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Abr 07, 2010 11:24
Camisa Amarela Forista Assíduo
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Estrela - ESTR4 (5ª linha)
Camisa Amarela
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Com a perspectiva de uma fusão no setor liderada pela Estrela, o papel abriu em alta de 9,09%:

(...)
Fábricas de brinquedos estudam fusão
Projeto das empresas, entre elas a Estrela, é criar um grande grupo nacional para concorrer com os chineses
07 de abril de 2010 | 0h 00- Naiana Oscar - O Estado de S.Paulo
Na tentativa de barrar a China e recuperar parte do mercado que está hoje nas mãos de importadores,
grandes fabricantes nacionais de brinquedos querem se unir para criar a maior empresa do setor. A
fusão vem sendo estudada há dois anos depois de uma sugestão da Brinquedos Estrela, que está entre
as cinco maiores fabricantes do País. "É impossível ter um setor forte num ambiente tão pulverizado
como o nosso. Sem um grande player, não somos alvo de investimentos", disse o presidente da companhia,
Carlos Tilkian.


De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), Synésio
Batista da Costa, essa fusão deve envolver sete grandes empresas que, juntas, terão um faturamento
de R$ 250 milhões e uma fatia de 40% do mercado nacional. Esses dados não foram confirmados por Tilkian.

Costa garante ainda que o processo está prestes a ser concluído e que a documentação deve ser encaminhada
para avaliação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em um prazo de três meses. Mas os
empresários do setor não são tão otimistas em relação a esse prazo. Para eles, a fusão não deve sair
antes de um ano, principalmente por causa do próprio perfil das empresas. Exceto a Estrela, todas as
outras fabricantes são de capital fechado, o que dificulta as negociações, uma vez que seus números
não são auditados.

Os nomes das empresas envolvidas nas negociações não foram divulgados. Costa disse apenas que são de
um mesmo segmento e complementares. Entre as maiores fabricantes de brinquedos do País estão Bandeirantes,
Gulliver, Grow, Estrela e Líder. Como não existem estatísticas confiáveis no setor, a Abrinq não divulga
o ranking com a participação das companhias.

No Brasil existem 440 fabricantes de brinquedos que detêm menos da metade do mercado nacional. O restante
foi abocanhado por 280 importadores, especialmente chineses.

Custo. "Nosso maior problema é o custo da cadeia produtiva do brinquedo. A competitividade é afetada pelo
câmbio e até pela política trabalhista brasileira, que não respeita a sazonalidade", disse Tilkian. Em 2009,
a Estrela calcula ter faturado cerca de 15% a mais que no ano anterior, quando as vendas chegaram a R$ 108 milhões.

As propostas para a fusão já foram apresentadas ao Ministério da Indústria e Comércio, acompanhadas de uma
série de reivindicações, como redução de carga tributária sobre os produtos e limitação da entrada de importados.
"Só assim vamos ampliar nosso poder de negociação e ganhar escala econômica", disse Costa.

Segundo ele, a associação conversa sobre a fusão também com investidores americanos e chineses, que entrariam
como sócios da nova empresa. "Estudamos até a possibilidade de fabricar cerca de 20% dos produtos na China."
Em 2009, a produção nacional de brinquedos movimentou R$ 4,4 bilhões. Em 2010, o faturamento deve alcançar
os R$ 5 bilhões, de acordo com a Abrinq.
(...)

Fonte:
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje ... 4724,0.php

Abr 09, 2010 12:31
Paulineirolistano Forista Assíduo
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Jul 25, 2007 12:29
 
 
Pessoal,

Eu não gosto e nao opero mico, mas achei interessante essa matéria de hoje:

Abs!!


Após 2009 "bom", Estrela tem perspectivas bastante favoráveis para este ano

http://web.infomoney.com.br//templates/ ... stimentos/

Recomendar!
Por: Equipe InfoMoney
09/04/10 - 11h00
InfoMoney


SÃO PAULO - Após um desempenho em 2009 tido como bom, a Estrela (ESTR4) tem perspectivas bastante positivas também para este ano, em meio às negociações com o Governo Federal para a obtenção de linhas de crédito e às discussões em torno de uma eventual fusão no setor de brinquedos no futuro.

Em entrevista exclusiva à InfoMoney, o presidente da empresa, Carlos Tilkian, contou como a empresa pretende conciliar os desafios de cortar custos e lidar com a competição das importações chinesas.

Portal InfoMoney: A empresa tem conseguido melhorar sua estrutura de custos, que penalizou a rentabilidade nos últimos anos?


