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Mai 18, 2011 13:22
Mojo Man Forista Assíduo
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GP Investments - GPIV33 (5ª linha)
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http://www.brasil247.com.br/pt/247/econ ... feitos.htm

Imbra, o golpe perfeito dos dentes perfeitos?


Pouco antes de quebrar, a maior rede de implantes dentários do Brasil foi vendida por R$ 1 pela GP, de Antonio Bonchristiano, à Arbeit. Mais de 25 mil pessoas foram lesadas; audiência no dia 31 irá decidir se o rombo da "dentada" deve ser pago pela GP

18 de Maio de 2011 às 08:05

Claudio Julio Tognolli_247 - Numa quarta-feira, dia 6 de outubro de 2010, a Imbra, tida e havida como um imbatível gigante de implantes odontológicos, com sede em São Paulo, fechou as portas: declarou à Justiça uma dívida impagável, no valor de R$ 221 milhões. Em todo o Brasil fecharam-se 27 clínicas. Um lote de e 25 mil clientes ficaram sem futuro e com rombos de milhares de reais. Mas a situação mudou de figura: no próximo dia 31 de maio a 2ª Vara de Falência e Recuperação Judicial de São Paulo fará a primeira audiência do processo de autofalência da Imbra. Serão ouvidos todos os diretores, que ocuparam cargos no negócio nos últimos cinco anos.

Para os clientes, é o momento de levar seus advogados a audiência, para encontrar o endereço real dos acionistas. Isso porque, dispondo de uma intrincada rede de “laranjas”, a Imbra costuma não comparecer as audiências, a maioria delas tocada pelos clientes lesados em juizados de pequenas causas. O cliente roubado não tem quem acionar na justiça, até por falta de endereços certos para intimar os réus.

O que está por detrás da quebra da Imbra é um intrincado golpe. Ela era controlada por gestora de private equity, a GP, e foi vendida ao Grupo Arbeit em junho do ano passado. GP e Arbeit vão litigar feio no dia 31 de maio.

Em maio de 2010 a GP Investments, comandada pelo executivo Antonio Bonchristiano, fechou contrato para repassar a rede de clínicas odontológicas Imbra a um novo controlador , um ano e meio depois da aquisição do controle da rede especializada em implantes ( em setembro de 2008), e de investimentos totais de US$ 140 milhões. A GP entregou 78,9% do negócio pelo valor simbólico de US$ 1 a Arbeit assumiu a operação. Nos tribunais, a Arbeit tentará comprovar que a responsabilidade pela quebra e pelos prejuízos deixados a milhares de clientes é da GP, e não deles.

Fersen Lambranho e Antonio Bonchristiano, os executivos que desde 2004 dão as cartas na GP, fecharam o negócio. No curriculum dos dois, composto der 12 empresas, há pelo menos outras duas que acenderam o sinal amarelo há dois anos: a Magnesita e a San Antonio International, que fornece equipamentos de petróleo.

Pouco antes da quebra, a Imbra montou um time de operadores que telefonavam a clientes, ofertando descontos inacreditáveis, acima de 20%, para tratamentos acima de RS$ 10 mil. Mas só aceitavam como pagamento cartões de crédito. Com isso, clientes que faturaram tratamentos dentários não realizados continuam pagando aos cartões – já que juízes, em geral, vêem nos cartões simples facilitadores de compra, e portanto sem culpa no cartório.

As assessorias de GP e Arbeit informam que não haverá manifestação sobre o caso enquanto ele estiver tramitando em juízo. Depois da “dentada”, clientes da Imbra esperam a audiência de 31 de maio para saber a quem processar pelos prejuízos causados.

Mai 18, 2011 20:12
bochan Forista Assíduo
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Mojo Man escreveu:http://www.brasil247.com.br/pt/247/economia/2689/Imbra-o-golpe-perfeito-dos-dentes-perfeitos.htm

Imbra, o golpe perfeito dos dentes perfeitos?


