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BM&F Bovespa - BVMF3
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Crespo escreveu:Toda vez que a ação está engatando aparece esse assunto de nova bolsa. Tá chata essa história já....
Interesse da Nyse no Brasil faz ação da BM&FBovespa cair‎
EXAME.com - 22 horas atrás
http://exame.abril.com.br/mercados/noti ... vespa-cair

São Paulo – Uma disputa virtual entre Zico e Pelé, que juntos mesmo só jogaram em partidas de exibição, agitou o mercado financeiro brasileiro nesta sexta-feira. Isso porque uma matéria exclusiva da última edição de EXAME revelou que a bolsa de Nova York (NYSE) tem um plano que visa a entrada no Brasil para abocanhar uma fatia do mercado de ações. Segundo a reportagem, o projeto foi batizado com o nome do ex-craque do Flamengo.


A escolha do nome do galinho de quintino pode ser entendido com uma claro enfrentamento à BM&FBovespa (BVMF3), que tem Pelé como garoto-propaganda. Nova York, na verdade, já disputa com a Bovespa por meio das ADRs (American Depositary Receits) negociadas na Nyse, ou seja, papéis de 29 empresas brasileiras listadas por lá que representam ações na Bovespa e cujas taxas pagas pelos investidores são abocanhadas pela Nyse. O embate agora é pelas taxas pagas por aqui nas negociações com as 372 empresas listadas na brasileira.

EXAME apurou que o nome foi escolhido porque Zico é considerado pelos americanos um exemplo de talento e seriedade. O projeto já está sendo discutido com a Comissão de Valores Mobiliários e com o Banco Central e deve ser apresentado publicamente em agosto. As ações da bolsa brasileira reagiram ao anúncio e, na mínima do dia, chegaram a cair 5%, negociadas a 10,84 reais. Em 2012, contudo, os papéis ainda acumulam uma valorização de aproximadamente 14%, acima do Ibovespa. “Com sua plataforma de negociação, a Nyse espera atrair grandes investidores que não operam no Brasil — o que, em tese, poderia aumentar o tamanho do mercado local”, ressalta a reportagem. O escritório de advocacia JL Rodrigues foi contratado para ajudar nas negociações da americana.

Para Aloísio Lemos, da Ágora Corretora, a reação do mercado nesta sexta-feira se dá por conta da confirmação de mais um interessado em abrir uma plataforma alternativa de negociação de ações no Brasil, o que já é entendido como quase certo. “A queda pode ser um movimento exagerado porque o efeito concorrencial vem sendo considerado pelo mercado há algum tempo e isso aconteceria mais no longo prazo”, ressalta. Um relatório encomendado pela CVM sobre os efeitos da concorrência entre bolsas no Brasil, publicado em junho pela consultoria OXERA, concluiu que há espaço para mais uma empresa no Brasil. Os resultados, contudo, foram muito contestados pela BM&FBovespa.

Posição da BM&FBovespa

Na opinião de Edemir Pinto, presidente da bolsa, o relatório foi frustrante “e ainda apresentou números errados”, disse em uma entrevista recente para EXAME.com. Edemir falou que o estudo apresentou números diferentes sobre taxas praticadas pela bolsa e ainda teria subestimado os custos de infraestrutura. Na opinião dele, o relatório e a iniciativa da CVM são positivos, mas a conclusão percebida pelo executivo é de que o mercado não precisa de fragmentação agora. Para ele, a entrada de um novo concorrente será mais difícil conforme o tempo passa porque a BM&FBovespa tem investido em projetos que a deixariam em melhor posição competitiva frente outras empresas.

“Para uma nova bolsa ter sucesso aqui, precisaria chegar já com um modelo verticalizado”, disse. Ele já deixou claro que não irá ceder o uso da sua clearing house, a CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), que é a contraparte para o mercado de ações e de renda fixa e responsável pela fiscalização dos pagamentos e recebimentos. Quando questionado sobre quem teria condições de já chegar no Brasil com esse modelo completo, Edemir disse que muitas bolsas no mundo estariam preparadas, mas nenhuma mostrou interesse em entrar no país. Mas esse pode ser o caso da NYSE que, segundo a reportagem, também está em contato com o BC. É a autoridade monetária que precisa autorizar uma nova clearing no país.

