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Jun 13, 2012 13:38
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Vale - VALE3 / VALE5
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cadu, Cactus ou outro forista que usa AT poderia postar um gráfico mostrando ponto de entrada para que eu possa fazer uma análise?

valeu! :wink:

Jun 13, 2012 13:45
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13/06/2012 - 09:42
Vale Fertilizantes aposta no desenvolvimento sustentável em Semana do Meio Ambiente
Ações nas unidades incluem sessões de cinema e destacam participação da empresa na Rio+20.
http://www.revistafator.com.br/ver_noti ... not=206018

Jun 14, 2012 11:15
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VALE5 e PETR4


14 de junho de 2012 • 08h39
Por: Heloisa Ferraz Finocchiaro


SÃO PAULO - O Visão Técnica desta quinta-feira (14) volta a comentar o comportamento das duas importantes blue chips do Ibovespa, as ações da Vale (VALE5) e da Petrobras (PETR4), através das análises de Wagner Caetano, da Top Trader, e Carlos Martins, da Trader Gráfico. Confira:
http://www.infomoney.com.br/visao-tecni ... +duas+blue

Jun 15, 2012 14:08
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Vale: Citi reduz preço-alvo do ADR em 18,8%, receoso com o retorno dos investimentos
Comentários: (0)
15 de junho de 2012 • 12h44
Por: Thiago Salomão

http://www.infomoney.com.br/vale/notici ... etorno+dos

Jun 15, 2012 17:49
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17h16 : CORREÇÃO-JP Morgan estuda negociar carvão e minério no físico

LONDRES, 15 Jun (Reuters) - O JP Morgan avalia a possibilidade de negociar minério de ferro e carvão metalúrgico no físico, além de expandir suas atividades com aço, relatou um executivo do banco durante essa semana, seguindo a tendência dos principais agentes financeiros, que têm migrado para esses mercados.

O banco americano tem sido um trader bastante ativo em derivativos de minérios de ferro e de siderurgia desde o final de 2008, principalmente em nome de seus clientes. O banco pode em breve seguir tendência que já inclui o Deutsche Bank e o Macquarie Bank Limited.

Os bancos estão se aventurando no comércio físico de minério de ferro a fim de melhor gerenciar suas posições financeiras, e ajudar a criar acordos financeiros entre mineradoras, siderúrgicas, montadoras e construtoras.

"Negociar nesses mercados poderia nos dar um melhor visão sobre o que está acontecendo, e como o mercado está se movimentando", Jeffrey Kabel, diretor executivo global de produtos ferrosos do JP Morgan, disse à Reuters durante uma entrevista.

"Nós já negociamos carvão térmico, e o estamos usando como um modelo para considerar inclusão tanto do minério de ferro físico quanto o carvão metalúrgico, uma vez que esses mercados, fisicamente, se movimentam de maneira similar."

Durante os últimos meses, alguns dos maiores traders de commodities têm entrado no mercado de minério de ferro que, até dois anos atrás, era dominado por três grandes produtores - a brasileira Vale, o BHP Billiton e Rio Tinto Ltd.

MAIOR POTENCIAL

O JP Morgan planeja expandir suas operações de comércio de aço tanto em derivativos quanto no físico.

Kabel disse que percebeu um aumento do interesse nos derivativos dos minérios de ferro e aço tanto de clientes industriais quanto de financeiros, inclusive fundos de hedge.

Mesmo com as previsões de incerteza econômica global afetando o mercado de ferro, e com possibilidade de diminuição de seu setor de derivativos ainda em desenvolvimento, o banco tem impulsionado seu volume de compras e vendas durante os últimos seis meses, e tem visto mais interesse de diversas partes.

De acordo com o JP Morgan, apesar de traders e mineradoras permanecerem como os principais participantes, cada vez mais fundos de hedge e siderúrgicas têm se envolvido nas operações.

"Grandes siderúrgicas da Europa e Estados Unidos têm estudado esse mercado atentamente, principalmente desde o início desse ano", disse Kabel.

(Reportagem de Silvia Antonioli)

Jun 15, 2012 18:11
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RDFF
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Pobre é duro.

