Bem-vindo: Mai 21, 2013 11:24

Jul 31, 2012 16:32
-Cavaleiro- Forista Assíduo
Mensagens: 308
Banco do Brasil - BBAS3
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 14, 2012 16:45
 
 
Gostaria muito de ver 18,xx .. mais acho que a não ser que venham más noticias do Euro/EUA/CHINA .. não deve chegar a isso não ... essa minha humilde opinião.

Jul 31, 2012 18:22
AndBroker Forista Assíduo
Mensagens: 1728
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 19, 2012 16:08
 
 
Bancos brasileiros estão preparados para recessão

Os bancos brasileiros são capazes de manter a solvência mesmo em caso de choques extremos, incluindo uma recessão grave.

:arrow: http://www.brasileconomico.ig.com.br/no ... 20149.html

Jul 31, 2012 21:49
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 11635
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 17:40
 
 
-Cavaleiro- escreveu:Gostaria muito de ver 18,xx .. mais acho que a não ser que venham más noticias do Euro/EUA/CHINA .. não deve chegar a isso não ... essa minha humilde opinião.


?
Somente neste mês o ativo esteve em 7 pregões na casa dos 18.

Ago 01, 2012 9:02
AndBroker Forista Assíduo
Mensagens: 1728
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 19, 2012 16:08
 
 
Consultoria destaca alta 'insustentável' dos empréstimos
Por Felipe Marques | De São Paulo

O Fundo Monetário Internacional não é a única instituição a apontar os riscos associados ao crescimento acelerado do crédito no Brasil. A consultoria independente Capital Economics, a agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor's e o Banco Internacional de Compensações (BIS) também alertaram sobre o risco de "bolha" nos financiamentos do país nos próximos anos, destacando perigos do excesso de dívidas das famílias e do avanço de preços de residências.

"Saltos largos na proporção entre crédito e Produto Interno Bruto são comumente um sinal de que o crescimento do crédito é insustentável", afirma Neal Shearing, economista chefe da Capital Economics para mercados emergentes. No Brasil, essa proporção mais que dobrou nos últimos cinco anos, marcando 50,6% em junho.

"Quanto mais tempo o crédito continuar a se expandir na sua taxa atual, maior o risco de um desfecho problemático no futuro", avalia a consultoria, notando que, nesse contexto, esforços recentes do governo para estimular o crédito bancário podem provar-se "contraproducentes."

Risco de distorções no crescimento do crédito causadas pela ação do governo também foram citadas pela S&P para os próximos anos. Taxas de crescimento anuais acima de 15% no saldo de empréstimos, fruto de maior agressividade de bancos, podem piorar a qualidade dos ativos, avalia a agência. Entre os fatores de risco, estariam empréstimos para pessoas de baixa renda, prazos longos em crédito ao consumo e proporções altas entre o tíquete de empréstimos e o valor real de bens, como carros e casas.

A Capital chama atenção para o nível de comprometimento de renda do Brasil, que mostra o percentual da renda mensal que é usado no pagamento de dívidas. Em janeiro de 2005, a taxa era de 15,5%, pulando para 21,8% em maio de 2012, de acordo com dados mais recentes do Banco Central. Nos Estados Unidos, o mesmo indicador subiu de 12%, em 2000, para 18%, em 2007, na época em que a bolha de crédito do país estourou, aponta a consultoria.

Em linha com o que apontou o FMI, a Capital Economics também enxerga a capitalização do sistema financeiro brasileiro como uma ferramenta para absorção da inadimplência. A consultoria calcula que a taxa de atrasos acima de 90 dias no sistema financeiro, hoje em 5,8%, precisaria chegar próxima de 10% para que o percentual de capital de Nível 1 (referencial que limita a alavancagem das instituições bancárias ponderado pelo risco dos ativos) caia abaixo do mínimo exigido pelo regulador, que está em 11%.