Pouco antes de quebrar, a maior rede de implantes dentários do Brasil foi vendida por R$ 1 pela GP, de Antonio Bonchristiano, à Arbeit. Mais de 25 mil pessoas foram lesadas; audiência no dia 31 irá decidir se o rombo da "dentada" deve ser pago pela GP

Em maio de 2010 a GP Investments, comandada pelo executivo Antonio Bonchristiano, fechou contrato para repassar a rede de clínicas odontológicas Imbra a um novo controlador , um ano e meio depois da aquisição do controle da rede especializada em implantes ( em setembro de 2008), e de investimentos totais de US$ 140 milhões. A GP entregou 78,9% do negócio pelo valor simbólico de US$ 1 a Arbeit assumiu a operação. Nos tribunais, a Arbeit tentará comprovar que a responsabilidade pela quebra e pelos prejuízos deixados a milhares de clientes é da GP, e não deles.

Fersen Lambranho e Antonio Bonchristiano, os executivos que desde 2004 dão as cartas na GP, fecharam o negócio. No curriculum dos dois, composto der 12 empresas, há pelo menos outras duas que acenderam o sinal amarelo há dois anos: a Magnesita e a San Antonio International, que fornece equipamentos de petróleo.



A GP tentou empurrar o abacaxi, assim como tinha feito com o HopiHari. Mas naquele caso, empurrou para a "viúva", e neste caso para um abutre, a quem deram uma propina de 40MR$ para ficar com o problema.
Se não foi má fé, foi no mínimo esperteza ou desespero.

É como o cara que comprou um apartamento financiado por 200mil. Descobriu que o ap é podre, e repassou o financiamento sem custo, até pagando a mudança, para um conhecido falido, na esperança de sair do problema com o banco.

Já no caso de Magnesita e SanAntonio, são investimentos de LP, onde a GP foi apanhada no contra-pé da crise do final de 2008. Mas são bons investimentos para o LP.

Este talvez seja o grande problema das empresas de PE, não se focam em nenhum ramo, atiram para vários lados, acreditando que a mesma fórmula de gestão se aplica para escolas, clínicas, concessionárias de energia, shoppings, ...

Bom, mas tem nossos colegas foristas que acreditam na grande virada de TOYB4, INEP4, AGEN11, PETR4, KEPL3,....Eu sigo de GPIV11...

abç.

Jul 03, 2011 16:52
bochan Forista Assíduo
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ahhh! um tópico só meu!!! (Sorvete de jiló com bacon....só eu gosto..) :x

GP Investments Portfolio Company BHG eyes expansion

Editor on June 22nd, 2011
Tags: Brazil, Leisure & Tourism, Real Estate

0
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(Reuters) June 22, 2011 – Hotel operator Brazilian Hospitality Group (BHGR3.SA) may expand operations in some Latin American countries to gain scale and tap rapid income growth in the region, Chief Executive Peter van Voorst Vader said in an interview.

While BHG, as Brazil’s third-largest hotel operator is known, remains focused on growing locally through a mix of takeovers and new projects, overseas expansion could make sense in the long run, van Voorst said at the Reuters Global Real Estate and Infrastructure Summit in Rio de Janeiro.

In Argentina, where business tourism is booming as a result of strong trade ties with Brazil, van Voorst said any investment would have to be large to succeed. The main challenge to BHG’s cross-border push is adapting the company’s administrative structure to other countries’ taxes and laws.

“The important thing is to find the right moment to expand outside Brazil,” Dutch-born van Voorst, also a former oil and fast food industry executive, said late on Tuesday.

He did not say whether BHG had plans to use the Golden Tulip brand as it expands in the region. BHG owns the rights to run Golden Tulip franchises throughout Latin America.

Despite expansion plans, the company’s main goal is building market share in Brazil’s fragmented industry, which remains small for the size of the country and its tourism aspirations.

“We will do more acquisitions … with focus on places where there will always be business activity,” van Voorst said. “Going abroad could make sense in the future.”

