Bem-vindo: Dez 19, 2018 2:17

Jun 03, 2009 20:18
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Dividendos e JCP - Como funciona
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
:arrow: O Link de Download abaixo contém arquivos úteis - Organizado pelo forista Tobadinha:
Planilha AMY - Análise de Maiores Yields: Mostra exemplos de Ações com maiores Dividendos numa Tabela com distribuição mensal de Proventos. Versão mais completa: AMY vj PSBe (valor-justo do Preço Sugerido pelo Balanço, exponencial no lucro).

http://www.4shared.com/dir/28503552/26763054/sharing.html

Obs: O PSBe, de autoria do moderador Domingos Junqueira, é compartilhado e explicado em respectivo Tópico deste Fórum.

===============================================

Topico sobre diversas estratégias envolvendo dividendos em: http://forum.infomoney.com.br/viewtopic.php?t=12380&start=0

===============================================

Topico para discussão sobre Dividendos e Juros sobre Capital Próprio - Proventos - Dúvidas e Funcionamento

Ao acompanhar o mercado acionário, você já deve ter se perguntado as diferenças entre os diversos tipos de proventos. Para quem não sabe, proventos são os benefícios (dividendos, bonificações, direitos de subscrição, juros sobre capital e outros) distribuídos por uma empresa a seus acionistas.

Os mais comuns desses benefícios são os dividendos e os juros sobre capital próprio (JCP), mas proventos como bonificações e direitos de subscrição também aparecem com frequência.

Confira as diferenças entre os tipos de proventos
Os dividendos são pagamentos efetuados pela empresa aos seus acionistas através da distribuição de parte do lucro líquido da empresa, subdivididos de acordo com as diferentes classes de ação.

O montante é pago em dinheiro e de forma proporcional à quantidade de ações possuídas. Pela Lei das S.A., deverá ser distribuído um dividendo mínimo de 25% do lucro líquido apurado em cada exercício. A decisão sobre o pagamento de dividendos anuais é feita pela Assembléia Geral Ordinária e o Conselho de Administração pode decidir sobre distribuição de dividendos intercalares e intermediários.

Os juros sobre capital próprio (JCP), por sua vez, são pagos com base no lucro retido pela empresa nos anos anteriores, além de trazer incidência de imposto de renda de 15% na fonte para quem recebe o benefício.

Bonificações e direitos de subscrição
Há também as bonificações em ações, que, em caso de incorporação de reservas e lucros por parte da empresa, são oferecidas gratuitamente aos acionistas. Outro tipo de bonificação é a bonificação em dinheiro, que pode ser concedida pelas empresas como uma participação adicional nos lucros.

Já os direitos de subscrição conferem ao acionista o direito de adquirir, em caso de aumento de capital, preferencialmente, ações da empresa, para preservar a proporção das ações que possui. Vale destacar que o investidor pode, ao invés de exercer seu direito de subscrição, optar por vendê-lo no mercado.

Como funciona o mecanismo de pagamento?
Antes de entender o mecanismo, vale a pena conhecer a definição de alguns termos. O termo "com" se refere às ações com direito ao recebimento de dividendos. Assim, o último dia "com" reflete o último dia em que você pode comprar uma ação no mercado e ainda ter direito ao recebimento dos proventos que a companhia anunciou.

O dia seguinte, ou seja, quando o investidor não tem mais direito ao provento é chamado dia "ex". Já a data de aprovação se refere à data na qual os proventos foram aprovados pela empresa, não interferindo no pagamento aos acionistas.

A distribuição dos proventos é feita somente aos acionistas que possuírem as ações no último dia em que elas ficarem "com", ou seja, no dia anterior à data na qual negociam já sem os proventos. Se você tiver as ações naquele dia, receberá 100% dos proventos, caso contrário não receberá nada, independentemente de quanto tempo tenha ficado com a posse dos papéis antes disso.

Onde são depositados os recursos?
O pagamento dos proventos é feito diretamente da empresa ao acionista, via CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), sendo os recursos creditados, em geral, na conta que o investidor possui junto à corretora com que opera ou diretamente em uma conta bancária indicada previamente.

Para calcular o valor, basta multiplicar o número de ações que você tem (sempre levando o lote de negociação em consideração) pelo valor por lote de ações. Lembre-se que dividendos não são sujeitos ao pagamento de impostos enquanto nos JCP são descontados 15% a título de IR.

O anúncio das empresas
Na grande maioria das empresas, os proventos em dinheiro, tal como dividendos e juros sobre capital próprio, são aprovados em uma reunião do Conselho de Administração. A data na qual esta reunião ocorre é chamada de data de aprovação do provento.

Mais importante do que a data de aprovação é a chamada data "com" ou seja, a data na qual é determinado quem receberá os proventos. Por exemplo, se a data "com" for 25 de agosto, quem estiver de posse das ações no fechamento deste dia específico terá direito a receber os proventos anunciados.

O pregão seguinte, chamado data "ex" indica, portanto, o momento no qual as ações passam a negociar sem os proventos, ou seja, quem comprar neste dia não os receberá, pois eles já foram distribuídos para quem tinha posse das ações no pregão anterior.