Carlos Tilkian: A cada ano a gente tem conseguido ter uma redução do custo operacional. Um fator componente de custo muito importante para nós tem sido o custo financeiro, em função não só das altas taxas de juro que se cobra no Brasil, mas também pelo fato de o setor de brinquedos ser altamente sazonal. Isso demanda uma grande quantidade de capital de giro, especialmente no primeiro semestre, para que você consiga efetuar todo o programa de importação e também o crescimento da produção interna pra preparar os estoques para o Dia da Criança e o Natal.

O setor de brinquedos demanda muito caixa durante um momento em que o faturamento é baixo. Isso faz com que a maioria das empresas, inclusive a Estrela, vá ao mercado captar recursos, que são muito caros no Brasil. Talvez hoje esse seja o nosso principal custo. Mas com relação aos aspectos de custo de insumos, produtividade e eficiência, a cada ano temos conseguido avanços.

O senhor considera favorável o acesso a crédito para o setor de brinquedos? Considerando tanto o setor privado, quanto o público, o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).

Não, especialmente no setor público, por enquanto, o nível de apoio tem sido extremamente baixo, principalmente de BNDES. O que acaba acontecendo é que você tem uma demanda muito grande, você tem uma característica de um setor altamente pulverizado, composto por pequenas empresas, a maioria de capital fechado, o que dificulta a análise dos bancos.

"Nível de apoio de crédito no setor público
tem sido extremamente baixo"
E o setor de crédito aqui no Brasil é muito seletivo. Qualquer pequena variação que ocorra no mercado financeiro, você tem os bancos tomando uma posição defensiva e restringindo operações de credito. Isso é uma restrição ao desenvolvimento no Brasil. Você acaba sendo obrigado a usar alternativas que custam muito caro e isso vai tirando a competitividade das empresas.

O setor de brinquedos foi incluído na PDP (Política de Desenvolvimento Produtivo) no final de novembro. Quais são as perspectivas da empresa após essa mudança?

O setor no ano passado fez um pleito junto ao Ministério do Desenvolvimento para o estabelecimento de um programa de desenvolvimento industrial do setor de brinquedos, quando nós apresentamos uma agenda de competitividade, que tem uma participação muito importante do Governo Federal. A proposta foi muito bem aceita pelo ministro Miguel Jorge e está sendo muito bem encaminhada pelo Ministério do Desenvolvimento.

Um dos tópicos que se discute lá é justamente esse do custo do capital de giro e o custo do investimento.

O que se pleiteia lá é uma maior participação dos bancos oficiais junto ao setor, não só para viabilizar investimento para modernização das fábricas, mas também para que as empresas tenham acesso a uma linha de capital de giro mais baixa, mais competitiva, para que isso possa reduzir o custo do produto final ao consumidor. Essa é uma preocupação não só da Estrela, mas de todo o setor de brinquedos. E estamos tentando agora, com o apoio do Ministério do Desenvolvimento, mudar esse quadro principalmente em relação aos bancos oficiais.

E existe uma perspectiva de data para o início de aplicação dessa política?

Nós temos consciência que quando você lida com o Governo Federal, a coisa é um pouco mais lenta. Até porque envolve não só o Ministério do Desenvolvimento, mas outros ministérios, envolve bancos. Não temos uma data clara, mas temos o conforto de sentir que o pleito foi muito bem recepcionado pelo ministro e por todo o ministério e temos evoluído em algumas reuniões. Mas até o momento nenhum efeito prático.

Na verdade, você por um lado tem que se preparar para combater o produto chinês que entra no Brasil e, por outro, não consegue fazer isso, tendo uma estrutura de custo financeiro extremamente alta. Não adianta você ter investimentos e fazer milagre na redução do seu custo operacional, quando no Brasil você tem uma componente de custo financeiro extremamente perversa. Alie a esse fato a questão tributária, que é uma insanidade aqui no Brasil. No setor de brinquedos temos um prazo médio de venda de 90 dias e somos obrigados a pagar impostos em no máximo 10 dias. Então, só o processo de recolhimento de tributos, que hoje em dia está em torno de 40% do preço de venda, já é fator de pressão que temos sobre nosso caixa. Só aí você já tem uma imposição de custo financeiro brutal e até uma perda de competitividade em relação a nossos concorrentes chineses. Esse é um dos aspectos que tem sido discutidos no Programa de Desenvolvimento Produtivo.

A empresa tem um plano específico para combater a competição dos produtos chineses?