That could be a good strategy as Brazil prepares to host the 2014 World Cup and the 2016 Olympics. Massive oil and gas, energy and other infrastructure investments are expected to ensure demand for hotel services in the years ahead.
For decades, investment in Brazil’s tourism infrastructure failed to reach its potential because of the nation’s dependence on foreign visitors. That reliance has eased in recent years as the domestic economy boomed, sparking a surge in the number of homegrown business and leisure travelers.

Things began to improve about four years ago as the entry of deep-pocketed chains helped increase the supply of upscale rooms and challenge the dominance of undercapitalized family-owned hotels.

BHG, Brazil’s only publicly listed hotel operator, is using its access to capital markets to buy smaller rivals in cities that are underserved. BHG doubled its size in 2010 with a combination of acquisitions and new, “greenfield” projects.
BHG, controlled by private equity firm GP Investments (GPIV11.SA), expects to expand another 75 percent to 13,000 rooms by 2014 from about 6,250 now.

The company has enough cash to fund its projects without selling new stock or debt, van Voorst said. It recently sold $52 million of stock in a private placement.

BHG focuses more on the business tourism segment and three- and four-star hotels aimed at mid-sized, industrial and commodities hubs than its larger rivals such as Paris-based Accor (ACCP.PA) and Sao Paulo-based Atlantica.

For instance, BHG is building a 200-room hotel in Itaguai, an industrial hub outside of Rio that is home to a steel mill, iron ore docks and other heavy industrial facilities expected to add thousands of jobs in coming years.

“Currently, you only have two or three bed and breakfasts there,” he said.

According to data by Jones Lang Lasalle, Accor is Brazil’s biggest hotel company, with more than 23,000 rooms either owned or managed as of the end of last year. Local player Atlantica followed with about 12,200 rooms.

Shares of BHG fell 0.7 percent on Tuesday. The stock has added 45 percent in the past 12 months.

By Guillermo Parra-Bernal and Vivian Pereira


Vejam que o CEO é o Vader. Não posso revelar sua identidade secreta, mas a "força" estará conosco.

abs.

Jul 03, 2011 17:07
bochan Forista Assíduo
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Sei lá o que significa, mas acho que alguém melhor que eu avaliou GPIV11 como bom investimento;

GP INVEST (GPIV) - PARTICIPACAO ACIONARIA (18/05) GP INVEST (GPIV) - Participacao acionaria DRI: Joao Henrique Braga Junqueira
Enviou o seguinte Comunicado ao Mercado:

"1. FMR, LLC, infra-assinada, por este ato notifica V. Sras. que fundos geridos por suas subsidiarias, adquiriram, em nome de alguns de seus clientes, 9.841.018 Brazilian Depository Shares (BDRs) emitidos pela GP Investments Ltd..A corrente posicao e de 9.841.018 BDRs (equivalente a 9.841.018 acoes Classe A de GP Investments Ltd.), representado, no total, participacao de 7.62% nas acoes Classe A emitidas por GP Investments Ltd.

2. Desse modo, em observancia ao Artigo 12 da Instrucao n 358 editada pela Comissao de Valores Mobiliarios em 03 de janeiro de 2002, conforme aditada pela Instrucao n 369 de 11 de junho de 2002 e pela Instrucao n 449 de 15 de marco de 2007, ambas editadas pela Comissao de Valores Mobiliarios, FMR LLC vem pela presente fornecer as seguintes informacoes:

(i) A sede de FMR LLC esta localizada em 82 Devonshire Street, Boston, Massachusetts 02109, Estados Unidos da America; (ii) O objetivo da participacao da FMR LLC na sociedade e de investimento passivo. A empresa nao tem objetivo de alterar o grupo de controle nem a estrutura administrativa da GP Investments Ltd.; (iii) Conforme indicado no item 1 supra, adquirimos as 9.841.081 BDRs da GP Investments Ltd. agindo na qualidade de consultores de investimentos; (iv) Nenhuns de nossos fundos detem quaisquer debentures conversiveis em acoes de emissao da GP Investments Ltd.; e (v) FMR LLC nao celebrou nenhum acordo ou compromisso para reger o exercicio dos direitos de voto ou a compra e venda de valores mobiliarios de emissao da GP Investments Ltd., que nao os normalmente celebrados para fins de administracao de bens, nos termos dos quais certos de nossos clientes poderao exercer direitos de voto em relacao a sua carteira de investimentos.