Quando receber
No entanto, o fato de as ações ficarem "ex" no dia 26 de agosto não indica que os proventos serão efetivamente pagos neste dia. O que ocorre é os proventos são provisionados a partir do dia "com", até a data de pagamento definida pela empresa, que pode ou não ser anunciada na data de aprovação.

Assim, outra data muito importante, já que envolve o desembolso de recursos pela empresa e o recebimento pelos acionistas é a data de pagamento. Em boa parte dos anúncios de proventos, as empresas já deixam claro qual será a data, porém em alguns casos é necessária uma nova assembléia para determinar a data exata.

Para quem investe freqüentemente no mercado brasileiro de ações e recebe as comunicações mensais da CBLC, que é a depositária das ações, fica fácil entender a diferença entre os campos "provisionado" e "creditado". No caso, provisionado significa que o acionista tem direito aos proventos, que, no entanto, ainda não foram pagos. Já o campo creditado indica o pagamento efetivo, em dinheiro.

Onde receber

A forma mais popular e mais fácil de recebimento dos proventos é na conta que você possui junto à sua corretora, que atua como agente de custódia. Para quem não conhece, os agentes de custódia são instituições financeiras, como corretoras, distribuidoras de valores e bancos, responsáveis, perante a CBLC, pela abertura, administração e movimentação das contas de custódia dos investidores, que são seus clientes.

Outra opção é receber diretamente na sua conta bancária, mas para isso você precisará indicar, junto à instituição financeira que atua em nome da empresa (e não à sua corretora) os dados da conta na qual você deseja receber os recursos.

Sabendo que ter possuído a ação por certo período não é garantia de recebimento do provento, quais investidores, portanto, terão depositados em sua conta os dividendos ou os juros sobre o capital próprio?

Ações ex-dividendos a partir de...
Basicamente, identificar se você faz parte do quadro daqueles que têm direito ao provento é bastante simples, porém passa pela compreensão dos termos "ex" e "com".

Quando da notícia sobre o anúncio de dividendos, consta a informação: as ações passam a ser negociadas sob a forma "ex-dividendos" - ou "ex-juros sobre o capital próprio" - a partir de um determinado dia, suponha o dia 23 de abril de 2007 - uma segunda-feira.

Isso significa que quem possuía as ações no pregão anterior ao dia 23 de abril tem direito a receber o provento, ou seja, os detentores dos papéis em 20 de abril - sexta-feira. Não é suficiente, porém, ter estado de posse das ações durante algumas horas deste dia 20, mas, ao fechamento do pregão, deter os papéis.

Último dia "com"
Uma outra forma de dizer a mesma coisa é afirmar que o último dia "com" em relação aos proventos é 20 de abril. Todos aqueles que encerraram o pregão do último dia "com" de posse das ações têm direito aos dividendos ou aos juros sobre o capital próprio.

Desta forma, saber se você receberá ou não os proventos é trivial. Basta identificar qual seu último dia "com" e, se, ao final deste pregão, você possuía a ação respectiva, o dinheiro cairá na sua conta no dia do pagamento dos dividendos.

Mais informações sobre este assunto aqui: http://web.infomoney.com.br//investimentos/acoes/proventos/
Editado pela última vez por Cadu_28 em Mar 10, 2010 9:55, em um total de 11 vezes.

Jun 03, 2009 20:20
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Proventos: conheça a diferença entre as formas de remuneração dos acionistas

Por: Equipe InfoMoney
27/01/05 - 20h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Embora praticamente todo mundo que acompanha o mercado de ações já tenha se deparado com os conceiros dividendos ou juros sobre o capital próprio, muita gente ainda têm dúvidas em relação à diferença entre estes dois conceitos e como eles se comparam com outros proventos, como bonificação e subscrição.

Em primeiro lugar, é importante diferenciar os proventos pagos em dinheiro, como dividendos e juros sobre o capital próprio, dos proventos no qual o benefício ao acionistas se dá na forma de ações, como subscrições ou bonificações.

Distribuição de parte dos lucros da empresa
O conceito básico por trás dos proventos em dinheiro é a distribuição de parte dos lucros obtidos por uma empresa para seus acionistas. Ao comprar uma ação, você se torna acionista e, portanto, tem direito a receber a sua parte dos lucros que a empresa gera.

Assim, quando você recebe dividendos de uma empresa, você está recebendo uma parcela do lucro, que é determinada pela legislação brasileira em pelo menos 25% dos lucros gerados pela empresa em um determinado período de tempo. Para a empresa, os dividendos são distribuídos a partir do lucro líquido, ou seja, após o pagamento de IR, CSLL e outros impostos ou contribuições.

Com isso, os valores que são anunciados em dividendos para os acionistas já são líquidos de imposto de renda, já que a empresa efetuou o pagamento de impostos sobre estes lucros.

Juros sobre capital próprio
Outra forma de pagamento de proventos em dinheiro é através dos juros sobre o capital próprio (JCP). Para o acionista, a grande diferença é que ele tem que pagar 15% de imposto de renda na fonte, de forma que sempre é preciso ficar atento se o valor anunciado é o bruto (sem impostos) ou líquido (já descontando os impostos).