Nós temos uma estratégia de estar cada vez mais próximos da China, no sentido de usar a China como vantagem competitiva e não como risco estratégico. Nós temos também feito investimentos em novas unidades industriais aqui no Brasil.

Vamos inaugurar uma terceira unidade industrial no Nordeste, para atender especificamente os mercados da região Norte e Nordeste. Isso é justamente para a gente reduzir custos, pois o impacto do custo de logística tem um efeito muito grande.

Hoje o que nos tira competitividade em relação aos produtos chineses são muito mais aspectos de ordem econômica, por exemplo, o câmbio, a carga tributária sobre a produção brasileira comparada com a chinesa e a falta de flexibilização das leis trabalhistas. Leis essas que foram feitas na época do presidente Getulio Vargas e que praticamente não foram atualizadas. Você tem no Brasil uma lei trabalhista que é a mesma para o setor industrial, para o comercial e para o de serviços. Junto com o custo financeiro, esses aspectos nos tiram competitividade. Mas, mesmo assim, estamos caminhando para buscar alternativas.

Como está a construção dessa nova fábrica no Nordeste?

Nesse projeto, vamos conseguir o financiamento do Banco do Nordeste. Ela será no Estado de Sergipe e deve iniciar sua operação em agosto deste ano. Estamos bastante orgulhosos desse projeto.

Como está a perspectiva de crédito para 2010? Que investimentos ou linhas de crédito estão em estudo?

Nós sentimos uma mudança significativa de cenário nesse ano em relação ao ano passado. O próprio setor privado voltou ao mercado de crédito com mais apetite e isso torna o processo de captação muito mais fácil. Do ponto de vista de bancos oficiais, para o setor de brinquedos, o processo ainda não tomou corpo. Mas o setor privado tem suprido as nossas necessidades de uma forma mais ampla do que ocorreu no ano passado.

Em que estágio anda o processo de fusão no setor de brinquedos, sugerido pela Estrela?

Esse é um projeto que faz todo o sentido do ponto de vista estratégico. É um projeto moderno e que se insere no contexto da procura por uma contrapartida do Governo Federal, justamente naquele aspecto em que estamos pleiteando uma série de apoios e mudanças federais. A nossa alternativa seria criar grupos mais fortes, com maior capacidade de investimento, com maior capacidade de dar retaguarda aos apoios e às novas linhas de crédito que o governo eventualmente estivesse disposto a dar.

"Para você ter um setor grande, competitivo,
você precisa de grandes players"
Por outro lado, para você ter um setor grande, competitivo, você precisa de grandes players. Quando você tem um setor muito pulverizado, as empresas acabam tendo pouca capacidade de investimento, pouca capacidade de negociação nas duas pontas, quer na cadeia de compra, quer na de venda. E isso acaba trazendo viés negativo para o setor. Quando você tem setores com grandes players, a competitividade fica mais acirrada e tende a beneficiar o consumidor.

É esse modelo que a gente entende que o Brasil deveria procurar no setor de brinquedos. É um processo lento, um processo que exige uma maturação dos possíveis envolvidos. No setor de brinquedos a maioria das empresas não é de capital aberto. A Estrela é uma das poucas e já tem toda uma tradição de relação de mercado. Isso não é fácil de se implementar nas empresas. Fora o cuidado com os órgãos reguladores, para que não haja problemas junto ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

É um processo que está longe de uma maturação. É o início de um pensar, o início de um modelo de atuação mais moderno, para o futuro, mas está longe do concreto. Antes de fase de negociação, eu diria que ele está em fase de avaliação pelas empresas.

Como foi o desempenho da empresa no ano passado?

O desempenho foi bom. O ano passado foi bom. Era um ano em que todos tínhamos muito medo, mas nós conseguimos ter uma performance bastante positiva em relação a tudo o que aconteceu no mundo e no Brasil. Ficamos satisfeitos com o desempenho no ano passado e temos uma expectativa muito positiva para este ano porque o cenário econômico é muito melhor. E, além disso, você tem dois grandes eventos que historicamente já nos ajudaram: o primeiro, a Copa do Mundo e o segundo, as eleições. Em anos em que você tem esses eventos, você tem mais contratação de mão-de-obra temporária, planos de investimento de grandes empresas e isso acaba agitando a economia, pondo mais dinheiro na economia. Em ano de eleição, você tem todo um contingente que é contratado para trabalhar nos partidos. Como nosso setor é altamente dependente da renda disponível, nos anos em que você tem aumento de renda, isso ajuda muito.

Como a empresa pretende obter o capital de giro para atingir essa expectativa positiva para este ano?

