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Ago 07, 2012 13:56
AndBroker Forista Assíduo
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Banco Pine - PINE4
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Pine projeta provisões de até R$ 20 milhões nos próximos trimestres
Por Filipe Pacheco | Valor

SÃO PAULO – O banco Pine espera separar entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões em provisões para créditos duvidosos nos próximos trimestres, segundo Norberto Zaiet Junior, executivo-chefe de operações do Pine.

No primeiro semestre de 2012, o banco reservou R$ 40,5 milhões para provisões de crédito, valor 53,9% superior aos R$ 26,3 milhões gastos em igual período do ano passado.

Em teleconferência com analistas abordando os resultados do segundo trimestre, Zaiet Junior disse que o percentual de provisão deve ficar em 4% da carteira total do banco nos próximos trimestres, "um patamar que acreditamos ser o ideal".

As operações de empréstimos e financiamentos a vencer ou vencidas que se encaixam na classificação de risco entre "C" e "H" saíram de participação de 9,37% da carteira total no primeiro semestre do ano passado para 15,01% no mesmo período neste ano.

Aumento de capital

Na segunda-feira, além do balanço trimestral, o Pine anunciou um aporte de capital da ordem de R$ 155 milhões, que contará com recursos de duas grandes instituições estrangeiras focadas em investimentos em países emergentes. O maior volume, porém, virá do controlador e da administração do banco.

(Filipe Pacheco | Valor)

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Leia mais em:
http://www.valor.com.br/financas/277916 ... z22sdeDAus

Ago 15, 2012 19:11
AndBroker Forista Assíduo
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Conselho do Banco Pine aprova aumento de capital .

Leia Mais: http://www.ultimoinstante.com.br/setore ... z23ehEbGZl

Ago 15, 2012 22:10
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Alguem frequenta o forum? O aumento das provisões afetam a margem liquida e LL do banco?

Ago 16, 2012 11:47
Cadu_28 Forista VIP
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Glamber escreveu:Alguem frequenta o forum? O aumento das provisões afetam a margem liquida e LL do banco?


O patamar de provisões do banco ainda é bem confortável, embora um aumento das provisões seja inevitável dado o aumento pela demanda por crédito e produtos, isto geralmente pressiona um pouco as margens. Mas a empresa tem uma gordura p/ queimar, pois possuia um dos menores PDDs do setor.

Ago 17, 2012 22:09
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Que alta foi essa de hoje???

Ago 23, 2012 9:03
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J.Safra inicia cobertura do Banco Pine com otimismo
Brasil Econômico - 22/08/12 19:40

Corretora indica boas perspectivas para rentabilidade e crescimento do lucro no futuro, porém pontos positivos já estão refletidos nos preços; recomendação é neutra.

A J.Safra Corretora iniciou a cobertura do Banco Pine (PINE4) com recomendação neutra devido ao "valuation caro". O preço-alvo para o final deste ano é de R$ 16,15, o que representa um potencial de valorização de 8,5% frente à cotação de fechamento desta quarta-feira (22/8), de R$ 14,88.

Apesar da recomendação, a visão de longo prazo é positiva, "devido aos seus bons fundamentos e à melhora do cenário para os bancos", conforme explicado pelos analistas Rafael Ferraz e Francisco Kops em relatório.

Segundo eles, o Pine tem um dos melhores modelos entre os bancos médios, mais voltado às tarifas, o que deve levar a retornos sobre patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) altos no futuro, além de boas perspectivas de crescimento.

Com as tarifas bancárias representando 20% da receita total, bom nível de eficiência e uma carteira de crédito de menor risco, os analistas da J.Safra estimam um ROE entre 17% e 18% nos próximos anos, com crescimento anual composto de 16,3% no lucro, acima da média dos concorrentes.