Para a empresa, muitas vezes o uso de JCP é vantajoso do ponto de vista fiscal. Desde sua criação, o pagamento de JCP permite que a empresa remunere seus acionistas até o valor da TJLP, com o valor sendo considerado como despesa financeira. Com isso, ele reduz o lucro tributável, diminuindo o IR a ser pago pela empresa.

A grande vantagem é que a empresa pagaria impostos maiores sobre o lucro, na faixa de 25%, do que os acionistas, que pagam 15% sobre os JCP. Assim, ela pode oferecer JCP, que mesmo após o pagamento de IR, podem ser maiores do que seriam na forma de dividendos, em função da diferença nas alíquotas de tributação.

Bonificação
Já a bonificação não é, na grande maioria das vezes, um provento em dinheiro, mas sim em ações. Assim, representa uma distribuição gratuita de novas ações, geralmente em função de aumento de capital ou incorporação de reservas. É importante destacar que, ao contrário dos dividendos e JCP, onde existe um efetivo desembolso de dinheiro, no caso de bonificações as cotações das ações podem se ajustar.

Por exemplo, se a empresa anunciar uma bonificação de 100%, ou seja, uma nova ação para cada possuída, sem uma contrapartida em termos de aumento do efetivo valor da empresa, o preço das ações tende a se ajustar. Por exemplo, se o valor da empresa era de R$ 1 bilhão e ela tinha 500 milhões de ações a R$ 2,00 cada, dar uma bonificação de 100% em geral leva o preço das ações a R$ 1,00, já que são agora 1 milhão de ações de uma empresa que continua valendo R$ 1 bilhão.

Subscrição
A subscrição representa um direito dados aos acionistas para que eles adquiram novas ações a custo e preço determinado. A subscrição pode surgir como um benefício aos acionistas caso o preço de subscrição seja inferior ao preço de mercado, de forma que está sendo dada uma espécie de "desconto" para os acionistas.

Caso o preço seja equivalente ou superior ao de mercado, isso muitas vezes não representa uma vantagem, já que não existe condição diferenciada em relação a quem ainda não possui ações da empresa.

Jun 03, 2009 20:21
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Política de Dividendos: não existe uma regra rígida de qual é melhor

Por: Equipe InfoMoney
01/08/05 - 10h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Cada vez mais, a política de dividendos é considerada como um diferencial que a empresa tem para atrair novos investidores. Um mito que existe é que uma boa política de dividendos para o acionista é aquela que se propõe a distribuir o máximo possível dos lucros em forma de proventos, o que não necessariamente é verdade.

Cada empresa deve determinar sua própria política, adequada às suas características, porque existem efeitos positivos e negativos na distribuição de dividendos. Cada empresa apresenta necessidades de financiamento e de investimentos diferentes, que precisam ser levadas em consideração.

Se existe um consenso, é de que a política de dividendos será melhor quanto mais clara for para o acionista. Surpresas, com certeza, não são bem vindas nesse mercado.

Acionista não ganha apenas via dividendos
Quando um investidor decide comprar uma ação, ele é recompensado através de duas formas, pela valorização da ação no tempo e pela distribuição de proventos em dinheiro, como dividendos e juros sobre capital próprio (JCP).

Diante disso, a empresa tem duas opções, sendo que ambas podem ser desejáveis para o acionista, conforme o caso. A primeira é reter o lucro obtido para novos investimentos, enquanto a segunda é distribuí-lo. Retendo e reinvestindo, a ação da empresa pode subir, o que é positivo para o investidor. Por outro lado, distribuindo, o acionista tem um ganho periódico sem ter que vender a ação.

A legislação brasileira determina que se pague pelo menos 25% dos lucros aos sócios. Cabe à empresa decidir o que será feito com o restante do resultado.

É preciso investir na empresa
Por um lado, quando as empresas adotam uma política agressiva de dividendos, tende a crescer o número de investidores interessados nas ações, que trazem mais recursos para as companhias.

Por outro lado, distribuir montantes elevados de dividendos pode ser prejudicial. Isso porque muitas empresas precisam de recursos para os investimentos necessários em seu negócio e o lucro retido é uma forma de financiamento menos onerosa.

Desse modo, alguns especialistas argumentam que a companhia deve adequar sua política de dividendos conforme o estágio em se encontra no seu ciclo de vida. Empresas na fase de crescimento, por exemplo, que precisam estar sempre reinvestindo, deveriam distribuir menos aos acionistas, que ganhariam via valorização das ações. Por outro lado, empresas na fase de maturação ou declínio, que já não precisam investir tanto, podem premiar os detentores das ações com proventos. Esse é o ganho mais expressivo que esse tipo de ação pode oferecer.

Clareza e consistência
Se não existe uma regra rígida com relação ao montante que deve ser distribuído, o mercado, por sua vez, concorda que o investidor gosta de saber o que vem adiante antes de comprar as ações. Nesse sentido, a clareza da política de dividendos é importante. Seja qual for o critério para decidir quanto distribuir, é bom transmitir isso para os acionistas.