Jul 23, 2012 10:54
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jaz série H, de olho na série I rsrsrs
de olho em BI11 e BI37 :roll:

Jul 23, 2012 16:41
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Comodismo vai custar caro para quem investe, diz gestor
As pessoas físicas terão que ir bem muito além das aplicações tradicionais, afirma Marcelo Domingos, CEO da DLM Invista Asset Management


http://www.infomoney.com.br/mercados/no ... diz-gestor

Jul 23, 2012 17:25
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17h13 : CME Group quer recursos de clientes mantidos nas clearinghouses

Por Ann Saphir e Tom Polansek


CHICAGO, 23 Jul (Reuters) - O CME Group, maior operador de mercados futuros norte-americanos, quer que os recursos de seus clientes sejam mantidos nas câmaras de compensação (clearinghouses) ou em outros depositários para afastá-los de corretores, nas mãos dos quais poderiam ser mal utilizados.

O colapso do MF Global no ano passado e a implosão da corretora de futuros de menor porte Peregrine Financial Group, neste mês, gerou um prejuízo estimado de 1,8 bilhão de dólares a clientes, prejudicando a confiança no mercado.

"Estamos explorando um modelo em que clearings ou outros depositários administram todos os fundos segregados de clientes", disse o CME a clientes numa carta nesta segunda-feira.

Os episódios do MF Global e do Peregrine deram origem a uma série de mudanças nas regulações de mercados futuros para impedir o mal uso futuro de recursos de clientes. Entre elas, exige-se de corretores que façam mais relatórios sobre o dinheiro de clientes que administram e estejam sujeitos a inspeções.

Culpando "transgressões administrativas" pelo mal uso de recursos de clientes em ambas as instituições, o CME disse que manter o dinheiro de clientes para câmaras de compensações pode fornecer maior proteção.

"Não proteger os recursos de clientes é uma quebra de confiança tão fundamental que, sem dúvida, o atual sistema, em que eles são mantidos em nível de empresa precisa ser reavaliado", disse.

O CME se recusou a oferecer mais comentários.

Jul 24, 2012 16:23
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BI12 já interessante para LC, BI37 e BI11, tão chegando lá... sigo de olho :shock: :roll: ....

Jul 24, 2012 16:51
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BVMF3 quase na máx, rsrsrs, 11 pilas é logo ali.....Imagem
ZZZZZzzzzzz , vamos ver se até sexta EU consigo lançar na série I .... :roll:

Jul 26, 2012 14:15
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fui de bi37, vqv ;)

Jul 28, 2012 19:04
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Com 1,1 milhão de negócios envolvendo ações, BM&FBovespa registra recorde
Operadora da bolsa nacional anuncia ter superado quantidade de negociações do dia 9 de agosto de 2011

Por Felipe Moreno |20h25 | 27-07-2012


SÃO PAULO - Com 1,11 milhão de negócios envolvendo ações nesta sexta-feira (27), a BM&FBovespa (BVMF3) registrou novo recorde no segmento Bovespa, impulsionados pelo dia extremamente positivo no mercado acionário nacional - que viu o Ibovespa registrar alta de 4,72%, a maior alta desde o dia 9 de agosto de 2011.
Era esta a sessão do último recorde registrado de negociações. No dia 9 de agosto, quando o índice havia registrado alta de 5,10%, ocorreram 1,09 milhão de negócios. O volume registrado nesta sessão foi de R$ 9,09 bilhões, também acima da média dos últimos dias.

http://www.infomoney.com.br/bmfbovespa/ ... ra-recorde

Jul 30, 2012 16:50
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Na Bovespa | 30/07/2012 14:10
Saldo externo negativo chega a R$ 1 bi em julho até dia 26
O valor refletia a movimentação de R$ 40,64 bilhões em compras e de R$ 41,67 bilhões em vendas


São Paulo - O saldo negativo de recursos externos na Bovespa piorou para 1,03 bilhão de reais em julho, até dia 26.

O valor refletia a movimentação de 40,64 bilhões de reais em compras e de 41,67 bilhões de reais em vendas feitas por investidores estrangeiros, segundo dados no site da bolsa paulista.

Somente na última quinta-feira, dia 26, os investidores estrangeiros resgataram cerca de 418 milhões de reais, em um pregão em que o Ibovespa teve alta de 2,65 por cento.

Já os investidores institucionais aplicaram 514,13 milhões de reais na Bovespa no último dia 26, o que levou a uma redução do saldo negativo acumulado em julho para 6,44 milhões de reais.

No grupo de pessoas físicas, houve retirada de 173,13 milhões de reais da Bovespa no último dia 26, ampliando o saldo negativo para 186,3 milhões de reais em julho.