No entanto, Ferraz e Kops afirmam que, "dado o forte desempenho das ações (+36% no ano até o momento), vemos uma valorização limitada para nosso preço-alvo, juntamente com múltiplos caros", o que indica que a maior parte das perspectivas positivas já está precificada

Set 15, 2012 0:34
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Banco Pine protocola pedido para emitir R$ 1 bi em títulos na CVM
No programa de Distribuição Contínua de Letras Financeiras, será emitido um montante de R$ R$1bilhão, para distribuir até 3.334 títulos, que terão valor nominal unitário de R$ 300 mil


Por Tatiana Fernandes Gurjão |21h23 | 14-09-2012

SÃO PAULO - O Banco Pine (PINE4) comunicou que protocolou na Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) pedido de análise para o 1º Programa de Distribuição Contínua de Letras Financeiras, em um total de R$ R$1.000.200.000 bilhão, para distribuir até 3.334 títulos, que terão valor nominal unitário de R$ 300 mil.
A operação será intermediada pelo BTG Pactual, pelo Santander e pelo Pine Investimentos Distribuidora de Títulos e Valores. A instituição também informa o registro de oferta pública de até 1 mil Letras Financeiras integrantes da 2ª emissão da companhia, perfazendo o valor total de até R$ 300 milhões, que serão "sem prejuízo dos lotes adicional e/ou suplementar, no âmbito do referido Programa, da espécie quirografária, sem garantia real ou fidejussória, em até três séries, sob regime de melhores esforços de colocação, para oferta de distribuição pública", conforme disse a empresa.

http://www.infomoney.com.br/bancopine/n ... itulos-CVM

Set 27, 2012 16:18
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Tesouro fará aporte tortuoso em BB e Caixa
27/09/2012
Autor(es): Por Eduardo Campos | De Brasília
Valor Econômico - 27/09/2012


Com o empréstimo de R$ 21 bilhões do Tesouro Nacional para a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil (BB), que consta da medida provisória 581, o governo permitirá que esses bancos alavanquem em crédito até R$ 190 bilhões, acirrando a disputa por maior fatia de mercado com as instituições privadas.

A maneira tortuosa de fazer a capitalização dos dois bancos estatais - já usada em outros momentos tanto com o BNDES quanto com a Caixa - decorreu de um fato simples: o Tesouro não dispõe de dinheiro para fazer uma injeção direta de capital sem comprometer as metas fiscais. Como empréstimo, a operação é neutra para as contas primárias do governo. Ainda não está claro como, quando e quanto os bancos vão pagar à União. Isso deve ser definido até o fim deste ano.

A agressiva expansão do crédito da Caixa e do BB praticamente consumiu os espaços concebidos pelas regras de Basileia (que mede o patrimônio de referência em relação aos ativos ponderados pelo risco), que no Brasil é de 11%. Assim, os bancos precisam ter R$ 11 de patrimônio de referência para cada R$ 100 em ativos. Enquanto, nesse índice, a média do sistema bancário é da ordem de 16%, a Caixa está com 12,9% e o BB, com 15%.

O Ministério da Fazenda, numa cruzada para aumentar a concorrência no sistema financeiro e forçar os bancos privados a reduzirem os juros que cobram do tomador final, optou por dar mais oxigênio para o crescimento do crédito público.

Os empréstimos - de R$ 13 bilhões para a Caixa e de R$ 8,1 bilhões para o BB - serão enquadrados como instrumentos híbridos de capital e dívida e, provavelmente, não terão data de vencimento.

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou na Exposição de Motivos que acompanhou a medida provisória 581 que a concessão de empréstimo foi necessária para "minimizar o risco desses bancos federais ficarem desenquadrados em relação aos limites prudenciais estabelecidos por normativos do Conselho Monetário Nacional (CMN)".

De acordo com Mantega, o empréstimo "permitirá ampliar a oferta de crédito daqueles bancos, tendo em vista o aumento do patrimônio de referência para lastrear novas operações".

Do lado fiscal, a principal vantagem da operação, segundo uma fonte do Tesouro Nacional, é que como empréstimos os recursos não afetam a dívida líquida do setor público. Isso porque o governo emitirá uma dívida que automaticamente se transforma, num primeiro momento, em um ativo na contabilidade do Tesouro. Depois haverá uma despesa decorrente do subsídio que a operação vai gerar, por causa do diferencial entre o custo de emissão dessa dívida pelo Tesouro e o quanto os dois bancos vão pagar por ela.

"Esse é o desenho adequado para o governo e para os bancos", advogou uma fonte do Tesouro que participou da decisão, acrescentando que, além da vantagem fiscal, ela vai reforçar os programas de crédito dos bancos.