A consistência dos pagamentos também é valorizada pelos investidores. Isso porque não adianta um pagamento expressivo em um ano e nenhum tipo de remuneração no ano seguinte. O acionista fica satisfeito ao receber pagamentos com regularidade e com um volume mínimo garantido.

Desse modo, a empresa deve tentar otimizar seus gastos com proventos, de modo que possam atrair acionistas, mas, ao mesmo tempo, que não sacrifiquem os investimentos em suas operações.

Perfil do acionista
Outro ponto que deve ser mencionado é que o acionista deve procurar papéis que respeitem seu perfil e suas expectativas. Junto com a rentabilidade, liquidez e risco, a política de dividendos da empresa deve ser um critério de escolha de ativos.

Muitos investidores podem se sentir confortáveis com uma entrada de dinheiro periódica em suas contas, enquanto outros podem se satisfazer mais com a valorização das ações. Desse modo, a pessoa tem que refletir se existe compatibilidade entre o que ela deseja e a política de dividendos da empresa da qual ela pensa em ter ações.

Jun 03, 2009 20:23
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Dividend Yield: conheça como ganhar mais no mercado de ações

Por: Camila Schoti
01/08/05 - 15h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Você sabe o que é o dividend yield? Alguns investidores entram no mercado de ações esperando obter lucros apenas a partir da oscilação dos preços das ações, comprando na baixa e vendendo na alta. Mas existe uma outra forma de obter ganhos através do mercado de ações.

Ao adquirir uma ação, o acionista passa a ter o direito de receber parte dos lucros da empresa emissora do ativo. Esta parcela do lucro, distribuída periodicamente conforme decidido pelo Conselho Administrativo da empresa, é chamada de provento, e é composta pelo pagamento de dividendos ou juros sobre capital próprio, e a relação entre os proventos pagos em dinheiro por uma empresa e a cotação das ações desta empresa no mercado de ações é conhecida por dividend yield.

De maneira simplificada, pode-se dizer que este indicador irá expressar qual foi o retorno relativo, ou seja, percentual, em dinheiro que o investidor obteve a partir do pagamento dos proventos.

Calculando o dividend yield
A fórmula para o cálculo do dividend yield é bastante simples. Basta dividir o valor do provento por ação em um determinado período de tempo pelo preço da ação e multiplicar por 100. Assim, caso você tenha feito uma compra de 10 ações da empresa A, e no dia do pagamento deste dividendo suas ações estejam valendo R$ 100, e esta empresa lhe pagou dividendos anuais no valor de R$ 15 por ação, então o dividend yield da empresa A será de 15%.

Assim, podemos dizer que para cada ação que você adquiriu da empresa A, você obteve um retorno de 15% caso tenha ficado com o papel até o pagamento do provento. Entretanto, caso o investidor tenha realizado diversas compras do mesmo ativo em períodos diferentes, uma maneira de adequar as oscilações do preço da ação para o cálculo é fazer uma média ponderada dos preços pela quantidade para obter o preço médio da ação.

O mercado e o dividend yield
Um ponto interessante do yield é que ele funciona como um balizador para a queda de preço das ações. Note que se uma empresa tiver perspectivas de pagar dividendos de R$ 10 por ação, esta ação provavelmente não irá custar R$ 15 ou R$ 20, pois o seu retorno seria muito alto e conseqüentemente a demanda por ela aumentaria, aumentando também seu preço.

Entretanto, vale lembrar que como o dividend yield é uma medida de relação direta com o preço da ação, yields muito elevados podem ser reflexo de cotações muito baixas, o que pode evidenciar um mercado financeiro fraco.

Estudos mostram que a relação entre dividendo e preço no Brasil em 1998 era de 7,8%, enquanto que nos EUA era de 1,3% Atualmente, essa relação se mantém estável nos Estados Unidos, mas caiu para 4,3% no Brasil, embora algumas fontes citem 5% para as empresas brasileiras nos últimos anos.

Reinvestindo os proventos
Vejamos agora um exemplo de como obter ainda mais lucro com os proventos pagos pelas empresas. Uma maneira de ampliar ainda mais seu capital é através do re-investimento dos proventos recebidos, por exemplo, adquirir mais ações da empresa que lhe pagou o provento.

Suponha que você tenha adquirido 100 ações da empresa A por R$ 20 cada uma, seu investimento inicial portanto foi de R$ 2.000, suponha também que esta empresa paga em média, 5% de dividendo ao ano, como é o caso de alguns bancos. Além disso, devemos considerar também a valorização que as ações têm no ano, vamos supor 10% ao ano, embora o Ibovespa, nos últimos 5 anos, tenha se valorizado, em média, 8% ao ano.

Pois bem, ao final do primeiro ano você não recebeu proventos, mas já no segundo ano, além de obter o ganho com a valorização do papel, que subiu 10%, e passou a ser cotado a R$ 22, você acumulou lucro de R$ 110 somente com o pagamento de proventos, o que lhe permitiu adquirir mais 5 ações. Portanto lembre que agora você possui 105 ações da empresa A .