Considerando os dados acumulados no ano, o saldo de recursos externos na Bovespa estava positivo em 1,15 bilhão de reais.

http://exame.abril.com.br/mercados/noti ... ate-dia-26

Jul 30, 2012 17:41
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lancei mais o resto hoje de bi12
agora só falta lançar petro... :roll:

Jul 30, 2012 23:59
Rufus Lenhador Forista Assíduo
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Amanhã tem dividendos, hein :-)

Jul 31, 2012 2:25
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Rufus Lenhador escreveu:Amanhã tem dividendos, hein :-)
sim, mais umas quireras na conta, e já tem destino certo, minha c/c fora da bolsa, kkkkk, desta vez não vou poder reinvestir, outras prioridades me aguardam :oops: :lol: !!!

Jul 31, 2012 13:10
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quireras do dividendos de bvmf3 devidamente "investido" na minha c/c fora da bolsa, rsrs, desta vez não vou poder reinvestir nenhum cents :oops: :cry: :lol: kkkkk

Ago 02, 2012 18:47
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Bolsa: participação de investidor pessoa física tem aumento em julho
O investidor pessoa física foi responsável por 9,69% das compras e 10,15% das vendas no sétimo mês do ano

Por Gabriella D'Andréa |18h27 | 02-08-2012


SÃO PAULO – As pessoas físicas somaram, em julho, 19,84% dos investimentos em ações na Bolsa de Valores de São Paulo, incluindo os investidores individuais (18,85%) e clubes de investimento (0,99%).
O número aponta aumento na comparação com junho, quando a participação das pessoas físicas foi de 14,91%. Com o resultado, os investidores de varejo mantiveram a terceira posição no ranking de participação na BM&F Bovespa por tipo de investidores, atrás de estrangeiros e institucionais.
Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (2) pela BM&FBovespa. De acordo com a bolsa, o investidor pessoa física foi responsável por 9,69% das compras e por 10,15% das vendas no período entre os dias 2 e 31 de julho.
Outros investidores
Em números, do volume total acumulado em compra e venda – R$ 250,571 bilhões –, o investidor pessoa física foi responsável por R$ 49,711 bilhões, como mostra a tabela abaixo:

Participação dos investidores na bolsa/ julho
Tipo de investidor Compras Vendas
Em R$ Participação (%) Em R$ Participação (%)
Pessoa Física 24,283 bilhões 9,69 25,427 bilhões 10,15
Institucional 39,482 bilhões 15,76 38,998 bilhões 15,56
Estrangeiro 49,940 bilhões 19,93 50,222 bilhões 20,04
Empresas Públicas e Privadas 2,338 bilhões 0,93 1,533 bilhão 0,61
Instituições Financeiras 9,226 bilhões 3,68 9,091 bilhões
3,63
Outros 14,140 milhões 0,01 12,101 milhões 0,00
Fonte: BM&F Bovespa
http://www.infomoney.com.br/onde-invest ... ento-julho

mercado em alta, mesmo que por um tempinho.... mais gente vem para bolsa, sempreeee kkkkkkk

Ago 02, 2012 20:43
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Direct Edge não voltou a buscar BM&FBovespa sobre clearing, diz Edemir
Para operar no Brasil, a empresa espera que a bolsa paulista ceda seus serviços de clearing. A bolsa, no entanto, não tem interesse

Por Reuters |14h41 | 02-08-2012


SÃO PAULO - A Direct Edge não procurou a BM&FBovespa depois de reunião realizada no Rio de Janeiro, em junho, que iniciou as discussões sobre a viabilidade de novas bolsas no Brasil, disse nesta quinta-feira (2) o presidente da bolsa paulista, Edemir Pinto.

Segundo o executivo, não houve mais conversas. "Hoje eles devem estar mais preocupados em olhar o modelo de negócios deles, mas eles não tem nos procurado, não", disse a jornalistas, na sede da Comissão de Valores Mobiliários, no Rio de Janeiro.

Edemir mencionou as perdas de cerca de US$ 450 milhões por uma falha na execução de ordens de negociação em Nova York, na quarta-feira, em um software da Knight Capital, uma das controladoras da Direct Edge. Para que possa operar no Brasil, a empresa norte-americana espera que a bolsa paulista ceda seus serviços de clearing. A bolsa, no entanto, não tem interesse .

