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Mai 31, 2012 12:10
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JBS Friboi - JBSS3
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http://www.valor.com.br/empresas/2685578/apos-acordo-jbs-decide-reabrir-frigorifico-em-presidente-epitacio

Após acordo com o Governo de São Paulo, a JBS anunciou a decisão de reativar o frigorífico de Presidente Epitácio, no interior do Estado, oito meses após interromper suas atividades.

O processamento na unidade havia sido interrompido por questões de ordem fiscal.

A JBS reclamava das dificuldades impostas pelo governo de São Paulo para recuperar os créditos de ICMS gerados na compra de bois provenientes de Mato Grosso do Sul.

Com o acordo firmado com o governo paulista, o frigorífico poderá usar esses créditos como moeda de troca na aquisição de insumos como embalagens e combustíveis.

Em nota, o diretor de relações com investidores da JBS, Jeremiah O’Callaghan, disse que a reabertura acontece “após um esforço do governo do Estado de São Paulo, com envolvimento direto do governador e toda sua equipe de secretários”.

Os trabalhos serão retomados em todas as áreas da indústria a partir da semana que vem, com exceção do abate de animais — a planta será abastecida com matéria-prima de outras unidades da JBS.

Segundo informou a companhia, a fábrica vai produzir 9,5 mil toneladas de carne por mês, “volume que poderá ser ampliado conforme as condições de demanda dos mercados interno e externo se mostrarem favoráveis”.

Mai 31, 2012 19:05
UP Estreante
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Re: Preço do milho deve cair mais de 30%
UP
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Jokerman escreveu:
UP escreveu:Dia 28 chegou, passou e hoje dia 29 ela caiu, vamos ver amanha dia 30 o que vai ser. Tinha algum fato relevante para ocorrer no dia 28?
abraços
O dia 28 foi considerado o dia limite para se levar em conta a posição acionária que faz jus à permuta de papéis JBS-Vigor, que deve ocorrer no próximo mês.
Opinião pessoal: eu estou com a impressão de que a abertura de capital da Vigor ainda não está impactando tanto no papel da JBS. Pelo menos ainda não. Vamos ver o que vai ocorrer mais pra frente, conforme o IPO vai se aproximando mais.
Abs
Obrigado pelas considerações a respeito da acao, estou em linha com o seu raciocinio.

abracos

Mai 31, 2012 19:22
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Prezados Foristas,

Subdividimos este tópico devido ao tamanho.

As mensagens ANTIGAS podem ser consultadas no link abaixo:
http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?t=13582

Atenciosamente.

Jun 01, 2012 15:09
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GERMANITO BAURU escreveu:boa tarde , não sei se já postaram ., mas

http://guilhermebarros.istoedinheiro.co ... -da-delta/
se livrararam de uma gelada...jbs já diversificou até demais :shock:

Jun 01, 2012 17:23
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16h45 : Exportação de carne bovina sobe para 83,1 mil t em maio

SÃO PAULO, 1 Jun (Reuters) - As exportações de carne bovina do Brasil atingiram 83,1 mil toneladas em maio, registrando incremento em relação às 69,2 mil toneladas de abril, aponta levantamento mensal da Secretaria de Comércio Exterior (Secex).

O volume também supera a marca de 63,9 mil toneladas embarcadas em maio de 2011.

(Por Fabíola Gomes)

Jun 01, 2012 17:46
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16h33 : Grupo Doux busca proteção judicial contra credores

RENNES, França, 1 Jun (Reuters) - A endividada indústria de frango Doux, que emprega mais de 3 mil pessoas na França, deverá procurar proteção na Justiça contra credores nesta sexta-feira, após não conseguir chegar a um acordo com banqueiros, disse uma fonte próxima à questão.

A Doux, de propriedade familiar e uma das maiores exportadoras de frango do mundo, não quis comentar a situação.

A companhia disse a um tribunal comercial nesta sexta-feira que havia suspendido o pagamento a seus credores, e estava aguardando uma decisão da corte em Quimper, noroeste da França, sobre se seria beneficiada pela proteção judicial para reorganizar sua dívida ou enfrentar liquidação, disse a fonte.

A Doux havia dito anteriormente que sua dívida de 340 milhões de euros (420,39 milhões de dólares) inclui 200 milhões de euros no Brasil, onde comprou a subsidiária Frangosul em 1998, e 140 milhões de euros devidos ao banco Barclays.

