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Ago 08, 2012 23:27
EAC Forista Assíduo
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Petrobras - PETR3 / PETR4
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Mercador escreveu:
O APRENDIZ 2 escreveu:Mantega diz que não há reajuste de combustível no horizonte

Mantega está operando vendido.
É só investigar.
Segura a peruca amanhã.

E ele vai bem admitir??? Claro que não.... de repente a qualquer momento eles reajustam....

Ago 09, 2012 0:12
FR4J0L4 Forista VIP
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da outra vez tb foi a mesma coisa , um desmentia de lá, outro confirmava de cá, e no final das contas, aumentou o combustível... briga de gente grande no governo....

Ago 09, 2012 0:26
Discípulo de Buffet Forista Assíduo
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A Petro tá nem aí pra essas noticiazinhas e boatos.
Ela não deu pra trás nem mesmo com o preju acima do esperado ...
Agora, que ela vai dar uma realizada qq hora, isso todos sabemos
Espero ela subindo dicunforça no pregão de hoje (09/08 ) novamente

Ago 09, 2012 9:04
Lewis Forista Assíduo
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Lewis
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Planalto articula saída de Lobão das Minas e Energia
Presidente Dilma Rousseff busca convencer líderes do PMDB de que o ministro é o melhor nome para a presidência do Senado
http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/planalto-articula-saida-de-lobao-das-minas-e-energia

O destino do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, começa a ser desenhado nos corredores do Palácio do Planalto à revelia de algumas lideranças do PMDB. Fontes ouvidas pelo site de VEJA afirmam que, no que depender da presidente da República, Dilma Rousseff, as funções do político maranhense na pasta se encerrarão até fevereiro do próximo ano. Não por desavença ou indisposição com o peemedebista, mas sim porque Dilma prefere vê-lo na presidência do Senado na Legislatura 2013-14. Para o Ministério, a presidente quer designar um nome técnico, como, aliás, é de seu feitio. Em diversas oportunidades, ela deixou clara a sua preferência por líderes ágeis e com conhecimento profundo do setor que comandam em cada ministério, demonstrando certo desconforto com escolhas meramente políticas. Um dos principais nomes para o posto de Lobão é o do catarinense Marcio Zimmermann, que já é secretário-executivo do MME e filiou-se ao PMDB em março. (continua)

Ago 09, 2012 9:56
AndBroker Forista Assíduo
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O difícil é esperar o LP. Pois em momento difícil da empresa ou da economia, é um tal de a empresa virar mico pra lá, virar mico pra cá :shock:
Petrobras - atratividade das ações reside no longo prazo
Imagine que você marque uma viagem para o segundo semestre de 2014. Contudo, a cada três meses, entra em um site de previsão meteorológica para verificar como está o tempo na região do passeio — se está frio, chovendo, ensolarado, nublado —, de forma a selecionar a roupa mais apropriada para a viagem. Desnecessário dizer que essa tarefa é inútil. O mesmo tem ocorrido com a análise dos resultados trimestrais da Petrobras.

Desde a capitalização realizada em 2010, sabe-se que o retorno sobre o patrimônio líquido será ruim enquanto não entrar em operação a exploração da região do pré-sal. O aumento do capital ocorreu sem uma contrapartida imediata de receita, derrubando seu retorno. E as ações, é claro, não ficaram indiferentes. Já são negociadas com amplo desconto para seus concorrentes. Assim trimestre a trimestre, as discussões transitam sobre os mesmos pontos: interferência do governo, atraso na produção, perda derivada da diferença de preços entre a gasolina importada e a vendida no mercado interno e efeitos cambiais sobre o endividamento.

Nada muito diferente aconteceu no trimestre passado. O leitor pode alegar: mas o prejuízo de R$ 1,3 bilhão no segundo trimestre de 2012 não foi o primeiro após 13 anos? Sim. Mas grande parte desse resultado deriva da baixa contábil de poços secos de R$ 2,7 bilhões que tem efeito sobre o lucro, mas não sobre o caixa da companhia. E a empresa alegou durante a conferência que provisão em montante semelhante não deve ser vista nos próximos trimestres de 2012 e nem em 2013. Sob nova administração, a companhia tem tido uma postura mais aberta e parece estar “limpando o balanço”. Posição positiva.