Esse fato de ontem no Estados Unidos, segundo Edemir, "mostra uma participação não regulada com pouca transparência de um mercado completamente fragmentado como é o mercado americano", disse.
"Isso mostra para nós que o Brasil está no caminho certo", completou, referindo-se à regulação brasileira e à indicação de executivos do mercado de capitais, como Ana Novaes, para diretora da CVM e de Leonardo Pereira, da Gol, à presidência da autarquia .

http://www.infomoney.com.br/mercados/no ... diz-Edemir

Ago 03, 2012 10:50
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Fraj;la escreveu:Direct Edge não voltou a buscar BM&FBovespa sobre clearing, diz Edemir
Para operar no Brasil, a empresa espera que a bolsa paulista ceda seus serviços de clearing. A bolsa, no entanto, não tem interesse

Por Reuters |14h41 | 02-08-2012


SÃO PAULO - A Direct Edge não procurou a BM&FBovespa depois de reunião realizada no Rio de Janeiro, em junho, que iniciou as discussões sobre a viabilidade de novas bolsas no Brasil, disse nesta quinta-feira (2) o presidente da bolsa paulista, Edemir Pinto.

Segundo o executivo, não houve mais conversas. "Hoje eles devem estar mais preocupados em olhar o modelo de negócios deles, mas eles não tem nos procurado, não", disse a jornalistas, na sede da Comissão de Valores Mobiliários, no Rio de Janeiro.

Edemir mencionou as perdas de cerca de US$ 450 milhões por uma falha na execução de ordens de negociação em Nova York, na quarta-feira, em um software da Knight Capital, uma das controladoras da Direct Edge. Para que possa operar no Brasil, a empresa norte-americana espera que a bolsa paulista ceda seus serviços de clearing. A bolsa, no entanto, não tem interesse .

Esse fato de ontem no Estados Unidos, segundo Edemir, "mostra uma participação não regulada com pouca transparência de um mercado completamente fragmentado como é o mercado americano", disse.
"Isso mostra para nós que o Brasil está no caminho certo", completou, referindo-se à regulação brasileira e à indicação de executivos do mercado de capitais, como Ana Novaes, para diretora da CVM e de Leonardo Pereira, da Gol, à presidência da autarquia .

http://www.infomoney.com.br/mercados/no ... diz-Edemir


Ótimo. Podia melhorar se fosse logo aprovado os proventos mensais e a empresa divulgasse antecipado os proventos que serão distribuídos nesse trimestre.

Ago 03, 2012 12:32
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Walkercbm escreveu:
Fraj;la escreveu:Direct Edge não voltou a buscar BM&FBovespa sobre clearing, diz Edemir
Para operar no Brasil, a empresa espera que a bolsa paulista ceda seus serviços de clearing. A bolsa, no entanto, não tem interesse

Por Reuters |14h41 | 02-08-2012


SÃO PAULO - A Direct Edge não procurou a BM&FBovespa depois de reunião realizada no Rio de Janeiro, em junho, que iniciou as discussões sobre a viabilidade de novas bolsas no Brasil, disse nesta quinta-feira (2) o presidente da bolsa paulista, Edemir Pinto.

Segundo o executivo, não houve mais conversas. "Hoje eles devem estar mais preocupados em olhar o modelo de negócios deles, mas eles não tem nos procurado, não", disse a jornalistas, na sede da Comissão de Valores Mobiliários, no Rio de Janeiro.

Edemir mencionou as perdas de cerca de US$ 450 milhões por uma falha na execução de ordens de negociação em Nova York, na quarta-feira, em um software da Knight Capital, uma das controladoras da Direct Edge. Para que possa operar no Brasil, a empresa norte-americana espera que a bolsa paulista ceda seus serviços de clearing. A bolsa, no entanto, não tem interesse .

Esse fato de ontem no Estados Unidos, segundo Edemir, "mostra uma participação não regulada com pouca transparência de um mercado completamente fragmentado como é o mercado americano", disse.
"Isso mostra para nós que o Brasil está no caminho certo", completou, referindo-se à regulação brasileira e à indicação de executivos do mercado de capitais, como Ana Novaes, para diretora da CVM e de Leonardo Pereira, da Gol, à presidência da autarquia .

http://www.infomoney.com.br/mercados/no ... diz-Edemir


Ótimo. Podia melhorar se fosse logo aprovado os proventos mensais e a empresa divulgasse antecipado os proventos que serão distribuídos nesse trimestre.
é vdd ;) rsrsrsr

Ago 03, 2012 13:30
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Parece que esqueceram de novo da nova bolsa, rssrs, ativo quase batendo nas 12 pilas novamente....será que desta vez serei exercido em BI37 e BI12??? :roll:

Ago 03, 2012 19:53
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BM&FBovespa: negociações com ETFs caem 34,8% no mês julho
Movimentação com fundos imobiliários crescem no período, totalizando volume financeiro de R$ 242,71 milhões