Assim, no terceiro ano, com mais 10% de valorização das ações, e com proventos de 5% você recebeu R$ 127,05 e comprou mais 5,3 ações, de forma que ao final de 5 anos adotando esta estratégia você terá conseguido 121,6 ações que estarão valendo R$ 29,28, o que lhe dará um montante de R$ 3.559. Ou seja, seu investimento inicial de R$ 2.000 cresceu cerca de 15,6% ao ano, apenas com o re-investimento dos proventos e da valorização das ações.

Jun 03, 2009 22:03
Bruno Skaff Forista Assíduo
Mensagens: 1599
Bruno Skaff
Registrado em:
Jul 07, 2008 13:10
 
 
Cadu, me tire uma dúvida ...

Os dividendos e proventos são pagos de quanto em quanto tempo?

Existe 1 semestre, 2 semestre ?

Ou são pagos anualmente, com exceções de algumas empresas que pagam mensalmente (porém quantidades menores,claro)

Obrigado

Jun 03, 2009 22:39
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Bruno Skaff escreveu:Cadu, me tire uma dúvida ...

Os dividendos e proventos são pagos de quanto em quanto tempo?

Existe 1 semestre, 2 semestre ?

Ou são pagos anualmente, com exceções de algumas empresas que pagam mensalmente (porém quantidades menores,claro)

Obrigado


Varia de empresa para empresa..., tem umas que pagam mensalmente, e outras uma vez por ano. Não existe regra fixa.

Jun 03, 2009 23:45
Bruno Skaff Forista Assíduo
Mensagens: 1599
Bruno Skaff
Registrado em:
Jul 07, 2008 13:10
 
 
grato cadu !!!

Jun 05, 2009 5:23
Domingos Junqueira Forista VIP
Mensagens: 3753
Avatar do usuário
Registrado em:
Jan 19, 2009 4:21
 
 
Cadu_28 escreveu:
Bruno Skaff escreveu:Cadu, me tire uma dúvida ...
Os dividendos e proventos são pagos de quanto em quanto tempo?
Existe 1 semestre, 2 semestre ?
Ou são pagos anualmente, com exceções de algumas empresas que pagam mensalmente (porém quantidades menores,claro)
Obrigado

Varia de empresa para empresa..., tem umas que pagam mensalmente, e outras uma vez por ano. Não existe regra fixa.

Geralmente são os bancos q pagam mensalmente, já o mais comum entre as empresas e creditar proventos uma ou duas vezes por ano. Meses mais comuns de realizarem os créditos são abril, novembro e dezembro.

Jun 05, 2009 5:30
Domingos Junqueira Forista VIP
Mensagens: 3753
Avatar do usuário
Registrado em:
Jan 19, 2009 4:21
 
 
Com a nova Demonstração do Valor Adicionado ficou mais fácil monitorar a distribuição de proventos por parte das empresas, pois lá se encontra o quanto a empresa pretende distribuir como Remuneração de Capitais Próprios e assim planejar o seu investimento.

Jun 05, 2009 18:51
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Domingos Junqueira escreveu:Com a nova Demonstração do Valor Adicionado ficou mais fácil monitorar a distribuição de proventos por parte das empresas, pois lá se encontra o quanto a empresa pretende distribuir como Remuneração de Capitais Próprios e assim planejar o seu investimento.


Bem lembrado...

Outro site bacana para acompanhar as divulgações de proventos das empresas é o: http://proventos.googlepages.com/home.htm

Jul 08, 2009 0:05
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Omar Camargo divulga sua carteira de dividendos para o mês de julho

Por: Equipe InfoMoney
06/07/09 - 21h03
InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Omar Camargo anunciou sua carteira de dividendos recomendada para o mês de julho, a qual permanece inalterada.

Com predominância de empresas do setor de energia, o portfólio visa listar ações que tenham boa perspectiva de distribuição de dividendos, não sendo o primeiro critério de escolha a variação no valor dos papéis.

A corretora explica: "Cabe lembrar que uma carteira de dividendos requer paciência do investidor já que os pagamentos não são feitos todo o mês, o que poderá acarretar em períodos sem retorno".

Confira a carteira

Empresa Código Peso
AES Tietê GETI4 14,29%
Coelce COCE5 14,29%
CPFL CPFE3 14,29%
Equatorial EQTL3 14,29%
Eternit ETER3 14,29%
S. Cruz CRUZ3 14,29%
Telesp TLPP4 14,29%

Jul 28, 2009 15:52
corisco Estreante
Mensagens: 15
corisco
Registrado em:
Set 04, 2008 14:06
 
 
MDV escreveu:
corisco escreveu:se alguem puder ajudar....

digamos que uma determinada acao esteja distribuindo dividendos pra investidores com base na posição acionaria de 10/10/2009, sendo negociadas "ex" a partir de 11/10/2009 (inclusive).

com quantos dias de antecedencia preciso comprar essas acoes pra receber os respectivos dividendos?

se compra-las dois dias antes, receberei?
se compra-las um dia antes, receberei?
se compra-las no dia, receberei?

grato!


Boa tarde amigo, basta vc dormir com as açoes em carteira do dia 10/10 para o dia 11/10 vc receberá os dividendos, nao importa o dia q comprou.



boa tarde! entao...