3. Se quaisquer esclarecimentos ou comentarios adicionais se fizerem necessarios no que tange a materia da presente, solicitamos por favor entrar em contato com a Sra. Jennifer Jaslowich, telefone +01 603 791-5096, ou pelo e-mail jennifer.jaslowich@fmr.com.

Atenciosamente,

FMR LLC Scott C. Goebel Devidamente autorizado por Procuracao valida a partir de 1 de julho de 2008, por e em nome de FMR LLC e suas subsidiarias diretas e indiretas."



FMR LLC Company Profile -FMR is "semper fidelis" (ever faithful) to its core business. The financial services conglomerate, better known as Fidelity Investments, is one of the world's largest mutual fund firms. Serving more than 20 million individual and institutional clients, Fidelity manages nearly 500 funds and has approximately $1.5 trillion of assets under management. It also operates a leading online discount brokerage and has more than 150 investor centers in the US and Canada, as well as locations in Europe and Asia. The founding Johnson family controls Fidelity; Abigail Johnson, CEO Ned Johnson's daughter and perhaps his successor (not to mention one of the richest women in America), is the company's largest single shareholder.


abç.

Jul 04, 2011 18:11
Marcos Forista VIP
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Para acabar com esse negócio de tópico exclusivo para o Bochan :lol: , entrei no papel de novo agora no leilão de fechamento (R$ 6,00). :roll:

Jul 23, 2011 0:50
bochan Forista Assíduo
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Mantendo o tópico vivo...GPIV11 a preço de banana...

Exclusivo 01/07/2011 15:59
GP Investimentos decide levantar novo fundo para o setor imobiliário
Fundo terá R$ 500 milhões para pequenas incorporações imobiliárias e aquisições de terrenos e prédios

Renata Agostini, da EXAME
Germano Lüders/EXAME.com

Edifícios comerciais em São Paulo: novo foco da GP Investimentos
São Paulo - A GP Investimentos, uma das maiores gestoras de private equity do país, decidiu levantar um novo fundo. Mas, ao contrário dos cinco fundos formados anteriormente pela companhia, este não terá como objetivo a compra de empresas. O fundo será usado para investir diretamente na aquisição de ativos como terrenos, prédios comerciais e galpões. A GP pretende ainda fazer pequenas incorporações imobiliárias em parceria com construtoras. Segundo apurou Exame, a ideia é levantar cerca de 500 milhões de reais para o fundo. Procurada, a empresa não quis comentar a notícia.

Para tocar o novo negócio, a GP contratou o executivo Antonio Ferreira, ex-diretor de incorporação da Gafisa, no início do ano. Sob seu comando, há uma equipe de quatro pessoas dedicada ao negócio. Enquanto não levanta o dinheiro do novo fundo, a intenção do GP é fazer algumas compras iniciais de ativos imobiliários com capital próprio.

A GP administra hoje 3 bilhões de dólares por meio de três fundos de private equity e tem participação em dez empresas, entre elas a universidade Estácio, a administradora de imóveis Br Properties, a produtora de laticínios LBR, a mpresa de perfuração de poços de petróleo San Antonio e a Magnesita Refratários.



abç.

Out 06, 2011 22:12
Raptor_DF Forista Assíduo
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Bom... Também resolvi aproveitar a liquidação desse papel. Comprei pouco, mas comprei.

Out 08, 2011 11:25
bochan Forista Assíduo
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Raptor_DF escreveu:Bom... Também resolvi aproveitar a liquidação desse papel. Comprei pouco, mas comprei.


Pois é Raptor, o papel está de graça. O que temo é que o pessoal da GP resolva fechar o capital. Mesmo que eles ofereçam um prêmio enorme (digamos 50%) ainda estará muito abaixo do valor.
Para quem entrar agora, eu acho uma boa. Para os minoritários antigos, é ficar na torcida.
abç.