Ontem ia colocar ordem de compra em VALEF40 nos 0,04 para hoje. Decidi colocar nos 0,02.

Perdi o bilhetão. Imagina se VALE5 passar dos 40?

Jun 15, 2012 18:22
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Vale Investor Relations rio-vale@infoinvest.com.br
18:20 (0 minutos atrás)

para mim
Vale conclui permuta obrigatória de notas conversíveis

Rio de Janeiro, 15 de junho de 2012 - A Vale S.A. (Vale) anuncia que as notas obrigatoriamente conversíveis em 15 de junho de 2012, de sua subsidiária integral Vale Capital II, séries VALE-2012 e VALE.P-2012, foram permutadas hoje em American Depositary Shares (ADSs), representando ações ordinárias e ações preferenciais de classe A, respectivamente.

A taxa de conversão, que é a quantidade de ADSs entregues após a permuta de cada nota na data estabelecida, foi de 2,7082 ação ordinária por série VALE-2012 e 3,0993 ações preferenciais por série VALE.P-2012.

Os ADSs, em que as notas de série VALE-2012 foram permutadas, representaram um total de 15.836.884 ações ordinárias, equivalente a 1,3% das ações ordinárias em circulação, e as notas de série VALE.P-2012 representaram um total de 40.241.968 ações preferenciais de classe A, equivalente a 2,2% das ações preferenciais em circulação.

Jun 17, 2012 19:26
Chicão Forista Assíduo
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O futuro da economia da China
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Na Carta Capital dessa semana (nº 702) há uma reportagem especial, da revista britânica The Economist, intutulada O futuro da economia da China. Comecei a ler agora a tarde e achei bem interessante os dois primeiros tópicos. Recomendo, aos sócios, a leitura.

Segue abaixo o sumário do especial:

Introdução
Pedaladas rumo à prosperidade

Exportações
Adeus ao monstro do superávit

Investimentos
Prudência sem propósito

Governos locais
A balada do senhor Guo

Finanças
Balança, mas não cai

Fluxos internacionais
Sabedoria homérica

Consumidores
Negócios da China

O próximo capítulo
Além do crescimento

Num total de 13 páginas (sem propagandas).

Jun 18, 2012 15:18
AndBroker Forista Assíduo
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Vale está atenta aos interessados na CSA, diz Ferreira
http://www.valor.com.br/rio20/2718224/v ... z1yAcHzJUo

Jun 18, 2012 23:31
Potuz Forista Assíduo
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Re: O futuro da economia da China
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Chicão escreveu:Na Carta Capital dessa semana (nº 702) há uma reportagem especial, da revista britânica The Economist...


Oi Chicão, estou tentando procurar a leitura que você indicou. La no Economist encontro uma série do Simon Cox começando em Maio 24. E essa mesma a que você disse?

Jun 19, 2012 10:24
Chicão Forista Assíduo
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Re: O futuro da economia da China
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Potuz escreveu:
Chicão escreveu:Na Carta Capital dessa semana (nº 702) há uma reportagem especial, da revista britânica The Economist...


Oi Chicão, estou tentando procurar a leitura que você indicou. La no Economist encontro uma série do Simon Cox começando em Maio 24. E essa mesma a que você disse?

Potuz,
acho que sim. De qualquer forma, segue o link da edição em inglês.

Link: http://www.economist.com/node/21555762

Abraço.

Jun 19, 2012 12:13
Potuz Forista Assíduo
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Re: O futuro da economia da China
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Chicão escreveu:
Potuz escreveu:
Chicão escreveu:Na Carta Capital dessa semana (nº 702) há uma reportagem especial, da revista britânica The Economist...


Oi Chicão, estou tentando procurar a leitura que você indicou. La no Economist encontro uma série do Simon Cox começando em Maio 24. E essa mesma a que você disse?

Potuz,
acho que sim. De qualquer forma, segue o link da edição em inglês.

Link: http://www.economist.com/node/21555762

Abraço.


Valeu Chicão, vou começar a leitura.