O mercado de crédito começou muito mais fácil do que nos anos anteriores, temos conseguido com nossos parceiros banqueiros tradicionais. O processo tem sido muito mais rápido, muito mais aberto. Estamos aproveitando bem essa boa fase do setor de crédito no Brasil. Claro que sempre procuramos olhar pra frente, tentar fazer operações mais estruturadas, que nos afastem da necessidade de captação desse capital de giro de curto prazo, que é muito caro. Mas essas são operações mais estruturadas, mais de médio prazo e que a gente ainda não pode comentar.

Nesse contexto, alguma nova oferta de ações está nos planos da empresa?

"Uma empresa de capital aberto que
quer continuar crescendo tem sempre
que avaliar todas as alternativas"
Eu acho que uma empresa de capital aberto que quer continuar crescendo tem sempre que avaliar todas as alternativas. Essa poderia ser uma delas. Mas eu acho que além dessa existem outras, quer de operações de crédito estruturadas de longo prazo, quer algum processo de capital através da identificação de algum possível investidor. O cardápio tradicional que existe no mercado, a gente está sempre avaliando. O custo financeiro é o maior custo dentro da companhia, então é foco total da gestão da empresa estudar que alternativas a gente poderia ter para reduzir esse custo, tendo em vista que, se conseguirmos isso, temos todas as variáveis para estabelecer um programa de crescimento para o futuro.

Quantos lançamentos estão previstos para 2010?

Nós temos mais de 160 lançamentos previstos, para todas as faixas etárias. Eu destacaria o Banco Imobiliário, um de nossos produtos mais tradicionais. Estamos lançando uma versão de compra das propriedades não com dinheiro, mas com cartão de crédito. É um projeto em conjunto com a Mastercard e temos também como parceiros o Itaú, a TAM, a Fiat, a Vivo, a Nívea. Em vez de comprar propriedades, as pessoas vão comprar as propriedades dessas marcas.

Dentro dos produtos tradicionais, temos o lançamento do autorama Stock Car, uma linha muito bonita da nossa boneca Susy. Este ano também está com um número de licenças muito forte: Disney, Cocoricó, Maurício de Souza, Warner.

Abr 09, 2010 12:51
DOK Forista Assíduo
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Já começou um movimento interessante na ESTR3

Abr 09, 2010 14:20
PepeLegal Forista Assíduo
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Mar 23, 2010 19:41
 
 
alguem sabe de algo? movimento razoavel e 13,33% positivo....

Jun 21, 2010 15:39
SMS-Trader Estreante
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SMS-Trader
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Para quer ganhar dim dim...é só lembrar de nossa querida ESTR4!!!

Jogos de tabuleiro da Estrela ganharão versão on-line até 2011

Daniela Barbosa, iG São Paulo | 21/06/2010 05:55

Empresa lançará Banco Imobiliário, Jogo da Vida e Detetive, entre outros, em modelo digital e descarta parcerias com rede sociais
Os fanáticos pelos jogos de tabuleiros mais tradicionais da década de 70 e 80, como Jogo da Vida, Banco Imobiliário, Detetive e Combate, terão a partir do ano que vem a chance de se divertir com esses mesmos jogos no ambiente on-line. A Estrela, dona de todos eles, planeja em no máximo 12 meses lançar seus jogos de tabuleiro na versão digital.
Neste momento, a companhia ainda estuda a melhor forma de oferecer os jogos aos internautas, mas já está descartada a alternativa de firmar parcerias com redes sociais, como Orkut e Facebook. “Acho mais fácil fecharmos acordos com provedores de internet ou deixarmos os jogos disponíveis no próprio site da empresa”, disse Carlos Tilkian, presidente da Estrela.
Mesmo lançando as versões on-line de seus jogos, a companhia não planeja parar de fabricar nenhum deles e não teme também que um possa canibalizar o negócio do outro. Segundo Tilkian, cada modelo terá a sua importância. Na internet, os jogos terão o papel de aproximar pessoas de todo o mundo para uma disputa. Já o jogo físico continuará tendo o papel social que sempre teve: o de reunir familiares e amigos para momentos de descontração.
Os jogos representam 25% do faturamento da companhia e estão em segundo lugar nas vendas, atrás somente das bonecas - a Estrela fechou 2009 com receita líquida de R$ 80,6 milhões. A empresa ainda não sabe quanto vai faturar com as versões on-line. A ideia é cobrar para que o internauta possa ter acesso à diversão. “Terá a etapa gratuita, para que o jogador possa experimentar e conhecer o produto; mas a partir de um determinado momento, vamos cobrar pelo serviço”, disse Aires Fernandes, diretor de marketing da empresa.
Este ano, a Estrela destinou cerca de R$ 5 milhões para desenvolvimento de novos produtos ou relançamentos. Com o investimento, a empresa disponibilizou ao mercado 269 novidades. Uma delas, prevista para ser lançada até o final deste mês, é o Super Banco Imobiliário. Nele estarão expostas marcas de empresas de verdade, como a TAM Viagens, Mastercard, Vivo, Nívea, Postos Ipiranga, Fiat e Itaú. Uma máquina de cartões de crédito substituirá o dinheiro de papel.