Por Paula Barra |19h40 | 03-08-2012

SÃO PAULO - O volume financeiro dos quartorze ETFs (Exchange Traded Funds) negociados na BM&FBovespa (BVMF3) registrou redução de 34,83% durante o mês de julho, indo de R$ 2,9 bilhões para R$ 1,89 bilhão no período. O número de negociações totalizou 75.421 no mês, marca bem inferior à revelada em junho, de 83.323 transações.
Desse total, o BOVA11 - que replica o índice Ibovespa - obteve volume financeiro de R$ 1,70 bilhões em 63.609 negociações. Já os empréstimos de ações no período contabilizaram 111.423 operações, com volume financeiro de R$ 55,47 bilhões. O número ficou abaixo do registrado no mês anterior, de 111.206 negócios, os quais foram responsáveis pelo montante de R$ 52,80 bilhões.
Por sua vez, os negócios realizados no Bovespa Fix e Soma Fix, participantes do mercado de renda fixa privada da bolsa, registraram um total de R$ 110,52 milhões em julho, sendo R$ 8,13 milhões referentes a debêntures e R$ 102,39 milhões aos CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários).
Crescem negócios com fundos imobiliários
Os FIIs (Fundos de Investimento Imobiliário) mostraram desempenho superior ao mês de junho, movimentando R$ 242,71 milhões em 28.063 negócios. No período anterior, o volume financeiro foi de R$ 176,52 milhões em 21.347 negócios.
Ao todo, o sétimo mês deste ano chegou ao fim com 78 fundos dessa modalidade registrados e autorizados à negociação nos mercados de bolsa e balcão da BM&FBovespa.

http://www.infomoney.com.br/mercados/no ... -mes-julho

Ago 03, 2012 20:16
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Volume do segmento BM&F movimentou R$ 3,74 trilhões em julho
Foram registrados 59.029.459 contratos negociados no mês passado, valor superior aos 51.759.338 registrados em junho


Por Nara Faria |20h09 | 03-08-2012

SÃO PAULO - A BM&F Bovespa (BVMF3) reportou seu balanço de operações referentes ao mês de julho nesta sexta-feira (3). No período, o segmento BM&F registrou 59.029.459 contratos negociados em julho, superior aos 51.759.338 em junho. Do mesmo modo, o volume financeiro alcançou R$ 3,74 trilhões no mês passado, ante R$ 3,55 trilhões do mês imediatamente anterior.
Os derivativos foram responsáveis por boa parte dessa movimentação. Os contratos de juros futuros tiveram 23.276.954 contratos negociados, com alta frente aos 22.529.004 de junho. Já o dólar comercial futuro movimentou 6.906.235 contratos, baixa frente aos 7.364.884 de junho. Já os contratos de Ibovespa futuro e mini-índice passaram de 1.923.505 e 3.430.351 para 1.915.180 e 3.628.595, respectivamente.
Agronegócio e dólar
O estoque de títulos de agronegócio totalizou R$ 22,61 bilhões em julho, dos quais R$ 21,14 bilhões são de LCAs (Letra de Crédito do Agronegócio). Os títulos de agronegócio em junho haviam representado R$ 19,79 bilhões, somando todas as operações realizadas no SRTA (Sistema de Registro de Títulos de Agronegócio).
Já o dólar a vista totalizou 81 negócios, com giro financeiro de US$ 58,25 milhões em julho, enquanto o volume de dólares negociados no mercado interbancário e registrados na clearing de câmbio da bolsa de valores foi de US$ 46,02 bilhões e 3.161 negócios, contra os US$ 42,93 bilhões no mês anterior.
Ouro e renda fixa
Por sua vez, contratos de ouro, procurados em momentos de crise, registraram 777 contratos, ante 713 de junho. O volume financeiro totalizou R$ 20,80 milhões, avanço frente aos R$ 18,64 milhões movimentados no mês anterior. A renda fixa pública totalizou R$ 588,4 milhões, ante R$ 1,8 bilhão em junho.
Participação de investidores
As insitituições financeiras tiveram a maior parcela na movimentação nos mercados do segmento BM&F em julho, com participação de 35,54%, ante 34,44% em junho. Em seguida apareceram os investidores institucionais, cuja fatia passou de 31,60% para 33,73% na passagem mensal.
No mesmo período, os investidores estrangeiros tiveram alta na participação para 24,54%, queda se comparado aos 26,51% do mês anterior. A participação das pessoas físicas também caiu de 5,44% para 4,17%, enquanto a das empresas caiu, passando de 1,94% para 1,86%.

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