adicional de transformação das terras possivelmente só
poderá ser desbloqueado integralmente após ocorrerem vendas consistentes de terras agrícolas e
depois que houver uma regulamentação bem definida quanto à aquisição de terras por
estrangeiros; caso contrário, as ações provavelmente estarão limitadas ao valor do fluxo de caixa das
colheitas. Mesmo com a situação de seca nos Estados Unidos, acreditamos que o fluxo de caixa das
safras não será suficiente para puxar as ações acima do patamar de R$ 24,20/SLCE3. O panorama para
os preços dos grãos em 2013 é positivo, porém não o suficiente para compensar os efeitos negativos
provocados pelos preços mais fracos do algodão. Para 2013, nossa estimativa para o EBITDA declinou de
R$ 313 milhões para R$ 272 milhões, e a nossa estimativa de ganhos diminuiu de R$ 133 milhões para
R$ 130 milhões.
Acreditamos que faz sentido constituir uma posição na ação, mantendo a exposição aos
catalisadores das terras esperados para 2013 e a uma baixa limitada nos preços das safras.
Acreditamos que as possibilidades de vendas de terras ao longo dos próximos 18 meses aumentaram
consideravelmente, assim como a probabilidade de contarmos com uma versão final da regulamentação
sobre as aquisições de terras por estrangeiros no Brasil. Nossa expectativa é a de que estes
desenvolvimentos desbloqueiem parte do valor da transformação de terras. O múltiplo de negociação P/L
de 2013

Itau
Editado pela última vez por Urubuservador Trade em Out 26, 2012 16:48, em um total de 1 vez.

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