Concorrência chinesa

As inovações ocorrem a despeito das perdas registradas pela companhia. A empresa fechou no vermelho nos últimos três anos - a perda líquida registrada em 2009, de R$ 28,6 milhões, foi a maior desse triênio. Desde os anos 90 a empresa luta para fazer frente ao forte desembarque de produtos chineses no mercado nacional. Em 1995, mais de 600 empresas nacionais quebraram por causa da invasão chinesa.
As fabricantes de brinquedos brasileiras têm lutado há tempos para que o governo diminua a alíquota de impostos do produto e mude algumas regras trabalhistas. Cerca de metade do preço final dos briquendos é de impostos, segundo o executivo. “O ideal seria que fechássemos as fábricas nos três primeiros meses do ano para que os resultados fossem mais positivos”, disse Tilkian. A companhia tem fábricas em Itapira (SP) e Três Pontas (MG) e pretende inaugurar, até dezembro, uma unidade em Ribeirópolis (SE).
O Brasil possui atualmente cerca de 440 fabricantes de brinquedos. Segundo a Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos (Abrinq), os brinquedos industrializados no País representam 60% do mercado nacional. A Estrela planeja ampliar em 15% seu faturamento este ano.

Jun 21, 2010 16:14
Consenso de Moderadores Forista Assíduo
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SMS-Trader escreveu:Para quer ganhar dim dim...é só lembrar de nossa querida ESTR4!!!

Jogos de tabuleiro da Estrela ganharão versão on-line até 2011

Daniela Barbosa, iG São Paulo | 21/06/2010 05:55

.....


Prezados foristas,

Busquem postar informações de fontes confiáveis e atualizadas, evitando assim o risco desinformar os internautas quanto às empresas da Bovespa.

Agradecemos a atenção e gostaríamos de continuar contando com vossa participação dentro das regras de controle de informações verificáveis, para isso dêem preferência aos sites da BM&FBovespa, das empresas ou da grande imprensa.

Sei que podemos contar com a vossa colaboração nesse sentido.

Atenciosamente,

Consenso de Moderadores

Jul 16, 2010 23:59
Money_for_nothing Estreante
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Mai 03, 2010 20:10
 
 
Qdo era jovem lembro que reunia a turma em casa para jogar o Banco Imobiliario, lembro tb que jogava WAR e Fliperama.
Vejo os meus sobrinhos vidrados em Video Game , Fifa Soccer e Guitar Hero.
Alguem aí aplica na Estrela .. será que tem futuro?


Brinquedos
Banco Imobiliário agora vem com máquina para cartão de crédito

Estrela fecha parceria com a Mastercard para trocar o dinheiro por cartão de crédito no jogo
Beatriz Olivon, de EXAME.com
16/07/2010 | 15:42

Imagem
Banco Imobiliário: jogo existe desde 1944 e é o principal produto de um filão que ocupa cerca de 25% do faturamento da Estrela

São Paulo - O jogo Banco Imobiliário, da Estrela, substituiu suas notas coloridas de papel pelo cartão de crédito. A mudança foi influenciada pelo aumento no uso dos cartões em relação às cédulas no comércio real, segundo a fabricante.

O jogo existe desde 1944 e é o principal produto de um filão (o de jogos de tabuleiro e ação), que ocupa cerca de 25% do faturamento da Estrela. A nova versão tem a Mastercard como parceira na substituição das cédulas por uma máquina semelhante à de verdade. A marca também está presente no jogo com dicas de seu programa de educação financeira Consumidor Consciente.

Outra novidade na última versão do jogo é que as empresas que podem ser compradas pelos jogadores agora foram substituídas por companhias de verdade, como Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea, Ipiranga e Fiat. As marcas vêem na parceria uma oportunidade de reforçar sua imagem junto ao público jovem. "Os jogadores poderão conhecer nossa empresa, além de ser uma ótima oportunidade para tornar os clientes mais fiéis", afirma Sylvio Ferraz, diretor da TAM Viagens, em comunicado à imprensa. As empresas pagaram para ter seus nomes associados ao jogo. A Estrela não divulgou os valores.