Jun 20, 2012 16:33
Digger Forista Assíduo
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IAFI - Índice de Análise de Fundos Imobiliários
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Está no ar o Índice da Análise de Fundos Imobiliários (IAFI) , Na sessão de " fundos e Renda Fixa" , o link é esse: http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?t=15266
É um forum onde vamos discutir sobre fundos imobiliários e montar uma carteira teórica todo fim de mês como já é feito com ações em outras partes do Forum do infomoney.
Os fundos imobiliários são um produto em expansão atualmente e as discussões devem ser muito enriquecedoras . Contamos com as presenças e opiniões de todos.
As regras estão no primeiro post!

Bons lucros a todos!!!

Jun 20, 2012 18:01
FR4J0L4 Forista VIP
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15h01 : Australiana Grange busca parceiro para explorar minério de ferro

MELBOURNE, 20 Jun (Reuters) - A produtora australiana de minério de ferro Grange Resources anunciou nesta quarta-feira que deseja vender pelo menos 30 por cento de participações no projeto de 2,9 bilhões de dólares Southdown Magnetite em desenvolvendo no oeste da Austrália, a fim de aliviar os encargos do financiamento do negócio.

A empresa escolheu o Deutsche Bank para aconselhar sobre a venda da sua fatia de 70 por cento no projeto, que foi projetado para produzir 10 milhões de toneladas por ano de magnetita concentrada, por mais de 30 anos.

"A introdução de um terceiro parceiro de jont-venture para o projeto é a melhor maneira de aumentar a garantia de viabilidade do projeto, e reduzir o perfil de risco que a Grange atualmente assume com esse projeto", afirmou o diretor administrativo da Grange, Russell Clark.

Havia interesse do mundo inteiro pelo projeto Southdown, especialmente na China e em outros países asiáticos, disse o diretor. Trinta por cento do projeto já foram comprados por um consórcio japonês formado pela trading Sojitz Corp e Kobe Steel.

A Kobe Steel, quarta maior fabricante de aço do Japão, teria pago de 50 a 80 milhões de dólares australianos quando comprou 10 por cento de participação indireta, o que faria todas as participações no projeto serem avaliadas entre 500 milhões a 800 milhões de dólares australianos, disse Clark.

O Southdown é uma peça chave para o crescimento da Grange Resources, uma vez que se espera que o projeto produza quatro vezes mais magnetita do que sua operação já em andamento, a Savage River.

As ações da Grange subiram 2 por cento, para 0,51 dólares australianos na quinta-feira passada, ultrapassando os ganhos do mercado em geral, avaliando a empresa em 589 milhões de dólares australianos.

(1 dólar americano = 0,9912 dólar australiano)

(Reportagem de Sonali Paul)

Jun 21, 2012 7:11
MKW Forista Assíduo
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21/06/2012 - 05h00
Venda de minério tem 1ª queda em 10 anos

Pela primeira vez em dez anos, o Brasil amarga queda nos embarques de minério de ferro, principal produto da pauta exportadora.

A receita com as vendas da commodity ao exterior acumula retração de 19% entre janeiro e maio deste ano ante igual período de 2011.

O desempenho contribuiu para que a Vale cedesse à Petrobras, a partir de janeiro, a posição de líder das exportações brasileiras --a mineradora fora a primeira em todos os meses de 2011.

Nem na crise de 2009, quando o minério chegou a ser cotado a US$ 60 por tonelada, a receita com exportações caiu, mostram os dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pela Folha.

Neste ano, a commodity também cai, agora por conta dos efeitos da crise na Europa (que já foi o principal comprador do minério brasileiro) e na economia da China (hoje o principal cliente do país).

Ontem, a tonelada de minério com 62% de teor de ferro, referência internacional, era cotada a US$ 136,80 no mercado à vista chinês --queda de 21% em 12 meses.

O preço reflete a fraqueza das compras pela China, que responde por 60% do mercado. Em abril, suas importações atingiram 57,7 milhões de toneladas (o menor nível em seis meses), com queda de 8% em relação a março.

Com os menores preços do aço, as siderúrgicas preferiram usar seus estoques e comprar mais minério de ferro produzido localmente.

