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Jul 28, 2009 17:18
MYMONEY Estreante
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Mendes Jr. - MEND6
MYMONEY
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Empresa esquecida no fórum, e que apresenta um grande potencial de valorização!!!! Sem falar que a COPA 2014 vem aí, e a MENDES JR vai com certeza se beneficiar muito!!

Jul 31, 2009 11:23
MYMONEY Estreante
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MYMONEY
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Jan 12, 2010 18:11
lemmie Estreante
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lemmie
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pessoal,

não consigo entender direito os balanços da mendes junior. T após T, há anos o lucro liquido é 100 ou 200 vezes a receita liquida (?). é quase tudo receita financeira. o DY tá em cerca de 15%, que já tá muito bom. baixíssima liquidez.

alguém sabe explicar?

Jan 12, 2010 19:14
MYMONEY Estreante
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MYMONEY
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Lemmie, a explicação é no tocante aos processos judiciais no qual a empresa move contra o Banco do Brasil e a Chesf, sendo colocado as provisões nos balanços. O ideal seria vc ler o livro Quebra de contrato - O Pesadelo dos Brasileiros (370 páginas, Livraria Del Rey Editora), assim passará a entender a magnitude desta empresa, bem como o porque desta situação! Foi o que fiz quando comecei a investir na empresa!

Jan 12, 2010 19:16
MYMONEY Estreante
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MYMONEY
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Vai ai uma reportagem que achei bem resumida, o ideal é vc ler o livro!

Mendes Jr. se diz maior credor do País
O empreiteiro Murillo Mendes, dono da construtora Mendes Júnior, se declara o maior credor do Estado brasileiro e decidiu apresentar à opinião pública sua versão sobre as razões e os fundamentos dos processos que move contra a Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) e o Banco do Brasil (BB). Os processos se arrastam há vários anos e chamam a atenção pelas cifras bilionárias que envolvem. Em decorrência de dois anos de atrasos no pagamento da construção da Usina de Itaparica (BA), entre 1981 e 1988, a Mendes Júnior alega que foi obrigada a financiar a obra e acionou a companhia hidrelétrica na Justiça. A ação já transitou em todas instâncias judiciais e encontra-se em fase pericial na 12.ª Vara Federal da Seção Judiciária de Pernambuco. O último laudo da ação ordinária de cobrança, assinado pelo perito José Argemiro da Silva, aponta que Mendes Júnior tem direito a uma indenização corrigida com juros de mercado de pouco mais de R$ 80 bilhões. O valor pode chegar a R$ 84 bilhões, se corrigido para os dias de hoje. A construtora mineira trava também, em tribunais do Brasil e dos Estados Unidos, uma complexa briga jurídica com o Banco do Brasil, cujos pedidos de indenização nos processos estão estimados em aproximadamente US$ 4 bilhões. Nesse caso, o conflito nasceu durante o processo de acerto de contas entre a Mendes Júnior e o banco, por conta das obras de infra-estrutura realizadas no Iraque nos anos 80. As obras de engenharia no país do Oriente Médio, segundo a construtora, tornaram-se parte de um acordo que garantiu que a importação brasileira de petróleo não fosse interrompida. Os processos, que podem resultar em um esqueleto gigantesco, são o tema central do livro Quebra de contrato - O Pesadelo dos Brasileiros (370 páginas, Livraria Del Rey Editora), que será lançado hoje em Belo Horizonte. 'Eu sou o maior credor do País e quero ser tratado como tal', disse o empreiteiro, em entrevista ao Estado, na quarta-feira. Murillo Mendes assina a publicação com o jornalista Leonardo Attuch. O livro - apresentado também como Dossiê Mendes Júnior - inclui depoimentos e entrevistas com personalidades políticas e autoridades da época. Entre eles, o do ex-ministro da Fazenda durante o regime militar Antônio Delfim Netto, que trata a Mendes Júnior como uma vítima no imbróglio jurídico com o Banco do Brasil. A obra faz também uma análise da expansão econômica do País, tendo como pano de fundo a atuação da construtora, que deixou suas digitais em empreendimentos que se tornaram símbolo do chamado milagre brasileiro (Hidrelétricas de Itaipu e Furnas, Ponte Rio-Niterói, entre outros). O Banco do Brasil, em nota de sua Assessoria de Imprensa, não reconhece nenhum valor indenizatório a favor da Mendes Júnior, em Nova York ou no Brasil. O banco estatal propôs cinco ações de cobrança contra a construtora e reclama judicialmente U$ 476 milhões, em valores nominais. Segundo a nota, o BB não mudou de posição; sempre quis e buscou o recebimento integral dos créditos. A Chesf não apresentou sua versão até a tarde de sexta-feira.

Hj este valor já ultrapassa R$ 200 bilhões de reais.

Mai 14, 2010 14:40
jhonhy Estreante
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jhonhy
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Apenas como aviso...