Jan 06, 2012 0:21
bochan Forista Assíduo
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Sócio da Lupa.... :?
GP volta às origens e busca empresas em dificuldades

A decisão da GP Investimentos, anunciada na semana passada, de participar da reestruturação da Lupatech está sendo vista pelo mercado como indício de uma "volta às origens" da gestora de fundos de "private equity", que já foi líder do segmento. Depois que sua carteira de aplicações foi abalada pela crise financeira de 2008, a GP reduziu em muito o valor médio dos investimentos e parece ter recuperado uma de suas vocações originais: unir-se a companhias em dificuldades em setores com potencial de consolidação.

No ano passado, a GP já havia adquirido o controle dos ativos da Laep, detentora da marca Parmalat, e, em 2009, da Invest Tur, ambas com problemas.

Se na véspera da crise de 2008 a gestora fechava negócios bilionários um atrás do outro, agora os valores envolvidos são menores. Em março de 2011, por exemplo, fechou a compra da Sascar, empresa de rastreamento de veículos, por US$ 99 milhões. Ao diminuir o porte das operações, perdeu espaço para outras empresas de "private equity", como Gávea, Vinci e Pátria, que se juntaram ao seleto clube de gestores de fundos bilionários.

http://valor.hands.com.br/valor/items/gp-volta-as-origens-e-busca-empresas-em-dificuldades?r_key=pr0bdb42849679043b271848d32e26ed5d32a548c8

Jan 24, 2012 21:13
Xuxa Forista VIP
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Acabei comprando algumas, considerando a eventual formação de fundo no gráfico semanal/mensal.

Um sopro leva ela de volta ao teste dos R$ 4,5x.

É isso aí.

Jan 26, 2012 13:05
Xuxa Forista VIP
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Entrando na casa dos R$ 4,2x, olha para os R$ 4,5x, que liberaria a bagaça de vez, em caso de rompimento.

É isso aí.

Fev 01, 2012 19:15
Xuxa Forista VIP
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Xuxa escreveu:Entrando na casa dos R$ 4,2x, olha para os R$ 4,5x, que liberaria a bagaça de vez, em caso de rompimento.
É isso aí.
Será?

É isso aí.

Fev 03, 2012 14:03
Xuxa Forista VIP
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Xuxa escreveu:
Xuxa escreveu:Entrando na casa dos R$ 4,2x, olha para os R$ 4,5x, que liberaria a bagaça de vez, em caso de rompimento.
É isso aí.
Será?
É isso aí.
Bingo!
É isso aí.

Fev 03, 2012 23:39
bochan Forista Assíduo
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GP voltando às origens (colocar ordem em empresas problemáticas)

By Tom Murphy
Of DOW JONES NEWSWIRES

Home builder Gafisa (GFSA3.BR) was another big gainer, rising 5.94% to BRL5.35 after confirming it has received a takeover offer from U.S. investors Sam Zell and the GP investment fund.


http://online.wsj.com/article/BT-CO-20120202-716703.html

A volta de seu Zell
O bilionário investidor americano Sam Zell e a GP Investments fazem proposta pela combalida e problemática construtora Gafisa, da qual já foram sócios no passado.
Por Rafael FREIRE e Marcio ORSOLINI
O magnata americano Sam Zell, 69 anos, dono de uma fortuna avaliada em US$ 4,7 bilhões, pode voltar a entrar em uma antiga casa que já foi sua. Por meio do fundo de investimentos Equity International, ele negocia a compra da construtora paulistana Gafisa, da qual era acionista. Nessa investida, Zell, um dos maiores investidores imobiliários dos Estados Unidos, conta com a parceria da brasileira GP Investments, que também já teve participação na empresa. O negócio, que está em sua fase inicial, está sacudindo o mercado. Em apenas dois pregões, os papéis da Gafisa chegaram a subir 14%, atingindo a cotação de R$ 5,35 na Bovespa.


http://www.istoedinheiro.com.br/noticias/77655_A+VOLTA+DE+SEU+ZELL

Fev 04, 2012 0:11
bochan Forista Assíduo
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GP voltando à ativa...