Além de encarar o cenário internacional adverso, a Vale enfrentou problemas operacionais, que reduziram a disponibilidade do produto para exportação. No início deste ano, chuvas em excesso paralisaram minas, reduzindo o volume de produção.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/11 ... anos.shtml

Jun 21, 2012 7:23
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MKW escreveu:21/06/2012 - 05h00
Venda de minério tem 1ª queda em 10 anos

Pela primeira vez em dez anos, o Brasil amarga queda nos embarques de minério de ferro, principal produto da pauta exportadora.

A receita com as vendas da commodity ao exterior acumula retração de 19% entre janeiro e maio deste ano ante igual período de 2011.

O desempenho contribuiu para que a Vale cedesse à Petrobras, a partir de janeiro, a posição de líder das exportações brasileiras --a mineradora fora a primeira em todos os meses de 2011.

Nem na crise de 2009, quando o minério chegou a ser cotado a US$ 60 por tonelada, a receita com exportações caiu, mostram os dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pela Folha.

Neste ano, a commodity também cai, agora por conta dos efeitos da crise na Europa (que já foi o principal comprador do minério brasileiro) e na economia da China (hoje o principal cliente do país).

Ontem, a tonelada de minério com 62% de teor de ferro, referência internacional, era cotada a US$ 136,80 no mercado à vista chinês --queda de 21% em 12 meses.

O preço reflete a fraqueza das compras pela China, que responde por 60% do mercado. Em abril, suas importações atingiram 57,7 milhões de toneladas (o menor nível em seis meses), com queda de 8% em relação a março.

Com os menores preços do aço, as siderúrgicas preferiram usar seus estoques e comprar mais minério de ferro produzido localmente.

Além de encarar o cenário internacional adverso, a Vale enfrentou problemas operacionais, que reduziram a disponibilidade do produto para exportação. No início deste ano, chuvas em excesso paralisaram minas, reduzindo o volume de produção.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/11 ... anos.shtml
parece que a crise mundial de 2008 para cá começou fazer efeitos nesta área tb rsrsrsr :twisted: :oops:

Jun 21, 2012 7:32
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Jun 21, 2012 8:57
Wilson Junior Forista VIP
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Fraj;la escreveu:
MKW escreveu:21/06/2012 - 05h00
Venda de minério tem 1ª queda em 10 anos

Pela primeira vez em dez anos, o Brasil amarga queda nos embarques de minério de ferro, principal produto da pauta exportadora.

A receita com as vendas da commodity ao exterior acumula retração de 19% entre janeiro e maio deste ano ante igual período de 2011.

O desempenho contribuiu para que a Vale cedesse à Petrobras, a partir de janeiro, a posição de líder das exportações brasileiras --a mineradora fora a primeira em todos os meses de 2011.

Nem na crise de 2009, quando o minério chegou a ser cotado a US$ 60 por tonelada, a receita com exportações caiu, mostram os dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pela Folha.

Neste ano, a commodity também cai, agora por conta dos efeitos da crise na Europa (que já foi o principal comprador do minério brasileiro) e na economia da China (hoje o principal cliente do país).

Ontem, a tonelada de minério com 62% de teor de ferro, referência internacional, era cotada a US$ 136,80 no mercado à vista chinês --queda de 21% em 12 meses.

O preço reflete a fraqueza das compras pela China, que responde por 60% do mercado. Em abril, suas importações atingiram 57,7 milhões de toneladas (o menor nível em seis meses), com queda de 8% em relação a março.

Com os menores preços do aço, as siderúrgicas preferiram usar seus estoques e comprar mais minério de ferro produzido localmente.

Além de encarar o cenário internacional adverso, a Vale enfrentou problemas operacionais, que reduziram a disponibilidade do produto para exportação. No início deste ano, chuvas em excesso paralisaram minas, reduzindo o volume de produção.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/11 ... anos.shtml
parece que a crise mundial de 2008 para cá começou fazer efeitos nesta área tb rsrsrsr :twisted: :oops:


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Jun 22, 2012 7:00
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21/06/2012 - 19h50
Coreana Posco cobra da Vale preço anual de minério de ferro
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DA REUTERS

A siderúrgica Posco tem expectativa de que o sistema de precificação anual do minério de ferro volte a ser utilizado nas negociações entre as grandes mineradoras e produtoras de aço, disse nesta quinta-feira o presidente da companhia sul-coreana, Joon-Yang Chung.