Isso terá consequências também sobre as receitas futuras da União, na medida que os bancos públicos em franca expansão deverão aumentar os pagamentos de dividendos ao Tesouro.

As condições de emissão dos papéis pelo governo, como os prazos, tipo da operação, custos e outros detalhes, ainda estão em fase de definição. Mas a transação será finalizada até o fim de 2012, disse a mesma fonte.

Cerca de metade da emissão de dívida terá, para a Caixa, o mesmo custo de captação da União. A outra metade será atrelada a uma taxa de remuneração de longo prazo, semelhante à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). Para o BB, toda a operação terá rendimento atrelado à taxa de longo prazo.

Parte dos recursos com rendimento atrelado à TJLP têm destino certo. A Caixa terá de alocar R$ 3 bilhões para o financiamento de material de construção e bens de consumo. Outros R$ 3,8 bilhões terão de ser destinados a projetos de infraestrutura. No caso do Banco do Brasil, todos os R$ 8,1 bilhões têm de ser destinados à agricultura.

Diferentemente dos bancos privados - que para captar mediante instrumento híbrido pagariam um prêmio maior por ser, em geral, o último a ser pago em caso de liquidação da instituição emissora - os bancos públicos não pagarão esse prêmio. Para eles, portanto, a captação sairá mais barata do que seria para os seus concorrentes e não gera diluição de acionistas.

No caso da Caixa, como a União é a única acionista e também a credora do título, não existe grande impacto. Já para o Banco do Brasil, essa captação com um custo baixo representa, potencialmente, um aumento do retorno sobre o patrimônio líquido para o acionista tanto privado quanto público.

A preocupação com todo esse movimento, como atentou um economista ligado ao sistema financeiro, é o aumento da pressão sobre os outros bancos para ampliar empréstimos e reduzir spreads.

O economista da Rosenberg e Associados Rafael Bistafa considerou essa operação uma "contabilidade criativa".

O governo limpa o caixa e as reservas de lucros das companhias estatais para engordar a receita de dividendos e devolve os recursos mediante aumento de capital com emissão de dívida. Tudo feito de forma a não elevar o endividamento líquido e não comprometer o cumprimento da meta de superávit primário. BB e Caixa possuem R$ 26 bilhões em reservas de lucro, excluindo a reserva legal.

No último relatório de avaliação de receitas e despesas, para compensar a previsão de queda da arrecadação, o governo elevou as receitas de dividendos de cerca de R$ 26 bilhões para R$ 29 bilhões em dividendos, valor que se confirmado será novo recorde histórico.

"E mesmo com toda essa movimentação criativa, a meta de superávit não deve ser cumprida", acredita Bistafa.

http://clippingmp.planejamento.gov.br/c ... bb-e-caixa

Out 22, 2012 0:22
FR4J0L4 Forista VIP
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:roll: :roll: será mesmo???
BC diz que BVA encerra onda de bancos com problemas
Sete instituições financeiras quebraram no Brasil nos últimos dois anos. Nesta novela, que de ficção não tem nada, o primeiro protagonista foi o Panamericano, que acabou salvo após a ajuda do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e a venda da participação de...
http://www.istoedinheiro.com.br/noticia ... +PROBLEMAS

Out 22, 2012 9:11
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Eterno
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é só o que faltava!!!!!!!!!
agora no Brasil

Out 22, 2012 11:35
volverine Forista Assíduo
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Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.

Out 22, 2012 11:40
Cadu_28 Forista VIP
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volverine escreveu:Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.


E o pior é que tem mesmo! Bancos de pequeno porte ineficiente quebrar, faz parte do mercado. Agora imagina um grande banco quebrando. Pois é, isto aconteceu de monte lá fora, e foi um deus nos acuda.

Out 22, 2012 12:26
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Cadu_28 escreveu:
volverine escreveu:Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.


E o pior é que tem mesmo! Bancos de pequeno porte ineficiente quebrar, faz parte do mercado. Agora imagina um grande banco quebrando. Pois é, isto aconteceu de monte lá fora, e foi um deus nos acuda.
o brasil vem segurando a onda o máximo que pode, dado que, entre outras coisas, nosso sistema monetário é muito menor que os EUA.