O mercado brasileiro de leite está agitado.Com a bênção do governo federal, a BR Foods, dona da Batavo, e a LBR, empresa controlada pelo GP Investments e dona, no Brasil, da marca Parmalat, estudam uma fusão. Juntas, as duas empresas teriam capacidade de captação de aproximadamente 4 bilhões de litros de leite por ano. A formação da nova empresa teria o apoio do BNDES, que veria com bons olhos a criação de uma “campeã nacional” no setor de lácteos. A fusão da LBR com a área de laticínios da BR Foods deixaria a suíça Nestlé, atual líder do setor, em uma distante segunda colocação, com cerca de 2,2 bilhões de litros de leite captados por ano. A BR Foods nega as negociações. O GP Investments não comenta.


http://exame.abril.com.br/blogs/primeiro-lugar/2012/02/02/uma-campea-do-leite/

Fev 23, 2012 22:49
bochan Forista Assíduo
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Fev 29, 2012 18:59
Xuxa Forista VIP
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Eu gosto muito!

É isso aí.

Mar 31, 2012 12:42
VDAF Forista Assíduo
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RESULTADOS 4T11
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Tá no site da companhia: http://www.mzweb.com.br/gp2009/web/arquivos/GPIV11_ER_4T11_ENG.pdf

 GP Investments’ Net Asset Value (NAV) reached US$549.7 million on December 30, 2011,
representing an increase of 4% and a decrease of 21% in quarter-over-quarter and year-over-year
comparisons, respectively.
 Total assets were US$982.5 million, representing decreases of 2% compared to the third quarter
of 2011 and 14% over the fourth quarter of 2010. In the year, the decrease in total assets and NAV
is largely due to the fall in the market capitalization of the listed companies in the portfolio.
 GP Investments ended the fourth quarter with an aggregate cash position of US$433.8 million,
comprising US$212.3 million in cash and cash equivalents and US$221.6 million in financial
investments. The Company’s cash position remains substantially above its outstanding
commitment of US$270.7 million to GPCPV.
 Management fees totaled US$41.1 million in 2011, of which US$27.1 million are related to the
private equity business and US$14.0 million to BRZ Investimentos.
 Performance fees reached US$3.1 million in 2011, of which US$2.3 million related to the private
equity business and US$0.8 million to BRZ Investimentos.
 Realized gains totaled US$17.0 million in 2011, stemming from the partial divestment of shares in
BR Properties.
 GP Investments’ indirect stake in Fogo de Chão was marked up from US$22.6 million to US$55.0
million based on a discounted cash flow valuation so as to reflect the positive achievements of the
company. After acquiring the full control of the Fogo de Chão in August, GP Investments
accelerated the store expansion plans with the opening of three new stores in Rio de Janeiro, Las
Vegas and Orlando. Another two stores in the United States and one in Brazil are expected for
2012.

Abr 25, 2012 16:22
Navistar Forista Assíduo
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Navistar
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GP capta fundo para investir em imóveis
Valor Econômico

Com resultados aquém do desejável nos negócios de private equity, a GP Investimentos decidiu empenhar-se para ampliar a atuação na área imobiliária, tirando proveito de bons resultados colhidos no setor, incluindo a recente saída da BR Properties. Em vez de comprar participações em empresas, como já fez com Gafisa e BR Malls, a gestora montou uma equipe dedicada a selecionar e investir diretamente em empreendimentos.

Depois de investir US$ 50 milhões do próprio caixa em nove projetos, a GP pretende captar um fundo destinado especificamente para a área, que deverá contar com US$ 250 milhões. Em uma segunda fase, a GP estuda levantar recursos de investidores locais - algo pouco usual na história da gestora -, inclusive de pessoas físicas, afirmou ao Valor o copresidente da GP, Antonio Bonchristiano.

A gestora começou a montar o time de investimentos no setor imobiliário no ano passado, com a contratação de Antonio Carlos Ferreira, ex-diretor da Gafisa, onde trabalhou nos últimos 15 anos.