A situação da Doux tem aumentado as preocupações do governo francês, que está tentando evitar uma temida onda de fechamento de fábricas.

O ministro da Agricultura, Stephane Le Foll, disse que adotará todas as medidas possíveis para evitar a falência da companhia e proteger os produtores colocados em risco.

Além de empregar 3.400 funcionários na França, a Doux também tem contratos de fornecimento com cerca de 800 criadores de aves.

A Doux é também a maior beneficiária da ajuda europeia para agricultura na França, com 55 milhões de euros no ano até 15 de outubro de 2011, devido aos subsídios à exportação.

A proteção judicial permitiria à companhia tentar convencer o Barclays a transformar parte ou toda a dívida do produtor de frango em participação acionária.

O procedimento judicial também poderá permitir à Doux absolver a companhia francesa da responsabilidade pelas dívidas da unidade brasileira. A Frangosul representou cerca de metade das vendas da Doux de 1,4 bilhão de euros em 2010.

A Doux, que compete com a produtora de frango LDC, está 80 por cento nas mãos de seu fundador, Charles Doux.

A empresa decidiu no início deste mês arrendar os bens da Frangosul, em um contrato renovável de 10 anos, para a brasileira JBS, maior produtora mundial de carne bovina e segunda maior produtora de frango, através de sua subsidiária norte-americana Pilgrim's Pride.

(US$1 = 0,8088 euros)

(Reportagem de Pierre-Henri Allain e reportagem adicional de Sybille de La Hamaide)

Jun 02, 2012 1:03
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Foi melhor mesmo para JBS se livrar da Delta, R.I.P !!
Imagem :lol:

Jun 02, 2012 21:55
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Para ex-futuro dono da Delta, segredo é saber acelerar e frear
Por Thiago Herdy | Agência O Globo – 2 horas 7 minutos atrás


SÃO PAULO - Sentado em um sofá branco forrado de pele de boi no amplo escritório da presidência da J&F Holding, controladora da maior empresa de processamento de proteína animal do mundo, o empresário Joesley Batista, de 40 anos, deu os primeiros sinais de que sua equipe estava prestes a fazer as malas e deixar de lado a opção de compra da Construtora Delta exatamente 24 horas antes do anúncio oficial.

- O mercado está absolutamente enganado ao dar como certa a compra da Delta, enquanto eu estou aqui olhando um negócio extremamente complicado, achando tão complicado quanto ele acha - resumiu Batista, à frente do grupo empresarial pertencente à sua família, o terceiro maior do Brasil, atrás apenas da Petrobras e da Vale.

Joesley não assiste a televisão, não lê revista e, mesmo à frente do grupo que neste ano deve ultrapassar R$ 70 bilhões de faturamento, passou despercebido pelos jornais até o dia em que decidiu que tentaria comprar a empresa envolvida no maior escândalo político do ano. De olho nos R$ 380 bilhões em investimentos em infraestrutura no país estimados pelo BNDES até 2014, sonhava juntar ao seu grupo essa empresa de 30 mil funcionários, milhares de máquinas, atestados técnicos em dia (pré-requisito para participar de qualquer licitação), finanças superavitárias, poucas dívidas e modelo de crescimento inovador ("contrato era como se fosse uma empresinha, com centro de custos e gestão independente").
Desde cedo Joesley acelera nos negócios seguindo o rumo de seu instinto, mas garante tomar os cuidados de quem precisa se proteger, sem diminuir a velocidade. Foi assim desde o dia em que o pai, José Batista Sobrinho, o Zé Mineiro, que começou a vida com um abatedouro de 60 cabeças de boi em Anápolis, no interior de Goiás, convidou o filho para tocar o escritório da segunda empresa da família.


Joesley era o menino que aos sete anos cavava o chão procurando petróleo para "enricar", como gosta de falar, e que aos 15 anos já tinha montado um escola de computação com amigos, trabalhado em hotel, loja de auto-peças e de sapatos. Aos 16, tinha decidido namorar e a mãe, preocupada, convenceu o pai a trazer o filho para os negócios da família.
- Quanto mais veloz você corre, mais cuidadoso você fica. A arte não está em acelerar, mas frear ali, na hora certa - disse ele algumas vezes ao GLOBO na última quinta-feira, um dia antes da decisão de deixar o namoro com a Delta.