Em evento em São Paulo, ele disse que outras siderúrgicas também querem o retorno da precificação anual, alguns anos após a indústria abandonar o esquema, denominado "benchmark".

O comentário de Chung evidencia a fragilidade do setor. Nas palavras do executivo, a precificação anual traria mais estabilidade para a indústria.

"Temos esperança que a Vale e outras voltem ao sistema antigo. Isso faria as companhias siderúrgicas mais estáveis. De um modo geral, nós e outras companhias de aço esperamos voltar ao sistema de benchmark anual", disse Chung.

As siderúrgicas sempre tiveram preferência pela precificação de longo prazo, mas no ambiente atual de volatilidade de preços as negociações com foco no curto prazo e no mercado à vista são mais interessantes para as mineradoras, segundo uma importante fonte do setor.

Já a Vale, maior produtora de minério de ferro do mundo, negocia com os clientes nos sistemas de preço que eles consideram mais adequados, mas não considera justo que se façam mudanças frequentes no esquema de precificação, disse o presidente da companhia, Murilo Ferreira, nesta quinta-feira.

"Pelo que entendi, ele (presidente da Posco) acha que seria a melhor forma de negociação (a anual). O que os clientes acharem mais apropriado, nós vamos fazer. O que não podemos é optar por um mecanismo de preço e daqui a dois meses, mudar. Isso não", disse Ferreira a jornalistas, em evento da Rio+20.

O executivo da Posco comentou ainda sobre a expectativa de preço do aço, e disse acreditar que a cotação do produto subirá no segundo semestre do ano, com a perspectiva de recuperação econômica da China.

CSA

O executivo da Posco disse ainda, em evento na Confederação Nacional da Indústria, que a empresa avalia dados da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA) e não descarta comprar uma fatia da ThyssenKrupp na usina brasileira.

"Nós acabamos de receber informações sobre a CSA, operação da Thyssen no Brasil, e estamos revisando internamente. Não estou em posição de dizer sim ou não (sobre a compra), mas definitivamente estamos analisando no momento", afirmou ele a jornalistas, por meio de intérprete, após o evento na CNI.

Ele não deu detalhes sobre o tamanho da participação na CSA que a Posco eventualmente poderia comprar.

Chung disse que ainda não conversou com a Vale, acionista da CSA, sobre eventual compra de fatia da ThyssenKrupp. A mineradora possui participação de 27% na usina, enquanto o grupo alemão detém o restante.

No início do mês, a porta-voz da Posco, Kim Ji-young, havia dito que a companhia sul-coreana não estava considerando comprar a fatia da empresa alemã na CSA.

Em maio, a ThyssenKrupp, maior produtora de aço da Alemanha, afirmou que poderia vender ativos no Rio de Janeiro (CSA) e Alabama, nos EUA, em decorrência de estouro de orçamentos de implantação e atrasos nas unidades.

O presidente da Posco afirmou nesta quinta-feira que também analisa informações da usina da ThyssenKrupp nos EUA.

A avaliação da usina sul-coreana acontece em um momento em que o governo se mostra interessado em uma solução brasileira para a venda da participação alemã na usina, um dos maiores investimentos realizados no setor nos últimos anos.

Na segunda-feira, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, Luciano Coutinho, manifestou preferência por uma solução nacional para a CSA, depois que uma fonte informou à Reuters na semana passada que o governo brasileiro estava se movimentando para tentar evitar que a participação na usina fique com um grupo estrangeiro.

Questionado sobre o tema, o presidente da Vale afirmou que "nunca" foi procurado pelo governo para tratar de assuntos relacionados à fatia que a Thyssen quer vender.

http://www1.folha.uol.com.br/mercado/11 ... erro.shtml

Jun 22, 2012 8:51
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Vale vai investir em parques eólicos

A Vale vai entrar no negócio de energia eólica. A mineradora e a elétrica australiana Pacific Hydro formaram uma joint venture para construir e operar dois parques eólicos no Rio Grande do Norte. Com investimentos de R$ 650 milhões, os projetos terão capacidade instalada total de aproximadamente 140 megawatts (MW).