Mas a Empresa não esta ganhando essas ditas dívidas nos tribunais brasileiros..
Então não consigo entender como funciona os resultados da Mend6... Alguém sabe me explicar?

Mai 14, 2010 20:26
Sandrex Forista Assíduo
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Sandrex
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jhonhy escreveu:Apenas como aviso...

Mas a Empresa não esta ganhando essas ditas dívidas nos tribunais brasileiros..
Então não consigo entender como funciona os resultados da Mend6... Alguém sabe me explicar?


Uma vez olhei por cima o papel em outro forum.
Pelo que entendi eh td RF que a empresa tem aplicado.

Dez 25, 2011 22:25
Growmed Forista Assíduo
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meu deus... pq isso ta tao barato???? achei que eu tava viajando qdo vi o numero rs..

Jan 02, 2012 14:42
R St Forista Assíduo
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R St
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Growmed escreveu:meu deus... pq isso ta tao barato???? achei que eu tava viajando qdo vi o numero rs..
A pergunta correta na realidade deveria ser:
"Mas que Diabo... pq isso ainta está tão caro?"

por enquanto, os créditos que a Mendes Junior tem a receber da Chesf equivalem a R$ 0,00. Isso mesmo, ZERO.

Confira a íntegra do gigantesco acórdão que até a presente data está prevalecendo para o caso:
http://www.trf5.jus.br/archive/2010/03/ ... 100308.pdf
(fonte: TRF5 - Nº do processo: 2000.83.00.014864-7)

Pendem de julgamento um ADDRE e um ADDRESP para o STF e o STJ, mas como a questão foi julgada sob uma ótica bem fática, somente um milagre bem grande (por "milagre" entenda = $$$$$$$$$) para fazer esta decisão ser revertida nos tribunais superiores.

Se nada mudar, o valor desta empresa é ZERO (ou menos).

Mas pelas recentes altas, a galera que compra toyb4 deve ter uma visão bem diferente. :lol: :lol:

Jan 03, 2012 0:05
Growmed Forista Assíduo
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R St escreveu:
Growmed escreveu:meu deus... pq isso ta tao barato???? achei que eu tava viajando qdo vi o numero rs..
A pergunta correta na realidade deveria ser:
"Mas que Diabo... pq isso ainta está tão caro?"

por enquanto, os créditos que a Mendes Junior tem a receber da Chesf equivalem a R$ 0,00. Isso mesmo, ZERO.

Confira a íntegra do gigantesco acórdão que até a presente data está prevalecendo para o caso:
http://www.trf5.jus.br/archive/2010/03/ ... 100308.pdf
(fonte: TRF5 - Nº do processo: 2000.83.00.014864-7)

Pendem de julgamento um ADDRE e um ADDRESP para o STF e o STJ, mas como a questão foi julgada sob uma ótica bem fática, somente um milagre bem grande (por "milagre" entenda = $$$$$$$$$) para fazer esta decisão ser revertida nos tribunais superiores.

Se nada mudar, o valor desta empresa é ZERO (ou menos).

Mas pelas recentes altas, a galera que compra toyb4 deve ter uma visão bem diferente. :lol: :lol:


Valeu... e esses proventos loucos?? pq?
achei estranho...

Jan 03, 2012 9:43
R St Forista Assíduo
Mensagens: 793
R St
Registrado em:
Jul 28, 2011 23:23
 
 
Growmed escreveu:Valeu... e esses proventos loucos?? pq?
achei estranho...


Esta empresa foi criada para gerar muito dinheiro, mas, certamente, não para os minoritários.

Os proventos anunciados todos os anos são altos mas nunca foram pagos, e, muito provavelmente, nunca serão.

De acordo com as demonstrações financeiras da empresa, o pagamento destes dividendos está condicionado ao recebimento dos créditos que ele alega ter contra a Chesf.

Como por enquanto o valor destes créditos é equivalente a zero, entendo que, se a empresa fosse séria, não deveria sequer anunciar rendimentos sobre um valor que não têm e potencialmente jamais terá.

Não é, porém, o que está acontecendo, e só por aí, já dá para ter uma idéia do quanto este mico é dourado (dourado pelo vendedor, obviamente).

Se a ação fosse julgada procedente nos termos pretendidos pela empresa, a indenização da Chesf seria maior do que o orçamento da União e equivaleria a metade do PIB do país.

Portanto, ainda que ela tivesse razão em suas alegações ( o que particularmente não acredito), o tamanho da indenização seria tão alto que o processo estaria fadado a ser julgado improcedente por algum pretexto qualquer, sob pena de quebrar o país.

Da mesma forma que existem os "too big to fail", existem os "grandes demais para serem bem sucedidos". Este é um caso típico.