Os competidores começam com um crédito de $25.000. As compras de imóveis e companhias são debitadas do cartão de crédito, de acordo com as aquisições de cada participante. Quando um jogador tem que pagar ao outro, os dois cartões passam pela máquina - um para ter o valor debitado e outro para receber seus créditos
http://portalexame.abril.com.br/negocio ... 79250.html

Ago 01, 2010 15:23
Black Steel Forista Assíduo
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Nov 03, 2008 23:41
 
 
Estou torcendo muito por nossas empresas de brinquedos

peguem nossos brinquedos antigos, vejam como tinham qualidade, como duravam, tenho alguns da Estrela, são praticamente eternos, vamos banir esses LIXOS CHINESES, nossos governantes não enxergam o que está acontecendo no país ???. Bando de ladrões lucrando com o despejo de LIXO CHINES no país. Vamos nos conscientizar disso, eu não compro mais produtos XING LING... dou importancia aos nacionais
e tenho dito...
abçs

Money_for_nothing escreveu:Qdo era jovem lembro que reunia a turma em casa para jogar o Banco Imobiliario, lembro tb que jogava WAR e Fliperama.
Vejo os meus sobrinhos vidrados em Video Game , Fifa Soccer e Guitar Hero.
Alguem aí aplica na Estrela .. será que tem futuro?


Brinquedos
Banco Imobiliário agora vem com máquina para cartão de crédito

Estrela fecha parceria com a Mastercard para trocar o dinheiro por cartão de crédito no jogo
Beatriz Olivon, de EXAME.com
16/07/2010 | 15:42

img]http://portalexame.abril.com.br/imagem/estrela.jpg[/img]
Banco Imobiliário: jogo existe desde 1944 e é o principal produto de um filão que ocupa cerca de 25% do faturamento da Estrela

São Paulo - O jogo Banco Imobiliário, da Estrela, substituiu suas notas coloridas de papel pelo cartão de crédito. A mudança foi influenciada pelo aumento no uso dos cartões em relação às cédulas no comércio real, segundo a fabricante.

O jogo existe desde 1944 e é o principal produto de um filão (o de jogos de tabuleiro e ação), que ocupa cerca de 25% do faturamento da Estrela. A nova versão tem a Mastercard como parceira na substituição das cédulas por uma máquina semelhante à de verdade. A marca também está presente no jogo com dicas de seu programa de educação financeira Consumidor Consciente.

Outra novidade na última versão do jogo é que as empresas que podem ser compradas pelos jogadores agora foram substituídas por companhias de verdade, como Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea, Ipiranga e Fiat. As marcas vêem na parceria uma oportunidade de reforçar sua imagem junto ao público jovem. "Os jogadores poderão conhecer nossa empresa, além de ser uma ótima oportunidade para tornar os clientes mais fiéis", afirma Sylvio Ferraz, diretor da TAM Viagens, em comunicado à imprensa. As empresas pagaram para ter seus nomes associados ao jogo. A Estrela não divulgou os valores.

Os competidores começam com um crédito de $25.000. As compras de imóveis e companhias são debitadas do cartão de crédito, de acordo com as aquisições de cada participante. Quando um jogador tem que pagar ao outro, os dois cartões passam pela máquina - um para ter o valor debitado e outro para receber seus créditos
http://portalexame.abril.com.br/negocio ... 79250.html

Ago 19, 2010 12:21
xorão Estreante
Mensagens: 11
oscilação
xorão
Registrado em:
Jun 28, 2008 12:47
 
 
alguém poderia me explicar a anormalidade dos negocios em 18/08/2010? por que tivemos essa valorização, sem nenhuma notícia aparente que motivasse isso??? alguém sabe de alguma coisa ou tem alguma ideia???

Ago 19, 2010 18:09
EdPires Forista Assíduo
Mensagens: 749
Re: oscilação
EdPires
Registrado em:
Mar 31, 2010 10:43
 
 
xorão escreveu:alguém poderia me explicar a anormalidade dos negocios em 18/08/2010? por que tivemos essa valorização, sem nenhuma notícia aparente que motivasse isso??? alguém sabe de alguma coisa ou tem alguma ideia???


Rapaz, estou fazendo a mesma pergunta! Comprei a 0,92 na terça e estou usando stop móvel. Melhor não arriscar perder tudo.