Outra instituição que alertou sobre o crescimento rápido do crédito brasileiro foi o Banco Internacional de Compensações (BIS) em seu informe anual divulgado em junho. O BC dos bancos centrais classificou o Brasil em sua zona de risco. O motivo foi a expansão do crédito num ritmo muito mais rápido que o PIB nos últimos três anos, o endividamento das famílias na direção de patamar recorde e a "efervescência" que duplicou os preços de imóveis nas grandes cidades. A Capital Economics estima uma sobrevalorização entre 30% a 50% em preços de residências no país, em parte graças à rápida expansão do crédito imobiliário, que avançou em média 40% ao ano nos últimos cinco anos.

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/financas/277191 ... z22IMpQ0IR

Ago 01, 2012 10:34
-Cavaleiro- Forista Assíduo
Mensagens: 308
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 14, 2012 16:45
 
 
Sim esteve sim CADU, aproveitei o maximo que pude a cotação nessa faixa, inclusive passou a ser minha maior posição na carteira... não sou grafista para dar uma opnião mais técnica, mais minha opniao é q não cai para essa cotação novamente ...

Ago 01, 2012 17:53
Lincoln Falcao Forista Assíduo
Mensagens: 579
Avatar do usuário
Registrado em:
Set 26, 2011 19:10
 
 
Gostaria que voltasse pros 18,xx qd eu tivesse dinheiro na conta...

Ago 02, 2012 9:11
AndBroker Forista Assíduo
Mensagens: 1728
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 19, 2012 16:08
 
 
Bancos públicos sustentam alta do crédito
Por Felipe Marques | De São Paulo

Os bancos privados perderam o fôlego na primeira metade do ano e coube ao setor financeiro público sustentar a maior parte da expansão do crédito no Brasil. Embalados pela pressão do governo para emprestar a taxas mais baixas, as instituições financeiras de controle estatal aceleraram o ritmo de crescimento de suas carteiras de financiamentos, enquanto os bancos privados diminuíram a velocidade, na tentativa de resolver seus problemas de inadimplência.

Os dados de junho, os mais recentes divulgados pelo Banco Central (BC), ilustram com clareza o quadro. O saldo total de operações de crédito no mês ficou em R$ 2,2 trilhões, alta de 18,1% em 12 meses. O avanço foi consideravelmente maior nas operações de crédito de bancos públicos, que avançaram 27,1% em doze meses até junho. Em doze meses até junho de 2011, a alta havia sido de 19%.

Imagem

Para os bancos privados de controle nacional, o crescimento do saldo de operações de crédito em doze meses até junho foi de 9,6%, menor percentual de crescimento desde janeiro de 2010. Em junho de 2011, os financiamentos dessas instituições acumulavam crescimento de 22,3% em um ano.

Assim, os bancos públicos responderam por mais da metade do crescimento de 18,1% no saldo de crédito em um ano. Os repasses diretos do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) contribuíram com 2,4 pontos percentuais desse crescimento e outros 8,9 pontos vieram dos demais bancos públicos. Os privados foram responsáveis por 6,5 pontos dessa alta. Os cálculos são do Credit Suisse, com dados do BC. Desde abril de 2012, a contribuição dos bancos públicos (excluindo o BNDES) para o crescimento do crédito tem superado a dos privados.

A primazia dos bancos públicos, porém, não é uma situação inédita. Ela repete um cenário visto em outros momentos de aumento da inadimplência, como em 2009, por exemplo, após a quebra do Lehman Brothers, e reflete a aversão a risco das instituições privadas. "A tendência histórica é que, mais adiante, quando o risco diminuir, os bancos privados voltem a apresentar um crescimento maior", avalia Nilson Teixeira, do Credit Suisse. "Há uma redução dos spreads bancários como um todo com mais oferta de crédito pelas instituições públicas."

É justamente a queda nas margens das operações de crédito que diferencia o atual avanço dos bancos públicos daquele ocorrido no passado. Com essas instituições puxando para baixo as margens dos financiamentos, houve inversão de uma tendência vista anteriormente, quando picos de inadimplência eram acompanhados por ganhos nos spreads, observa Aloisio Lemos, analista da Ágora Corretora.

"Os bancos públicos estão sendo usados como instrumento de política anti-cíclica, para segurar a desaceleração do crédito", afirma Nicola Tingas, economista-chefe da Acrefi, associação que reúne financeiras. Ele diz que o recuo dos privados é "natural", considerando, além da inadimplência, a proximidade de regras mais rígidas de exigência de capital dos bancos.