O mercado nunca soube dizer se a Delta conseguiria dar a volta por cima, apesar do talento da família para os negócios e, em especial, o de Joesley, considerado o estrategista entre os seis irmãos. Com base em uma sucessão de compras de empresas em situação difícil e volumosos aportes do BNDES, a JBS, empresa frigorífica que leva as inicias do pai no nome, passou em menos de uma década de maior empresa de proteína animal de Goiás a maior do mundo, gere atualmente 50 marcas e 140 mil funcionários.

À primeira vista, ninguém entende como Joesley comanda um conglomerado repetindo aos montes os erros de português na hora de falar e mantendo o jeito de matuto. Seria apenas uma estratégia de negócio? Ele se faz de bobo para no fim sair ganhando? Quando se lança o olhar para seu império, tudo parece um teatro conveniente. Mas, de perto, se vê que a simplicidade não é forjada, está nos hábitos e nos gestos mais cotidianos.
http://br.noticias.yahoo.com/ex-futuro- ... 40464.html

Jun 04, 2012 10:02
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O retorno da Vigor na bolsa? Para analistas, esta não é a melhor hora para voltar
Comentários: (0)
04 de junho de 2012 • 09h45
Por: Edilaine Felix


SÃO PAULO – A aprovação recebida pela JBS (JBSS3) da CVM (Comissão de Valores Mobiliários) para o pedido de OPA (Oferta Pública de Aquisição) de permuta voluntária da Vigor, de até 149, 7 milhões de ações ordinárias, foi o grande sinal para que a empresa de laticínios volta ao mercado de capitais após ter deixado a bolsa em 2008. Contudo, para alguns analistas, esse pode não ser o momento para que a Vigor volte, sobretudo devido ao atual momento da bolsa.

O estrategista da Futura Investimentos, Adriano Moreno, acha difícil ter uma colocação da Vigor na bolsa ainda este ano. “Este momento não é propício e não vejo no business da JBS uma necessidade imperiosa de fazer isso”. Para ele, o atual momento não é bom para uma listagem pública, pois se tiver demanda o mercado vai exigir um bom desconto. Para Moreno, só se capitaliza hoje no mercado quem não tem outra alternativa, o que ele não vê como o caso da JBS.

Vale lembrar que outras companhias lançaaram suas ações na BM&FBovespa neste ano e não têm ido muito bem.As units do BTG Pactual (BBTG11), que fizeram sua estreia em 26 de abril, marcam queda de aproximadamente 15%, enquanto os papéis da Locamerica (LCAM3), que estrearam em 23 de abril, apresentam desempenho negativo de aproximadamente 20%. Somente a Unicasa (UCAS3), que chegou à bolsa em 27 de abril, mostra leve alta de 5%.

Pior momento
Um analista consultado pelo Portal InfoMoney, que preferiu não se identificar, disse que a Vigor foi “um fracasso na bolsa, não tinha liquidez e por isso fechou o capital”. Ainda afirma que, mesmo estando sob o guarda-chuva da JBS, a empresa vai ter que mostrar o que mudou na gestão, para voltar ao mercado.

O analista de mercado lembra que o investidor quer ficar bem longe deste papel. Segundo ele, é muito bom ter uma nova empresa no mercado, mas ao mesmo tempo a insegurança está presente em relação de que será feito esse negócio. “Este é o pior momento de se entrar na bolsa, nem recomendo que se faça isso”, afirma.

Na avaliação do estrategista da Futura Investimentos, a Vigor não é core business da JBS, no entanto a empresa acredita que agora ela precisa “ter vida própria”. Entretanto, ele destaca que a Vigor é uma marca reconhecida, havendo a possibilidade de obter um valor no negócio.

O vai e vem da Vigor no mercado
Em 2007, em meio ao cenário turbulento das bolsas mundiais, o Grupo Bertin, anunciou que havia adquirido o controle indireto da fabricante de laticínios Vigor. Na época, os papéis da empresa reagiram bem e avançaram.

Logo em 2008, o Bertin entrou com pedido para cancelamento de registro de suas controladas, a Leco (LECO4) e Vigor (VGOR4), para a então aquisição de 100% das ações ordinárias e preferenciais das companhias.