---
A Dinâmica das Operações em Bolsa

Execução

O intermediário financeiro (Corretora) dispõe de profissionais especializados, capacitados a dar orientações sobre investimentos, receber ordens dos investidores e transmiti-las aos operadores qualificados por ele que têm acesso ao sistema de negociação das Bolsas.

Existe ainda a possibilidade do investidor dar sua ordem de compra ou venda de uma ação, via Internet, usando o site de sua Corretora (Home Broker). Nesse caso, o investidor estará enviando sua ordem diretamente ao sistema da Bolsa.

Liquidação

Executada a ordem de compra/venda de uma ação, ocorre a liquidação física e financeira, processo pelo qual se dá a transferência da propriedade dos títulos e o pagamento/recebimento do montante financeiro envolvido, dentro do calendário específico estabelecido pela Bolsa para cada mercado.

No mercado a vista, vigora o seguinte fluxo de liquidação:

D+0 - dia da operação;
D+1 - prazo para os intermediários financeiros (Corretoras) especificarem as operações por eles executadas junto à Bolsa;
D+2 - entrega e bloqueio dos títulos para liquidação física da operação, caso ainda não estejam na custódia da CBLC;
D+3 - liquidação física e financeira da operação.

A liquidação é realizada por empresas de compensação e liquidação de negócios, que podem ser ligadas à Bolsa ou independentes.

A BOVESPA utiliza a CBLC - Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia para liquidar as operações realizadas em seus mercados.

As Corretoras da BOVESPA e outras instituições financeiras são os Agentes de Compensação da CBLC, responsáveis pela boa liquidação das operações que executam para si ou para seus clientes.
---

desta forma, posso desprezar os prazos de liquidacao e considerar que em d+0 minha posicao acionaria jah esta estabelecida?

Set 30, 2009 13:10
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Para quem ainda cai neste conto todo ano:

Muniz, da Eletrobrás, mostra menos otimismo sobre dividendos

Plantão | Publicada em 18/09/2009 às 17h37m
Reuters/Brasil Online

RIO (Reuters) - A Eletrobrás terá que esperar até 2010 para tentar sair do cálculo do superávit primário, porque este ano o governo precisa da empresa. A informação é do presidente da estatal, José Antônio Muniz Lopes.

Com a Eletrobrás engessada pelo Ministério da Fazenda, que não abre mão da empresa nas contas governamentais, Muniz já não demonstra tanto otimismo para o pagamento de dividendos devidos há décadas pela estatal a seus acionistas.

"Assim que for possível a gente paga, nunca vi um negócio tão complicado", disse Muniz nesta sexta-feira a jornalistas, após o Fórum Nacional promovido pelo Instituto Nacional de Altos Estudos.

A retirada do resultado da Eletrobrás do superávit primário -economia que o governo faz para o pagamento de juros- era uma das premissas citadas pelo próprio Muniz para o não pagamento dos dividendos retidos. Apesar de ter recursos em caixa, a estatal não pode dispor deles sem autorização do governo.

Os dividendos de ações ordinárias retidos no final da década de 1970 e nos anos 1980, para que a empresa fizesse investimentos, somam quase 10 bilhões de reais, sendo cerca de 2 bilhões de reais a acionistas minoritários.

As ações ordinárias da Eletrobrás têm sido sustentadas pela expectativa acerca dos dividendos. Nesta sexta, os papéis tiveram queda de 0,21 por cento, para 28,70 reais. As preferenciais terminaram o pregão com baixa de 1,06 por cento, a 25,29 reais. O Ibovespa avançou 0,78 por cento.

LIBERDADE PARA COMPRAS

Muniz disse também não ter pressa de conseguir o que acha fundamental para a companhia: obter mais autonomia em relação às suas compras. A exemplo da Petrobras, a Eletrobrás quer um regime especial de licitações, para dar mais flexibilidade à companhia.

A empresa já foi legalmente autorizada, mas ainda não obteve o decreto presidencial para viabilizar o novo sistema.

"Não estamos com pressa porque o TCU (Tribunal de Contas da União) vai julgar a situação da Petrobras. Já está para ser julgado, então o melhor é esperar", explicou.

Há anos o TCU questiona os preços dos serviços contratados pela Petrobras à margem da lei 8.666, que obriga a concorrência pública para todas as compras de empresas do governo.

Muniz disse que acha melhor esperar o resultado para depois começar a usar o instrumento.

(Por Denise Luna)

Out 09, 2009 14:47
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Omar Camargo divulga carteira recomendada de dividendos para outubro

Por: Equipe InfoMoney
08/10/09 - 17h18
InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Omar Camargo anunciou sua carteira de dividendos recomendada para o mês de outubro, a qual permanece inalterada frente ao portfólio do mês de setembro.

Com predominância de empresas do setor de energia, o portfólio visa listar ações que tenham boa perspectiva de distribuição de dividendos, não sendo o primeiro critério de escolha a variação no valor dos papéis. A corretora destacou que, entre as companhias de sua carteira, apenas a Souza Cruz distribuiu lucros em setembro.