Tingas também acredita que a perda de velocidade dos bancos privados vai acabar quando os calotes derem sinais mais claros de estabilização. Enquanto isso, será tempo de revisão de modelos de negócios, caso do foco maior em empréstimos consignados, cita.

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/financas/277335 ... z22OFXHDQr

Ago 02, 2012 9:15
AndBroker Forista Assíduo
Mensagens: 1728
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 19, 2012 16:08
 
 
Cinco bancos têm 80% do crédito

Por Carolina Mandl e Fernando Torres | De São Paulo

De cada R$ 100 emprestados no Brasil, R$ 80,34 foram desembolsados por apenas cinco bancos: Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander. Os números, que levam em conta o estoque de crédito atual, mostram o maior nível de concentração bancária dos últimos dez anos e, provavelmente, desde sempre. Há uma década, as cinco maiores instituições não tinham nem 60% do estoque de crédito do país. De cada R$ 100 desembolsados, eram responsáveis por R$ 58,66, segundo dados do Banco Central elaborados pelo Valor.

Não é apenas nos empréstimos e financiamentos que a predominância do "grupo dos cinco" é crescente. Em ativos totais e depósitos, o fenômeno se repete (ver gráfico na página C8). Mas é no crédito que a concentração costuma provocar mais chiadeira por parte dos tomadores.

Em recente entrevista ao Valor, o presidente de uma grande distribuidora de energia comentou que a quantidade de grandes bancos ficou tão diminuta que as empresas não podem mais se indispor com nenhum deles, principalmente em momentos de turbulência.

Sempre que um banco compra ou se funde com outro, a reclamação das empresas é a mesma. Quando se fala em limite de crédito, a regra matemática não funciona: um mais um nunca é igual a dois. A disponibilidade de crédito dada por dois bancos separados não corresponde ao mesmo volume que eles passam a oferecer quando se unem. As empresas também avaliam que o poder de barganha delas em relação ao custo do dinheiro cai.

Desde 2008, não foram poucos - nem pequenos - os casos de fusão e aquisição no setor bancário que colaboraram para a maior concentração de ativos, crédito e depósitos nas mãos dos cinco maiores bancos do país. A largada foi dada quando o Santander assumiu o Real, em 2008. Pouco depois, Itaú e Unibanco fundiram suas operações, criando o maior banco brasileiro. Em seguida, o Banco do Brasil ficou com a Nossa Caixa e, em 2009, ainda comprou metade do Banco Votorantim.

Mais recentemente, em julho, Itaú e BMG se uniram em um novo banco para ofertar crédito consignado. O empréstimo com desconto direto na folha de pagamento era uma das poucas modalidades de crédito de varejo que ainda tinha bancos médios especializados como concorrentes, mas que está cada vez mais ficando nas mãos dos grandes bancos. O Cruzeiro do Sul, por exemplo, está sob intervenção do Banco Central e pode acabar sob o controle de uma instituição do "grupo dos cinco" ou liquidado.

Não são, porém, apenas as fusões e aquisições que explicam a concentração cada vez mais intensa do crédito. Dentro desse "grupo dos cinco", os protagonistas da aglutinação são os bancos públicos, que cresceram principalmente de forma orgânica. Se, em 2002, Banco do Brasil e Caixa eram responsáveis por R$ 25,83 de cada R$ 100 emprestados, hoje eles respondem por R$ 39,08, ou R$ 13,25 a mais, sem se considerar o BNDES. No mesmo período, as três maiores instituições privadas avançaram bem menos juntas, R$ 8,43.

Até o fim do ano, a expectativa é que o quinhão dos bancos públicos cresça ainda mais. Em um ano de baixo crescimento econômico, em que o governo deflagrou uma batalha pela redução dos spreads no Brasil, Caixa e BB seguem crescendo mais do que a média de sistema financeiro, abocanhando - mesmo que temporariamente - fatias de mercado. (ler reportagem na página C8) Ao mesmo tempo, Bradesco e Itaú Unibanco reduziram a previsão de expansão do crédito no ano.