Out 22, 2012 15:35
volverine Forista Assíduo
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Fraj;la escreveu:
Cadu_28 escreveu:
volverine escreveu:Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.


E o pior é que tem mesmo! Bancos de pequeno porte ineficiente quebrar, faz parte do mercado. Agora imagina um grande banco quebrando. Pois é, isto aconteceu de monte lá fora, e foi um deus nos acuda.
o brasil vem segurando a onda o máximo que pode, dado que, entre outras coisas, nosso sistema monetário é muito menor que os EUA.


Um dos meu professores disse que a alavancagem financeira dos bancos americanos chega a 11 vezes, enquanto que no Brasil esse número varia em torno de 4 vezes.

É dificil acreditar que um país que é sinônimo de porto seguro financeiro, como o EUA, tem um sistema tão arriscado.

Depois lembrei da crise do Sub Prime de 2008 e pensei: " Bom, é bem capaz disso ser verdade, pois muitos bancos americanos quebraram em 2008 pela política irresponsável de concessão de crédito imobiliário."
Editado pela última vez por volverine em Out 22, 2012 18:28, em um total de 1 vez.

Out 22, 2012 18:21
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No Reino Unido uma pessoa consegue comprar um imóvel com somente 15% do valor do imóvel de entrada. O valor a ser financiado pode ser equivalente a uma média de quatro ou cinco anos do salário, antes dos impostos e taxas, do aplicante.

Exemplificando: uma pessoa com um salário de anual de £60.000,00 poderia financiar um imóvel no valor de £300.000,00 dando apenas £45.000,00 de entrada. E, parcelando o imóvel em mais de trinta anos.

Com relação a crédito pessoal, uma pessoa sem nenhuma restrição ao crédito tem disponível através do home banking um montante equivalente a um ano de salário a um simples click do mouse, nem precisa ir até a agência.

O limite do cheque especial equivale geralmente a seis meses de salário.

O limite do cartão de crédito equivale a geralmente a três meses de salário.

No Brasil as pessoas tem acesso a todo esse crédito? Por isso o sistema bancário brasileiro é considerado sólido por ser regulado e fiscalizado.

Out 22, 2012 18:57
Marcio MB Forista VIP
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Cadu_28 escreveu:
volverine escreveu:Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.


E o pior é que tem mesmo! Bancos de pequeno porte ineficiente quebrar, faz parte do mercado. Agora imagina um grande banco quebrando. Pois é, isto aconteceu de monte lá fora, e foi um deus nos acuda.


Só no ano passado quebraram mais ou menos 100 bancos nos EUA. Nosso sistema é bem rígido (ainda bem).

Out 22, 2012 23:21
Neomalthusiano Forista Assíduo
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volverine escreveu:
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Cadu_28 escreveu:
volverine escreveu:Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.


E o pior é que tem mesmo! Bancos de pequeno porte ineficiente quebrar, faz parte do mercado. Agora imagina um grande banco quebrando. Pois é, isto aconteceu de monte lá fora, e foi um deus nos acuda.
o brasil vem segurando a onda o máximo que pode, dado que, entre outras coisas, nosso sistema monetário é muito menor que os EUA.


Um dos meu professores disse que a alavancagem financeira dos bancos americanos chega a 11 vezes, enquanto que no Brasil esse número varia em torno de 4 vezes.

É dificil acreditar que um país que é sinônimo de porto seguro financeiro, como o EUA, tem um sistema tão arriscado.

Depois lembrei da crise do Sub Prime de 2008 e pensei: " Bom, é bem capaz disso ser verdade, pois muitos bancos americanos quebraram em 2008 pela política irresponsável de concessão de crédito imobiliário."


A alavancagem dos bancos americanos realmente é maior, mas isso porque o sistema americano se baseia em uma política monetária expansiva. Os EUA usaram da ampla oferta de M1 como uma forma de fazer girar a sua economia, principalmente a partir da década de 1970. Como a oferta de produtos de consumo nos EUA é alta, devido a industrialização do país, as consequências negativas dessa ideologia são amenas fora das épocas de crise. Nessa crise, alguns bancos quebraram por falta de liquidez, mesmo não tendo realizado nenhuma operação com hipotecas. Já o Brasil, força um controle maior dos bancos nem tanto por ter uma preocupação do governo com a estabilidade do sistema bancário, mas principalmente por medo da inflação. Collor por exemplo acabou com a "zeragem automática" como forma de tentar forçar os bancos a ter mais responsabilidade em relação a alavancagem e a resposta foi que após alguns meses ele foi obrigado a liberar a zeragem de volta.