Para entender melhor o resultado da Petrobras, indico a leitura de duas reportagens do Valor: “Poços secos levam Petrobras ao vermelho” e “Companhia surpreende analista mais pessimista”, ambas de 06/08/2012.

Alguém poderia alegar que, com um lucro líquido anual menor, os dividendos devem ser prejudicados. Contudo, o atrativo da Petrobras não reside em um alto retorno de dividendos como acontece hoje com a Vale, por exemplo.

Assim, como sabido desde 2010, a atratividade das ações de Petrobras — PETR3 (ordinárias) e PETR4 (preferenciais) — reside no longo prazo. Não adianta buscar catalisadores para as ações nos resultados trimestrais. Quem possui os papéis em carteira deve esquecê-los por enquanto ou, se estiver sem paciência, vendê-los. O que não se pode é adotar a postura do impaciente viajante.
http://www.valor.com.br/valor-investe/o ... z233L3Zea7

Ago 09, 2012 10:30
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investidor de LP, no dia a dia, no intraday, minoria da minoria...a maioria é especulador, pousando de investidor, mudando de estratégia toda hora, comprado topo e vendendo fundo, sem perder muito tempo ao analisar a empresa, o seu negócio, os seus números, concorrentes, governo, economia, etc....

Ago 09, 2012 10:33
investindoalp Forista Assíduo
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Lewis escreveu:Planalto articula saída de Lobão das Minas e Energia
Presidente Dilma Rousseff busca convencer líderes do PMDB de que o ministro é o melhor nome para a presidência do Senado
http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/planalto-articula-saida-de-lobao-das-minas-e-energia

O destino do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, começa a ser desenhado nos corredores do Palácio do Planalto à revelia de algumas lideranças do PMDB. Fontes ouvidas pelo site de VEJA afirmam que, no que depender da presidente da República, Dilma Rousseff, as funções do político maranhense na pasta se encerrarão até fevereiro do próximo ano. Não por desavença ou indisposição com o peemedebista, mas sim porque Dilma prefere vê-lo na presidência do Senado na Legislatura 2013-14. Para o Ministério, a presidente quer designar um nome técnico, como, aliás, é de seu feitio. Em diversas oportunidades, ela deixou clara a sua preferência por líderes ágeis e com conhecimento profundo do setor que comandam em cada ministério, demonstrando certo desconforto com escolhas meramente políticas. Um dos principais nomes para o posto de Lobão é o do catarinense Marcio Zimmermann, que já é secretário-executivo do MME e filiou-se ao PMDB em março. (continua)
Estranho essa notícia surgir pouquíssimo tempo depois de o ministro anunciar possíveis aumentos no preço dos combustíveis :roll:

Ago 09, 2012 10:35
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podem apostar que entra outro conchavo do sarney no lugar...
:arrow: http://forum.infomoney.com.br/viewtopic ... &start=680

Ago 09, 2012 11:03
AndBroker Forista Assíduo
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Será que ele viria a público sem combinar com o beque russo (Dilma)? Estranho mesmo.
investindoalp escreveu:
Lewis escreveu:Planalto articula saída de Lobão das Minas e Energia
Presidente Dilma Rousseff busca convencer líderes do PMDB de que o ministro é o melhor nome para a presidência do Senado
http://exame.abril.com.br/brasil/politica/noticias/planalto-articula-saida-de-lobao-das-minas-e-energia
O destino do ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, começa a ser desenhado nos corredores do Palácio do Planalto à revelia de algumas lideranças do PMDB. Fontes ouvidas pelo site de VEJA afirmam que, no que depender da presidente da República, Dilma Rousseff, as funções do político maranhense na pasta se encerrarão até fevereiro do próximo ano. Não por desavença ou indisposição com o peemedebista, mas sim porque Dilma prefere vê-lo na presidência do Senado na Legislatura 2013-14. Para o Ministério, a presidente quer designar um nome técnico, como, aliás, é de seu feitio. Em diversas oportunidades, ela deixou clara a sua preferência por líderes ágeis e com conhecimento profundo do setor que comandam em cada ministério, demonstrando certo desconforto com escolhas meramente políticas. Um dos principais nomes para o posto de Lobão é o do catarinense Marcio Zimmermann, que já é secretário-executivo do MME e filiou-se ao PMDB em março. (continua)
Estranho essa notícia surgir pouquíssimo tempo depois de o ministro anunciar possíveis aumentos no preço dos combustíveis :roll:

Ago 09, 2012 11:22
OHUF Forista Assíduo
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Cara, eu acho que no longo prazo vale a pena mesmo... Faria uma estratégia com lançamento de opções e iria trabalhando com o papel... sem dar muita bola para as previsões apocalípticas que vários analistas estão publicando por aí...