Apesar do rápido fortalecimento do "grupo dos cinco", o Banco Central considera que a concorrência continua em "nível adequado". Pelas métricas da autoridade, que seguem um cálculo internacional (Índice de Herfindahl-Hirschman), o patamar de concentração ainda está na categoria moderada. "O setor segue competitivo, gerando as eficiências que asseguram o seu regular funcionamento e a adequada prestação de serviços aos usuários", afirma a autoridade por meio de uma nota.

Mas é inegável que a autoridade tem lançado mão recentemente de algumas medidas para evitar uma concentração excessiva. O Banco Central cita entre as decisões tomadas para estimular a concorrência bancária a padronização das tarifas cobradas, a portabilidade do crédito e a proibição de assinaturas de contratos de exclusividade na prestação de serviços. Em abril, a autoridade publicou uma circular explicitando que em fusões e aquisições pode exigir que os bancos aceitem determinações no sentido de eliminar efeitos anticoncorrenciais. Na aquisição da Nossa Caixa pelo Banco do Brasil, o BC já chegou a atuar nesse sentido.

O "nível adequado" apontado pelo Banco Central brasileiro, entretanto, provavelmente deixaria muitos americanos de cabelo em pé. Nos Estados Unidos, onde muito se fala dos bancos grandes demais para quebrar - os chamados "too big to fail" -, as cinco maiores instituições financeiras possuíam ativos totais equivalentes a 51% do PIB daquele país em 2007, antes do estouro da crise financeira. Naquele mesmo ano, os ativos dos cinco maiores banco do Brasil representavam 57% do PIB doméstico.

Mas, embora os EUA tenham sido o epicentro da crise e visto uma série de fusões entre instituições de grande porte antes e depois da quebra do Lehman Brothers, a desalavancagem que se sucedeu fez com que os cinco maiores bancos daquele país tivessem, em março, ativos que correspondiam a 56% do PIB de 12 meses até a mesma data, indicando uma pequena elevação ante 2007. No Brasil, o aumento da concentração foi muito maior, com a fatia dos ativos do "grupo dos cinco" atingindo 86% do PIB brasileiro, uma alta de quase 30 pontos percentuais.

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/financas/277334 ... z22OGYlMA3

Ago 02, 2012 19:01
Lewis Forista Assíduo
Mensagens: 108
Lewis
Registrado em:
Abr 10, 2012 18:39
 
 
BB ganha mais destaque na carteira da Geração Futuro para agosto
http://www.infomoney.com.br/onde-invest ... ara-agosto

Ago 03, 2012 9:20
AndBroker Forista Assíduo
Mensagens: 1728
Avatar do usuário
Registrado em:
Mar 19, 2012 16:08
 
 
Bota-fora


Até 31 de agosto, micro e pequenas empresas têm à disposição recursos que poderão ser emprestados pelo Banco do Brasil contra garantia em recebíveis. A ideia é que as potenciais tomadoras de crédito aproveitem melhor o período de vendas mais aquecidas que normalmente ocorre em agosto por conta do Dia dos Pais. As taxas estão menores para desconto de duplicatas, de cheques pré-datados e de faturas de cartões de crédito. A promoção de juros – parceria entre o BB e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas – permitirá que as empresas tomem crédito lastreado em recebíveis a partir de 1% ao mês.

O maior banco brasileiro decidiu também prorrogar até o fim de agosto condições especiais de taxa e prazo para clientes que contratarem empréstimos com a finalidade de liquidar dívidas em outras instituições financeiras. Até lá, as empresas podem tomar essa linha a partir de 1,17% ao mês e prazo de pagamento de até 60 meses, com carência de até seis meses para pagar a primeira parcela.

Em tempo: o programa é Bom Pra Todos, exceto para os bancos privados

© 2000 – 2012. Todos os direitos reservados ao Valor Econômico S.A. . Verifique nossos Termos de Uso em http://www.valor.com.br/termos-de-uso. Este material não pode ser publicado, reescrito, redistribuído ou transmitido por broadcast sem autorização do Valor Econômico.