Em 2009, a JBS adquiriu o Grupo Bertin, que controlava a Vigor. Neste mesmo ano foi realizada a OPA (Oferta Pública de Aquisição de Ações) em uma operação que movimentando cerca de R$ 239 milhões e resultou no cancelamento de registro da empresa na bolsa.

Neste ano, a Vigor Alimentos entrou com pedido para obter registro de companhia aberta junto à CVM, dando o primeiro passo para a distribuição de ações no mercado. Por fim, a JBS informou que o leilão para oferta pública de aquisição de ações ordinárias da emissão da companhia mediante permuta por ações ordinárias da Vigor Alimentos, acontecerá no dia 21 de junho, às 16h (horário de Brasília) na BM&FBovespa.
http://www.infomoney.com.br/jbsfriboi/n ... +hora+para

Jun 06, 2012 15:55
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15h09 : JBS rebate como "falsas" informações de relatório do Greenpeace

SÃO PAULO, 6 Jun (Reuters) - O JBS disse nesta quarta-feira, em nota, que todas as acusações feitas contra a empresa por um relatório da ONG Greenpeace são falsas e "induzem a sociedade a uma conclusão equivocada".

O frigorífico disse que vai entrar na Justiça para pedir reparação dos danos materiais e à sua imagem.

"É com espanto que a JBS recebe essa difamação pública por parte da ONG, uma vez que a companhia tem demonstrado a seus clientes e aos representantes da sociedade civil que é a empresa que se encontra em estágio mais avançado na área de sustentabilidade no setor frigorífico do país", disse o JBS no comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

O relatório do Greenpeace acusa o JBS, maior produtor mundial de carne, de descumprir compromissos socioambientais firmados em 2009, o que poderia acarretar no cancelamento ou não renovação de contratos por parte de empresas europeias.

(Por Gustavo Bonato)

Jun 13, 2012 13:39
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Alimentos
JBS ganha liminar na Justiça contra Greenpeace
13/06/12 13:20

A empresa afirmou que o Greenpeace também enviava o relatório a seus clientes e fornecedores

Um relatório divulgado pela entidade acusava a empresa de adquirir gado produzido em terras embargadas pelo Ibama.

A empresa de alimentos JBS obteve uma liminar na Justiça contra o Greenpeace, exigindo a suspensão de um relatório produzido pela ONG com acusações contra a empresa.

Segundo a JBS, a ONG terá que retirar o documento e todo o conteúdo de seu site e não poderá veiculá-lo por nenhum meio. A empresa afirmou que o Greenpeace também enviava o relatório a seus clientes e fornecedores.

Caso não cumpra a decisão judicial, a ONG deverá pagar uma multa diária de R$ 50 mil.

Um relatório divulgado pela entidade acusava a empresa de adquirir gado produzido em terras embargadas pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), terras de propriedades indígenas, e descumprir compromissos sócioambientais.

O Greenpeace informou que não recebeu nenhuma notificação judicial. O relatório ainda pode ser encontrado no site da ONG.
http://www.brasileconomico.ig.com.br/no ... 18022.html

Jun 21, 2012 22:01
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novo papiro chegando na bolsa, melhor, voltando..
http://exame.abril.com.br/mercados/noti ... spa-amanha

novo tópico:

Vigor - VIGR3
http://forum.infomoney.com.br/viewtopic ... 79#1752479

Jun 26, 2012 18:39
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BOTELHO
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Após 6 pregões positivos, 5 negativos recentemente, alguém tem algum prognóstico para o papel?

Jun 28, 2012 18:23
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18h01 : ENTREVISTA-Brasil deve voltar a liderança global em carne bovina

Por Fabíola Gomes


SÃO PAULO, 28 Jun (Reuters) - O Brasil deverá voltar à primeira posição no ranking dos maiores exportadores de carne bovina no mundo este ano, graças ao câmbio que melhora a competitividade do país e às restrições enfrentadas por seus concorrentes para ampliar a oferta, disse o diretor-técnico da Informa Economics FNP.

"A ideia é que se tem uma correção do câmbio razoável, que em nossa visão dificilmente fica abaixo do patamar de 2 reais, e isso nos leva a crer que teremos mais competitividade...", disse José Vicente Ferraz, diretor-técnico da consultoria.