Ago 09, 2012 14:55
Discípulo de Buffet Forista Assíduo
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Pra quem não entendeu direito, MANTEGA DE GARRAFA quis dizer o seguinte:

Com aquela língua embolada disse o seguinte: "Não haverá reajuste de combustíveis NUM HORIZONTE ... de 2 meses"

Podem falar o que quiserem que a PETRO tá com combustível de avião!!!

Ago 09, 2012 16:28
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Discípulo de Buffet escreveu:Pra quem não entendeu direito, MANTEGA DE GARRAFA quis dizer o seguinte:

Com aquela língua embolada disse o seguinte: "Não haverá reajuste de combustíveis NUM HORIZONTE ... de 2 meses"

Podem falar o que quiserem que a PETRO tá com combustível de avião!!!
manteigão derrubou pouco até agora rsrsrs

PETROBRAS PN - PETR4

09 Ago 16:23hs
-1,09%
R$20.95

Abertura R$20,91
Máxima R$21,13
Mínima R$20,70
Média R$20,96 :roll:

Ago 09, 2012 22:03
J. Forista Assíduo
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Vai entender o mercado, os investidores gostam de números grandes, não importa se negativos. :lol:
Vamô Manteiga, derruba isso um pouco para reentrada.

Ago 10, 2012 0:57
FR4J0L4 Forista VIP
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guido mantega carregou pouco na mão de venda na petro kkkkkk, graça fortes segue na mão comprada, briga de leão kkkkk, lobão em cima do muro, dilma perdida kkkkkkkk

Ago 10, 2012 8:59
AndBroker Forista Assíduo
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Investidor busca novidade para voltas às compras

A relativa calmaria do cenário internacional nos últimos dias permite ao investidor olhar com mais carinho os balanços do segundo trimestre, ao contrário do trimestre anterior, quando a crise na Grécia dividia as atenções. Na média, os resultados estão piores do que no mesmo período de 2011. A disparada do dólar derrubou a linha financeira.

O principal exemplo do efeito da moeda americana até agora foi Petrobras, que contabilizou perda financeira de mais de R$ 7 bilhões, provocando o primeiro prejuízo líquido da companhia em 13 anos. As ações chegaram a afundar 5% na abertura do pregão seguinte à divulgação do balanço, mas se recuperaram com o discurso da presidente da estatal, Maria das Graças Foster, além da promessa de um novo reajuste da gasolina. Mas a lista de empresas afetadas pelo câmbio é extensa: Fibria, Cosan, Itautec, Fras-le, para citar apenas algumas.

A desaceleração da economia doméstica também foi percebida pelas companhias, trazendo impacto no faturamento. A Randon cortou sua projeção de receita líquida neste ano em 17%, para R$ 3,5 bilhões, depois de registrar prejuízo de R$ 4,7 milhões no trimestre, o primeiro resultado negativo da fabricante de carrocerias de caminhões desde 2002. As ações recuaram 2,76% ontem, primeiro pregão após o balanço.

O setor de educação é um dos poucos que não tem do que reclamar. Depois de várias aquisições, Estácio, Kroton e Anhanguera conseguiram ampliar receita, margens e lucro. O setor também se beneficia da falta de mão de obra especializada, o que gera demanda pelos cursos de formação técnica e superior. As ações começam a refletir o potencial do setor. Estácio ON se valorizou 6,5% ontem e atingiu sua maior cotação histórica, R$ 28.23. Kroton Unit ganhou 1,91%, e Anhanguera ON subiu 0,49%, depois de já ter andado 6,7% nesta semana.

Comportamento bem diferente do Ibovespa, que recuou 0,26% ontem, para 58.797 pontos, com giro de R$ 5,7 bilhões, o mais fraco deste mês. Aliás, nas bolsas internacionais, o volume nesta semana está abaixo da média dos últimos cinco anos. A Bovespa seguiu o quadro de indefinição externo e registrou modesta correção, mesmo após a alta de mais de 2% de quarta-feira e dos dados abaixo do esperado divulgados pela China. Nos EUA, as bolsas também encerraram próximas da estabilidade pelo segundo dia seguido.