O mais interessante da história é que diversos bancos públicos aceitaram parte destes créditos podres em pagamento de dívidas da empresa (Banco de Brasília, BNDES e antigo Banespa, para citar alguns). Sinal de que, quando interesses escusos prevalecem, não é só sardinha que compra toyb4 e outras porcarias.

Jan 03, 2012 12:38
Zampier Forista Assíduo
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Zampier
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Ago 02, 2010 20:13
 
 
Ouro de tolo!
R St escreveu:
Growmed escreveu:Valeu... e esses proventos loucos?? pq?
achei estranho...


Esta empresa foi criada para gerar muito dinheiro, mas, certamente, não para os minoritários.

Os proventos anunciados todos os anos são altos mas nunca foram pagos, e, muito provavelmente, nunca serão.

De acordo com as demonstrações financeiras da empresa, o pagamento destes dividendos está condicionado ao recebimento dos créditos que ele alega ter contra a Chesf.

Como por enquanto o valor destes créditos é equivalente a zero, entendo que, se a empresa fosse séria, não deveria sequer anunciar rendimentos sobre um valor que não têm e potencialmente jamais terá.

Não é, porém, o que está acontecendo, e só por aí, já dá para ter uma idéia do quanto este mico é dourado (dourado pelo vendedor, obviamente).

Se a ação fosse julgada procedente nos termos pretendidos pela empresa, a indenização da Chesf seria maior do que o orçamento da União e equivaleria a metade do PIB do país.

Portanto, ainda que ela tivesse razão em suas alegações ( o que particularmente não acredito), o tamanho da indenização seria tão alto que o processo estaria fadado a ser julgado improcedente por algum pretexto qualquer, sob pena de quebrar o país.

Da mesma forma que existem os "too big to fail", existem os "grandes demais para serem bem sucedidos". Este é um caso típico.

O mais interessante da história é que diversos bancos públicos aceitaram parte destes créditos podres em pagamento de dívidas da empresa (Banco de Brasília, BNDES e antigo Banespa, para citar alguns). Sinal de que, quando interesses escusos prevalecem, não é só sardinha que compra toyb4 e outras porcarias.

Abr 03, 2013 17:47
fraj0lad0alp1ste Forista VIP
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fraj0lad0alp1ste
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Out 30, 2007 10:44
 
 
BACEN diz que não existe bolha imobiliária no país


Por Enfoque em quarta-feira, 3 de abril de 2013 - 14:23
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A variação anual real dos valores de imóveis residenciais chegou a cerca de 20% em janeiro de 2010, e foi caindo até chegar a 3%, no mesmo mês, este ano. É o que mostra o Índice de Valores de Garantia de Imóveis Residenciais Financiados (IVG-R), spanulgado hoje (3) pelo Banco Central (BC), no Relatório de Estabilidade Financeira.

Segundo o diretor de Fiscalização do BC, Anthero Meirelles, o indicador ajudar a analisar se a evolução dos preços dos imóveis é sustentável. De acordo com o diretor, apesar de a variação dos preços ter chegado ao pico de 20%, não houve bolha nos valores dos imóveis.

"Quando é bolha, [o preço] sobe e estoura, ou seja, aquilo que vinha crescendo de forma muito radical, de repente, perde valor. Isso não aconteceu. Não houve bolha. Houve reequilíbrio no padrão de oferta e demanda", disse o diretor. Ele acrescentou que, atualmente, não há nenhuma pressão que possa sugerir risco para o sistema financeiro. "Agora está crescendo em patamar totalmente sustentável", acrescentou Meirelles.

Segundo o diretor, com o aumento da renda e do emprego, mais pessoas têm acesso ao financiamento imobiliário. Além disso, houve redução das taxas de juros. Outro fator citado pelo diretor foi a legislação que permitiu a alienação fiduciária, que mantém a propriedade do imóvel com o banco até o momento da quitação. Com isso, houve melhor garantia nos financiamentos, o que os tornou mais baratos e mais seguros.

O IVG-R é calculado com dados de operações de financiamento imobiliário para pessoas físicas, em que a garantia é composta de alienação fiduciária de imóveis residenciais ou hipoteca imobiliária. De acordo com o BC, o valor de avaliação de cada imóvel pelo banco no momento da concessão do crédito é a fonte primária de informação para construção do indicador.

O cálculo do IVG-R considera apenas as avaliações de imóveis localizados nas 11 regiões metropolitanas que integram a mensuração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): Belém, Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.


(por Gabriel Codas)

Mai 24, 2013 16:38
Gigante Forista Assíduo
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Re: Mendes Jr. - MEND6
Gigante
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Mai 22, 2013 16:30
 
 
A Mendes Jr negociada na Bolsa é uma empresa não operacional.
A Mendes Jr com obras e entrando em concorrências, é a Mendes Jr Internacional.

Como os resultados agora são só no vermelho, a Mendes Jr não deve pagar mais dividendos.

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