"O Brasil vai aumentar os embarques em termos de volume também", acrescentou Ferraz, em entrevista para comentar os resultados do levantamento anual da consultoria, o Anualpec, divulgado nesta quinta-feira.

Pela estimativa da consultoria, o Brasil poderá chegar à primeira posição com um embarque de 1,465 milhão de toneladas equivalente carcaça, à frente da Austrália (1,38 milhão de toneladas) e dos Estados Unidos (1,25 milhão de toneladas).

No ano passado, o Brasil ficou em segundo lugar, com 1,322 milhão de toneladas embarcados, atrás da Austrália (1,35 milhão de toneladas), mas ainda um pouco à frente dos Estados Unidos (1,24 milhão de toneladas).

O levantamento leva em conta os dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Ferraz observa ainda que os principais concorrentes terão dificuldades para ampliar a oferta nesta ano. Os Estados Unidos devem ter baixa disponibilidade, depois do grande abate de animais que reduziu o rebanho ao menor nível em mais de 50 anos, e da manutenção do consumo no país.

Já a Austrália, diz ele, teria custos elevados se optasse por expandir sua produção por causa de uma seca endêmica que afeta o país, o que a faria perder competitividade no mercado externo.

"Então, o Brasil encontra uma brecha aí para exportar mais", acrescentou, lembrando que estas são hipóteses levantadas pela Informa para 2012.

O Brasil assumiu a primeira posição entre os exportadores em 2004 e foi ampliando agressivamente sua posição, mas a valorização do real interrompeu esta trajetória, até perder a liderança no ano passado para Austrália, por uma diferença de pouco mais de 10 mil toneladas.

MUDANÇA ESTRUTURAL

O cenário interno também apresenta uma expectativa positiva, com o consumo aumentando mesmo diante da desaceleração econômica do Brasil vista neste primeiro semestre, por causa de uma mudança estrutural neste mercado.

A Informa aponta um crescimento de 2,3 por cento no consumo de carnes no Brasil em 2012, para 97,5 kg por pessoa no ano, sendo puxada pela carne de frango (mais 4 por cento), por de bovino (mais 3 por cento). A demanda interna por carne suína é prevista com alta de 2 por cento.

O diretor-técnico da Informa ressalta que não se trata de movimento pontual, mas é fruto de mudanças de hábitos de consumo, culturais, de incremento da renda, da demografia, entre outros.

Segundo ele, estas mudanças geram um dilema para a cadeia produtiva, que tradicionalmente já vive impasse entre pecuaristas e a indústria frigorífica, que brigam para conseguirem os melhores valores para os seus negócios.

Este cenário, diz ele, torna necessária uma aproximação destes elos da cadeia. "O que antes parecia uma utopia, agora virou necessidade: integrar a cadeia", avaliou.

Grandes frigoríficos, JBS, Minerva e Marfrig, começaram a criar divisões de relacionamento com pecuaristas, com intuito de estreitar os vínculos com seus fornecedores.

A despeito das reclamações de pecuaristas sobre a concentração na indústria, o que diminuiria seu poder de barganha, Ferraz ressalta que esta também é uma oportunidade para os frigoríficos médios.

"Esta pode ser uma válvula para os frigoríficos médios sobreviverem, nesta questão de concentração, eles são menores, mas ágeis, podendo se adaptar às necessidades que esta mudança de hábitos vai trazer", disse.

COMPETIÇÃO COM AGRICULTURA

Sobre a perspectiva da indústria frigorífica de início de um ciclo de baixa no boi gordo, por conta da maior disponibilidade para abates, Ferraz levanta dúvidas sobre a extensão deste recuo.

"Temos visto muitos pecuaristas saindo ou transferindo expressivas parcelas (de suas propriedades) para a agricultura", disse o diretor-técnico da FNP.

Ele pondera que a rentabilidade do setor está boa, com a arroba acima de 90 reais base São Paulo, valor acima da média histórica em torno de 75 reais para o período.

Neste cenário, a tendência era de que o pecuarista elevasse o investimento, mas a opção pela agricultura - por sua rentabilidade ainda maior - pode levar a alguma liquidação do rebanho e interferir no volume de animais para abate e nos preços.