Out 22, 2012 23:31
volverine Forista Assíduo
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Neomalthusiano escreveu:
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volverine escreveu:Ainda dizem que o Brasil tem um sistema de regulação e fiscalização mais sólido que muitos países desenvolvidos. Só pode ser piada isso.

Se as práticas de auditoria e fiscalização fossem tão boas, não haveria tanto banco pequeno e médio quebrando num período tão curto de tempo.


E o pior é que tem mesmo! Bancos de pequeno porte ineficiente quebrar, faz parte do mercado. Agora imagina um grande banco quebrando. Pois é, isto aconteceu de monte lá fora, e foi um deus nos acuda.
o brasil vem segurando a onda o máximo que pode, dado que, entre outras coisas, nosso sistema monetário é muito menor que os EUA.


Um dos meu professores disse que a alavancagem financeira dos bancos americanos chega a 11 vezes, enquanto que no Brasil esse número varia em torno de 4 vezes.

É dificil acreditar que um país que é sinônimo de porto seguro financeiro, como o EUA, tem um sistema tão arriscado.

Depois lembrei da crise do Sub Prime de 2008 e pensei: " Bom, é bem capaz disso ser verdade, pois muitos bancos americanos quebraram em 2008 pela política irresponsável de concessão de crédito imobiliário."


A alavancagem dos bancos americanos realmente é maior, mas isso porque o sistema americano se baseia em uma política monetária expansiva. Os EUA usaram da ampla oferta de M1 como uma forma de fazer girar a sua economia, principalmente a partir da década de 1970. Como a oferta de produtos de consumo nos EUA é alta, devido a industrialização do país, as consequências negativas dessa ideologia são amenas fora das épocas de crise. Nessa crise, alguns bancos quebraram por falta de liquidez, mesmo não tendo realizado nenhuma operação com hipotecas. Já o Brasil, força um controle maior dos bancos nem tanto por ter uma preocupação do governo com a estabilidade do sistema bancário, mas principalmente por medo da inflação. Collor por exemplo acabou com a "zeragem automática" como forma de tentar forçar os bancos a ter mais responsabilidade em relação a alavancagem e a resposta foi que após alguns meses ele foi obrigado a liberar a zeragem de volta.


É isso aí parceiro! Nada como ouvir quem entende do assunto. :wink:

Out 22, 2012 23:50
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Fundos de investimentos podem ter fortes perdas com intervenção no BVA
Segundo a Economática, o fundo com mais recursos aplicados em papéis de dívidas do BVA é o FI Diferencial RF LP, com R$ 217,272 milhões

Por Diego Lazzaris Borges |17h48 | 22-10-2012


SÃO PAULO – A intervenção do Banco Central no BVA afetou os fundos de investimentos que possuíam em sua carteira títulos de dívida da instituição. De acordo com levantamento da consultoria Economática, cinqüenta gestoras de recursos possuíam papéis a prazo do BVA, entre CDBs (Certificados de Depósitos Bancários) e DPGEs (Depósitos a Prazo com Garantia Especial) - exclusivos para investidores institucionais.
No caso dos CDBs, existe a garantia de até R$ 70 mil pelo FGC (Fundo Garantidor de Créditos). Já o DPGE possui garantia de R$ 20 milhões, limitada por fundo de investimento. Isso quer dizer que a maioria das gestoras que possuíam em sua carteira os DPGEs estão garantidas, já que a maior parte tinha menos do que R$ 20 milhões em depósitos a prazo. No entanto, algumas possuíam mais do que R$ 20 milhões em papéis do banco em um único fundo de investimento. Neste caso, a gestora pode precisar entrar na fila de credores para receber o valor que superar a garantia do FGC.