Ago 19, 2010 18:24
Nerd Estreante
Mensagens: 81
Re: oscilação
Nerd
Registrado em:
Mar 13, 2009 11:50
 
 
EdPires escreveu:
xorão escreveu:alguém poderia me explicar a anormalidade dos negocios em 18/08/2010? por que tivemos essa valorização, sem nenhuma notícia aparente que motivasse isso??? alguém sabe de alguma coisa ou tem alguma ideia???


Rapaz, estou fazendo a mesma pergunta! Comprei a 0,92 na terça e estou usando stop móvel. Melhor não arriscar perder tudo.


Pessoal,
acho que a Estrela é potencial beneficiária da Notícia abaixo:
Nerd

Camex reduz tarifa para componentes de brinquedos

SÃO PAULO, 17 de agosto de 2010 - A Câmara de Comércio Exterior (Camex) reduziu a tarifa de importação para partes e componentes de brinquedos. Esses itens, que pagavam 20% para entrarem no país, passarão a ser taxados em apenas 2%.
De acordo com o secretário-executivo da Camex, Helder Chaves, a redução beneficiará a indústria nacional de brinquedos. "A medida faz parte de um plano para revigorar indústria de brinquedos, que precisa fazer frente à importação, principalmente da Ásia".

O órgão também reduziu, de 16% para 2%, o imposto para simuladores de operações de perfuração e exploração de petróleo. Segundo a Camex, a medida tem por objetivo ajudar a construção de um centro de treinamento em Rio das Ostras (RJ) para atender às plataformas que serão usadas na extração do petróleo da camada pré-sal.

A Camex aumentou ainda, de 14% para 28%, a alíquota de importação de misturas usadas na fabricação de espumas para colchões, estofados e na indústria automotiva. O órgão também elevou para 14% a tarifa para máquinas separadoras de ovos, que até agora entravam no país sem pagar imposto. Segundo Chaves, nesses dois casos, os produtores nacionais vinham sendo prejudicados pela concorrência estrangeira.

A alíquota reduzida de 2% para a sardinha congelada foi prorrogada por mais um mês. Tradicionalmente, o produto paga 10% para ser importado. De acordo com o secretário, o governo brasileiro decidiu esperar o Mercosul julgar a redução definitiva da tarifa.

Com essas medidas, subiu de 95 para 100 o número de produtos na lista de exceção da Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul. Esse é o número máximo de itens que podem fazer parte da relação. Por fazerem parte de uma união aduaneira, todos os países do bloco precisam aplicar uma tarifa externa única aos produtos. Cada país, no entanto, pode aplicar impostos diferenciados a até 100 itens. As informações são da Agência Brasil.

(Redação - Agência IN)

20:14 - 17/08/2010

Set 14, 2010 11:43
Alemão do Mico Forista Assíduo
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Jan 08, 2010 7:44
 
 
Saiu na Bloomberg... olhem a oportunidade :

BTG Pactual quer adquirir a Estrela !!

http://www.bloomberg.com/news/2010-09-1 ... ports.html

Set 14, 2010 12:54
Alessan_dro Estreante
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Alessan_dro
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Out 08, 2009 14:10
 
 
R$ 1,32 ==> + 29,31 %

Hoje vai dar mais de 50% ...

Set 14, 2010 13:14
Alessan_dro Estreante
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Alessan_dro
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Out 08, 2009 14:10
 
 
Ações da Estrela disparam, sob rumor de aquisição de participação pelo BTG Pactual

Recomendar!Por: Equipe InfoMoney
14/09/10 - 12h10
InfoMoney



SÃO PAULO - As ações da Estrela são destaque de alta no pregão desta terça-feira (14), impulsionadas por rumores de que o BTG Pactual estaria negociando a compra de uma fatia na companhia.

Há pouco, os ativos ESTR4 listavam alta de nada menos que 19,61%, sendo negociados a R$ 1,22. Simultaneamente, o Ibovespa registrava baixa de 0,14%, aos 67.934 pontos. Também chamava atenção o volume de negócios da companhia, que no mesmo horário atingiam R$ 5,61 milhões.

De acordo com o Relatório Reservado, o banco possui como objetivo utilizar a marca da Estrela para consolidar outros ativos no setor. Além disso, a empresa está prestes a inaugurar uma fábrica em Sergipe, aumentando sua capacidade total em 15%.

Silêncio
Procurado pelo Portal InfoMoney, o BTG Pactual optou por não se pronunciar sobre o tema. Por seu turno, a Estrela não retorno o contato pela InfoMoney.