Jul 02, 2012 17:21
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16h54 : Exportações brasileiras de carnes caem em junho, diz Secex

SÃO PAULO, 2 Jul (Reuters) - As exportações de carne suína, bovina e de frango caíram em junho de 2012 no Brasil, de acordo com dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) nesta segunda-feira.

A maior queda foi registrada nas exportações de carne suína que ficaram em 38,5 mil toneladas em junho, retração de 16,3 por cento ante as 46 mil toneladas de junho de 2011. Em maio deste ano foram exportadas 47 mil toneladas.

A receita com as vendas externas de carne suína em junho recuou 28 por cento, para 99 milhões de dólares, ainda sob efeito do embargo parcial russo e com a queda no preço médio do produto no mês passado.

No mesmo mês do ano passado, as exportações do setor geraram 139,1 milhões de dólares.

O setor enfrenta um embargo parcial a três Estados brasileiros - Mato Grosso, Paraná e Rio Grande do Sul - por parte da Rússia, principal destino da carne brasileira, desde 15 de junho de 2011.

O preço médio da carne suína exportada caiu para 2.573,60 reais a tonelada, contra 3.026,30 tonelada um ano atrás.

FRANGO

A indústria de carne de frango, principal do setor em faturamento, também registrou forte baixa nas vendas externas.

O volume embarcado em junho somou 287,9 mil toneladas, queda de 7,4 por cento sobre as 310,9 mil toneladas de junho do ano passado.

Já a receita com os embarques de carne de frango caiu 20,6 por cento, para 505,5 milhões de dólares. Em junho do ano passado, os embarques renderam ao setor 636,4 milhões de dólares.

A carne de frango também registrou uma queda em seu preço, com o valor médio da tonelada exportada em 1.755,70 dólares, contra 2.047,10 dólares.

BOVINOS

As exportações de carne bovina foram de 74,2 mil toneladas em junho de 2012, com queda de 10,7 por cento ante 83,1 mil toneladas no mês anterior.

O levantamento da Secex aponta que os embarques da carne bovina renderam 346,6 milhões de dólares, versus 383,9 milhões de dólares.

(Reportagem Fabíola Gomes

Jul 04, 2012 10:23
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Alimentos
JBS fornecerá hambúrguer para rede McDonald’s
Pedro Venceslau (pvenceslau@brasileconomico.com.br)
04/07/12 10:00


O frigorífico comandado por Wesley Batista já é fornecedor do Burger King


Empresa foi escolhida para dividir com a Marfrig o abastecimento de hambúrgueres para o grupo.

O hambúrguer nosso de cada dia do McDonald's já não é mais o mesmo. Literalmente.

Sem alarde para não causar melindres, a rede de lanchonetes mais popular do planeta decidiu ampliar sua cadeia de fornecedores no Brasil.

Depois de meses de testes severos e exaustivos, a JBS foi escolhida para dividir com a Marfrig o abastecimento de hambúrgueres para o grupo.

Uma fonte da coluna informa que esse movimento foi reflexo do plano de expansão do McDonald's no país. A ideia é não ficar dependente de apenas um frigorífico.

A parte da JBS será produzida na fábrica de Campo Grande, que custou R$ 55 milhões, tem capacidade para processar 64 toneladas de carne por dia e foi criada apenas para produzir "super-gelados".

Ou seja: almôndega, quibe e hambúrguer. O frigorífico comandado por Wesley Batista já é fornecedor do Burger King. McDonald's e JBS optaram por não dar muita visibilidade para essa parceria.
http://www.brasileconomico.ig.com.br/no ... 18899.html

Jul 04, 2012 16:41
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O que ocasionou essa queda?
os dois maiores JBSS e MRFG...
Essa carne de MC Donald´s !!!!!!!!!!!

Jul 04, 2012 16:47
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BOTELHO escreveu:O que ocasionou essa queda?
os dois maiores JBSS e MRFG...
Essa carne de MC Donald´s !!!!!!!!!!!
será que foi por causa do hambúrguer de minhoca :shock: :?: :roll: kkkkkkkkk :lol:

Jul 06, 2012 15:12
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12h21 : Exportação de carne suína recua e deixa setor em crise, segundo Abipecs

SÃO PAULO, 6 Jul (Reuters) - As exportações de carne suína do Brasil recuaram em junho, totalizando 43.913 toneladas, volume 16,7 por cento abaixo do mesmo mês de 2011, segundo dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) nesta sexta-feira.