"Na comparação com o CDI (Certificado de Depósito Interbancário) desde o lançamento da carteira, a vantagem é de 1% - isso sem levar em conta a valorização das ações. Essa diferença deve ser aumentar ainda mais após as empresas anunciarem seus dividendos do terceiro trimestre", avaliou a corretora.

Confira a carteira

Empresa Código Peso
AES Tietê GETI4 14,29%
Coelce COCE5 14,29%
CPFL Energia CPFE3 14,29%
Equatorial EQTL3 14,29%
Eternit ETER3 14,29%
Souza Cruz CRUZ3 14,29%
Telesp TLPP4 14,29%

Out 23, 2009 8:14
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Dividend yields altos são alternativa à redução dos retornos da renda fixa

Por: Giulia Santos Camillo
22/10/09 - 20h18
InfoMoney

SÃO PAULO - Embora o mercado precifique uma alta do juro básico brasileiro em algum momento de 2010, a decisão do Copom (Comitê de Política Monetária) de manter a taxa Selic em 8,75% ao ano volta a colocar o foco na atratividade das ações em relação à renda fixa.

O apelo atual da renda variável não está apenas na possibilidade de retornos maiores em termos de ganho de capital, mas também em termos de dividendos. Com as previsões de que a taxa básica de juro encerre este ano no atual patamar e suba para 10,5% ao ano em 2010, investir em empresas que historicamente pagam bons dividendos pode ser uma alternativa interessante.

"Sabendo escolher o ativo mais ligado ao segmento de dividendos, ele pode ser uma boa. Além do yield, você tem ainda o potencial de alta, que pode ser até pequeno, mas que também corrobora essa visão de que pode ser um instrumento interessante de diluição de risco, tendo uma rentabilidade bastante atrativa quando comparada com a renda fixa", explica Mônica Araújo, estrategista-chefe da Ativa Corretora.

As melhores opções
Para a economista da Ativa, ainda há papéis que oferecem dividend yield atrativo, mesmo considerando as expectativas de alta da taxa Selic para o próximo ano. "Normalmente são empresas ligadas ao segmento de energia", afirma Mônica, citando como exemplo a Eletropaulo, que tem expectativa de dividend yield de 12% a 14%.

Ainda no setor elétrico, a Coelce, a Transmissão Paulista e a AES Tietê aparecem nas recomendações da SLW Corretora com dividend yields projetados de 11,3%, 11,3% e 10,9%, respectivamente, apenas para citar as empresas cujos retornos são maiores do que as expectativas de taxa básica de juro até o final do próximo ano.

Outros setores podem aparecer como boas opções para montar um portfólio voltado aos dividendos, de acordo com o analista da TOV Corretora, André Mello, que cita empresas de telecomunicações e consumo. Nesse mesmo sentido, o Banco Fator prevê dividend yields de 10,9% e 12,0% para Telesp e Eternit, ambas recomendadas em seu portfólio de dividendos para outubro.

Dividend Yield X Renda Fixa
O dividend yield mede quanto uma empresa paga de dividendos anualmente em relação ao preço de suas ações - se não houver ganhos de capitais, o dividend yield mostra o retorno do investimento em uma ação. No caso das projeções do Fator, se o preço da Eternit se mantivesse estável, o retorno anual do investimento seria de 12%, via distribuição de dividendos ao acionista.

O aumento da atratividade em relação à renda fixa após o ciclo de queda da taxa Selic não significa necessariamente uma migração das aplicações, já que, como qualquer investimento em renda variável, a alternativa oferece maiores riscos.

Contudo, segundo André Mello, falta informação ao investidor. "O investidor não conhece muito sobre o assunto. Se houver mais propaganda [sobre portfólios voltados a dividendos], aí sim pode haver uma migração maior", contanto que as pessoas estejam dispostas a assumir mais risco.

Dividend yield: risco menor em ações
Se em relação à renda fixa o investimento em ações ligadas a dividendos representa um aumento do risco, para os investidores que quiserem reduzir o perfil de risco de seus portfólios na renda variável sem ter que passar aos baixos retornos da renda fixa, a opção também pode ser atrativa.

Por terem maior previsibilidade quanto aos resultados e fluxo de caixa, além de uma necessidade menor de reinvestir os lucros, as empresas boas pagadoras de dividendos geralmente são classificadas como defensivas, ou seja, possuem um perfil de risco menos arrojado. Essas companhias costumam ter betas mais baixos, sendo menos sensíveis aos comportamentos do mercado.

Decidindo onde investir
Quando o assunto é dividend yield, a primeira coisa a fazer é pesquisar empresas historicamente boas pagadoras de dividendos. Além disso, é necessário conhecer os fundamentos de cada companhia e setor e os drivers que podem movimentar os papéis. "Mesmo sendo empresas que tenham perspectivas de dividend yield, esse dividend yield está relacionado ao preço da ação", argumenta a estrategista da Ativa Corretora.

A escolha da estratégia também deve passar pela análise das projeções do mercado para as empresas, já que, além do preço dos papéis, os dividend yields estão ligados ao montante de proventos distribuído - e consequentemente ao lucro obtido pelas empresas em cada exercício.