Na avaliação da estrategista da Fator Corretora, Lika Takahashi, falta motivo para o mercado ir adiante. "Avançamos um degrau [para a linha de 58 mil pontos] e agora a bolsa quer tentar os 60/62 mil pontos, mas nada de novo acontece." O Ibovespa sobe 2,7% nesta semana e 4,8% no mês.

Petrobras PN devolveu ontem apenas 0,84%, para R$ 21,00, depois da alta de mais de 4,5% do dia anterior, mesmo após o ministro Guido Mantega ter descartado um novo reajuste no preço da gasolina. "O Mantega está fazendo o papel dele, para não causar expectativa de aumento da inflação. Mas creio que as chances do reajuste sair neste ano são boas, diante do resultado fraco da Petrobras", avalia Lika. Ela lembra que não é interessante para o governo que a Petrobras tenha prejuízo, o que afetaria a geração de dividendos para o Estado. "Uma hora a Dilma vai ter que ceder."

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Ago 10, 2012 9:02
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Petróleo ganha nova agenda no governo
Por Angela Bittencourt | De São Paulo

O governo está decidido a dar uma injeção de competitividade às empresas brasileiras - como uma das condições para garantir fôlego a um crescimento econômico mais robusto - e pretende passar a limpo as estruturas de formação de preços de importantes insumos da produção industrial no Brasil. Há semanas, cresce a expectativa com as definições que serão tomadas no setor de energia elétrica. Mas o governo está atento também a outra modalidade de energia tão relevante quanto a elétrica para alguns setores - a derivada do petróleo.

Desde a divulgação do balanço da Petrobras no segundo trimestre, há praticamente uma semana, e que surpreendeu pelo primeiro prejuízo trimestral em 13 anos, alimenta-se a expectativa de que é iminente um aumento nos preços dos combustíveis. Na quarta-feira, a assessoria de imprensa do Ministério da Fazenda afirmou que "não há perspectiva de reajuste dos preços dos derivados de petróleo no horizonte". A possibilidade foi aventada pelo titular do Ministério das Minas e Energia, Edison Lobão.

A ação da Fazenda, cujo ministro, Guido Mantega, também é presidente do conselho de administração da Petrobras, interrompeu a forte alta dos papéis da companhia, mas sequer esbarrou na principal questão: o preço da gasolina para o consumidor brasileiro está defasado?

Setores do governo que neste momento discutem como reduzir o custo Brasil - e aumentar sobretudo a competitividade industrial - ainda não chegaram a um consenso sobre a necessidade de elevar o preço da gasolina. E alguns dados estão sendo novamente colocados em pauta para avaliação.

Entre eles, o fato de o consumidor brasileiro pagar pelo litro do combustível entre 35% e 40% a mais que o americano. Mas esse diferencial é ainda mais representativo quando se leva em conta que a renda per capita do americano supera de três a quatro vezes a local. "O brasileiro é claramente esfolado nesse processo", descreve uma fonte oficial ao Valor.

A tributação pesa sobre o custo de quase tudo no Brasil e não é diferente no caso dos combustíveis. O consumidor sabe e o governo também. Mas os preços dos combustíveis podem parecer "inflados" ou "defasados" pela interferência de outros fatores. No caso da gasolina, cálculos livres da incidência de PIS, Cofins e ICMS indicam que praticamente um terço do preço cobrado ao consumidor corresponde à margem média das distribuidoras mais o custo do frete. Isso significa dizer que, de cada litro de gasolina vendido a R$ 2,72 nos postos, R$ 0,90 vão direto para as distribuidoras.

Em meio à discussão de especialistas e investidores a respeito de quem perde e quem ganha com a política de preços dos combustíveis, o governo está empreendendo um esforço para mapear o que está efetivamente por trás da estrutura desses preços no Brasil.

Nesse quesito, as distribuidoras estão recebendo uma leitura particular, a exemplo do que vem ocorrendo com outros setores da economia com os quais o governo vem travando batalhas por queda de preços, planos de investimentos e cumprimento de políticas de atendimento à risca de contratos firmados com associados ou clientes. De abril para cá, ficaram na mira do governo Dilma os bancos, as seguradoras, os planos de saúde e as empresas de telefonia móvel.

