- Mai 21, 2012 14:57
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Vale e siderúrgicas preveem alta na demanda no segundo semestre
Por Alessandra Saraiva | Valor
RIO - Executivos da Vale e das siderúrgicas brasileiras que participaram hoje do primeiro painel do Rio Investors Days, que ocorre nesta semana no Rio, mostraram-se otimistas e projetaram aumento da demanda para o ano.
O diretor-executivo de relações com investidores da Companhia Siderúrgica Nacional, David Salama, afirmou que, independentemente da volatilidade dos últimos meses, a expectativa é de crescimento da demanda entre 5% e 6%, com perspectiva mais nítida de aceleração no segundo semestre.
O diretor financeiro da Gerdau, Harley Lorentz Scardoelli, por sua vez, afirmou que o consumo de aço tem boas perspectivas no Brasil, mas admitiu que “turbulências ocorrem de uma hora para outra”. Ele observou que sua empresa tem monitorado o aspecto macroeconômico, que tem impacto direto no consumo, mas afirmou que “fundamentalmente o consumo de aço continua bom”.
Representando o presidente da Vale, o executivo da área de relações com investidores, Viktor Moszkowicz, afirmou que a demanda “continua bastante firme”. “Não temos nenhum problema em pedidos de clientes, vendemos todas as quantidades”, afirmou acrescentando enxergar um “cenário positivo” na economia real.
Já o executivo da área de relações com investidores da Usiminas, Ronald Seckelmann, considerou que a economia brasileira precisa se voltar mais para estratégia de investimento, e não depender apenas do mercado doméstico.
http://www.valor.com.br/empresas/266842 ... o-semestre
Vale e siderúrgicas preveem alta na demanda no segundo semestre
Por Alessandra Saraiva | Valor
RIO - Executivos da Vale e das siderúrgicas brasileiras que participaram hoje do primeiro painel do Rio Investors Days, que ocorre nesta semana no Rio, mostraram-se otimistas e projetaram aumento da demanda para o ano.
O diretor-executivo de relações com investidores da Companhia Siderúrgica Nacional, David Salama, afirmou que, independentemente da volatilidade dos últimos meses, a expectativa é de crescimento da demanda entre 5% e 6%, com perspectiva mais nítida de aceleração no segundo semestre.
O diretor financeiro da Gerdau, Harley Lorentz Scardoelli, por sua vez, afirmou que o consumo de aço tem boas perspectivas no Brasil, mas admitiu que “turbulências ocorrem de uma hora para outra”. Ele observou que sua empresa tem monitorado o aspecto macroeconômico, que tem impacto direto no consumo, mas afirmou que “fundamentalmente o consumo de aço continua bom”.
Representando o presidente da Vale, o executivo da área de relações com investidores, Viktor Moszkowicz, afirmou que a demanda “continua bastante firme”. “Não temos nenhum problema em pedidos de clientes, vendemos todas as quantidades”, afirmou acrescentando enxergar um “cenário positivo” na economia real.
Já o executivo da área de relações com investidores da Usiminas, Ronald Seckelmann, considerou que a economia brasileira precisa se voltar mais para estratégia de investimento, e não depender apenas do mercado doméstico.
http://www.valor.com.br/empresas/266842 ... o-semestre