Segundo a Economática, o fundo com mais recursos aplicados em papéis de dívidas do BVA é o FI Diferencial RF LP, com R$ 217,272 milhões. O fundo agora é gerido pela Drachma, já que a Diferencial Corretora de Títulos e Valores Mobiliários foi liquidada pelo Banco Central em agosto deste ano. Já o FI RF Elo, da Vitória Asset, gestora de recursos de um dos sócios do BVA, possuía R$ 70,142 milhões em papéis da instituição bancária. Veja a tabela a seguir com os fundos que possuíam mais de R$ 20 milhões em papéis do BVA:

Fundo Gestora Total investido em papéis do BVA
*Economatica
FI Diferencial RF LP Drachma R$ 217,272 milhões
FI RF Elo Vitória R$ 70,142 milhões
FI Cotas FI Mult Serengeti Cred Priv BNY R$ 51,460 milhões
FI Mult Credit Cred Priv Serpros R$ 43,626 milhões
Roma FI RF Cred Priv Prev Lhynqz R$ 31,126 milhões
Aconcagua FIF Multimercado Serpros R$ 32,787 milhões
O fundo Roma FI RF Cred Priv Prev, da gestora Lhynqz, possuía R$ 31,126 milhões em papéis do banco. O FI Cotas FI Mult Serengeti Cred Priv, do BNY Mellon, tinha R$ 51,460 milhões, enquanto o FI Mult Credit Cred Priv, da Fundação Serpros, de previdência privada,, possuía R$ 43,626 milhões nestes papéis. Outro fundo da Serpros também possuía mais do que os R$ 20 milhões garantidos pelo FGC – o Aconcagua FIF Multimercado, com R$ 32,787 milhões.
As gestoras podem enviar as informações à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) com atraso de até 3 meses, ou seja, a posição do fundo podia ser diferente no momento da intervenção do banco. Procuradas, as instituições não retornaram o contato da reportagem. O BNY Mellon informou que não se manifestará a respeito.

http://www.infomoney.com.br/onde-invest ... vencao-BVA

Out 27, 2012 16:10
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Taxa de juros dos bancos cai ao nível mais baixo

Estadão Conteúdo – 7 horas atrás


Seis meses depois de os bancos públicos iniciarem a política do governo de redução das taxas de juros, o custo dos empréstimos bancários atingiu o menor patamar das estatísticas oficiais. Apesar do crédito mais barato, a inadimplência de consumidores e empresas subiu neste período e se mantém há três meses no nível mais alto da série histórica iniciada em junho de 2000 pelo Banco Central.
Dados do BC mostram que, em setembro, a taxa média de juros chegou a 29,9% ao ano. Nos dois últimos trimestres, houve redução dos juros tanto para consumidores quanto para empresas, incluindo linhas como cheque especial, crédito pessoal, veículos e capital de giro.
O nível de atrasos, no entanto, segue no nível recorde de 5,9% desde julho, puxado pela inadimplência das pessoas físicas, que corresponde a 7,9% das suas dívidas, maior porcentual desde o fim de 2009. Houve alta nos atrasos do cheque especial, crédito pessoal, cartão de crédito e no financiamento de veículos.
O chefe do Departamento Econômico do BC, Túlio Maciel, disse que a expectativa do governo continua a ser de queda da inadimplência até o fim do ano. "A nossa expectativa é que o crescimento da renda, do emprego e esses mutirões mais recentes de renegociação ajudem", afirmou.
Maciel disse que os empréstimos para compra de veículos concedidos neste período de IPI zero, por exemplo, não vão gerar futuramente uma onda de atrasos nessa modalidade, como ocorreu entre 2010 e 2011. "A qualidade do crédito concedido hoje, com você financiando uma parte menor do bem, assegura comportamento melhor da carteira de veículos. Os prazos também são menores."
Felipe Queiroz, economista da Austin Asis, avalia que a inadimplência deve subir um pouco até o fim deste ano e terminar 2013 no nível em que está hoje. Ele não vê, no entanto, esse dado com preocupação, por causa do nível elevado de emprego e renda. Queiroz diz ainda que os bancos estão bem capitalizados e podem assimilar esse nível de atrasos. O economista Adriano Lopes, do Itaú Unibanco, diz que as novas concessões de crédito devem contribuir para que as taxas de inadimplência, em breve, apresentem tendência de queda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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