No mesmo período também houve queda no faturamento, que somou 108,40 milhões de dólares, 28,7 por cento menos que o registrado em junho do ano passado.

"Uma ampliação nas vendas externas certamente ajudaria a reduzir a amplitude da crise pela qual atravessa a atividade", disse o presidente da Abipecs, Pedro de Camargo Neto, através de nota.

No acumulado de 2012, as vendas externas ficaram em 268.783 toneladas, contra 266.852 toneladas nos primeiros seis meses de 2011, segundo a Abipecs, o que significa um leve aumento de 0,72 por cento.

O principal destino para o produto brasileiro em junho foi a Ucrânia, que registrou uma participação de 27,1 por cento, com compra de 11.938 toneladas.

Apesar do embargo ao produto já durar um ano, a Rússia continua na segunda posição entre os principais importadores da carne suína brasileira, de acordo com a Abipecs. Em junho, o país importou 11.623 toneladas, 52,8 por cento a menos que em junho de 2011. Atrás dela, seguem Hong Kong, Angola e Cingapura.

"A incapacidade do governo federal de resolver o embargo da Rússia aos estados do Rio Grande do Sul, Paraná e Mato Grosso permanece. Notícias esparsas de que missão veterinária do Rosselkhoznadzor chegaria neste mês, infelizmente ainda não se confirmaram", afirmou Camargo Neto.

Apesar de a Ucrânia ter assumido papel de liderança no mercado consumidor, o preço médio é inferior ao pago pela Rússia, o que significa, na prática, que a maior receita continua vindo das compras russas.

ARGENTINA

As vendas de carne suína brasileira para a Argentina também vêm caindo desde o início do ano, tendo recuado 71,1 por cento em junho em relação ao mesmo mês do ano anterior por conta de restrições do país vizinho impostas ao Brasil.

"Nesta semana, o governo federal anunciou acordo com a Argentina, prometendo destravar o comércio entre os dois países. Entendemos que o acordo prevê volume de comércio, para o segundo semestre de 2012, semelhante ao segundo semestre de 2011", afirmou o presidente da associação que representa o setor.

"Esperamos que o acordo realmente se efetive, ajudando na recuperação do setor", disse ele.

MOBILIZAÇÃO

Os produtores e as indústrias planejam realizar ato público no Senado, em Brasília, no dia 12 de julho, pedindo ações das autoridades contra a crise na suinocultura.

Além de conversar com parlamentares e com o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, os representantes do setor prometem realizar um churrasco de carne suína na Esplanada dos Ministérios.

(Por Patrícia Monteiro)

Jul 12, 2012 16:15
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14h23 : Em crise, suinocultura do Brasil terá R$200 mi em crédito

SÃO PAULO, 12 Jul (Reuters) - Produtores de suínos, agroindústrias, cooperativas e varejistas poderão acessar a partir desta quinta-feira uma linha especial de crédito de 200 milhões de reais, com taxa de juro de 5,5 por cento, informou o Ministério da Agricultura em nota.

O objetivo do financiamento é amenizar a crise pela qual passa a suinocultura.

Os suinocultores brasileiros enfrentam uma conjuntura difícil, decorrente da elevação do custo de matéria-prima (milho e soja) e de mão de obra e perda de mercados externos, segundo avaliação da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Com um aumento da produtividade do setor, há consequentemente um aumento da produção, o que eleva a oferta e pressiona os preços, acrescenta a Abipecs.

A queda nas exportações --em junho o Brasil embarcou 43.913 toneladas e faturou 108,40 milhões de dólares, uma redução de 16,76 por cento em volume e 28,75 por cento em receita ante o mesmo mês de 2011 -- agrava a situação do setor.

O financiamento especial será anunciado pelo ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho, em audiência pública na Comissão de Agricultura do Senado nesta quinta-feira.

O governo federal autorizou Linha Especial de Crédito (LEC) para os suinocultores adquirirem leitões ao preço de 3,60 reais/kg.

Os ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Fazenda (MF) ainda decidiram prorrogar as dívidas de custeio com vencimento ou já vencidas em 2012 para até janeiro de 2013. Já as parcelas de investimento serão adiadas por um ano após o vencimento da última mensalidade.

(Por Roberto Samora)

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