Leia mais em:
http://www.valor.com.br/valor-investe/c ... z22U8D2SNy

Ago 03, 2012 10:36
Mata# Forista VIP
Mensagens: 2175
Avatar do usuário
Registrado em:
Ago 05, 2009 10:07
 
 
Lewis escreveu:BB ganha mais destaque na carteira da Geração Futuro para agosto
http://www.infomoney.com.br/onde-invest ... ara-agosto


Na minha também. :lol:
Já estava com uma representatividade absurda. Como confio que os resultados sarão bons (e que os analistas apocalipticos vão quebrar a cara), fui comprando cada vez mais durante a queda, atingindo assustadores 25% da carteira (geral, RV + RF). Agora, com a queda da ELPL (âncora da carteira) e com a subida repentina do BB, deve estar com percentual maior ainda.

Ago 03, 2012 10:49
Walkercbm Forista Assíduo
Mensagens: 342
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 11, 2010 13:49
 
 
Nenhum sinal de divulgação de proventos ou impressão minha? Pelo jeito só será feito no dia do resultado. =/

Ago 03, 2012 11:22
Wilson Junior Forista VIP
Mensagens: 5298
Avatar do usuário
Registrado em:
Jan 14, 2011 8:02
 
 
Walkercbm escreveu:Nenhum sinal de divulgação de proventos ou impressão minha? Pelo jeito só será feito no dia do resultado. =/


Geralmente o BB faz assim: Paga JCP antes do balanço e depois do balanço complementa o que faltar para atingir o payout de 40% do LL na forma de dividendos.

Ago 03, 2012 15:01
Leo bisi Estreante
Mensagens: 45
Leo bisi
Registrado em:
Jun 12, 2008 0:11
 
 
Nossa! Passou meu PM 23,28...

Ago 03, 2012 15:05
Urubuservador Trade Forista Assíduo
Mensagens: 640
Urubuservador Trade
Registrado em:
Fev 06, 2010 9:24
 
 
Alguem recebeu informação, foi para 23,45 em dois minutos

Ago 03, 2012 15:45
Wilson Junior Forista VIP
Mensagens: 5298
Avatar do usuário
Registrado em:
Jan 14, 2011 8:02
 
 
O banco não ia falir? O que aconteceu? O gráfico trade feliz nunca falha :twisted: :lol:

Ago 03, 2012 15:47
FPSADM Forista Assíduo
Mensagens: 783
FPSADM
Registrado em:
Ago 11, 2011 22:34
 
 
Essa ação no LP é só alegria, quando cair estou pensando em trocar todas as minhas Paranas pelo BBAS3.

Wilson Junior escreveu:O banco não ia falir? O que aconteceu? O gráfico trade feliz nunca falaha :twisted: :lol:

Ago 03, 2012 16:02
FR4J0L4 Forista VIP
Mensagens: 102557
FR4J0L4
Registrado em:
Out 30, 2007 10:44
 
 
Wilson Junior escreveu:O banco não ia falir? O que aconteceu? O gráfico trade feliz nunca falha :twisted: :lol:
petralhas e pmdebalhas, saíram do governo, caiu o risco??? :twisted: :lol: kkkkkkkk

Ago 03, 2012 16:32
Iron$ Forista Assíduo
Mensagens: 539
Avatar do usuário
Registrado em:
Ago 17, 2011 17:05
 
 
É muita pena mesmo eu só ter conseguido comprar 1 lote na casa dos 19,xx. Tá quase chegando no meu PM.

Este efeito todo tanto na BBAS quanto na IBOV que sobe forte hoje, está sendo causado pela perspectiva do resgate na zona do Euro e pelos dados vindos dos EUA sobre o desemprego. Duas notícias que aconteceram de uma vez hoje.

Para os traders, creio que seja a hora de seguir o velho ditado "Compre pânico, venda euforia.". As minhas continuarão aqui quietinhas...

Ago 03, 2012 18:00
FFA Forista Assíduo
Mensagens: 289
FFA
Registrado em:
Out 06, 2010 18:48
 
 
superou hj meu pm Vamo que vamo

AnteriorPróximo

Voltar para Ações Ibovespa

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: ALEGRIA SON, diegotrader, emaz, Limabr, Madlock Nuzzler, Mojave, MONEYMONEY, Neymar, Petri2, Sardinha Enlatada, Shiryu e 82 visitantes