Em tempo: o setor de distribuição de combustíveis é mais um na economia brasileira que exibe imensa concentração. Uma única empresa controla praticamente 40% das operações.

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Ago 10, 2012 15:05
custela Forista Assíduo
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capaz de a petrobras ter um lucro extratosferico e as acoes desabarem...afinal de contas, a irracionalidade ta dizendo isto

super preju dos resultados e as acoes dispararam....

nao da para entender nada. Mercado cada vez mais cassino.

Ago 10, 2012 15:21
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custela escreveu:capaz de a petrobras ter um lucro extratosferico e as acoes desabarem...afinal de contas, a irracionalidade ta dizendo isto

super preju dos resultados e as acoes dispararam....

nao da para entender nada. Mercado cada vez mais cassino.
iria bem uma A.I. nos balanços então??? :twisted: :roll: :lol: kkkkkkkkkk

Ago 10, 2012 17:29
AndBroker Forista Assíduo
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Para Itaú, gasolina deve subir 12% se Petrobras equiparar preço com exterio

:arrow: http://ns1.udop.com.br/index.php?item=n ... 1090153#nc

Ago 11, 2012 1:41
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BB Investimentos reduz preço-alvo e recomendação para ações Petrobras
Casa de research não possuía estimativas oficiais para a petrolífera desde o anúncio do plano de investimentos

Por Felipe Moreno |20h40 | 10-08-2012


SÃO PAULO - Após anúnciar seu primeiro prejuízo em mais de uma década, a Petrobras (PETR3; PETR4) sofre da desconfiança do mercado. Diante deste cenário, o BB Investimentos anunciou nova recomendação de market-perform (performance em linha com a média do mercado) para as ações da petrolífera, hierarquicamente abaixo da última recomendação, outperform (performance acima da média do mercado).
Os preços-alvos também sentiram o baque. A estimativa da equipe do BB é que as ações ordinárias PETR3 fechem 2013 aos R$ 27,50 - patamar 23,63% abaixo da antiga projeção, de R$ 36,00 para 2012. Contudo, a recomendação é 24,94% acima do fechamento desta sexta-feira (10). Já o preço-alvo de PETR4 foi reduzido de R$ 33,00 para R$ 26,00. A queda de recomendação foi de 21,21%, mas o valor ainda é 23,40% acima do último fechamento.
Contudo, é válido destacar que bater as duas projeções lado-a-lado não faz muito sentido do ponto de vista técnico, já que a casa de research do Banco do Brasil estava sem estimativas oficiais desde o anúncio do plano de negócios, no dia 14 de julho. "Não trabalhamos com esse tipo de comparação", afirmou Carolina Flesh, da equipe de análise.
Para o investidor, porém, a história é simples. Antes do anúncio do plano de negócios, o BB Investimentos acreditava em um preço, e agora, as projeções dos analistas Nataniel Cezimbra, Andréa Aznar e Carolina Flesch são menores. O preço-alvo, porém, não é fruto apenas do plano de investimentos e resultado, também reflete a desaceleração da economia nacional.
Desafios é a sua energia?
A companhia deve passar por grandes desafios nos próximos anos. "A empresa enfrenta atualmente o desafio estratégico de manter a rentabilidade de suas operações e efetivar as as diretrizes de seu plano de negócios, centrado efetivamente no aumento de produção", afirmam os analistas. A perspectiva dos analistas é que a companhia tenha uma curva estável de aumento de produção nos próximos anos, com um crescimento mais intenso entre 2014 e 2016.
A empresa também terá de melhorar a eficiência operacional relacionada às despesas gerais e administrativas, como forma de equalizar as receitas em um crescimento moderado e que suporte a pressão dos custos de extração. Contudo, a equipe acredita que os custos deverão aumentar, reflexo da ampliação das manutenções e intervenções em poços maduros, intensificação de testes de longa duração, demanda de serviços e equipamentos mais caros nas áreas do pré-sal.
A Petrobras pode também ter que realizar reajustes para eliminar defasagens excessivas com o preço internacional de petróleo. A atual política de preços de médio e longo prazo, que já lhe foi benefíca, tem sido um dos problemas enfrentados pela petrolífera ultimamente. Como a companhia importa petróleo cru e derivados, mais caros no exteriores, a equipe de análise destaca a estatal não lucra com o spread entre os preços.

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