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Set 23, 2015 19:11
 
 
A justificativa regulamentar essencial para a criação dos Fundos de Investimento em Participações (FIP), que têm como sua norma fundamental a Instrução nº 391 da Comissão de Valores Mobiliários (ICVM 391), de 2003, é a de um veículo específico para investimentos em companhias abertas e fechadas cuja gestão e política estratégica sejam efetivamente influenciadas pelo mesmo. Aos FIP são permitidos, então, investimentos em diversos títulos de equity e dívida emitidos por estes emissores. Como corolário da norma, o valor agregado que se busca em investimentos em cotas de FIP decorre da qualidade desta influência na gestão das empresas que compõem a carteira do fundo, o que, dado o tempo de maturação necessário para a realização desta competência, implica em um risco e um retorno esperado relativamente altos e em prazos mais longos. Trecho de artigo publicado no TLON - http://www.tlon.com.br

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