Ao criar uma área para investir diretamente em imóveis, a GP não abrirá mão da estratégia tradicional de private equity de adquirir participações em empresas do setor, segundo Bonchristiano. "Estamos indo além, buscando um outro tipo de oportunidade na área, com perfil diferente e para investidores diferentes", afirma o co-presidente da GP - que recentemente teve recusada uma proposta de compra de ativos da Gafisa.

De acordo com Bonchristiano, o investimento direto em imóveis é relativamente menos arriscado e conta com uma saída mais fácil e rápida, que acontece com a venda das unidades dos empreendimentos. Por outro lado, a expectativa de ganho é menor em relação ao private equity. O objetivo da gestora é multiplicar por dois o capital investido em um prazo de até três anos e meio, o que representa um retorno da ordem de 25% ao ano.

A estratégia para a nova área foi definida em três frentes: residencial, comercial e shopping centers. Na primeira, a ideia é investir em imóveis de padrão médio em todo o país, atuando em parceria com empreendedores locais. Para isso, a gestora se valerá da experiência de Ferreira, que tinha como uma das atribuições na Gafisa justamente tratar das parcerias locais.

"As melhores oportunidades costumam passar antes pela análise dos empreendedores da região, por isso a importância das parcerias", diz Ferreira. A participação da GP em cada projeto pode variar de 50% a 80%. O objetivo da gestora é aproveitar a experiência da equipe no setor para ser mais que um parceiro financeiro.

Na área residencial, a gestora investiu em cinco empreendimentos, três dos quais já lançados, nas cidades de São Paulo, Santos (SP) e Goiânia (GO) e com sucesso de vendas, segundo o diretor da GP. Na capital goiana, onde serão erguidas torres com salas comerciais e apartamentos de um e dois dormitórios, mais de 85% das unidades foram vendidas em apenas cinco meses, afirma.

Embora o projeto de Goiânia conte com salas comerciais, a GP pretende concentrar esforços nesse segmento no eixo Rio-São Paulo, de acordo com Ferreira. O foco na área será na compra e reforma de edifícios, o chamado "retrofit". O primeiro projeto, em parceria com a BNCorp, é o de um prédio na Avenida Paulista com previsão de lançamento em junho e que, após a reforma, deverá contar com a certificação Green Building.

Em shopping centers, a GP pretende se concentrar em cidades médias, de 300 a 500 mil habitantes. "Pretendemos atuar em locais onde a economia está em crescimento e onde ainda não existe um empreendimento do tipo", afirma Ferreira. Atualmente, a gestora conta com dois projetos na área, que estão em fase de aprovação.

A entrada no setor imobiliário é uma tendência entre as principais firmas brasileiras de private equity - que compram participações em empresas. A Gávea Investimentos, do ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, também terá uma equipe para investir na área, liderada por Rossano Nonino, ex-diretor da Brazilian Capital.

O interesse das gestoras no setor imobiliário ocorre após um ciclo de forte valorização dos ativos, o que desperta em parte dos investidores o receio de um aquecimento exagerado ou mesmo de uma bolha. O executivo da GP contesta, ao menos em parte, essa tese e avalia que o valor médio do metro quadrado no país, em torno de R$ 4,5 mil, ainda é relativamente baixo. "O que se observou nos últimos anos foi uma forte valorização em algumas regiões de algumas cidades", diz.

Enquanto levanta recursos novos para a área imobiliária, a GP tem adotado um ritmo mais lento nos investimentos em participações em empresas. A gestora ainda conta com US$ 622 milhões disponíveis para investir em seu fundo mais recente de private equity, fechado em 2010. A última aquisição realizada pela gestora foi a da empresa de localização e monitoramento de veículos Sascar, em março do ano passado.

Mai 16, 2012 2:07
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RESULTADOS 1T12
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http://www.mzweb.com.br/gp2009/web/arquivos/GPIV11_ER_1T12_ENG.pdf

release com resultados do 1t12 da gpiv11 tá no site da empresa...

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