Assim, antes de passar a um portfólio de dividendos, os investidores têm que saber que qualquer investimento em renda variável tem risco e que setores defensivos e empresas boas pagadoras de dividendos apenas diluem esse risco, oferecendo o dividend yield como um diferencial importante. "Então, sinceramente, não é para tirar 100% dos investimentos em renda fixa e ir para renda variável, a não ser que o investidor esteja disposto a aceitar esse risco", conclui Mônica.

Out 29, 2009 10:28
Euler Estreante
Mensagens: 5
Euler
Registrado em:
Out 29, 2009 9:53
 
 
Bom dia.

Tenho duas dúvidas sobre dividendos/JCP.

1- Supondo que eu tenha seguarado até o fechamento do pregão regular do último dia COM, mas venda no After Market desse dia. Recebo os dividendos?

2- Segurei até o último dia COM e há previsão para pagamento dos dividendos para daqui a 6 meses. Se eu mudar de corretora (e cancelar minha inscrição na que comprei o ativo), como recebo os dividendos?

Se alguém puder elucidar os casos, obrigado.

Out 30, 2009 20:54
Euler Estreante
Mensagens: 5
Euler
Registrado em:
Out 29, 2009 9:53
 
 
frajolla escreveu:
Euler escreveu:Bom dia.

Tenho duas dúvidas sobre dividendos/JCP.

1- Supondo que eu tenha seguarado até o fechamento do pregão regular do último dia COM, mas venda no After Market desse dia. Recebo os dividendos?
NÃO.

2- Segurei até o último dia COM e há previsão para pagamento dos dividendos para daqui a 6 meses. Se eu mudar de corretora (e cancelar minha inscrição na que comprei o ativo), como recebo os dividendos?
SIM.


Se alguém puder elucidar os casos, obrigado.


1- Supondo que eu tenha seguarado até o fechamento do pregão regular do último dia COM, mas venda no After Market desse dia. Recebo os dividendos?
NÃO.

2- Segurei até o último dia COM e há previsão para pagamento dos dividendos para daqui a 6 meses. Se eu mudar de corretora (e cancelar minha inscrição na que comprei o ativo), como recebo os dividendos?
SIM.



Obrigado, frajola!

Mas no caso (2) tenho que fazer algo para poder receber? Ou a CBLC redireciona os dividendos automaticamente para minha nova corretora?

Dez 02, 2009 15:31
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
É verdade que o efeito agregado de re-investimentos de dividendos é uma boa ferramenta de investimento?

Verdade. Apesar de ser menosprezada pela maioria dos investidores, os possíveis ganhos desta estratégia, em vista dos menores riscos, é uma boa opção para aqueles que buscam retornos no longo prazo.

Para os incrédulos, aqui vai um exercício útil. Suponha que um investidor tenha adquirido 100 ações da empresa X por R$ 20,0 cada uma, configurando um investimento inicial de R$ 2.000. Digamos que esta empresa paga, em média, 5% de dividendo ao ano, como é o caso de alguns bancos. Além disso, vamos considerar que as ações apresentem valorização de 10% no ano.

Apesar de ser menosprezada pela maioria dos investidores, re-investimentos de dividendos é uma boa opção para quem busca retornos no longo prazo

Pois bem, ao final do primeiro ano, este investidor não deverá ter recebido proventos, porém, no segundo ano, além de obter o ganho com a valorização do papel, que subiu 10%, e passou a ser cotado a R$ 22, ele acumulou um lucro de R$ 110 somente com o pagamento de proventos, o que lhe permitiu adquirir mais cinco ações. Logo, seu portfólio passou a contar com 105 ações da empresa X.

Assim, no terceiro ano, com mais 10% de valorização das ações, e mais proventos de 5%, este investidor recebeu R$ 127,05 e comprou mais 5,3 ações, de forma que ao final de cinco anos adotando esta estratégia ele terá conseguido 121,6 ações que estarão valendo R$ 29,28, resultando em um montante de R$ 3.559. Ou seja, o investimento inicial de R$ 2.000 cresceu cerca de 15,6% ao ano, apenas com o re-investimento dos proventos e da valorização das ações.

http://web.infomoney.com.br/templates/n ... coes/#pos6

Dez 08, 2009 15:05
Xuxa Forista VIP
Mensagens: 8827
Avatar do usuário
Registrado em:
Jul 24, 2008 22:04
 
 
Alguém sabe de alguma empresa que "provavelmente" (baseado em seu histórico de distribuição) irá distribuir dividendos (que não tenham sido anunciados) ainda neste mês de dezembro?

É isso aí.

Dez 08, 2009 16:40
Cadu_28 Forista VIP
Mensagens: 13655
Avatar do usuário
Registrado em:
Nov 10, 2008 18:40
 
 
Xuxa escreveu:Alguém sabe de alguma empresa que "provavelmente" (baseado em seu histórico de distribuição) irá distribuir dividendos (que não tenham sido anunciados) ainda neste mês de dezembro?

É isso aí.


Das que acompanho, acho que ELPL6 e COCE5.

Próximo

Voltar para Educacional & Iniciantes

Quem está online

Usuários navegando neste fórum: Nenhum usuário registrado e 0 visitantes