O acordo, acertado na última semana, será assinado hoje, no Rio de Janeiro, em cerimônia que contará com a presença do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão; a primeira ministra da Austrália, Julia Gillard; o presidente da Vale, Murilo Ferreira; e o principal executivo mundial da Pacific Hydro, Rob Grant.

Os projetos já possuem licença ambiental de instalação e estão previstos para entrar em operação em 2014. As duas empresas estão negociando agora a compra dos equipamentos no mercado. Por esse motivo, a potência exata dos projetos ainda será definida, de acordo com o modelo dos aerogeradores que forem comprados.

Pelo acordo firmado, cada empresa terá 50% do negócio. Mas a energia será integralmente consumida pela Vale durante 20 anos. O contrato de longo prazo assinado entre as partes dará as condições necessárias para obterem o financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A expectativa é que a instituição financie até 70% do valor total dos parques.

As sócias ainda avaliam como os parques serão ligados ao sistema elétrico. As duas alternativas em estudo são utilizar uma estação coletora (um tipo de subestação que interliga várias eólicas à rede nacional) ou conectar diretamente a uma subestação existente no Estado.

"Vamos fazer [essa eólica] para ver como fica. Temos uma expectativa muito positiva. A primeira ministra está simplesmente motivadíssima com esse acordo", disse ontem ao Valor o presidente da Vale, Murilo Ferreira.

A mineradora possui outro projeto eólico em estudo no Ceará, mas ainda não há previsão de quando ele será aprovado pelo conselho de administração da empresa. Nesse caso, em princípio, a Vale pretende desenvolver sozinha o projeto.

Segundo o diretor de Energia da Vale, Ricardo Mendes, os parques eólicos no Rio Grande do Norte e a participação de 9% na hidrelétrica de Belo Monte (de 11, 233 mil megawatts, no Pará) contribuirão para a mineradora aumentar, de 45% para 50%, seu índice de autossuficiência energética. Atualmente, a Vale também possui participação em nove hidrelétricas e quatro pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) em operação no país. A companhia ainda tem 43,9% da hidrelétrica de Santa Isabel (TO), projeto ainda no papel, mas cuja concessão foi prorrogada este ano pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A Vale responde por cerca de 2% de todo o consumo de energia elétrica do país, de aproximadamente 60 mil MW médios. De acordo com a empresa, sua demanda global de energia deverá crescer 150% até 2020. Por isso, a estratégia da mineradora é ampliar seu índice de autossuficiência energética e, ao mesmo tempo, investir em energias renováveis, dentro do conceito de sustentabilidade, conforme planos da gestão de Murilo Ferreira. A Vale está avaliando outros investimentos em eólicas, PCHs e usinas a biomassa.

Segundo Mendes, a parceria também está em linha com o objetivo de reduzir o custo com o insumo energético, para aumentar sua competitividade no mercado global. "Como estamos vendo atualmente, a energia eólica se tornou competitiva. Especialmente fazendo o investimento e tendo o ativo, temos um custo competitivo", explicou.

De acordo com Grant, da Pacific Hydro, esse modelo de comercialização de energia, que combina mercado livre e autoprodução, para parques eólicos é inédito no Brasil. "Esse tipo de acordo dá uma flexibilidade maior em relação aos leilões negociados pelo governo, pois o fornecimento de energia ocorre onde o cliente precisa. Esse modelo satisfaz os clientes que precisam de energia e priorizam a energia limpa no seu portfólio", disse o executivo.

Grant afirmou que a Pacific Hydro tem experiências bem sucedidas nesse tipo de negociação na Austrália. Entre os clientes da empresa estão unidades das mineradoras Rio Tinto, na Austrália, e Codelco, no Chile.

No Brasil, a Pacific Hydro possui dois parques eólicos em operação, no total de 58 megawatts. A companhia planeja alcançar 500 megawatts nos próximos cinco anos no país.

O Brasil responde por 10% da receita mundial do grupo australiano. A meta, segundo Grant, é que essa fatia seja elevada para 30%, até 2017. A empresa, que pertence ao fundo australiano da área de infraestrutura IFM, não informa o seu faturamento.


http://www.valor.com.br/empresas/272409 ... z1yWQsie83

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