Set 14, 2010 15:31
Alessan_dro Estreante
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Alessan_dro
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R$ 1,36 ==> + 33,33% ...

Promete muito mais hojee ...

Set 14, 2010 15:45
DOK Forista Assíduo
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Eu apenas não tenho coragem de ficar comprado nela, está boa para fazer DT mas essas noticias podem não serem confirmadas e ação despencar a qualquer momento.

Set 14, 2010 17:32
Alessan_dro Estreante
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Alessan_dro
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Realmente ai tem coisaa ... O BTG PACTUAL (André Esteves) está agressivo comprando empresas de diversas àreas ... A semana passada foi o Hospital São Luis!!! E agora??

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BTG Pactual faz nova aquisição e negocia com fundo em Cingapura
Banco criado por André Esteves já fez, nos últimos 19 meses, pelo menos 11 aquisições

David Friedlander

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Tópicos: btg pactual; andré esteves; cingapura; fusão; aquisição
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SÃO PAULO - Enquanto negocia a entrada do fundo soberano de Cingapura em seu capital, o banco BTG Pactual continua na sua agressiva estratégia de aquisições de empresas fora da área financeira. Cinco dias depois da compra do Hospital São Luiz, um dos maiores de São Paulo, o BTG anunciou na quarta-feira, 8, a aquisição de uma participação minoritária na Brasbunker, uma fornecedora de serviços na área de petróleo e gás.

Ao longo do último ano e meio, o BTG já investiu R$ 850 milhões em empresas dos mais variados setores. Essa quantia, informada numa apresentação para clientes do banco, não inclui a Brasbunker nem o Hospital São Luiz – a rigor, comprado pela Rede D’Or, da qual o banco é parceiro. Procurado, o BTG não quis informar quanto comprou da Brasbunker, nem quanto pagou.

As compras de empresas vieram a público junto com a negociação entre o BTG e o fundo soberano de Cingapura (GIC, em inglês), mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Cliente do banco brasileiro em vários negócios, o GIC discute fazer um aumento de capital no BTG – um projeto do banqueiro André Esteves e seus sócios, que desejam capitalizar o banco para continuar crescendo.

Com capital de US$ 2,4 bilhões, o BTG pode vir a fechar a operação com o fundo de Cingapura e, mesmo assim, abrir seu capital na bolsa brasileira mais tarde, segundo fontes que acompanham o processo.

Os sócios do banco têm dito, em conversas reservadas, que, se o capital da instituição aumentar para algo como US$ 4 bilhões, eles conseguiriam ampliar a escala mantendo o mesmo nível de qualidade. Também nesse caso, o banco foi procurado e preferiu não falar.

Empresas. A participação na Brasbunker é o lance mais recente de uma estratégia arquitetada em setembro de 2008, quando Esteves e seus sócios criaram o BTG. Eles montaram uma área exclusiva destinada à compra de empresas brasileiras e com potencial de crescimento ligado à expansão do mercado interno. Quando Esteves recomprou o Pactual, no ano seguinte, essa atuação foi acelerada.

Os sócios do BTG Pactual aplicaram dinheiro do próprio bolso e captaram recursos de clientes para usar na compra de uma rede de estacionamentos, postos de gasolina, redes de farmácias, de participações nas montadoras de veículos Mitsubishi e Suzuki e na rede de hospitais D'Or.

Nos últimos doze meses, segundo executivos do BTG disseram a clientes, eles estudaram oportunidades de negócios avaliadas em mais de US$ 2 bilhões, em áreas como saúde, portos, energia, na área imobiliária e de tecnologia da informação.

Fundos. Semanas atrás, parte desse esforço começou a ganhar sentido. Executivos da instituição começaram a levantar recursos para um fundo de private equity, cuja proposta é atingir US$ 750 milhões.

O BTG também não quis falar sobre esse fundo. Mas um prospecto distribuído entre clientes top de linha informa que o investimento mínimo no fundo, o BTG Pactual Brazil Investment Fund I LP, é de US$ 10 milhões. O BTG se compromete a entrar com US$ 250 milhões. E cita as farmácias, estacionamentos e hospitais como vitrine dos investimentos não financeiros do grupo.

http://economia.estadao.com.br/noticias ... 4594,0.htm

Set 14, 2010 20:26
Grek2003 Forista Assíduo
Mensagens: 263
Entrevista com Carlos Tilkian, presidente da Estrela
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Mar 09, 2010 17:39
 
 
Entrevista com o presidente da Estrela no final do mês de agosto.

http://www.istoedinheiro.com.br/noticia ... TE+NA+MIRA

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